Notícia
05 ago

Quaest: Governo Lula é aprovado por 48% e desaprovado por 47%

Quaest: Governo Lula é aprovado por 48% e desaprovado por 47%

13.07.2026 – Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante Anúncio à imprensa, no Instituto Mauá de Tecnologia (IMT), em São Caetano do Sul – SP.

Foto: Ricardo Stuckert

Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (15) mostra que 48% dos eleitores aprovam o trabalho que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está fazendo. O percentual empata, dentro da margem de erro, com os 47% que desaprovam a gestão.

Do total de entrevistados, 5% disseram não saber ou não responderam ao levantamento.

Na rodada de julho, Lula também registrou 48% de aprovação e 47% de desaprovação. (Veja abaixo a série histórica).

Metodologia

A Genial/Quaest entrevistou 2.004 eleitores, entre os dias 31 de julho e 3 de agosto, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pelo Banco Genial e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-06591/2026.

CNN

Clique no banner

Lojão do Real
Notícia
05 ago

TRE manda PF investigar possíveis crimes em pesquisa que colocou Álvaro em 1º no RN

TRE manda PF investigar possíveis crimes em pesquisa que colocou Álvaro em 1º no RN

A desembargadora eleitoral Sulamita Pacheco, do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN), determinou que a Polícia Federal (PF) abra um inquérito para apurar possíveis crimes relacionados a uma pesquisa eleitoral que colocou o candidato Álvaro Dias (PL) na liderança da disputa pelo Governo do Estado. A decisão envolve um levantamento da Ipsensus Pesquisas registrado na Justiça Eleitoral sob o número RN-09520/2026.

A investigação foi requisitada pela Procuradoria Regional Eleitoral após a identificação de indícios de divulgação de pesquisa fraudulenta, falsidade ideológica eleitoral e atos destinados a retardar ou dificultar a fiscalização partidária.

A Ipsensus informou ter ouvido 1.500 eleitores de todas as regiões do Rio Grande do Norte entre os dias 18 e 22 de junho. O levantamento declarou margem de erro de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. A pesquisa foi contratada pela empresa Candeeiro Comunicação Integrada e Tecnologia Ltda., que utiliza o nome Candeeiro – Marketing Digital.

No cenário estimulado, Álvaro Dias apareceu com 32,5% das intenções de voto, seguido por Allyson Bezerra (União), com 27,3% e Cadu Xavier (PT), com 16,8%. O resultado contrariou a tendência verificada na maioria das pesquisas divulgadas até agora no Rio Grande do Norte, nas quais Allyson Bezerra aparece na primeira colocação, em alguns casos com vantagem ampla sobre os adversários.

Acesso ao sistema não foi liberado
O processo começou quando a federação União Progressista, formada por União Brasil e PP, pediu à Justiça Eleitoral acesso ao sistema interno de controle, verificação e fiscalização da Ipsensus. A legislação permite que partidos, federações, coligações, candidatos e o Ministério Público examinem documentos e confiram os dados publicados, desde que seja preservada a identidade das pessoas entrevistadas. A federação União Progressista apoia a candidatura de Allyson Bezerra ao Governo do Estado.

Sulamita Pacheco acolheu o pedido e determinou que a Ipsensus apresentasse, em dois dias, o relatório final da pesquisa, a identificação dos entrevistadores, as planilhas individuais, os mapas, os registros do sistema de controle da coleta, os relatórios de supervisão de campo e a documentação referente à checagem de aproximadamente 20% dos questionários. A empresa também deveria participar de videoconferência para permitir o acesso aos demais materiais.

Uma primeira reunião virtual foi realizada em 10 de julho, mas a diligência não foi concluída. Segundo consta no processo, o acesso aos formulários dependia do aplicativo ODK e da geração de um código por um técnico da empresa, que não estava disponível em razão de um feriado na localidade onde funciona o instituto. Uma segunda reunião ocorreu em 13 de julho, depois que a Justiça concedeu prazo adicional de cinco dias.

