Notícia
09 jun

Inmetro fiscaliza mais de 74 mil produtos durante Operação Festas Juninas

Inmetro fiscaliza mais de 74 mil produtos durante Operação Festas Juninas

Para reforçar a proteção ao consumidor no período das festas juninas, o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) fiscalizou 74.714 produtos durante a Operação Festas Juninas, realizada entre os dias 4 e 29 de maio de 2026 em todas as regiões do país.

Ao todo, foram fiscalizados 737 estabelecimentos em 200 municípios. Durante a operação, 2.290 produtos apresentaram irregularidades e 112 estabelecimentos foram notificados.

A fiscalização foi conduzida pelos órgãos delegados e superintendências que integram a Rede Brasileira de Metrologia Legal e Qualidade do Inmetro (RBMLQ-I).

Como consultar e sacar o Pé-de-Meia?

A conferência do benefício pode ser feita de forma simples, utilizando a conta gov.br no portal oficial do Pé-de-Meia. Também é possível consultar valores e datas pelo aplicativo Jornada do Estudante ou verificar informações no Portal Cidadão da Caixa Econômica Federal.

Etapas para consulta e saque:

  1. Acesse o portal do Pé-de-Meia com seu login gov.br;
  2. Verifique o saldo e a situação do pagamento disponível;
  3. Use o aplicativo Caixa Tem ou vá até uma agência para realizar o saque, caso prefira dinheiro em espécie;
  4. Mantenha o Cadastro Único atualizado para não correr riscos de bloqueio.

O que fazer se o pagamento não cair?

Problemas no crédito do benefício podem ocorrer por pendências de dados ou inconsistências no cadastro. Veja as principais orientações:

Produtos pré-embalados foram o foco da ação

As equipes verificaram principalmente produtos pré-medidos, aqueles embalados sem a presença do consumidor. A lista inclui doces, bolos, pães, alimentos típicos e outros itens com grande procura nesta época do ano. O objetivo foi conferir se o peso informado nas embalagens correspondia, de fato, à quantidade entregue ao consumidor.

Durante a ação, os fiscais avaliaram o cumprimento dos regulamentos técnicos, a rotulagem dos produtos, a presença do selo de conformidade, quando aplicável, e a quantidade efetiva dos itens.

Problemas no crédito do benefício podem ocorrer por pendências de dados ou inconsistências no cadastro. Veja as principais orientações:

  • Consulte o portal oficial para confirmar o status;
  • Use o aplicativo Jornada do Estudante e Portal Cidadão da Caixa para outras verificações;
  • Confira com a escola se as informações de matrícula e frequência já foram enviadas ao MEC;
  • Regularize o Cadastro Único, caso haja divergências;
  • Se não conseguir resolver, entre em contato com o MEC pelo telefone 0800 616 161.

Valores do Pé-de-Meia em 2026

ModalidadeMatrículaFrequência MensalBônus ENEMAprovação anual
Ensino Médio RegularR$ 200Até 9x R$ 200R$ 200R$ 1.000
EJAR$ 200Até 8x R$ 225R$ 200R$ 1.000

Somando incentivos mensais, bônus anuais e adicional ENEM, o total pode chegar a R$ 9.200 por estudante ao longo do ensino médio.

Dicas para manter o benefício em dia

Mantenha seu Cadastro Único em situações regulares, frequente as aulas para garantir o registro de presença e acompanhe seu extrato nos canais oficiais. Não se esqueça de buscar informações diretamente no MEC ou com a equipe escolar para não perder prazos importantes. Assim, você evita atrasos ou bloqueios e assegura todos os valores a que tem direito.

Lojão do Real
Notícia
09 jun

Dublador de He-Man se emociona ao retomar personagem após quase 40 anos

Dublador de He-Man se emociona ao retomar personagem após quase 40 anos

Reprodução/Instagram/@garciajr_soldado_raso

“Pelos poderes de Grayskull, eu tenho a força”. Quase 40 anos depois da estreia do desenho animado, a voz grave de Garcia Júnior volta a ecoar em Eternia na hora da transformação do príncipe Adam em He-Man. O dublador é a maior estrela da versão brasileira de Mestres do Universo, que chegou aos cinemas na quinta-feira (4).

“Eu comecei a trabalhar o personagem de He-Man quando tinha 17 anos. Na época, fazia faculdade de cinema. Depois de tanto tempo, quase 40 anos, ainda estou aqui”, disse Garcia Júnior, em evento que reuniu parte do elenco do filme na Avenida Paulista, em São Paulo, há duas semanas.

