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02 set

Setembro Amarelo reforça a importância do diálogo e da valorização da vida

Setembro Amarelo reforça a importância do diálogo e da valorização da vida

O mês de setembro começa marcado por uma importante campanha de conscientização: o Setembro Amarelo, movimento que chama a atenção da sociedade para a prevenção do suicídio, os cuidados com a saúde mental e, principalmente, a valorização da vida.

Durante todo o mês, instituições públicas e privadas, escolas, unidades de saúde, igrejas e organizações sociais realizam ações para estimular o diálogo e combater o preconceito em torno dos problemas emocionais.

A campanha reforça que falar sobre sofrimento emocional é necessário. Pessoas que enfrentam momentos de tristeza profunda, ansiedade, solidão ou desesperança podem precisar de apoio e acompanhamento profissional. Por isso, familiares e amigos têm papel importante na identificação de sinais de sofrimento e no acolhimento.

Mais do que uma campanha de um mês, o Setembro Amarelo busca incentivar uma mudança de comportamento durante todo o ano: escutar mais, julgar menos e estar presente para quem precisa.

Em situações de sofrimento emocional ou pensamentos relacionados à morte, é importante procurar ajuda.

Neste Setembro Amarelo, a principal mensagem é de esperança: você não precisa enfrentar seus problemas sozinho. Pedir ajuda é um ato de coragem, e valorizar a vida é uma responsabilidade de todos.

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02 set

Bolsa Família não deve ter aumento, e reajuste de servidores será limitado em 2027

Bolsa Família não deve ter aumento, e reajuste de servidores será limitado em 2027

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O Bolsa Família não deve ter reajuste em 2027. Conforme proposta de Orçamento apresentada pelo governo federal na segunda-feira (31), serão direcionados R$ 157,1 bilhões ao benefício. O valor fica abaixo dos R$ 158,6 milhões previstos no PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual) para 2026.

A previsão, no entanto, pode não representar o valor efetivamente empenhado. Em 2026, por exemplo, o prognóstico do governo foi reduzido ao longo do ano. O relatório do segundo bimestre previa R$ 156,6 bilhões empenhados no Bolsa Família. No terceiro bimestre, o valor foi reduzido para R$ 155,8 bilhões.

Desde o restabelecimento do programa de transferência de renda pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT), houve redução na provisão orçamentária e no número de famílias abarcadas pela política. Entre março de 2023 e julho deste ano, por exemplo, 2 milhões de famílias deixaram a lista de benefíciários.

No PLOA enviado ao Congresso Nacional também está prevista a contenção do reajuste salarial dos servidores públicos federais. Um gatilho estabelecido pelo arcabouço fiscal limita o aumento de despesas com pessoal a 0,6% acima da inflação em caso de déficit nas contas do governo.

Com isso, remuneração e encargos direcionados aos funcionários da União representam R$ 361,5 bilhões, 3,2% acima dos R$ 350,4 bilhões reservados no Orçamento deste ano. A proposta fica abaixo dos 5,4% possíveis, mesmo se considerado o teto estabelecido pelo gatilho.

Segundo Luis Genova, secretário-geral do Sindsef (Sindicato dos trabalhadores no serviço público federal) de São Paulo, a proposta mantém um padrão de ataques aos servidores e aos serviços públicos pelo governo e não surpreende a categoria.

“Nós estamos acumulando perdas desde lá de trás. Os concursos públicos feitos nesses últimos anos são aquém do necessário. Muita gente faleceu, se aposentou e não foi reposta”, afirma. Para o sindicalista, a política econômica do governo Lula é muito semelhante à da gestão Jair Bolsonaro (PL).

Para Genova, mobilizar os servidores federais para protestar contra a medida não é fácil neste momento. Os principais motivos apresentados por ele são o período eleitoral e a simpatia de setores sindicais ao governo.

Reduzir a provisão de verbas para o Bolsa Família e conter o reajuste dos servidores são medidas indicadas pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan. Em evento do BTG Pactual realizado na segunda, Durigan prometeu superávit primário para 2027 e defendeu a redução do ritmo de expansão das despesas obrigatórias do Executivo.

A agenda fiscal do governo deve, segundo o ministro, se apoiar em sete frentes. Dentre essas frentes estão o cumprimento das metas de resultado primário, o fortalecimento do arcabouço fiscal, o controle do gasto obrigatório e a revisão de benefícios tributários.

Segundo Durigan, o governo trabalha para que o gasto obrigatório cresça menos que o limite geral de despesas. Para avançar mais nesta direção, ele diz ser favorável à utilização de gatilhos, desde que ofereçam previsibilidade para que gestores públicos possam fazer ajustes orçamentários.

Outra possibilidade indicada pelo ministro é a retirada de determinados benefícios da lógica de direito automático e submissão destes a um controle de fluxo, permitindo ao gestor o acompanhamento contínuo de pessoas elegíveis ao benefício.

