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03 ago

Propaganda eleitoral começa em 16 de agosto; confira as regras

Propaganda eleitoral começa em 16 de agosto; confira as regras

A propaganda eleitoral das Eleições 2026 começa oficialmente no dia 16 de agosto. A partir desta data, candidatos, partidos, federações e coligações poderão divulgar suas campanhas em diferentes canais, incluindo internet, redes sociais, aplicativos de mensagens e outros meios previstos pela legislação eleitoral.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) atualizou as regras da propaganda para o próximo pleito, com mudanças relacionadas ao combate à desinformação, ao uso de inteligência artificial e à transparência das campanhas.

Quando começa a propaganda eleitoral?

A legislação eleitoral permite a propaganda a partir de 16 de agosto do ano da eleição. Antes desse período, os pré-candidatos podem divulgar suas ideias, propostas e projetos, participar de entrevistas, debates e encontros políticos.

No entanto, a legislação proíbe o pedido explícito de voto antes do início oficial da campanha. A prática pode ser considerada propaganda eleitoral antecipada e gerar punições.

O que pode ser feito na pré-campanha?

Durante a fase de pré-campanha, os políticos podem anunciar que são pré-candidatos, apresentar propostas e buscar apoio político. Também são permitidas participações em eventos, entrevistas e transmissões ao vivo pelas redes sociais.

A divulgação de projetos e posicionamentos políticos, por si só, não é considerada irregular, desde que não haja pedido direto de voto ou uso de estratégias proibidas pela Justiça Eleitoral.

Como funciona a propaganda na internet?

Com o início da campanha, candidatos e partidos poderão utilizar sites, blogs, redes sociais, aplicativos de mensagens e outras plataformas digitais para divulgar suas propostas.

Os endereços eletrônicos usados durante a campanha devem ser informados à Justiça Eleitoral. Caso sejam criados após o registro da candidatura, a comunicação deve ser feita em até 24 horas.

Quando começa o horário eleitoral gratuito?

A propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão será exibida nos 35 dias anteriores à antevéspera do primeiro turno.

O tempo de exibição será dividido entre candidatos aos cargos de presidente, governador, senador e deputados federais, estaduais e distritais, conforme as regras definidas pelo TSE.

Além dos programas em rede, as emissoras deverão reservar espaço para inserções de 30 e 60 segundos ao longo da programação.

Quais são as regras para inteligência artificial?

O TSE estabeleceu novas regras para o uso de inteligência artificial durante a campanha eleitoral. A regulamentação prevê medidas para identificar conteúdos produzidos com IA e proíbe o uso de deepfakes, que são materiais manipulados para alterar imagens, vídeos ou áudios de pessoas.

A norma também busca impedir a circulação de informações falsas ou gravemente descontextualizadas que possam afetar a disputa eleitoral.

Mensagens de campanha e carreatas têm novas regras

As mensagens eletrônicas enviadas por campanhas deverão identificar o remetente e oferecer uma opção para que o eleitor solicite o descadastramento.

Após o pedido, a exclusão do contato deverá ocorrer em até 48 horas.

Já carreatas e atos de campanha que envolvam gastos com combustível precisam ser comunicados à Justiça Eleitoral com antecedência mínima de 24 horas. A medida tem como objetivo ampliar o controle sobre despesas eleitorais.

As regras da propaganda eleitoral estão previstas na Resolução TSE nº 23.610/2019, atualizada pelas Resoluções nº 23.732/2024 e nº 23.755/2026.

98 FM

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03 ago

Rodrigo Ferreira representará Currais Novos no IRONMAN 70.3 Rio de Janeiro

Rodrigo Ferreira representará Currais Novos no IRONMAN 70.3 Rio de Janeiro

O esporte de Currais Novos volta a ganhar destaque em um dos maiores eventos de triatlo do mundo. No próximo dia 9 de agosto de 2026, o jovem Rodrigo Ferreira representará mais uma vez o município no IRONMAN 70.3 Rio de Janeiro, competição que reúne atletas de alto rendimento de diversas regiões do Brasil e do exterior.

