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13 abr

Nível do Açude Dourado sobe 4 cm após chuvas que caíram em Currais Novos neste domingo (12)

Nível do Açude Dourado sobe 4 cm após chuvas que caíram em Currais Novos neste domingo (12)

As chuvas que caíram na região no último fim de semana elevaram o índice de água acumulada no Açude Dourado, principal reservatório de água de Currais Novos.

De acordo com o observador do Instituto de Gestão de Águas do Rio Grande do Norte (Igarn), o manancial teve um avanço de 4 cm no nível da água nas réguas na comparação com o dia anterior.

Em Currais Novos e região, a chuva ficou na casa dos 40mm e alguns reservatórios transbordaram na zona rural do município.

Anthony medeiros

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13 abr

Chuvas intensas são registradas em diversas comunidades de Currais Novos e região

Chuvas intensas são registradas em diversas comunidades de Currais Novos e região

As chuvas registradas nos últimos dias continuam trazendo alegria e esperança para moradores da zona rural de Currais Novos e também de áreas próximas em Lagoa Nova. Diversas comunidades contabilizaram bons volumes pluviométricos, reforçando a expectativa de um inverno mais promissor na região do Seridó.
De acordo com informações repassadas por Andrea, os índices foram bastante significativos em várias localidades. Na propriedade de Marcelo de Chico Galego, no Tamanduá, foram registrados 45 milímetros. Já na comunidade Malhada de Dentro,o na residência de Sônia, o volume chegou a 55 mm.
No Sítio de Dentro, em Chanana, choveu 35 milímetros, enquanto nos Mulambos o acumulado foi de 42 mm. No Mirador, na residência de Geraldo, foram 45 mm, e na Serrinha, na casa de Dona Maria, o registro foi de 40 milímetros.
Outras localidades também tiveram bons volumes: no Quandu, na propriedade de Ito de Luizão, foram 50 mm; nos Macacos, na residência de Dedé Lino, o índice chegou a 55 mm; e no IFRN de Currais Novos, o acumulado foi de 40 milímetros.
No IPE, na casa de Beto de Maria de Rozalbo, choveu 32 mm. Já no limite entre o Totoró e o Quandu, na residência de Nenê Victor, o volume foi de 55 milímetros. No Totoró, na casa de Hélio Tomás, foram registrados 50 mm.
Ainda no Mirador, na residência de Dona Fátima, o índice foi de 46 milímetros. Um dos maiores volumes foi registrado na comunidade Macambira 1, na casa de Canindé Julião, onde choveu 65 mm. Já no Sítio Mar Vermelho, em Lagoa Nova, na propriedade de Zé Marinheiro, o acumulado chegou a expressivos 74 milímetros.
Ao todo, os registros somados chegam a 329 milímetros em diversas localidades monitoradas.
As chuvas são fundamentais para a recarga de açudes, rios e reservatórios da região, além de fortalecer a agricultura e a pecuária, atividades essenciais para a economia local. Moradores seguem atentos às previsões, na esperança de que o período chuvoso continue beneficiando o Seridó.

Lojão do Real
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13 abr

Chuvas animam moradores de Currais Novos e região do Seridó neste último domingo (12)

Chuvas animam moradores de Currais Novos e região do Seridó neste último domingo (12)

As chuvas registradas neste último domingo (12) trouxeram alegria e esperança para os moradores de Currais Novos e de várias cidades da região do Seridó. Após um período de estiagem, os volumes pluviométricos reacendem a expectativa por um bom inverno e melhores condições para o abastecimento hídrico e a agricultura.

De acordo com medições feitas em diferentes pontos, os índices foram considerados significativos tanto na zona urbana quanto na zona rural. Na Rua Dr. Elísio Galvão (bairro Gilberto Pinheiro), foram registrados 24 milímetros de chuva até às 20h. Já na Rua Professora Ana Pinheiro, no bairro Walfredo Galvão, o acumulado chegou a 40 mm.

Outros pontos também apresentaram bons volumes, como a Rua Riacho Tororó, no bairro José Bezerra, com 48 mm. Na zona rural de Currais Novos, o Sítio Santa Izabel registrou 35 mm, enquanto a comunidade Malhada da Área teve 50 mm. O destaque ficou para o Serrote do Melo, que contabilizou 70 mm.

Em municípios vizinhos, também houve registros expressivos. No Sítio de Dentro, em Lagoa Nova, foram 37 mm. Já na Baixa do Sítio, no município de São Vicente, o volume chegou a 71 mm, um dos maiores da região.

As precipitações renovam a esperança do homem do campo e fortalecem a recarga de açudes e reservatórios, fundamentais para o enfrentamento da seca no semiárido potiguar. A população segue atenta às previsões climáticas, torcendo pela continuidade das chuvas nos próximos dias.

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13 abr

PIS/Pasep 2026: liberação do abono de até R$ 1.621 começa nesta semana

PIS/Pasep 2026: liberação do abono de até R$ 1.621 começa nesta semana

(Crédito: Reprodução)

Milhões de trabalhadores que atuaram com carteira assinada em 2024 podem ter direito a um valor extra neste ano. O abono salarial oferece pagamento proporcional ao tempo trabalhado, com regras e calendários definidos e valores que podem chegar até R$ 1.621.

