prefeitura outubro
Notícia
05 out

WhatsApp dá mais opções aos pais para monitorar adolescentes

WhatsApp dá mais opções aos pais para monitorar adolescentes

© Shutterstock

O WhatsApp já conta com uma série de controles parentais que permite aos pais e encarregados de educação monitorar o comportamento e a utilização dos pré-adolescentes no serviço de mensagens.

Contudo, o WhatsApp decidiu expandir estas opções para incluir também os adolescentes.

As funcionalidades, anunciadas no final desta semana, permitem aos pais saberem, por exemplo, quando os filhos entram ou saem de grupos de conversas – sendo ainda informados quando o grupo em questão ganhou um número significativo de membros.

Entre as novas opções disponíveis para os encarregados de educação estão também formas de escolher como os adolescentes usam os Canais, as atualizações de Status que podem ver e, sobretudo, quem pode ver a deles.

Mais ainda, os pais poderão decidir impedir que contatos dos filhos consigam ver as suas fotografias de perfil ou sejam capazes de os adicionar a grupos. Caso os filhos peçam para as regras serem mais brandas, será necessário introduzir um código PIN.

O uso da Inteligência Artificial do WhatsApp – a Meta AI – também está sendo alvo de atenção. Os pais poderão escolher dar aos filhos adolescentes a experiência padrão da Meta AI para usuários maiores de 13 anos ou optar pela nova opção “Conteúdo Limitado” com mais restrições. De acordo com o WhatsApp, esta nova opção restringe os tópicos que o adolescente pode discutir com a Meta AI.

“Isto é apenas o começo”, pode se ler na publicação de blogue do WhatsApp. “Estamos desenvolvendo estes controles passo a passo, com base no que as famílias nos dizem que precisam. Todos estes controles estão sendo desenvolvidos para apoiar as conversas abertas sobre como usar o WhatsApp entre pais e adolescentes, enquanto mantemos privadas as conversas de todos”.

Noticias ao Minuto

Clique no banner

Notícia
05 out

13º BPM registra ocorrências em cidades do Seridó entre domingo e segunda-feira

13º BPM registra ocorrências em cidades do Seridó entre domingo e segunda-feira

O 13º Batalhão de Polícia Militar (13º BPM) registrou diversas ocorrências entre as 06h do dia 4 e as 06h do dia 5 de outubro de 2026, na área de atuação do batalhão.

Em Currais Novos, foram registradas ocorrências relacionadas a perturbação do sossego, abordagem a pessoa em atitude suspeita, adulteração de sinal identificador de veículo automotor e averiguação.

Na área da 2ª Companhia de Polícia Militar, o município de Florânia registrou ocorrências por entregar a direção de veículo a pessoa não habilitada (menor), crime eleitoral e outros fatos atípicos. Acari, São Vicente e Tenente Laurentino Cruz não registraram ocorrências no período.

Já na área da 3ª Companhia, Lagoa Nova teve registros de violência doméstica e condução de veículo sob efeito de álcool ou drogas. Em Bodó, também foi registrada ocorrência por condução de veículo sob efeito de álcool ou drogas. Cerro Corá registrou uma ocorrência de perturbação do trabalho ou sossego alheio.

Ocorrências registradas

Currais Novos

  • 02 – Adulteração de sinal identificador de veículo automotor;
  • 01 – Perturbação do sossego alheio;
  • 01 – Abordagem a pessoa em atitude suspeita;
  • 01 – Averiguação;
  • 01 – Perturbação do trabalho ou sossego alheio.

Florânia

  • 01 – Entregar direção de veículo a pessoa não habilitada (menor);
  • 01 – Crime eleitoral;
  • 01 – Outros fatos atípicos.

Lagoa Nova

  • 01 – Violência doméstica;
  • 01 – Conduzir veículo sob efeito de álcool ou drogas.

Bodó

  • 01 – Conduzir veículo sob efeito de álcool ou drogas.

Cerro Corá

  • 01 – Perturbação do trabalho ou sossego alheio.

Acari, São Vicente e Tenente Laurentino Cruz: sem ocorrências registradas no período.