Com muita dedicação, disciplina e meses de preparação, Rodrigo chega à prova levando não apenas o sonho de conquistar um excelente resultado, mas também o orgulho de carregar o nome de Currais Novos em uma competição de nível internacional.

O IRONMAN 70.3 é considerado um dos maiores desafios do triatlo, reunindo 1,9 km de natação, 90 km de ciclismo e 21,1 km de corrida, exigindo preparo físico, resistência e muita determinação dos competidores.

A participação de Rodrigo reforça o potencial dos atletas currais-novenses e serve de inspiração para jovens que sonham em crescer por meio do esporte.

Que essa seja mais uma grande jornada e que o atleta tenha uma excelente prova, representando Currais Novos com garra, dedicação e orgulho.

Boa sorte, Rodrigo Ferreira! Toda Currais Novos estará na torcida pelo seu sucesso no IRONMAN 70.3 Rio de Janeiro.

Portal Juninho Brito

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Campo Forte
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03 ago

Amamentação reduz risco de doença cardíaca na mãe

Amamentação reduz risco de doença cardíaca na mãe

A amamentação reduz em cerca de 11% a chance de a mulher desenvolver uma doença cardiovascular em relação a mulher que não amamenta, destaca a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).

A queda dos fatores de risco está ligada ao período de amamentação. 

“As publicações giram em torno de 18 meses de amamentação. A mulher que amamenta por mais tempo tem também redução desses fatores de risco: 12% menos risco de acidente vascular cerebral (AVC), 14% menos risco de infarto. Viu-se que a amamentação traz essa proteção para a mulher”, destaca a vice-presidente do Departamento de Cardiologia da Mulher da SBC, Alexandra Oliveira de Mesquita.

A médica esclarece que isso não significa que a mulher que não amamenta tenha risco aumentado para esse tipo de doença.

Durante a gestação, a mulher sofre alterações hormonais, como alta da resistência à insulina e elevação dos lipídios e do colesterol, principalmente do LDL (colesterol ruim).

Já na lactação ocorre um reset metabólico, uma espécie de reinicialização do organismo, pois a produção de leite atua na regulação do açúcar, ao melhorar o efeito sobre o metabolismo glicídico e aumentar a sensibilidade à insulina; usa glicose do corpo, reduzindo o risco de diabetes; e o alívio cardíaco, uma vez que reduz a pressão arterial e diminui a frequência cardíaca da mãe, permitindo que o coração trabalhe com menos esforço para bombeamento do sangue.

Liberação de hormônios

O período de lactação ativa a liberação de hormônios específicos, como a ocitocina, a prolactina, os glicocorticoides, a grelina e o hormônio do crescimento, que atuam como uma proteção ao miocárdio contra possíveis lesões cardíacas.

Um dos principais destaques é a ocitocina. Conhecido como o “hormônio do amor”, a ocitocina protege o coração contra a falta de oxigênio por meio da ativação de receptores cerebrais e de uma via que envolve estruturas responsáveis pela geração de energia celular, oferecendo uma barreira extra de cardioproteção à mãe.

“Tudo isso promove uma melhora da função endotelial, que é a função da parede interior das artérias. Também a liberação de oxitocina, nessa fase de lactação, faz uma vasodilatação, melhorando a circulação dessa mãe. Então, as alterações hormonais produzidas durante a gestação ficam meio que “resetadas” na fase de lactação, que é o que vai causar realmente essa redução de riscos”, explicou a médica, acrescentando que a resistência à insulina, se não for controlada, pode evoluir para o diabetes.

A Sociedade Brasileira de Cardiologia aponta que, na gravidez, o corpo da mulher acumula naturalmente reservas de gordura. A lactação utiliza esses depósitos, o que reduz diretamente o risco de doenças cardíacas e um infarto.

Risco alto para mulheres

Alexandra Mesquita cita que as doenças cardiovasculares respondem por 33% da mortalidade feminina, superior aos óbitos por câncer de mama.

“Ainda se pensa que a maior causa de mortalidade feminina é câncer de mama, mas a doença cardiovascular mata sete vezes mais que o câncer de mama”, disse.

