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07 set

Unicef: 15 milhões de crianças foram expostas a conteúdo sexual online

Unicef: 15 milhões de crianças foram expostas a conteúdo sexual online

Cerca de 20 milhões de crianças e adolescentes de 21 países já sofreram, no período de um ano, algum tipo de exploração ou abuso sexual facilitado pela tecnologia. Acredita-se, ainda, que 9 milhões tenham sido induzidas a manter conversas de teor sexual ou compartilhar imagens desse cunho contra sua vontade e que 4 milhões tiveram imagens delas vazadas. O quantitativo de crianças expostas a conteúdo sexual indesejado é estimado em 15 milhões.

Os dados fazem parte do relatório Pelos Olhos das Crianças: Como as Tecnologias Digitais Facilitam o Abuso Sexual Infantil  lançado nesta semana pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). 

Na avaliação dos especialistas do Unicef, contudo, os números devem ser ainda maiores. A explicação é a de que muitas vítimas não chegam a comunicar a ninguém o que aconteceu a elas. 

Mais de 40% das ocorrências informadas durante a coleta de informações não foram reveladas pelas vítimas. O principal motivo para deixarem de contar é não saber aonde ir ou a quem recorrer. 

Redes sociais

Quanto às plataformas digitais com maior número de violações, os dados revelam que, em média, cerca de 60% aconteceu em redes como o Facebook, Instagram, Snapchat, TikTok e WhatsApp.

Cerca de 14% dos crimes ocorreram enquanto as vítimas se divertiam em jogos online. O relatório assinala que o ambiente de jogos online é especialmente propício para o cometimento dessas formas de abuso porque a dinâmica nas relações se baseia em um jogador explorar a confiança do outro.

Mais da metade (57%) dos casos declarados aos pesquisadores envolviam alguém do convívio da criança e do adolescente, incluindo familiares, conhecidos, amigos, namorados e namoradas. O dado contraria o imaginário de que a violência online é perpetrada principalmente por estranhos.

Ao mesmo tempo, ressalta o relatório, 38% das vítimas encontraram seus agressores pela primeira vez na internet, indicativo de que contas fake e o envio de mensagens privadas facilitam as violações. 

“Essas experiências causam profundo desgaste emocional e mental. Muitas crianças sofrem em silêncio, sem saber ao certo onde procurar ajuda. Nós não podemos ignorar isso”, afirmou a diretora-executiva do Unicef Catherine Russell.

Coerção

O relatório foi produzido a partir das percepções de 21 mil crianças e adolescentes com idade entre 12 e 17 anos, provenientes de 21 países, entre 2020 e 2025. Nas entrevistas realizadas com os participantes, observou-se como agressores exercem poder sobre as vítimas não somente as convencendo a agir de determinadas maneiras mediante presentes, dinheiro e atenção, mas também por meio da coerção. 

Uma jovem brasileira relatou como seu agressor a chantageou, ameaçando encaminhar à mãe dela mensagens anteriores trocadas entre os dois, caso ela não mandasse a ele mais uma foto. Outra entrevistada comentou que, por anos, vasculhou a internet para garantir que nenhuma imagem sua, inclusive criada como montagem, estivesse circulando sem seu consentimento. O Brasil teve 19% dos entrevistados marcados por este tipo de violência, o equivalente a quase 3 milhões de crianças e adolescentes, e uma parcela de menos de 1% de ocorrências denunciadas. 

A internet respondeu por 55,5% dos casos brasileiros e a escola por 24,5%. Como os canais mais perigosos apareceram os aplicativos de mensagens e as redes sociais (66,5%), com destaque para Instagram (57,2%) e WhatsApp (52,1%). Os jogos online responderam por 12,3%. 

© Bruno Peres/Agência Brasil

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07 set

Ato de 7 de Setembro reúne oposição a Lula e Moraes no Largo do Atheneu

Ato de 7 de Setembro reúne oposição a Lula e Moraes no Largo do Atheneu

Lula (PT) e Moraes, ministro do STF, não principais alvos das manifestações do 7 de setembro. Foto: Lula Marques/Agência Brasil

A manifestação política “Fora Lula, fora Moraes” em meio ao processo das eleições deste ano, traz a Natal nas comemorações pela passagem de 7 de Setembro, o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato a vice-presidente na chapa liderada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RN).

Presidente estadual do PL o senador Rogério Marinho participa do ato público, que ocorre a partir das 15 horas, no Largo do Atheneu, em Petrópolis, em protesto contra a crise instalada nos corredores dos Poderes, em Brasília, depois das denúncias de corrupção passiva contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, no caso do Banco Master.

