bannner-geraldo
Notícia
02 mar

Policiais civis fantasiados prendem homem com celulares roubados em SP

Brasília (DF) 02/03/2025 - Power rangers' prendem homem com 7 celulares em bloco no Carnaval de SP
Agentes fantasiados perceberam a movimentação do suspeito e efetuaram a prisão.
Foto: Secretária de Segurança Pública SP/Divulgação
© Secretária de Segurança Pública SP/Divulgação

Policiais Civis fantasiados de power rangers se infiltraram nos blocos do Carnaval de rua de São Paulo e prenderam um homem com sete celulares roubados na tarde deste sábado (1º). 

O suspeito estava em meio aos foliões em um bloco perto do Parque do Ibirapuera, roubando celulares junto com outro homem, que conseguiu fugir.

“Os agentes receberam a informação de que o suspeito faz parte de uma quadrilha que veio ao estado para praticar os crimes durante o Carnaval. Com os dados, identificaram o local onde o bando está hospedado na Barra Funda, zona oeste”, informou a Secretaria Estadual de Segurança Pública de São Paulo. 

Em buscas no local, foram encontrados mais quatro aparelhos roubados e R$ 5 mil em espécie. 

Em outro bloco, na Zona Sul da cidade, a Polícia Militar prendeu um homem com 15 aparelhos furtados ou roubados dos foliões. Os policiais foram acionados por um folião que havia sido vítima de furto e que informou as características do ladrão aos policiais. Em patrulhamento pelas imediações do Parque do Ibirapuera, os policiais encontraram o suspeito.

Este é o segundo ano que a Polícia Civil usa agentes disfarçados nos blocos carnavalescos em São Paulo. A estratégia é tentar identificar os criminosos que se aproveitam da festa para praticar os crimes.

Pré-Carnaval

De acordo com as informações da SSP-SP, durante o pré-Carnaval, que aconteceu nos dias 22 e 23 de fevereiro, foi registrada uma queda de 62% nos casos de roubos e furtos de celulares em todo o estado de São Paulo na comparação com a pré-festa do ano passado. Foram 880 registros de boletins de ocorrências pelos crimes no fim de semana. No ano passado, entre os dias 2 e 3 de fevereiro, o número chegou a 2.344.

Em relação apenas aos casos onde houve violência para subtração do aparelho, a redução nos crimes foi de 60%. Em 2024, a Polícia Civil computou 802 roubos. No último fim de semana, foram 320 crimes em todo o estado.

Agência Brasil

CURRAIS-NOVOS-BLOG-NOVEMBRO-JEAN-SOUZA
Notícia
02 mar

Mundo tem 24 ‘superbilionários’: saiba quem são as pessoas com fortunas acima de US$ 50 bilhões

Foto: Arquivo pessoal Elon Musk

Um grupo ultrasseleto de 24 pessoas no mundo acumula fortunas acima de US$ 50 bilhões (ou R$ 292,4 bilhões), segundo um levantamento da empresa de inteligência patrimonial Altrata, divulgado pelo The Wall Street Journal. No topo da lista está Elon Musk, dono da Tesla, com um patrimônio estimado em US$ 419,4 bilhões.

Juntos, esses superbilionários somam US$ 3,3 trilhões (ou R$ 19,3 trilhões), o equivalente ao Produto Interno Bruto da França.

Em fevereiro, eles detinham 16% de toda a riqueza dos bilionários, um crescimento expressivo em relação aos 4% registrados em 2014. Entre eles, 16 possuem mais de US$ 100 bilhões — pertencentes à categoria dos centibilionários.

A maior parte fez fortuna no setor de tecnologia ou teve os negócios impulsionados pelos avanços da área. Entre os dez mais ricos, seis têm ligação direta com o setor.

Veja quem são os superbilionários e onde ele investem suas fortunas:

1 – Elon Musk (US$ 419 bilhões)

Fundador da Tesla, da SpaceX e de outras empresas, acumulou fortuna com inovação em tecnologia e transporte. Lidera projetos de inteligência artificial e exploração espacial. Conduziu a aquisição do Twitter em 2022.

2 – Jeff Bezos (US$ 264 bilhões)

Criou a Amazon em 1994, expandindo-a para ecommerce, tecnologia e mídia. Investiu na Blue Origin para exploração espacial. Deixou o cargo de CEO da Amazon em 2021.

3 – Bernard Arnault (US$ 239 bilhões)

Comanda a LVMH, maior conglomerado de luxo do mundo. Expandiu o portfólio da empresa com marcas icônicas, como Louis Vuitton e Dior. Atua na sucessão do grupo envolvendo seus filhos.

4 – Lawrence Ellison (US$ 237 bilhões)

Fundou a Oracle em 1977, consolidando-se no setor de software corporativo. Atua no conselho da Tesla e investe em tecnologia e biomedicina. Possui propriedades de alto valor, incluindo a ilha de Lanai.

5 – Mark Zuckerberg (US$ 221 bilhões)

Fundou o Facebook em 2004, transformando-o na Meta, focada no metaverso. Expandiu a empresa com aquisições como Instagram e WhatsApp. Investe em inteligência artificial e realidade virtual.

