bannner-geraldo
Notícia
14 abr

IFRN e Prefeitura de Currais Novos realizam primeira demonstração prática de sistema inovador de frequência escolar com reconhecimento facial

IFRN e Prefeitura de Currais Novos realizam primeira demonstração prática de sistema inovador de frequência escolar com reconhecimento facial

Projeto “SmartEduc” utiliza IoT e marca avanço na modernização da gestão educacional da rede municipal

O Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) – Campus Currais Novos e a Prefeitura Municipal de Currais Novos deram um passo decisivo rumo à inovação na educação pública ao realizarem, nesta terça-feira (14), a primeira demonstração prática do sistema “SmartEduc”. A solução tecnológica utiliza reconhecimento facial aliado à Internet das Coisas (IoT) para o registro automatizado da frequência escolar.

A iniciativa é fruto de um convênio inédito entre as instituições e vem sendo desenvolvida no âmbito do laboratório LAICA, com o objetivo de modernizar a gestão educacional e ampliar a aplicação do conhecimento científico em benefício da rede municipal de ensino.

De acordo com o prefeito Lucas Galvão, o projeto nasceu a partir de uma demanda da Secretaria Municipal de Educação e passa a integrar o Programa de Inovação da Educação Municipal, consolidando uma parceria estratégica entre academia e gestão pública.

“O SmartEduc representa um novo capítulo na educação de Currais Novos. Estamos investindo em tecnologia e inovação para garantir mais qualidade na gestão escolar. Essa parceria com o IFRN demonstra que, quando unimos conhecimento científico e compromisso público, conseguimos construir soluções que impactam diretamente a vida dos nossos estudantes e fortalecem o futuro da nossa cidade”, destacou Lucas.

A demonstração realizada hoje contou com a presença do prefeito Lucas Galvão e do secretário municipal de educação, Jorian Santos, que acompanharam, em tempo real, o funcionamento do sistema. A apresentação foi conduzida pelo coordenador do projeto, professor Andouglas Silva, que detalhou as funcionalidades da tecnologia e suas aplicações no cotidiano escolar

Além da coordenação, a equipe de desenvolvimento do “SmartEduc” é formada pelos professores Danilo Cortez e Keylly Eyglys, além do analista de design Claygrégori Salustiano, todos vinculados ao IFRN. A apresentação desta terça-feira marca a primeira validação prática do sistema em ambiente real, evidenciando seu potencial para transformar a rotina das escolas públicas.

O convênio entre o IFRN e a Prefeitura de Currais Novos representa um marco para o Ecossistema Local de Inovação, Vale do Seridó, abrindo caminho para novas iniciativas que integrem tecnologia e desenvolvimento social. A expectativa é que o “SmartEduc” se consolide como referência para outras redes de ensino, reforçando o compromisso com uma educação pública mais eficiente, moderna e alinhada às necessidades da comunidade.

Crédito: Ruth Xavier

Notícia
14 abr

São Vicente/RN: corpo passa 5 horas à espera das autoridades que se recusavam a fazer os procedimentos

São Vicente/RN: corpo passa 5 horas à espera das autoridades que se recusavam a fazer os procedimentos

SÃO VICENTE/RN: CORPO PASSA 5 HORAS A ESPERA DAS AUTORIDADES QUE SE RECUSAVAM A FAZER OS PROCEDIMENTOS

Um caso chocou a pequena cidade de São Vicente/RN nessa segunda-feira (13). Um homem de 46 anos de idade identificado como JOSEILTON ARAÚJO DE LIMA, que tinha vários problemas graves de saúde, entre eles de coração, foi encontrado sem vida dentro de sua residência vítima de morte natural.

A Polícia Militar foi acionada por volta de meio dia, pela irmã da vítima, que relatou os problemas de saúde do irmão e que não conseguia falar com o mesmo a cerca de 24 horas.

A guarnição se dirigiu ao endereço citado e como ninguém tinha as chaves do imóvel foi necessário arrombar o portão e a porta da residência, onde a vítima foi encontrada deitada em uma rede.

