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Educação
24 fev

Fies 2026: prazo para aluno complementar inscrição termina nesta terça

Fies 2026: prazo para aluno complementar inscrição termina nesta terça

Os estudantes pré-selecionados na chamada única do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) 2026 devem complementar, até esta terça-feira (24), as informações prestadas no momento da inscrição para seguir no processo de contratação do financiamento. O prazo se encerra às 23 horas e 59 minutos, no horário de Brasília.

Os pré-selecionados devem acessar o site do FiesSeleção, com a senha da plataforma Gov.br para complementar o cadastro.

O Fies concede financiamento a estudantes de baixa renda em cursos de graduação, nas instituições privadas de ensino superior privadas.

Chamada única

O estudante pode conferir se foi pré-selecionado da chamada única do Fies referente ao primeiro semestre de 2026 diretamente no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, na aba do Fies.

resultado foi divulgado pelo Ministério da Educação (MEC),  nesta quinta-feira (19).

Informações complementares

As informações adicionais, que não foram solicitadas na inscrição inicial, dizem respeito, por exemplo, à confirmação do endereço e contatos de e-mail/telefone, o detalhamento do grupo familiar; a informação do semestre de ingresso na faculdade; percentual do financiamento estudantil; escolha do banco onde deseja formalizar o contrato de financiamento; valor da mensalidade para auxiliar o cálculo do financiamento, etc.

De acordo com o edital do Fies 2026 a partir desta sexta-feira, o pré-selecionado à vaga do Fies Social também poderá solicitar a contratação de financiamento integral, com a cobertura de até 100% dos encargos educacionais cobrados pela faculdade privada.

O Fies Social beneficia estudantes com renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo (R$ 810,50, em 2026) e com inscrição ativa no Cadastro Único de Programas Sociais do governo federal (CadÚnico).

Oferta de vagas

Neste primeiro semestre, o processo seletivo ofertou 67.301 vagas em 1.421 universidades, faculdades e centros universitários privados para 19.834 cursos.

Em todo o ano de 2026, o número de vagas do Fies ofertadas será de 112.168.

O programa ainda oferece reserva de vagas a candidatos autodeclarados negros (pretos e pardos), indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência (PCD).

Desde 2024, o programa reserva de 50% das vagas para o Fies Social para estudantes com renda familiar de até meio salário mínimo (R$ 810,50, em 2026), inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico).

Etapas

Após o período de complementação online das informações da inscrição até esta terça-feira, na segunda etapa, os estudantes deverão comprovar as informações declaradas no ato da inscrição, em até cinco dias úteis, diretamente na instituição privada de ensino superior em que foram pré-selecionados.

A entrega poderá ser presencial na sala da Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) da faculdade privada ou no formato digital, conforme escolha da na instituição de ensino.

No caso do pré-selecionado na vaga Fies Social, com renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo inscrito no CadÚnico, este ficará dispensado da comprovação da renda familiar perante a.

O estudante da vaga reservada ao Fies Social deve comparecer à Comissão apenas para validação das demais informações.

Inscrições

No início de fevereiro, cada candidato conseguiu se inscrever em até três opções de curso superior, neste processo de seleção.

Ao todo, o Ministério da Educação registrou 210.108 pessoas interessadas que fizeram 528.175 inscrições.

Especificamente para o Fies Social, o total de inscritos nas vagas ofertadas foi 52.930 candidatos.

Lista de espera

As vagas eventualmente não ocupadas nesta primeira edição do ano do Fies serão ofertadas na edição do segundo semestre.

De acordo com edital (nº 3/2026) que determina as regras do Fies 2026, os estudantes que não forem pré-selecionados na chamada única estarão automaticamente na lista de espera para preenchimento das vagas não ocupadas, observada a ordem de classificação.

Quem estiver na lista de espera do Fies deverá acompanhar o resultado de eventual pré-seleção no site do FiesSeleção.

A nova convocação, a da lista de espera, ocorrerá de 26 de fevereiro a 10 de abril.

Fies

Anualmente, o Fies tem dois processos seletivos regulares, um por semestre letivo. E também processos seletivos para vagas remanescentes, que ocorrem após os processos regulares, com o objetivo de preencher vagas eventualmente não ocupadas.

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Futebol
24 fev

América-RN e ABC estreiam na Copa do Brasil de olho na vaga e na bolada milionária

América-RN e ABC estreiam na Copa do Brasil de olho na vaga e na bolada milionária

A Copa do Brasil começa para os potiguares com dois desafios e uma motivação que vai além das quatro linhas. América-RN e ABC entram em campo nesta semana buscando classificação, moral na temporada e, principalmente, a premiação milionária oferecida pela competição mais democrática do país.

O América Futebol Clube estreia nesta terçafeira, 24, às 21h30, diante do Grêmio Atlético Sampaio, o GAS-RR. O duelo marca o primeiro grande teste do Alvirrubro na competição nacional em 2026. A partida será na Casa de Apostas Arena das Dunas, a partir das 21h30.

