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22 out

Papa não precisará de mais tratamento contra o câncer, dizem médicos

Papa não precisará de mais tratamento contra o câncer, dizem médicos

O papa Leão XIV não precisará de mais nenhum tratamento após ter sido submetido a uma cirurgia de câncer de pulmão na semana passada. A informação foi dada por seus médicos nessa quarta-feira (21), indicando que o tumor não havia se espalhado.

O anúncio foi feito no momento em que ainda não estava claro se o papa, nascido nos Estados Unidos, seguiria adiante com a viagem planejada ao Uruguai, à Argentina e ao Peru, marcada para o período de 6 a 17 de novembro.

O pontífice, de 71 anos, passou por uma cirurgia em 13 de outubro para a remoção do lobo inferior do pulmão direito e foi diagnosticado com adenocarcinoma pulmonar, a forma mais comum de câncer de pulmão.

Exames histológicos finais e análises de biologia molecular do tecido removido confirmaram o diagnóstico, com a doença permanecendo localizada, afirmaram os médicos em comunicado divulgado pelo Vaticano.

“Uma avaliação oncológica posterior confirmou que não é necessária nenhuma terapia adicional”, afirmaram o cirurgião-chefe do papa, Stefano Margaritora, e seu médico pessoal, Luigi Carbone.

“Uma avaliação oncológica posterior confirmou que não é necessária nenhuma terapia adicional”, afirmaram o cirurgião-chefe do papa, Stefano Margaritora, e seu médico pessoal, Luigi Carbone.

Leão recebeu alta do hospital no sábado (17) e está retomando gradualmente suas atividades. Ontem, ele voltou à Praça de São Pedro para sua audiência semanal com os peregrinos.

Margaritora afirmou, na semana passada, que não havia “nenhuma razão clínica” que impedisse o papa de viajar para a América do Sul, mas o secretário de Estado do Vaticano indicou que o pontífice talvez precise ajustar o ritmo de sua agenda para facilitar a recuperação.

*É proibida a reprodução deste conteúdo.

Fonte: Agência Brasil

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22 out

Balanço: Polícia Civil apreende três armas de fogo e cerca de dois quilos de drogas em operações em Caicó

Balanço: Polícia Civil apreende três armas de fogo e cerca de dois quilos de drogas em operações em Caicó

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte realizou, nos últimos dias, ações policiais no município de Caicó, na região Seridó potiguar, que resultaram na prisão de três pessoas, no cumprimento de mandados judiciais e na apreensão de armas de fogo, drogas e materiais relacionados à atividade criminosa.

Entre as ações, destaca-se a prisão de um homem de 22 anos, alvo de mandado de prisão preventiva no âmbito de uma investigação sobre tráfico de drogas. Durante a operação, ele também foi preso em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e posse e porte ilegal de armas de fogo. Na ocasião, foram apreendidos dois revólveres municiados, dos calibres .32 e .38, sendo este último com numeração suprimida, munições extras, aproximadamente dois quilos de drogas, entre maconha, cocaína e crack, três balanças de precisão, dinheiro fracionado e outros materiais utilizados na atividade criminosa.

Em outra ocorrência, uma mulher de 26 anos foi presa em flagrante, suspeita de tráfico de drogas. Na residência dela, os policiais localizaram porções de cocaína e outras substâncias, já acondicionadas em embalagens destinadas à comercialização, além de balança de precisão, dinheiro fracionado e materiais utilizados no armazenamento e na preparação dos entorpecentes.

Também foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva contra um homem investigado por roubos majorados, além de um mandado de busca e apreensão domiciliar. As investigações estão relacionadas a dois crimes: um roubo a uma residência no bairro Castelo Branco, de onde foram subtraídos diversos objetos, incluindo um veículo, e o roubo de um automóvel pertencente a um motorista de aplicativo. Durante as buscas no imóvel do investigado, no bairro João XXIII, foram apreendidos um revólver calibre .38, cinco munições do mesmo calibre, mais de 100 porções de substância análoga à maconha, embalagens utilizadas para acondicionar drogas e dois aparelhos celulares.

Além dessas ações, a Polícia Civil, com apoio da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO), prendeu, em Caicó, um homem suspeito de envolvimento no homicídio de uma idosa de 66 anos, ocorrido em Assú, no dia 18 de setembro de 2026. Durante a ação, foram apreendidos uma pistola e aparelhos celulares, que serão submetidos à análise pericial para auxiliar no avanço das investigações.

