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24 ago

Banco do Brasil lança novo aplicativo com foco em IA e personalização

Banco do Brasil lança novo aplicativo com foco em IA e personalização

O Banco do Brasil lançou nesta segunda-feira (24) o novo App BB, em uma atualização que amplia o uso de inteligência artificial (IA), personalização e atendimento digital. A distribuição será gradual e a expectativa é que toda a base de clientes use a nova versão até o fim de setembro.

A reformulação faz parte da estratégia digital do banco e busca aumentar a autonomia dos clientes em operações e consultas, além de tornar o relacionamento com a instituição mais direcionado ao perfil de cada usuário.

Principais mudanças:

  •     Personalização: a tela inicial, os menus e os atalhos poderão variar conforme o perfil e o contexto de cada cliente;
  •     Inteligência artificial: tecnologia será usada para interpretar contextos, apoiar atendimentos e recomendar produtos e serviços;
  •     Assistente digital: clientes poderão fazer consultas e acessar serviços por texto ou voz;
  •     Recomendações: o aplicativo poderá apresentar conteúdos, produtos e serviços considerados mais adequados ao perfil do usuário;
  •     “Meu BB”: área reúne informações e benefícios personalizados;
  •     Acessibilidade: novos recursos ampliam as possibilidades de interação com o aplicativo;
  •     Performance: a atualização também inclui melhorias de estabilidade e desempenho.

Mais autonomia

A principal aposta do novo aplicativo está no aumento da capacidade de o cliente resolver demandas diretamente pelo canal digital.

A plataforma mantém a navegação tradicional, mas acrescenta jornadas conversacionais. Nelas, o usuário pode usar linguagem natural para fazer perguntas ou buscar determinados serviços, por texto ou voz, recebendo orientação.

Para o banco, a combinação entre automação, inteligência artificial e personalização pode reduzir etapas e facilitar o acesso a serviços financeiros.

A estratégia também pode gerar ganhos de eficiência operacional. Com mais clientes realizando consultas e operações de forma autônoma, funcionários das agências e demais canais de atendimento podem concentrar esforços em atividades de maior valor agregado, como relacionamento, investimentos e orientação financeira.

IA como suporte

Além de aparecer como ferramenta de atendimento, a inteligência artificial, informou o banco, será usada como camada de suporte à experiência do cliente. 

O novo aplicativo pretende substituir uma experiência digital mais padronizada por uma plataforma capaz de apresentar diferentes caminhos para diferentes clientes.

O sistema pode considerar informações como produtos contratados, comportamento de uso e contexto para organizar a interface e definir quais conteúdos ou serviços terão maior destaque.

Adoção gradual

O novo aplicativo BB começou a ser disponibilizado nesta segunda-feira (24). A migração será feita progressivamente e deve alcançar 100% dos clientes até o final de setembro.

Segundo a instituição financeira, a reformulação foi desenvolvida a partir da avaliação de clientes e funcionários, com a possibilidade de adaptar menus e a página inicial às preferências de cada usuário.

A personalização também tem impacto potencial sobre a oferta de produtos do banco. O aplicativo passa a recomendar serviços e soluções de acordo com o perfil e as necessidades identificadas de cada usuário.

A área “Meu BB” concentra parte dessa proposta ao reunir informações e benefícios personalizados para cada cliente. O canal digital será usado não apenas para transações, mas também como ferramenta de relacionamento e distribuição de produtos financeiros.

Eficiência

A expansão dos serviços digitais ocorre em paralelo à estratégia de integração entre os canais físicos e digitais do banco, definida pela instituição como atuação “figital”.

A lógica é transferir para o aplicativo operações que podem ser realizadas de forma autônoma e preservar o atendimento presencial para situações nas quais a interação com funcionários agrega mais valor.

Segundo o BB, o novo aplicativo passa a ter papel também no atendimento nas agências, ao reduzir demandas operacionais e liberar equipes para atividades comerciais e de orientação financeira.

© Marcelo Camargo/Agência Brasil/Arquivo

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24 ago

Crime organizado não se combate apenas com penas maiores, diz Moraes

Crime organizado não se combate apenas com penas maiores, diz Moraes

© Gustavo Moreno/STF

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta segunda-feira (24) que o combate ao crime organizado não pode ser resolvido somente com aumento das penas para criminosos.

Moraes participou da abertura de uma audiência pública convocada pelo Supremo para debater a Lei Antifacção (Lei 15.358 de 2026), norma que instituiu o marco legal de combate ao crime organizado.

O ministro é relator de quatro ações de inconstitucionalidade contra a lei.

Na avaliação do ministro, o combate às facções não se resolve somente com aumento das penas e deve ter participação conjunta do Poder Judiciário, do Ministério Público, da Defensoria Pública e das polícias.

“Se aumentar a pena resolvesse, bastava colocar pena de 100 anos para todos os crimes. Ninguém iria cometer crime. Não adianta. O crime organizado não está preocupado com o tamanho da pena. Está preocupado com a impunidade. Se acha que vai ficar impune, isso leva a mais prática do crime”, afirmou.

Moraes também citou que um terço das pessoas presas de forma provisória cometeram crimes sem violência. Para o ministro, as prisões devem ocorrer conforme a gravidade das condutas.

“O Brasil prende muito e prende mal. É a legislação. Não é culpa da polícia, do Ministério Público, da Defensoria, do Judiciário”, completou.

O STF pretende ouvir 48 expositores na audiência pública, que será retomada nesta terça-feira (25). 

