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22 ago

Dormir mal pode custar quase 1 ano na carreira de pessoas com mais de 50 anos, revela estudo

Dormir mal pode custar quase 1 ano na carreira de pessoas com mais de 50 anos, revela estudo

Homem dormindo — Foto: Magnific

Ter um sono muito perturbado ou excessivamente longo — 9 horas ou mais por noite — após os 50 anos pode resultar na perda de nove meses de vida profissional. A conclusão é de um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Turku, na Finlândia.

Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores analisaram hábitos de sono após os 50 anos por meio de dados fornecidos pelas pesquisas Finnish Public Sector (FPS) e Health and Social Support (HeSSup). A duração do sono noturno foi categorizada como curta (menos de sete horas), intermediária (entre sete e 8,5 horas) ou longa (nove horas ou mais).

Já os distúrbios do sono foram definidos como dificuldades para adormecer e para manter o sono, despertar precoce e sono não reparador durante as quatro semanas anteriores à pesquisa. Estes foram categorizados em: nenhum (de nunca a 1 noite/semana); moderado (de 2 a 4 noites/semana); e grave (de 5 a 6 noites/semana a quase todas as noites).

Os resultados, publicados na revista científica Occupational and Environmental Medicine, mostraram que tanto a duração curta quanto a intermediária do sono foram associadas a uma expectativa de vida profissional de 13 anos e dois meses após os 50 anos, segundo a pesquisa, enquanto a duração longa foi associada a uma expectativa de vida profissional de 12 anos e cinco meses.

O Globo

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22 ago

Caravana 555: Zenaide percorre nove municípios do Alto Oeste em um dia

Caravana 555: Zenaide percorre nove municípios do Alto Oeste em um dia

A Caravana 555 percorreu nesta sexta-feira nove municípios do Alto Oeste potiguar com a presença da senadora Zenaide (PSD): Upanema, Campo Grande, Paraú, Triunfo Potiguar, Janduís, Messias Targino, Patu, Olho d’Água dos Borges e Umarizal.

Ao longo do percurso, Zenaide participou de caminhadas, encontros e atos políticos ao lado de aliados e candidatos da chapa. O número 555 esteve nas ruas e a senadora foi recebida com manifestações de apoio e declarações de voto. Em Campo Grande e Janduís, por exemplo, vereadores e lideranças anunciaram apoio à candidatura. Em Upanema, o prefeito Renan Mendonça resumiu: “É uma senadora que atende nossos pleitos”.

A agenda reforçou a presença de Zenaide nos 167 municípios do Rio Grande do Norte para prestar contas do trabalho realizado e ouvir novas demandas. A caravana terminou em Umarizal, com uma grande carreata, encerrando um dia de mobilização política pelo Alto Oeste.

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Lojão do Real
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22 ago

Dia D de vacinação é realizado neste sábado em todo o país

Dia D de vacinação é realizado neste sábado em todo o país

Crianças e adolescentes menores de 15 anos devem comparecer a uma unidade básica de saúde (UBS) ou a qualquer ponto de vacinação em todo o país neste sábado (22) para o Dia D da Campanha de Multivacinação. O objetivo é atualizar a caderneta vacinal.

Em pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão nesta sexta-feira (21), o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, convocou as famílias a participarem da campanha.

“O Brasil tem unido forças para recuperar as coberturas vacinais do calendário infantil”, disse o ministro.

Pela primeira vez, a campanha conta com a vacina pneumocócica 20-valente (pneumo 20), que amplia a proteção contra doenças causadas pelo pneumococo, incluindo pneumonias e meningites. O imunizante é indicado para crianças menores de 5 anos.

Quais vacinas estarão disponíveis na campanha?

Durante o Dia D, as seguintes vacinas poderão ser aplicadas (conforme faixa etária, histórico vacinal e indicação):

  •  BCG;
  • hepatite B;
  • penta (DTP/Hib/HB);
  • poliomielite (VIP);
  • rotavírus humano;
  • pneumocócica conjugada 10-valente e 20-valente;
  • meningocócica C;
  • influenza;
  • covid-19;
  • febre amarela;
  • meningocócica ACWY;
  • tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola);
  • varicela;
  • DTP;
  • hepatite A;
  • dT;
  • HPV4;
  • dengue tetravalente.

