A Caern alerta que estão circulando pelas redes sociais, principalmente pelo Whatsapp, falsas mensagens de perfis que se passam pela Companhia, oferecendo condições de desconto para o pagamento de contas. Esses golpes simulam ser um canal de comunicação do cliente com a empresa para regularização de débitos com descontos e outras condições vantajosas.
A Caern reforça que, além do atendimento presencial, o cliente deve se limitar ao uso dos canais virtuais oficiais da Companhia, que são amplamente divulgados, sendo ambientes seguros para o acesso do usuário a uma grande variedade de serviços.
A companhia não faz parte de grupos de Whatsapp. Desconfie de qualquer pessoa ou empresa que tente falar ou agir em nome da Caern fora dos canais oficiais!
O Whatsapp da Caern é 84 98118-8400. Todos os serviços que são feitos presencialmente podem ser feitos pelos canais virtuais. Além do Whatsapp, estão disponíveis a Agência Virtual (no endereço agencia.caern.com.br); o aplicativo Caern Mobile (disponível para IOS e Android); e o teleatendimento pelo 115.
Material que estão usando nos golpes. São imagens fake, provavelmente feitas com IA
A Caern alerta que estão circulando pelas redes sociais, principalmente pelo Whatsapp, falsas mensagens de perfis que se passam pela Companhia, oferecendo condições de desconto para o pagamento de contas. Esses golpes simulam ser um canal de comunicação do cliente com a empresa para regularização de débitos com descontos e outras condições vantajosas.
A Caern reforça que, além do atendimento presencial, o cliente deve se limitar ao uso dos canais virtuais oficiais da Companhia, que são amplamente divulgados, sendo ambientes seguros para o acesso do usuário a uma grande variedade de serviços.
A companhia não faz parte de grupos de Whatsapp. Desconfie de qualquer pessoa ou empresa que tente falar ou agir em nome da Caern fora dos canais oficiais!
O Whatsapp da Caern é 84 98118-8400. Todos os serviços que são feitos presencialmente podem ser feitos pelos canais virtuais. Além do Whatsapp, estão disponíveis a Agência Virtual (no endereço agencia.caern.com.br); o aplicativo Caern Mobile (disponível para IOS e Android); e o teleatendimento pelo 115.
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A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), por meio da Unidade Central de Agentes Terapêuticos (Unicat), informa que o Ministério da Saúde entregará o medicamento Somatropina ao estado em 30 de junho. A dispensação aos usuários no Rio Grande do Norte começará em 1º de julho deste ano, exclusivamente mediante agendamento prévio, para o nível central da unidade, situado em Natal.
Para organizar o atendimento e evitar filas, segundo a Unicat, o sistema de agendamento para retirada do medicamento no nível central estará disponível aos pacientes a partir desta segunda-feira (22), por meio do link oficial da Unicat: www.central.rn.gov.br/index.php?class=GrupoServicoPage&method=onReload. As demais unidades regionais continuam atendendo conforme o fluxo regular.
Devido à alta demanda, a Unicat adotará um cronograma especial. Entre os dias 1º e 11 de julho de 2026, o agendamento será exclusivo para a retirada da Somatropina. Durante esse período, a entrega dos demais medicamentos da grade continuará acontecendo normalmente, no fluxo habitual.
A partir de 13 de julho de 2026, o sistema será expandido e o agendamento prévio passará a ser obrigatório para a retirada de todos os outros medicamentos da unidade. A Unicat orienta, ainda, os usuários e interessados a acompanhar os canais oficiais para eventuais atualizações e orientações complementares.
De acordo com a Casa Civil, a nova legislação estabelece critérios para a atualização anual do piso salarial profissional nacional e determina que o valor não poderá ser corrigido abaixo da inflação acumulada no período anterior.
A norma também prevê a divulgação, pelo Ministério da Educação, da memória de cálculo utilizada para a atualização do piso, ampliando a transparência do processo.
Outra mudança é a inclusão dos profissionais contratados por tempo determinado entre os beneficiários do piso salarial nacional. Isso, segundo o governo, garante a esses trabalhadores os mesmos direitos assegurados aos demais profissionais do magistério público da educação básica.
Reflexos nos orçamentos municipais
Conforme previsão da Confederação Nacional de Municípios (CNM), a mudança deve impactar os cofres municipais em R$ 8 bilhões apenas em 2026. Na avaliação da entidade, o reajuste do magistério amplia a pressão sobre uma situação orçamentária já desafiadora para muitos municípios brasileiros.