Descubra agora quem se enquadra, como receber e o que fazer para garantir esse benefício que pode fazer diferença no orçamento.

O que é o abono salarial PIS/Pasep

O abono salarial PIS/Pasep é um benefício anual previsto no artigo 239 da Constituição Federal, concedido aos trabalhadores que receberam remuneração média mensal de até dois salários mínimos em 2024, pagos por empresas que recolhem ao Programa de Integração Social (PIS) ou ao Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep).

O valor corresponde a até um salário mínimo vigente no ano do pagamento e serve como um reforço na renda do trabalhador formal.

Quem tem direito ao abono em 2026?

Tem direito ao abono salarial quem:

  • Recebeu até R$ 2.766,00/mês em média durante 2024.
  • Trabalhou com carteira assinada por, no mínimo, 30 dias em 2024, consecutivos ou não.
  • Está inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, contando a partir do primeiro registro formal do empregador contribuinte.
  • Teve as informações trabalhistas corretamente declaradas pelo empregador ao eSocial, até 13/10/2025.
  • Prestou serviço para empresa que contribui para o PIS (iniciativa privada) ou para o Pasep (servidor/empresa pública).

Como é calculado o valor do abono salarial?

O valor do abono em 2026 tem como base o salário mínimo, que passou para R$ 1.621,00, e é proporcional aos meses trabalhados em 2024. Veja como fica o cálculo:

  • O valor do benefício é: (R$ 1.621,00 ÷ 12) × nº de meses trabalhados.
Meses trabalhados em 2024Valor do abono (R$)
1136,00
2271,00
3406,00
4541,00
5675,00
6811,00
7946,00
81.081,00
91.216,00
101.351,00
111.486,00
121.621,00

O valor máximo é pago a quem trabalhou todos os 12 meses do ano-base.

Quais documentos são necessários

Para consultar, sacar ou contestar o pagamento do abono PIS/Pasep é necessário apresentar:

  • Documento oficial de identificação com foto (RG, CNH, carteira de trabalho, etc.).
  • CPF.
  • Número do PIS ou Pasep (encontrado na carteira de trabalho, cartão do cidadão, contracheque ou consulta digital).

Esses dados também são exigidos quando o trabalhador solicita informações em agências bancárias, lotéricas ou pelo atendimento digital.

Como solicitar o abono: passo a passo

O processo para acessar o benefício ocorre de forma automática para quem cumpre todos os requisitos, mas é possível consultar e sacar o valor pelos seguintes canais:

  • Carteira de Trabalho Digital ou portal Gov.br: disponível para consulta a partir de 05/02/2026.
  • Aplicativo Caixa Tem, caixas eletrônicos, lotéricas e Correspondentes CAIXA Aqui (para PIS).
  • Agências da Caixa Econômica Federal (iniciativa privada) e do Banco do Brasil para servidores públicos (Pasep).
  • Central de Atendimento Alô Trabalho 158: atendimento gratuito das 7h às 22h, de segunda a sábado.

O trabalhador deve garantir que os dados estejam atualizados no sistema eSocial pela empresa empregadora até o prazo estipulado.

Prazos e calendário de pagamento do abono salarial

O pagamento segue calendário unificado, de acordo com o mês de nascimento do beneficiário. Os valores ficam disponíveis até 30/12/2026:

Nascidos em:Recebem a partir de:
Janeiro16/02/2026
Fevereiro16/03/2026
Março15/04/2026
Abril15/04/2026
Maio15/05/2026
Junho15/05/2026
Julho15/06/2026
Agosto15/06/2026
Setembro15/07/2026
Outubro15/07/2026
Novembro17/08/2026
Dezembro17/08/2026

Beneficiários que não sacarem até a data final perdem o direito ao valor.

Como receber o abono: canais e bancos responsáveis

O valor do PIS é pago pela Caixa Econômica Federal, enquanto o Pasep fica sob responsabilidade do Banco do Brasil. As formas de recebimento são:

  • Crédito em conta corrente, poupança ou Conta Digital da Caixa.
  • Via aplicativo Caixa Tem (poupança social digital aberta automaticamente).
  • Nos caixas eletrônicos, lotéricas e Correspondentes CAIXA Aqui, usando Cartão Social e senha.
  • Para funcionários públicos: crédito pelo Banco do Brasil, via conta, TED, PIX ou direto no caixa.

Consulte informações atualizadas na agência bancária ou canais digitais do banco responsável.

Situações especiais e o que fazer em caso de problemas

Se houver divergências nos dados do trabalhador ou ausência de pagamento, recomenda-se:

  • Verificar informações junto ao empregador, garantindo que o cadastro no eSocial foi realizado corretamente até 13/10/2025.
  • Entrar em contato pelo telefone 158 (Alô Trabalho) ou nas Superintendências Regionais do Trabalho.
  • Apresentar documentação pessoal e comprovantes de vínculo empregatício, caso precise abrir contestação.

