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Rio Grande do Norte
09 maio

Caern realizará manutenção elétrica no SPI Serra de Santana na próxima segunda-feira (12)

Caern realizará manutenção elétrica no SPI Serra de Santana na próxima segunda-feira (12)

A Caern vai realizar uma manutenção elétrica emergencial no Sistema Produtor Integrado (SPI) Serra de Santana. Para realizar a substituição de equipamentos numa subestação de energia, será necessário suspender, na próxima segunda-feira (12), o abastecimento para os municípios de Florânia, Bodó, Lagoa Nova, São Vicente e Tenente Laurentino Cruz, além do Conisa, zona rural de Jucurutu, Distrito de Laginhas, zona rural de São Rafael e zona rural de Santana do Matos.

O abastecimento ficará suspenso das 6h às 18h e, após a religação do sistema, o abastecimento será normalizado gradativamente num prazo de até 96 horas.

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Rio Grande do Norte
09 maio

Senadora Zenaide Maia participa de solenidades em hospitais universitários de Natal e recebe elogios pelo comprometimento com instituições

Senadora Zenaide Maia participa de solenidades em hospitais universitários de Natal e recebe elogios pelo comprometimento com instituições

Na tarde desta quinta-feira (08), a senadora Zenaide Maia participou da solenidade de entrega de um novo equipamento para a área de neurocirurgia do Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL), em Natal. Na ocasião, o trabalho da senadora foi bastante reconhecido e elogiado pelo superintendente da Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), Arthur Chioro. Em seguida, Zenaide Maia esteve presente na Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC), onde participou da cerimônia alusiva aos 75 anos da instituição.
Durante a solenidade no HUOL, foi assinado o Termo de Doação do terreno da Secretaria do Patrimônio da União no Rio Grande do Norte (SPU-RN) ao hospital, consolidando a regularização fundiária da unidade.
A senadora destacou a importância da entrega do novo equipamento e das mudanças estruturais para os hospitais universitários. “A entrega do novo equipamento de neurocirurgia ao HUOL é emblemática. No passado, tentei destinar uma emenda para essa aquisição, mas, por entraves burocráticos — já que os hospitais universitários são vinculados ao MEC e não ao Ministério da Saúde — o recurso acabou sendo perdido. Como relatora do PLP 72/2024, reverti essa situação. Hoje, o HUOL conquista não só a regularização do seu terreno, mas também o reconhecimento de que os hospitais universitários integram o sistema de saúde. Afinal, 90% da saúde de alta complexidade é realizada nesses hospitais. É motivo de grande alegria ver essa parceria entre universidade, estado e município se traduzir em benefícios diretos para os pacientes”, afirmou a senadora.
Na sequência, a parlamentar participou da cerimônia comemorativa aos 75 anos da Maternidade Escola Januário Cicco, onde também foi assinado o termo de doação de prédio para a maternidade, além da cessão de terreno para a construção de um estacionamento.
O superintendente da Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), Arthur Chioro, agradeceu o empenho da senadora, “Quero fazer um agradecimento muito especial à senadora Zenaide. Há muitos parlamentares que apoiam nossa causa, mas nenhum com o nível de compromisso, paixão e dedicação que ela tem pelos hospitais universitários, pelo SUS, pelo serviço público e pela universidade pública. Como relatora de um projeto de lei aprovado por unanimidade no Senado e com apenas dois votos contrários na Câmara — posteriormente sancionado pelo presidente Lula — ela foi fundamental. Essa lei foi um marco, pois abriu as portas para que hospitais universitários como o HUOL recebam recursos do PAC, do Ministério da Saúde, do ProSUS e de emendas parlamentares da área da saúde. A senadora Zenaide tem um papel crucial na história e no futuro dos hospitais universitários do Brasil. Faço esse agradecimento de forma absolutamente sincera. Tenho muito orgulho de contar com uma senadora que pensa além das fronteiras do Rio Grande do Norte — pensa no Brasil como um todo”, declarou o superintendente.
Estiveram presentes nas solenidades, Arthur Chioro, superintendente da Ebserh; Daniel Diniz, reitor da UFRN; Eliane Pereira, superintendente do HUOL; Leidiane Queiroz, secretária adjunta da Sesap; Kleber de Melo, gerente de Ensino e Pesquisa da MEJC; Adriano Torquato Rego, superintendente da SPU-RN; Luiz Murilo de Brito, superintendente da MEJC.

