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Rio Grande do Norte
20 set

Senadora Zenaide Maia cumpre agenda em Assú e Baraúna com importantes investimentos em saúde e infraestrutura

Senadora Zenaide Maia cumpre agenda em Assú e Baraúna com importantes investimentos em saúde e infraestrutura

Na última sexta-feira (19), a senadora Zenaide Maia participou de uma série de solenidades nos municípios de Assú e Baraúna, reforçando sua atuação em defesa da saúde e da melhoria da infraestrutura no Rio Grande do Norte.
Em Assú, a parlamentar iniciou a agenda visitando as obras da Passagem Molhada do Cumbe e do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS). Em seguida, participou da solenidade de assinatura da ordem de serviço para a construção do Centro Especializado em Reabilitação – CER IV.
Atualmente, o Rio Grande do Norte conta com apenas cinco unidades desse porte. Com o novo investimento, Assú terá o sexto CER IV do estado, beneficiando não apenas os assuenses, mas toda a região. O ato contou com a presença do prefeito Lula, da vice-prefeita Dra. Isabela Morais, do ex-prefeito Gustavo Montenegro, de vereadores, secretários, representantes da Apae e da população.
Na sequência, Zenaide seguiu para o município de Baraúna, onde participou da assinatura da ordem de serviço para a pavimentação asfáltica de ruas da comunidade Juremal, um investimento superior a R$ 1,2 milhão, viabilizado pelo mandato da senadora. O evento reuniu a prefeita Divanize Oliveira, o vice-prefeito Marcos Antônio, o deputado estadual Ivanilson Oliveira, vereadores, secretários e a população local.
“Essas obras representam qualidade de vida, inclusão e dignidade para o povo. Seguiremos trabalhando para levar investimentos que atendam às reais necessidades dos municípios do nosso estado”, destacou a senadora.

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Política
20 set

João Gustavo destaca Currais Novos como símbolo da resistência progressista na 20ª Conferência Estadual do PCdoB/RN

João Gustavo destaca Currais Novos como símbolo da resistência progressista na 20ª Conferência Estadual do PCdoB/RN

O presidente da Câmara de Currais Novos, João Gustavo (PCdoB), participou da 20ª Conferência Estadual do Partido Comunista do Brasil, realizada nos dias 19 e 20 de setembro, em Natal. Em sua intervenção, defendeu a unidade da esquerda e a construção de um projeto nacional de desenvolvimento soberano e democrático, reforçando o papel do partido na preparação para o 16º Congresso Nacional do PCdoB.

João Gustavo destacou a governadora Fátima Bezerra como símbolo da resistência democrática e popular, além de ressaltar duas tarefas centrais para os próximos anos: garantir uma nova vitória da aliança liderada pelo presidente Lula em 2026 e impulsionar mudanças estruturais que assegurem soberania, crescimento econômico e direitos sociais.

Currais Novos como referência no RN

O parlamentar enfatizou o papel de Currais Novos como exemplo da resistência progressista no Seridó, relembrando a trajetória da esquerda no município desde 2012, quando iniciou-se uma nova fase política com sua eleição como vice-prefeito. De lá para cá, destacou as vitórias de Odon Júnior (PT) em 2016 e 2020, e mais recentemente, a eleição de Lucas Galvão (PT) em 2024, consolidando a presença da esquerda com três vereadores do PT e a primeira cadeira do PCdoB na Câmara, hoje ocupada por João Gustavo.

Segundo ele, seu mandato na presidência do legislativo currais-novense tem sido pautado pelos valores do partido, priorizando políticas públicas locais, defesa do meio ambiente, valorização da cultura, inovação e preservação da memória do povo seridoense.

Ao final, João Gustavo ressaltou que a experiência de Currais Novos mostra que é possível resistir e crescer, ocupando espaços de poder e conquistando avanços concretos para a população.