Em nota oficial, o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, defende que haja respeito ao pacto federativo e à autonomia municipal, com a definição local de aumentos reais.
“O reajuste e a valorização dos profissionais de magistério é uma demanda legítima, mas que precisa ser pactuada no âmbito local, por quem paga a conta, e não imposto pela União”, afirma Ziulkoski.
Segundo a CNM, a entidade apresentou cinco emendas à Medida Provisória (MP 1.334/2026) que altera o critério de correção do piso salarial e que deu origem à lei sancionada. Além disso, a Confederação enviou parecer técnico a parlamentares para alterações no texto. No entanto, as sugestões não foram acatadas no texto final.
Pelo novo cálculo, o reajuste anual será a soma do Índice Nacional de Preços ao Consumidor e 50% da média de crescimento real das receitas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) nos cinco anos anteriores. A CNM destaca que, pela fórmula anterior, a recomposição seria de apenas 0,37%, enquanto a nova regra garante reajuste de 5,4%.
A entidade também alerta que, além do impacto previsto para 2026, a mudança deve aumentar a pressão sobre os municípios nos próximos anos.
Para a CNM, o financiamento da educação tem sido marcado por forte pressão sobre as contas municipais nos últimos anos. Segundo a entidade, o reajuste do piso do magistério acumulou alta de 78% nos últimos cinco anos, com impacto estimado em R$ 85 bilhões no período.
“O novo modelo garante correção acima da inflação sem garantia de recursos adicionais do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) ou compensação da União”, afirma a CNM, em nota.
A rodada deste sábado (20) terá confrontos pelos grupos E e F, pela segunda rodada da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. Quatro jogos estão programados, incluindo uma partida na madrugada de domingo.
A jornada começa às 14h, com o clássico entre Holanda e Suécia, em Houston. Às 17h, Alemanha e Costa do Marfim se enfrentam em Toronto. Mais tarde, às 21h, Equador e Curaçao jogam em Kansas City.
A última partida da segunda rodada será entre Tunísia e Japão, já na madrugada de domingo, à 1h, em Monterrey.
Veja as classificações
Grupo E
Classificação após a primeira rodada:
Alemanha – 3 pontos
Costa do Marfim – 3 pontos
Equador – 0 ponto
Curaçao – 0 ponto
Com a vitória por 7 a 1 diante de Curaçao, a Alemanha terminou a primeira rodada em primeiro lugar no grupo, com saldo de seis gols.
Sua adversária na partida de hoje, Costa do Marfim, tem também 3 pontos, mas com saldo de 1 gol após ter derrotado o Equador por 1 a 0.
No atual contexto, portanto, a partida entre Alemanha e Costa do Marfim representa um confronto direto para definir quem terminará a rodada na liderança da chave.
O vencedor da partida abrirá uma vantagem considerável, a ponto de garantir a participação na segunda fase da Copa 2026.
Equador e Curaçao brigam para manter acesa a esperança de avançar na competição.
Grupo F
Classificação após a primeira rodada:
Suécia – 3 pontos
Holanda – 1 ponto
Japão – 1 ponto
Tunísia – 0 ponto
Holanda e Suécia fazem o clássico desta rodada do Grupo F – um dos mais equilibrados, com três equipes fortes: Suécia, Holanda e Japão.
Líder da chave, após vencer a Tunísia por 5 a 1, a Suécia garantirá acesso à segunda fase, caso derrote sua adversária na partida de hoje.
Para a Holanda, a partida terá peso estratégico para manter viva a esperança de classificação em primeiro lugar no grupo, após ter empatado em 2 a 2 com o Japão na primeira rodada.
Em caso de empate, a Holanda dependerá de um resultado positivo na terceira e última rodada para garantir vaga entre as duas equipes classificadas.
Já Tunísia e Japão disputam pontos importantes. A equipe africana busca uma reação após a goleada sofrida – o que a deixou com saldo negativo de quatro gols.
Para o Japão, com um ponto obtido na primeira rodada, a vitória pode ser passo decisivo para a classificação, independentemente do resultado da última rodada, diante da Suécia (atual líder do grupo).
Vale lembrar que as oito melhores terceiras colocações (entre os 12 grupos da primeira fase) avançarão na competição.
