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Currais Novos
09 jul

Com coragem e protagonismo, Seridó realiza sua 1ª Conferência Regional de Políticas para as Mulheres

Com coragem e protagonismo, Seridó realiza sua 1ª Conferência Regional de Políticas para as Mulheres

Em um movimento histórico de organização, coragem e construção coletiva, o Seridó potiguar protagoniza, neste mês de julho, a 1ª Conferência Regional de Políticas para as Mulheres, reunindo vozes de diversos municípios da região em um único grito por justiça, equidade, dignidade e presença.

A data já está marcada: 28 de julho, em Currais Novos, que será o palco desse marco inédito na história das mulheres do Seridó. A expectativa é receber delegações de mais de 15 municípios da região, em um grande encontro que reafirma o compromisso com a democracia, a escuta e a formulação de políticas públicas transformadoras.

Na tarde desta quarta-feira (09), a gestão municipal através da vice-prefeita Milena Galvão, a secretária Rayssa Batista, titular da Secretaria Municipal de Mulheres, Juventude, Igualdade Racial e Direitos Humanos (SEMJIDH), e a secretária de trabalho, Habitação e Assistência Social, Lidiane Silva, estiveram reunidas para alinhar os preparativos da conferência. O momento marca mais uma etapa de articulação institucional e mobilização regional, consolidando a liderança de Currais Novos como referência no fortalecimento da agenda das políticas para mulheres no interior do Rio Grande do Norte.

Gestão pioneira na criação de uma pasta para as mulheres

De forma pioneira, a gestão do prefeito Lucas Galvão e da vice-prefeita Milena Galvão criou, em 2023, a SEMJIDH – uma secretaria voltada exclusivamente para desenvolver políticas para as mulheres, a juventude, a igualdade racial e os direitos humanos. A criação dessa pasta representa um avanço histórico no reconhecimento das demandas sociais mais urgentes, especialmente da população feminina, negra, jovem e periférica.

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Brasil
09 jul

Seminário reúne MinC e órgãos de controle para debater prestação de contas na cultura

Seminário reúne MinC e órgãos de controle para debater prestação de contas na cultura

Desde que o Marco Regulatório do Fomento à Cultura entrou em vigor, o Ministério da Cultura tem feito esforços para ampliar a divulgação e o entendimento da lei. No início desta semana, foi a vez de representantes de entidades de controle, fiscalização e execução cultural do estado e municípios de Minas Gerais se aprofundarem no tema. 

Em parceria com o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais, o MinC promoveu segunda e terça-feira, em Belo Horizonte, o seminário Cultura, Controle e Direito. Entre os palestrantes, especialistas da área, representantes do ministério, dos órgãos de controle, da produção cultural e da gestão pública.

Na abertura, a ministra Margareth Menezes destacou a necessidade do encontro: 
“Para que um marco regulatório seja implementado, é necessário que haja compreensão por parte dos estados dos municípios, dos órgãos de fiscalização, para auxiliar e estruturar esse ambiente. Isso é determinante para o desenvolvimento da economia criativa das indústrias culturais, que hoje é uma das grandes portas de oportunidade de geração de emprego e renda, principalmente, para essa nova geração que está aí”.

O Marco do Fomento foi sancionado em junho do ano passado e veio para simplificar a administração de recursos públicos na cultura. Ele estabelece regras e instrumentos mais eficientes para os gestores públicos e, ao mesmo tempo, democratiza o acesso da população às políticas culturais.

“Esse marco regulatório responde a uma demanda do setor de muito tempo e muito ampla, e tenta enfrentar um gargalo de acesso aos recursos. Pode diminuir a burocracia, simplificar os processos, tornando mais acessível e inclusivo. O Marco do Fomento tem esse potencial, é um marco qualificado nas próprias ações dentro do Ministério da Cultura”, disse a ministra.

A ministra do STF, Cármen Lúcia Antunes Rocha, abriu o ciclo de conferências, falando sobre o direito fundamental à cultura. O secretário executivo do MinC, Márcio Tavares, foi outro dos palestrantes. Ele enfatizou que o Marco do Fomento representa um instrumento transformador e de imensa importância para que a política cultural possa chegar de forma efetiva nas comunidades, em todos os agentes culturais e em todos os municípios. 

O seminário em Belo Horizonte deve ser o primeiro de uma série que o MinC planeja realizar em parcerias com os Tribunais de Contas dos estados.

