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16 jul

Escola do Legislativo promove, em parceria com a Anhanguera, palestra sobre ergonomia e pausa ativa para servidores

Escola do Legislativo promove, em parceria com a Anhanguera, palestra sobre ergonomia e pausa ativa para servidores

A Câmara Municipal de Currais Novos realizou, nesta semana, palestra voltada à promoção da saúde no ambiente de trabalho. A atividade foi conduzida pela Escola do Legislativo José Bezerra Gomes, em parceria com a Faculdade Anhanguera e abordou temas relacionados à ergonomia e à prática da pausa ativa durante a jornada profissional.

A iniciativa teve como objetivo orientar servidores do Legislativo e demais participantes sobre hábitos que contribuem para reduzir tensões musculares e minimizar os impactos físicos provocados por longos períodos em uma mesma posição de trabalho.

A parceria foi articulada com o professor Guilherme, da Anhanguera, que conduziu a abordagem sobre técnicas simples de alongamento, postura e movimentação corporal que podem ser incorporadas à rotina diária, favorecendo o bem-estar e a prevenção de desconfortos físicos.

De acordo com a Câmara Municipal, a ação integra um conjunto de iniciativas voltadas à valorização dos servidores e à promoção de um ambiente de trabalho mais saudável. A proposta é estimular a adoção de práticas que contribuam para a qualidade de vida, refletindo também no desempenho das atividades desempenhadas no serviço público.

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16 jul

Câmara Municipal e Paróquia firmam parceria para transmissão de 218ª edição da Festa de Sant’Ana de Currais Novos

Câmara Municipal e Paróquia firmam parceria para transmissão de 218ª edição da Festa de Sant’Ana de Currais Novos

Currais Novos celebra, a partir desta quinta-feira (16), o festejo de sua padroeira Sant’Ana. A festa se estende até o próximo dia 26 de julho, nesta que é a 218ª edição da celebração. Ciente da dimensão do evento, a Câmara Municipal de Currais Novos firmou parceria a Paróquia de Sant’Ana e disponibilizou a TV Câmara para realizar a transmissão ao vivo dos principais compromissos pertencentes ao programa da festa.

A parceria foi firmada no último mês de maio e teve na Festa do Agricultor, realizada no último dia 13, como primeira programação com cobertura da tv legislativa local. Serão transmitidas a missa de abertura, todo o novenário, além da missa solene do dia 26 de julho. Ou seja, todas as principais programações religiosas previstas terão cobertura em tempo real para assinantes da Sidy’s TV nos canais da própria TV Câmara e da TV Cristo Rei.

A cobertura também prevê presença na radiodifusão através da Rádio Currais Novos 90,9 FM e na internet, no Youtube da Paróquia de Sant’Ana, tudo a partir de geração da TV Câmara. Demais programações, como jantar de Sant’Ana, Feirinha de Sant’Ana, Auto de Sant’Ana, Pavilhão, entre outros, também terão cobertura jornalística para veiculação no canal e também nas redes sociais, integrando completamente o trabalho desempenhado durante o festejo em diversas plataformas.

“Levar a Festa de Sant’Ana para o maior número de pessoas foi uma missão que assumimos através dessa parceria. Acreditamos que o festejo tem gigante importância social e religiosa, mas também econômica, movimentando toda a cidade pelos onze dias de celebração”, afirma o presidente da casa, João Gustavo Guimarães. O parlamentar foi de autor, em 2022, da lei 3.815/2022 que reconhece o festejo como patrimônio cultural de natureza imaterial do município de Currais Novos. A matéria foi aprovada nesta casa e sancionada, no mesmo ano, pelo então prefeito Odon Júnior.

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16 jul

Professores da rede estadual têm salários acima da média

Professores da rede estadual têm salários acima da média

Os professores da rede estadual de ensino do Rio Grande do Norte em início de carreira possuem remuneração média de R$ 6.814,88 para uma carga de 40 horas semanais, valor acima da média nacional, que é de R$ 6.212,36 (sem gratificação) e de R$ 6.599,46 (com gratificações). Além do RN, outros nove estados no país pagam acima da média nacional no cenário em que os professores são remunerados sem gratificação.

Os dados constam no relatório “Planos de Carreira e Remuneração do Magistério das Redes Públicas Estaduais – 2025”, elaborado pelo Movimento Profissão Docente, uma organização filantrópica voltada à educação.

O documento traz informações considerando dois cenários de remuneração: com e sem gratificações. O valor médio pago aos docentes em início de carreira no estado é o mesmo para ambos. Em uma comparação com os demais estados do Nordeste, observa-se que, no RN, levando em conta a ausência das gratificações, o salário médio inicial é o terceiro melhor do Nordeste, atrás do Maranhão (R$ 8.452,03) e da Paraíba (R$ 6.944,09). Quando se levam em conta as gratificações pagas, o estado cai para a quinta posição na região.

