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25 jun

Flávio Bolsonaro nega acusações de Michelle e cita tentativa frustrada de aproximação

Flávio Bolsonaro nega acusações de Michelle e cita tentativa frustrada de aproximação

Após as declarações da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro em que fez críticas à condução de apoios do PL e ao seu enteado, senador Flávio Bolsonaro, o parlamentar se manifestou a respeito dizendo que nada nem ninguém o aborrece. A informação é do Estadão

No fim da noite de quarta-feira (24), ele publicou uma carta aberta em que negou ter desrespeitado, maltratado ou humilhado Michelle. Afirmou que jamais agiria dessa forma com a esposa do próprio pai.

No texto, Flávio reconheceu divergências com a ex-primeira-dama, mas as descreveu como parte de um processo natural entre pessoas com o mesmo objetivo. Disse que o foco comum é tirar o PT do poder nas eleições de 2026.

O senador afirmou ainda que tentou convidar Michelle para uma reunião com lideranças femininas conservadoras, mas que ela não atendeu à ligação nem respondeu à mensagem enviada.

Flávio encerrou a carta classificando a tentativa de aproximação como mais um gesto sem resposta. O conflito entre os dois se arrasta desde dezembro, quando Michelle criticou aliança do PL com Ciro Gomes no Ceará.

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25 jun

Michelle expõe conflito e coloca em xeque apoio a Flávio Bolsonaro

Michelle expõe conflito e coloca em xeque apoio a Flávio Bolsonaro

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (24) que o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República e seu enteado, a tratou com rispidez por telefone após ela criticar aliança do PL com Ciro Gomes no Ceará.

Em vídeo publicado nas redes sociais, a presidente nacional do PL Mulher relatou que ele disse que ela deveria ficar fora das decisões partidárias.

O conflito teve origem em dezembro do ano passado, quando Michelle questionou publicamente o apoio do diretório cearense do PL a Ciro Gomes para o governo do estado. Ela se recusou a aceitar aliança com alguém que descreveu como adversário do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Flávio reagiu nas redes sociais acusando a madrasta de contrariar a vontade do pai. Eduardo Bolsonaro também se manifestou, classificando a postura de Michelle como injusta em relação ao candidato apoiado pelo diretório cearense.

Michelle disse que, ao tentar ligar para Flávio após as postagens, ele não atendeu. Quando retornou a ligação horas depois, foi, segundo ela, hostil e disse que ela havia chegado recentemente à política e não entendia o assunto.

A ex-primeira-dama afirmou que desde esse episódio Flávio não voltou a procurá-la e que ela passou a respeitar o pedido de distância. Ela disse que seu apoio à pré-candidatura do enteado não ocorrerá enquanto essa situação persistir.

No vídeo, Michelle listou declarações de Ciro Gomes contra a família Bolsonaro para justificar sua rejeição à aliança. Citou que o ex-governador teria chamado os filhos do ex-presidente de corruptos e o próprio Bolsonaro de ladrão e de responsável pela própria inelegibilidade.

Ela também mencionou entrevista recente de Ciro à revista Veja em que ele teria equiparado Bolsonaro a Lula. Para Michelle, a declaração evidencia que o político cearense é uma ameaça à direita e que eventualmente se voltará contra o campo.

Michelle negou que o vídeo tenha motivação eleitoral pessoal e rebateu relatos de que estaria ressentida por querer ser candidata. Afirmou que sua prioridade atual é cuidar do marido e que seu futuro político está, segundo ela, nas mãos de Deus.

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25 jun

Polícia prende 3º suspeito de envolvimento em atentado contra Cabo Deyvison

Polícia prende 3º suspeito de envolvimento em atentado contra Cabo Deyvison

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte (PCRN) prendeu, nesta quarta-feira 24, mais um suspeito de envolvimento no atentado que matou o assessor parlamentar Alyson Dyego de Oliveira Morais, de 37 anos, e deixou ferido o vereador de Mossoró e pré-candidato a deputado federal Cabo Deyvison (PL), também de 37 anos.

O novo investigado foi identificado pelas autoridades como Wilson Mariano da Silva Filho. A prisão foi efetuada em Mossoró.

