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31 ago

Tragédia: criança de 2 anos morre afogada em balde na manhã desta segunda-feira em Acari

Tragédia: criança de 2 anos morre afogada em balde na manhã desta segunda-feira em Acari

Uma tragédia abalou a cidade de Acari na manhã desta segunda-feira (31). Thalison Israel, de apenas 2 anos, morreu após se afogar em um balde, em uma residência do município.

Segundo informações, a mãe encontrou o menino já desacordado e, desesperada, o levou imediatamente para o posto de saúde localizado próximo à residência da família.

A equipe de saúde realizou procedimentos de reanimação por aproximadamente 40 minutos, mas, apesar dos esforços, não foi possível reverter o quadro. Thalison já estava sem vida.

Thalison Israel era aluno do berçário da Creche Municipal de Acari. A notícia de sua morte causou grande comoção entre familiares, profissionais da educação e moradores do município.

Acari amanhece de luto diante dessa perda tão precoce. Neste momento de profunda dor, a comunidade se solidariza com a família.

Eduardo Silva

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31 ago

Quatro homens armados invadem residência e rendem moradores durante assalto em Currais Novos

Quatro homens armados invadem residência e rendem moradores durante assalto em Currais Novos

A Polícia Militar de Currais Novos foi acionada por volta das 21h deste domingo para atender a uma ocorrência de assalto em uma residência localizada na Rua Moisés Galvão.

De acordo com os relatos repassados pelas vítimas aos policiais, quatro indivíduos, que estariam armados e utilizando um veículo Gol de cor preta, invadiram o imóvel e anunciaram o assalto.

Durante a ação criminosa, os moradores foram rendidos e trancados dentro de um banheiro. Os suspeitos recolheram diversos objetos da residência, além de uma quantia em dinheiro, e fugiram do local logo em seguida.

Guarnições da Polícia Militar realizaram diligências e buscas na tentativa de localizar e prender os envolvidos, mas, até o momento, não foram localizados.

O caso deverá ser investigado pela Polícia Civil, que poderá utilizar imagens de câmeras de segurança e outros elementos para tentar identificar os autores do crime.

Repórter Seridó

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31 ago

IBGE aponta pequena redução na população de Currais Novos em 2026

IBGE aponta pequena redução na população de Currais Novos em 2026

O município de Currais Novos apresentou uma pequena redução na população estimada para 2026, segundo os novos dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (28).

De acordo com a estimativa, Currais Novos passou de 42.922 habitantes em 2025 para 42.915 em 2026, uma redução de 7 moradores na comparação entre os dois anos.

Os números têm como data de referência 1º de julho de 2026 e fazem parte da Estimativa da População dos municípios e estados brasileiros. Os dados são utilizados, entre outras finalidades, pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para o cálculo do Fundo de Participação dos Estados e Municípios.

No cenário estadual, o Rio Grande do Norte teve uma redução de 8.501 habitantes em relação à estimativa de 2025, chegando a 3.463.737 residentes em 2026. Ao todo, 57 municípios potiguares registraram redução populacional.

Apesar da queda registrada em Currais Novos, a variação foi bastante pequena: apenas sete habitantes a menos, o que representa uma redução de aproximadamente 0,02%.

As estimativas populacionais do IBGE são divulgadas anualmente nos períodos entre os Censos Demográficos e servem como referência para diversos indicadores econômicos e sociodemográficos, além de influenciar a distribuição de recursos públicos.

Currais Novos segue entre os municípios mais populosos do interior do Rio Grande do Norte, com população estimada em 42.915 habitantes em 2026.

TV TROPICAL

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31 ago

Bandeira tarifária de energia permanecerá amarela em setembro

Bandeira tarifária de energia permanecerá amarela em setembro

A bandeira tarifária permanecerá amarela em setembro, informou nesta sexta-feira (28) a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Será cancelado o acréscimo nas contas de luz, no próximo mês, para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN). O custo adicional da bandeira é de R$ 1.885 a cada 100 kWh consumidos.

É o quinto mês consecutivo com a bandeira amarela. Segundo a Aneel, a manutenção da bandeira se deve ao período seco no Brasil, o que leva a uma geração hidrelétrica menor, devido ao menor nível dos reservatórios, e ao acionamento de usinas termelétricas, com custo mais elevado.

“A sinalização reflete condições menos desenvolvidas de geração de energia no país, com necessidade de utilização de fontes de geração com custos mais elevados”, disse a Aneel.


