refis prefeitura
Notícia
19 jun

Quase metade dos industriais prevê aumento do endividamento nos próximos três meses, aponta CNI

Quase metade dos industriais prevê aumento do endividamento nos próximos três meses, aponta CNI

Foto: Iano Andrade/CNI

Cerca de 45% dos empresários industriais esperam aumento do endividamento bancário nos próximos três meses. É o que mostra uma pesquisa inédita da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Segundo o levantamento, a tendência é de crescimento do passivo das empresas diante da maior necessidade de recorrer ao crédito para custear despesas operacionais e manter o fluxo de caixa

A analista de Políticas e Indústria da CNI, Maria Virginia Colusso, explica que a demanda por financiamento reflete a pressão sobre o capital de giro em um ambiente de juros ainda elevados

“Mesmo com um corte da Selic (taxa básica de juros) para 14,25% ao ano, o juro real ainda está em torno de 10% ao ano. Então, isso ainda é uma política monetária bastante restritiva”, afirma.

Segundo a especialista, uma parcela significativa das empresas espera precisar de mais recursos para financiar o ciclo operacional, manter estoques e obter mais prazo junto aos fornecedores

“Isso indica que essas empresas precisam de mais recursos para sustentar o intervalo entre vender e receber. O problema é que essa necessidade de crédito vem acompanhada de uma expectativa de ter que tomar esse crédito a um custo mais caro”, destaca.

Para Colusso, a reversão desse cenário depende de uma redução sustentável do custo do crédito

“A principal medida para mudar esse quadro é uma redução sustentável do custo do crédito, e isso precisa vir acompanhado de uma condição de acesso ao crédito para capital de giro e investimentos, para que o financiamento volte a cumprir a sua função produtiva”, recomenda.

Financiamento de contas a receber

Mais da metade (51%) das empresas consultadas projeta aumento da necessidade de recorrer a financiamentos com contas a receber como garantia nos próximos três meses. Segundo a CNI, o movimento está associado, principalmente, ao risco de inadimplência ou de atrasos nos pagamentos por parte dos clientes. 

Além disso, 45% dos industriais esperam alta nos juros cobrados pelos bancos nessas operações

Financiamento de estoques

A pesquisa mostra ainda que 48% dos empresários preveem maior necessidade de financiamento para manter estoques de insumos e mercadorias nos próximos três meses, enquanto apenas 9% esperam redução

Para a CNI, fatores como aumento do tempo de venda e maiores custos de carregamento podem exigir mais recursos para sustentar os estoques no curto prazo. 

Ao todo, 45% dos respondentes acreditam que os juros cobrados nessas operações também vão subir

Financiamento das contas a pagar

Entre os industriais consultados, 59% esperam aumento da procura por crédito para financiar contas a pagar nos próximos três meses. Segundo a CNI, o resultado sinaliza uma maior necessidade de alongar prazos de pagamento de insumos e mercadorias, em razão das pressões sobre o fluxo de caixa e da dificuldade de compatibilizar os pagamentos aos fornecedores com o ritmo de recebimento pelas vendas

Mais da metade das empresas (52%) acredita que os juros dessas operações deverão subir

“O endividamento mais elevado e o encarecimento do crédito afetam a economia por diferentes canais. Para as empresas, isso aumenta as despesas financeiras, comprime a rentabilidade, reduz a capacidade de investir, inovar, ampliar a produção e modernizar o parque industrial”, afirma Colusso. 

Margens menores e repasse aos preços

O estudo também revela que 64% dos industriais esperam redução da margem líquida dos negócios — indicador que mede a relação entre lucro e faturamento.

Para compensar a perda de rentabilidade, 51% das empresas pretendem elevar os preços de venda nos próximos três meses, enquanto apenas 7% devem reduzi-los, indicando que parte das pressões de custos tende a ser repassada ao consumidor. Outros 43% dos industriais esperam manter os preços atuais.