Sarampo

Diante do aumento de casos de sarampo na Região das Américas e do registro de casos importados no Brasil, o ministério mantém a estratégia de vacinação indiscriminada contra a doença para pessoas de 6 meses a 59 anos em Guarulhos (SP), em São Bernardo do Campo (SP) e na capital paulista.

O ministro destacou que o Brasil tem registrado casos da doença vindos de outros países e alertou para a necessidade de manter a vigilância.

“Por isso, toda a atenção das famílias e do SUS é necessária para impedir que o sarampo volte a circular no Brasil”, afirmou Padilha.

Dados da pasta mostram que, de 3 a 14 de agosto, mais de 529,8 mil doses da vacina tríplice viral foram aplicadas nos três municípios. Desse total, 87,2 mil doses foram destinadas a crianças de 5 a 11 anos – o equivalente a 16,5% das aplicações.

Balanço

A campanha começou no início do mês e segue até 1º de setembro, com a oferta de 20 doses do Calendário Nacional de Vacinação que protegem contra doenças como meningites, tuberculose e cânceres associados à infecção pelo HPV.

Até a última quarta-feira (18), o Ministério da Saúde havia distribuído mais de 180 milhões de doses para garantir a vacinação em todo o país ao longo do ano. Vacinas contra a influenza, o sarampo (tríplice viral) e a poliomielite foram as mais aplicadas.
 

Ao convocar a população para o Dia D, Padilha também alertou para os riscos da desinformação sobre vacinas.

“Não deixem que as notícias falsas coloquem em risco a saúde das nossas crianças”, finalizou.

© José Cruz/Agência Brasil

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22 ago

30% dizem que votam em candidato para evitar que outro seja eleito, aponta Datafolha

30% dizem que votam em candidato para evitar que outro seja eleito, aponta Datafolha

© Divulgação

Evitar que outro postulante seja eleito é o que leva 30% dos eleitores a votar em seu candidato escolhido para presidente nas eleições de 2026, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (21).

Já 61% falam que vão votar no escolhido por considerar que ele tem as melhores propostas e é o mais preparado. Deram outras respostas para a pergunta estimulada 7%. Não sabem 2%.

O levantamento foi realizado entre terça (18) e quarta (19), com 2.058 entrevistas no Brasil, distribuídas em 128 municípios, com a população de 16 anos ou mais. A margem de erro máxima para o total da amostra é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-04496/2026 e foi encomendada pela TV Globo e pela Folha.

Entre eleitores do presidente Lula (PT), que lidera as intenções de voto, 23% dizem que o objetivo principal é derrotar outro candidato. Nesse segmento, a margem de erro é de três pontos percentuais. Já 68% dos eleitores que disseram votar nele o fariam por entender que ele tem as melhores propostas. Deram outras respostas 8%, e 1% não soube responder.

Já quando se leva em conta apenas o eleitorado de Flávio Bolsonaro (PL), a taxa dos que querem derrotar outro postulante vai a 35%. A margem de erro é de quatro pontos percentuais.

No caso de Flávio Bolsonaro, 56% disseram que votariam nele por considerá-lo o mais preparado, 7% deram outras respostas e 2% não souberam.

O objetivo de evitar que outro candidato seja eleito é maior numericamente entre os eleitores que escolheram Romeu Zema (Novo), com 37% deles falando que votariam no mineiro por esse motivo. A margem de erro para a base das respostas de Zema, porém, é de 13 pontos percentuais

Fica também numericamente acima de 30% a taxa de Ronaldo Caiado, presidenciável do PSD, com 31% dos eleitores votando no goiano para evitar que outro seja eleito. Nesse caso, a margem de erro é de nove pontos percentuais.

Já Renan Santos, do Missão, seria votado por esse motivo por 24% dos eleitores, com margem de erro de 12 pontos percentuais.

No geral, o alto índice daqueles que dizem votar em um concorrente para impedir que outro seja eleito sugere reflexo da polarização entre Lula e candidatos da direita, que se opõem ao petista.

Enquanto Flávio, primogênito de Jair Bolsonaro, é vendido pela campanha do PL como a principal opção daqueles contrários a Lula, outros candidatos desse campo político tentam sinalizar ao eleitor que também são medida viável para evitar a reeleição do petista.

Ronaldo Caiado, por exemplo, tem dito ao eleitor que é “direita raiz” e ressaltado seu histórico contra a esquerda desde que fundou, em 1985, a UDR (União Democrática Ruralista), entidade defensora da propriedade rural.

