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Rio Grande do Norte
17 dez

Diplomação dos Eleitos de Cerro Corá é Realizada com Destaques e Emoção

Na manhã desta terça-feira, foram diplomados os eleitos de Cerro Corá para o mandato de 2025-2028. A cerimônia, conduzida pelo Juiz Eleitoral Dr. Marcus Vinícius e pelo Promotor de Justiça Yves Porfírio, contou com a participação de familiares, amigos e lideranças políticas da região.

Os vereadores eleitos foram:

1. Breno Bezerra (PL) – 713 votos (9,14%) – o mais votado desta eleição.

2. Vagton Arroz (PSB) – 674 votos (8,64%).

3. Felipe Silva (PL) – 632 votos (8,10%).

4. Dedé de Manoel de Cláudio (PP) – 565 votos (7,25%).

5. Assis da Pousada (UNIÃO) – 537 votos (6,89%).

6. Santos Capote (PSB) – 398 votos (5,10%).

7. Rodolfo Guedes (UNIÃO) – 397 votos (5,09%).

8. João Alexandre (PP) – 389 votos (4,99%).

9. Felipe Braz (UNIÃO) – 323 votos (4,14%) – o mais jovem vereador eleito, com apenas 18 anos.

Além disso, o prefeito eleito Marcial de Doca (MDB) e sua vice Maria das Graças foram diplomados, reafirmando o compromisso com a população de Cerro Corá. Durante sua fala, Marcial destacou os desafios que enfrentará e a dedicação para promover melhorias na cidade.

O vereador mais votado, Breno Bezerra (PL), também discursou, agradecendo a confiança dos eleitores e reafirmando seu compromisso em trabalhar pelo desenvolvimento do município.

A cerimônia, que teve o apoio da 20ª Zona Eleitoral, representada pelo chefe Raimundo Nonato, marcou um momento de emoção e esperança para os eleitos e a comunidade de Cerro Corá.

 

Lojão do Real
Rio Grande do Norte
17 dez

ICMS em 18% fez varejo do RN saltar 13,4% em outubro, diz Fecomércio

Comércio do Estado tem registrado bom desempenho durante o ano, período em que a alíquota do ICMS foi mantida em 18% | Foto: Adriano Abreu

O desempenho do comércio no mês de outubro deste ano foi o melhor em 14 anos. Impulsionado pelo volume de vendas registrado no Dia das Crianças, o desempenho do comércio apresentou alta de 13,4% em outubro, em relação ao mesmo mês do ano passado, tendo a maior taxa de crescimento mensal no ano e a maior para o mês de outubro desde 2012. Segundo avaliação da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Rio Grande do Norte (Fecomércio-RN), o crescimento observado na última edição da Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE está diretamente ligado ao aumento dos níveis de emprego e renda dos potiguares, alavancados pela alíquota do ICMS em 18%. Com isso, as entidades representativas do setor produtivo potiguar reforçaram suas posições contrárias em relação ao projeto que prevê o aumento deste imposto no Estado. O projeto que amplia o tributo de 18% para 20% será votado nesta quarta-feira (18) pelos deputados.

“Esse momento de crescimento e recuperação da economia do Estado está ancorado em uma série de fatores, mas principalmente numa maior capacidade de geração de emprego e renda – algo que só foi possível com o retorno da alíquota do ICMS para 18%. No ano passado, quando os negócios locais operavam com um imposto de 20%, nem as vendas do Dia das Crianças conseguiram impedir uma retração de 2% sobre outubro de 2022”, ressaltou o presidente da Fecomércio RN, Marcelo Queiroz.
Baseado na tendência observada no passado, a expectativa da Federação é que o varejo potiguar encerre 2024 com alta nas vendas superior a 5%. Embora tais indicadores reflitam um cenário positivo para 2024, a aceleração do aumento da taxa básica de juros e do desequilíbrio fiscal local e nacional lançam dúvidas sobre a capacidade de o setor terciário sustentar o atual ritmo de atividade econômica no próximo ano.