A voz que ficou gravada por gerações se emocionou ao lembrar histórias relacionadas ao personagem.

“Eu lembro do aniversário de uma amiga minha da faculdade. Eu não podia ficar muito tempo, passei somente na festa para cumprimentá-la. Ao chegar, notei que havia três rapazes meio inquietos com minha presença. Notei que eles me conheciam. Então, depois de desejar feliz aniversário, quando já estava indo embora, cheguei por trás dos três e falei: ‘Pelos poderes de Grayskull!’ O olhar deles ficou parecido com o de uma criança de 5 anos.”

No evento, Garcia Júnior ainda foi presenteado com uma ‘action-figure’ do personagem. “Eu amo o que faço e pretendo fazer isso sempre que possível”, concluiu

R7

Notícia
09 jun

4 polêmicas que a Copa do Mundo de 2026 teve antes de começar

4 polêmicas que a Copa do Mundo de 2026 teve antes de começar

Caean Couto/Imagn Images via Reuters

A maior Copa do Mundo da história está prestes a começar. A primeira Copa do Mundo a ser organizada por três países diferentes traz a novidade de ter quase cinquenta seleções participantes, garantindo assim maior alcance e interesse.

No entanto, o torneio da Fifa (Federação Internacional de Futebol) raramente esteve isento de polêmicas, e esta edição não tem sido exceção.

De ingressos extremamente caros a um classificado que não se sente muito bem-vindo, há controvérsias que vale a pena registrar antes que a bola comece a rolar e nos faça esquecê-las.

Há seis meses, Don Riddell, da CNN Internacional, levantou a questão de saber se esta Copa do Mundo seria a do “sanduíche de camarão”, expressão que nasceu nos anos 2000 e que implica a presença nas arquibancadas de espectadores com alto poder aquisitivo e pouco conhecimento (e interesse) pelo jogo em si.

E a realidade é que os preços dos ingressos para o torneio, que começa no dia 11 de junho, não fizeram nada além de lhe dar razão.

Os ingressos para os jogos de abertura (estavam em torno de quase US$ 2.000, cerca de R$ 10 mil, na cotação atual, em dezembro) tiveram valores proibitivos para muitos moradores locais, que amargamente tiveram que desistir de presenciar sua própria Copa do Mundo.

Esse sentimento de amargura (e raiva, claro) esteve particularmente presente em solo mexicano, que recebe pela terceira vez em sua história (recorde absoluto) a Copa do Mundo com a sensação de que “esta Copa do Mundo não é do México”, como disseram moradores locais a Valeria León, da CNN Internacional.

Os preços têm variado, já que a Fifa utiliza um sistema de oferta/demanda, de modo que nem todas as partidas de uma mesma fase têm o mesmo valor.

Um jogo da fase de grupos dos EUA (Estados Unidos) começou sendo vendido por US$ 60 (cerca de R$ 310, na cotação atual) por assento (muito poucos) e, há três semanas, já estava em US$ 1.000 (cerca de R$ 5.000, na cotação atual) cada um, por exemplo. O valor nominal de um ingresso para a grande final do torneio chegou a mais de US$ 32.000 (cerca de R$ 165 mil, na cotação atual), e isso sem falar em revenda…

A entidade máxima do futebol mundial reconheceu o problema de forma indireta quando anunciou mais ingressos acessíveis a US$ 60 (cerca de R$ 318, na cotação atual) em dezembro passado. Foi uma medida que, em vez de pensar no torcedor comum, pareceu destinada a evitar uma imagem que aterroriza a Fifa: a de estádios semivazios.

Apenas para que possamos entender um pouco a desproporção dos preços: um argentino que viajou para o Catar 2022 disse à CNN Internacional que, com o valor que pagou pelas três partidas da fase de grupos contra a Arábia Saudita, México e Polônia há três anos e meio, mal conseguiria pagar um ingresso para a estreia contra a Argélia neste mês de junho.

A presença do Irã na Copa do Mundo de 2026 despertou uma tensão latente. Não porque a seleção persa não tenha conquistado sua participação por direito (de fato, foi uma das primeiras classificadas da Ásia para a Copa do Mundo), mas por toda a carga política que gera sua chegada ao torneio, que é organizado, em sua maior parte, pelos Estados Unidos.

A guerra que o presidente Donald Trump, Israel e o regime iraniano estão protagonizando no Oriente Médio não fez nada além de alimentar o fogo e a troca de declarações entre essas nações, chegando ao ponto de o líder norte-americano deixar claro que os jogadores de futebol seriam bem-vindos no torneio, mas que, por sua “própria vida e segurança”, poderia não ser muito apropriado jogar suas partidas nos Estados Unidos.

