bannner-geraldo
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08 abr

Academia popular é inaugurada no povoado boa vista e amplia acesso à saúde e qualidade de vida na zona rural

Academia popular é inaugurada no povoado boa vista e amplia acesso à saúde e qualidade de vida na zona rural

Nova estrutura foi construída com recursos próprios do município e beneficia diretamente moradores da comunidade

A Prefeitura de Currais Novos inaugurou, nesta quarta-feira (08), a Academia Popular no povoado Boa Vista, fortalecendo as políticas públicas voltadas à promoção da saúde e do bem-estar da população da zona rural. A nova estrutura foi viabilizada com recursos próprios do município e já está disponível para uso da comunidade.

A entrega contou com a presença do prefeito Lucas Galvão, do vereador Lucieudo, além de moradores da localidade que celebraram a conquista. O espaço conta com equipamentos voltados à prática de atividades físicas ao ar livre, incentivando hábitos saudáveis e melhor qualidade de vida.

Na ocasião, o prefeito Lucas destacou a importância de investir também nas comunidades rurais.
“Nosso compromisso é cuidar das pessoas onde elas estiverem. A entrega dessa Academia Popular aqui na comunidade Boa Vista é mais uma demonstração de que estamos levando ações concretas para melhorar a vida da população da zona rural. É saúde, lazer e dignidade chegando para todos”, afirmou Lucas Galvão.

Uma das moradoras mais conhecidas da comunidade, Dona Branca, também comemorou a chegada do equipamento público e ressaltou o impacto positivo para a comunidade.
“É uma alegria muito grande pra gente. Antes não tinha nada assim por aqui, e agora temos um espaço pra cuidar da saúde, encontrar os vizinhos e se exercitar. Só temos a agradecer à Prefeitura por lembrar da nossa comunidade”, disse.

A iniciativa integra o conjunto de ações da gestão municipal voltadas à promoção da saúde preventiva, inclusão social e valorização das comunidades rurais, reafirmando o compromisso com o desenvolvimento de todo o município.

Crédito foto: Ruth Xavier

Campo Forte
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08 abr

Cinco açudes sangram após chuvas no RN, aponta Igarn

Cinco açudes sangram após chuvas no RN, aponta Igarn

Cinco reservatórios do Rio Grande do Norte atingiram a capacidade máxima e sangraram em um intervalo de uma semana, entre 31 de março e 6 de abril. A informação foi divulgada pelo Instituto de Gestão das Águas do Rio Grande do Norte (Igarn) nesta terça-feira 7.

Nesse período, sangraram os açudes Campo Grande, em São Paulo do Potengi (31 de março); Tesoura, em Francisco Dantas (2 de abril); o açude público de Riacho da Cruz (2 de abril); Malhada Vermelha, em Severiano Melo (6 de abril); e o açude público de Marcelino Vieira (6 de abril).

De acordo com o Igarn, as chuvas registradas também contribuíram para a recarga hídrica de 41 reservatórios. Ao todo, o instituto acompanha 69 mananciais responsáveis pelo abastecimento e segurança hídrica no estado.

Entre os reservatórios com maior aumento no volume, o açude público de Encanto teve elevação de 35,14%, alcançando 92,28% da capacidade total. O açude Corredor, em Antônio Martins, registrou crescimento de 31,02%, passando de 16,9% para 47,96%. Já o açude Lulu Pinto, em Luís Gomes, que estava seco, passou a acumular 10,11% da capacidade.

Nos principais reservatórios do estado, a barragem Santa Cruz do Apodi apresentou aumento de 4,53%, chegando a 58,2%. A barragem de Oiticica subiu de 37,2% para 41,37%. A barragem Armando Ribeiro Gonçalves, maior do estado, teve variação de 0,09% e permanece com 41% da capacidade.