“Quando a empresa não consegue repassar esse custo financeiro mais elevado para os preços de venda — seja pelo medo de perder mercado ou pela concorrência —, a consequência é a redução das margens, menos investimento e risco de perder competitividade”, explica.

Na avaliação da analista da CNI, a manutenção de juros elevados por um período prolongado reduz o dinamismo da indústria, enfraquece a geração de emprego e renda e limita o crescimento da economia

Fonte: Brasil 61

Clique no banner

Notícia
19 jun

Polícia | Operação Conto da Sorte investiga esquema bilionário de apostas e tem Bodó no RN centro das apurações

Polícia | Operação Conto da Sorte investiga esquema bilionário de apostas e tem Bodó no RN centro das apurações

Destaque: A investigação do Ministério Público aponta que a Lotseridó, criada pela Prefeitura de Bodó, teria sido utilizada para dar aparência de legalidade a plataformas de apostas online que movimentaram bilhões de reais em todo o país.

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) deflagrou nesta última quinta-feira (18) a Operação Conto da Sorte, com ações simultâneas nos estados de Pernambuco, Ceará e São Paulo. A investigação apura um esquema de exploração irregular de apostas de quotas fixas e jogos de azar pela internet, além de crimes de lavagem de dinheiro, associação criminosa, exploração de loterias não autorizadas e crimes contra as relações de consumo.

De acordo com o MPRN, o município de Bodó, localizado na região do Seridó potiguar, aparece como peça central nas investigações. Segundo os promotores, a Lotseridó, órgão criado pela administração municipal, teria sido utilizada para conferir aparência de legalidade a dezenas de plataformas de apostas que operavam em âmbito nacional.

As apurações tiveram início após análises da Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda e contaram com a atuação conjunta da Receita Federal e dos Ministérios Públicos de Pernambuco, Ceará e São Paulo.

A operação cumpriu mandados de busca e apreensão contra sete pessoas físicas e seis empresas nos municípios de Recife, Caruaru e Toritama, em Pernambuco; Fortaleza, no Ceará; além de São Paulo e Iguape, no estado paulista.

Segundo a investigação, as empresas vinculadas ao esquema teriam arrecadado cerca de R$ 415 milhões em apenas dez meses de funcionamento, gerando repasses superiores a R$ 8,3 milhões para os cofres municipais de Bodó. Além disso, uma das empresas investigadas movimentou aproximadamente R$ 4,6 bilhões em créditos ao longo de 2025.

Os investigadores também identificaram uma rede de empresas registradas em nome de laranjas, incluindo pessoas de baixa renda e beneficiários de programas sociais. Em um dos casos, foram encontradas 21 empresas registradas em um mesmo endereço considerado fictício no município de Bodó.

Em novembro de 2025, a Justiça determinou o bloqueio de R$ 145 milhões em bens e ativos financeiros ligados aos investigados. A medida incluiu contas bancárias, aplicações financeiras, veículos, imóveis e planos de previdência privada.

O Ministério Público sustenta que municípios não possuem competência legal para criar ou regulamentar loterias e apostas, entendimento que segue decisões do Supremo Tribunal Federal. As investigações continuam e buscam identificar todos os envolvidos, interromper as atividades consideradas irregulares e garantir a reparação dos prejuízos causados aos consumidores.

Divulgação/MPRN

Clique no banner

olisun-full
Notícia
19 jun

Detran RN anuncia leilão online de 85 lotes com veículos e sucatas; confira

Detran RN anuncia leilão online de 85 lotes com veículos e sucatas; confira

Foto: Detran/RN

O Departamento Estadual de Trânsito do Rio Grande do Norte (Detran/RN) anunciou a abertura dos lances para o próximo leilão de veículos e sucatas, marcado para a terça-feira (23), a partir das 10h. A disputa vai acontecer exclusivamente pela internet, por meio do site da Lance Certo Leilões.