A federação alegou que, mesmo após as reuniões, não conseguiu acessar o sistema interno nem os formulários da pesquisa. A Justiça considerou que a ordem não havia sido cumprida e que existia possível embaraço à fiscalização, encaminhando o processo à Procuradoria Regional Eleitoral.

Empresa de fachada e outras irregularidades
No parecer, o procurador regional eleitoral Fernando Rocha de Andrade apontou indícios de que a Ipsensus poderia ter sido utilizada como pessoa jurídica interposta para ocultar a atuação da empresa Média Inteligência em Pesquisa.

Entre os elementos relacionados pela Procuradoria, está o fato de as pessoas identificadas como Augusto e Thales, que representaram a Ipsensus nas reuniões, possuírem vínculos documentados com a Média. Os seis entrevistadores informados pela Ipsensus também seriam os mesmos, inclusive nos nomes e CPFs, utilizados pela Média em outro levantamento eleitoral

O parecer menciona ainda que a estatística responsável, Giovana Rillary, apareceu em um documento com dois números diferentes de registro profissional. Um deles, segundo a Procuradoria, pertenceria ao estatístico Augusto da Silva Rocha, ligado à Média.

A análise da base de dados também levantou dúvidas sobre a execução do trabalho de campo. Um único código de entrevistador teria sido responsável por 620 entrevistas em 26 municípios durante cinco dias. Outro código teria registrado 477 entrevistas em 45 municípios no mesmo período. Foram encontrados ainda 11 identificadores repetidos em 24 registros, situação tratada no parecer como indício de clonagem de questionários. A Procuradoria afirma também que não havia geolocalização das entrevistas.

Com base nesses elementos, Sulamita Pacheco acolheu o pedido do Ministério Público e determinou que a PF instaure o inquérito. Como as pessoas inicialmente investigadas não possuem foro por prerrogativa de função, a supervisão da apuração deverá ficar com uma das zonas eleitorais de Natal. Depois do envio dos documentos à Polícia Federal, a petição cível será arquivada no TRE-RN, sem prejuízo da continuidade da investigação criminal.

Estatístico já foi alvo de questionamentos
O nome de Augusto da Silva Rocha já foi citado anteriormente em suspeitas relacionadas a pesquisas eleitorais. Em outubro de 2020, o jornal O Globo informou que o estatístico seria investigado pelo conselho profissional da categoria após supervisionar 937 levantamentos durante as eleições municipais daquele ano, distribuídos entre 72 institutos. O volume foi considerado “irreal” pelo então presidente do Conselho Regional de Estatística da 4ª Região.

Na ocasião, O Globo também citou questionamentos judiciais envolvendo pesquisas supervisionadas por Rocha. O estatístico afirmou ao jornal que trabalhava com uma equipe de cinco pessoas, respondia pela elaboração técnica e pelo plano amostral e não participava da área comercial nem da forma como os institutos utilizavam os levantamentos.

Em julho deste ano, a agência Saiba Mais publicou reportagem sobre a Média Inteligência em Pesquisa, empresa criada em junho de 2025 e administrada por Tales da Silva Vale, ex-ocupante de cargo comissionado na Secretaria Municipal de Comunicação durante a gestão de Álvaro Dias na Prefeitura do Natal. A matéria mostrou que outro levantamento da Média, registrado sob o número RN-08092/2026, também apresentou Álvaro na liderança, em desacordo com a maioria das pesquisas estaduais.

Segundo a Saiba Mais, essa outra pesquisa foi contratada pelo portal O Potengi, que funcionaria no mesmo coworking onde estava sediada a Média. A reportagem também informou que Augusto da Silva Rocha teve o registro profissional suspenso por 12 meses pelo Conselho Regional de Estatística da 3ª Região, em decisão de outubro de 2023 relacionada à sua atuação nas eleições de 2022. As acusações envolviam pesquisas assinadas para empresas em situação irregular, erros técnicos em questionários e inconsistências nos planos amostrais.

