A nova pesquisa realizada pelo Instituto Seta entre os dias 3 e 5 de maio de 2026, ouvindo 1.500 eleitores em municípios de todas as regiões do Rio Grande do Norte, aponta o fortalecimento político da senadora Dra. Zenaide na corrida pela reeleição ao Senado Federal.
No cenário estimulado com soma dos votos, Zenaide aparece com 41,7% das intenções de voto, consolidando-se entre os principais nomes da disputa e mantendo forte desempenho em todas as regiões do estado.
O senador Styvenson Valentim lidera o levantamento com 45,5%. Em terceiro aparece Coronel Hélio (19,0%), e segue com Rafael Motta (16,2%), Samanda Alves (10,7%), Luciana Lima (6,6%), Sandro Pimentel (3,0%) e Rosália Fernandes (2,7%).
Os eleitores que afirmaram votar em branco, nulo ou em nenhum candidato somam 22,4%, enquanto 32,2% disseram não saber ou preferiram não responder.
Os números confirmam o crescimento da senadora Dra. Zenaide no cenário estadual e demonstram sua competitividade na disputa pelo Senado Federal. Pelos números apresentados no levantamento, Zenaide aparece consolidada entre os nomes com maior preferência do eleitorado potiguar.
A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob os números BR-08914/2026 e RN-01809/2026, possui intervalo de confiança de 95% e margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos.
A nova pesquisa realizada pelo Instituto Seta entre os dias 3 e 5 de maio de 2026, ouvindo 1.500 eleitores em municípios de todas as regiões do Rio Grande do Norte, aponta o fortalecimento político da senadora Dra. Zenaide na corrida pela reeleição ao Senado Federal.
No cenário estimulado com soma dos votos, Zenaide aparece com 41,7% das intenções de voto, consolidando-se entre os principais nomes da disputa e mantendo forte desempenho em todas as regiões do estado.
O senador Styvenson Valentim lidera o levantamento com 45,5%. Em terceiro aparece Coronel Hélio (19,0%), e segue com Rafael Motta (16,2%), Samanda Alves (10,7%), Luciana Lima (6,6%), Sandro Pimentel (3,0%) e Rosália Fernandes (2,7%).
Os eleitores que afirmaram votar em branco, nulo ou em nenhum candidato somam 22,4%, enquanto 32,2% disseram não saber ou preferiram não responder.
Os números confirmam o crescimento da senadora Dra. Zenaide no cenário estadual e demonstram sua competitividade na disputa pelo Senado Federal. Pelos números apresentados no levantamento, Zenaide aparece consolidada entre os nomes com maior preferência do eleitorado potiguar.
A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob os números BR-08914/2026 e RN-01809/2026, possui intervalo de confiança de 95% e margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos.
Cerca de 18 milhões de famílias receberam dinheiro de algum programa do governo federal em 2025. Esse dado representa .
Em 2024, a proporção era maior, 23,6%. Já em 2019, último ano antes da pandemia de covid-19, 17,9% dos lares eram beneficiários de algum tipo de programa social.
Essa diferença representa a inclusão de 5,5 milhões de famílias abrangidas por programas de ajuda em seis anos.
As informações fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada nesta sexta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro.
O IBGE considerou programas federais, como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), que paga um salário mínimo por mês ao idoso com 65 anos ou mais ou à pessoa com deficiência de qualquer idade. Também foram incluídas ajudas assistenciais de estados e municípios.
A pesquisa mostra que de 2019 para 2020, ano da pandemia, houve aumento no número de beneficiados, ao alcançar 22,2 milhões de famílias – 31,4% dos domicílios. Nos anos seguintes, houve redução, mas sempre em nível superior ao pré-pandemia.
Veja a evolução dos números:
Ano
Família beneficiadas
2019
17,9%
2020
31,4%
2021
25%
2022
20,7%
2023
23%
2024
23,6%
2025
22,7%
O analista do IBGE Gustavo Geaquinto Fontes explica que a redução na proporção de domicílios beneficiários dos programas sociais no último ano está relacionada ao mercado de trabalho aquecido.
“O aumento da renda do trabalho pode impactar em menor necessidade de parte das pessoas para que tenha renda mínima e não estaria mais contemplada por programas sociais.”
