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28 out

Mega-Sena acumula novamente e prêmio vai a R$ 320 milhões

Mega-Sena acumula novamente e prêmio vai a R$ 320 milhões

O Concurso 3.076 da Mega-Sena, sorteado nesta terça-feira (27), não teve ganhador. O prêmio acumulou novamente e está estimado em R$ 320 milhões para a nova rodada.

Os números sorteados são: 06 – 30 – 32 – 38 – 49 – 57.

A quina teve 68 apostas ganhadoras. Cada uma receberá R$ 58.086,17. A quadra saiu para 6.491 apostas, no valor de R$ 869,30 cada.

Apostas

O próximo concurso será nesta quarta-feira (28).

Até sexta-feira (30), a Caixa realiza a Mega Semana da Mega-Sena, com cinco sorteios consecutivos.

A ação especial terá sorteios (concursos 3075, 3076, 3077, 3078 e 3079) de segunda a sexta-feira, substituindo o calendário regular.   

As regras para aposta e prêmios não mudam. Os interessados devem apostar até as 20h e os sorteios serão realizados às 21h no horário de Brasília. A aposta simples, de seis números, custa R$ 6.

As apostas na Mega-Sena podem ser feitas nas casas lotéricas de todo o país, no site e no aplicativo Loterias CAIXA e no Internet Banking. 

Após a semana especial, a Mega-Sena retomará seu calendário regular de sorteios e abrirá as vendas da Mega da Virada 2026.

© Rafa Neddermeyer/Agência Brasil/ARQUIVO

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28 out

Iniciativa de Ezequiel Ferreira reconhece legado das ‘40 Horas de Angicos’ como patrimônio cultural do RN

Iniciativa de Ezequiel Ferreira reconhece legado das ‘40 Horas de Angicos’ como patrimônio cultural do RN

Crédito da(s) Foto(s): João Gilberto

O legado histórico, cultural e educacional da experiência das “40 Horas de Angicos”, realizada em 1963, passou a ser reconhecido oficialmente como Patrimônio Cultural Imaterial do Rio Grande do Norte. A medida está prevista na Lei nº 12.932, de 26 de outubro de 2026, de iniciativa do presidente da Assembleia Legislativa do RN, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB), sancionada pelo Governo do Estado e publicada no Diário Oficial desta terça-feira (27).

A experiência, realizada no município de Angicos sob a coordenação do educador Paulo Freire, integra a história da educação brasileira. O reconhecimento legal contempla as memórias, os relatos orais, os saberes, as práticas pedagógicas e outras referências culturais associadas aos educandos, alfabetizadores, coordenadores e comunidades que participaram da iniciativa.

Para Ezequiel Ferreira, reconhecer esse legado significa valorizar uma experiência que faz parte da história do Rio Grande do Norte e preservar a memória das pessoas que contribuíram para sua realização.

“Reconhecer as 40 Horas de Angicos como patrimônio cultural imaterial é valorizar uma experiência que marcou a história da educação brasileira e que tem um lugar importante na memória do nosso Estado. Preservar esse legado é reconhecer seus participantes e garantir que essa história, seus conhecimentos e suas referências culturais sejam transmitidos às futuras gerações”, afirma o parlamentar.

A lei estabelece como objetivos a salvaguarda da memória coletiva dos participantes, a valorização dos relatos orais e das práticas culturais e educacionais associadas à experiência, o incentivo à pesquisa e à documentação e a divulgação de suas referências históricas. A norma também prevê ações voltadas à transmissão desse legado às novas gerações e ao fortalecimento da identidade cultural de Angicos, destacando sua relevância para a história da educação brasileira.

O texto legal considera parte desse patrimônio as memórias e os relatos das pessoas envolvidas, assim como os saberes e as práticas que ajudam a compreender a dimensão histórica e cultural da experiência. Dessa forma, o reconhecimento vai além do registro de um acontecimento e contempla também as pessoas e comunidades que mantêm viva sua memória.

A legislação esclarece que o reconhecimento não substitui os procedimentos administrativos de inventário, registro ou outras formas de proteção previstas na legislação aplicável. Também não determina a adoção obrigatória de um método pedagógico nem altera os currículos ou as diretrizes da rede estadual de ensino.