A agência reguladora ressaltou a necessidade do uso consciente da energia elétrica.
“Pequenas mudanças de hábitos podem contribuir para reduzir o consumo e ajudar no controle dos gastos com a conta de luz”, recomenda.


Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis ​​da geração de energia elétrica. Divididas em núcleos, como indicam as bandeiras quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional (SIN) gerar a energia usada nas residências, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.


Os núcleos das bandeiras tarifárias são definidos a partir da previsão de variação do custo da energia em cada mês. Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a contagem sofre acréscimos a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.


Os valores cobrados são os seguintes:bandeira amarela, com condições de geração menos desenvolvidas, a tarifa sofre acréscimo de R$ 1,88 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos;
bandeira vermelha, no Patamar 1, com condições mais custosas de geração, a tarifa sofre acréscimo de R$ 4,46 para 100 quilowatt-hora kWh consumidos;
bandeira vermelha, no Patamar 2, as condições de geração são ainda mais custosas, com a tarifa sofrer acréscimo de R$ 7,87 para cada 100 quilowatt-hora kWh consumidos.


Agência Brasil

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31 ago

Veja propostas dos candidatos à Presidência para a violência

Veja propostas dos candidatos à Presidência para a violência

Combate ao crime organizado: entre as medidas está o fortalecimento do Brasil Contra o Crime Organizado, com ações contra facções, milícias, tráfico de armas e financiamento criminoso, além de R$ 10 bilhões em linhas de financiamento para estados e municípios investirem na área.

Integração e inteligência: o plano propõe consolidar as Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCOs), ampliar o uso de inteligência e tecnologia e reforçar o controle das fronteiras e das rotas utilizadas por organizações criminosas.

Ministério da Segurança Pública: condicionada à aprovação da PEC da Segurança Pública, a proposta prevê criar uma pasta específica para coordenar as políticas nacionais do setor, integrar União, estados e municípios e fortalecer a inteligência, a prevenção da violência e o combate ao crime organizado.

Flávio Bolsonaro

Combate às facções e milícias: uma das principais medidas é enquadrar essas organizações como narcoterroristas, com bloqueio de ativos, combate à lavagem de dinheiro e reforço da inteligência contra o crime organizado.

Endurecimento penal: o plano prevê a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, a punição como adultos de adolescentes a partir dos 14 anos que cometerem crimes graves e a castração química de condenados por estupro e abuso sexual de crianças.

Controle das fronteiras: o plano prevê reforçar a vigilância nas fronteiras do país, com uso de tecnologia, inteligência e atuação integrada das forças de segurança para combater o tráfico de drogas, armas e outros crimes transnacionais.

Ronaldo Caiado

Terrorismo doméstico e regime prisional mais rígido: o plano propõe enquadrar facções e milícias como formas de “terrorismo doméstico” quando houver domínio territorial, estrutura armada e uso sistemático da violência. Para integrantes dessas organizações, prevê ainda a criação do REDAD, regime especial com regras mais rígidas de isolamento, visitas e progressão de pena.

Forças Armadas no combate ao crime organizado: outra proposta permite a participação dos militares nesse enfrentamento sem necessidade de uma operação de GLO.

Cooperação internacional contra o crime organizado: o programa inclui ainda a criação da SULPOL, estrutura permanente de cooperação entre países sul-americanos para combater tráfico de drogas e armas, lavagem de dinheiro e outras redes criminosas transnacionais.

Romeu Zema

Autonomia estadual na legislação penal: uma das propostas é permitir que os estados possam legislar os próprios crimes e estabeleçam penas e regimes de cumprimento mais rígidos do que os previstos na legislação federal.

Endurecimento do regime prisional: o programa defende substituir a atual progressão entre os regimes fechado, semiaberto e aberto por cumprimento de prisão seguido de liberdade condicional com monitoramento eletrônico.

Retomada de territórios dominados pelo crime: a estratégia prevê atuação integrada das forças de segurança e das Forças Armadas em áreas controladas por organizações criminosas, além de classificar facções como organizações terroristas e enquadrar como terroristas criminosos que utilizem armamentos e táticas de guerra para dominar territórios.

Augusto Cury

Integração das forças de segurança: a principal aposta é o FATO (Força de Alerta Total), voltado à integração de forças federais, estaduais e municipais, com compartilhamento de inteligência, operações conjuntas e uso de tecnologias como inteligência artificial e drones.

Criação de uma força municipal: outra medida é a FOCO, formada por cerca de 5% da força de trabalho do serviço público municipal para atuar na prevenção da violência, no monitoramento urbano, na proteção de escolas e no apoio às demais forças de segurança.