Clique no banner

Lojão do Real
Notícia
05 out

Direita domina Senado com agenda estridente e terá poder sobre indicações do governo

Direita domina Senado com agenda estridente e terá poder sobre indicações do governo

A direita dominará o Senado a partir de 2027 e deve impor uma guinada na agenda da Casa Alta do Congresso Nacional, qualquer que seja o presidente da República eleito no segundo turno. O grupo terá força para influenciar as indicações do governo, pressionar o Poder Judiciário e amplificar o peso da pauta de costumes e de uma segurança pública mais linha-dura.

O Senado possui uma diferença importante em relação à Câmara dos Deputados: as comissões temáticas têm poder terminativo, com os projetos sendo aprovados sem precisarem passar pelo plenário. Com 28 senadores, o PL terá força para comandar as comissões mais importantes, como a de Constituição e Justiça e a de Assuntos Econômicos.

Os eleitos para o Senado também são mais estridentes que a atual ala conservadora. A partir de fevereiro, políticos como Marcel Van Hattem (Novo-RS), Carlos Bolsonaro (PL-SC), Gustavo Gayer (PL-GO), Deltan Dallagnol (Novo-PR) e Carlos Jordy (PL-RJ) vão subir à tribuna e passar a fazer parte de CPIs (Comissões Parlamentares de Inquérito).

Saem outros eleitos pelo campo mais conservador ou com a imagem de outsiders em 2018, mas que se aliaram a Lula (PT) e ajudaram o petista a ter governabilidade nos últimos quatro anos, como Soraya Thronicke (PSB-MS), Carlos Fávaro (PSD-MT), Fabiano Contarato (que venceu pela Rede e migrou para o PT) e Alexandre Giordano (Podemos-SP).

Se Flávio Bolsonaro (PL) confirmar o favoritismo deste domingo (4) e for eleito no dia 25, terá número suficiente para pressionar o STF (Supremo Tribunal Federal), fazer uma reforma do Judiciário e passar emendas constitucionais. Se Lula conseguir uma improvável virada, terá dificuldade até de passar projetos de lei ordinária.

O PL elegeu 28 senadores e será de longe a maior bancada. Contará ainda com apoio dos seis senadores do Republicanos, três do Novo, dois do Podemos e um PP mais bolsonarista. Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) virou alvo na campanha eleitoral e terá muitas dificuldades de se reinventar no cargo e se reeleger, embora ainda possa buscar sobrevida como fiador de Lula num governo do petista.

O grupo que chega agora ao Senado terá número para barrar ou facilitar a indicação dos diretores do Banco Central, das agências reguladoras, da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e embaixadas, além de influenciar as escolhas para o STF.

Lula terá que fazer escolhas mais técnicas e negociar ainda mais com o centrão para emplacar seus escolhidos. No atual mandato, precisou ceder metade dos cargos para indicação dos senadores, deixou agências acéfalas e sofreu uma histórica derrota para o Supremo, com a rejeição de Jorge Messias para a vaga de Luís Roberto Barroso.

Se Flávio for eleito, a bancada bolsonarista pode lhe dar o conforto de prescindir de alianças com o centrão para escolher os dirigentes de agências reguladoras, da CVM e do Banco Central. São postos aos quais o mercado financeiro e empresários estão atentos, após o escândalo do Banco Master mostrar a cooptação de agentes desses órgãos.

Também permitirá maior interferência política nas embaixadas. Como mostrou a Folha, ele planeja implementar o modelo do secretário de Estado americano, Marco Rubio, com escolhas de fora da carreira de diplomata para postos em embaixadas, uma reforma no sistema de promoções e dos objetivos da política externa brasileira. Cabe ao Senado sabatinar e aprovar os embaixadores do país.

A maioria de direita também influenciará nas escolhas para o STF. Se o número de eleitos que defendem abertamente o impeachment de ministros ainda não é o necessário para afastá-los, já é mais do que suficiente para uma CPI que investigue o tribunal e para aprovar emendas constitucionais que diminuam os poderes da Suprema Corte, que durante o governo Bolsonaro conteve as forças do ex-presidente.