Daí para frente começo uma luta para conseguir fazer os procedimentos de remoção do corpo.

Primeiro foi acionada a Polícia Civil que relatou não atender esse tipo de ocorrência por se tratar de morte natural.

Logo depois tentou-se acionar o ITEP que também alegou o mesmo motivo e se recusou atender.

Em seguida os Policiais entraram em contato com os 2 médicos que atendiam na cidade de São Vicente, um na unidade Mista de saúde, o outro no posto comunitário que atendia a vítima, ambos se recusaram a ir ao local do sinistro e realizar os procedimentos.

Já por volta das 16 horas, 4 horas após ser acionado, os Policiais junto com os familiares da vítima conseguiram acionar uma funerária, a qual a família da vítima tinha plano funerário, porém eles não podiam mexer no corpo só com um encaminhamento de um médico para o SVO ( serviço de verificação de óbito).

Por volta das 17 horas o documento foi emitido e as 17h30 o corpo foi removido pelos agentes funerários, após mais de 5 horas de espera.

Esse não foi o único caso registrado na região, sempre que tem casos de morte natural existe essa dificuldade de realizar os procedimentos, com vários relatos semelhantes.

Fica a reflexão sobre essa situação que com certeza não será a última.

CN POLÍCIA

assembleia-adolescencia-full
Notícia
14 abr

Datafolha: 75% dizem que ministros do STF têm poder demais

Datafolha: 75% dizem que ministros do STF têm poder demais

foto:Gustavo Moreno/STF

Levantamento mostra ainda que 75% afirmam que as pessoas acreditam menos no Supremo agora do que no passado

Num momento em que o Supremo Tribunal Federal (STF) passa por uma crise de dimensão inédita, 75% dos brasileiros dizem que os ministros da corte têm poder demais e 71% consideram que o tribunal é essencial na proteção da democracia, aponta pesquisa Datafolha.

Foram ouvidas 2.004 pessoas, de 7 a 9 de abril, em 137 municípios. A margem de erro para a amostra total é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR-03770/2026.

O levantamento mostra ainda que 75% afirmam que as pessoas acreditam menos no STF agora do que no passado. Como essas perguntas foram feitas pela primeira vez pelo instituto, não há dados comparativos anteriores.

Entre quem declarou ter votado em Jair Bolsonaro (PL) para presidente no segundo turno em 2022, 88% afirmam que o Supremo tem poder demais. Já entre quem votou em Lula (PT), o índice é menor, mas ainda alcança quase dois terços dos respondentes, ficando em 64%. Nesses recortes, as margens de erro são, respectivamente, de 4 e 3 pontos.

O cenário se inverte na pergunta seguinte: entre quem diz ter votado no petista, 84% concordam com a afirmação de que o Supremo é essencial para proteger a democracia no Brasil. Esse percentual fica em 60% entre quem declara ter votado em Bolsonaro – índice que pode até surpreender, dado o discurso de enfrentamento ao tribunal adotado pelo ex-presidente ao longo de todo o seu mandato e também nos últimos anos, em meio ao andamento das investigações sobre o 8 de Janeiro e a trama golpista.

Entre os que dizem ter votado branco, nulo ou em nenhum candidato, 67% afirmam que os membros da corte têm poder em excesso e 73% dizem que o tribunal é importante para a democracia.

Dragado ao centro do debate público desde o julgamento do mensalão, o STF e seus membros não saíram mais dos holofotes, diante do constante acúmulo de casos em sua pauta de grande repercussão sobre a cena política do país.

Na lista dos casos decididos pela corte envolvendo políticos de relevo estiveram a Lava Jato, o rito do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), a anulação da condenação do ex-presidente Lula e a pandemia da Covid-19, bem como os casos do 8/1 e da trama golpista, que levariam Bolsonaro à prisão.