O Brasil acompanha de perto o Grupo F, já que haverá cruzamento de chaves entre e este grupo e o Grupo C, do Brasil.
Os estudantes que se formarem em medicina somente vão poder realizar sua inscrição no Conselho Regional de Medicina (CRM) se tiverem rendimento suficiente no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed).
O registro no conselho é necessário para o exercício legal da profissão de médico no Brasil.
A proficiência no Enamed como requisito para exercer a profissão consta na medida provisória (MP) assinada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na cidade de Divinópolis, em Minas Gerais, nesta sexta-feira (19).
Validade
De acordo com o Ministério da Educação (MEC), a medida provisória (MP) entra em vigor imediatamente, mas a exigência de proficiência na prova para o exercício profissional valerá apenas para quem ingressar na graduação de medicina a partir da data de publicação da norma no Diário Oficial da União.
O presidente do Inep, Manuel Palacios, explica que tornar o Enamed uma política de avaliação e análise de competências de estudantes de medicina referência representa um instrumento para monitorar a formação médica ofertada por instituições públicas e privadas de educação superior, porque é necessário o controle mais rigoroso do padrão de ensino.
“Haverá um controle mais preciso da qualidade da formação oferecida pelas instituições, o que também ajuda o próprio estudante a escolher em que instituição vai se inscrever, onde vai se formar. Assim como, a medida provisória de hoje assegura à população serviços médicos de qualidade, praticados por um profissional que passou por um exame de proficiência.”
11/06/2026 – Brasília – Manuel Palacios, presidente do Inep, disse o Enamed representa um instrumento para monitorar a formação médica ofertada por instituições públicas e privadas de educação superior Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil – Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Enamed a cada seis meses
A MP cria a política integrada para formação médica no país e também estabelece que o Enamed será aplicado, obrigatoriamente, a cada seis meses pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), a todos os estudantes concluintes de cursos de medicina no Brasil. O graduado que não obtiver avaliação satisfatória no Enamed poderá refazê-la em edições semestrais seguintes.
O Inep prevê que as provas serão realizadas de forma descentralizada em todos os municípios que oferecem cursos de graduação em medicina. Entre os objetivos, o novo formato permitirá a comparação de resultados entre as edições.
Enamed e Revalida
A normativa editada pelo presidente da República também oficializa o alinhamento entre formação médica nacional e internacional. Pela política, o Enamed substituirá integralmente a primeira fase (teórica) do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira (Revalida).
Dessa forma, médicos formados fora do país e os graduados no Brasil serão submetidos exatamente ao mesmo exame. A mudança não abrange a segunda etapa do Revalida, composta por exames práticos em estações clínicas que simulam atendimentos reais.
O secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Felipe Proenço, em entrevista à imprensa, destacou que a avaliação de estudantes de medicina poderia estar sendo realizada desde 2015, como prevista no programa Mais Médicos, mas não houve continuidade em outras gestões federais.
Brasília, (DF) – 29/04/2024 – Secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Felipe Proenço disse que a avaliação de estudantes de medicina poderia estar sendo realizada desde 2015, como prevista no programa Mais Médicos, mas não houve continuidade em outras gestões federais. Foto-arquico Valter Campanato/Agência Brasil. – Valter Campanato/Agência Brasil
O representante do Ministério da Saúde indica que o Enamed representa a possibilidade de alinhamento da graduação em medicina às necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS) e da população.
“No ano passado, voltamos a ter um exame específico dos estudantes de medicina e pelas matrizes de elaboração dessas provas, que são feitas por uma comissão de especialistas. É possível utilizar o Enamed enquanto a prova teórica. que é a chamada a primeira etapa do Revalida.”
O Inep, responsável pela realização das duas provas, esclarece que os médicos formados no exterior que já tiveram o diploma revalidado em data anterior à de entrada em vigor da normativa estão dispensados de fazer o Enamed.
Avaliação durante o curso
Outra novidade da nova medida provisória é que a avaliação do Enamed será, obrigatoriamente, aplicada no fim do 4º ano do curso de medicina.
A etapa terá caráter diagnóstico e formativo, voltada para identificar deficiências de aprendizagem dos estudantes de medicina. A secretária de Regulação e Supervisão da Educação Superior do Ministério da Educação (MEC), Marta Abramo, ressaltou que o Enamed aplicado aos estudantes do quarto ano é útil tanto para as instituições de ensino reavaliarem a sua proposta pedagógica quanto para regulação pelo poder público.