Noticias ao Minuto

Clique no banner

Notícia
05 out

Veja prazo e como justificar a ausência nas Eleições 2026

Veja prazo e como justificar a ausência nas Eleições 2026

© Shutterstock

Quem não conseguiu votar neste domingo (4), no primeiro turno das eleições 2026, ainda tem tempo para regularizar a situação. A Justiça Eleitoral permite que a ausência seja justificada depois da votação, desde que o eleitor apresente o pedido dentro do prazo estabelecido e comprove o motivo da falta.

Quem não apresentou a justificativa no próprio dia da votação tem até 60 dias após cada turno para fazer o pedido.

Astronomia

– 3 de dezembro de 2026: para justificar a ausência no primeiro turno, realizado em 4 de outubro;
– 8 de janeiro de 2027: para justificar a ausência no segundo turno, marcado para 25 de outubro, caso haja.

A justificativa depois da eleição precisa ser acompanhada de documentos que comprovem o motivo da ausência. O material é analisado pela autoridade judiciária responsável pela zona eleitoral do título.

Se o pedido for aceito, a justificativa é registrada no histórico eleitoral. Caso seja recusada, o eleitor deverá pagar a multa correspondente à ausência.

POSSO JUSTIFICAR OS DOIS TURNOS DE UMA VEZ?

Não. Cada turno é considerado separadamente para fins de justificativa.

Isso significa que quem não comparecer às urnas tanto no primeiro quanto no segundo turno terá de apresentar um pedido para cada ausência, respeitando os prazos e requisitos correspondentes.

A ausência em um turno também não impede o eleitor de votar no seguinte. Assim, quem não votou no primeiro turno poderá comparecer normalmente às urnas em 25 de outubro, caso haja segundo turno.

COMO JUSTIFICAR DEPOIS DA ELEIÇÃO?

O eleitor poderá escolher entre três caminhos:
– e-Título: pelo aplicativo da Justiça Eleitoral;
– internet: por meio do Autoatendimento Eleitoral – Título Net, nos portais da Justiça Eleitoral;
– presencialmente: em qualquer cartório eleitoral.

No pedido feito depois da votação, é necessário apresentar documentos que comprovem a razão da ausência. A análise é feita pela Justiça Eleitoral responsável pelo título.

QUANTAS VEZES É POSSÍVEL FALTAR?

Não existe um limite de vezes para apresentar justificativa, desde que o eleitor cumpra as exigências da Justiça Eleitoral. O problema ocorre quando há ausência em três eleições consecutivas sem que o eleitor vote, justifique a falta ou quite as multas correspondentes.

Nessa situação, considerando cada turno como uma eleição, a inscrição eleitoral pode ser cancelada.

E QUEM ESTIVER FORA DO BRASIL?

O procedimento pode ser realizado pelo e-Título ou nas mesas destinadas à votação e à justificativa instaladas no exterior. Após o retorno ao Brasil, também há possibilidade de apresentar a justificativa à Justiça Eleitoral dentro das condições e prazos previstos, com a documentação que comprove a ausência.

Noticias ao Minuto

Clique no banner

Notícia
05 out

Família Bolsonaro tem quatro candidatos eleitos ao Congresso Nacional

Família Bolsonaro tem quatro candidatos eleitos ao Congresso Nacional

Michelle, Renato, Jair e Carlos Bolsonaro estarão no Congresso Nacional na próxima legislatura. Reprodução | Arte Congresso em Foco

A família do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) elegeu quatro de seus integrantes para o Congresso Nacional neste domingo (4). Michelle Bolsonaro e Carlos Bolsonaro conquistaram vagas no Senado, pelo Distrito Federal e por Santa Catarina; Renato Bolsonaro foi eleito deputado federal por São Paulo, e Jair Renan Bolsonaro conseguiu uma cadeira na Câmara por Santa Catarina.

Com trajetórias distintas, os quatro estarão no Congresso a partir de 2027. Carlos passou 25 anos na Câmara Municipal do Rio de Janeiro; Renato tentou chegar ao Legislativo federal em diferentes eleições desde a década de 1990; Jair Renan iniciou a carreira eleitoral em 2024; e Michelle disputou neste ano sua primeira eleição.