“A sociedade precisa reagir, pacífica e democraticamente. É hora de dizer basta às práticas de exceção, restaurar os limites da Constituição e encerrar este triste período de abuso de poder. Nenhuma autoridade está acima da lei. É hora de resgatar o Brasil do arbítrio”, disse o senador.

Já a presença do candidato a vice Alfredo Gaspar antecede a vinda a Natal do candidato a presidente Flávio Bolsonaro, confirmada para a segunda-feira, dia 21, por Rogério Marinho, que coordena a sua campanha em nível nacional.

Antes, no domingo (6), Alfredo Gaspar, que foi relator da CPMI do INSS sobre roubo de recursos de aposentados e pensionistas no Congresso Nacional, e Rogério Marinho cumprem agenda política em Extremoz, onde serão recebidos pela prefeita Jussara Sales de Souza (PL).

A programação inclui um ‘bandeiraço’ em Ponta Negra, em Natal, com distribuição de material da campanha de Flávio Bolsonaro. Segundo Marinho, também devem participar da atividade o candidato ao Senado Coronel Hélio (PL) e o candidato a governador Álvaro Dias (PL), o qual, segundo Rogério Marinho, vai ultrapassou o candidato ao governo Allyson Bezerra (União), e irá para o segundo turno contra o candidato do PT, o Cadu de Lula.

O deputado federal General Girão (PL) diz que o encontro “é para levantar a voz, de forma pacífica e democrática, em defesa da justiça e da liberdade, não podemos nos calar.”

“A manifestação de segunda-feira será um ato pacífico e democrático em defesa da liberdade, da transparência e do respeito às instituições. Quando surgem indícios e questionamentos envolvendo autoridades e diferentes. Poderes da República, a sociedade tem o direito de cobrar esclarecimentos, sem blindagem e sem tratamento diferente para ninguém”, reforçou Girão.

Por fim, Girão disse: “. Defendemos a independência entre os Poderes e entendemos que não podemos aceitar abusos, autoritarismo ou dois pesos e duas medidas”.

Já o deputado federal Sargento Gonçalves (PL) informa que está coordenado a saída de uma carreata a partir da avenida Paulistana, no conjunto Panatis, Zona Norte, até o largo do Atheneu.

Sargento Gonçalves explica que a manifestação não é, propriamente, um político-eleitoral, “mas um evento em defesa da liberdade do povo brasileiro, pois há muito tempo diversas pessoas estão sendo caladas e injustiçadas e presas e sofrendo perseguições e esse evento é ele vai trazer o simbolismo, principalmente, por tudo o que está se passando no Brasil”.

Candidato a senador pelo PL, Coronel Hélio afirma que o ato no mesmo dia das comemorações da Independência do Brasil, também “é um dia para o brasileiro mostrar que não abre mão da sua liberdade.”, disse Coronel Hélio.

Para o Coronel Hélio, “Natal precisa fazer ecoar a voz de quem está indignado com os rumos do Brasil, com os abusos de poder e com um governo que não representa os valores de milhões de brasileiros. A manifestação será pacífica e democrática, na defesa pelo futuro do nosso país”.

Em todo o país

A mobilização ocorre em diversas capitais e em outras cidades do país, em meio ao ambiente de forte tensão política e institucional vivido pelo país. Entre os temas que têm provocado repercussão estão as acusações envolvendo o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e as mensagens que teriam sido trocadas com o empresário Daniel Vorcaro.

Em São Paulo, o ato político começa às 15 horas, na avenida Paulista, sob a liderança do governador Tarcísio de Freitas e do prefeito paulistano Ricardo Nunes.

Personagens como o fundador da Petz, Sérgio Zimmermann, diz que se as investigações “não derem em nada, vamos para a rua. Vamos para a rua acabar com a sem-vergonhice. Estão roubando o Brasil”.

Para o empresário paulista, o ministro André Mendonça deixou público o vazamento das informações sobre o ministro Alexandre Moraes, que “são coisas estarrecedoras sobre quem praticamente é o grande xerife do Brasil”.

Sérgio Zimmermann disse, em evento no meio da semana, que “outros processos, como todos sabem, muito importantes, foram anulados. Pessoas foram descondenadas. Porque o jeito de fazer não seguiu um determinado rito processual”.