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Brasil
09 maio

Seis em cada dez quilombolas vivem em área rural, revela Censo do IBGE

Seis em cada dez quilombolas vivem em área rural, revela Censo do IBGE

Diferentemente da população brasileira como um todo, em que a maioria das pessoas vive em áreas urbanas, a população quilombola habita majoritariamente regiões rurais: de cada dez quilombolas, seis vivem no campo. 

A constatação faz parte de mais um suplemento do Censo 2022, divulgado nesta sexta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Do total de 203 milhões de brasileiros contabilizados pelo Censo 2022, apenas 12,6% moravam em áreas rurais. Já entre os 1,3 milhão de quilombolas, 61,71% viviam no campo. Isso representa 820,9 mil pessoas. Pouco mais de 509 mil (38,29%) moravam nas cidades.

O Censo 2022 é o primeiro em que o IBGE coleta informações específicas da população quilombola, de forma que não é possível fazer comparativos para saber se a proporção de quilombolas no campo tem aumentado, diminuído ou ficado estável ao longo do tempo.

O instituto já havia divulgado dados sobre a quantidade de quilombolas brasileiros e condições socioeconômicas, tais como pior acesso ao saneamento. 

A novidade desta divulgação é o retrato que separa a população quilombola em áreas urbanas e rurais. De acordo com o gerente de Territórios Tradicionais e Áreas Protegidas do IBGE, Fernando Damasco, o resultado foi uma “descoberta”.

“É um fator absolutamente novo, em termos de composição de grupos étnicos. A gente não vê isso se repetir em nenhum outro grupo. Os indígenas hoje têm a maior parte da população em contexto urbano”, afirma.

Raízes históricas

Quilombolas são descendentes de habitantes dos quilombos, comunidades que resistiam à escravidão. Para classificar uma pessoa como quilombola, o IBGE levou em consideração a autoidentificação dos questionados, não importando a cor de pele declarada.

A coordenadora do Censo de Povos e Comunidades Tradicionais, Marta Antunes, acrescenta que a presença maior dessa população em áreas rurais é um fator de raízes históricas.

“Tem a ver com o histórico da ocupação pela escravização e de como foi essa resistência organizada ao longo dos séculos”, disse.

Fernando Damasco ressalta a identificação das comunidades quilombolas com a questão rural.

“Na própria constituição do movimento social quilombola, a própria vinculação identitária associada a comunidades de ancestralidade negra, associada à opressão histórica sofrida, está profundamente vinculada à área rural”, pontua.f

Brasília (DF), 04/05/2025 – Arte para o Censo de Quilombolas. Arte Agência Brasil


 

Regiões e estados

O IBGE identificou que as regiões Norte e Nordeste apresentam proporção de quilombolas em áreas rurais superior à média nacional:

  • Brasil: 61,71%
  • Norte: 63,40%
  • Nordeste: 65,01%
  • Centro-Oeste: 31,96%
  • Sudeste: 47,68%
  • Sul: 45,62%

Entre as unidades da federação, as maiores proporções são:

  • Piauí: 87,87%
  • Amazonas: 84,92%
  • Maranhão: 79,74%

Na outra ponta figuram:

  • Distrito Federal: 2,95%
  • Rondônia: 18,39%
  • Goiás: 27,03%
  • Rio de Janeiro: 27,28%

Acre e Roraima não registram localidade quilombola, seja urbana ou rural.

Territórios delimitados

O censo traz também dados de população quilombola que vive em território oficialmente delimitado. Nessas localidades reconhecidas, 87,97% vivem em área rural. Já fora dos territórios delimitados, 58,01% estão no campo.

População e alfabetização

O suplemento do Censo mostra ainda que a população quilombola, seja em área rural ou urbana, é mais jovem que a população geral do país. 

A mediana – número que separa a metade mais jovem da metade mais velha da população – do país é 35 anos. Já a dos quilombolas é de 31 anos, sendo 32 para os que vivem na cidade e 29 para os que moram no campo.

O IBGE já havia relevado que os quilombolas enfrentam mais o analfabetismo que a população como um todo. O novo levantamento aprofunda a análise com dados relativos a campo e cidade. 

