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24 ago

“Sensação” de preço caro é porque “estamos comprando mais”, diz Lula em entrevista

“Sensação” de preço caro é porque “estamos comprando mais”, diz Lula em entrevista

“O mundo do consumo mudou”

Na noite deste domingo (23), o presidente Lula (PT) disse que a sensação de que as coisas estão mais caras é porque o hábito do brasileiro mudou, porque os juros estão caros e porque “estamos comprando mais coisa”. A declaração foi dada em entrevista à TV Record.

Durante a entrevista à jornalista Mariana Godoy, o mandatário assumiu que a taxa Selic está alta, mas disse que “a gente não pode aceitar mentira”.

“O mundo do consumo mudou. Eu estava discutindo com a Janja antes de vir para cá para a entrevista. Hoje, uma mulher, um rapaz, está passando o dedo no celular, e vê propaganda para comprar qualquer coisa, muito barato, R$ 5, R$ 15, R$ 20, e ele vai comprando, ele não se dá conta que tem que somar aquilo e que, no fim do mês, ele gastou o que não estava previsto”, disse ele.

“Eu sou favorável que o povo consuma, mas o povo tem que consumir o quanto ele ganha”, continuou, defendendo uma proposta de educação financeira para um eventual quarto mandato.

Trecho destacado na publicação:

“Por que a sensação está cara? Está caro porque mudou o nosso hábito, porque os juros estão caros e porque estamos comprando mais coisa, utilizando mais coisa. As pessoas têm que aprender [educação financeira], se elas cuidarem disso, a gente vive bem”.

Presidente Lula, em entrevista à Record TV.

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24 ago

RN terá quatro pontos para coleta de DNA de familiares de pessoas desaparecidas; veja onde participar

RN terá quatro pontos para coleta de DNA de familiares de pessoas desaparecidas; veja onde participar

Foto: Divulgação/Arquivo/DPE-AM

Rio Grande do Norte contará com quatro pontos de coleta de DNA durante a Campanha Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas de 2026, que será realizada entre segunda-feira 24 e sexta-feira 28. A mobilização ocorrerá nas cidades de Natal, Mossoró, Caicó e Pau dos Ferros e integra uma força-tarefa coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

Segundo o ministério, a campanha disponibilizará 334 pontos de atendimento em todo o país para familiares que ainda não forneceram material genético capaz de auxiliar na localização e identificação de pessoas desaparecidas. Embora a coleta seja realizada de forma permanente, o atendimento será intensificado durante o período da mobilização.

Os perfis genéticos obtidos são inseridos em bancos de dados nacionais e comparados com amostras de pessoas encontradas vivas e de corpos ainda não identificados. De acordo com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, esse cruzamento funciona como uma ferramenta adicional para apoiar as investigações e a identificação de desaparecidos.

Quem pode participar

A orientação é que a coleta seja feita, preferencialmente, por familiares de primeiro grau da pessoa desaparecida.

A ordem indicada é:

  • pai e mãe;
  • filhos e o outro genitor dos filhos da pessoa desaparecida;
  • irmãos.

Nos casos envolvendo filhos e irmãos, a recomendação é que o maior número possível de familiares participe da coleta, aumentando as chances de obtenção de um perfil genético adequado para comparação.

Também podem ser apresentados objetos de uso pessoal da pessoa desaparecida que possam conter material genético, como:

  • escova de dentes;
  • aparelho de barbear;
  • dente de leite;
  • cordão umbilical.

Para participar, o familiar deverá apresentar um documento de identificação e informações sobre o boletim de ocorrência do desaparecimento, como número do registro, estado e delegacia responsável. Se possível, também deve levar uma cópia do boletim de ocorrência.

Após a coleta, os peritos realizam o exame de DNA e inserem o perfil genético no banco de dados. O material passa a ser comparado continuamente com perfis de pessoas vivas encontradas e de corpos ainda sem identificação.

Caso seja encontrada compatibilidade, a instituição responsável entrará em contato com o familiar que forneceu a amostra. Se não houver correspondência imediata, o perfil permanecerá armazenado e continuará sendo comparado automaticamente sempre que o banco de dados for atualizado.

Confira os pontos de coleta no RN

Natal

  • Laboratório de Genética Forense da Polícia Científica do RN
  • Avenida Interventor Mário Câmara, nº 3.532, Cidade da Esperança
  • E-mail: [email protected]

Mossoró

  • Unidade Regional de Mossoró da Polícia Científica do RN
  • Rua Vicente Fernandes, s/n, Aeroporto
  • E-mail: [email protected]

Caicó

  • Unidade Regional de Caicó da Polícia Científica do RN
  • Rua Severiano Alves da Costa, s/n, Samanaú

Pau dos Ferros

  • Unidade Regional de Pau dos Ferros da Polícia Científica do RN
  • Rua Uriel Fernandes da Silveira, Manoel Domingos
  • E-mail: [email protected]

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24 ago

Escolas particulares planejam reajustes de até 11% para o próximo ano

Escolas particulares planejam reajustes de até 11% para o próximo ano

Foto: Studio Formatura/Galois

As escolas particulares brasileiras planejam reajustar o valor das mensalidades escolares em até 11% para o próximo ano letivo, índice que supera a projeção da inflação oficial de 4,5% estimada para 2025. O percentual atinge diretamente as famílias de cerca de 9 milhões de estudantes matriculados na rede privada de ensino em todo o país.

