13º BATALHÃO CUMPRE MANDADO DE PRISÃO CONTRA FORAGIDO EM CURRAIS NOVOS
Na tarde de hoje (21), policiais militares do 13º Batalhão de Polícia Militar, por meio do Grupo Tático Operacional (GTO), cumpriram um Mandado de Prisão durante patrulhamento na área de atuação da unidade.
Na ocasião, foi localizado e preso um indivíduo considerado foragido do Estado de Pernambuco, contra o qual havia mandado de prisão expedido em razão da prática de crime de natureza sexual contra pessoa vulnerável.
O homem possui pena de 10 anos e 6 meses a cumprir e foi conduzido para os procedimentos legais cabíveis.
A ação demonstra a atuação da Polícia Militar no cumprimento das decisões judiciais e no fortalecimento da segurança da população.
13º BATALHÃO CUMPRE MANDADO DE PRISÃO CONTRA FORAGIDO EM CURRAIS NOVOS
Na tarde de hoje (21), policiais militares do 13º Batalhão de Polícia Militar, por meio do Grupo Tático Operacional (GTO), cumpriram um Mandado de Prisão durante patrulhamento na área de atuação da unidade.
Na ocasião, foi localizado e preso um indivíduo considerado foragido do Estado de Pernambuco, contra o qual havia mandado de prisão expedido em razão da prática de crime de natureza sexual contra pessoa vulnerável.
O homem possui pena de 10 anos e 6 meses a cumprir e foi conduzido para os procedimentos legais cabíveis.
A ação demonstra a atuação da Polícia Militar no cumprimento das decisões judiciais e no fortalecimento da segurança da população.
Uma queda de energia no ponto de captação de água, identificada no início da tarde desta segunda-feira (21), suspendeu temporariamente o abastecimento de água para as cidades atendidas pelo Sistema Adutor Integrado de Serra de Santana: Florânia, Bodó, Lagoa Nova, São Vicente, Tenente Laurentino Cruz, Zona rural de Jucurutu, Distrito de Laginhas, zona rural de São Rafael e zona rural de Santana do Matos, além da comunidade Conisa.
A previsão inicial da concessionária de energia elétrica é de que o fornecimento de energia seja retomado até o final da tarde, com retomado do abastecimento de água até o início da noite de hoje (21). A normalização do abastecimento de água para todas as áreas atendidas se dará em até quatro dias, ou seja, até a noite desta sexta-feira (25), de acordo com a pressurização gradativa da tubulação.
Aumento do custo de matérias-primas e do custo de envase e distribuição impactam equilíbrio econômico do setor, que emprega mais de 10 mil pessoas no RN
A partir do dia 5 de outubro, o valor pago pelas águas envasadas – categoria que abrange as águas minerais e adicionadas de sais – vai passar por reajuste em todo o Rio Grande do Norte. Para acompanhar o aumento nos custos de produção, e distribuição, será realizada uma revisão no preço do produto na fonte e o garrafão de 20 litros vai passar a custar um pouco mais, conforme a decisão de cada indústria atuante no estado. Atualmente, o garrafão é vendido a valores que variam entre R$9 e R$15.
Segundo informações do Sindicato das Indústrias de Cervejas, Refrigerantes, Águas Minerais e Bebidas em geral do Rio Grande do Norte (Sicramirn), o aumento é uma medida de adequação econômica necessária para manter equilíbrio econômico do setor, o número de empregos gerados direta e indiretamente, bem como a qualidade e segurança do produto.
“O reajuste é resultado de um esforço coletivo da cadeia produtiva diante da elevação de custos dos insumos. Uma adaptação necessária para mantermos o nosso compromisso com o consumidor, que recebe um produto seguro e de excelência, dentro das normas sanitárias e ambientais exigidas”, destaca o presidente do Sicramirn, Joafran Nobre.
Dentre os principais fatores considerados para a correção estão “o custo do envase e distribuição, considerando as obrigações das indústrias reguladas e o alto nível de segurança alimentar e qualidade perseguido incansavelmente pelo segmento, aumento das resinas termo plásticas indispensáveis à fabricação de garrafões, tampas, lacres, e também da alta de custos operacionais e logísticos, como energia elétrica, combustível e outros”, explica o Secretário Executivo do Sicramirn, Daniel Penteado Lana.
“Alguns outros pontos de impacto são a oscilação das resina precificadas em dólar, a inflação acumulada nos últimos 12 meses, avaliada em 4,22% pelo IBGE; e a subida de índices de atacado, IGP-M e IGP-DI”, pontua também, Daniel.
Qualidade do produto
No RN, mais da metade da população consome água mineral natural e/ou adicionadas de sais em suas residências e em estabelecimentos comerciais. No estado, os produtos do setor são reconhecidos pela obrigatoriedade do Selo Fiscal, instrumento de controle que garante que as indústrias estejam em dia com suas questões tributárias e sanitárias, individualmente.