De acordo com o levantamento, em 2025, o rendimento médio de programas sociais do governo era de R$ 870, pouco abaixo de 2024 (R$ 875). Já em relação a 2019 (R$ 508), o valor cresceu 71,3%, já descontada a inflação do período.
O instituto observa que, em decorrência da pandemia, a partir de 2020, governos aumentaram a abrangência dos programas sociais.
Na esfera federal, o principal deles, o Bolsa Família – que na gestão anterior recebeu nomes como Auxílio Emergencial e Auxílio Brasil – serviu de ajuda para pessoas que não puderam trabalhar e chegou ao valor mínimo de R$ 600, válido até os dias atuais.
Resultados
O resultado da Pnad ajuda a perceber que os programas sociais estão focados em famílias com menores rendimentos, sejam de trabalho ou outras fontes, como aposentadorias, pensões e seguro-desemprego.
Em 2025, o rendimento médio mensal por pessoa nos lares que recebiam algum tipo de ajuda era de R$ 886. Já nos domicílios não beneficiários, era mais que o triplo (R$ 2.787).
Ao discriminar qual a fonte de rendimento, a pesquisa comprova que o Bolsa Família é o de maior abrangência. De todos os lares do país, 17,2% tinham o cartão do Bolsa Família. O número representa 13,6 milhões de casas.
O critério inicial para uma pessoa ser beneficiária do Bolsa Família é ter renda mensal familiar de até R$ 218 por pessoa (valor que a família ganha por mês, dividido pelo número de pessoas).
O benefício base é de R$ 600, que pode ser aumentado em casos de haver criança e grávida na família, por exemplo.
O segundo programa social mais presente é o BPC, recebido por 5,3% dos domicílios. Outros programas sociais, incluindo os de estados e municípios, contemplaram 2,4% das famílias brasileiras.
Regiões
A presença de algum tipo de benefício reflete a desigualdade de renda regional. No Nordeste, 39,8% das famílias recebiam dinheiro de programa social. Isso representa quatro em cada dez. No Norte, eram 38,8%.
Já no Sul, eram apenas 10,8% dos domicílios. Em seguida aparecem o Sudeste (14,8%) e o Centro-Oeste (17%).
Em relação ao Bolsa Família, alguns estados do Norte e do Nordeste têm quase metade dos domicílios abrangidos pelo programa. Já o maior estado do país, São Paulo, e a região Sul são os que têm menor proporção de famílias beneficiárias.
Veja a lista das 10 unidades da Federação com maior proporção de domicílios atendidos pelo Bolsa Família:
Parceria entre a Prefeitura e a OASA leva novas mudas para avenidas, escolas, UBS’s, hospital e espaços públicos
A Prefeitura Municipal de Currais Novos, em parceria com a OASA (Organização Atitude Social e Ambiental), iniciou uma importante ação de arborização urbana no município. O projeto contempla o plantio de mudas em avenidas, além de espaços públicos como escolas, Unidades Básicas de Saúde (UBS’s), hospital e áreas verdes da cidade.
Os trabalhos começaram pela Avenida Teotônio Freire, que receberá 80 árvores, e seguem para a Avenida Cândido Dantas, onde serão plantadas outras 28 mudas, totalizando 108 novas árvores nas duas vias.
Entre as espécies escolhidas para o plantio estão ipê roxo, ipê amarelo, xixá, sabão-de-soldado e paineira rosa, árvores que contribuem para o sombreamento urbano e melhoria da qualidade do ar. Segundo o prefeito Lucas Galvão, esse plantio também ajuda na preservação ambiental e valorização paisagística da cidade. “Estamos construindo uma cidade mais verde e sustentável para as futuras gerações. Esse projeto de arborização representa cuidado com o meio ambiente e mais qualidade de vida da população de Currais Novos”, disse Lucas.
A gestão municipal e a OASA, assumem mais um compromisso com a sustentabilidade e a promoção da educação ambiental em Currais Novos, estimulando a conscientização da população sobre a importância da preservação ambiental e da ampliação das áreas verdes urbanas.
De janeiro a março de 2026, o número de feminicídios aumentou 100% no Rio Grande do Norte, em relação ao mesmo período do ano passado. Foram dez casos registrados no período. O crescimento foi o segundo maior do país, ao lado dos registrados por Sergipe e Amazonas, atrás somente do Amapá (250%). O período também foi o mais letal para as mulheres desde o início da série histórica, em 2015, segundo dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). Casos de violência contra a mulher devem ser denunciados pelo Disque 180 (Central de Atendimento à Mulher).