Ao todo, o leilão disponibiliza 85 lotes, dos quais 49 são compostos por veículos aptos à recuperação e retorno à circulação, enquanto os outros 36 correspondem a sucatas. Os bens estão armazenados em pátios credenciados localizados nos municípios de Caicó, Mossoró e São Gonçalo do Amarante.

Segundo o órgão, os lotes englobam veículos e ciclomotores removidos por infrações de trânsito ou abandonados e que permanecem há mais de 60 dias sem regularização ou retirada por parte dos proprietários.

Como participar

Para participar, os interessados devem efetuar cadastro antecipado no portal da leiloeira oficial, observando o prazo mínimo de 72 horas antes da abertura do leilão. A participação é permitida a pessoas físicas maiores de 18 anos, além de empresas legalmente constituídas.

No caso dos lotes classificados como sucata, a legislação determina que a arrematação seja realizada exclusivamente por empresas de desmontagem devidamente credenciadas junto aos órgãos executivos de trânsito.

Antes da realização do leilão, os interessados terão a oportunidade de conhecer presencialmente os bens ofertados. A visitação estará liberada nos dias 19 e 22 deste mês, das 8h às 16h, nos pátios onde os lotes estão armazenados. Em Caicó, poderão ser vistoriados os lotes de 1 a 18, localizados na RN-288, Km 1.1, Zona Rural.

Em Mossoró, estarão disponíveis para visita os lotes de 19 a 33, no pátio situado na Avenida Centenária, nº 1000, bairro Aeroporto I. Já em São Gonçalo do Amarante, os lotes a partir do número 34 poderão ser conferidos na Avenida Ruy Pereira dos Santos, nº 2565, bairro Olho D’Água.

Critérios para observar

Durante a visita, será permitida apenas a observação visual dos veículos e sucatas. O Detran informou que não será autorizado manusear os bens, retirar componentes, realizar testes mecânicos ou registrar imagens por meio de fotografias e vídeos.

O Detran/RN destacou ainda que os proprietários de veículos recolhidos há mais de 60 dias continuam tendo a possibilidade de regularizar a situação e reaver seus bens antes da realização do leilão. Para isso, é necessário procurar a Comissão de Leilão do órgão, na sede do Detran/RN, em Natal, mediante agendamento prévio realizado pelo Portal de Serviços.

O edital completo, contendo as regras do certame e a relação detalhada dos lotes, está disponível para consulta no site da Lance Certo Leilões.

Tribuna do Norte

Clique no banner

Lojão do Real
Notícia
19 jun

Defesa de Cabo Deyvison não descarta motivação política

Defesa de Cabo Deyvison não descarta motivação política

Foto: Reprodução

“Não descarto a questão das facções criminosas, nem descarto que seja motivação política ou empresarial”, posicionou o advogado Raphael Targino Góis, que defende o vereador Cabo Deyvison (PL) na instância eleitoral e passou acompanhá-lo, agora, depois do atentando a tiros que o parlamentar sofreu em Mossoró, na noite de segunda-feira (15), quando morreu o cinegrafista Alyson Diego de Oliveira Morais, depois de atingido com um tiro na nuca.

Por conta do ataque a tiros do qual escapou com ferimentos nas pernas, o vereador Cabo Deyvison pediu ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) a retirada de pauta do seu recurso em embargos de declaração, a respeito de decisão negando sua desfiliação do MDB para disputar mandato de deputado federal nas eleições de outubro de 2026 por outra legenda partidária.

A Corte Eleitoral acatou seu pedido sem prazo determinado para julgamento do recurso, “em razão do caso fortuito noticiado” pelo vereador Cabo Deyvison, que no começo de abril filiou-se ao Partido Liberal (PL).

Segundo o despacho do TRE, foi deferida a retirada do feito da pauta virtual de julgamento designada para o período de 16 a 18 de junho de 2026, “com afastamento excepcional” dos prazos previstos na Resolução TRE/RN nº 150/2025.