Assim como na média do país a taxa de analfabetismo no campo (18,16% da população) é maior que na cidade (5,44%), entre os quilombolas o padrão se repete: 22,71% na área rural e 13,28% na urbana.

Para chegar à taxa de analfabetismo, o instituto calculou a proporção de pessoas com 15 anos ou mais de idade que não sabem ler e escrever pelo menos um bilhete simples.

Rio de Janeiro (RJ) 18/11/2024 – O Quilombo Urbano Agbara Dudu, em Oswaldo Cruz, declarado Patrimônio Histórico, Cultural e Imaterial do Estado do Rio de Janeiro, está em uma região marcada por diversas manifestações negras, como as escolas de samba Portela e Impérío Serrano, o Viaduto de Madureira, o Jongo da Serrinha e a Feira das Yabás. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Rio de Janeiro – O Quilombo Urbano Agbara Dudu, em Oswaldo Cruz, está em uma região marcada por diversas manifestações negras, como as escolas de samba Portela e Impérío Serrano, o Viaduto de Madureira, o Jongo da Serrinha e a Feira das Yabás – Fernando Frazão/Agência Brasil

Moradia

Ao contar quantas pessoas moram nos domicílios, foi possível identificar que a média de moradores em lares com ao menos uma pessoa quilombola é maior que a da população brasileira.

No Brasil, a média é de 2,79 morador por lar, variando de 2,76 em área urbana a 2,99 em rural. Já entre os quilombolas, a média é de 3,17, sendo 3,07 na cidade e 3,25 no campo.

Os pesquisadores identificaram também que na população brasileira que vive no campo, 4,26% dos moradores não tinham banheiro nem sanitário. 

Em se tratando de quilombolas que viviam em área rural, esse percentual subia para 6,36%. A situação era pior ainda para os moradores de áreas rurais especificamente dentro de territórios quilombolas delimitados, chegando a 7,03%.

Precariedade no saneamento

Os pesquisadores buscaram informações dos domicílios de acordo com as condições de abastecimento de água, destinação de esgoto e coleta de lixo.

Enquanto nas cidades brasileiras, 18,71% dos habitantes moram em domicílio com alguma forma de precariedade, essa proporção salta para 53,61% entre os quilombolas que vivem em áreas urbanas.

Já em relação à vida em área rural, a precariedade em domicílios atinge 87,20% da população brasileira e 94,62% dos quilombolas.

Foram considerados elementos de precariedade no saneamento: ausência de abastecimento de água canalizada até o domicílio proveniente de rede geral, poço, fonte, nascente ou mina; ou ausência de destinação do esgoto para rede geral, pluvial ou fossa séptica; ou ausência de coleta direta ou indireta por serviço de limpeza.

A pesquisa destaca que em relação ao acesso à água em áreas urbanas, a precariedade é quase quatro vezes maior entre a população quilombola (9,21%) que entre a população brasileira como um todo (2,72%). No campo essa diferença é 43,48% (quilombolas) contra 29,35% (média Brasil).

De acordo com a coordenadora Marta Antunes, diferenciar as condições de quilombolas entre áreas rurais e urbanas permite direcionar melhor políticas públicas para essas populações.

“A importância de separar urbano e rural, tanto para água quanto para esgotamento, tem a ver também com as soluções de infraestrutura diferenciadas em relação ao suprimento desses serviços e que são diferenciadas entre o rural e urbano”, aponta.

Políticas públicas

Recenseador do IBGE entrevista moradora da comunidade quilombola de Pedra Bonita, no Alto da Boa Vista. Censo demográfico do IBGE identifica pela primeira vez a população e o território das comunidades quilombolas no Brasil.
Recenseador do IBGE entrevista moradora da comunidade quilombola de Pedra Bonita, no Alto da Boa Vista. O Censo de 2022 foi o primeiro a identificar a população e o território das comunidades quilombolas no Brasil – Tânia Rêgo/Agência Brasil

O gerente do IBGE Fernando Damasco enfatiza que políticas públicas para quilombolas têm que levar em consideração que é uma população “totalmente específica”, por ser majoritariamente rural, mas com grande contingente urbano.

“Pensar a ação pública, pensar efetivamente soluções para os problemas que afetam essa população, significa dialogar com a realidade do mundo rural”, afirma.