O objetivo, afirma Durigan, não é reduzir a política social, mas aumentar sua eficiência. Ele citou o programa como exemplo de política pública que deve funcionar também como porta de saída para o mercado de trabalho.

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02 set

Eleições 2026: saiba como o eleitor pode fiscalizar a campanha e denunciar irregularidades

Eleições 2026: saiba como o eleitor pode fiscalizar a campanha e denunciar irregularidades

Os eleitores podem ajudar a fiscalizar as Eleições 2026 e denunciar possíveis irregularidades durante a campanha. O Manual do Eleitor, divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), destaca mecanismos para contribuir com a fiscalização do pleito, como uso do aplicativo Pardal para comunicar casos como compra de votos, uso da máquina pública e propaganda irregular.

No documento, o TSE afirma que a participação do eleitor não termina no momento do voto. A orientação é de que qualquer cidadã ou cidadão possa ajudar a fiscalizar o processo eleitoral e comunicar possíveis irregularidades.

Pardal 

O aplicativo Pardal é uma das ferramentas disponíveis para denúncias. De forma gratuita e pelo celular, é possível informar situações relacionadas à compra de votos, ao uso da máquina pública e à propaganda irregular.

O app da Justiça Eleitoral está disponível para smartphones e tablets nas plataformas Google Play e App Store. 

Para registrar uma denúncia, o cidadão deve se identificar por meio do e-Título ou da plataforma Gov.br. O sigilo é garantido acerca da identidade do denunciante.

Ao realizar a denúncia é possível anexar fotos, vídeos, áudios ou endereços eletrônicos relacionados à suposta irregularidade.  

Fiscalização

A fiscalização pode ir além da propaganda eleitoral irregular e os eleitores também podem acompanhar as prestações de contas de candidatos pelo sistema DivulgaCand, da Justiça Eleitoral. A ferramenta permite consultar informações sobre as contas das candidaturas.

Desinformação e fake news

Outra possibilidade é denunciar conteúdos que possam desequilibrar as eleições. Segundo o manual, fatos inverídicos, uso de inteligência artificial em desacordo com a legislação e o envio em massa de mensagens pelo WhatsApp podem ser comunicados ao Sistema de Alertas de Desinformação Eleitoral (Siade).

Situações de inelegibilidade

O eleitor pode, ainda, participar com a apresentação de denúncias de possíveis casos de inelegibilidade. Nesse caso, a manifestação deve ser feita por pessoa no pleno exercício dos direitos políticos e encaminhada à Justiça Eleitoral dentro do prazo previsto.

O procedimento deve ser realizado perante o juízo eleitoral competente, por meio de pedido fundamentado, apresentado em duas vias, no prazo de cinco dias a partir da publicação do edital relativo ao pedido de registro da candidatura. Conforme o TSE, uma via é juntada ao processo de registro e a outra é encaminhada ao Ministério Público Eleitoral (MPE).

Prestação de contas eleitorais 

O TSE também destaca que qualquer pessoa interessada pode consultar processos de prestação de contas eleitorais e obter cópias de documentos, respeitados os casos de sigilo previstos em lei.

Integridade das urnas  

No dia da votação, os  Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) realizam, por amostragem, auditorias nas urnas eletrônicas de cada unidade da Federação. Os testes da Justiça Eleitoral são públicos e podem ser acompanhados por pessoas interessadas. Entre os procedimentos está o Teste de Integridade das Urnas Eletrônicas.

O teste é feito em ambiente controlado, em local público e com expressiva circulação de pessoas, definido pelo respectivo TRE. A auditoria ocorre no mesmo dia e horário da votação oficial, nos dois turnos.

Os locais onde serão realizadas as auditorias devem ser divulgados pelos TREs até 20 dias antes das eleições.

Boletins de Urna 

A transparência também é aplicada às auditorias destinadas à verificação dos sistemas responsáveis pela transmissão dos Boletins de Urna e pela entrega de dados, arquivos e relatórios. Os trabalhos são públicos e podem ser acompanhados por qualquer pessoa interessada.   

Entre 7h e 12h do dia anterior à votação, tanto no 1º quanto no 2º turno, a comissão de auditoria da votação eletrônica realiza, em local e horário previamente divulgados, a definição das seções eleitorais que serão submetidas a essas auditorias.

Fonte: Brasil 61

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02 set

Simples Nacional: empresas têm até 30 de setembro para optar pelo regime em 2027

Simples Nacional: empresas têm até 30 de setembro para optar pelo regime em 2027

Nesta última terça-feira (1º) teve início o prazo para micro e pequenas empresas — aquelas com faturamento de até R$ 4,8 milhões por ano —solicitarem a opção pelo Simples Nacional. Por causa da reforma tributária, o Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) antecipou em quatro meses essa escolha: quem quiser entrar no regime a partir de janeiro de 2027 deve fazer a solicitação entre 1º e 30 de setembro de 2026, e não mais em janeiro, como era antes.

A mudança foi regulamentada pela Resolução CGSN nº 186, que incorporou ao Simples o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), novos tributos sobre o consumo criados pela reforma.