A estimativa integra um levantamento elaborado pela empresa de consultoria e gestão educacional Meira Fernandes, com base em dados de 300 instituições de ensino distribuídas por oito estados. De acordo com o estudo, 98% dos colégios consultados confirmam a intenção de aplicar reajustes nos contratos educacionais.

O levantamento aponta que oito em cada dez instituições planejam elevar as cobranças em faixas que variam de 7% a 11%. A alta prevista intensifica o impacto financeiro sobre os responsáveis logo no início do segundo semestre, período em que as instituições abrem o processo de rematrícula.

Motivos que impulsionam o aumento das mensalidades

O estudo aponta que a composição dos reajustes reflete a elevação dos custos operacionais das instituições de ensino. Entre as principais despesas estão as reformas de infraestrutura física, a contratação de plataformas de segurança digital e a implementação de projetos pedagógicos voltados à cidadania.

As escolas também justificam as correções com os índices de inadimplência acumulados e os atrasos frequentes nos pagamentos mensais ao longo do ano letivo. Outro fator de pressão financeira decorre dos investimentos obrigatórios para a adaptação das salas de aula e das equipes pedagógicas às normas de educação inclusiva.

As instituições também incluem nos cálculos a folha salarial dos professores e dos funcionários do setor administrativo. No Estado de São Paulo, o reajuste salarial da categoria docente ficou fixado em 6,95% no mês de março, servindo de base para a recomposição das despesas educacionais.

Impacto no orçamento doméstico e planejamento familiar

A alta nos preços altera o planejamento financeiro das famílias com dependentes na rede privada. A proximidade do período de renovação exige cortes preventivos em outras despesas da casa para absorver o impacto das tarifas.

Segundo dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), a educação básica reúne 46 milhões de alunos matriculados no Brasil. Desse total, os 9 milhões que frequentam colégios particulares representam quase 20% das matrículas do ensino fundamental e médio.

Estratégias para conter gastos e negociar valores

Especialistas em finanças ressaltam que as famílias precisam mapear desperdícios no orçamento doméstico para absorver a elevação das tarifas educacionais sem recorrer a dívidas de longo prazo.

Com informações do Jornal da Band

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Campo Forte
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24 ago

Encceja 2026 termina; pedidos de reaplicação começam nesta segunda-feira 24

Encceja 2026 termina; pedidos de reaplicação começam nesta segunda-feira 24

Foto: Divulgação/Inep

A aplicação regular do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) 2026 foi encerrada às 20h30 deste domingo 23 em todo o País. Participantes que tiveram direito a tempo adicional puderam permanecer nas salas por mais uma hora.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) informou que o prazo para solicitar a reaplicação começa nesta segunda-feira 24 e termina na sexta-feira 28. O pedido deverá ser apresentado exclusivamente pela Página do Participante.

Quem pode pedir a reaplicação

A nova aplicação não é aberta automaticamente a todos os inscritos. Poderão fazer a solicitação os participantes afetados por problemas logísticos durante a prova ou por doenças infectocontagiosas previstas no edital.

O candidato deverá apresentar a justificativa e a documentação exigida pelo Inep. O pedido será analisado antes da confirmação do direito à reaplicação.

O Encceja é gratuito e destinado a jovens e adultos que não concluíram os estudos na idade considerada adequada. Para buscar a certificação do ensino fundamental, o participante precisa ter pelo menos 15 anos na data da prova. Para o ensino médio, a idade mínima é de 18 anos.

Certificação depende do resultado

As provas avaliam conhecimentos adquiridos tanto no ambiente escolar quanto fora dele. O exame reúne questões objetivas e redação, com conteúdos diferentes para os níveis fundamental e médio.

Fazer a prova não garante automaticamente o certificado. Depois da divulgação dos resultados, o participante que alcançar a pontuação necessária deverá procurar a secretaria de Educação ou o instituto federal indicado no momento da inscrição.

Essas instituições utilizam o desempenho obtido no Encceja como referência para emitir o certificado de conclusão ou uma declaração parcial de proficiência, quando o candidato é aprovado apenas em determinadas áreas.

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24 ago

Prevista para durar três meses, reforma do Centro de Tratamento de Queimados do Hospital Walfredo Gurgel está parada desde 2024

Prevista para durar três meses, reforma do Centro de Tratamento de Queimados do Hospital Walfredo Gurgel está parada desde 2024

Foto: reprodução

Prevista para durar cerca de três meses, a reforma do Centro de Tratamento de Queimados (CTQ) do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel começou em junho de 2024 e permanece sem conclusão mais de dois anos depois. O atraso reduziu a capacidade de atendimento do setor e levou o caso à Justiça.

Os recursos destinados à reforma estão previstos desde 2019. O convênio, de aproximadamente R$ 1,7 milhão, tem vigência até 30 de setembro deste ano.

A primeira empresa contratada pelo Governo do Rio Grande do Norte não concluiu os serviços previstos, e o contrato acabou rescindido. O Estado realizou uma nova contratação emergencial, mas a execução novamente não avançou como esperado. Após quase 150 dias do segundo contrato, apenas 2,33% da obra havia sido executada, equivalente a cerca de R$ 29 mil em serviços. O contrato também acabou rescindido.

Com a reforma inacabada, o CTQ passou a operar com capacidade reduzida, de cerca de 12 leitos, além de ter espaços de isolamento, atendimento semi-intensivo e reabilitação comprometidos.

LEIA TAMBÉM: Após seis anos, reforma do Centro de Tratamento de Queimados do Hospital Walfredo Gurgel segue sem conclusão e com apenas R$ 8,5 mil pagos à empresa responsável

BG

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