“As instituições de ensino podem reavaliar sua atuação pedagógica para melhorar a formação desse estudante para que este chegue ao final do curso com a as condições de exercício da profissão e para que seja aprovado no exame de proficiência, mas também vai trazer para o MEC insumos importantes para monitorarmos a qualidade desses cursos e poder agir quando necessário”, disse a secretária Abramo.
Qualidades dos cursos
A edição de 2025 do Enamed registrou que 99 cursos (32%) obtiveram conceito Enade nas faixas 1 e 2 — menos de 60% dos seus estudantes apresentaram desempenho considerado adequado ao exame. Estes cursos passaram por ações de supervisão e sanções, anunciadas em março deste ano, como a suspensão de novos ingressos.
Os resultados do Enamed divulgados em janeiro deste ano mostraram que 85% dos cursos municipais foram considerados insatisfatórios.
Entre os 944 estudantes de instituições de educação superior municipais participantes no exame de 2025, apenas 49,7% tiveram conceito proficiente.
Com a nova medida provisória, os órgãos de regulação estaduais e do Distrito Federal, que controlam tanto os cursos estaduais quanto os municipais, deverão também tomar medidas de supervisão, a partir dos resultados insatisfatórios do Enamed.
A secretária do MEC, Marta Abramo comemora a medida. “Sem a medida provisória, até hoje, não tínhamos a possibilidade de atuação [federal] sobre esses cursos. Isso vai garantir também que o estudante que ingresse seja em um curso privado, público, estadual, federal ou municipal, tenha a garantia de que o Estado vai estar atuando para melhoria desse curso”.
Residências médicas
Desde a primeira edição, em 2025, o Enamed possibilita que os resultados obtidos pelos participantes do exame possam ser usados para ingressar em programas à residência médica de especialidades de acesso direto. Isto porque a prova do Enamed equivale à parte teórica do Exame Nacional de Residência (Enare).
Com a MP, os resultados do Enamed poderão oficialmente ser usados para esta finalidade, a de acesso à residência médica.
O texto da MP ainda cria o Sistema Nacional de Avaliação das Residências (Sinares) para avaliação da qualidade dos programas de residência médica e da formação dos profissionais residentes.
Para operar a nova política de maneira democrática, a MP prevê a criação de uma comissão consultiva de acompanhamento do Enamed, com representantes do MEC, do Ministério da Saúde, Conselho Federal de Medicina (CFM), da Associação Médica Brasileira e de entidades da sociedade civil.
Para virar lei no Congresso
O secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Felipe Proenço, demonstrou otimismo quanto à tramitação da nova medida provisória (MP) do Enamed no Congresso Nacional para virar lei federal.
O secretário citou que a proposta do governo reflete o desejo da população e as demandas históricas das próprias entidades médicas e destacou que uma pesquisa realizada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR) demonstrou que 88% dos 2.017 entrevistados em fevereiro deste ano entendem que o Enamed deve obrigatório para que o graduado exerça a medicina.
“Quem é atendido por um médico quer saber se esse profissional teve qualidade na formação. Ao mesmo tempo, esta é uma demanda das entidades médicas que pleiteiam que haja um exame de proficiência.”
A expectativa do governo é que o debate legislativo sirva para aperfeiçoar o dispositivo. Para ilustrar a qualificação do debate de uma política pública de saúde pelo Congresso, Proenço resgatou a apreciação do programa Mais Médicos do Ministério da Saúde pelo parlamento, para melhor o atendimento aos usuários do SUS.
“A medida provisória [da época] foi modificada, foi muito melhorada ao longo da tramitação no Congresso. Temos essa mesma expectativa de responder ao clamor da sociedade e também que a medida provisória possa ser aperfeiçoada para que seja convertida em lei.”
O Conselho Federal de Medicina disse à Agência Brasilque ainda não teve acesso ao teor da medida provisória para comentar sobre a criação da política integrada para formação médica no país nem sobre a representação do colegiado na comissão consultiva de acompanhamento do Enamed.
Inscrições abertas
A edição de 2026 do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) 2026 está com inscrições abertas até 29 de junho, exclusivamente pelo Sistema Enamed.