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02 jul

Cultura | Currais Novos recebe seletiva do 12º Festival Música Potiguar Brasileira no próximo dia 9 de julho

Cultura | Currais Novos recebe seletiva do 12º Festival Música Potiguar Brasileira no próximo dia 9 de julho

Currais Novos será sede da segunda seletiva do 12º Festival Música Potiguar Brasileira (FMPB 2026) – Caravana Cultural. O evento acontecerá no próximo dia 9 de julho, às 19h, no Teatro Municipal Ubirajara Galvão, com entrada gratuita. O acesso será permitido conforme a capacidade do espaço.

Durante a programação, oito canções subirão ao palco em busca de uma vaga na próxima fase do festival. As músicas selecionadas são: “Efeito Borboleta”, de Orfeu Aguiar; “Jandaíras”, de Manoel Benedito; “Baião é Paixão”, de Márcia Maria; “Vivo em Memória”, de Tarso; “Amor”, de Tales Gabriel e Gabriel Cosme; “Indisponível”, de Mannü; “Pequena Miss Sunshine”, de Arcésio Andrade; e “Florânia, Minha Flor!”, do Maestro Dãozinho.

Reconhecido como um dos principais eventos de valorização da música autoral potiguar, o Festival Música Potiguar Brasileira incentiva a produção artística do Rio Grande do Norte, promovendo espaço para compositores, intérpretes e novos talentos, além de fortalecer a cultura do estado.
A etapa de Currais Novos é promovida pela Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (Proex/UFRN), em parceria com a Rádio Universitária FM, e conta com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura.

A organização convida toda a população a participar da seletiva e prestigiar uma noite dedicada à música, à cultura e à valorização dos artistas potiguares.

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Lojão do Real
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01 jul

Moradores de comunidades rurais relatam impactos negativos após início da exploração de ouro em Currais Novos, aponta pesquisa da UFRN

Moradores de comunidades rurais relatam impactos negativos após início da exploração de ouro em Currais Novos, aponta pesquisa da UFRN

Foto de uma residência no Povoado Maxixe. Moradores afirmam que danos se acentuaram desde que a exploração de ouro teve início (Foto: Cedida)

Moradores de comunidades rurais de Campo Redondo e Currais Novos foram ouvidos por pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) em parceria com movimentos sociais entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026. O resultado foi um diagnóstico sobre qual é a percepção desses que são diretamente afetados pela exploração de ouro realizada no município currais-novense. Diante do relatório final, é possível observar uma série de impactos negativos, como relatos de rachaduras em casas e cisternas, insegurança quanto às moradias, problemas de saúde mental e preocupações relacionadas à poeira e aos tremores provocados pelas detonações.

O relatório foi apresentado e aprovado na Assembleia Popular na Mineração, realizada no último dia 27 de junho, na comunidade São Luiz, em Currais Novos/RN. O estudo ouviu 48 famílias das comunidades de Maxixe, São Luiz e São Rafael.

Segundo o relatório, 64,6% dos entrevistados afirmaram que suas casas apresentam rachaduras. No Povoado Maxixe, 15 dos 16 moradores ouvidos relataram esse tipo de dano. Em relação às cisternas, cerca de 38% apresentavam rachaduras. Os pesquisadores destacam ainda que a maior parte desses danos, segundo os moradores, teria surgido há menos de um ano, coincidindo temporalmente com o início das operações da mina em 2025.

Entre os moradores que responderam sobre a origem das rachaduras, a atribuição às detonações da mineração foi praticamente unânime, especialmente na comunidade Maxixe. O documento ressalta, no entanto, que essa associação representa a percepção dos entrevistados e não configura comprovação técnica de causalidade.

O relatório foi produzido pelo Grupo de Pesquisa e Extensão Territórios do Semiárido – SEMIAR, do departamento de Geografia do CERES-UFRN, em parceria com o Grupo Seridó Vivo, com o Movimento pela Soberania Popular na Mineração – MAM e com os moradores que colaboraram na construção do questionário e foram responsáveis pela sua aplicação nas comunidades.

Procurada, a comunicação da Aura Minerals, responsável pela exploração mineral de ouro na região, não retornou a demanda até a publicação da matéria. O espaço segue aberto.

Cotidiano modificado

Além dos danos estruturais, o diagnóstico mostra reflexos no cotidiano das comunidades. Mais da metade dos entrevistados afirmou sentir-se insegura ou muito insegura em relação à estrutura das próprias casas. O relatório relaciona esse cenário ao aumento de sentimentos como ansiedade, preocupação excessiva e medo, indicando um processo de adoecimento psicossocial associado à insegurança habitacional.