Principais prazos

  • 1º a 30 de setembro de 2026: pedido de opção pelo Simples Nacional para 2027;
  • 1º de janeiro de 2027: início dos efeitos da opção;
  • até 30 de novembro de 2026: prazo para desistir do pedido feito em setembro (desistência irretratável);
  • 1º a 31 de março de 2027: nova chance de escolher o recolhimento do IBS e da CBS pelo regime regular, com efeitos no segundo semestre.

As empresas também poderão permanecer no Simples e, ao mesmo tempo, optar por recolher o IBS e a CBS pelo regime regular, escolha que deve ser feita em setembro para valer no primeiro semestre de 2027, e pode ser revista em março. Essa decisão pesa mais sobre empresas que vendem para outras empresas, pela geração e o aproveitamento de créditos tributários, e deve considerar também o perfil dos clientes, a cadeia de fornecedores e o impacto no fluxo de caixa não só a alíquota.

Quem já é optante do Simples não precisa pedir de novo, mas é recomendável checar a situação fiscal em setembro para evitar pendências. As empresas abertas entre outubro e dezembro de 2026 seguem uma regra própria: a opção feita no momento da abertura do CNPJ já terá validade para 2027. O calendário do Microempreendedor Individual (MEI) não muda e permanece com prazo de opção em janeiro.

O CGSN também adiou de 1º de setembro para 1º de novembro a obrigatoriedade da Nota Fiscal de Serviço eletrônica (NFS-e) no emissor nacional para empresas do Simples, dando mais tempo para adaptação. Outra mudança é que a Defis deixa de ser uma declaração separada e passa a ser incorporada ao PGDAS-D, com entrega anual entre janeiro e março.

Especialistas recomendam que empresas e contadores antecipem a análise tributária, simulem os cenários com e sem o Simples para o IBS e a CBS, e planejem o caixa para 2027.

Com informações da Agência Brasil.

Fonte: Brasil 61

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02 set

Estatuto do Aprendiz pode criar até 1 milhão de vagas para jovens

Estatuto do Aprendiz pode criar até 1 milhão de vagas para jovens

O Senado Federal deve votar em Plenário, nesta quarta-feira (2), o Projeto de Lei nº 6.461/2019, que cria o Estatuto do Aprendiz. A proposta altera normas trabalhistas para estimular a contratação de aprendizes, estabelece direitos e deveres de jovens e empregadores e cria mecanismos para ampliar a inclusão social e profissional

A expectativa era de que o texto fosse analisado ainda no primeiro semestre deste ano. No entanto, em junho, o projeto foi retirado da pauta do Senado. 

Desde então, o Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee) e a Federação Brasileira de Associações Socioeducacionais de Adolescentes (Febraeda) têm articulado com parlamentares para garantir a manutenção da proposta na pauta de votações. 

Segundo as entidades, a aprovação do Estatuto — que tramita no Congresso Nacional há mais de sete anos — poderá modernizar as regras da aprendizagem profissional e reduzir a insegurança jurídica enfrentada por empresas e entidades qualificadoras. A expectativa é que a nova legislação crie condições para a abertura de até 1 milhão de novas vagas de aprendizagem nos próximos anos. 

O presidente do Ciee, Humberto Casagrande, destaca que a proposta pode ampliar as oportunidades de primeiro emprego para jovens de 14 a 24 anos

“Vamos passar de 700 mil vagas que o Brasil tem hoje para mais de 1 milhão de vagas. Precisamos do apoio de todos para que esse projeto seja aprovado. O Brasil precisa apoiar a nossa juventude, aprovando esse projeto e gerando milhares de novos empregos que os nossos jovens precisam”, afirma. 

Em defesa da aprovação do projeto, o presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais de São Paulo (FACESP), Alfredo Cotait Neto, afirma que a proposta é importante para preservar oportunidades de formação e inserção de jovens no mercado de trabalho.

“Fortalece uma política que já transformou a vida de milhares de jovens, garantindo acesso à formação, qualificação profissional, renda e primeira experiência no mundo do trabalho. A aprovação preserva uma política pública fundamental e evita a perda de centenas de milhares de oportunidades de aprendizado. Estamos falando de jovens que terão a chance de aprender uma profissão, conquistar sua primeira renda, desenvolver autonomia e construir novas perspectivas para o futuro”, destaca.

Mais inclusão e qualificação profissional

Além de ampliar as oportunidades de trabalho e renda, o autor do projeto defende que o Estatuto do Aprendiz poderá contribuir para: 

  • promover a inclusão social de jovens em situação de vulnerabilidade ou risco social; 
  • incentivar a profissionalização e contribuir para o combate ao trabalho infantil
  • melhorar a qualificação profissional dos jovens e prepará-los para o mercado de trabalho; 
  • criar um ambiente mais seguro e educativo para o desenvolvimento dos aprendizes. 

A sessão plenária no Senado está marcada para esta quarta-feira (2) a partir das 14h.

Fonte: Brasil 61

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