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15 set

Cinco vereadores da base de Dr. Tadeu ampliam apoio a Zenaide e dão maioria à senadora na Câmara de Caicó

Cinco vereadores da base de Dr. Tadeu ampliam apoio a Zenaide e dão maioria à senadora na Câmara de Caicó

A senadora Zenaide ampliou sua base de apoio em Caicó com a adesão de um grupo de vereadores ligados à base do prefeito Dr. Tadeu. Thales Rangel, Ivanildo do Hospital, Alisson Jackson, Irmão Renato e Rutênio da Palma declararam apoio à candidatura de Zenaide à reeleição para o Senado. Eles se juntam aos vereadores Andinho Duarte, Fabinho da Saúde e Artur Maynard, que já integravam o grupo de apoio à senadora.

Com as novas adesões, oito dos 15 vereadores da Câmara de Caicó estão com Zenaide. Todos os novos apoiadores estiveram com a senadora nesta segunda-feira (14). Também participaram do encontro os suplentes Maria Cleide, Lilia Saldanha e Nildson Dantas.

“Foi uma decisão em conjunto. Nós não comunicamos ainda ao prefeito, que está viajando. Mas eu não estava me sentindo bem no outro sistema (do Governo do Estado). A gente sofreu muito em relação ao Hospital Regional. E Caicó sempre confiou no trabalho da senadora Zenaide. Eu tenho certeza que cada vereador vai intensificar ainda mais o trabalho diário”, disse o presidente da Câmara de Caicó, Ivanildo do Hospital.

Zenaide agradeceu aos vereadores pelo apoio. Caicó foi quem me transformou nessa mulher que sou hoje. Tenho uma relação muito boa com o parlamento municipal e esse ato desses vereadores é um ato de democracia”**, afirmou a senadora.

A chegada dos vereadores reforça a presença política de Zenaide no município e amplia o grupo de lideranças que reconhecem o trabalho da senadora em favor de Caicó. Ao longo de sua atuação, Zenaide já destinou quase R$ 40 milhões em recursos para o município.

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15 set

Taís Araujo apresenta “Mudando de pele” no Teatro Riachuelo em Natal

Taís Araujo apresenta “Mudando de pele” no Teatro Riachuelo em Natal

Sucesso de público e crítica, o espetáculo dirigido por Yara de Novaes tem sessão única no dia 23 de outubro, às 21h, no Teatro Riachuelo. Vendas abertas

O espetáculo Mudando de Pele chega a Natal para uma apresentação única no dia 23 de outubro, às 21h, no Teatro Riachuelo. Protagonizado por Taís Araujo e dirigido pela premiada Yara de Novaes, o espetáculo marca o retorno da atriz aos palcos depois de 10 anos e tem ingressos à venda em uhuu.com ou na bilheteria do teatro.
A montagem teatral da autora inglesa Amanda Wilkin chega à capital potiguar com cinco indicações ao Prêmio Shell de Teatro e uma trajetória de sessões lotadas. Na narrativa contemporânea, o espetáculo aborda identidade, pertencimento e os caminhos de uma mulher em busca de si mesma.


No centro da história está Mayah, uma mulher de quase 40 anos que se sente inconformada por ter de reproduzir acordos sociais, emocionais e identitários que já não fazem sentido em sua vida. Movida pelo desejo de uma ruptura profunda, ela inicia uma travessia de autoconhecimento e transformação que se dá a partir do encontro com outras mulheres.
No palco, Taís divide a narrativa com duas musicistas: Dani Nega, que também assina a direção musical, e Layla, responsável por instrumentos tocados ao vivo, entre eles a kora africana, harpa tradicional dos povos da África Ocidental. A música se integra à dramaturgia e contribui para construir a atmosfera da jornada de Mayah.
A montagem tem produção da Quintal Produções, dramaturgismo de Nathália Cruz, cenografia de André Cortez, direção de movimento e colaboração artística de Cristina Moura e desenho de luz de Gabriele Souza. A produção local em Natal é da Bobox Produções.

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15 set

Polícia | Furto a comércio é registrado em Currais Novos; 13º BPM também atende ocorrências na região

Polícia | Furto a comércio é registrado em Currais Novos; 13º BPM também atende ocorrências na região

O 13º Batalhão de Polícia Militar (13º BPM) registrou ocorrências em municípios do Seridó potiguar entre os dias 14 e 15 de setembro de 2026.

Em Currais Novos, a ocorrência de maior destaque foi um furto a estabelecimento comercial. A Polícia Militar também registrou uma abordagem a pessoa em atitude suspeita e uma ocorrência de perturbação do trabalho ou sossego alheio.