Agenda Fora Lula e Moraes

Data: Segunda-feira, 7
Horário: 15h
Local: Largo do Atheneu, Petrópolis

Tribuna do Norte

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07 set

Mendonça apresenta faturas e rebate suspeita que ternos teriam sido pagos por advogado ligado a Vorcaro

Mendonça apresenta faturas e rebate suspeita que ternos teriam sido pagos por advogado ligado a Vorcaro

Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), apresentou extratos do cartão de crédito para comprovar que pagou pelas roupas feitas em uma alfaiataria de São Paulo após o advogado Ciro Soares, ligado ao banqueiro Daniel Vorcaro, sugerir que ele teria custeado os ternos do ministro.

A suspeita surgiu após áudios enviados em 2025 pelo advogado a Vorcaro. Em uma das mensagens, ele afirmou: “Fala, Vorcarinho, trabalhando por você! Levei o André lá no Vasco [alfaiataria] agora, pra fazer um terno”.

No dia seguinte à divulgação do áudio, Mendonça apresentou duas notas fiscais da Alegrete Alfaiataria, no valor total de R$ 26,4 mil, emitidas em nome de sua mulher. Os documentos registravam um terno cinza, dois blazers, camisas sob medida e acessórios.

Para esclarecer quem havia feito o pagamento, Mendonça disponibilizou os extratos de seu cartão de crédito.

Cartão de crédito de André Mendonça: fatura de março — Foto: Reprodução
Cartão de crédito de André Mendonça: fatura de março — Foto: Reprodução
Cartão de crédito de André Mendonça: fatura de março — Foto: Reprodução
Cartão de crédito de André Mendonça: fatura de março — Foto: Reprodução
Cartão de crédito de André Mendonça: fatura de março — Foto: Reprodução
Cartão de crédito de André Mendonça: fatura de março — Foto: Reprodução
Cartão de crédito de André Mendonça: fatura de abril — Foto: Reprodução
Cartão de crédito de André Mendonça: fatura de abril — Foto: Reprodução
Cartão de crédito de André Mendonça: fatura de abril — Foto: Reprodução
Cartão de crédito de André Mendonça: fatura de abril — Foto: Reprodução
Cartão de crédito de André Mendonça: fatura de abril — Foto: Reprodução
Cartão de crédito de André Mendonça: fatura de abril — Foto: Reprodução

Na fatura com vencimento em 11 de março de 2025, consta uma compra de R$ 4 mil na Alegrete Alfaiataria, realizada em 8 de fevereiro, data em que o ministro esteve no estabelecimento, segundo o áudio.

O extrato de abril registra a segunda parcela de R$ 4 mil da mesma compra e outra cobrança, de R$ 3,3 mil, referente a uma compra realizada em 28 de fevereiro. Os registros apresentados pelo ministro indicam que os pagamentos foram feitos diretamente por ele.

Com informações do blog de Lauro Jardim – O Globo

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Lojão do Real
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07 set

Dívidas com a União: prefeituras podem solicitar parcelamentos até 9 de setembro

Dívidas com a União: prefeituras podem solicitar parcelamentos até 9 de setembro

As prefeituras podem solicitar o parcelamento de dívidas com a União, previsto na Emenda Constitucional nº 136/2025 (PEC dos Precatórios). Os municípios interessados em aderir à medida devem enviar um ofício de manifestação de interesse à Secretaria do Tesouro Nacional até o dia 9 de setembro, com as respectivas leis autorizativas publicadas no Diário Oficial do município. Os débitos podem ser pagos em até 360 parcelas.

O Decreto nº 13.080/2026 detalha as novas condições financeiras para os entes municipais. Além de permitir o parcelamento em até 360 parcelas mensais sucessivas, também há possibilidade de redução de juros e mudanças dos indexadores originais das dívidas pelo IPCA. 

Conforme o Tesouro Nacional, o decreto se aplica somente às dívidas contratuais administradas pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN).

Como aderir ao parcelamento de dívidas?

O município deve enviar um ofício à Secretaria do Tesouro Nacional (STN), por meio do e-mail [email protected], até o dia 9 de setembro. 

Confira o que o documento deve conter:

  • Manifestação expressa do prefeito quanto à intenção de aderir ao parcelamento; 
  • Indicação da opção por taxa de juros/amortização/investimento dentre aquelas previstas no art. 4º do Decreto nº 13.080/2026;
  • Indicação detalhada dos ativos a serem transferidos (se houver); 
  • Leis autorizativas publicadas no Diário Oficial do município. 

Possibilidades para as prefeituras 

Em nota, a Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos (FNP) destacou que o município pode optar pela amortização de percentual do saldo devedor, com transferência de valores, bens móveis ou imóveis, créditos junto ao setor privado ou União. Também é possível optar pela compensação financeira da exploração de gás, petróleo, recursos hídricos ou minerais, entre outros. Para algumas opções, é preciso uma lei municipal específica.

