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Notícia
13 mar

Hackathon Cívico encerra segunda edição em Currais Novos reforçando importância do incentivo ao empreendedorismo

Hackathon Cívico encerra segunda edição em Currais Novos reforçando importância do incentivo ao empreendedorismo

O termo pode ser diferente, mas o efeito é conhecido por cada vez mais gente. O Hackathon Cívico teve sua segunda edição em Currais Novos, contando com a participação de mais de 30 estudantes em busca de propor soluções diante de problemas reais em ideias que podem, quem sabe, ser comercializadas posteriormente.

A iniciativa do Hackathon reúne jovens de diferentes áreas do conhecimento em uma dinâmica colaborativa para discutir desafios do setor público e propor alternativas que possam contribuir para melhorias administrativas e institucionais.

O evento conta com a participação de comunidades acadêmicas e organizações estudantis, entre elas a Avance Júnior, empresa júnior do curso de Administração, e a Techovalle, ligada à área de tecnologia. Outras iniciativas e projetos também estão integrados às atividades, fortalecendo a articulação entre estudantes, pesquisadores e representantes de instituições locais.

“O HackCívico mostra que quando abrimos espaço para a participação dos jovens e para o diálogo entre instituições, surgem ideias criativas e viáveis para melhorar a gestão pública. Foi muito positivo ver estudantes, mentores e parceiros trabalhando juntos para pensar soluções que podem contribuir diretamente com o município”, avaliou Fernando Café, diretor da Escola do Legislativo José Bezerra.

Entre os parceiros institucionais estão a Prefeitura de Currais Novos, por meio da SEMTURI, a Câmara Municipal, através da Escola do Legislativo, além da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e do Sebrae. A CDL participa da ação em parceria com o CN Hub, contribuindo para aproximar o ecossistema de inovação das discussões voltadas à gestão pública.

Brasil
13 mar

EUA investigam 60 países por omissão no combate ao trabalho escravo incluindo o Brasil

EUA investigam 60 países por omissão no combate ao trabalho escravo incluindo o Brasil

O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (Ustr, do nome original inglês) anunciou que vai apurar se as medidas que 60 países, incluindo o Brasil, adotam para impedir a exportação de bens supostamente produzidos com o emprego de trabalho forçado são suficientes para evitar a concorrência desleal e eventuais prejuízos às empresas estadunidenses.

“Essas investigações determinarão se os governos estrangeiros tomaram medidas suficientes para proibir a importação de produtos fabricados com trabalho forçado e como a falha em erradicar essas práticas abomináveis impacta os trabalhadores e as empresas americanas”, afirmou o representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, em um comunicado que o Ustr divulgou nesta quinta-feira (12).

Entre as nações investigadas estão 60 dos maiores parceiros comerciais dos EUA: China; União Europeia; México; Canadá; Israel; Reino Unido e Emirados Árabes, entre outros. Na América Latina, a medida atinge, além de Brasil e México, a Argentina; Colômbia; Costa Rica; Equador; El Salvador; Guatemala; Guiana; Nicarágua; Peru; Uruguai e Venezuela.

“Por muito tempo, trabalhadores e empresas americanas foram forçados a competir com produtores estrangeiros que podem ter uma vantagem de custo artificial obtida com o flagelo do trabalho forçado”, acrescentou Greer, deixando claro que o foco da iniciativa é combater o que as autoridades estadunidenses interpretem como uma prática de concorrência desleal, e não possíveis violações aos direitos humanos.

Vinculada diretamente ao gabinete do presidente dos Estados Unidos, a Ustr é a agência governamental responsável por negociar acordos comerciais com outros países e assessorar o mandatário estadunidense em relação à política comercial. Para começar a apurar se “os atos, políticas e práticas” das 60 economias escrutinadas “são desarrazoados ou discriminatórios e oneram ou restringem o comércio dos EUA”, a agência se vale de uma lei de 1974, que autoriza o representante comercial a instaurar uma investigação por iniciativa própria.