AGORA RN

Clique no banner

Notícia
05 ago

RN teve 1,5 mil descumprimentos de medidas protetivas em 2025

RN teve 1,5 mil descumprimentos de medidas protetivas em 2025

O Rio Grande do Norte registrou 1.532 casos de descumprimento de medidas protetivas de urgência em 2025, segundo dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026. O número representa uma alta em relação ao ano anterior, quando foram contabilizadas 1.503 ocorrências, aumento de 1,7%. A Justiça alerta que o aumento das medidas protetivas deve estar associado ao fortalecimento da rede de proteção para reduzir os descumprimentos. O RN registrou uma taxa de 44,3 casos para cada 100 mil habitantes em 2025.

Segundo Fábio Ataíde, coordenador da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (CE-Mulher) do TJRN, um dos principais desafios no enfrentamento à violência contra a mulher é garantir o acompanhamento contínuo das vítimas e dos autores de violência.


Para o magistrado, a proteção não depende apenas da concessão de medidas judiciais, mas também do fortalecimento das equipes multidisciplinares que acompanham esses casos. “O monitoramento é contínuo. É acompanhar os problemas do dia a dia e dar suporte à vítima”, destacou o juiz. O número de tentativas de feminicídio cresceu 14,6% no estado em 2025, conforme o anuário.

As medidas não significam, necessariamente, que o agressor estará usando tornozeleira eletrônica. A decisão judicial pode estabelecer diferentes restrições, como proibição de contato ou aproximação da vítima, afastamento do lar e impedimento de frequentar determinados locais.


Ataíde explica que, nos casos em que não há tornozeleira eletrônica, a comunicação da vítima é fundamental para que o sistema de Justiça tome conhecimento da violação. “Na grande parte dos casos, depende da vítima. E, em muitos casos, mesmo quando há descumprimento, a vítima não comunica à Justiça”, afirmou.


Nos casos em que há monitoramento eletrônico, o próprio sistema emite alertas automáticos quando ocorre o descumprimento. Em algumas situações, a mulher também conta com um dispositivo de alerta, conhecido como “botão do pânico”.

O coordenador observa, no entanto, que nem todo registro de descumprimento resulta automaticamente em punição ao agressor. Segundo ele, há situações que precisam ser analisadas individualmente pelo Judiciário, como encontros ocasionais ou contatos motivados por questões relacionadas aos filhos. Nesses casos, é instaurada uma investigação para avaliar se houve efetivamente o descumprimento doloso da decisão judicial.


Na avaliação do magistrado, os municípios de médio porte apresentam os melhores resultados no enfrentamento à violência doméstica. Ele atribui esse desempenho à maior proporcionalidade entre a estrutura da rede de proteção e a demanda de casos. Já nas cidades de grande porte, apesar da existência de uma rede mais estruturada, o volume elevado de ocorrências acaba dificultando a resposta dos serviços e contribui para taxas proporcionalmente mais altas de feminicídio.


A Central de Monitoramento Eletrônico da Polícia Penal, vinculada à Secretaria da Administração Penitenciária (Seap), acompanha atualmente 151 homens submetidos a medidas protetivas com uso de tornozeleira eletrônica e vinculados ao sistema de alerta para as vítimas, conhecido como Botão do Pânico, até julho de 2026.


Segundo a pasta, o programa acumula seis anos e meio de atuação sem registro de feminicídio entre as mulheres assistidas pelo dispositivo no Rio Grande do Norte.

O magistrado também destaca que, enquanto o feminicídio funciona como um indicador da violência contra a mulher, as medidas protetivas representam um indicador da capacidade de proteção do Estado.


Para Ataíde, o aumento dos registros de descumprimento pode estar relacionado ao crescimento da quantidade de medidas protetivas concedidas no estado, que, segundo ele, vem avançando em torno de 20% ao ano.


Apesar da elevação nas violações das medidas, o número de feminicídios registrados no Rio Grande do Norte apresentou uma leve redução em 2025 na comparação com 2024. A queda foi de 0,3%.