6 – Sergey Brin (US$ 161 bilhões)

Cofundou o Google em 1998, impulsionando a Alphabet, holding que controla a empresa. Trabalhou em avanços de inteligência artificial e inovação tecnológica. Permanece como acionista e conselheiro.

7 – Steve Ballmer (US$ 157 bilhões)

Foi CEO da Microsoft entre 2000 e 2014, expandindo a empresa para serviços na nuvem. Proprietário do Los Angeles Clippers, investe em tecnologia e esportes. Atua em projetos de impacto social e dados governamentais.

8 – Warren Buffett (US$ 154 bilhões)

Comanda a Berkshire Hathaway, apostando em diversos setores. Defensor do investimento a longo prazo, doa parte da fortuna para filantropia. Segue ativo nos negócios, com 94 anos..

9 – Jim Walton (US$ 118 bilhões)

Herdeiro do Walmart, integra o conselho do Arvest Bank. Mantém investimentos na holding da família. Apoia iniciativas de educação nos EUA.

10 – Rob Walton (US$ 114 bilhões)

Ex-presidente do Walmart, dirigiu a empresa por mais de 20 anos. Investe em esportes, sendo proprietário do Denver Broncos. Atua na administração da fortuna familiar.

11 – Amancio Ortega (US$ 113 bilhões)

Fundou a Inditex, dona da Zara, consolidando um império no varejo de moda. Expande investimentos em imóveis de alto padrão. Mantém perfil discreto e gestão familiar da empresa.

12 – Alice Walton (US$ 110 bilhões)

Herdeira do Walmart, gosta de filantropia e artes. Criou o Crystal Bridges Museum of American Art. Investe na modernização do ensino nos EUA.

13 – Jensen Huang (US$ 108 bilhões)

Fundador e CEO da NVIDIA, impulsionou o avanço das GPUs. Lidera a empresa na corrida da inteligência artificial. Expande negócios para setores como automotivo e data centers.

14 – Bill Gates (US$ 106 bilhões)

Cofundou a Microsoft e consolidou sua liderança no setor de software. Dedica-se à Fundação Gates, focada em saúde e educação. Mantém investimentos em tecnologia e sustentabilidade.

15 – Michael Bloomberg (US$ 103 bilhões)

Fundou a Bloomberg LP, referência em dados financeiros. Foi prefeito de Nova York entre 2002 e 2013. Atua em filantropia e causas ambientais.

16 – Larry Page (US$ 101 bilhões)

Cofundou o Google, impulsionando a Alphabet. Investe em inovação, incluindo carros voadores e inteligência artificial. Permanece como acionista e membro do conselho.

17 – Mukesh Ambani (US$ 91 bilhões)

Comanda a Reliance Industries, expandindo-se para energia, telecomunicações e varejo. Lidera a digitalização da Índia com a Jio. Investe na transição para energias renováveis.

18 – Charles Koch (US$ 67 bilhões)

Dirige a Koch Industries, conglomerado com atuação global. Influente no cenário político e econômico dos EUA. Investe em iniciativas educacionais e sociais.

19 – Julia Koch (US$ 65 bilhões)

Herdeira da Koch Industries, administra a fortuna da família. Atua em filantropia, focando saúde e artes. Mantém investimentos estratégicos no grupo empresarial.

20 – Françoise Bettencourt Meyers (US$ 62 bilhões)

Herdeira da L’Oréal, preside o conselho da empresa. Expande os negócios de cosméticos globalmente. Atua em filantropia e preservação cultural.

21 – Gautam Adani (US$ 61 bilhões)

Fundador do Adani Group, investe em infraestrutura, energia e logística. Expande operações em portos e aeroportos. Foca a transição para energias limpas.

22 – Michael Dell (US$ 60 bilhões)

Fundou a Dell Technologies, consolidando-a no setor de computação. Expandiu os negócios para soluções corporativas e armazenamento de dados. Investe em tecnologia e inovação.

23 – Zhong Shanshan (US$ 58 bilhões)

Comanda a Nongfu Spring, gigante de bebidas na China. Atua no setor farmacêutico com investimentos em biotecnologia. Mantém perfil discreto e gestão direta dos negócios.

24 – Prajogo Pangestu (US$ 55 bilhões)

Lidera a Barito Pacific, com negócios em energia e petroquímica. Expande investimentos em recursos naturais e infraestrutura. Atua no crescimento do setor industrial na Indonésia.

R7

COMENTE AQUI

PAX
Notícia
02 mar

Brasil teve 53 mil denúncias de exploração infantil na internet em 2024

Foto: Shutterstock

Crimes cibernéticos envolvendo abuso e exploração sexual infantil continuam a ser uma preocupação crescente no Brasil. Em 2024, foram registradas quase 53 mil denúncias desse tipo de crime, conforme dados da SaferNet, organização especializada em segurança digital. Embora tenha ocorrido uma redução de 26% em relação ao recorde histórico de 2023, esse ainda é o quarto maior índice dos últimos 20 anos.