O atendimento presencial pode ser feito em agências da Caixa (PIS) e Banco do Brasil (Pasep).

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13 abr

Diagnóstico de autismo depende do bolso; só 20% são realizados pelo SUS

Diagnóstico de autismo depende do bolso; só 20% são realizados pelo SUS

Apenas 20,4% das pessoas autistas revelam ter recebdo o diagnóstico pelo SUS – (crédito: Mapa Autismo Brasil/Divulgação)

O primeiro levantamento nacional do Mapa Autismo Brasil (MAB) revela um cenário de fragilidade estrutural no atendimento a pessoas autistas no país, com gargalos no diagnóstico, acesso restrito a terapias e forte dependência do setor privado. Os dados, divulgados nesta última sexta-feira (10/4), pelo Instituto Autismos, apontam que o cuidado ainda é marcado por desigualdades econômicas e regionais, além de sobrecarga significativa para as famílias.

Entre os 23.632 questionários válidos analisados, apenas 20,4% dos participantes informaram ter recebido diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista (TEA) pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Já a maior parte recorreu à rede particular (55,2%) ou a planos de saúde (23%), evidenciando que o acesso ao diagnóstico ainda depende, em grande medida, da capacidade financeira das famílias. 

A desigualdade se acentua quando observadas as diferenças regionais. No Norte e no Nordeste, o SUS tem papel mais relevante na confirmação diagnóstica, com 33,48% e 24,11% dos casos, respectivamente. Ainda assim, o levantamento indica que a presença de especialistas e serviços continua limitada, o que impacta diretamente o tempo e a qualidade do diagnóstico.

Apesar de a maior parte dos diagnósticos ocorrer na infância  (51,7% entre 0 e 4 anos), a média de idade ao diagnóstico chega a 11 anos, o que indica a existência de um contingente significativo de diagnósticos tardios. Esse atraso pode comprometer o início de intervenções precoces, consideradas fundamentais para o desenvolvimento.

O estudo também revela falhas no reconhecimento dos primeiros sinais. Em 55,9% dos casos, foram familiares próximos que perceberam alterações no desenvolvimento, enquanto médicos e professores aparecem com participação bem menor, de 7,3% e 9,4%, respectivamente. O dado sugere fragilidade no rastreio institucional e na identificação precoce do autismo. 

No acesso a terapias, o cenário é igualmente preocupante. Apenas 15,5% dos entrevistados afirmaram realizar acompanhamento pela rede pública de saúde, enquanto mais de 60% dependem de planos de saúde ou pagamento particular. Mesmo entre aqueles que conseguem acesso, a carga horária está aquém do recomendado: 56,5% relataram fazer até duas horas semanais de terapia, volume considerado insuficiente diante das diretrizes internacionais. 

Além da limitação de horas, há desigualdade no tipo de atendimento oferecido. Terapias como análise do comportamento aplicada (ABA), fonoaudiologia e terapia ocupacional são mais frequentes entre usuários de planos de saúde do que na rede pública, indicando diferenças na qualidade e diversidade dos serviços disponíveis.

O impacto financeiro do cuidado também aparece com força nos dados. Parte significativa das famílias relata gastos mensais elevados com terapias, frequentemente superiores a R$ 1 mil. Esse cenário ajuda a explicar outro achado relevante: cerca de 30,47% dos cuidadores declararam não possuir renda ou estarem fora do mercado de trabalho, o que aponta para a sobrecarga do cuidado e suas consequências econômicas. 

A responsabilidade recai majoritariamente sobre as mulheres. Entre os responsáveis por pessoas autistas, 92,4% são mães, o que reforça a dimensão de gênero no cuidado e evidencia a necessidade de políticas públicas que considerem essa realidade.

Na educação, embora 83,7% das pessoas autistas frequentem instituições de ensino, a inclusão ainda é limitada. Cerca de 39,9% afirmaram não receber qualquer tipo de apoio pedagógico ou recurso de acessibilidade, o que indica que a presença na escola não garante, necessariamente, participação plena no processo educacional.

O perfil traçado pelo levantamento também ajuda a compreender quem é o autista brasileiro. A maioria é do sexo masculino (65,3%), está na faixa etária de até 17 anos (72,1%) e se declara branca (60,8%), seguida por pessoas pardas (32%) e pretas (5,2%). Em relação ao nível de suporte, 53,7% estão no nível 1, 33,7% no nível 2 e 12,6% no nível 3, que exige maior apoio no dia a dia. 

As comorbidades também são frequentes. Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), ansiedade e distúrbios do sono aparecem entre as condições mais relatadas, reforçando a necessidade de abordagens multidisciplinares no cuidado.

Para especialistas envolvidos no projeto, o levantamento representa um avanço ao oferecer um retrato mais detalhado da realidade do autismo no país, mas também evidencia lacunas históricas. “O mapa não é apenas um retrato, mas uma ferramenta para orientar políticas públicas e melhorar a organização dos serviços”, destaca a fundadora do Instituto Autismos, Ana Carolina Steinkopf. 

Correio Braziliense

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