“Seguimos juntos, firmes na unidade da esquerda e das forças populares, certos de que a luta do povo brasileiro vencerá os retrocessos e abrirá caminho para um Brasil soberano, democrático e socialista. Viva Currais Novos, símbolo da resistência progressista no Seridó e no Rio Grande do Norte!”, concluiu.

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Rio Grande do Norte
20 set

Cadu Xavier aposta em aumento de receita a partir de outubro com retomada do FPE

Cadu Xavier aposta em aumento de receita a partir de outubro com retomada do FPE

O secretário de Fazenda do Rio Grande do Norte, Cadu Xavier, afirmou que a situação financeira do Estado deve melhorar a partir de outubro, com a alta na arrecadação. Segundo Cadu, o período de junho a outubro é marcado pela queda do Fundo de Participação dos Estados (FPE), o que agrava a crise no caixa.

“Nós estamos vivendo nesse momento agora, de junho a outubro, o período de maior queda do FPE. Todo ano acontece isso, é um período de baixa”, explicou, em entrevista à 96 FM. Ele acrescentou que, a partir de outubro, haverá uma recuperação: “A gente entra agora, a partir de outubro, novembro, dezembro, janeiro e fevereiro, num período de alta das receitas. Então, a gente vai melhorar a situação dos fornecedores do Estado”, declarou.

O FPE cai entre junho e outubro porque ele é formado, principalmente, por uma parcela da arrecadação do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Nessa época do ano, a arrecadação desses tributos costuma diminuir.

Em meio a problemas de desabastecimento em hospitais, o pré-candidato também reforçou a necessidade de ampliar os recursos destinados à saúde. “Para isso, o Estado precisa entrar numa trajetória de equilíbrio para que tenha mais recursos para financiar a saúde”, disse.

Déficit na Previdência
Ao ser questionado sobre o alerta do Tribunal de Contas do Estado (TCE) para o déficit bilionário da Previdência, Cadu afirmou que a questão está diretamente ligada ao financiamento da saúde. “Esse subfinanciamento da saúde está diretamente ligado com a necessidade de o Tesouro aportar recursos no Ipern pra arcar com déficit previdenciário”, declarou. Ele lembrou que, mesmo após a reforma de 2019, o déficit mensal está em torno de R$ 150 milhões. Todos os meses, esse valor precisa sair das contas do Tesouro para pagar benefícios previdenciários, fechando a conta.

Nesta semana, o TCE determinou que o Governo do Estado e o Instituto de Previdência do Estado (Ipern) apresentem um plano para reduzir o déficit em seu regime próprio de Previdência – voltado ao pagamento de aposentadorias e pensões de servidores públicos e seus dependentes.

De acordo com o TCE-RN, o plano é necessário porque o déficit atuarial da Previdência potiguar atingiu a marca de R$ 54,3 bilhões.

Como saída, Cadu defendeu o fortalecimento da Previdência Complementar. “O servidor entra com uma parte, o Estado entra com outra e aquele recurso é dele. Essa nova geração de servidores que vai estar dentro dessa Previdência Complementar não vai ter que lidar com esse déficit”.

O secretário explicou que o sistema tradicional de aposentadorias é inevitavelmente deficitário, já que há mais servidores inativos do que ativos. Pelo sistema atual, os inativos bancam os ativos. “Tem que controlar o valor dos benefícios que são concedidos para os inativos e aumentar a quantidade de servidores na base de contribuição”, analisou.

Ele reconheceu, no entanto, que não há solução imediata: “Não tem como fazer isso de hoje para amanhã”, afirmou ele, sobre as dificuldades que o Estado tem de realizar concursos.

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Política
20 set

PV aposta em Thabatta Pimenta para deputada federal e nega resistência do PT

PV aposta em Thabatta Pimenta para deputada federal e nega resistência do PT

O Partido Verde (PV) no Rio Grande do Norte aposta em novos nomes para fortalecer a legenda nas eleições de 2026. À frente da legenda desde o mês passado, o professor e ambientalista Rivaldo Fernandes afirmou que a principal expectativa é ter a vereadora natalense Thabatta Pimenta, hoje no Psol, como candidata a deputada federal.