A queda do desemprego também está aquecendo os serviços, que, em outubro, superou as expectativas e cresceu 13,2%, na comparação com o mesmo mês de 2023. Foi o melhor desempenho para o mês de outubro no RN em toda série histórica, iniciada em 2012 e mais do que o dobro da variação nacional, que registrou crescimento de 6,3%. De acordo com a Confederação Nacional do Comércio (CNC), o resultado positivo ajudou os negócios do setor a registrarem as maiores altas dos salários de contratação, que cresceram até 17,3%.

“Com mais renda e menos desemprego, muitos negócios do setor de serviços começam a sofrer com a escassez de mão de obra qualificada, o que acaba gerando um aumento nos salários de várias carreiras. Apesar de nos deixar otimistas de que os serviços do RN continuarão crescendo daqui para o ano que vem, esse cenário é ameaçado por uma série de fatores políticos e econômicos – como um novo aumento de ICMS, que poderia interromper esse ciclo virtuoso”, destacou o presidente da Fecomércio RN, Marcelo Queiroz.

ICMS

Com previsão de votação na Assembleia Legislativa na próxima quarta-feira (18), o presidente da Fecomercio-RN avalia que uma eventual aprovação do aumento da alíquota do ICMS “teria sérios impactos sobre a economia do Rio Grande do Norte”. Ele lembra que a entidade participou ativamente de todo processo de discussões sobre o tema e recentemente, em audiência pública, apresentou alternativas “que realmente atendam às necessidades fiscais do Estado, sem sobrecarregar a população e os negócios”.

“Em primeiro lugar, a elevação da carga tributária reduziria o poder de compra da população e poderia inibir o consumo, afetando principalmente o comércio e os serviços, setores essenciais para a geração de empregos e a ma-nutenção do crescimento econômico. Além disso, o aumento da alíquota não resolveria os problemas fiscais estruturais do estado, como o descontrole das despesas públicas, que crescem de forma desproporcional às receitas. A medida pode ainda comprometer os investimentos, já que a arrecadação adicional seria destinada integralmente ao pagamento de despesas com pessoal, conforme proposta do Executivo. Em termos comparativos, o Rio Grande do Norte ficaria menos competitivo em relação a outros estados do Nordeste”, opina Marcelo Queiroz, presidente da entidade.

O presidente da Federação das Indústrias do RN (Fiern) Roberto Serquiz, disse que a alíquota de ICMS em 18% é um diferencial competitivo para o Rio Grande do Norte.

“Não quero alimentar expectativa, mas tenho esperança. Esperança de que o Rio Grande do Norte possa manter os 18%, que são um importante diferencial competitivo para o nosso estado nesse momento. Aumentar impostos não é a única solução para o incremento das receitas. Se as alternativas apresentadas na agenda propositiva que entregamos ao governo tivessem sido adotadas, não precisaríamos estar discutindo aumento de impostos. De fato, o que a FIERN defende é um pacto entre poderes, setor produtivo e sociedade para que seja traçado um verdadeiro plano para recuperação fiscal do Estado”, apontou.

Na semana passada, a Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte derrubou a emenda encartada na Comissão de Fiscalização e Finanças, mantendo o projeto original do Executivo que prevê o reajuste do ICMS a partir de 2025 para 20%. A matéria segue agora para análise final do plenário.

Projeto

O Governo do Rio Grande do Norte encaminhou à Assembleia Legislativa (ALRN) um projeto de lei para aumentar a alíquota do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) de 18 para 20%. O Governo alega perdas de arrecadação e tem condicionado reajustes de servidores ao aumento do imposto em 2025.

Na mensagem enviada à ALRN, a governadora Fátima Bezerra (PT) alegou que o aumento do imposto é necessário para evitar perdas substanciais na arrecadação do Rio Grande do Norte. O argumento princi-pal é a Reforma Tributária. Segundo o Executivo, a nova Lei estabelece como parâmetro para o rateio da arrecadação do novo imposto sobre o consumo, a receita média de cada ente federativo no período de 2019 a 2026. O Governo disse que discutiu e apresentou as medidas junto ao setor produtivo antes do envio das matérias à ALRN.

Recentemente, o Estado já tinha conseguido a aprovação do aumento da alíquota de 18% para 20% em 2022, de forma temporária, até o fim de 2023. No ano passado, a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) tentou renovar a validade da alíquota de modo permanente, mas foi derrotada pela oposição na Assembleia Legislativa do RN.