“Eu [Estado] vou priorizar a política de crédito agrícola, habitação rural, saneamento rural, escolarização rural”, sugere.

“Ao mesmo tempo, não posso deixar de considerar que tenho pouco mais de três a cada dez quilombolas nas cidades. Isso implica também em políticas públicas urbanas para essa população, política de habitação, de acesso à renda, a emprego na cidade e por aí vai”, complementa.

O pesquisador indica ainda que é preciso aprofundar estudos sobre a mobilidade da população quilombola, como migração para áreas urbanas em busca de oportunidades de escolarização e renda, e transformações espaciais.

“Os territórios rurais que, muitas vezes, estão nas franjas das grandes cidades, com o avanço da urbanização, acabam se vendo engolidos pela situação urbana”, aponta.

“São dinâmicas que ocorrem, que afetam essa população e que são características e que precisam ser aprofundadas”, sugere Damasco.

© Tomaz Silva/Agência Brasil

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09 maio

Missa de posse do papa Leão XIV ocorrerá em 18 de maio

Missa de posse do papa Leão XIV ocorrerá em 18 de maio

O papa recém-eleito Leão XIV será formalmente empossado em cerimônia marcada para as 10h (horário local, 5h em Brasília) do próximo dia 18, na Praça de São Pedro. 

A data, divulgada nesta sexta-feira (9) pelo Vaticano, marca o início do pontificado do líder da Igreja Católica, que congrega 1,4 bilhão de fiéis em todo o mundo.

Ainda de acordo com a Santa Sé, neste sábado (10), o papa se reúne com os cardeais. No domingo (11), marcando sua primeira aparição pública após a eleição, estão previstas uma oração e uma saudação a partir da sacada da Basílica de São Pedro.

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Conclave

O cardeal norte-americano Robert Francis Prevost, de 69 anos, foi apresentado nesta quinta-feira (8) ao mundo como o 267º papa da Igreja. 

O nome escolhido pelo novo pontífice é Leão XIV. Ele sucede o papa Francisco, falecido no último dia 21.

O lema episcopal de Leão XIV é In Illo uno unum (Em um só somos um), palavras que Santo Agostinho pronunciou em um sermão sobre o Salmo 127, para explicar que, “embora nós, cristãos, sejamos muitos, no único Cristo, somos um”.

Agência Brasil

Campo Forte
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09 maio

Poupança tem saída líquida de R$ 6,4 milhões em abril

Poupança tem saída líquida de R$ 6,4 milhões em abril

O saldo da aplicação na caderneta de poupança caiu, com registro de mais saques do que depósitos no mês de abril. As saídas superaram as entradas em R$ 6,4 bilhões, de acordo com relatório divulgado nesta sexta-feira (9) pelo Banco Central (BC).

Em abril, foram aplicados R$ 349,6 bilhões, contra saques de R$ 356 bilhões. Os rendimentos creditados nas contas de poupança somaram R$ 6,5 bilhões. O saldo da poupança é de pouco mais de R$ 1 trilhão.

Este é o quarto mês seguido de resultado negativo na poupança. No acumulado do ano, a caderneta tem resgate líquido de R$ 52,1 bilhões.

Desde julho do ano passado, a caderneta registra saída líquida, com exceção do mês de dezembro de 2024, quando os brasileiros depositaram R$ 5 bilhões a mais do que sacaram. Em todo o ano de 2024, as retiradas da poupança superaram os depósitos em R$ 15,5 bilhões.

Entre as razões para ossaques na poupança está a manutenção da Selic – a taxa básica de juros – em alta, o que estimula a aplicação em investimentos com melhor desempenho. Nesta semana, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC elevou a Selic pela sexta vez consecutiva, para 14,75% ao ano, em um ciclo de contração na política monetária em meio à alta do preço dos alimentos e da energia e as incertezas em torno da economia global.

Em comunicado, o Copom não deu pistas sobre o que deve ocorrer na próxima reunião, na metade de junho. Apenas afirmou que o clima de incerteza permanece alto e exigirá prudência da autoridade monetária, tanto em eventuais aumentos futuros como no período em que a Selic deve ficar em 14,75% ao ano. Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2025 neste patamar.

© José Cruz/Agência Brasil/Arquivo

Campo Forte
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