Segundo a Polícia Civil, elementos reunidos ao longo das investigações indicaram a participação de Wilson no crime. Com base nas provas colhidas, a corporação representou pela prisão preventiva do investigado, medida que foi autorizada pelo Poder Judiciário. Após ser localizado, ele foi detido e agora será colocado à disposição da Justiça.

O atentado ocorreu na noite de 15 de junho em frente à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Alto de São Manoel, em Mossoró. Na ocasião, Cabo Deyvison realizava uma transmissão ao vivo pelas redes sociais quando foi surpreendido pelos disparos. O vereador foi atingido nas pernas e sobreviveu após receber atendimento médico, tendo recebido alta no dia 18. Já Alyson Dyego, que o acompanhava no momento da ação, foi baleado nas costas e morreu ainda no local.

A prisão do terceiro suspeito representa mais um desdobramento de uma investigação que mobiliza forças de segurança de dois estados. Logo após o crime, a Polícia Civil identificou e localizou José Antônio da Costa e Vinícius Gabriel da Silva Freitas, presos no dia 16 de junho no distrito de Parajuru, em Beberibe, no Ceará. Depois da prisão em flagrante, os dois tiveram a prisão preventiva decretada e passaram a responder por homicídio qualificado consumado, tentativa de homicídio qualificado e sequestro e cárcere privado.

De acordo com as investigações, após os disparos, os criminosos fugiram em um Toyota Corolla utilizado na ação. O veículo apresentou problemas mecânicos durante a fuga e foi abandonado, forçando os suspeitos a entrarem em uma área de mata. No dia seguinte, segundo a polícia, eles invadiram a residência de um casal, roubaram um automóvel e mantiveram um dos moradores em cárcere privado sob ameaça, libertando a vítima posteriormente nas proximidades da comunidade da Maísa.

Depois da prisão dos dois primeiros suspeitos, as apurações também resultaram na descoberta de um esconderijo utilizado pelos investigados na região da Maísa, em Mossoró. No local, foram apreendidos um fuzil calibre 5.56, uma pistola calibre .40 e munições compatíveis com os armamentos empregados no atentado. Exames periciais ainda identificaram vestígios dos dois primeiros suspeitos no Corolla usado na fuga, fortalecendo os indícios de autoria.

A Polícia Civil informou que a investigação permanece em andamento para esclarecer completamente a dinâmica do atentado, identificar possíveis coautores e eventuais mandantes do crime.

O trabalho envolve equipes da Polícia Civil e da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, da Polícia Militar e da Polícia Civil do Ceará, da Polícia Rodoviária Federal e da Polícia Científica, entre outros órgãos de segurança.

Motivação do crime
Em coletiva de imprensa no dia 19, a Polícia Civil informou que a principal linha de investigação sobre o atentado contra Cabo Deyvison aponta para uma possível retaliação de uma facção criminosa à atuação política do parlamentar contra o crime organizado.

Segundo o diretor da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Mossoró, delegado Márcio Lemos, os elementos reunidos até o momento sustentam a linha investigativa que relaciona o atentado à atuação pública do vereador contra organizações criminosas.

“O conjunto probatório que até então foi alicerçado para comprovar e decretar a prisão preventiva dos membros aponta que a motivação foi a retaliação da organização criminosa que o vereador combate. Então, vem em função da atuação política dele de combater essa organização criminosa”, declarou, na ocasião.

Embora Cabo Deyvison já realizasse há anos publicações e vídeos com críticas às facções criminosas, investigadores avaliam que a exposição mais recente de lideranças desses grupos pode ter contribuído para o ataque.

“Recentemente, ele endureceu essas críticas e acabou nominando alguns líderes. E esses líderes, a gente sabe que realmente têm poder de mando suficiente para determinar um crime dessa magnitude”, afirmou o delegado regional de Mossoró, Caio Fábio.

AGORA RN

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25 jun

13º BPM divulga ocorrências registradas entre os dias 24 e 25 de junho de 2026

13º BPM divulga ocorrências registradas entre os dias 24 e 25 de junho de 2026

A Polícia Militar divulgou o balanço das ocorrências atendidas na área do 13º Batalhão de Polícia Militar (13º BPM) entre os dias 24 e 25 de junho de 2026.