Apesar de ter empreendido uma série de medidas heterodoxas nos últimos anos, como o controverso inquérito das fake news, a atuação do Supremo teve apoio de parcela da opinião pública frente às investidas autoritárias de Bolsonaro.

Mais recentemente, porém, outro aspecto tem ampliado a pressão e desgaste sobre o tribunal: as suspeitas sobre envolvimento de parte de seus ministros com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o escândalo do Banco Master.

Medida defendida pelo próprio presidente do STF, Edson Fachin, a aprovação de um código de ética tem sido uma das cobranças de parte da sociedade civil e do empresariado em relação à corte.

O Supremo e seus ministros deverão estar no centro das campanhas eleitorais neste ano de candidatos ao Senado pelo grupo político de Bolsonaro, que buscará votos suficientes para dar andamento ao impeachment de magistrados na próxima legislatura.

Juristas de peso defendem uma série de reformas no tribunal, incluindo regras mais estritas sobre decisões monocráticas. Um dos discursos é o de que se a corte não agir por conta própria para adequar seu funcionamento, a reforma poderá vir de fora -e não necessariamente para melhorá-la.

créditos: Valor Econômico

Notícia
14 abr

Acordo entre Brasil e EUA pode reforçar pressão por classificação de PCC e CV como terroristas

Acordo entre Brasil e EUA pode reforçar pressão por classificação de PCC e CV como terroristas

A troca de informações entre Brasil e Estados Unidos no combate ao crime organizado pode trazer desdobramentos relevantespara a forma como facções brasileiras são tratadas no cenário internacional.

Na sexta-feira (10), o governo federal anunciou, por meio do Ministério da Fazenda, um acordo de cooperação mútua entre a Receita Federal e a Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA para enfrentar o tráfico internacional de armas e drogas.

A iniciativa acende um alerta porque ocorre em meio a discussões, nos Estados Unidos, sobre a possível classificação de PCC e CV como grupos terroristas.

Especialistas ouvidos pelo R7 avaliam que o acordo pode influenciar esse debate ao ampliar a produção e o compartilhamento de informações sobre a atuação internacional dessas facções.

Segundo o internacionalista João Alfredo Nyegray, a cooperação tende a alterar a percepção norte-americana, menos por mudar a natureza dos grupos e mais por fortalecer as evidências sobre sua atuação transnacional.

“Com troca de informações em tempo real e operações coordenadas, aumenta-se a densidade probatória sobre essas organizações. O ponto central, para Washington, não é apenas a violência interna, mas a capacidade de demonstrar conexões com tráfico de armas, drogas, lavagem de dinheiro e logística internacional”, afirma.

Nyegray lembra que, em maio de 2025, autoridades brasileiras reconheceram que o Departamento de Estado dos EUA pressionou o Brasil a classificar essas facções como terroristas, citando a presença delas em território americano e vínculos com crimes transnacionais. Para ele, o novo acordo fortalece essa possibilidade.

“Com um arranjo institucional mais robusto, os EUA passam a ter condições de sustentar essa leitura de forma menos especulativa e mais documental”, diz. “A cooperação Brasil-EUA não é causa suficiente, mas aumenta a plausibilidade dessa classificação ao ajudar a construir um dossiê consistente.”

O especialista aponta ainda uma possível contradição na posição do governo brasileiro. “Ao rejeitar a classificação como terrorismo, mas aprofundar a integração de inteligência com Washington, o Brasil ajuda a produzir a base informacional que pode sustentar essa narrativa”, completa.

Na mesma linha, o jurista Murilo Borsio Bataglia avalia que a iniciativa reforça a percepção internacional de que essas organizações extrapolam o território nacional. “O Brasil passa a influenciar, ainda que de forma indireta, a maneira como essas organizações são compreendidas globalmente”, afirma.

Compartilhamento de inteligência

Um dos pontos centrais do acordo é o compartilhamento de informações em tempo real, considerado decisivo nesse tipo de análise.