Apesar das recargas, 18 reservatórios monitorados ainda estão com volumes abaixo de 10%. São eles: Itans, em Caicó (0,05%); Sabugi, em São João do Sabugi (3,98%); Passagem das Traíras, em São José do Seridó (0,03%); Esguicho, em Ouro Branco (7,73%); Bonito II, em São Miguel (7,82%); Dourado, em Currais Novos (5,15%); Apanha Peixe, em Caraúbas (3,13%); Gangorra, em Rafael Fernandes (3,00%); Jesus Maria José, em Tenente Ananias (1,48%); Beldroega, em Paraú (5,08%); Tourão, em Patu (3,94%); Zangarelhas, em Jardim do Seridó (6,41%); Alecrim, em Santana do Matos (8,00%); Brejo, em Olho D’Água do Borges (1,04%); 25 de Março, em Pau dos Ferros (7,74%); São Gonçalo, em São Francisco do Oeste (7,07%); Mundo Novo, em Caicó, que segue seco; e Inspetoria, em Umarizal (4,29%).

Agora RN

Campo Forte
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08 abr

Gás de cozinha deve subir até R$ 9 no RN, podendo chegar a R$ 125

Gás de cozinha deve subir até R$ 9 no RN, podendo chegar a R$ 125

O novo reajuste no gás de cozinha já começou a chegar às distribuidoras, com aumento médio de R$ 7,11. Impulsionado também pela alta no diesel, o repasse ao consumidor final deve deixar o botijão entre R$ 8 e R$ 9 mais caro para o consumidor final, segundo o Sindicato dos Revendedores Autorizados de Gás Liquefeito de Petróleo (Singás/RN). A estimativa é que o impacto para a população passe a ser sentido a partir desta quinta-feira (9). Quanto ao preço final do produto, o sindicato não quis estimar um valor aproximado, afirmando que o preço do gás pode variar muito conforme a distribuidora. No entanto, a TRIBUNA DO NORTE apurou que os valores devem ser praticados entre R$ 120 e R$ 125 após o aumento.


O presidente do Singás/RN, Ivo Lopes explica que o ajuste preocupa o setor, uma vez que o consumo do gás de cozinha pelas famílias deve diminuir após esse reajuste. “Na hora que você tem aumento, reduz o consumo. O poder de compra reduz”, aponta.


Segundo Ivo Lopes, ainda pode haver variação pontual até a sexta-feira (10), já que alguns estabelecimentos seguem vendendo estoques antigos. A tendência, no entanto, é de repasse generalizado. “Quem tem algum estoque ainda vai vender com o preço antigo, mas 90% da revenda, no dia 9, o cliente já está comprando entre R$ 8 e R$ 9 mais caro”, afirmou.


Os reajustes do gás liquefeito de petróleo (GLP) são influenciados por uma combinação de fatores globais e internos. No cenário internacional, conflitos geopolíticos — como tensões no Oriente Médio — impactam diretamente a oferta de energia e pressionam os preços. Já no âmbito nacional, pesam a política de preços da Petrobras, os custos logísticos e de distribuição, além da carga tributária estadual, como o ICMS. No Rio Grande do Norte, o valor do botijão tende a ser mais elevado devido aos custos de transporte e à menor escala de distribuição.

Algumas distribuidoras já enfrentam redução no ritmo de vendas, com estoques parados em função da queda no consumo. Segundo o gerente comercial da Mega Gás, Bruno Souto, a alta no diesel tem pressionado os custos de transporte, já que toda a cadeia depende de veículos movidos a esse combustível, o que já indicava um encarecimento do produto.


Ele afirma que o setor foi surpreendido por um novo reajuste no próprio gás, elevando ainda mais o valor final. “A gente já vinha sofrendo uma pressão muito alta pelo aumento do diesel, e ainda fomos surpreendidos com mais um aumento no preço do produto”, explicou.


De acordo com ele, a tendência é de queda no consumo, especialmente entre famílias de baixa renda. O gerente comercial destaca que o botijão pode chegar a custar entre R$120 e R$125, o que dificulta o acesso para muitas pessoas. “Muita família de classe C e D não vai ter como arcar, porque tem gente que tem até cinco pessoas em casa. Já era difícil comprar o produto, e agora com esse aumento?”, afirmou.