Na área da 1ª Companhia de Polícia Militar, em Currais Novos, foram registradas uma ocorrência de agressão física, uma de violência contra a mulher por ameaça, duas ocorrências de assistência a mulher, criança ou idoso na condição de vítima e uma mediação de conflito.

Na 2ª Companhia, o município de Florânia registrou um sinistro de trânsito sem vítima. Já nas cidades de Acari e São Vicente não houve alterações no período.

Na área da 3ª Companhia, o destaque foi para o município de Cerro Corá, onde foram registradas 10 ocorrências de assistência a mulher, criança ou idoso na condição de vítima. Em Lagoa Nova não foram informadas ocorrências, enquanto Bodó permaneceu sem alterações.

A Polícia Militar reforça seu compromisso com a segurança da população por meio do trabalho preventivo e ostensivo desenvolvido em toda a região.

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25 jun

Mais de 13,5 mil contribuintes do RN entregaram IR fora do prazo

Mais de 13,5 mil contribuintes do RN entregaram IR fora do prazo

Foto: Arquivo TN

Mais de 13,5 mil contribuintes do Rio Grande do Norte entregaram a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF 2026) fora do prazo neste ano. Dados da Receita Federal apontam que até 24 de junho foram recebidas 473.475 declarações no estado. Desse total, 459.951 foram enviadas dentro do prazo e 13.524 chegaram após o encerramento do período regular, que foi até 29 de maio.

Quem perdeu o prazo, mas estava obrigado a declarar, deve regularizar a situação o quanto antes. A entrega em atraso é feita pelos mesmos canais utilizados durante o prazo oficial: o programa da Receita Federal, o portal e-CAC ou o aplicativo Meu Imposto de Renda.

Após o envio, o próprio sistema emite a notificação da multa e o Documento de Arrecadação de Receitas Federais, o DARF, para pagamento por parte do contribuinte retardatário. A multa mínima é de R$ 165,74. Quando há imposto devido, a cobrança é de 1% ao mês ou fração de mês sobre o valor do imposto, limitada a 20%.

O contribuinte dispõe de um prazo de 20 dias úteis para pagar a multa. Caso não quite o valor nesse prazo, passam a incidir juros de mora. Se houver restituição a receber, a multa poderá ser descontada do valor restituído.

Além do prejuízo financeiro, a falta de regularização pode trazer restrições. O contribuinte obrigado a declarar e que permanece omisso pode ficar com o Cadastro de Pessoa Física (CPF) pendente de regularização. Essa situação pode dificultar o acesso a crédito, financiamentos, emissão de certidões, abertura de contas e outros serviços que exigem situação fiscal regular.

A pendência também pode atrasar eventual restituição. Neste mês, a Receita liberou a consulta ao segundo lote do Imposto de Renda, que inclui 101.308 contribuintes do Rio Grande do Norte e deve injetar R$ 193,8 milhões na economia potiguar. O pagamento está previsto para o dia 30 de junho.

A Receita Federal orienta que o contribuinte não deixe a regularização para depois. A pressa, no entanto, exige atenção. Entre os erros mais comuns estão a omissão de rendimentos, informações incorretas sobre dependentes, despesas médicas sem comprovação, dados bancários errados e ausência de informes de investimentos, aluguel, aposentadoria ou trabalho autônomo.

Também é preciso lembrar que nem todo contribuinte está obrigado a declarar. A obrigação depende de critérios previamente definidos pela Receita Federal, como renda tributável, patrimônio, atividade rural, operações em bolsa, ganho de capital e rendimentos isentos ou tributados exclusivamente na fonte.

Quem não se enquadra em nenhuma regra de obrigatoriedade não precisa entregar a declaração. Já quem constou como dependente em declaração de outra pessoa também fica dispensado, desde que seus rendimentos, bens e direitos tenham sido informados pelo titular. A recomendação é verificar todos os anos as regras da Receita, reunir os documentos com antecedência e, em caso de dúvida, procurar orientação profissional para evitar multa, malha fina e problemas fiscais futuros.

Tribuna do Norte

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