Outro dado considerado preocupante diz respeito à informação sobre riscos à saúde. Segundo a pesquisa, 81% dos moradores afirmaram não ter recebido orientações da empresa responsável pela mina, enquanto 94% disseram não ter recebido informações do poder público. A falta de esclarecimentos, segundo os pesquisadores, amplia a sensação de insegurança, especialmente diante da exposição constante à poeira produzida pela atividade minerária.

O levantamento também registra preocupações com a saúde respiratória, principalmente na comunidade São Luiz, onde moradores relataram sintomas como tosse frequente, rinite e dificuldade para respirar. Na área econômica, embora a maioria das famílias continue dependendo da agricultura familiar, 38% afirmaram que impactos na produção agrícola e na criação de animais têm provocado prejuízos e preocupações com a geração de renda.

anthony medeiros

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01 jul

Estado é condenado após paciente ter bexiga perfurada em cirurgia de retirada de útero no RN

Estado é condenado após paciente ter bexiga perfurada em cirurgia de retirada de útero no RN

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) condenou o Estado do RN ao pagamento de R$ 15 mil por danos morais e R$ 10.089,76 por danos materiais, após uma paciente ter a bexiga perfurada durante uma cirurgia para retirada do útero.A cirurgia ocorreu em julho de 2012 e a paciente ainda desenvolveu incontinência urinária em resultado do procedimento

Na época, a paciente tentou realizar um procedimento cirúrgico de histerectomia e ooforectomia bilateral em unidade da rede pública estadual por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Foi relatado por ela que um erro médico foi cometido durante o operatório, resultando na condição de incontinência urinária permanente. Assim, a paciente foi novamente submetida a outra cirurgia, custeada por ela própria, totalizando o valor de R$ 8,4 mil.

Mesmo após o segundo procedimento, a paciente relatou que não foi o suficiente e continuou com tratamento intenso, necessitando de fraldas, sondas e restringindo o trabalho. Durante o processo judicial, fpi relatado que a condição teria comprometido totalmente sua qualidade de vida.

A paciente entrou com uma ação judicial, solicitando reparação pelos danos morais e materiais sofridos. Em contestação, o ente público se manisfestou pedindo pela improcedência, alegando que a lesão seria um risco inerente.

O juiz Arthur Bernardo do Nascimento, da 1ª Vara da Comarca de Assú, destacou a responsabilidade do Estado em arcar com as consequências e responder pelos danos causados pelos seus agentes. O magistrado afirmou que a perfuração da bexiga e a fístula vesicovaginal ocorreram durante o procedimento cirúrgico realizado. “A paciente ingressou no hospital para a retirada do útero e saiu com uma lesão permanente em órgão vizinho saudável, o que caracteriza imperícia técnica no manejo dos instrumentos cirúrgicos”, afirmou.

Com isso, o magistrado reconheceu o dever indenizatório à paciente. “Entendo que o valor de R$ 15.000,00 (quinze mil reais) traduz-se em quantia razoável e proporcional ao abalo emocional suportado pelo autor, suficiente para atender às funções compensatória e inibitória da indenização”, concluiu.

Tribuna do Norte

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01 jul

Lula tem 48,8% e Flávio Bolsonaro, 42,3% no segundo turno, aponta pesquisa Atlas/Bloomberg

Lula tem 48,8% e Flávio Bolsonaro, 42,3% no segundo turno, aponta pesquisa Atlas/Bloomberg

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 48,8% das intenções de voto em um eventual segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), que aparece com 42,3%, aponta pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira, 1. Indecisos, brancos e nulos, somam 8,9%.

O resultado representa estabilidade e indica uma eventual vitória do petista. Na rodada anterior, em maio, Lula tinha 48,9% e Flávio, 41,8%. Dessa forma, as variações ocorreram dentro da margem de erro de um ponto pOrcentual para mais ou para menos.

O levantamento aponta que Lula também ganha no segundo turno de todos os outros demais nomes testados. O petista tem 48% contra 39% de Ronaldo Caiado (PSD); 48,2% contra 38,5% de Romeu Zema (Novo); e 49,2% contra 28,9% de Renan Santos (Missão).

Lula também venceria a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), por 48,7% a 38,9%. Ela passou a ser cotada para substituir Flávio após a crise envolvendo o filme Dark Horse e na semana passada publicou um vídeo com críticas ao enteado.

A Atlas/Bloomberg entrevistou 4.999 eleitores entre os dias 26 e 30 de junho por meio de recrutamento digital aleatório. A margem de erro é de um ponto porcentual para mais ou para menos e o índice de confiabilidade é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04582/2026.

O instituto deve divulgar nos próximos dias o restante do levantamento, que inclui perguntas sobre o impacto do vídeo de Michelle e da operação da Polícia Federal contra o senador e ex-líder do governo Lula, Jaques Wagner (PT-BA)

No primeiro turno, Lula lidera com 46,3%, seguido de Flávio com 36,6%. No segundo pelotão, Renan Santos tem 7,8%, Ronaldo Caiado 2,9%, Romeu Zema 2% e Joaquim Barbosa (DC), 1%.