Uma declaração que parece ignorar a responsabilidade que qualquer anfitrião tem de garantir a segurança de seus hóspedes durante a Copa do Mundo.

Para piorar, o sorteio determinou que o Irã deve jogar suas três partidas da fase de grupos em solo norte-americano e, apesar de a federação iraniana ter tentado transferir esses jogos para o México, teve que se contentar em mudar seu próprio acampamento para o outro lado da fronteira.

A seleção iraniana ficará hospedada em Tijuana e só entrará nos Estados Unidos com uma delegação reduzida (por meio de restrições de vistos) no dia em que tiver que jogar.

“Impresentáveis”. Foi assim que o treinador da seleção do Uruguai, Marcelo Bielsa, qualificou o estado dos campos de jogo durante a Copa América 2024 que os Estados Unidos organizaram. Sua reclamação encontrou eco em outras seleções e jogadores que evidenciaram o mesmo problema, apesar da defesa que a organização ensaiou naquela oportunidade.

Um ano depois, o teste do Mundial de Clubes da Fifa pareceu bem-sucedido em relação ao gramado, embora também tenha havido críticas, de modo que não são poucos os que duvidam das condições que o verde dos estádios apresentará neste período de junho e julho.

A razão é simples. A maioria dos estádios dos Estados Unidos é utilizada para a prática de futebol americano durante vários meses a cada ano, e isso implica utilizar uma grama mais artificial e menos natural, o que se traduz em uma pisada e até mesmo em um quique de bola diferentes. Isso não é um detalhe menor para um jogador de futebol, já que, se ele não pisar com segurança com suas chuteiras, corre o risco de se lesionar.

O México adiciona sua própria gama de variedades, pois, embora seus estádios sejam pensados para o futebol, utilizam uma grama diferente dependendo da altitude ou das altas temperaturas para favorecer sua manutenção.

A FIFA disse que tomou providências sobre o assunto e que encomendou a criação de um gramado inovador para garantir a qualidade do campo durante a Copa do Mundo, mas teremos que esperar a primeira semana de jogos para conhecer a resposta.

Imagine que sua seleção conseguiu terminar em primeiro lugar no seu grupo com nove pontos em nove possíveis e que, como prêmio, tenha que enfrentar o Brasil ou o Marrocos, ou, talvez pior, a Espanha ou a Argentina, enquanto outra seleção nacional que venceu seu grupo com cinco ou seis pontos termine enfrentando o Catar.

Sem desmerecer a participação catari, que desta vez conquistou sua vaga no mundial à força de suor e lágrimas (em 2022 jogou por ser anfitriã), a equação parece um pouco injusta. Mas assim é a Copa do Mundo de 2026.

A ampliação para 48 seleções participantes trouxe um problema na hora dos confrontos diretos eliminatórios. Até 2022, a matemática era simples: passavam os dois melhores de cada grupo, deixando uma chave de 16 participantes, e os duelos das oitavas de final já estavam predeterminados, sabendo que os primeiros jogavam contra os segundos, sem exceção.

Pois bem, o fato de haver 12 grupos em vez de oito levanta um problema óbvio: se passarem os dois primeiros, restariam 24 equipes, depois 12, 6 e finalmente 3, o que torna impraticável o método de mata-mata que tanto nos apaixona nos grandes torneios. Por isso, a Fifa recuperou do manual das velhas Copas do Mundo a classificação dos oito melhores terceiros colocados.

Isso por si só apresenta uma desvantagem: esportivamente, para ninguém pareceria a mesma coisa terminar em terceiro no grupo onde estão Brasil e Marrocos, ou França e Noruega, ou Inglaterra e Croácia, do que terminar em terceiro no grupo de Canadá, Bósnia, Catar e Suíça, ou no dos Estados Unidos, Paraguai, Austrália e Tunísia, mas para a Fifa é a mesma coisa.

Os oito terceiros com mais pontos e melhor saldo de gols passarão para a fase de dezesseisavos de final.

Aí se gerou outra polêmica, que o técnico atual campeão do mundo, Lionel Scaloni, não teve problemas em bradar.

Acontece que foi a Fifa que determinou quais primeiros colocados de grupo enfrentarão os terceiros. Não será por mérito esportivo (como na Copa do Mundo Sub-17 de 2025), mas por escolha direta.