“Para federal, a gente vai apresentar um nome, que é Thabatta. A bandeira que ela defende é uma bandeira do Partido Verde há anos. Vai ser muito interessante tê-la como deputada federal”, disse Rivaldo. Segundo ele, a vereadora já tem sinalizado aproximação com a legenda. “Você pode observar que ela só anda de verde agora, né? Ela só anda de verde para todo canto, mas não está fechada ainda”.

As declarações de Rivaldo foram dadas em entrevista ao programa Central Agora RN, da TV Agora RN, nesta sexta-feira 19.

Rivaldo lembrou, porém, que a vereadora precisará receber aval do seu atual partido, o Psol, para migrar para o PV. Em abril, será aberta a janela partidária, autorizando políticos a mudarem legenda, mas isso só vai valer para deputados estaduais e federais. Portanto, uma saída de Thabatta sem anuência pode autorizar o Psol a reivindicar o mandato de vereadora na Justiça Eleitoral.

“Ela precisa se inteirar com o partido dela. Ela não tem janela. A janela é só para deputado. Vereador não tem janela”, explicou. Segundo ele, caberá a Thabatta negociar com a própria sigla. “A dificuldade para ela é o Psol. Ela vai ter que negociar com o partido dela”, acrescentou Rivaldo, dizendo que o PV não vai interferir na decisão de outro partido.

Atualmente, o PV integra uma federação com PT e PCdoB. Isso significa que os três partidos disputarão juntos a eleição para a Câmara Federal. Questionado sobre resistências dentro da federação à filiação de Thabatta, especialmente por parte de nomes do PT, Rivaldo disse não enxergar obstáculos. Ele contou que esteve reunido com a nova presidente estadual do PT, Samanda Alves, e que o nome da vereadora do Psol foi tratado sem objeções.

“Eu não notei nela nenhuma reação ao nome de Thabatta”, relatou.

Além de Thabatta Pimenta, Rivaldo Fernandes falou que abriu conversas com o ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo, hoje no PSD, para que ele dispute mandato de deputado federal pelo PV. No entanto, segundo Rivaldo, o ex-prefeito disse que só vai resolver sua filiação partidária no início de 2026. O prazo final para trocas de partidos é abril.

Retorno ao comando do PV e relação com deputados estaduais
Rivaldo reassumiu em agosto a presidência estadual do Partido Verde após um período de turbulência interna. A legenda era comandada pelo ex-vereador de Natal Milklei Leite, mas divergências levaram a uma recomposição. “O ambiente está ótimo agora. A gente teve esse pequeno abalo, mas a gente superou isso. Milklei voltou atrás no embate que teve com os deputados e agora é pensar em 2026”, afirmou.

O dirigente disse que a relação com os deputados estaduais da legenda está consolidada. “Ultimamente, eles deram ré. Não vão sair nenhum. Inclusive, eles integram hoje a direção do partido, a nova direção. São vice-presidentes”, destacou, se referindo a Eudiane Macedo, Hermano Morais e Vivaldo Costa. Em 2026, Eudiane e Hermano serão candidatos à reeleição, enquanto Vivaldo vai se aposentar da política.

Para reforçar a chapa estadual, o partido mantém conversas com novas lideranças. Uma delas é o influenciador Ivan Baron. “Tivemos uma grande conversa com ele, e ele sinalizou que poderia vir para o Partido Verde, inclusive para fazer dobradinha com Thabatta, que a gente também está conversando. Então, a novidade do PV é Thabatta e Baron.”

PV pleiteia participação na chapa para o Senado
Rivaldo também comentou a possibilidade de o PV disputar o Senado em 2026. Ele revelou que, caso o ex-senador Jean Paul Prates, hoje no PT, decida se filiar ao PV, a legenda pretende reivindicar espaço tanto na suplência da governadora Fátima Bezerra, que deve concorrer ao Senado, quanto na segunda vaga em disputa. Em 2026, serão eleitos dois senadores e, respectivamente, quatro suplentes – dois para cada senador.