Aécio Neves, Samara Martins (UP), Augusto Cury (Avante), Cabo Daciolo (Mobiliza), Rui Costa Pimenta (PCO), Edmilson Costa (PCB) e Hertz Dias (PSTU) obtiveram menos de 1% ou não pontuaram Brancos e nulos são 1,1% e indecisos, 0,1%.

O levantamento também testou um cenário em que Michelle Bolsonaro substitui Flávio como a candidata do PL. Lula segue na liderança, com 47,1%, enquanto a ex-primeira-dama registra 19,3%

Zema fica com 8,6% e Renan e Caiado, 8,1%. Joaquim Barbosa marca 1,7%. Com menos candidatos, este cenário tem 5,1% de brancos e nulos e 2% de indecisos.

Rejeição

A Atlas/Bloomberg também mediu a rejeição de líderes políticos. Aécio Neves lidera numericamente o ranking, com 54% dos entrevistados respondendo que não votariam nele de jeito nenhum

Flávio Bolsonaro vem em seguida, com 53%. Lula é o terceiro, com 48,6%, enquanto o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é rejeitado por 45,2% e Michelle por 43,2%.

Completam a lista Caiado, com 38,6%; Zema, com 38,5%; Renan Santos com 35,8%; Fernando Haddad (PT) com 30,7%; e Joaquim Barbosa com 24,6%. Um por cento dos entrevistados respondeu que não rejeita nenhum dos nomes listados.

Estadão Conteúdo

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01 jul

Ronaldo Caiado oficializa Kassab seu pré-candidato a vice na chapa e critica Flávio Bolsonaro

Ronaldo Caiado oficializa Kassab seu pré-candidato a vice na chapa e critica Flávio Bolsonaro

O pré-candidato do PSD à Presidência da República, Ronaldo Caiado, anunciou nesta quarta-feira, 1º de julho, o presidente nacional do partido, Gilberto Kassab, como seu vice na disputa pelo Palácio do Planalto. Em ato na sede da legenda, em Brasília, o ex-governador de Goiás também criticou o pré-candidato do PL, Flávio Bolsonaro.

“Se o Flávio chegar no segundo turno, com todo o respeito que ele merece, nós sabemos que realmente é tudo que o Lula quer: governar o Brasil por mais quatro anos”, disse Caiado. “Chegando ao segundo turno, nós aglutinaremos todas as forças do País.

Na pesquisa presidencial AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira, o goiano aparece em quarto lugar, com 2,9% das intenções de voto. Caiado está atrás do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que soma 46,3%, do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, com 36,6%, e de Renan Santos, que registra 7,8%. O ex-governador mineiro Romeu Zema (Novo), com 2%, está tecnicamente empatado com o pré-candidato do PSD.

Com a decisão, Caiado e Kassab formam uma chapa de apenas um partido, diferentemente de outras pré-candidaturas que costumam buscar o nome de outra legenda para compor a candidatura à vice-presidência. Em seu discurso, Caiado destacou a capacidade de articulação de Kassab.

“Todos reconhecem, todos no Brasil, a sua capacidade de articular, a sua capacidade de poder construir, de dialogar, de trazer aquilo que é impossível na política, você consegue conciliar”, afirmou o goiano. “se nós chegarmos no segundo turno, nós teremos os votos dos independentes e nós ganharemos, e bateremos o Lula no segundo turno.”

Kassab é fundador e presidente nacional do PSD desde 2011 e comanda uma das maiores estruturas partidárias do País, com mais de 1.300 prefeitos filiados. Além disso, foi ministro das Cidades no governo Dilma Rousseff (PT), entre 2015 e 2016, e ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações na gestão Michel Temer (MDB), de 2016 a 2019.

Ele assumiu a Prefeitura de São Paulo em 2006, após a renúncia de José Serra (PSDB) para disputar o governo do Estado, e foi reeleito em 2008, tornando-se o primeiro prefeito da capital paulista a conquistar dois mandatos consecutivos.

Em 2023, assumiu a Secretaria de Governo e Relações Institucionais na gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos), a quem apoiou nas eleições de 2022 e para quem indicou o vice. Desde então, passou a articular sua indicação para compor a chapa de reeleição do governador. Tarcísio, porém, decidiu manter Felício Ramuth, que deixou o PSD e se filiou ao MDB para permanecer no posto. Após o esvaziamento da articulação e uma sequência de atritos com aliados, Kassab deixou a secretaria em março.

A convenção nacional do PSD deve ocorrer no fim de julho. Na ocasião, o partido deve oficializar a candidatura de Caiado e Kassab para o Palácio do Planalto.

Estadão Conteúdo

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