A mulher vítima de violência doméstica pode solicitar uma medida protetiva na delegacia, no Ministério Público ou na Defensoria Pública. Após o pedido, a decisão deve ser analisada pelo juiz em até 48 horas.


A legislação também garante atendimento policial e pericial especializado, com medidas para preservar a integridade física, emocional e psicológica da vítima, evitar o contato com o agressor e impedir a revitimização durante os procedimentos.


Em caso de descumprimento da medida protetiva, a mulher pode acionar a polícia pelo 190 em situações de emergência. Também pode buscar orientação e registrar denúncias pelo Ligue 180.


A Tribuna do Norte procurou a Polícia Civil para comentar os dados, mas não recebeu retorno até o fechamento desta edição.

Tribuna do Norte

Clique no banner

Notícia
05 ago

A tradição da viola vai ecoar em Acari!

A tradição da viola vai ecoar em Acari!

Neste sábado, 8 de agosto, a partir das 8h30 da manhã, a Prefeitura de Acari convida toda a população para prestigiar o evento Violas de Agosto, um encontro que celebra a cultura popular, a poesia e a musicalidade dos grandes violeiros da nossa região.

Será uma manhã de muito repente, cantoria e viola, valorizando uma das mais belas tradições do sertão nordestino e reunindo artistas que mantêm viva essa importante manifestação cultural.

📅 Sábado, 8 de agosto

🕣 8h30 da manhã

📍 Em frente a Neto Veterinário

Venha viver esse momento especial, prestigiar nossos talentos e celebrar a riqueza da cultura popular nordestina.

A tradição que canta a nossa história e encanta gerações

Clique no banner

olisun-full
Notícia
05 ago

Ana Lúcia da Canção Nova em Acari: presença confirmada no Pavilhão Cultural da Festa de Agosto

Ana Lúcia da Canção Nova em Acari: presença confirmada no Pavilhão Cultural da Festa de Agosto

A cidade de Acari já vive a expectativa para um dos grandes momentos da tradicional Festa de Nossa Senhora da Guia. Está confirmada a presença da missionária e cantora católica Ana Lúcia, da Comunidade Canção Nova, em um grande evento de fé e evangelização no município.

O encontro acontecerá no dia 15 de agosto, às 20h, no Pavilhão Cultural, logo após a procissão de encerramento da festa da padroeira. A realização é da Prefeitura Municipal de Acari, dentro da programação cultural da festividade.

Reconhecida nacionalmente por seu trabalho de evangelização através da música, Ana Lúcia integra a Comunidade Canção Nova há mais de duas décadas. Missionária, cantora e apresentadora, ela participa frequentemente da programação da TV Canção Nova, levando mensagens de fé, esperança e espiritualidade para milhares de pessoas em todo o Brasil.

Além das aparições em programas, entrevistas e especiais musicais da emissora católica, Ana Lúcia também realiza shows e encontros de oração em diversas cidades do país, reunindo famílias, jovens e comunidades em momentos de profunda experiência religiosa. Seu repertório é marcado por canções de louvor, adoração e testemunho de vida cristã.

Com forte presença também nas redes sociais e em plataformas digitais, a missionária mantém um trabalho constante de evangelização, aproximando o público da espiritualidade católica através da música e da comunicação.

A confirmação da presença de Ana Lúcia em Acari promete fortalecer ainda mais a programação da Festa de Nossa Senhora da Guia, considerada uma das mais tradicionais manifestações sócio-religiosas da região.

A expectativa é de uma grande participação popular no evento, que unirá fé, música e devoção em uma noite especial para os fiéis e visitantes.

✅ Anote na agenda:

  • Ana Lúcia da Canção Nova em Acari
  • Dia 15 de agosto
  • Às 20h
  • Pavilhão Cultural
  • Após a procissão de encerramento da Festa de Nossa Senhora da Guia

Um grande momento de fé e celebração para toda a comunidade acariense.

Clique no banner

Lojão do Real
WhatsApp