“Se ele vier (Jean Paul), ele vai reivindicar ser suplente da governadora, e o partido vai querer disputar a segunda vaga ao Senado, porque a gente acredita que o partido tá maduro para isso, tá forte para isso, e é uma reivindicação nacional também”, afirmou.

Segundo Rivaldo, até o nome dele chegou a ser cogitado internamente para a disputa. “Foi lembrado o meu nome na reunião do diretório, eu agradeci muito, mas isso é um processo de construção que tem que envolver a governadora, os três partidos que formam a base da federação. De qualquer forma, o meu nome está à disposição, e quando eu sou convocado, eu vou para a briga”, declarou.

Relação com o governo Fátima
Sobre o papel do partido na base governista, Rivaldo destacou a proximidade com a governadora Fátima Bezerra (PT). “Nós temos um contato muito próximo com a governadora, ela fez um grande trabalho, ainda não reconhecido, vamos dizer assim, pouco divulgado”, afirmou.

Ele citou avanços em áreas como infraestrutura e turismo. “O trabalho de montagem do Porto Ilha é um grande projeto, que pode puxar a economia do Rio Grande do Norte, pode inclusive significar a reindustrialização do Estado. As estradas realmente estavam todas destruídas e foi feito um trabalho de recomposição. No turismo, muito interessante o trabalho que está sendo feito, inclusive o turismo das cavernas, ali no Seridó, no Oeste.”

PV quer evitar avanço da extrema-direita, afirma presidente do PV
Com a governadora Fátima Bezerra prevista para disputar o Senado em 2026, a federação discute o nome que representará a base no Governo do Estado. Rivaldo disse que o PV está aberto tanto a apoiar a pré-candidatura de Cadu Xavier (PT), secretário de Fazenda, quanto uma eventual candidatura do vice-governador Walter Alves (MDB), que assumirá o governo com a saída de Fátima.

“A gente está dentro da federação e a gente topa a parada de trabalhar e de apostar numa candidatura como a de Cadu, que é um excelente técnico, ou no caso da candidatura natural de Walter Alves”, afirmou.

Segundo ele, o partido defende a formulação de um projeto estratégico de desenvolvimento para o Rio Grande do Norte. “A nossa tese é que o Brasil perdeu a capacidade de planejar de longo prazo. A gente tem que parar com essa história de só planejar para a próxima eleição. Esse é o pior dos cenários”, disse, destacando exemplos de estudos já realizados pelo partido sobre agroecologia, economia do mar e turismo no interior do Estado.

Para Rivaldo, a prioridade da federação é construir um nome competitivo no primeiro turno e evitar o crescimento da extrema-direita. “No primeiro turno, nós vamos com um nome competitivo, o Cadu, e no segundo turno a estratégia nossa deveria ser de evitar que a extrema-direita se una”, afirmou.

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Notícia
20 set

Cirurgias bariátricas caem pela metade com o aumento do uso de canetas emagrecedoras, aponta cirurgião

Cirurgias bariátricas caem pela metade com o aumento do uso de canetas emagrecedoras, aponta cirurgião

O uso das canetas emagrecedoras tem revolucionado o tratamento da obesidade no Brasil, oferecendo uma alternativa menos invasiva e com resultados clínicos inéditos. Com a promessa de perda de peso significativa sem a necessidade de cirurgia, esses medicamentos vêm conquistando pacientes. Como reflexo dessa tendência, o número de cirurgias bariátricas realizadas no país teve queda de até 50%, segundo especialistas, que observam essa mudança tanto em dados nacionais quanto em relatos internacionais. Apesar da popularidade das medicações, médicos alertam que a cirurgia continua sendo a opção mais indicada para casos graves de obesidade.