A iniciativa integra o conjunto de ações legislativas voltadas ao reconhecimento do patrimônio histórico e cultural potiguar. Com a nova lei, a experiência das 40 Horas de Angicos passa a contar com reconhecimento formal no âmbito estadual, reforçando a importância da preservação da memória educacional e cultural do Rio Grande do Norte.

Para a Assembleia Legislativa, a valorização desse patrimônio representa também o compromisso com a preservação da história potiguar e com a transmissão de suas referências culturais às próximas gerações.

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28 out

‘Não digo que concordo porque não fui consultado’, afirma Rogério

‘Não digo que concordo porque não fui consultado’, afirma Rogério

Foto: Jonas Pereira/Senado

O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), afirmou nesta terça-feira 27 que foi surpreendido pelas informações sobre uma possível saída do aliado do Brasil. O potiguar disse desconhecer o paradeiro de Flávio e relatou que, pela manhã, o parlamentar havia pedido “um tempo” para descansar.

“Nós não tivemos notícia ainda por parte do Flávio e advogados do que de fato aconteceu. Tentamos contactar o Flávio após as informações”, declarou Marinho.

O senador disse que recebeu uma mensagem de texto de Flávio por volta das 8h, mas não obteve esclarecimentos sobre a viagem. Os dois haviam se encontrado na tarde de segunda-feira 26 para conversar sobre a votação recebida e a atuação na oposição após a derrota para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Recebi uma mensagem de texto dizendo que iria dar um tempo hoje e depois conversaria conosco, por volta das 8h da manhã. Estamos surpresos porque conversamos ontem sobre a necessidade para que Flávio assumisse esse papel de liderança da oposição”, afirmou.

“Fiquei surpreso porque ontem conversamos sobre a necessidade de que Flávio assumisse esse papel de liderança da oposição. Temos um governo que fez mal ao país e precisamos ficar vigilantes”, declarou.

A manifestação ocorreu após uma reunião na sede do PL, em Brasília, com o presidente nacional da legenda, Valdemar Costa Neto, e outros parlamentares, entre eles o senador Efraim Filho (PB) e o deputado federal Hélio Lopes (RJ). Marinho afirmou que a direção partidária não havia sido comunicada sobre os planos do candidato derrotado.

Ao chegar à sede da legenda, Marinho havia evitado responder sobre a viagem. “Só falo depois que o Flávio falar”, disse. Mais cedo, havia negado que o aliado tivesse deixado o país.

Embora tenha se declarado “surpreso”, o senador disse compreender uma eventual decisão de Flávio de deixar o território brasileiro. Ressaltou, porém, que não participou de conversas sobre a viagem. “Então até compreendo caso Flávio tenha saído do Brasil. Não digo que concordo porque não fui consultado”, afirmou.

Questionado sobre a possibilidade de concessão de asilo político pelo governo do presidente americano Donald Trump, Marinho disse não ter informações a respeito. Também reforçou que os dirigentes do PL não tinham conhecimento prévio de um eventual deslocamento do senador.

“Não tenho a notícia de que Trump daria asilo ao Flávio. Vamos deixar claro uma coisa: é evidente que não fomos comunicados sobre Flávio ter viajado, mas existe uma situação que precisa ser esclarecida”, declarou.

Ao comentar o episódio, Marinho criticou as medidas adotadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), contra Flávio. O senador questionou a rapidez das decisões judiciais após a divulgação do resultado eleitoral e sustentou que a suspeita de uma conta conjunta entre o aliado e o advogado Willer Tomaz, apontada por ele como um dos principais elementos da investigação, teria sido afastada durante a apuração.

Segundo Marinho, a Polícia Federal solicitou medidas cautelares sete minutos depois da proclamação do resultado da eleição, e Moraes autorizou os pedidos aproximadamente uma hora e meia depois. Os horários mencionados pelo parlamentar não foram confirmados de forma independente.

“Em uma democracia, é muito estranho que um candidato a presidente seja alvo de medidas cautelares. Me parece uma preparação para uma coisa mais persecutória”, afirmou.

A ordem judicial foi expedida no processo em que Flávio e o advogado Willer Tomaz são investigados por suspeitas de lavagem de dinheiro. Os dois negam irregularidades. O prazo para apresentar os passaportes à Polícia Federal terminou às 11h desta terça-feira, sem a entrega dos documentos.

O Departamento de Estado informou que concederá vistos a Flávio e à família e permitirá a entrada deles nos Estados Unidos.