Edimilson Silva, proprietário da Ultragaz Edx, já contabiliza perdas na empresa, já que não consegue repassar integralmente o aumento sem perder clientes. “O consumidor acha que o aumento vem da nossa cabeça, então a gente não consegue repassar o valor total do aumento; o máximo que a gente consegue é de 8% a 10%. Então, a gente encolhe a nossa margem, né?”, lamenta.


Distribuidores potiguares já avaliam suspender a oferta do chamado “Gás do Povo”, diante do aumento nos custos e da perspectiva de queda no consumo. “Existem vários revendedores que disseram que iriam sair do programa devido ao repasse do governo, pois o valor que a gente recebe do governo fica inviável depois desse aumento. Ou o consumidor vai ter que pagar a diferença ou o revendedor não vai conseguir dar continuidade ao programa”, disse Edmilson Silva.

Reajuste do gás pressiona orçamento das famílias

Para os consumidores, o aumento no preço do gás de cozinha agrava ainda mais o aperto no orçamento doméstico. A dona de casa Francisca Auzenira relata que precisa comprar um botijão todos os meses, o que torna o impacto ainda maior. “Eu compro gás todo mês, às vezes dura só 15 dias. Aí, quanto é que não vai pesar no meu bolso? Tudo aumenta, menos o salário mínimo?”, questionou.


A auxiliar de serviços gerais (ASG) Araceli dos Anjos afirma que o preço já é elevado em relação à renda da população e que qualquer reajuste dificulta ainda mais a rotina. “Com certeza vai pesar. Na realidade, já está um preço bem alto para o que a gente ganha, e aumentando mais ainda vai dificultar a vida de muita gente”, disse.


A professora Maria de Fátima Souza também se preocupa com o impacto do aumento do gás no orçamento da casa. “A gente tenta economizar em tudo, mas o gás não tem como deixar de comprar. Quando aumenta, a gente precisa tirar de outra coisa, às vezes até da alimentação”, afirmou.

Alta pode pressionar inflação

O economista Helder Cavalcanti destaca que o aumento no preço do gás liquefeito de petróleo, o famoso gás de cozinha (GLP), tem impacto direto e indireto na inflação. Segundo ele, o GLP integra o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o que faz com que qualquer reajuste eleve automaticamente o indicador. “O GLP entra diretamente no índice de inflação (IPCA). Ou seja, o aumento do preço eleva automaticamente este índice”, explica o economista.


Além disso, o reajuste provoca um efeito em cadeia em diversos setores, principalmente no segmento de alimentação. Restaurantes, lanchonetes, vendedores informais e pequenos produtores domésticos, como quem trabalha com bolos e salgados, dependem diretamente do gás e tendem a repassar os custos.


Ele explica que as famílias podem migrar o consumo, passando a cortar alimentos, lazer ou até itens básicos para compensar o aumento. “O gás de cozinha é um item essencial e de baixa elasticidade, ou seja, mesmo com aumento de preço, as famílias não conseguem reduzir muito o consumo”, afirma o economista.

Na prática, ele aponta que o aumento gera pressão sobre o orçamento das famílias, sobretudo as de baixa renda, que passam a cortar outros gastos para conseguir manter o consumo.


“Risco social gerado a partir do crescimento do uso de alternativas perigosas (lenha, carvão). No RN, esse impacto é ainda mais forte devido à menor renda média e maior informalidade, o que reduz a capacidade de absorver choques de preços”, ressalta.

Tribuna do Norte

Lojão do Real
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08 abr

Renovação automática da CNH já gerou economia de R$ 15 milhões para motoristas no RN

Renovação automática da CNH já gerou economia de R$ 15 milhões para motoristas no RN

Mais de 24,5 mil motoristas potiguares deixaram de pagar pela renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), o que gerou uma economia de R$ 15.133.386, entre 10 de dezembro de 2025 e 19 de março de 2026. Viabilizada pela Medida Provisória nº 1.327/2025, conhecida como MP do Bom Condutor, a renovação automática do documento é permitida para condutores que não cometeram infrações sujeitas à pontuação nos últimos 12 meses, entre outros critérios.