A Seção 301 da Lei de Comércio visa a combater práticas estrangeiras que os EUA julguem desleais e que afetem seus interesses comerciais. Se a USTR determinar que um país investigado não impôs barreiras capazes de impedir a exportação de bens produzidos com o emprego de trabalho análogo à escravidão, a Casa Branca pode aplicar tarifas punitivas ou restrições comerciais contra esses mesmos produtos.

Segundo o Ustr, autoridades dos 60 países alvos da iniciativa já foram notificados. O escritório realizará audiências em 28 de abril, para ouvir os argumentos dos interessados. Para garantir que suas considerações sejam levadas em conta, as partes interessadas devem enviar comentários por escrito, solicitações para comparecer à audiência, juntamente com um resumo do depoimento, até 15 de abril de 2026.

A reportagem da Agência Brasil entrou em contato com os ministérios do Trabalho e Emprego (MTE) e Público do Trabalho (MPT) e aguarda por suas manifestações. 

© Wellyngton Souza/Sesp-MT

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Brasil
13 mar

Lula: assessor de Trump só entrará no país se Padilha entrar nos EUA

Lula: assessor de Trump só entrará no país se Padilha entrar nos EUA

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta sexta-feira (13) que o assessor do governo do presidente Donald Trump Darren Beattie só entrará no Brasil quando o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, puder entrar nos Estados Unidos.

“Aquele cara americano que disse que vinha pra cá, para visitar Jair Bolsonaro, foi proibido de visitar. E eu o proibi de vir ao Brasil enquanto não liberar os vistos do meu ministro da Saúde, que estão bloqueados.”

Durante agenda no Rio de Janeiro, Lula lembrou que os Estados Unidos cancelaram o visto da esposa e da filha de 10 anos de Padilha, no ano passado. À época, o visto do ministro estava vencido e, portanto, não passível de cancelamento.

“Padilha, esteja certo que você está sendo protegido”, completou Lula.

Visita negada

Na quinta-feira (14), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes negou o pedido do ex-presidente Jair Bolsonaro para receber a visita de Darren Beattie.

Na decisão, Moraes disse que a visita do assessor a Bolsonaro não foi comunicada à diplomacia brasileira e não está inserida na agenda oficial que será cumprida no Brasil.

“Ingerência”

Também na quinta (14), o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, informou a Moraes que a visita a Bolsonaro poderia configurar “indevida ingerência” em assuntos internos do Brasil.

A declaração consta em ofício enviado pelo chanceler brasileiro ao ministro do Supremo.

“A visita de um funcionário de Estado estrangeiro a um ex-presidente da República em ano eleitoral pode configurar indevida ingerência nos assuntos internos do Estado brasileiro”, afirmou Vieira no documento.

Pedido

O ex-presidente Jair Bolsonaro pediu, na última terça-feira (10), ao STF autorização para receber a visita de Darren Beattie. Aliado do presidente Donald Trump, Beattie trabalha para o Departamento de Estado e é responsável por assuntos ligados ao Brasil.

No pedido de autorização encaminhado ao Supremo, a defesa de Bolsonaro pediu que a visita seja realizada na próxima segunda-feira (16), no período da manhã, ou na terça-feira (17) – datas em que o assessor estará em visita oficial ao Brasil.

A entrada de um tradutor na prisão também foi solicitada.

© Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

Rio Grande do Norte
13 mar

Dnit autoriza mineradora a mudar traçado da BR-226 para ampliar exploração de ouro no RN

Dnit autoriza mineradora a mudar traçado da BR-226 para ampliar exploração de ouro no RN

A mineradora Aura Minerals fez um acordo com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) para redifinir o traçado da BR-226, que passa ao lado da Mina Borborema, no Rio Grande do Norte.

Um novo trecho de rodovia será construído desviando da área de mineração, a fim de que o trecho atual possa ser destruído. Estudos identificaram reservas de ouro embaixo da estrada.

De acordo com comunicado da empresa a investidores, a mudança deve permitir a ampliação da exploração de ouro na zona rural de Currais Novos.