Fiscalizadas pela Agência Nacional de Mineração – (ANM) e pela Vigilância Sanitária, as indústrias envasadoras de água mineral e adicionadas de sais atendem a rigorosos sistemas de controle de segurança alimentar, desde a captação, até o envase e a distribuição.
Atualmente, o RN conta com 35 indústrias de águas envasadas, responsáveis por produzir cerca de 507 milhões de litros de água envasada por ano e por gerar aproximadamente 10 mil empregos diretos e indiretos.
A votação, prevista para terminar às 18h, poderá definir o fim ou a continuidade da greve, iniciada em 10 de setembro.
O principal ponto em discussão é o Saúde Caixa, plano de saúde dos empregados, que se tornou o maior impasse nas negociações entre o banco e os representantes dos trabalhadores.
O que muda no Saúde Caixa
Pela proposta apresentada, a contribuição dos titulares passará a ser de 3,7% da remuneração-base a partir de 2027. Para os dependentes diretos, a mensalidade será de R$ 560.
Os valores previstos são de:
R$ 560 para dependentes diretos;
R$ 660 para filhos entre 21 e 24 anos considerados dependentes indiretos;
R$ 900 para filhos de 24 a 27 anos e pais ou mães remanescentes.
O limite de contribuição do grupo familiar, formado pelo titular e dependentes diretos, ficará em 9%.
Em relação à proposta anterior, a Caixa também reduziu de R$ 150 para R$ 120 a cobrança por consulta em pronto atendimento e manteve a isenção de coparticipação na telemedicina.
Outro ponto aceito pelo banco foi a previsão de pelo menos um empregado dedicado exclusivamente ao Saúde Caixa em cada Gerência de Pessoas (Gipes) e em cada Representação Regional de Pessoas (Repes).
Outros pontos da proposta
Além das mudanças no plano de saúde, a Caixa apresentou ajustes no programa de remuneração variável Super Caixa.
Entre as medidas previstas para o segundo semestre deste ano estão a ampliação da premiação inicial por habilitação, que passará de 25% para 50%, mudanças nos critérios de avaliação e maior transparência nos painéis de resultados.
O banco também informou que não haverá penalização relacionada aos programas Figital e Genesys em 2026. Segundo a proposta, os projetos continuarão em fase piloto e seguirão sendo discutidos com representantes dos empregados antes da definição das regras para 2027.
A Caixa manteve ainda a oferta de um prêmio extraordinário de R$ 3 mil por empregado, vinculado à superação de metas operacionais já atingidas neste ano.
Segundo os sindicatos, a proposta preserva todas as cláusulas já previstas nos acordos coletivos e na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria.
A paralisação começou após mais de 90% das bases sindicais rejeitarem a oferta apresentada pelo banco, de acordo com a Contraf-CUT. O Saúde Caixa era apontado pelas entidades como um dos principais pontos de discordância nas negociações.
Enquanto os empregados da Caixa decidiram entrar em greve por tempo indeterminado, a categoria bancária como um todo já havia assinado a Convenção Coletiva de Trabalho com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).
O acordo prevê reposição da inflação pelo INPC e aumento real de 0,6% por dois anos, além de medidas relacionadas à saúde mental, ao combate ao assédio e ao direito à desconexão.
Caso a proposta seja aprovada pelos trabalhadores nas assembleias desta segunda-feira, a expectativa das entidades sindicais é que a greve seja encerrada e as medidas negociadas sejam implementadas.
Funcionários do Banco do Brasil e da Caixa entram em greve por tempo indeterminado em SE. — Foto: Arquivo pessoal
Ameaças, agressões e descumprimentos de medidas protetivas frequentemente aparecem antes de um feminicídio. No entanto, especialistas avaliam que a fragmentação dos serviços de atendimento a vítimas de violência faz com que oportunidades de intervenção sejam perdidas e que sinais conhecidos pelo Estado acabem, em muitos casos, em mortes que poderiam ter sido evitadas.
Para a promotora Silvia Chakian, do Ministério Público de São Paulo (MP-SP), as diferentes instituições que trabalham no combate à violência e no atendimento às vítimas precisam atuar de forma integrada, como acontece, por exemplo, no enfrentamento à criminalidade organizada.
“A fragmentação institucional, em que cada instituição registra apenas parte do fenômeno, faz com que o Estado tenha uma visão de fragmentos, não da trajetória de violência”, disse a promotora, durante o painel Feminicídios e violência doméstica: por que seguimos falhando?, realizado no 20º Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
“A ausência de integração de dados estratégicos e as ilhas de informação das instituições que não se conversam, somadas às falhas na fiscalização das medidas protetivas de urgência, estão transformando oportunidades de proteção em falhas que resultam nas mortes de mulheres”, acrescentou a promotora.
O delegado Julio Guebert, professor da Academia de Polícia Civil de São Paulo, também defende que os serviços de atendimento às vítimas de violência operem em rede, conectando diferentes órgãos e profissionais, como forma de superar as ações isoladas.
“Se não tiver uma rede, nós não vamos chegar a lugar nenhum.”