Raphael Targino confirmou que o Cabo Deyvison, que recebeu alta do Hospital da Policia Militar em Mossoró, na manhã da quarta-feira (17), agora acompanha os desdobramentos do caso. “A gente acionou o Senado Federal para ele (Cabo Deyvison) ter direito de escolta junto à Secretaria de Segurança”, disse o advogado.

Targino disse, ainda, que esse não é o primeiro processo em que Cabo Deyvison e o próprio assessor Alyson Morais eram parte interessadas: “Tem muitas coisas em andamento, a morte de Alyson não foi por acaso”.

Dentre os seis presos suspeitos de envolvimento na trama do atentado a tiros que resultou em ferimentos nas pernas do vereador Cabo Deyvison (PL) e na morte do cinegrafista Alyson Diego de Oliveira Morais, na noite de segunda-feira (15), a expectativa é de que quatro quatro deles passem por audiência de custódia nesta quinta-feira (18), no 2º Núcleo Regional das Garantias, que funciona das 8 às 14 horas, em Mossoró.

Com relação aos presos José Antonio da Costa e Vinícius Gabriel da Silva Freitas, que estavam num taxi interceptado na terça-feira (16) próximo à cidade de Beberibe (CE), os autos de prisão em flagrante desses dois acusados foram remetidos para o 2º Núcleo Regional das Garantias ainda no fim da tarde (17h) de quarta-feira (17), mas o juiz se declarou incompetente para realizar a audiência de custódia, uma vez que a prisão foi efetuada naquele município do Ceará.

Em sua decisão, o juiz Uedson Bezerra Costa Uchôa ressalta a Resolução CNJ nº 213/2015, que diz que “na hipótese em que a prisão for efetivada em localidade fora da jurisdição da autoridade judicial que a decretou, a pessoa será imediatamente apresentada ao juiz ou juíza competente do lugar em que ocorreu a prisão ou ao juiz das garantias do local da custódia, para a realização da audiência” (art. 13, § 2º, da Resolução CNJ nº 213/2015)

As forças policiais do Rio Grande do Norte prenderam quatros suspeitos, em Mossoró, na quarta, inclusive o possível motorista do Corolla preto abandonado com marca de tiros na lataria, na comunidade de Bom Jesus, periferia de Mossoró.

Embora o processo contra os acusados do ataque a tiros tramite em segredo de Justiça, nas esferas estadual e federal, o próprio comandante-geral da Policia Militar do Rio Grande do Norte, coronel Alarico Azevedo, já havia confirmado em entrevista a jornalista, na mesma noite do crime, que a Polícia identificou e vai apurar se tem alguma relação ao caso o depósito em “pix” no valor de R$ 10 mil no telefone celular dos suspeitos do atentado contra Cabo Deyvison, que foram presos em Beberibe.

“Essa é a informação que a gente tem. Pode estar relacionada à ocorrência, como se fosse um pagamento, mas isso ainda será aprofundado pela Polícia Civil”, chegou a dizer o coronel Alarico Azevedo.

Tribuna do Norte

Clique no banner

Notícia
19 jun

RN usa só 16% da verba para reduzir fila e tem 19 mil pacientes à espera de cirurgias

RN usa só 16% da verba para reduzir fila e tem 19 mil pacientes à espera de cirurgias

| Foto: Agência

O Rio Grande do Norte executou apenas 16% dos recursos destinados ao estado por meio do Programa Nacional de Redução de Filas (PNRF), do Ministério da Saúde, para 2026. Do total de R$ 58 milhões previstos para este ano, R$ 32 milhões já foram liberados, dos quais R$ 9,3 milhões foram executados. O número de pessoas aguardando na fila por uma cirurgia eletiva chega a 19 mil. É o que apontam dados do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Rio Grande do Norte (Cosems/RN), cedidos à reportagem da TRIBUNA DO NORTE.


A presidente do Cosems/RN, Maria Eliza Garcia, avalia que o atual percentual de execução é inferior ao observado no mesmo período de 2025. Segundo ela, o cenário acontece em virtude da insuficiência de prestadores de serviço para realizar as cirurgias e da falta de um trabalho de coordenação pelo Estado.