A operação da mina foi iniciada em outubro de 2025. Na ocasião, a empresa já havia confirmado ao g1 que buscava um acordo com as autoridades para mudar o traçado da rodovia e ampliar a capacidade de exploração.

Segundo comunicado da empresa publicado no dia 26 de fevereiro, com a atualização do relatório técnico do projeto, a base de reservas minerais da mina aumentou em 82%, chegando a cerca de 1,5 milhão de onças de ouro (cada onça corresponde a 31,1 gramas de ouro).

Aproximadamente 670 mil onças adicionais se tornaram viáveis com o acordo para a realocação da rodovia.

De acordo com a empresa, o estudo de viabilidade do projeto prevê reservas prováveis de 40,7 milhões de toneladas de minério, com teor médio de 1,13 grama de ouro por tonelada, contendo cerca de 1,479 milhão de onças de ouro.

A previsão é que a mina tenha vida útil de 20 anos e 5 meses, com produção média estimada em 65 mil onças – mais de 20 mil kg de ouro – por ano.

Em nota, o Dnit informou o acordo foi assinado no dia 3 de março e autoriza a empresa a elaborar os projetos de engenharia e a executar as obras de um novo traçado para a rodovia.

“O início das obras está condicionado à aprovação dos projetos de engenharia pelo Dnir, à obtenção das licenças ambientais pertinentes e à conclusão das etapas de desapropriação necessárias”, informou o órgão federal.

O acordo tem vigência de 730 dias, a contar da data de assinatura, mas pode ser prorrogado.

Os valores totais de investimento não foram informados, mas o departamento federal informou que toda o investimento será feito pela mineradora.

A empresa deverá:

  • elaborar os estudos e projetos de engenharia necessários à alteração de traçado da rodovia;
  • obter as licenças ambientais necessárias;
  • se responsabilizar pela aquisição das áreas necessárias à implantação do empreendimento
  • assegurar que os projetos sejam desenvolvidos em conformidade com as normas técnicas

g1 procurou a mineradora Aura Minerals, mas não recebeu posicionamento sobre a mudança até a última atualização desta reportagem.

G1

PAX
Notícia
13 mar

Prefeitura de Currais Novos entrega pavimentação da Rua Beatriz de Melo Lula no Bairro Radir Pereira

Prefeitura de Currais Novos entrega pavimentação da Rua Beatriz de Melo Lula no Bairro Radir Pereira

Obra realizada com recursos próprios traz mais mobilidade, segurança e qualidade de vida para os moradores

Currais Novos (RN) – A Prefeitura de Currais Novos realizou na manhã desta sexta-feira (13) a entrega oficial da pavimentação da Rua Beatriz de Melo Lula, localizada no bairro Radir Pereira. A obra, executada com recursos próprios do município, contemplou uma área de 1.964,61 m², com investimento total de R$ 164.236,24, e tem como objetivo garantir mais infraestrutura, segurança e qualidade de vida aos moradores da região.

A moradora Daguia Araújo, que foi a primeira a residir na rua, comemorou a realização do sonho antigo. “Esperava ansiosa por essa pavimentação há vários anos. Agora, para cumprir uma promessa, vou subir a rua de joelho, agradecendo por essa conquista”, disse emocionada.

Outra moradora, Francisca Estela, destacou os benefícios diretos da obra. “Hoje temos caminhão de lixo, ambulância e vários serviços que antes não chegavam à nossa rua. Agora é possível graças à pavimentação”, comentou.

O prefeito Lucas Galvão ressaltou a importância da entrega e o compromisso da gestão com melhorias na cidade. “Investir em pavimentação não é apenas calçar ruas, mas proporcionar dignidade, mobilidade e segurança para a população. Essa obra representa nosso compromisso de melhorar a vida de quem vive em Currais Novos, e vamos continuar trabalhando para levar progresso a todos os bairros”, afirmou.

A Prefeitura reforça que a pavimentação urbana é prioridade da atual gestão e que outras ruas do município estão previstas no plano de obras para os próximos meses, garantindo desenvolvimento e melhor qualidade de vida para toda a população.

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