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13 out

Flávio Bolsonaro tem 48% e Lula 45%, em empate técnico, aponta pesquisa BTG/Nexus

Flávio Bolsonaro tem 48% e Lula 45%, em empate técnico, aponta pesquisa BTG/Nexus

O senador e candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, tem 48% das intenções de voto e o presidente e candidato à reeleição pelo PT, Luiz Inácio Lula da Silva, tem 45%, segundo a primeira pesquisa BTG/Nexus deste segundo turno, divulgada nesta terça-feira, 13. Os candidatos estão tecnicamente empatados, considerada a margem de erro de 2 pontos porcentuais, para mais ou para menos.

No resultado oficial do primeiro turno, em 4 de outubro, Flávio recebeu 47,03% dos votos válidos e Lula, 45,16%, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Na BTG/Nexus divulgada nesta terça, os que dizem que não irão votar em nenhum dos dois candidatos, ou votarão branco/nulo somam 5%. Os que não sabem ou não responderam são 2%.

Votos válidos

Considerados apenas os votos válidos, com exclusão dessas respostas, Flávio registra 52% e Lula, 48%.

Espontânea

Na pesquisa espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados, Flávio tem 46% e Lula, 44%, também em empate técnico.

Nenhum, branco e nulo somam 5%, e 4% não sabem ou não responderam.

Metodologia

A Nexus entrevistou 2.002 eleitores por telefone, entre 10 e 12 de outubro, a pedido do banco BTG Pactual. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais, com nível de confiança de 95%.

O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-07997/2026.

TN

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13 out

Kassio convoca campanhas de Flávio e Lula para reunião nesta terça (13)

Kassio convoca campanhas de Flávio e Lula para reunião nesta terça (13)

© Getty

Presidente do TSE se reunirá nesta terça-feira (13) com representantes das campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro, em meio a decisões judiciais sobre conteúdos eleitorais. O encontro ocorre após a suspensão e posterior liberação de um canal de WhatsApp coordenado pelo deputado André Janones

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, marcou para terça-feira (13), às 15h30, uma reunião com os coordenadores das campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de Flávio Bolsonaro (PL). O encontro foi agendado na semana passada.

Os representantes das duas campanhas vão se encontrar com Nunes Marques em meio a uma guerra de liminares promovida na reta final das eleições.

Na semana passada, André Mendonça, vice-presidente da Corte, determinou a retirada do ar de uma série de postagens da campanha de Lula que criticavam supostas propostas de Flávio.

No domingo (11), Nunes Marques derrubou o canal de WhatsApp “Exército de Lula”. Horas mais tarde, o ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, corregedor-geral eleitoral, restituiu o canal. A questão pode ser levada ao plenário, mas ainda não há previsão de quando isso vai acontecer.

Nesta segunda-feira (12), Nunes Marques determinou uma análise do canal, com “máxima urgência”, pela área técnica do TSE. O setor informou ao ministro que não encontrou conteúdos falsos investigados pela Corte no canal “Exército do Lula”, mas apontou riscos eleitorais.

O “Exército de Lula”, que reúne mais de 3,7 milhões de usuários, é coordenado pelo deputado André Janones (Rede-MG) e foi acusado pela campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, de disseminar desinformação.

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13 out

Kassio censurou canal de WhatsApp de Janones sem documentos que mostrassem fake news

Kassio censurou canal de WhatsApp de Janones sem documentos que mostrassem fake news

© Getty

Presidente do TSE determinou a suspensão do canal “Exército do Lula”, de André Janones, após pedido da campanha de Flávio Bolsonaro. Relatório técnico do tribunal não encontrou as publicações apontadas como falsas. A decisão foi revertida horas depois, enquanto a campanha adversária sustenta que conteúdos foram apagados

O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Kassio Nunes Marques, mandou censurar o canal de WhatsApp do deputado André Janones (Rede-MG), o “Exército do Lula”, sem ter indícios ou documentos de que as fake news apontadas na ação da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) circulavam no grupo.

Na Aije (Ação de Investigação Judicial Eleitoral) apresentada pela campanha de Flávio, os advogados apontavam conteúdo com informação que já havia sido julgada desinformativa e proibida pelo TSE em decisões relativas à propaganda, proferidas por Kassio e também pelo ministro André Mendonça.

A ação afirmava que circulavam no canal conteúdos com fake news sobre Nossa Senhora, ligação de Flávio com milícias e lavagem de dinheiro na Kopenhagen, além de cortes no INSS.

No entanto, o jurídico de Flávio não anexou nenhum documento relativo a isso, sejam atas notariais ou registros digitais mostrando o conteúdo encontrado no canal. A falta de documentos levou o relator da ação, o corregedor-geral eleitoral Ricardo Cueva, a pedir mais esclarecimentos para a campanha e documentos mostrando a circulação do conteúdo no canal.

No entanto, 40 minutos após Cueva pedir esclarecimentos, a campanha de Flávio encaminhou pedido a Kassio e juntou alguns documentos.

Nos anexos, os advogados juntaram uma página listando uma série de vídeos que Janones havia postado em seu perfil do Instagram, alguns dos quais versavam sobre temas já julgados e proibidos pelo TSE e que tinham sido derrubados pela Meta. Mas não havia nenhum anexo mostrando que esse conteúdo ou vídeos tinham sido encontrados no canal de Janones no WhatsApp. Ainda assim, Kassio mandou derrubar o canal.

A censura foi revertida por Cueva poucas horas depois, e o canal voltou a funcionar.

No domingo (11), Kassio determinou que a Assessoria de Enfrentamento à Desinformação do TSE investigasse o conteúdo publicado no canal “Exército do Lula”.