Ao todo, considerando as quatro ações distintas descritas, foram registradas quatro prisões de pessoas, o cumprimento de três mandados de prisão preventiva e a apreensão de três armas de fogo, além de entorpecentes, munições, dinheiro e materiais associados ao tráfico de drogas. As ações reforçam o trabalho investigativo e operacional desenvolvido pela Polícia Civil no enfrentamento aos crimes patrimoniais e ao tráfico de drogas no município.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil do Rio Grande do Norte (SECOMS/PCRN).

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22 out

‘Vocês fazem questão de lembrar que não sou bom o suficiente.’ Em vez de celebrar levar o Palmeiras à quarta final de Libertadores, Abel ataca a imprensa

‘Vocês fazem questão de lembrar que não sou bom o suficiente.’ Em vez de celebrar levar o Palmeiras à quarta final de Libertadores, Abel ataca a imprensa

Foi sofrido demais. Abel colocou seu time, muito superior tecnicamente ao Fluminense, para segurar a vantagem que conseguiu no Rio. Deu um chute que foi no gol de Fábio. Perdeu a partida decisiva da semifinal, no Nubank Parque, por 1 a 0, gol de Hércules. Mas conseguiu a vaga à oitava final da Libertadores nos pênaltis, por 5 a 3. Carlos Miguel defendeu a cobrança de Nonato. É a quarta final do pragmático Abel em seis anos de Palmeiras. Ele sabe o quanto é histórica essa caminhada

São Paulo, Brasil

“Para mim, jogamos três tempos muito melhores do que eles em termos de futebol.

“No final do jogo, a comissão técnica do Palmeiras estava querendo que a partida acabasse e fosse para os pênaltis. Mas estamos muito tristes.

“O futebol não é justo!”

R7

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22 out

Eleição presidencial bate recorde com mais de 800 ações judiciais, mais que o dobro de 2022

Eleição presidencial bate recorde com mais de 800 ações judiciais, mais que o dobro de 2022

Na reta final do segundo turno, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lida com um volume recorde de processos e decisões inéditas sobre tecnologia relacionadas à disputa presidencial.

Até o fechamento desta reportagem, na noite de quarta-feira (21), o TSE registrava ao menos 804 ações recebidas, mais do que o dobro das 325 no mesmo período em 2022 e das 388 de 2018.

A disputa jurídica entre as campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) se intensificou no segundo turno, com discussões sobre estratégias nas redes sociais e distribuição de conteúdo no WhatsApp.

Entre os impasses enfrentados pelo tribunal estão a definição de quando um canal de WhatsApp deve estar oficialmente vinculado a uma campanha e os limites para o uso de deepfakes, conteúdos gerados por inteligência artificial com alto grau de realismo.

O TSE ainda pode julgar 12 ações de investigação judicial eleitoral, as AIJEs, já admitidas pelo corregedor-eleitoral, o ministro Ricardo Villas Bôas. Esses processos, que apuram situações de possível abuso de poder político, econômico ou de autoridade e podem resultar em cassação e inelegibilidade, costumam ser mais demorados porque têm uma fase de coleta de provas mais extensa. Juristas ligados às campanhas estimam que os julgamentos ocorram mais perto das eleições de 2030.

Já as representações convencionais tratam de temas do dia a dia da campanha, como propaganda irregular e pedidos para derrubar posts, e geralmente têm respostas mais rápidas.

Número recorde de representações

São mais de 800 representações protocoladas no TSE nesta campanha, que denunciam irregularidades ou atos ilícitos que violem a legislação eleitoral. Essas ações só podem ser julgadas pelos juízes auxiliares, membros do TSE designados pela presidência do tribunal.

O grupo é composto pela jurista Estela Aranha, pelo ministro substituto Marco Aurélio Bellizze, pelo vice-presidente do TSE, André Mendonça, e pelo presidente Nunes Marques. Aranha foi indicada pela então presidente Cármen Lúcia, enquanto os outros nomes foram designados pelo próprio Nunes Marques.

As campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro começaram a travar diferentes batalhas judiciais ainda no primeiro semestre, antes do início oficial da campanha, como mostrou o g1. Na época, ministros do tribunal ouvidos sob reserva avaliaram que a judicialização seria utilizada como estratégia de campanha.

Inicialmente, os processos tratavam principalmente de propaganda eleitoral antecipada. Agora, abordam assuntos como a divulgação de fatos inverídicos, episódios de impulsionamento de conteúdo negativo contra candidatos, realização de showmícios e conteúdo das propagandas eleitorais no rádio e na televisão.

Acordo para diminuir a judicialização

O TSE reuniu as campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro no dia 13, após o primeiro turno, para discutir como frear a judicialização da disputa, além de medidas para combater a desinformação e estratégias de proteção contra o uso indevido de imagem e voz por meio de inteligência artificial.