Agência Brasil

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24 ago

MPRN recorre ao TJRN para manter expulsão de PM condenado por morte de Zaira Dantas

MPRN recorre ao TJRN para manter expulsão de PM condenado por morte de Zaira Dantas

A reintegração do policial militar Pedro Inácio Araújo de Maria à Polícia Militar do Rio Grande do Norte voltou a ser questionada na Justiça. O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) apresentou um novo recurso ao Tribunal de Justiça do Estado (TJRN) para tentar restabelecer a expulsão do PM, condenado a 20 anos de prisão pela morte e pelo estupro de Zaira Dantas Silveira Cruz.

A defesa do policial conseguiu, por meio de uma decisão liminar, suspender a expulsão e garantir o retorno dele aos quadros da corporação. O MPRN contesta a medida e pede que a decisão seja revista pela Justiça.

O caso teve origem em março de 2019, em Caicó, na região Seridó do Rio Grande do Norte. Zaira Dantas foi vítima de homicídio qualificado e estupro dentro de um carro. O policial foi levado a julgamento pelo Tribunal do Júri e condenado a 20 anos de reclusão.

MPRN contesta punição inicial

No recurso apresentado ao TJRN, a Procuradoria-Geral de Justiça também questiona a primeira punição aplicada pela Polícia Militar no processo disciplinar.

De acordo com o Ministério Público, o Conselho de Disciplina havia determinado inicialmente 30 dias de prisão disciplinar. Para o órgão, a penalidade foi insuficiente diante da gravidade dos fatos.

A punição não chegou a ser cumprida porque o policial já estava preso preventivamente por ordem da Justiça no processo criminal.

Diante da situação, o MPRN recomendou que o Estado revisasse a decisão e adotasse uma penalidade considerada compatível com as condutas apuradas.

Polícia Militar determinou expulsão

Após a recomendação, o Comando-Geral da Polícia Militar anulou a decisão anterior e determinou a exclusão do policial da corporação.

Segundo o MPRN, a medida considerou o descumprimento de deveres funcionais e éticos, além de condutas incompatíveis com a condição de integrante da Polícia Militar.

A expulsão foi posteriormente suspensa por decisão liminar, permitindo a reintegração do PM.

Ministério Público quer restabelecer expulsão

No novo recurso, o MPRN defende que a esfera administrativa é independente da responsabilização criminal. Segundo o órgão, a Polícia Militar pode aplicar sanções disciplinares próprias para preservar a hierarquia, a disciplina e a imagem da instituição.

A Procuradoria-Geral de Justiça pede ao TJRN a revogação da liminar e o restabelecimento da decisão administrativa que determinou a expulsão do policial militar.

98 FM

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Lojão do Real
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24 ago

Suspeitos tentam subornar PM com R$ 10 mil após operação que apreendeu duas pistolas em Macaíba

Suspeitos tentam subornar PM com R$ 10 mil após operação que apreendeu duas pistolas em Macaíba

Imagens que viralizaram nas redes sociais neste sábado mostram uma operação da Força Tática da Polícia Militar realizada na última quinta-feira 20, em Macaíba, que terminou com a apreensão de duas pistolas e uma tentativa de suborno aos policiais. Segundo a corporação, os suspeitos ofereceram R$ 10 mil para evitar a prisão.

De acordo com a Polícia Militar, as equipes foram acionadas após uma denúncia de disparos de arma de fogo em um estabelecimento conhecido como Sucata do Carlinhos. No local, os militares encontraram quatro pessoas durante a abordagem.

Ainda segundo a PM, um dos abordados portava uma pistola Imbel calibre .380. Durante a ocorrência, os policiais receberam informações sobre um possível encontro envolvendo os suspeitos em outro ponto da cidade e seguiram até as proximidades de um estabelecimento conhecido como Caldo de Cana.

No segundo endereço, outro homem foi abordado. Conforme a Polícia Militar, ele estava com uma pistola Taurus calibre .380. Durante a ação, os suspeitos teriam tentado subornar os policiais militares, oferecendo R$ 10 mil para evitar os procedimentos legais.

As duas armas foram apreendidas, e os envolvidos foram conduzidos à Delegacia de Polícia Civil, onde foram realizados os procedimentos cabíveis. Os suspeitos permanecem à disposição da Justiça.

Agora RN

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24 ago

PRF prende dois motoristas por embriaguez após acidentes nas BRs 101 e 226

PRF prende dois motoristas por embriaguez após acidentes nas BRs 101 e 226

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu dois motoristas por embriaguez ao volante neste domingo 23, após ambos se envolverem em sinistros de trânsito nas BRs 101 e 226, no Rio Grande do Norte. As ocorrências foram registradas em Parnamirim e Natal, durante fiscalizações realizadas pelos policiais rodoviários.

A primeira prisão ocorreu por volta das 4h47, no km 101,7 da BR-101, em Parnamirim. Segundo a PRF, um homem de 39 anos, que conduzia um Fiat Argo, envolveu-se em uma colisão frontal com um Ford Fiesta. Durante o atendimento da ocorrência, os policiais constataram que o motorista havia consumido bebida alcoólica.

O condutor recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Plantão de Parnamirim para a realização dos procedimentos legais.

A segunda ocorrência foi registrada às 17h30, no km 2,2 da BR-226, em Natal. O motorista de um Chevrolet Onix envolveu-se em um sinistro de trânsito sem vítimas. Durante a fiscalização, a equipe da PRF realizou o teste do etilômetro, que confirmou a presença de álcool e a alteração da capacidade psicomotora do condutor.

O motorista também foi preso por embriaguez ao volante. As circunstâncias do acidente não foram detalhadas pela PRF.

De acordo com o artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), conduzir veículo automotor com a capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa é crime. A pena prevista é de detenção de seis meses a três anos, além de multa e suspensão ou proibição de obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Agora RN

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