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Currais Novos
23 dez

VEREADORA RAYSSA VISITA SALA DE VACINA DA UBS EXPEDITO ARAÚJO QUE GANHOU PINTURA LÚDICA PARA CRIANÇAS

A vereadora Rayssa esteve hoje (23), visitando a sala da UBS Expedito Araújo, no bairro Paizinho Maria, para conferir o resultado de sua reivindicação para pintura lúdica na sala de vacina da unidade.

A Unidade agora conta com uma sala de vacina mais acolhedora e atrativa para as crianças. O espaço recebeu uma pintura lúdica, com cores vibrantes e personagens infantis, tornando o ambiente mais amigável e ajudando a reduzir o medo e a ansiedade dos pequenos durante a vacinação.

A iniciativa partiu de uma solicitação da vereadora Rayssa Aline, que destacou a importância de humanizar os espaços de saúde. “Essa nova pintura não é apenas estética, mas uma forma de humanizar o atendimento e oferecer um ambiente mais confortável para as crianças e suas famílias. Vacinação é cuidado e proteção, e queremos que esse momento seja especial,” afirmou a vereadora.

A pintura foi cuidadosamente planejada para criar um clima de leveza e diversão, com elementos que estimulam a imaginação das crianças.

Segundo a equipe da UBS, o novo visual já tem surtido efeito positivo, com crianças mais tranquilas e até mesmo curiosas para visitar o local.

Além de embelezar o espaço, a iniciativa reforça o compromisso com a saúde preventiva e o bem-estar das famílias. A ação também integra os esforços do município em melhorar a experiência dos usuários nos serviços de saúde, mostrando que pequenas mudanças podem gerar grandes impactos.

A sala de vacina da UBS Expedito Araújo está aberta para atender a comunidade e, agora, também oferece um ambiente que acolhe e encanta os pequenos cidadãos de Currais Novos.

Campo Forte
Geral
23 dez

51% dos brasileiros dizem ter mais medo da polícia do que confiança nela, segundo Datafolha

Um total de 51% dos brasileiros acima de 16 anos disseram ter mais medo do que confiança na polícia, segundo pesquisa Datafolha divulgada neste último domingo (21).

O dado supera por pouco o de pessoas que afirmaram mais confiar na polícia do que temê-la: são 46%.

O instituto entrevistou 2.002 pessoas, de 16 anos ou mais, em 113 municípios de todo o país em 12 e 13 de dezembro deste ano. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O resultado é semelhante ao aferido na pesquisa anterior em que a mesma pergunta foi feita, em abril de 2019, em meio a gestão de Jair Bolsonaro (PL). Na época, 51% afirmaram ter mais medo, enquanto 47% tinham mais confiança.

O pesquisador Renato Sérgio de Lima, diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, afirmou que o resultado do levantamento deve servir de alerta para os agentes de segurança mudarem sua forma de atuação.

“A população não se sente segura em relação à forma de trabalho da polícia, mas não é de hoje”, disse ele. “Há aqui um reconhecimento de que a forma com que elas têm atuado historicamente tem incomodado, porque não é uma forma que vê a segurança e o direito social para todos.”

Para Carolina Diniz, coordenadora de enfrentamento à violência institucional da Conectas Direitos Humanos, o medo da polícia é um fenômeno cíclico. “Não se trata de uma situação que acontece agora. Em São Paulo, a situação está longe do controle, mas temos visto dados alarmantes ao longo da história do Brasil.”

A pesquisa do Datafolha aponta que o temor tem dado parecido entre gêneros (56% entre mulheres 52% entre homens). Há, no entanto, diferenças entre pretos (59%, ante 45% entre brancos) e entre eleitores de Lula e de Bolsonaro no segundo turno de 2022 (58% no caso do primeiro e 40% no do segundo). As margens de erro nesses segmentos variam de 3 a 5 cinco pontos percentuais.

Segundo Diniz, os homens, geralmente, são os principais alvos da violência policial, mas são elas que cuidam dessas vítimas. “São as mulheres que sofrem essa violência, que não sabem se os filhos vão voltar para casa.”

No caso de quem tem mais confiança os agentes de segurança do que medo, as taxas mais altas estão entre homens (52%, ante 40% entre as mulheres), moradores da região Sul (57%), brancos (53%, ante 38% entre os pretos), e os eleitores de Bolsonaro no 2º turno da eleição presidencial de 2022 (58%, ante 38% entre os eleitores de Lula). As margens de erro nesses segmentos variam de três a seis pontos.

Nas últimas semanas, o estado de São Paulo enfrenta uma crise na segurança pública com casos em sequência de violência policial.

Em um deles, um soldado foi filmado jogando um homem em um córrego em Cidade Ademar, na zona sul da capital paulista. Em outro, um estudante de medicina foi morto com um tiro disparado por um PM dentro de um hotel na Vila Mariana, também na zona sul.

Noutro episódio, um soldado, que estava de folga, matou um rapaz de 26 anos com 11 tiros no Jardim Prudência, na zona sul. Ele foi atingido ao tentar fugir com produtos de limpeza furtados de um mercado.

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) disse durante entrevista coletiva, no último dia 18, que o estado tem uma excelente polícia. “Infelizmente, há desvios de conduta que serão severamente punidos. Não vamos passar pano em nada. Tolerância zero de desvio de conduta.”

O Datafolha mostrou também que a maioria da população (63%) disse ter tomado conhecimento sobre os casos de violência policial em São Paulo, sendo que 34% responderam estar bem informados sobre o tema, 25%, mais ou menos informados, e 4%, mal informados. Uma parcela de 37% declarou não ter conhecimento acerca dos casos –entre os que têm 16 a 24 anos, o índice sobe para 56%.