À frente estão Maranhão (R$ 8.452,03), Paraíba (R$ 6.944,09), Sergipe (R$ 6.936,60) e Ceará (R$ 6.839,11). Também de acordo com o levantamento, os professores do RN com licenciatura plena, que estão no topo da carreira, têm remuneração média de R$ 10.570,80, a oitava mais alta do país e a segunda melhor do Nordeste (o Ceará se destaca neste recorte, com remuneração média de R$ 12.538,03). A média nacional aí é de R$ 9.338,16.

Socorro Batista, secretária estadual de Educação, disse que os resultados contribuem para o desenvolvimento do ensino na rede.

“Entendemos que essa realidade traz para a categoria docente um compromisso cada vez maior para avançarmos no que diz respeito à qualidade do ensino do Rio Grande do Norte”, avaliou.

Segundo Miguel Salustiano, coordenador-geral do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Rio Grande do Norte (SINTE-RN), os números apresentados pelo estudo estão em sintonia com a realidade, o que indica uma evolução importante para a categoria. Entretanto, ainda há reivindicações importantes, como a atualização de promoções de carreira, cumprimento da data-base para início do pagamento do piso salarial e melhoria da infraestrutura das escolas.

“A remuneração atual dos nossos professores é fruto da luta da categoria ao longo dos anos, que garante o reajuste do piso e revela uma evolução importante. Mas é preciso dizer que a valorização dos profissionais passa pelo seguinte tripé: salário, condições de trabalho e a carreira. Uma das nossas principais reivindicações hoje é o cumprimento da data-base para janeiro, como manda a lei, mas que atualmente ocorre somente em março”, frisa Salustiano.

Além disso, a categoria pede melhorias nas estruturas das unidades de ensino. A secretária Socorro Batista explicou que, quanto à reivindicação da data-base, tem havido diálogo e esforços para que a data-base passe a ser cumprida conforme determina a lei. Em relação à infraestrutura escolar, a secretária falou que os investimentos nesse sentido também têm ocorrido, mas de forma escalonada.

“Temos 587 escolas na rede, então, é impossível fazer a reforma de todas elas de uma só vez. Estamos atuando conforme nossas possibilidades. Há sete empresas contratadas para fazer manutenção hidráulica e elétrica, sendo esta última necessária para a climatização, que está sendo feita em todas as escolas. No ano passado, investimos ao todo R$ 208 milhões”, descreve a secretária. Ainda de acordo com o levantamento do Movimento Profissão Docente, a carreira do magistério potiguar tem uma amplitude temporal de 20 anos, abaixo da média nacional, que é de 25 anos.

A amplitude temporal considera quanto tempo um professor leva para chegar ao topo da carreira. Quanto à amplitude remuneratória (o quanto o professor pode evoluir em termos de valores remuneratórios ao longo do tempo), no RN é registrada uma evolução de 55,1% para os profissionais ao longo da carreira, a segunda maior do Nordeste (atrás do Ceará, que tem amplitude remuneratória de 152,7% no cenário sem gratificações e de 134,2% com gratificações). Além disso, o RN está entre os 11 estados do país em que a média da remuneração dos professores da rede pública está acima de outros profissionais com ensino superior.

Tribuna do Norte

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16 jul

Home office cresce no governo federal com 107 mil servidores

Home office cresce no governo federal com 107 mil servidores

O trabalho remoto segue em expansão no serviço público federal e já alcança 107,8 mil servidores, segundo dados de maio do Ministério da Gestão e Inovação (MGI). O contingente representa 24% dos 445 mil servidores elegíveis ao teletrabalho e cerca de 20% do total de servidores ativos da administração federal. Em comparação com outubro de 2024, quando 84,2 mil trabalhadores atuavam em regime remoto, houve crescimento de aproximadamente 28%.

Dos servidores que trabalham fora das repartições, 73,6 mil, o equivalente a 68,4%, adotam o modelo híbrido, alternando atividades presenciais e remotas. Outros 33,5 mil (31,1%) exercem suas funções integralmente em home office, enquanto 527 servidores (0,5%) desempenham suas atividades no exterior.

O avanço do teletrabalho ocorre após a implantação do Programa de Gestão e Desempenho (PGD), política criada para substituir o controle eletrônico de ponto por um sistema baseado em metas, produtividade e entrega de resultados. Nesse modelo, os servidores deixam de registrar frequência diária e passam a ser avaliados pelo cumprimento de objetivos previamente definidos.

Ao todo, 147,8 mil servidores participam atualmente do PGD. Desse universo, 39,6 mil continuam desempenhando suas atividades exclusivamente de forma presencial. Instituído em 2022, o programa entrou em fase completa de implementação em novembro de 2024, e as primeiras avaliações de desempenho realizadas pelos órgãos federais deverão ser divulgadas ao longo deste ano.

O programa estabelece que o servidor pode exercer suas atividades em qualquer local previamente acordado com a chefia da unidade. Para aderir ao teletrabalho, no entanto, é necessário ter concluído um ano de estágio probatório. Nos casos de servidores removidos para outro órgão, a regra exige pelo menos seis meses de atuação presencial antes da autorização para o trabalho remoto.