E adivinhem só: os líderes dos grupos de México, Canadá e Estados Unidos (os três anfitriões) enfrentarão um terceiro colocado, não importando se houve outros primeiros colocados de grupo com mais pontos.

E tem mais: se as seleções locais terminarem em segundo, não enfrentarão nenhum primeiro, mas sim medirão forças contra outro segundo colocado. Uma escolha bem direcionada essa da Fifa.

R7

Notícia
09 jun

CNPJ passa a ter números e letras para novas empresas a partir de 31 de julho

CNPJ passa a ter números e letras para novas empresas a partir de 31 de julho

Reprodução/Instagram

As empresas que forem abertas a partir do dia 31 de julho terão o CNPJ com números e letras. A Receita Federal definiu a data para começar a identificar as novas inscrições com o sistema alfanumérico.

Os números de CNPJ já existentes não sofrerão nenhuma alteração. O alfanumérico será exclusivamente para as novas empresas. Quem já está inscrito no CNPJ permanecerá com o seu número válido.

A nova identificação da pessoa jurídica (PJ) será composta por números de 0 a 9 e quaisquer uma das 26 letras de A até Z nas 12 primeiras posições.

R7

Notícia
09 jun

Roubo de cargas e crimes digitais aumentam em 62% custos da indústria no Brasil, diz CNI

Roubo de cargas e crimes digitais aumentam em 62% custos da indústria no Brasil, diz CNI

José Paulo Lacerda/CNI – Arquivo

Uma pesquisa inédita divulgada nesta terça-feira (9) pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) revela que 62% das empresas do setor registraram aumento dos custos finais em razão das despesas com segurança no transporte de mercadorias.

Além disso, 45% afirmam que os investimentos em proteção patrimonial e operacional também acabam sendo repassados ao custo dos produtos.

O estudo aponta que a percepção de que a violência encarece a atividade econômica é amplamente compartilhada pelos empresários.

Para 81% dos entrevistados, a insegurança patrimonial é um dos fatores que ampliam o chamado Custo Brasil, conjunto de dificuldades estruturais que reduzem a competitividade das empresas nacionais.

Segundo o assessor especial da presidência da CNI, Cassio Borges, os gastos com segurança passaram a integrar a rotina operacional das indústrias.

“A segurança patrimonial é um aspecto fundamental das operações industriais. O levantamento mostra que a insegurança se soma aos demais fatores que compõem o Custo Brasil, exigindo investimentos em logística, infraestrutura e proteção de informações estratégicas das empresas”, afirma.

Impactos

Além do aumento das despesas operacionais, os reflexos são impactados diretamente na capacidade de competição das empresas. Ao todo, 32% dos empresários consideram que os impactos da insegurança sobre a competitividade são elevados ou muito elevados.

Já para 53% dos entrevistados, a criminalidade favorece significativamente a circulação de produtos roubados e o crescimento da informalidade.

Os dados serão apresentados nesta terça (9) na Câmara dos Deputados, durante audiência pública da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Propriedade Intelectual e de Combate à Pirataria, que discutirá estratégias de enfrentamento às ilegalidades.

Perigo nas estradas

A pesquisa também revela os desafios enfrentados pela indústria no transporte de mercadorias. Nos últimos cinco anos, 20% das empresas relataram ter sido vítimas de roubos ou furtos de cargas.

As rodovias aparecem como o principal ponto de vulnerabilidade da logística nacional. Entre as empresas que sofreram esse tipo de ocorrência, 68% registraram os crimes diretamente nas estradas, percentual maior do que o observado em áreas urbanas ou centros de armazenamento.

Os itens mais visados pelos criminosos são fios e cabos, citados por 60% das empresas afetadas. Em seguida aparecem ferramentas (31%) e máquinas e equipamentos de produção (23%).

Crimes cibernéticos

Uma em cada seis empresas sofreu algum tipo de incidente cibernético nos últimos cinco anos, incluindo vazamentos de informações e ataques de ransomware, modalidade em que criminosos sequestram dados e exigem pagamento para liberá-los.

Entre as empresas atingidas, 30% registraram prejuízos financeiros diretos decorrentes de fraudes ou pagamentos relacionados à recuperação de informações.

Cassio Borges ressalta que os impactos dos crimes digitais vão além das perdas financeiras. “A segurança da informação é essencial para a continuidade dos negócios. Esses ataques podem causar interrupções operacionais, danos reputacionais, responsabilidades legais e até riscos mais amplos à segurança”, afirma.

R7

Lojão do Real
WhatsApp