“Você tem uma porta na delegacia, uma porta no MP, uma porta na Defensoria, na saúde, na educação. Todas essas portas têm que chegar na mesma sala. Isso é a rede. É o que a gente está tentando implantar. É complexo, é custoso, quando você fala de orçamento. Mas é a única solução.”
Omissão do Estado
De acordo com dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), 72,9% dos municípios com menos de 100 mil habitantes não dispõem de nenhum serviço especializado de atendimento à mulher.
“É exatamente nesses territórios que a gente tem visto essas mortes acontecerem, porque as mulheres não têm sequer onde pedir ajuda”, afirmou a promotora Silvia Chakian.
“Então, também é verdade que a gente colhe um legado de negligência, de leniência e omissão estatal no investimento e na destinação do orçamento público compatível com a magnitude do problema. Isso precisa ser dito”, ressaltou.
Para a delegada titular da 1ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), Cristine Costa, é preciso criar mecanismos que facilitem o acesso da mulher vítima de violência a um registro de ocorrência. Ela cita a implementação do boletim de ocorrência eletrônico de violência doméstica em São Paulo. Pelo sistema, também é possível solicitar medidas protetivas pelo celular.
Em uma segunda frente de trabalho da Polícia Civil, ela defende a qualificação dos policiais para que acolham a vítima sem fazer nenhum tipo de julgamento sobre a gravidade da violência que ela sofreu, incluindo denúncias de ameaça ou injúria.
“A gente tem que acolher essa mulher no primeiro sinal de violência.”
“Para que acolham essa mulher no primeiro sinal de violência sem pré-julgamento, sem que ela se sinta mal de estar ali para narrar um crime que [pode parecer para alguns] que não é relevante, mas a gente sabe que é o início de uma escalada criminosa que pode, sim, culminar com o feminicídio”, disse a delegada.
Ódio e misoginia
A escalada da brutalidade da violência contra as mulheres, segundo Silvia Chakian, tem chamado a atenção dos diferentes profissionais que trabalham com a questão.
“São 61 golpes contra o rosto da mulher dentro do elevador, é a mulher atropelada e arrastada na via pública até perder as pernas.”
“Esse ódio, essa manifestação de mais violência, é reflexo também desse caldo cultural que cresce nas redes, do fomento desse discurso misógino, que propaga uma ideia de desvalor, uma propaganda negativa sobre as mulheres”, relatou a promotora.
Ela acrescenta que o discurso misógino tem cooptado jovens cada vez mais cedo.
“Aproveitando-se das frustrações típicas da adolescência, muitas vezes, ou de vulnerabilidades sociais, para poder atrair, sob o fio condutor da misoginia, os jovens para esse discurso, que lá na frente vai justificar muita violência.”
Embora não haja um único ponto que explique a atual violência contra as mulheres, a promotora afirma que os índices de violência contra mulheres estão diretamente relacionados aos índices de desigualdade de gênero no país, que ainda são alarmantes.
“Se nós queremos [nos] antecipar, prevenir essas mortes, é preciso garantir um reposicionamento das mulheres na sociedade, em termos de acesso a direitos fundamentais, a direitos humanos, seja no âmbito da educação, da saúde, da habitação, do trabalho digno, do desenvolvimento social”, disse Silvia.
Subnotificação
Os registros de feminicídios aumentaram 4,7% em 2025, na comparação com o ano anterior. A promotora do MP-SP Juliana Tocunduva, que atua na Casa da Mulher Brasileira, na capital paulista, destaca que o resultado contrasta com os casos de homicídios dolosos, que tiveram diminuição.
Entre as falhas do Estado no enfrentamento à violência doméstica e ao feminicídio, ela aponta a subnotificação dos casos de violência contra mulheres.
“A gente não tem tantos dados de registros em relação às ameaças ou às violências ocorridas anteriormente. (…) São inúmeras barreiras que a mulher que sofre violência precisa enfrentar até chegar a um pedido de socorro, um registro de boletim de ocorrência.”
Entre os fatores, Juliana cita falta de acesso à Justiça, descrença nas instituições de segurança pública, não saber os seus direitos, medo de eventual represália do agressor, medo de deixar os filhos para trás e dependência econômica.
“Outra falha é em relação à fiscalização de cumprimento de medida protetiva de urgência. A gente teve um aumento significativo na concessão das medidas protetivas, foram mais de 621 mil medidas concedidas [em 2025]. Mas a gente tem, também, 135 mil descumprimentos de medida protetiva”, mencionou.
Além disso, Juliana relata que, nas cidades do interior, a rede de atendimento às mulheres vítimas de violência é absolutamente deficitária. Em muitos casos, não há serviço socioassistencial, delegacia especializada funcionando 24 horas por dia, juizado nem promotoria especializados.
“São esses gargalos e obstáculos que a gente vai encontrar no enfrentamento à violência doméstica que, muitas vezes, impedem uma ação para evitar o escalonamento da violência e, por fim, o feminicídio”, avaliou a promotora.
Brasília (DF), 18/09/2026 – Arte violência contra as mulheres – Arte/Agência Brasil