“Já estivemos em uma fase em que nós não tínhamos dinheiro, mas tínhamos prestadores. Hoje nós temos dinheiro e os prestadores não estão sendo tão atrativos para atender a grande demanda que ainda tem de cirurgias eletivas do nosso Estado”, reforça a presidente do Cosems/RN.


Embora chamamentos públicos tenham sido realizados para atrair hospitais fora da rede pública para integrarem o PNRF, Maria Eliza Garcia observa que a participação nem sempre é atrativa em virtude dos custos e do receio de prejuízo pelas unidades. Segundo ela, ainda, não se trata de um gargalo do município, uma vez que a maior parte dos procedimentos são de grande porte e precisam ser executados pelos hospitais da rede estadual.


Entre as cirurgias mais aguardadas, afirma a presidente do Cosems, estão as de tireoide e as urológicas. “Eu acredito que deveria ser feita uma cooperação do Estado junto com os prestadores para conseguir atender essa necessidade cadastrada no sistema de regulação. Está faltando essa vontade de fazer uma força-tarefa, pois é muito triste termos que dizer ao Ministério da Saúde que fomos inoperantes e não executamos o dinheiro por falta de prestadores”, destaca.

A presidente do Conselho Regional de Medicina do RN (Cremern), Giana da Escóssia Melo, avalia que, apesar dos esforços para reduzir as filas serem importantes, o cenário atual exige atenção permanente dos gestores e investimentos contínuos na rede assistencial.


“Os principais desafios são ampliar a capacidade da rede hospitalar, garantir equipes médicas suficientes, disponibilidade de leitos, centros cirúrgicos funcionando plenamente e financiamento adequado. Além disso, é fundamental aprimorar a regulação dos pacientes para tornar o processo mais eficiente e reduzir o tempo de espera”, argumenta a presidente do Cremern.


O presidente do Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Norte (Sinmed/RN), por sua vez, critica a retirada da demanda por cirurgias eletivas da rede complementar ao SUS para os hospitais públicos. Segundo ele, a rede pública não está conseguindo responder à demanda em virtude da sobrecarga das unidades com atendimentos de urgência e emergência.

“É preciso pensar na ampliação da oferta, mas também na rede adequada para serem feitas as cirurgias. As cirurgias estão sendo feitas nos hospitais de urgência, que precisam de hospitais auxiliares, seja por meio de convênios com a Sesap/RN, ou de hospitais de cirurgias eletivas para onde os pacientes podem ser encaminhados para esses procedimentos”, defende.


A reportagem da TRIBUNA DO NORTE procurou a Secretaria de Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap/RN) para confirmar os dados sobre a fila para realizar as cirurgias eletivas, os recursos do PNRF, além das medidas da pasta para acelerar o curso dos procedimentos. Até o fim desta edição, não houve resposta.
A reportagem também buscou o Ministério da Saúde. A pasta informou não conseguir atender ao deadline. O espaço segue aberto.

Recorde no Brasil


O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou, no dia 27 de maio, que o governo bateu o recorde de cirurgias eletivas no Sistema Único de Saúde (SUS), com a marca de 14,9 milhões de procedimentos em 2025.
O balanço foi apresentado em audiência pública da Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados, que debateu as ações e prioridades da pasta para 2026.


Segundo Padilha, o avanço ocorreu porque o programa “Agora tem especialistas” alterou a forma de financiar as unidades de saúde. A nova tabela passou a remunerar os hospitais por um pacote completo de atendimento – pagando de forma conjunta a consulta, o diagnóstico e a operação.


“Atingimos o recorde histórico de cirurgias eletivas pelo SUS. Isso é resultado direto da nova tabela, que supera definitivamente a antiga tabela SUS com procedimentos que chegam a ter três vezes maior o valor”, disse Padilha.

Tribuna do Norte

Clique no banner

WhatsApp