Michelle estreia em cargo eletivo

A eleição para o Senado marca o primeiro mandato conquistado por Michelle Bolsonaro. Natural de Brasília, ela ganhou projeção nacional durante o governo do marido, quando foi primeira-dama entre 2019 e 2022. Antes disso, trabalhou como secretária parlamentar na Câmara dos Deputados e como produtora de eventos.

No Palácio do Planalto, Michelle presidiu o conselho do programa Pátria Voluntária e concentrou sua atuação em iniciativas voltadas à inclusão de pessoas com deficiência e à comunidade surda. Após o fim do governo Bolsonaro, assumiu o comando nacional do PL Mulher e passou a percorrer o país em atividades partidárias.

Michelle disputou uma das duas vagas abertas pelo Distrito Federal e foi eleita ao lado de Bia Kicis (PL). A partir de 2027, as duas dividirão a bancada do DF com Damares Alves (Republicanos), formando uma representação inteiramente feminina do Distrito Federal no Senado.

Carlos deixa o Rio após 25 anos

Carlos Bolsonaro construiu a carreira política no Legislativo municipal antes de disputar o Senado. Segundo filho de Jair Bolsonaro, ele foi eleito vereador do Rio de Janeiro pela primeira vez em 2000, aos 17 anos, e tomou posse no ano seguinte.

Ele permaneceu na Câmara Municipal por sete mandatos consecutivos, de 2001 a 2025. No último ano, deixou o Rio de Janeiro e transferiu o domicílio eleitoral para Santa Catarina, onde lançou a candidatura ao Senado ao lado da deputada Caroline de Toni.

A entrada de Carlos na disputa alterou a composição política que vinha sendo construída no Estado. Sua migração rompeu a aliança entre PL e PP para a eleição ao Senado, passando a concorrer contra Esperidião Amin (PP-SC), até então segundo nome da chapa do governador Jorginho Mello.

Jair Renan sobe da Câmara Municipal ao Congresso

Jair Renan Bolsonaro, o mais novo entre os quatro filhos homens do ex-presidente, chegou à Câmara dos Deputados apenas dois anos depois de disputar sua primeira eleição.

Sua entrada formal na política catarinense começou antes das urnas. Em 2023, assumiu cargo de assessor no gabinete do senador Jorge Seif (PL-SC) e deixou a função no ano seguinte para concorrer a vereador de Balneário Camboriú.

Na eleição de 2024, Jair Renan adotou “Jair Bolsonaro” como nome de urna e recebeu 3.033 votos, tornando-se o vereador mais votado do município. Foi a primeira vitória eleitoral de sua carreira.

No primeiro mandato, teve dois projetos aprovados pela Câmara Municipal até meados deste ano. Um criou programa de apoio psicológico para estudantes da rede pública, e o outro instituiu iniciativa voltada à formação cidadã de jovens. Em julho, anunciou que disputaria uma vaga de deputado federal.

Neste domingo, voltou a utilizar “Jair Bolsonaro” como nome de urna e conquistou o primeiro mandato no Congresso.

Renato chega à Câmara após três décadas de tentativas

A trajetória eleitoral de Renato Bolsonaro é a mais antiga entre os quatro integrantes da família eleitos neste domingo. Irmão mais novo do ex-presidente, ele é capitão reformado do Exército e começou a disputar eleições há mais de três décadas.

Em 1994, concorreu a deputado federal por São Paulo, mas não conseguiu uma cadeira. Sua primeira vitória ocorreu dois anos depois, quando recebeu 834 votos e foi eleito vereador de Praia Grande, no litoral paulista.

O mandato, exercido entre 1997 e 2000, permaneceu como sua única experiência em cargo eletivo nas décadas seguintes. Renato voltou às urnas em diferentes disputas municipais e também tentou novamente chegar à Câmara dos Deputados.

Em 2024, concorreu à Prefeitura de Registro (SP) pelo PL e terminou em segundo lugar, com 9.708 votos, equivalentes a 29,82% dos votos válidos. Dois anos depois, recebeu mais de 360 mil votos para deputado federal e terminou como o segundo candidato mais votado do PL para a bancada paulista na Câmara.

creditos: congresso em foco

Clique no banner

WhatsApp ⌃