As prefeituras também podem optar pelo compromisso de investimento dos juros que deixarão de ser pagos à União em áreas como educação, saneamento, habitação, adaptação climática, transportes ou segurança pública. 

A prefeitura que optar por essa modalidade deverá apresentar um plano de aplicação dos recursos, com a identificação das obras e intervenções previstas, os benefícios esperados e o cronograma físico-financeiro. Além disso, será obrigada a prestar contas, semestralmente, ao tribunal de contas e ao Poder Legislativo municipal.

Condições

As prestações serão calculadas conforme a Tabela Price e vencem no dia 15 do mês seguinte ao de assinatura do contrato/aditivo. Em caso de amortização, o saldo devedor será atualizado após a transferência dos ativos à União.

A legislação estabelece situações onde o município poderá ser excluído do parcelamento. Confira:

Em caso de contratação de empréstimo para pagar prestações do parcelamento;  

  • Inadimplência por três meses consecutivos ou seis alternados no período de 36 meses; 
  • Desligamento voluntário; 
  • Falta de comprovação da aplicação dos investimentos obrigatórios.

Caso haja exclusão do ente, o município perde os benefícios financeiros obtidos com a adesão e o saldo devedor será recalculado.

O site do Tesouro disponibiliza uma página com respostas para sanar dúvidas das prefeituras sobre a aplicação do decreto, no site: www.tesourotransparente.gov.br. Na mesma página, também é possível acessar um quadro com todas as combinações possíveis de juros a serem pagos à União, percentuais de amortização extraordinária e de investimento.

Fonte: Brasil 61

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07 set

Empresas inadimplentes somam 9,2 milhões em julho, revela Serasa Experian

Empresas inadimplentes somam 9,2 milhões em julho, revela Serasa Experian

O número de empresas negativadas chegou a 9,2 milhões em julho de 2026, segundo o Indicador de Inadimplência das Empresas da Serasa Experian. No período, o total de dívidas não pagas atingiu 67,2 milhões, somando R$ 238,6 bilhões. O setor de serviços registrou o maior percentual de empreendimentos negativados e o maior volume de negócios com dívidas em atraso foi registrado na Região Sudeste.

Os dados apontam que, em média, cada negócio inadimplente acumulou 7,3 contas negativadas, com dívida média de R$ 25.983,88 por CNPJ e ticket médio de R$ 3.551,59. 

Conforme o levantamento, as micro e pequenas empresas concentraram a maior parcela dos CNPJs negativados, com 8,7 milhões. O grupo concentrou 60,5 milhões de dívidas, que somaram R$ 206 bilhões. Segundo o levantamento, cada micro e pequena empresa acumulou 6,9 contas negativadas, com dívida média de R$ 23.574,33 e ticket médio de R$ 3.403,77.

Setores que devem e perfil das dívidas

Do total de empresas que estavam com as contas negativas em julho, 55,8% eram do setor de “Serviços”. Na sequência apareceram “Comércio” (32,1%), “Indústria” (8,0%) e o segmento “Primário” (1,0%). 

Já em relação à origem das dívidas vencidas, o maior volume ficou com “Serviços” (31,7%), seguido por “Bancos/Cartões” (19,7%). Na sequência apareceram “Cooperativas” (8,5%), “Utilities” (6,9%) e “Telefonia” (6,2%). 

As instituições financeiras, que abrangem “Bancos/Cartões” e “Financeiras”, concentraram 24,3% das pendências, enquanto 75,7% estavam fora desse grupo.

Recorte regional

Em julho de 2026, a Região Sudeste registrou o maior volume de empresas inadimplentes. O destaque é para o estado de São Paulo, com 3.147.102 CNPJs com dívidas. Em seguida está Minas Gerais, com 915.410 e Rio de Janeiro, com 870.189. Na sequência apareceram Paraná, com um total de 607.497 empresas no vermelho, e Rio Grande do Sul, com 533.041.

Indicador

O Indicador Serasa Experian de Inadimplência das Empresas calcula o número de empresas brasileiras que estão com contas vencidas e que não constam pagamento. 

Para a mensuração, uma empresa é considerada inadimplente quando possui ao menos um compromisso financeiro vencido e cujo não pagamento foi formalmente comunicado pelo credor. De acordo com o  Serasa Experian, a apuração é feita com base nas notificações registradas até o último dia do mês de referência.

Fonte: Brasil 61

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