A iniciativa, que integra o programa CNH do Brasil, elimina custos e simplifica o processo de renovação da carteira de motorista, reduz etapas burocráticas e amplia o acesso aos serviços digitais.

Em todo o Brasil, mais de 1,65 milhão de brasileiros deixaram de pagar pela renovação da Carteira Nacional de Habilitação entre 10 de dezembro de 2025 e 19 de março de 2026. A economia para o bolso da população chega a R$ 1.248.943.777.

REGIÕES — O Sudeste lidera o ranking de economia, com R$ 606,5 milhões, seguido do Nordeste, com R$ 255,2 milhões, impulsionado pela forte adesão em estados como Bahia, Ceará e Pernambuco. O Sul aparece na sequência, com R$ 224,4 milhões. No Centro-Oeste, a economia soma R$ 105 milhões, enquanto a região Norte registra R$ 57,6 milhões em economia com a renovação automática da CNH.

ESTADOS — São Paulo lidera entre as unidades da Federação, com R$ 302,2 milhões em economia, seguido por Rio de Janeiro (R$ 131,4 milhões) e Minas Gerais (R$ 121,2 milhões). Na sequência aparecem Rio Grande do Sul (R$ 93,8 milhões), Paraná (R$ 79,1 milhões) e Bahia (R$ 73,6 milhões). Completam os dez primeiros colocados os estados do Espírito Santo (R$ 51,6 milhões), Santa Catarina (R$ 51,4 milhões), Ceará (R$ 43 milhões) e Goiás (R$ 41,6 milhões).

» PROCESSAMENTO EM LOTES — A renovação está em andamento por meio de processamento em lotes e respeita o prazo legal de até 30 dias após o vencimento do documento. Nesse período, o condutor pode circular normalmente, conforme a legislação de trânsito.

CNH DO BRASIL — Os dados reforçam a forte adesão ao programa nas diferentes regiões do país. O aplicativo CNH do Brasil já soma mais de 56 milhões de usuários ativos e oferece cursos teóricos gratuitos para quem deseja se tornar condutor. Alinhada ao programa, a MP do Bom Condutor contribui para a redução de custos, a ampliação do uso de soluções digitais e incentiva comportamentos mais seguros no trânsito. Desde o lançamento, mais de 2 milhões de pessoas finalizaram os cursos disponíveis na plataforma e mais de meio milhão de brasileiros emitiram a primeira carteira de motorista.

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08 abr

LUTO: Currais Novos amanheceu mais triste nesta quarta-feira (8) com a notícia do falecimento “Piloto”

LUTO: Currais Novos amanheceu mais triste nesta quarta-feira (8) com a notícia do falecimento “Piloto”

Currais Novos amanheceu mais triste nesta quarta-feira com a notícia do falecimento de um velho conhecido da cidade,

carinhosamente chamado de “Piloto”.
Ele enfrentava uma luta contra o câncer há mais de um ano, mas infelizmente não resistiu e veio a óbito, deixando familiares, amigos e toda a comunidade consternados.
Piloto marcou época como jogador amador nas décadas de 80 e 90, sendo lembrado pelo talento e pela dedicação ao esporte local. Além dos campos, também era bastante conhecido por ser proprietário do tradicional Bar do Piloto, localizado no bairro Paizinho Maria, ponto de encontro onde construiu inúmeras amizades ao longo dos anos.


Pessoa simples, acolhedora e muito querida, Piloto deixa um legado de amizade, respeito e boas lembranças entre todos que tiveram o privilégio de conhecê-lo.
Neste momento de dor, ficam as condolências aos familiares e amigos, com votos de que Deus conforte o coração de todos e o receba em um bom lugar.

Campo Forte
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