Na segunda-feira 26, o parlamentar havia afirmado publicamente que cumpriria a determinação judicial e que não pretendia deixar o Brasil.

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27 out

Fátima anuncia viagem com Cadu a Brasília para discutir obras no RN

Fátima anuncia viagem com Cadu a Brasília para discutir obras no RN

Foto: Divulgação

A governadora Fátima Bezerra (PT) anunciou nesta terça-feira 27 que viajará a Brasília na próxima semana acompanhada do governador eleito Cadu de Lula (PT) para discutir a continuidade de obras e novos investimentos federais no Rio Grande do Norte. A agenda deverá incluir conversas com a Casa Civil sobre empreendimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e propostas como a terceira ponte de Natal.

“É importante ir porque o Rio Grande do Norte tem pressa”, declarou Fátima.

A governadora destacou que Cadu, que a acompanhava em compromissos na capital federal como secretário, participará agora das discussões na condição de sucessor eleito. “Vou na próxima semana para Brasília. Já vou levando o governador junto comigo”, afirmou.

Na avaliação de Fátima, a continuidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Presidência permitirá a Cadu iniciar o mandato em condições mais favoráveis para viabilizar investimentos. A governadora argumentou que, no começo da atual gestão federal, o presidente precisou concentrar esforços na recuperação de políticas públicas e na retomada de obras paralisadas. Disse que os resultados mais expressivos da parceria com o governo estadual começaram a aparecer a partir do ano passado. “Cadu chega agora com as obras já em curso”, afirmou.

Entre os empreendimentos citados, Fátima destacou a duplicação da BR-304. Em setembro, os primeiros 10 quilômetros da obra foram entregues e outros 8 quilômetros deverão ser liberados em dezembro. A governadora manifestou confiança de que a obra será concluída até 2030, durante os próximos mandatos estadual e federal.

Na saúde, a governadora projetou a entrada em funcionamento do Hospital Metropolitano em 2028, já na administração de Cadu. Afirmou que a construção começou e apresentou a unidade como uma resposta a uma necessidade antiga do Estado, com potencial para reduzir a pressão sobre o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel. “Esse é um dos grandes legados que nós vamos deixar”, declarou. Fátima classificou o empreendimento como uma obra estruturante para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) no Rio Grande do Norte.

A infraestrutura hídrica também deverá integrar as discussões sobre a continuidade dos investimentos. Fátima citou a chegada das águas do Rio São Francisco ao Seridó e a Pau dos Ferros e apontou a conclusão dos sistemas adutores do Seridó e do Agreste como compromissos para o próximo período. No caso do Agreste, afirmou que a parceria entre Cadu e Lula permitirá levar água até o município de Santa Cruz.

Sobre a terceira ponte sobre o Rio Potengi, em Natal, a governadora atribuiu a Cadu a iniciativa de apresentar a proposta durante a campanha. Segundo relatou, ele a procurou depois de conversar com profissionais da área e se convencer da importância do equipamento para a mobilidade urbana. “Foi ideia dele”, afirmou. Além de melhorar os deslocamentos e a segurança viária, a ponte foi apresentada pela governadora como um investimento com potencial para beneficiar o turismo da capital potiguar.

Fátima disse que intermediou os primeiros contatos com a Casa Civil e que Cadu passou a conduzir as conversas sobre o projeto. A estimativa mencionada por ela é de um investimento entre R$ 600 milhões e R$ 700 milhões. Segundo a governadora, o compromisso recebeu autorização de Lula, que posteriormente o confirmou durante a visita ao Alecrim, em Natal. “O presidente Lula deu Ok”, declarou.

Ao reunir as obras rodoviárias, hospitalares e de abastecimento, Fátima defendeu que a relação com o governo federal tem resultados concretos a apresentar e deverá sustentar novas entregas. “Nós estamos falando de ações concretas”, afirmou. Na avaliação dela, a manutenção da parceria permitirá ao sucessor avançar em projetos que já passaram pelas primeiras etapas de articulação e execução.

Vitória nas eleições

O anúncio da viagem ocorreu em meio ao balanço que a governadora fez das eleições. Fátima classificou a vitória de Cadu e a reeleição de Lula como o encerramento de uma jornada iniciada no primeiro turno, quando seu grupo ampliou as bancadas estadual e federal e elegeu Samanda de Lula (PT) ao Senado. “O campo democrático e progressista colhe nessas eleições de 2026 o melhor resultado político da sua história no Rio Grande do Norte”, afirmou.