Nesta segunda-feira (12), a Assessoria de Enfrentamento à Desinformação do TSE, área técnica do tribunal, divulgou um relatório, que foi anexado à Aije, afirmando não ter encontrado nenhum dos conteúdos alegados na ação de Flávio no canal de Janones.

“Quanto à circulação de conteúdos idênticos ou substancialmente equivalentes, não foram localizadas, entre as publicações do canal no período de 2 a 11 de outubro de 2026, reproduções das afirmações examinadas nos autos”, diz o relatório assinado por Frederico Franco Alvim, assessor especial de enfrentamento à desinformação.

O relatório faz a ressalva de que conteúdos podem ter sido apagados.

A campanha de Flávio, no entanto, nunca apresentou provas documentais da presença dos conteúdos no canal de WhatsApp.

Procurada, a advogada da campanha de Flávio, Maria Claudia Bucchianneri, afirmou ter informado ao tribunal que não havia notas atuariais das postagens no grupo devido ao grande volume de material e que o próprio TSE deveria ter feito isso. Mas Bucchianneri afirmou que foi feito um espelhamento em tempo real do canal de Janones, que será encaminhado em breve ao TSE. Esse espelhamento, no entanto, pode não ter salvado publicações que foram apagadas rapidamente, ela ressalva.

Em nota, a assessoria de imprensa do candidato afirma que o canal tinha “a estratégia de apagar sistematicamente comandos e os conteúdos disparados, justamente para inviabilizar o controle tanto pela plataforma como pelo TSE”.

Segundo a campanha, essa sistemática de apagamento dos conteúdos foi denunciada a Cueva na Aije. E “para evitar o perdimento da cadeia de custódia dessas provas, que a ação foi movida em segredo de Justiça, com pedido expresso de que assim permanecesse até que a Meta conservasse todos os dados e conteúdos do canal”.

“A despeito disso, o ilustre corregedor, dois dias após o ajuizamento da Aije em segredo, optou não apenas por não determinar a conservação de dado algum, como também retirou o segredo dos autos, solicitando apenas esclarecimentos e a oitiva das partes.”

A campanha afirma ainda que a Assessoria de Enfrentamento à Desinformação do TSE não conseguiu detectar os ilícitos cometidos no canal “justamente porque eles estão nos links, e não nos comandos, e não foi possível acessá-los, dado o apagamento dos dados e histórico e da dependência daquilo que foi conservado pelo provedor”.

O avanço do canal de Janones, que chegou rapidamente a 3 milhões de usuários, tornou-se uma das apostas da campanha de Lula para mobilizar a tropa digital, área em que a direita costuma ter protagonismo.

Durante ato da esquerda na Paulista, no domingo, Lula criticou a decisão de Kassio, que considerou “absurda”, e disse estar “desconfiado do comportamento da corte eleitoral”.

Ministros de uma ala do TSE disseram extraoficialmente, neste domingo, haver indícios de engajamento de Kassio na campanha de Flávio. Especialistas em direito eleitoral consultados pela reportagem também questionaram a postura do magistrado.

Kassio negou a interlocutores agir em benefício de qualquer candidatura e disse que as críticas são tentativas de intimidação.

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13 out

Mega-Sena sorteia prêmio acumulado de R$ 150 milhões nesta quarta

Mega-Sena sorteia prêmio acumulado de R$ 150 milhões nesta quarta

A Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira (14) prêmio estimado em R$ 150 milhões. As seis dezenas do concurso 3.070 serão sorteadas a partir das 21h (horário de Brasília) no Espaço da Sorte, em São Paulo.

As apostas podem ser feitas até às 20h (horário de Brasília) de quarta em casas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

No último concurso, foram sorteados os números 05 – 19 – 22 – 44 – 47 e 57. e nenhum apostador acertou as seis dezenas.

Calendário

Tradicionalmente, os sorteios da Mega-sena são realizados às terças-feiras, quintas-feiras e domingos. A mudança no calendário nesta semana ocorre por causa do feriado de Nossa Senhora Aparecida, celebrado na segunda-feira (12).  

​Entre os dias 26 e 30 de outubro de 2026, acontecerá a Mega Semana da Mega Sena. A ação promoverá cinco sorteios consecutivos correspondentes aos concursos 3076, 3077, 3078, 3079 e 3080.

Agência Brasil

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13 out

Incêndios no Amazonas crescem 271% e fumaça piora qualidade do ar em Manaus

Incêndios no Amazonas crescem 271% e fumaça piora qualidade do ar em Manaus

Fumaça encobre Manaus durante período de incêndios no Amazonas — Foto: Reprodução

O Amazonas registrou 1.380 focos de incêndio nos dez primeiros dias de outubro de 2026, aumento de 271% em comparação com o mesmo período do ano passado, quando foram contabilizados 372 registros. A fumaça encobriu cidades do estado e piorou a qualidade do ar em Manaus.

A capital amazonense apareceu entre as cidades com pior qualidade do ar do Brasil. A concentração de fumaça levou à suspensão de atividades em escolas municipais e universidades, além de aumentar a procura por atendimento médico devido a problemas respiratórios.

Governo vê indícios de ação criminosa

Após sobrevoar áreas afetadas, o ministro do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, afirmou que há indícios de queimadas criminosas. Segundo ele, a situação observada neste mês é mais grave que a registrada no mesmo período de 2025.

Os incêndios atingem áreas de vegetação e propriedades rurais. Equipes federais, estaduais e municipais atuam no combate às chamas e no monitoramento da fumaça. As causas de cada foco ainda precisam ser apuradas.

Autoridades de saúde orientam a população a evitar atividades físicas ao ar livre nos períodos de maior concentração de fumaça, manter portas e janelas fechadas quando possível e procurar atendimento em caso de falta de ar, tontura ou piora de sintomas respiratórios.

Agora RN

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