Reforma do sistema penitenciário: o programa também prevê mudanças nos presídios com foco em educação, trabalho e ressocialização dos detentos.

Renan Santos

Direito Penal do Inimigo: uma das propostas é criar um regime jurídico específico para integrantes de facções, com restrição de direitos civis e políticos e regras mais duras para o confisco de bens ligados ao crime organizado.

Estado de Defesa e uso das Forças Armadas: a estratégia prevê decretar Estados de Defesa em áreas dominadas por facções e, nos estados com controle territorial por organizações criminosas, realizar intervenção federal com emprego das Forças Armadas via GLO. O documento também afirma que lideranças criminosas devem ser capturadas e, em caso de perigo ou resistência, “neutralizadas”.

Superpresídios de segurança máxima: o programa prevê transferir lideranças de facções condenadas para presídios em regiões remotas, inspirados no modelo de El Salvador, com blindagem eletromagnética e biometria contínua para impedir o comando das organizações criminosas a partir das prisões.

A promessa eleitoral mais comum entre os candidatos à Presidência em 2026 é o cerca às milícias e facções criminosas. Isso porque quase 70 milhões de brasileiros percebem a presença do crime organizado no local onde moram. É o que revela uma pesquisa, de maio, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública em parceria com o Instituto Datafolha.

Nas capitais e também no interior, dividir espaço com o crime se tornou uma realidade. Facções como o Comando Vermelho e o PCC, que por décadas se concentraram nos grandes centros, expandiram a atuação para cidades médias e pequenas. 68,7 milhões de pessoas, 41,2% da população acima de 16 anos, percebem a presença de criminosos ligados ao tráfico ou às milícias onde vivem.

Apesar disso, o Brasil vem registrando queda no número de assassinatos. Em 2025, foram 31.448 vítimas de homicídio doloso — uma média de 86 por dia — o que representa uma redução de 10,5% em relação a 2024. Na contramão desse dado, 6.602 pessoas morreram em intervenções policiais, alta de 5,4% na comparação anual, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Os crimes envolvendo celulares também apresentam movimentos distintos. Em 2025, 830.890 aparelhos foram roubados ou furtados no país — média de 95 por hora. Na comparação com 2024, a taxa de roubos de celulares caiu 18,6%, enquanto a de furtos aumentou 0,9%. Entre as 20 cidades com as maiores taxas de roubos e furtos desses aparelhos, 14 são capitais.

Os feminicídios, por outro lado, cresceram. O Brasil registrou 1.571 vítimas em 2025, mais de quatro por dia e 4% acima do registrado em 2024, atingindo o maior número da série histórica. O sistema prisional também ampliou seu déficit: faltavam 222.034 vagas ao fim de 2025, ante 175.886 um ano antes — aumento de 26,2%.

Análise dos especialistas

Expressões como “bandido bom é bandido morto” e “direitos humanos para humanos direitos” são repetidas há décadas no debate político sobre segurança pública. Especialistas ouvidos pelo SBT News, porém, alertam que o endurecimento penal e a ampliação do encarceramento têm alcance limitado sem investimento em investigação, inteligência e prevenção.

Carolina Ricardo, diretora-executiva do Instituto Sou da Paz, avalia que propostas como redução da maioridade penal, castração química e enquadramento de facções como terroristas têm forte apelo eleitoral, mas não enfrentam necessariamente os principais entraves da segurança pública.

Para ela, o combate ao crime organizado depende principalmente de investigação qualificada, rastreamento de dinheiro e integração entre diferentes órgãos do Estado.

“Me parece que é muito mais para fazer o eleitor acreditar que essa é a grande solução para o problema do que realmente é a solução. Quando a gente olha a produção legislativa, ela é prioritariamente de aumentar a pena para os crimes ou criar novos crimes, quando, na verdade, falta fortalecer a investigação criminal”, afirma.

O encarceramento também exige cautela, segundo Carolina Grillo, professora da UFF e coordenadora do GENI/UFF.

A pesquisadora lembra que a expansão da população prisional brasileira ocorreu paralelamente ao fortalecimento das facções e defende que o combate a esses grupos priorize seus elos estratégicos e fluxos financeiros.

“A população carcerária já vem crescendo no Brasil e isso acaba tendo um efeito rebote, porque as facções controlam as prisões. O que a gente tem observado é que o crescimento do poder dessas organizações foi paralelo ao crescimento da população penitenciária no país”, diz.

sbt

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