Na área da 2ª Companhia, os municípios de Acari, Florânia, São Vicente e Tenente Laurentino Cruz não registraram ocorrências no período informado.

Já na área da 3ª Companhia, Lagoa Nova teve dois registros de apoio a outros órgãos, sendo um na área da Saúde e outro ao Corpo de Bombeiros.

Em Cerro Corá, foi registrada uma ocorrência de perturbação do sossego associada à direção perigosa.

O município de Bodó não apresentou ocorrências no período.

OCORRÊNCIAS REGISTRADAS

CURRAIS NOVOS

  • 01 – Furto a comércio;
  • 01 – Abordagem a pessoa em atitude suspeita;
  • 01 – Perturbação do trabalho ou sossego alheio.

LAGOA NOVA

  • 01 – Apoio a outros órgãos (Saúde);
  • 01 – Apoio a outros órgãos (Bombeiros).

CERRO CORÁ

  • 01 – Perturbação de sossego/direção perigosa.

SEM REGISTRO DE OCORRÊNCIAS: Acari, Florânia, São Vicente, Tenente Laurentino Cruz e Bodó.

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15 set

Caern identifica furto de água em adutora na região do Seridó

Caern identifica furto de água em adutora na região do Seridó

Em cenário de crise hídrica na região, a ação criminosa impacta ainda mais o abastecimento

Uma ação de vistoria realizada pela Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) no Sistema Produtor Integrado Serra de Santana, identificou um furto de água direto da adutora emergencial de Caicó, tubulaçãode 400 milímetros.

A ação criminosa impactou diretamente o abastecimento de água para as cidades abastecidas pela adutora Serra de Santana – Florânia, Tenente Laurentino Cruz, São Vicente, Bodó e Lagoa Nova – além da zona rural destas localidades.

Durante a fiscalização da Companhia, ocorrida nesta quinta-feira (10), a equipe encontrou a abertura de uma válvula de descarga na adutora, que desviava água tratada diretamente para um barreiro da região, entre os municípios de Jucurutu e Caicó.

A Caern isolou a válvula da adutora nesta sexta-feira (11) para restabelecer a vazão do sistema, e está tomando as medidas administrativas, cíveis e criminais cabíveis. O Código Penal prevê sanções para o furto de água, que é enquadrado dentre outros, como crime contra o patrimônio do Estado, apropriação indébita e estelionato.

O volume desviado deixou de abastecer as estações que levam água para as cidades. Além do prejuízo à Companhia e à população, que têm o abastecimento comprometido pela queda de vazão da água ofertada, esta prática criminosa causa um impacto socioambiental que atinge a segurança hídrica e biológica da água distribuída à população, interferindo na continuidade de serviços essenciais como escolas e hospitais, que deixam de receber a quantidade de água necessária.

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15 set

Renegociação de dívidas rurais não chega ao produtor, diz bancada do agro

Renegociação de dívidas rurais não chega ao produtor, diz bancada do agro

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) divulgou, nesta segunda-feira (14), uma carta aberta cobrando ajustes na implementação da Medida Provisória 1.376/2026, que criou o mecanismo de renegociação das dívidas dos produtores rurais. A bancada alega ter recebido relatos de que a renegociação ainda não chega aos produtores na velocidade e na escala necessárias, especialmente entre pequenos produtores e aqueles em maior vulnerabilidade financeira.

Segundo a bancada, entre os principais entraves estão a exigência de laudos agronômicos para comprovar perdas passadas, os custos adicionais que isso gera, a revisão de garantias, a cobrança de entrada de produtores que já não têm capacidade financeira para pagá-la, e restrições que podem comprometer o próprio acesso ao crédito para a safra seguinte. A frente também pede que sejam preservadas as características específicas dos Fundos Constitucionais, para evitar que regras incompatíveis com esses instrumentos prejudiquem produtores de regiões que mais dependem deles.

Em agosto, o Conselho Monetário Nacional (CMN) já havia aprovado uma resolução flexibilizando o uso de recursos obrigatórios por bancos e cooperativas de crédito para quitar ou reduzir dívidas rurais contratadas originalmente com outras fontes de financiamento — as instituições são obrigadas a destinar 31,5% dos recursos captados em depósitos à vista ao Crédito Rural, mas antes só podiam usá-los para renegociar operações da mesma origem. A mudança ampliou o número de dívidas que cada banco pode renegociar, com exceção daquelas vinculadas a fundos constitucionais.