A governadora interpretou a eleição do sucessor como uma renovação da confiança recebida ao longo de sua trajetória política, que inclui mandatos de deputada estadual, deputada federal, senadora e governadora. Disse ter começado a segunda-feira considerando aquele um dos dias mais felizes de sua vida. “Eu não vou esquecer isso nunca, nunca”, declarou, ao agradecer ao eleitorado pela escolha de Cadu e Lula.

Embora tenha reconhecido sua participação nas articulações, Fátima ressaltou que o resultado foi construído coletivamente. “Essa vitória é fruto do esforço coletivo. Ninguém faz nada sozinho”, afirmou. A governadora agradeceu aos parlamentares e às lideranças que apoiaram a candidatura desde o início, aos aliados que chegaram no segundo turno e à militância. Também atribuiu a Lula influência decisiva no resultado estadual e destacou a identificação do presidente com o Nordeste.

Sobre a disputa pelo governo, Fátima disse que passou a acreditar sem dúvidas na vitória quando Cadu chegou ao segundo turno. Na avaliação dela, a comparação de trajetórias e perfis, especialmente nos debates, favoreceu o aliado. “Cadu conseguiu transmitir muita veracidade, muita credibilidade”, afirmou. A governadora também ressaltou que o sucessor assumiu publicamente a ligação com sua administração e demonstrou conhecer tanto os avanços quanto os problemas do Estado.

Projetos a partir de 2027

Ao tratar do que pretende fazer depois de deixar o governo, Fátima afirmou que deseja descansar e tirar férias em janeiro, mas assegurou que continuará participando da vida política. “A militância política faz parte da minha trajetória, da minha história, e você não faz política só estando num mandato eletivo”, declarou. “Eu vou continuar sempre exercendo a militância política, como sempre fiz, sem dúvida nenhuma.”

Questionada sobre a possibilidade de assumir um ministério no próximo mandato de Lula, a governadora negou que tenha discutido o assunto com o presidente. “O presidente Lula nunca conversou comigo sobre isso”, afirmou. Apesar de dizer que não está concentrada nessa hipótese neste momento, deixou aberta a possibilidade de integrar a futura equipe federal. “Evidentemente, se esse convite for feito, claro que eu vou avaliar”, declarou.

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27 out

Reforma tributária pode beneficiar 160 mil MEIs no Rio Grande do Norte

Reforma tributária pode beneficiar 160 mil MEIs no Rio Grande do Norte

Foto: Reprodução/Internet

Cerca de 160 mil microempreendedores individuais (MEIs) do Rio Grande do Norte poderão ser beneficiados pelas novas regras de simplificação tributária do governo federal. As medidas, previstas no Decreto nº 13.140/2026 e na Resolução CGSN nº 195/2026, permitem utilizar a declaração anual do MEI como documento fiscal eletrônico em determinadas operações e dispensam nanoempreendedores de CNPJ para fins dos novos tributos.

Segundo o Sebrae-RN, o Estado reúne aproximadamente 294 mil pequenos negócios, dos quais 54,4% são MEIs. Em setembro de 2026, eram 155.419 microempreendedores individuais, além de 104.527 microempresas e 17.513 empresas de pequeno porte. A regulamentação busca reduzir obrigações administrativas durante a transição para o novo sistema de tributação sobre bens e serviços.

A partir de 1º de janeiro de 2027, os MEIs poderão utilizar a Declaração Anual Simplificada (DASN-Simei) como documento fiscal eletrônico em operações destinadas a consumidores finais pessoas físicas, conforme as condições estabelecidas. A mudança não elimina todas as exigências de emissão de notas fiscais, que continuam obrigatórias nas situações não contempladas pela regulamentação.

Para os nanoempreendedores, a legislação prevê dispensa de CNPJ e de documentos fiscais eletrônicos relacionados ao IBS e à CBS, desde que atendidos os critérios de enquadramento. Parte das disposições relativas ao IBS terá efeitos previstos para 2029. No Rio Grande do Norte, as mudanças poderão alcançar atividades de comércio, alimentação, manutenção e prestação de serviços, conforme o perfil de cada contribuinte.

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