A maior parte dos fatores de risco – diabetes, pressão alta e sedentarismo – é comum a homens e mulheres. No entanto, podem ser piores entre as mulheres. 

Porém, há fatores de risco próprios do sexo feminino. Entre eles, por exemplo, a cardiologista citou a primeira menstruação precoce (9 ou 10 anos) ou tardia (15 e 16 anos); a menopausa precoce, com menos de 45 anos; endometriose; ovários policísticos; uso de anticoncepcional oral; alterações da gravidez, como hipertensão induzida pela gestação, diabete gestacional ou bebê de baixo peso. 

Dia Internacional da Amamentação

Neste sábado (1º), será comemorado o Dia Internacional da Amamentação. O tema da Semana Mundial do Aleitamento Materno 2026 é “Amamentação para um começo de vida sustentável: Fortaleça o que funciona.”

A campanha global do Agosto Dourado é coordenada pela instituição World Alliance for Breastfeeding Action (WABA) e tem como objetivo reforçar a importância de proteger, promover e apoiar o aleitamento materno para um futuro mais saudável para crianças, famílias e comunidades.

A pediatra Carmen Elias, idealizadora da Sala de Apoio ao Aleitamento Materno do Instituto de Educação Médica (Idomed), aponta dez benefícios da amamentação para mãe e para a criança:

  • Proteção contra doenças
  • Recuperação pós-parto
  • Desenvolvimento infantil 
  • Maior vínculo afetivo
  • Formação dos dentes
  • Fácil adaptação
  • Prevenção de tumores
  • Planejamento familiar
  • Construção de hábitos alimentares
  • Benefício financeiro, sem a necessidade de comprar leites e suplementos infantis 

Edição:

Carolina Pimentel

Agência Brasil

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03 ago

Congresso volta do recesso sem previsão de plenário nesta semana

Congresso volta do recesso sem previsão de plenário nesta semana

O Congresso Nacional retoma formalmente, nesta segunda-feira (3), os trabalhos após duas semanas de recesso parlamentar sem previsão de sessão plenária deliberativa tanto na Câmara dos Deputados, quanto no Senado Federal.

Em meio à campanha eleitoral de 2026, os presidentes das Casas acordaram limitar os trabalhos legislativos em duas semanas de “esforço concentrado”. A primeira semana será entre os dias 10 e 14 de agosto, e a segunda entre os dias 31 de agosto e 3 de setembro.

expectativa é que votações nos plenários da Câmara e do Senado ocorram apenas nessas duas semanas até as eleições gerais de outubro. Historicamente, o semestre de eleições é mais esvaziado no Congresso. 

Entre os projetos que não foram votados no primeiro semestre, e que podem entrar nos debates a partir de agosto, está a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do fim da escala 6×1, que segue travada na mesa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). 

Apesar da pressão do governo, que deseja votar o tema antes da eleição, não há indicativo de Alcolumbre quando o tema será encaminhado para Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A oposição defende a votação de uma PEC alternativa, mantendo a possibilidade de escala 6×1.

Outro projeto que o governo gostaria de ver votado é a PEC da Segurança Pública, votada na Câmara, e que aguarda deliberação no Senado. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem cobrado Alcolumbre, publicamente, para colocar o tema em votação. 

No Senado, há ainda a expectativa de se votar o projeto de lei de regulação da exploração dos minerais críticos, já aprovado pela Câmara.

O Congresso precisaria ainda votar os projetos de lei orçamentários, tanto o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), quanto o projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2027 que deve ser encaminhado pelo governo até o dia 31 de agosto.

O Congresso tem ainda 87 vetos que trancam a pauta do Legislativo, entre eles, há vetos ao projeto de regulamentação da reforma tributária, ao Estatuto do Pantanal, às LDO e LOA de 2026, ao marco do setor elétrico e o veto integral a Lei da Dosimetria, que reduz o tempo de prisão para condenados pelo 8 de janeiro.