Entre aqueles que tiveram conhecimento dos recentes casos, 55% afirmaram ter mais medo que confiança na polícia, e 42%, mais confiança que medo.

Para Lima, do Fórum, a falta de segurança em geral no país contribui para que parte da população se sinta compelida a apoiar discursos que acabam por apoiar a violência policial.

Ele cita como exemplo o atual secretário de Segurança Pública paulista, Guilherme Derrite. Capitão reformado, Derrite foi questionado em um podcast, em maio de 2021, sobre os motivos que o levaram a deixar a Rota. “A real? Porque eu matei muito ladrão”, disse na ocasião.

Ainda segundo Lima, a pesquisa mostra que declarações desse tipo “vão afetando esse outro lado que é a legitimidade da polícia enquanto instituição reconhecida e responsável pelo provimento de segurança pública e ordem”.

Folha de São Paulo

Lojão do Real
olisun-full
Geral
23 dez

Dino manda suspender pagamento de R$ 4 bi em emendas e aciona PF

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Flávio Dino determinou nesta segunda-feira (23) a suspensão do pagamento de aproximadamente R$ 4 bilhões em emendas parlamentares.
Dino também mandou instaurar um inquérito pela Polícia Federal para apurar a liberação desses valores, “a fim de que os fatos sejam adequadamente esclarecidos, inclusive com a oitiva dos citados parlamentares”.

A decisão é um novo capítulo da disputa sobre essas verbas que levou a uma crise entre STF e Congresso nos últimos meses.

Dino atendeu a uma representação do PSOL que apresentou novos fotos a respeito do pagamento das emendas de comissão -alvo de críticas e de decisões anteriores do próprio ministro pela falta de transparência.

A representação cita o ofício de encaminhamento ao governo federal, subscrito por 17 líderes partidários da Câmara dos Deputados, com a indicação de 5.449 emendas.

Esse total de emendas totaliza R$ 4,2 bilhões e se daria “sem aprovação prévia e registro formal pelas comissões, sob o pretexto de ‘ratificar’ as indicações previamente apresentadas pelos integrantes das comissões”.

Em sua decisão, Dino determinou que a Câmara dos Deputados publique em seu site, em um prazo de até cinco dias úteis, as atas das reuniões das comissões permanentes nas quais foram aprovadas as indicações dessas emendas.

O ministro do STF afirmou que “não é compatível com a ordem constitucional” o que descreveu como uma continuidade no ciclo de denúncias acerca de obras malfeitas, desvios de verbas, “malas de dinheiro sendo apreendidas em aviões, cofres, armários ou jogadas por janelas”, em face de operações policiais e do Ministério Público.

“Tamanha degradação institucional constitui um inaceitável quadro de inconstitucionalidades em série, demandando a perseverante atuação do Supremo Tribunal Federal”, afirma.

Dino também determinou que o Poder Executivo só poderá executar as emendas parlamentares relativas ao ano de 2025 com a conclusão de todas as medidas corretivas já ordenadas pelo STF.

Jornal de Brasila

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Geral
23 dez

Concurso INSS com 500 vagas abre inscrições nesta segunda. Veja detalhes


Foto: Reprodução
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) lançou um dos concursos públicos mais aguardados do ano. Com a publicação do edital, ficou confirmada a oferta de 500 vagas para o cargo de Perito Médico Federal, com remuneração inicial de R$ 14.166,99 para uma jornada de 40 horas semanais.

As inscrições serão abertas a partir desta segunda-feira, 23 de dezembro, e se estenderão até 9 de janeiro de 2024, oferecendo aos interessados um período considerável para se prepararem e efetivarem sua participação.

Detalhes das vagas e requisitos
O concurso do INSS disponibiliza um total de 500 vagas, sendo 250 para provimento imediato e outras 250 para formação de cadastro de reserva. Esta distribuição visa não apenas suprir as necessidades imediatas do órgão, mas também criar um banco de profissionais qualificados para futuras convocações.

Para concorrer a uma dessas vagas, os candidatos devem atender aos seguintes requisitos:

Possuir diploma de graduação em Medicina, devidamente registrado e fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC)
Possuir registro em vigência no Conselho Regional de Medicina
Cumprir com as obrigações eleitorais e militares (aplicável a candidatos do sexo masculino)
Ter nacionalidade brasileira ou portuguesa, com reconhecimento do gozo dos direitos políticos, nos termos do § 1º do art. 12 da Constituição Federal
É importante ressaltar que a formação em Medicina é um pré-requisito indispensável, não sendo aceitas inscrições de candidatos com formação em outras áreas da saúde.

Processo de inscrição
As inscrições para o concurso INSS serão realizadas exclusivamente via internet, através do site oficial do Cebraspe. O período de inscrição inicia-se às 10 horas do dia 23 de dezembro de 2024 e se encerra às 18 horas do dia 9 de janeiro de 2025, observado o horário oficial de Brasília/DF.

Para efetivar a inscrição, os candidatos deverão seguir os seguintes passos:

Acessar o site do Cebraspe
Preencher o formulário de inscrição com dados relevantes tanto pessoais quanto profissionais
Escolher a localidade onde deseja realizar as provas
Gerar o boleto da taxa de inscrição no valor de R$ 120,00
Concluir o pagamento até o prazo estabelecido, em 10 de janeiro de 2024
É fundamental que os candidatos estejam atentos aos prazos e procedimentos, pois não serão aceitas inscrições fora do período estabelecido ou com documentação incompleta.

Lojão do Real
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