Para mais informações, acesse www.cultura.gov.br
 

Crédito: Riva Moreira / TJMG

Fonte: Brasil 61

Lojão do Real
Policial
09 jul

­­­­­­­­­­­­­­­­­­PRF recupera veículo roubado e apreende grande quantia em dinheiro com foragido da justiça

­­­­­­­­­­­­­­­­­­PRF recupera veículo roubado e apreende grande quantia em dinheiro com foragido da justiça

Em São Gonçalo do Amarante/RN, fora da rodovia federal, às 14h do dia 09/07/2025, a Polícia Rodoviária Federal recuperou um veículo JEEP/RENEGADE LNGTD AT, de cor vermelha, que circulava com placas clonadas e era utilizado em atividades ilícitas.

Durante a abordagem, foi preso o condutor do veículo, um homem de 43 anos com mandado de prisão em aberto. Com ele, os policiais encontraram aproximadamente R$ 57 mil em espécie.

O veículo, o dinheiro e o preso foram encaminhados à Delegacia da Polícia Civil de São Gonçalo do Amarante para os procedimentos legais.

A ocorrência reforça o compromisso da PRF no combate ao crime e na proteção da sociedade, com atenção especial à repressão de fraudes veiculares e à recuperação de bens vinculados a práticas criminosas.

fonte:PRF

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Política
09 jul

Zenaide sobe à tribuna e denuncia tentativa do Congresso de tirar mulheres da Política

Zenaide sobe à tribuna e denuncia tentativa do Congresso de tirar mulheres da Política

Procuradora Especial da Mulher no Senado e presidente estadual do PSD do Rio Grande do Norte, a senadora Zenaide Maia voltou à tribuna do plenário da Casa, nesta quarta-feira (09), para criticar a tentativa de aprovação o novo Código Eleitoral (PLP 112/2021) com trechos que retiram direitos conquistados pelas mulheres na política, como espaço nos partidos para concorrerem a cargos como prefeita, vereadora, deputada e senadora.

A parlamentar salienta que a bancada feminina na Casa (16 senadoras) não abre mão nem do mínimo de 30% de candidaturas femininas obrigatórias nos partidos políticos, nem da destinação de 30% de recursos públicos de financiamento eleitoral para custear a campanha eleitoral dessas candidatas.

“Nós, mulheres, somos mais da metade da população brasileira, mais de 50% do eleitorado nacional. O projeto de reforma das leis eleitorais está querendo tirar uma das nossas conquistas mais importantes, dada pelo Poder Judiciário: a obrigatoriedade de partidos ou federações ter no mínimo 30% de candidaturas femininas e no mínimo 30% dos recursos totais de financiamento direcionados para essas candidatas. Querem nos dar, em troca de desistirmos desses direitos, uma reserva de cadeiras por 20 anos, o que é inaceitável. Nós vamos ficar mais duas décadas com homens ocupando 80% das Câmaras de Vereadores, Assembleias Legislativas, Câmara dos Deputados e Senado Federal?”, criticou Zenaide.

Sem consenso e polêmico, o projeto (PLP 112/2021) foi novamente adiado após acalorado debate, nesta quarta-feira, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), na qual Zenaide ocupou espaço na primeira fileira.

Zenaide e as demais senadoras já apresentaram emendas ao texto e defenderam, em reuniões junto ao relator da matéria, a retirada dos retrocessos apontados. Elas prosseguem mobilizadas contra a pressão por votar o projeto e denunciam a perda de direitos.

Conquistas a duras penas

Ressaltando ser presidente regional de uma legenda e representante de um Estado, o Rio Grande do Norte, que elegeu a primeira prefeita (Alzira Soriano, em 1927) da América Latina e a primeira eleitoral mulher a se alistar no país (Celina Guimarães), a parlamentar ainda destacou, em frente a parlamentares homens e apoiada por colegas como Teresa Leitão (PT-PE) no plenário nesta quarta, mover uma discussão por direitos conquistados a “duras penas”, e não por privilégios.

“Nós não estamos pedindo privilégios, nós estamos querendo direitos. Não estamos querendo apartheid entre homens e mulheres. Nos cargos políticos, nos locais de decisão da administração pública, nos cargos eleitor pelo voto direto do povo, somos sub-representadas. Se o país fracassa, não é culpa das mulheres brasileiras, que não tem maior participação nos locais de poder”, frisou a senadora.

Proposta de Zenaide

Além de defender que a cota de 30% e a proposta de reserva de cadeiras são complementares e não inviabilizam uma à outra, Zenaide apresentou parecer favorável a dois projetos de lei (PL 763/2021 e PL 1333/2021) criando uma reserva de 30% de cadeiras de representantes eleitos a serem ocupadas por mulheres nas Câmaras de Vereadores municipais, nas Assembleias Legislativas estaduais, na Câmara dos Deputados e no Senado Federal.