Dados das Nações Unidas apontam que, em apenas um ano, cerca de 300 milhões de menores em todo o mundo sofreram algum tipo de abuso ou exploração sexual pela internet, reforçando a gravidade do problema. A maior parte dos casos envolve assédio e exploração infantil em plataformas digitais, como redes sociais, aplicativos de mensagens e jogos online.

Especialistas alertam que a prevenção é essencial e recomendam que os responsáveis acompanhem a atividade online das crianças, promovam o diálogo sobre segurança digital e denunciem qualquer suspeita de abuso ou comportamento inadequado nas redes.

Para combater esse tipo de crime, o Ministério Público Federal investe no monitoramento e rastreamento de evidências digitais, permitindo a identificação e punição dos criminosos.

SBT News

COMENTE AQUI

CURRAIS-NOVOS-BLOG-NOVEMBRO-JEAN-SOUZA
Notícia
02 mar

Brasil gasta com a Justiça quatro vezes mais do que a média internacional

Foto: Reprodução/CNJ

O gasto do poder público brasileiro com os tribunais de Justiça, incluindo remuneração de magistrados e servidores, é o segundo maior entre 50 países analisados pelo Tesouro Nacional. O número, do mesmo modo, representa quatro vezes mais do que a média internacional.

O Ministério da Fazenda divulgou os comparativos nesta sexta-feira, 28, conforme o jornal Folha de S. Paulo. O estudo considera dados de 2022, os mais recentes disponíveis para os países analisados. O Brasil gastou 1,33% do Produto Interno Bruto (PIB), ante uma média de 0,3%. Só El Salvador tem uma despesa com tribunais maior: 1,59% do PIB.

Justiça: gastos de R$ 156,6 bilhões em 2023

Para o Brasil, isoladamente, os números mais atualizados são de 2023. Naquele ano, a despesa subiu a 1,43% do PIB. Os gastos também incluem o Ministério Público e compreendem despesas de União, Estados e municípios. “Esse resultado evidencia o peso substancial do sistema judicial no orçamento público brasileiro, destacando o país como um dos líderes em alocação de recursos nessa subfunção”, diz o relatório.

Em valores absolutos, os gastos chegaram a R$ 156,6 bilhões (admitindo como base dezembro de 2023). Desse total, R$ 125,6 bilhões devem-se ao pagamento de remunerações a magistrados e servidores (equivalente a 80,2%). O valor global de 2023 é 11,6% maior que o de 2022 (R$ 140,4 bilhões). A cifra já desconta os efeitos da inflação no período. Assim, foi a maior expansão registrada na série, iniciada em 2010. O Conselho Nacional de Justiça, contudo, não se manifestou sobre o assunto.

Para se ter uma ideia, o gasto com os tribunais encosta no valor que vai para o Bolsa Família, programa de transferência de renda para famílias em situação de pobreza. Em 2023, a política destinou R$ 166,3 bilhões a 21,1 milhões de famílias beneficiárias.

Em 2021, o Brasil já era um dos líderes em gastos com o Judiciário. Os valores absolutos para aquele ano, porém, foram revisados devido a uma mudança de metodologia, para adequar os cálculos a padrões internacionais.

Revista Oeste

Campo Forte
Notícia
02 mar

Em clima de Copa, “Ainda Estou Aqui” concorre a 3 Oscars neste domingo

Foto: Reprodução/Redes sociais

Neste final de semana, o Brasil celebra não apenas o Carnaval, mas também o maior momento do cinema nacional no Oscar. O longa brasileiro “Ainda Estou Aqui” conquistou as indicações a Melhor Filme, Melhor Atriz e Melhor Filme Internacional e pode sair como vencedor neste domingo (2).

O momento histórico é motivado primeira indicação de um filme completamente brasileiro na categoria principal da premiação, que é considerada a mais importante da indústria cinematográfica mundial. Uma coprodução brasileira já ganhou um Oscar, mas não ficou com a estatueta – com “Ainda Estou Aqui”, o Brasil tem fortes de chances de ter um Oscar para chamar de seu.

No entanto, há também a narrativa de virarmos o jogo e finalmente conseguirmos a estatueta de Melhor Atriz. Fernanda Montenegro concorreu na categoria em 1999 – agora, a filha dela, Fernanda Torres, disputa o mesmo prêmio. Para o público brasileiro, Montenegro foi “roubada” ao não ter levado a estatueta por seu trabalho em “Central do Brasil“. Naquele ano, a vitória foi de Gwyneth Paltrow. Com o cenário positivo para Fernanda Torres – apontada como provável vencedora pelo New York Times neste ano – temos o cenário da filha “vingando a mãe” na premiação.

Ao juntar esses fatores com o Carnaval, é quase impossível não ter clima de comemoração. Embora Fernanda Torres tenha pedido que não houvesse “clima de Copa do Mundo”, só faltam as ruas serem pintadas de verde e amarelo.

Nas redes sociais, pessoas compartilham bandeiras do Brasil estampadas com o rosto da atriz ou com o momento em que ela ganhou o Globo de Ouro, além de ter virado grafite pelas ruas do país, fantasia de Carnaval e o assunto mais comentado nas mesas de bar.

CNN

olisun-full
WhatsApp