Já Lula, sem concorrentes de peso à esquerda, é identificado por parcela do eleitorado como aquele que pode evitar o retorno dos Bolsonaros ao poder, ainda que por meio de Flávio, uma vez que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está em prisão domiciliar por ter tentado um golpe de Estado e segue inelegível.

DECISÃO DO VOTO

O Datafolha também questionou os entrevistados a respeito da decisão sobre o voto para presidente. Disseram que estão totalmente decididos em relação a seu voto 72% dos entrevistados. Outros 27% afirmaram que seu voto ainda pode mudar. Não soube responder 1%.

Entre os eleitores de Lula, os totalmente decididos são 82%. Já entre eleitores de Flávio Bolsonaro deram essa resposta 78%.

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22 ago

Lulinha processa Flávio Bolsonaro por vídeo sobre suspeita de desvios no INSS

Lulinha processa Flávio Bolsonaro por vídeo sobre suspeita de desvios no INSS

© Divulgação/PT

O empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, acionou a Justiça para derrubar um vídeo publicado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL) que liga o filho do presidente da República às suspeitas de desvio do INSS.

Lulinha afirma que o candidato à Presidência divulgou um vídeo feito por ferramenta de inteligência artificial para “atribuir fato falso, de inequívoca conotação criminosa e finalidade difamatória”.

A publicação feita no começo de julho simula Flávio pilotando uma aeronave durante uma missão para localizar o filho de Lula. O vídeo chama Lulinha de “suspeito de ter roubado milhões de idosos no Brasil”. Em outro trecho, diz que “o roubo dos velhinhos do INSS não pode ficar impune”.

Lulinha pede à Justiça que conceda uma decisão liminar, ou seja, antes do julgamento final do caso, para retirada das publicações feitas nos perfis do senador no X e no Instagram em até 24 horas, e que Flávio não volte a divulgar as imagens.

O empresário também pede que Flávio pague R$ 10 mil por danos morais e para a Justiça reconhecer que houve um “abuso de direito” na divulgação das imagens e no uso da IA “para veicular imputações falsas e difamatórias”.

A ação foi protocolada na terça-feira (18), mesma data em que Lulinha abriu processo similar contra outro candidato a presidente, Romeu Zema (Novo), e pede retirada de vídeo produzido por IA que mostra o filho de Lula dentro de uma plantação de maconha e o chama de “Messi da impunidade”.

Os dois casos tramitam na Justiça de São Paulo. Na ação contra Zema, o juiz Marcelo Augusto Oliveira negou o pedido inicial para a remoção do vídeo.

“O vídeo impugnado aparenta inserir-se no contexto de sátira e manifestação crítica, não sendo possível concluir, de plano, pela ocorrência de abuso manifesto ou conteúdo evidentemente ilícito, apto a justificar a excepcional remoção imediata do material”, afirmou o juiz.

Lulinha é alvo de três inquéritos no STF (Supremo Tribunal Federal) sobre suspeitas de tráfico de influência. As apurações conduzidas pela Polícia Federal miram negócios envolvendo o filho do presidente da República, a empresária Roberta Luchsinger e Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”.

Na ação contra o vídeo publicado por Flávio, Lulinha diz que as imagens permitem compreender que a missão é fictícia, mas que não há “qualquer indicação de que também seria falsa a afirmação segundo a qual o autor é suspeito de ter ‘roubado milhões de idosos'”.

Lulinha também afirma que é de conhecimento público que ele é filho do presidente da República. Ele argumenta que essa circunstância não o equipara a agente público.

“Ainda que seja pessoa conhecida, o autor não ocupa a posição funcional ou eleitoral que fundamenta a especial amplitude reconhecida pela jurisprudência à crítica dirigida a governantes, agentes públicos e candidatos”, diz a ação.

Lulinha também afirma que o vídeo usa a “relação familiar” como um instrumento “para atingir politicamente terceiro”.

“Não existe contra o autor investigação, indiciamento, denúncia ou sequer hipótese acusatória de participação nas fraudes praticadas contra beneficiários do INSS. O procedimento em que seu nome foi mencionado possui objeto distinto e não lhe atribui participação nos crimes originários que produziram os valores posteriormente submetidos a investigação”, afirma ainda a ação.

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