“Sempre alerto para um fato: tivesse o Congresso Nacional mais parlamentares femininas, não teriam aprovado uma reforma da previdência que impôs mais sete anos de trabalho para as mulheres brasileiras, que já lutam tanto e em condições tão difíceis”, observou Zenaide.

Ainda conforme a senadora potiguar, nos cargos do Executivo, do Legislativo e do Judiciário, as mulheres ocupam apenas cerca de 17,7% das cadeiras na Câmara dos Deputados e 14,8% no Senado Federal, por exemplo. De acordo com dados da União Interparlamentar (UIP), que reúne informações de 193 países, o Brasil ocupa a 146ª posição no ranking de participação feminina no parlamento – percentual muito inferior à média global, que é de 26,4%.

“Conquistamos com muita luta no dia a dia, com muito respeito, a cota de 30% de candidatas. E também a cota de 30% de recursos que os partidos são obrigados a repassar às campanhas das mulheres, uma defesa para não deixá-las asfixiadas e sem condições de competir com os demais concorrentes em termos de valores financeiros”, assinalou Zenaide.

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Brasil
09 jul

Programa Água Doce entrega 110 novos sistemas de dessalinização no semiárido em 2025

Programa Água Doce entrega 110 novos sistemas de dessalinização no semiárido em 2025

Com foco na segurança hídrica e no fortalecimento da cidadania, o Programa Água Doce (PAD), coordenado pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), atingiu, em 2025, um marco histórico em sua trajetória. Até julho deste ano, 110 novos sistemas de dessalinização já foram implantados em comunidades rurais do semiárido brasileiro e estão em operação, promovendo acesso à água potável para milhares de famílias.

Distribuição dos novos dessalinizadores:

  • 05 na Bahia
  • 09 no Ceará
  • 03 no Maranhão
  • 02 em Minas Gerais
  • 70 em Pernambuco
  • 01 no Piauí
  • 17 no Rio Grande do Norte
  • 03 em Sergipe

A iniciativa, gerenciada pela Secretaria Nacional de Segurança Hídrica (SNSH), é voltada para áreas marcadas pela escassez de água e pela salinidade dos mananciais subterrâneos. Desde sua criação, em 2004, o programa já implantou mais de 1.100 sistemas em dez estados do semiárido, aliando tecnologia, participação comunitária e compromisso institucional. “O Programa Água Doce é uma das principais expressões do compromisso do Governo Federal com a segurança hídrica no semiárido. Estamos garantindo dignidade a milhares de famílias brasileiras por meio de uma política pública estruturante, contínua e com forte articulação entre União, estados, municípios e a própria comunidade beneficiada”, avalia o secretário da SNSH, Giuseppe Vieira.

Com planejamento estratégico e atuação federativa, o PAD deve alcançar, até o final de 2025, a marca de 172 sistemas entregues, superando com folga a meta inicial de 100 unidades previstas para o ano. As ações estão concentradas em estados historicamente afetados pela seca, como Bahia, Ceará, Piauí, Minas Gerais, Maranhão, Rio Grande do Norte, Sergipe e Paraíba. “Superar a meta prevista para 2025 demonstra o esforço conjunto entre diferentes esferas de governo. Cada sistema de dessalinização entregue representa uma transformação concreta na vida das pessoas, com impactos diretos na saúde e na permanência das famílias no campo”, completou Giuseppe.

Segurança hídrica e saúde

Além de garantir o acesso à água potável, a dessalinização desempenha um papel essencial na promoção da saúde pública. O consumo de água salobra pode causar diversos problemas de saúde, como distúrbios gastrointestinais e doenças renais. Ao tornar a água própria para o consumo humano, o Programa Água Doce contribui diretamente para a qualidade de vida e o bem-estar das comunidades atendidas.

Caminho das Águas

Um dos destaques do ano é a terceira etapa do Caminho das Águas, ação institucional que reforça o acompanhamento e o fortalecimento da gestão dos sistemas. Nessa fase, prevista para acontecer ainda neste mês, serão formalmente entregues 22 sistemas de dessalinização nos estados do Piauí e Ceará. No Piauí, 13 comunidades passaram a contar com água potável, beneficiando diretamente cerca de 2.100 pessoas. Já no Ceará, 9 novos sistemas atendem aproximadamente 1.800 moradores de áreas com difícil acesso à rede de abastecimento convencional.

Fonte: Brasil 61

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