Em relação ao excesso de ações, as campanhas concordaram em abrir mão de representações da pré-campanha e de pedidos de direitos de resposta relacionados ao primeiro turno.

Impasses no WhatsApp

Membros das campanhas que foram no encontro também relataram ao g1 que houve uma tentativa de estabelecer um acordo sobre a vinculação de canais de WhatsApp feito por terceiros às campanhas do candidato que estavam apoiando.

A discussão começou com o crescimento do canal Exército do Lula, criado pelo deputado federal reeleito André Janones (Rede-MG) e que atingiu 7,5 milhões de participantes nos últimos dias.

Em resposta, o PL criou o canal Tropa do Flávio, que tem 2 milhões de membros e é encabeçado pelo senador Gustavo Gayer (PL-GO), pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e pelo empresário Pablo Marçal, com aparições da deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC).

O TSE foi acionado pela campanha de Flávio Bolsonaro, pedindo a suspensão do canal pró-Lula sob a alegação de que a estrutura foi usada para disseminar mentiras. O presidente da corte, ministro Kassio Nunes Marques, atendeu a solicitação.

Mas a equipe do senador já havia acionado o corregedor-eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, que pediu mais informações para a campanha antes de tomar uma decisão. No mesmo dia em que Nunes Marques mandou suspender o canal, Cueva derrubou a decisão.

Na sequência, Nunes cassou a decisão de Cueva e determinou o registro do canal Exército do Lula como um meio de comunicação oficial da campanha petista, como sites e perfis em redes sociais. O canal ficou fora do ar, mas acabou restabelecido pelo próprio presidente do TSE. Posteriormente, a campanha de Lula apontou que a mesma exigência de registro não havia sido feita para o canal Tropa do Flávio.

Lula chegou a criticar a atuação de Nunes Marques, enquanto Flávio elogiou a Justiça Eleitoral. Antes de participar de um ato de campanha na Avenida Paulista, em São Paulo, o presidente chamou de “absurda” a decisão de derrubar o canal, e sua campanha classificou o episódio como “censura”. Já Flávio disse esperar que a Justiça Eleitoral “seja mais ágil” e disse ser vítima da divulgação de mentiras em massa.

Após a batalha de liminares, as campanhas começaram a discutir as formas de caracterizar o vínculo entre um apoiador espontâneo e a campanha oficial. Os dois lados não chegaram a um consenso.

Como não houve um acordo com as campanhas, o TSE tomou a decisão sobre quando um canal de WhatsApp deveria estar formalmente vinculado a uma campanha. Os ministros definiram que o apoio espontâneo não vincula automaticamente um canal a uma campanha. Ou seja, só porque um canal é criado em apoio a um candidato, a campanha não responde automaticamente pelo conteúdo transmitido.

Enquanto isso, internamente no TSE, os ministros Nunes Marques e André Mendonça discutiram com os colegas a possibilidade de impor restrições a canais de WhatsApp com mais de 200 mil usuários nas 48 horas anteriores ao segundo turno, no próximo domingo (25). Em nota, o gabinete do ministro André Mendonça informou que os integrantes da Corte discutiram o tema em duas reuniões, realizadas na sexta-feira (16) e na terça (20), e coube ao ministro elaborar uma minuta de resolução, que seria submetida para a avaliação dos demais.

À TV Globo, Nunes Marques afirmou não ser favorável a mudanças de última hora. A resolução não deve avançar, segundo informações de outros ministros da Corte.

g1

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22 out

Flávio tem 51% e Lula tem 49% dos votos válidos

Flávio tem 51% e Lula tem 49% dos votos válidos

O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 51% dos votos válidos, contra 49% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo levantamento PoderData/Aya divulgado nesta quinta-feira (22). A três dias do 2º turno, os candidatos estão tecnicamente empatados, considerando a margem de erro de 1,6 ponto percentual.

Na comparação com a rodada anterior, divulgada em 19 de outubro, Flávio oscilou um ponto percentual para baixo, enquanto Lula avançou na mesma proporção. O senador tinha 52% dos votos válidos, contra 48% do presidente.

Entre os votos totais, Flávio registra 49% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 48%. Brancos e nulos somam 3%, e 1% dos entrevistados não soube responder.

O levantamento também mediu a expectativa dos eleitores sobre o resultado da eleição. Para 52% dos entrevistados, Flávio Bolsonaro tem mais chances de vencer o 2º turno, enquanto 42% apontam Lula. Outros 6% não souberam responder.

A pesquisa foi realizada entre 19 e 21 de outubro, com 4 mil entrevistas em 865 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,6 ponto percentual, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07926/2026.

BG

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