A taxa de incidência no Estado ficou em 1,15 casos para cada 100 mil habitantes, superando a da região Nordeste de 0,69. Já no Brasil, o índice foi de 0,75 casos e o país contabilizou 399 vítimas, número 7,55% maior em comparação ao mesmo recorte de 2025.
Para a professora Ilana Lemos de Paiva, do Observatório da População Infantojuvenil em Contextos de Violência (OBIJUV), ligado à Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), somente o avanço na tipificação não justifica o aumento de feminicídios, mas também demonstra um agravamento concreto da violência letal contra as mulheres no Estado. “Além da ampliação das notificações, há outros fatores importantes associados a esse cenário. Podemos citar o fortalecimento de discursos misóginos e autoritários nas redes sociais e em determinados espaços públicos”, aponta a professora.
Ilana Lemos lembra que o feminicídio não ocorre de forma isolada ou repentina, sendo resultado de diversas outras formas de violência contra a mulher, como a psicológica e física. Em muitos casos, observa, os crimes são concretizados em contextos de separação ou tentativa de rompimento da relação da vítima com o agressor. “A cultura patriarcal que naturaliza o controle sobre a vida das mulheres, além da dificuldade de acesso rápido a medidas protetivas de acolhimento; e a insuficiência de políticas de prevenção continuada também contribuem para esse aumento.”
Ela reforça que o cenário exige medidas urgentes que não sejam focadas apenas no aumento da resposta penal, mas também fortaleçam a rede de enfrentamento da violência contra as mulheres. É o caso de investimento em prevenção nas escolas e comunidades; educação para igualdade de gênero, ampliação e interiorização dos serviços especializados; maior agilidade e monitoramento das medidas protetivas, e produção de dados qualificados para orientar políticas públicas. “Também é essencial trabalhar com os homens e com a prevenção das masculinidades violentas. O feminicídio não é um problema ‘das mulheres’, mas uma expressão extrema de relações de poder desiguais e de uma cultura que ainda legitima a violência de gênero em diferentes níveis”, ressalta.
A Subsecretária de Políticas para Mulheres da Secretaria de Estado das Mulheres, da Juventude, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos (Semjidh), Josiane Bezerra, reitera que o cenário no Rio Grande do Norte é preocupante. “Esse crescimento está relacionado a múltiplos fatores, como a persistência da violência doméstica e familiar, o agravamento de conflitos marcados pelo controle e pela misoginia, além da dificuldade de muitas mulheres romperem ciclos de violência”, aponta.
Segundo diz, a Semjidh vem intensificando a descentralização de ações no Rio Grande do Norte e ampliado investimentos voltados ao fortalecimento da rede de proteção às mulheres. Entre as ações recentes, destaca a realização das conferências municipais e regionais de políticas para as mulheres e o fortalecimento do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher (CEDIM/RN).
“Para o trimestre atual, a Semjidh seguirá fortalecendo as ações de prevenção, campanhas educativas, formação das redes municipais e articulação interinstitucional, além da ampliação das políticas de autonomia econômica das mulheres, compreendendo que independência financeira também é uma ferramenta fundamental de enfrentamento à violência e prevenção ao feminicídio”, completa.
O ex-goleiro Bruno Fernandes foi preso na manhã desta sexta-feira (8/5), no Rio de Janeiro, após passar dois meses foragido.
De acordo com a Polícia Militar do Rio de Janeiro, a prisão ocorreu em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos. A ocorrência foi encaminhada à 127ª DP. O atleta deve voltar para a prisão, no regime semiaberto.
Bruno teve a liberdade condicional revogada no início de março, pela Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), após descumprir regras do regime. Ele saiu do Rio sem ter autorização da Justiça.
O ex-jogador foi condenado pelo homicídio triplamente qualificado, sequestro e ocultação de cadáver da modelo Eliza Samudio, em 2013. Ele foi condenado a 22 anos e 3 ês meses de prisão.
Em 2019, Bruno teve progressão para o regime semiaberto e em janeiro de 2023 conseguiu a liberdade condicional.