O cirurgião do aparelho digestivo Felipe Salviano aponta que a redução das cirurgias bariátricas já chegou a quase metade. “Na prática, percebemos uma queda de aproximadamente 50% no volume de cirurgias bariátricas, devido ao aumento do uso das medicações. O Brasil vinha registrando entre 70 e 80 mil procedimentos por ano, mas a expectativa atual é de queda para algo em torno de 40 a 50%”, afirma. Ele acrescenta que a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica acompanha de perto essa mudança e confirma a tendência nacional.

Essa percepção é corroborada também pelo cirurgião do aparelho digestivo João Carlos da Silva. “Houve sim, nos últimos anos, principalmente nos últimos 12, 18 meses, uma redução importante no número de cirurgias bariátricas. A percepção é notória em todo o país, e há também alguns relatos internacionais que reforçam essa tendência”, explica.

Apesar da retração, Fellipe Salviano reconhece que as canetas representam um avanço inédito no tratamento clínico da obesidade. “A caneta emagrecedora é o melhor tratamento clínico já criado até hoje. Nenhum outro medicamento chegou perto desses resultados”, destaca.

O atrativo principal das canetas emagrecedoras está no fato de serem menos invasivas e dispensarem anestesia, características que despertam o interesse de quem teme a cirurgia. Mas, para Fellipe Salviano, os riscos não podem ser ignorados.

“Entre os efeitos adversos mais comuns estão náuseas, refluxo e constipação, que levam cerca de 30% dos pacientes a abandonar o tratamento. Em casos mais severos, há registros de internações em pronto-socorro devido a complicações gastrointestinais”, alerta.

Em que casos a cirurgia bariátrica traz melhores resultados?

Para o cirurgião João Carlos da Silva, a escolha entre cirurgia e medicamentos deve considerar principalmente a gravidade da obesidade e a presença de comorbidades. Ele explica que as canetas podem ser úteis para quem precisa perder entre 5 e 10 quilos ou mesmo em pacientes que já fizeram bariátrica, mas voltaram a ganhar peso por questões comportamentais.

“Tenho visto bons resultados em pacientes que já passaram pela cirurgia bariátrica, mas voltaram a ganhar peso devido a fatores como alimentação inadequada, predisposição hereditária à recidiva da obesidade, falta de atividade física ou consumo frequente de álcool. Nesses casos, as canetas auxiliam no controle do peso. Acredito que esses medicamentos vieram para integrar o tratamento após a bariátrica, mas a cirurgia continuará sendo necessária nos casos mais complexos”, afirma.

João Carlos reforça a importância do diálogo com o paciente: “Como a cirurgia é um procedimento mais invasivo, sempre procuro ouvir o paciente. Ele precisa compreender que as canetas podem ser uma opção, mas, se o resultado não corresponde às expectativas ou o custo se torna inviável, muitas vezes retorna mais convicto da necessidade da cirurgia. Acredito que apenas uma pequena parcela consegue realmente abrir mão da cirurgia bariátrica e alcançar resultados semelhantes com os medicamentos.”

Mesmo com o avanço das medicações, a cirurgia bariátrica segue sendo a melhor alternativa para pacientes com obesidade grave. “Aqueles com índice de massa corporal acima de 35, associado a doenças metabólicas como hipertensão e diabetes, apresentam maior benefício com a cirurgia, que é um tratamento mais perene”, esclarece Fellipe Salviano.

Outro ponto relevante é o custo elevado das medicações, que varia entre R$ 2 mil e R$ 2,5 mil por mês. Considerando que obesidade e doenças associadas são crônicas, o uso contínuo se torna necessário. Para o cirurgião, Fellipe Salviano, é inviável pensar em um tratamento vitalício tão caro na realidade brasileira, onde grande parte da população ganha até um salário mínimo.

O crescimento do uso das canetas emagrecedoras reduziu significativamente as cirurgias bariátricas no Brasil. Apesar dos avanços, especialistas reforçam que a cirurgia segue sendo a opção mais eficaz para casos graves, e a escolha do tratamento deve considerar gravidade, riscos e condições individuais de cada paciente.

Tribuna do Norte

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