Outros temas debatidos no semestre anterior, mas que não chegaram ao plenário das Casas, está o PL da Misoginia, que criminaliza a discriminação contra mulheres, e o PL da Inteligência Artificial (IA), que regula a tecnologia no Brasil e foi apresentado como uma das prioridades do presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB). 

Primeira semana pós recesso

Nesta primeira semana da volta do recesso, estão previstas apenas sessões solenes, como a homenagem à fundação da Assembleia de Deus – Ministério de Madureira, marcada para esta terça-feira (4), na Câmara.

Já no Senado a previsão é de uma sessão, na sexta-feira (7), no plenário, para marcar o Agosto Lilás, voltado à campanha pelo fim da violência contra mulheres.

Algumas comissões convocaram sessões para esta primeira semana. A Comissão Mista do Orçamento (CMO) discute o financiamento da educação infantil do Brasil, em audiência pública, na quarta-feira (5). Outra agenda é o debate da Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado, que debate nesta segunda-feira (3) a campanha Agosto Dourado, dedicada à promoção do aleitamento materno.

© Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

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03 ago

Mulheres são maioria no setor de seguros, mas minoria na liderança

Mulheres são maioria no setor de seguros, mas minoria na liderança

As mulheres representam a maioria da força de trabalho no mercado de seguros e de previdência privada aberta no Brasil. No entanto, essa presença ainda não se reflete nos postos de comando das empresas nem na contratação de produtos do setor. É o que mostra a primeira edição da pesquisa FeMa Meter, divulgada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão que supervisa o setor.

O levantamento reúne informações de 142 empresas supervisionadas pela autarquia e busca mapear a participação feminina tanto como profissionais quanto como consumidoras de seguros e planos de previdência privada aberta. A iniciativa deve servir de base para a formulação de políticas públicas voltadas à inclusão no mercado securitário.

Principais dados

  • Mulheres representam 54,4% da força de trabalho das empresas participantes;
  • Elas ocupam 28,5% dos cargos de gestão executiva;
  • Apenas 18,5% das vagas em conselhos de administração são ocupadas por mulheres;
  • A participação feminina como titular de seguros e de planos de previdência privada aberta também é inferior à dos homens nos segmentos analisados.

Desigualdade na liderança

Apesar de serem maioria entre os trabalhadores do setor, as mulheres continuam sub-representadas nos cargos de maior poder de decisão.

Segundo a pesquisa, a presença feminina diminui à medida que aumenta o nível hierárquico dentro das empresas, evidenciando um desequilíbrio entre participação na força de trabalho e acesso às posições estratégicas de liderança.

Consumo de seguros

O estudo também identificou que as mulheres ainda contratam menos produtos de seguros e de previdência privada aberta do que os homens.

A Susep destaca que compreender esse comportamento é importante para ampliar a inclusão securitária e desenvolver produtos mais adequados ao perfil das consumidoras.

Como a pesquisa foi feita

A pesquisa utilizou dados referentes a 31 de dezembro de 2024, enviados por 142 empresas supervisionadas pela Susep. Desse total, 129 são seguradoras, e 13 são entidades abertas de previdência complementar.

O levantamento empregou a ferramenta FeMa Meter, desenvolvida pela Access to Insurance Initiative, organização internacional sem fins lucrativos criada para promover a inclusão em seguros, especialmente em países em desenvolvimento e mercados emergentes.

Os dados foram complementados por planilhas elaboradas pela Susep para coleta de informações adicionais sobre seguros de automóveis, seguros residenciais e previdência privada aberta. As informações passaram por etapas de validação e comparação com outras bases da autarquia antes da consolidação dos resultados.

Objetivo do estudo

A pesquisa integra o Plano de Regulação da Susep para 2025 e faz parte das iniciativas voltadas à produção de informações que ajudem a orientar políticas públicas para o mercado de seguros.

Segundo a autarquia, o objetivo é ampliar o conhecimento sobre a participação feminina no setor e contribuir para a construção de um mercado mais inclusivo, tanto para profissionais quanto para consumidores.

O relatório completo da pesquisa está disponível no portal da Susep.

© Marcelo Camargo/Agência Brasil

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