Segundo Nyegray, esse mecanismo permite conectar eventos antes isolados, como envio de peças de armas, remessas suspeitas e fluxos financeiros, a uma mesma estrutura criminosa. “É esse salto, da ocorrência isolada para a atribuição estruturada, que pesa em processos de sanção e designação”, afirma.

Ele alerta, porém, que esse tipo de cooperação vai além do campo técnico. “Em Washington, informações compartilhadas podem alimentar decisões de política externa, como sanções e reclassificações estratégicas”, diz.

Murilo Borsio também destaca os desafios envolvidos. Para ele, o intercâmbio de dados exige equilíbrio entre cooperação internacional e soberania nacional. “Trata-se de um processo que envolve informações sensíveis e depende de confiança mútua entre os países”, afirma.

Precedentes internacionais

Nyegray ressalta que há precedentes recentes desse tipo de movimento nos Estados Unidos, especialmente a partir de 2025, quando organizações criminosas transnacionais passaram a ser tratadas como grupos terroristas.

Segundo ele, o processo costuma seguir um padrão: cooperação gera evidências; evidências sustentam uma narrativa de ameaça; e, em um ambiente político favorável, essa narrativa pode levar à designação formal.

“No caso do PCC e do Comando Vermelho, o precedente não é um espelho perfeito, mas um alerta de que esse tipo de classificação passou a fazer parte do repertório americano”, afirma.

Como funciona a cooperação

A iniciativa firmada entre Brasil e Estados Unidos, chamada Projeto MIT (Mutual Interdiction Team), prevê integração de inteligência e operações conjuntas para interceptar remessas ilegais de armas e drogas.

Um dos pilares da cooperação é o Programa DESARMA, sistema da Receita Federal voltado ao rastreamento internacional de armas e materiais sensíveis.

A ferramenta permite o compartilhamento estruturado, em tempo real, de dados sobre apreensões, incluindo origem, logística e identificação de produtos.

O sistema também possibilita o envio de alertas a autoridades estrangeiras e o mapeamento de redes ilícitas, ampliando a capacidade de resposta do Estado brasileiro.

Além disso, a Portaria n.º 663/26, da Receita Federal, autoriza formalmente o compartilhamento de informações e a realização de ações conjuntas com autoridades americanas, consolidando a base legal da cooperação.

R7

Campo Forte
Notícia
14 abr

Polícia Militar divulga ocorrências registradas na área do 13º BPM entre os dias 13 e 14 de abril

Polícia Militar divulga ocorrências registradas na área do 13º BPM entre os dias 13 e 14 de abril

A Polícia Militar do Rio Grande do Norte divulgou o balanço das ocorrências registradas entre os dias 13 e 14 de abril de 2026 na área do 13º Batalhão de Polícia Militar (13º BPM), que atende municípios da região do Seridó.

De acordo com o relatório, na área da 1ª Companhia de Polícia Militar (1ª CPM), sediada em Currais Novos, foram contabilizadas diversas ações. Entre elas, um caso de agressão, além de 13 visitas de apoio a mulheres em situação de violência doméstica e familiar, reforçando o trabalho preventivo e de acompanhamento realizado pela corporação. Também foi registrado o cumprimento de um mandado de prisão.

Na área da 2ª CPM, o município de Acari registrou uma ocorrência de dano ao patrimônio público. Já nas cidades de Florânia e São Vicente, não houve registro de ocorrências relevantes no período.

Pela 3ª CPM, em Lagoa Nova, foram registradas duas ocorrências: um furto de motocicleta e um caso de adulteração de sinal identificador de veículo automotor, também envolvendo motocicleta. Nos municípios de Bodó, Cerro Corá e Tenente Laurentino Cruz, não houve registros.

A Polícia Militar reforça que segue atuando de forma contínua na prevenção e combate à criminalidade, além de prestar apoio à população, especialmente em casos de maior vulnerabilidade social.

POLÍCIA MILITAR – SERVIR E PROTEGER!

Campo Forte
WhatsApp