Em nota, o Ministério da Gestão e Inovação afirmou que uma auditoria realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) em cinco órgãos federais identificou avanços nos mecanismos de acompanhamento das atividades e no controle das metas estabelecidas dentro do modelo de gestão por desempenho.

Segundo a pasta, o programa também contribui para reduzir despesas relacionadas à infraestrutura física da administração pública. “A dinâmica do PGD reduz a pressão por expansão imediata de áreas físicas, locação de novos imóveis e aquisição adicional de mobiliário e equipamentos, especialmente em contextos de ampliação da força de trabalho”, informou o ministério.

Entre os órgãos federais com mais de cinco mil servidores, o Ministério da Gestão e Inovação lidera proporcionalmente o uso do teletrabalho, com cerca de 67% dos funcionários atuando em regime remoto. Na sequência aparecem o Ministério da Fazenda, com 56%, a Advocacia-Geral da União (AGU), com 53%, e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), onde 49% dos servidores trabalham de forma híbrida ou totalmente remota.

Mesmo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que desde 2024 busca restringir o home office, mantém aproximadamente 27% de seus servidores em algum regime de teletrabalho. Neste mês, a presidência do órgão decidiu limitar a modalidade para novos servidores aprovados no Concurso Nacional Unificado (CNU).

Para o advogado especializado em relações governamentais e gestão pública Asafe Silva, o trabalho remoto deverá permanecer como parte da estrutura da administração pública, desde que acompanhado por mecanismos consistentes de avaliação de desempenho.

“O risco do controle tradicional do ponto é criar uma aparência de gestão. O servidor está presente, mas isso não significa necessariamente que está entregando bem. O risco da gestão por metas, por outro lado, é transformar tudo em número e perder a qualidade, complexidade ou atendimento ao cidadão. No serviço público, a eficiência não pode ser medida apenas por conveniência interna, mas pelo resultado para o cidadão.”

Na avaliação da professora de Gestão de Carreiras da Fundação Getulio Vargas (FGV), Gabriela Nunes, o teletrabalho amplia a autonomia dos servidores e pode contribuir para ganhos de produtividade. Ela ressalta, porém, que o modelo também impõe desafios às equipes de gestão.

“Fazer uma comunicação adequada tanto para quem está no presencial, no híbrido e no teletrabalho é difícil. Outro desafio é o engajamento, que é mais difícil de se manter com as pessoas trabalhando à distância, mantendo uma cultura organizacional. Tem aí a questão da equidade, tanto no reconhecimento quanto na distribuição de trabalhos entre esses funcionários.”

O crescimento do home office alimenta discussões sobre possíveis mudanças nas regras do funcionalismo. Em 2024, uma proposta de Reforma Administrativa apresentada ao Congresso previa limitar o teletrabalho a, no máximo, 20% da força de trabalho de cada órgão e restringir a modalidade a apenas um dia por semana. O texto também determinava que ocupantes de cargos estratégicos e funções de confiança trabalhassem presencialmente. A proposta não avançou.

Por O Correio de Hoje

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16 jul

Morre aos 83 anos o jornalista Renato Machado, ex-apresentador do Bom Dia Brasil

Morre aos 83 anos o jornalista Renato Machado, ex-apresentador do Bom Dia Brasil

O jornalista Renato Machado, ex-apresentador do Bom Dia Brasil, morreu na manhã desta quinta-feira 16, aos 83 anos. Ele estava internado na Clínica São Vicente, na Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro.

Renato Machado construiu uma carreira de mais de quatro décadas na TV Globo. Ao longo desse período, apresentou o Bom Dia Brasil, o Jornal da Globo e o RJTV, integrou a bancada do Jornal Nacional e atuou como correspondente internacional e repórter especial.

Entre 1996 e 2010, foi apresentador e editor-chefe do Bom Dia Brasil. Durante esse período, participou da reformulação do telejornal, que passou a adotar um formato com maior interação entre os apresentadores, entradas ao vivo de repórteres e comentaristas e uso ampliado do estúdio. Na bancada, dividiu a apresentação com Leilane Neubarth e, posteriormente, com Renata Vasconcellos.

A trajetória de Renato Machado no jornalismo começou em 1969, como repórter do Jornal do Brasil. Em 1982, ingressou na TV Globo, onde participou da cobertura da Guerra das Malvinas, um de seus primeiros grandes trabalhos na emissora.

No ano seguinte, tornou-se correspondente da Globo em Londres. Durante o período, cobriu acontecimentos internacionais, como os atentados ocorridos em Paris, em 1986, e o acidente nuclear de Chernobyl. Ao retornar ao Brasil, em 1988, passou a atuar como repórter especial da emissora.

Em depoimento ao projeto Memória Globo, Renato Machado falou sobre a profissão e o processo de aprendizado no telejornalismo.

“Para ser telejornalista é necessário um acúmulo de conhecimento. É saber curiosidades sobre grua, tráfego de câmera, enquadramento, cores, texto, edição. É uma troca. Um universo de aprendizado que, a cada dia, você vê que você erra”, afirmou.

agora rn

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