Tribuna do Norte

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Rio Grande do Norte
17 dez

Ceres está com inscrição aberta para para especialização online


A especialização online Metodologia Científica para Formação de Professores está com inscrições abertas até esta segunda-feira, 16. O curso, coordenado pelo Centro de Ensino Superior do Seridó (CERES/UFRN), oferece formação à distância, com foco na capacitação de professores da educação básica.

A iniciativa é resultado de um trabalho colaborativo entre docentes de diferentes departamentos do CERES, sendo financiada pela Universidade Aberta do Brasil (UAB).

A especialização à distância surge de um esforço coletivo para democratizar o acesso ao conhecimento e fortalecer competências científicas e pedagógicas. Segundo a coordenadora da especialização, Anna Cláudia Nobre, o curso deverá promover impactos significativos no ensino ao capacitar professores como agentes de transformação social e multiplicadores de conhecimento em suas comunidades.

“Minhas expectativas são as mais elevadas em relação ao impacto transformador que este curso pode proporcionar, especialmente aos professores da educação básica”, ressalta a coordenadora, ao falar sobre o fortalecimento e evolução de pesquisa pedagógica que a especialização oferece dentro das instituições.

PAX
Geral
17 dez

NIS FINAL 6: pagamentos do Bolsa Família nesta terça-feira (17)


A CAIXA inicia, nesta terça-feira (17), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de dezembro para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 6.

Os pagamentos são realizados na conta CAIXA Tem ou na Poupança da CAIXA. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.

O benefício também pode ser movimentado com o cartão de débito em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada.

No aplicativo Bolsa Família é possível acompanhar as informações do benefício, além de receber atualizações e novidades sobre o Programa.

Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone.
Fonte: Brasil 61

PAX
Geral
17 dez

Crise financeira e falta de recursos desafiam a gestão de 71% dos prefeitos

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Para 71,2% dos municípios brasileiros, a crise financeira e a falta de recursos são os maiores desafios de gestão nos últimos quatro anos. Essa porcentagem corresponde a 3.186 prefeituras. A informação foi divulgada em um estudo elaborado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM). Ao todo, o levantamento foi realizado junto a 4.473 cidades.

De acordo com a pesquisa, 53,1% dos entes relataram como dificuldade de gestão a instabilidade política e econômica. Questões relacionadas a reajustes salariais e à saúde também estão entre as mais apontadas pelos gestores públicos, com 47,8%. No Nordeste brasileiro, por exemplo, esse relato foi mais frequente entre prefeituras da Bahia, abrangendo 167 cidades, ou 13%.

As prefeituras também responderam sobre o Censo e as estimativas populacionais. Nesse caso, a taxa chegou a 45,1%, com destaque para Minas Gerais entre os estados do Sudeste. Nessa unidade da federação, o total de municípios atingiu 215, ou seja, 7% dos entrevistados. Já sobre desastres naturais, no geral, o percentual foi de 34,2%, com destaque para o Rio Grande do Sul entre os estados do Sul, abrangendo 391 municípios e uma taxa de 20%.

Reeleitos
Houve, ainda, um questionamento aos prefeitos reeleitos sobre a confiança no desempenho dos recursos financeiros para 2025. Nesse caso, o estudo mostra equilíbrio entre as respostas. Enquanto 49,3% declararam estar confiantes ou muito confiantes, 49,1% afirmaram estar pouco confiantes ou nada confiantes.

Cidades do Sul e Sudeste aparecem no topo do ranking da eficiência da máquina pública

CFEM: valor repassado a entes produtores em dezembro de 2024 é 8,5% menor que no mesmo período de 2023

De maneira geral, mesmo que a maioria tenha enfrentado dificuldades financeiras, 80,9% dos gestores responderam que encerrarão o ano e o mandato com as contas em dia. Do total de entrevistados, 1.055 – ou 22,5% – afirmaram que concluirão os mandatos deixando restos a pagar para a próxima gestão, enquanto outros 3.162 – ou 70,7% – não deixarão esse tipo de pendência.

Fonte: Brasil 61

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