Apesar desse ajuste, a FPA avalia que a implementação segue lenta. Na carta, a bancada afirma que o Congresso precisa exercer plenamente seu papel de acompanhar a execução da política pública, identificar obstáculos e aperfeiçoar o texto para que a solução aprovada produza resultados concretos no campo. O objetivo da frente é que o relatório, sob responsabilidade do deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), líder do governo na Câmara, apresente os ajustes apontados como necessários.

Entre as medidas sugeridas pela FPA para o parecer estão:

  • simplificar e dar segurança jurídica à comprovação de perdas; 
  • permitir laudos coletivos para pequenos produtores, quando tecnicamente cabíveis; 
  • dispensar novo laudo em operações já renegociadas que permaneçam com saldo estressado; 
  • flexibilizar ou eliminar a exigência de entrada quando houver comprovação de incapacidade de pagamento; 
  • preservar as regras próprias dos Fundos Constitucionais; 
  • evitar exigências operacionais adicionais que inviabilizem a renegociação; e 
  • garantir que a adesão ao mecanismo não comprometa o acesso a crédito para a próxima safra.

Para a entidade, a criação do mecanismo de renegociação foi um passo importante, mas não encerra a responsabilidade institucional sobre o tema. A bancada afirma que seguirá atuando para corrigir os gargalos identificados e cobrar efetividade, para que os instrumentos já aprovados pelo Congresso realmente cheguem ao produtor rural com urgência.

Prazos

Editada em 15 de julho, a MP tinha validade inicial até 12 de setembro, mas teve seu prazo prorrogado por mais 60 dias — como medida provisória, ela tem força de lei desde a publicação, mas depende de aprovação da Câmara dos Deputados e do Senado para se tornar definitiva. Com a prorrogação, o novo prazo-limite para essa votação passa a ser 11 de novembro. A expectativa é que a matéria seja votada na próxima sessão conjunta do Congresso Nacional, ainda sem data definida.

Condições

A MP 1.376/2026, publicada em julho, junto com a Resolução CMN 5.330/2026, autorizou a reestruturação de dívidas bancárias de produtores afetados por adversidades climáticas ou pela queda nos preços de comercialização entre 2019 e 2025. Podem ser renegociadas operações de custeio, comercialização e industrialização já renegociadas ou prorrogadas até 31 de maio deste ano e que estejam adimplentes, além de operações desse tipo contratadas até 31 de dezembro de 2025 que estejam inadimplentes desde janeiro de 2024, e operações de investimento vencidas ou com vencimento entre 2024 e 2026, também inadimplentes desde então.

As condições de pagamento variam conforme o nível de perda do produtor: quem teve perdas moderadas — redução de ao menos 30% da renda bruta em duas ou mais safras — pode parcelar a dívida em até oito anos; já perdas severas, com queda de pelo menos 40% da renda bruta em três ou mais safras, dão direito a prazo de até dez anos. Em ambos os casos, há dois anos de carência para o principal, com pagamento apenas dos juros nesse período. 

As taxas variam de 5% a 6% ao ano para operações do Pronaf, de 8% a 9% para o Pronamp e de 11% a 12% para os demais produtores. A norma dispensa decreto municipal de calamidade pública, mas exige comprovação das perdas por meio de laudo técnico elaborado por profissional habilitado.

Ficam de fora dívidas com revendas, tradings, agroindústrias e débitos inscritos na Dívida Ativa da União. O prazo para contratação das operações vai até 12 de novembro de 2026.

Atualização

Antes mesmo da cobrança da FPA, o CMN já havia tentado destravar parte dos entraves na renegociação das dívidas rurais. Em reunião extraordinária no início de setembro, o colegiado aprovou uma medida que amplia as possibilidades de refinanciamento para produtores, pecuaristas e cooperativas que atendiam aos critérios da Resolução CMN 5.330/2026, mas ficaram de fora por problemas operacionais ou por não conseguirem formalizar a operação dentro do prazo estabelecido.

O CMN também passou a autorizar bancos e cooperativas a oferecer linhas de crédito com recursos livres para recompor dívidas rurais não cobertas pela resolução original, ou nos casos em que os recursos destinados a ela já tenham se esgotado — sempre sujeitas a nova análise de crédito e reclassificação de risco pela instituição financeira. O prazo para contratar essa recomposição também vai até 12 de novembro.

O Conselho ainda aprovou tratamento específico para operações vinculadas aos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, com classificação de risco mais favorável para determinadas renegociações dentro do Pronaf, do Pronamp e de outras linhas de crédito rural — um dos pontos que a FPA, na carta enviada dias depois, pede que seja preservado sem que novas exigências operacionais comprometam esses instrumentos.

Fonte: Brasil 61

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