A equipe potiguar aposta na experiência do elenco e na intensidade no meio-campo para controlar o jogo. Em confrontos eliminatórios, qualquer descuido pode custar caro, e a palavra de ordem no CT é concentração total.

O América sabe que a Copa do Brasil costuma equilibrar forças e que o adversário, mesmo sem ser empurrado pela torcida, deve apostar na intensidade desde o apito inicial.

ABC encara o Madureira no Rio de Janeiro

Já o ABC Futebol Clube entra em campo na quarta-feira, 25, contra o Madureira Esporte Clube, no Rio de Janeiro. O desafio fora de casa exige maturidade e eficiência do Alvinegro.

A comissão técnica tem trabalhado a organização defensiva e as transições rápidas, pontos considerados chave para surpreender longe de Natal. A estratégia é clara: manter a solidez atrás e aproveitar as oportunidades no ataque.

Em mata-mata, o detalhe faz a diferença. E o ABC quer transformar as chances criadas em vantagem no placar.

Classificação vale mais que moral: premiação é decisiva

Além da importância esportiva, a Copa do Brasil representa um reforço significativo no caixa. A vaga na próxima fase garante uma cota milionária, valor que pode impactar diretamente o planejamento financeiro da temporada.

Para clubes do porte de América e ABC, avançar significa fôlego orçamentário, possibilidade de investimentos no elenco e estabilidade ao longo do ano.

Semana decisiva para os potiguares

Com jogos fora de casa e clima de decisão, América-RN e ABC iniciam a caminhada na Copa do Brasil sabendo que cada lance pode definir o futuro na competição.

Mais do que classificação, está em jogo a afirmação no cenário nacional — e uma premiação que pode mudar o rumo da temporada. Quem ganhar fatura R$ 830 mil.

Foto: Imagem criada por IA

Agora RN

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Rio Grande do Norte
24 fev

RN pode ter entre 300 mil e 400 mil trabalhadores aptos ao PIS/Pasep 2026

RN pode ter entre 300 mil e 400 mil trabalhadores aptos ao PIS/Pasep 2026

O pagamento do abono salarial PIS/Pasep 2026, referente ao ano-base 2024, começou em 15 de fevereiro e deve beneficiar 26,9 milhões de trabalhadores em todo o País, com previsão de R$ 33,5 bilhões em repasses até 15 de agosto, conforme calendário aprovado pelo Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat).

No caso do Rio Grande do Norte, embora o governo federal não tenha divulgado o número oficial de beneficiários por Estado, dados do mercado de trabalho formal permitem estimar que entre 300 mil e 400 mil trabalhadores potiguares podem ter direito ao abono em 2026.

A projeção considera o estoque de empregos com carteira assinada no Estado, que, segundo o Novo Caged, encerrou 2024 com saldo positivo de 34.294 novas vagas formais. O total de vínculos ativos no RN é estimado entre 480 mil e 550 mil trabalhadores, levando em conta dados históricos e a expansão recente do emprego. Nem todos, porém, cumprem os critérios exigidos para o recebimento do benefício.

Critérios de elegibilidade

O abono salarial é destinado a trabalhadores da iniciativa privada (PIS) e servidores públicos (Pasep) que atenderam aos requisitos legais em 2024. Para ter direito ao benefício em 2026, é necessário: Estar inscrito no PIS ou Pasep há pelo menos cinco anos; Ter recebido, em média, até R$ 2.765,92 por mês no ano-base 2024; Ter trabalhado formalmente por, no mínimo, 30 dias (consecutivos ou não) em 2024; Ter os dados corretamente informados pelo empregador na RAIS ou no eSocial.

O valor do abono é proporcional ao número de meses trabalhados no ano-base e pode chegar ao teto de um salário mínimo vigente em 2026, fixado em R$ 1.621, para quem trabalhou os 12 meses completos.

Considerando que parte dos vínculos formais não atende ao tempo mínimo ou ultrapassa o limite de renda, a estimativa estadual aponta que cerca de 60% a 75% do estoque total de trabalhadores formais do RN pode se enquadrar nas regras do programa — o que resultaria no intervalo estimado de 300 mil a 400 mil beneficiários.

Como é feito o pagamento?

O programa é dividido em duas frentes. No caso do PIS, destinado a trabalhadores da iniciativa privada, o pagamento é feito pela Caixa Econômica Federal. Já o Pasep, voltado a servidores públicos, é operacionalizado pelo Banco do Brasil.

Trabalhadores que possuem conta corrente, poupança ou conta social digital na Caixa recebem o crédito automaticamente. No caso do Banco do Brasil, o valor é depositado na conta indicada pelo servidor.

E se não tiver conta na Caixa?

Quem não possui conta na Caixa não perde o benefício. O banco pode abrir automaticamente uma poupança social digital, movimentada pelo aplicativo Caixa Tem, permitindo transferências, pagamentos e saques.

O trabalhador também pode sacar o valor: Em agências da Caixa; Em casas lotéricas; Em caixas eletrônicos com Cartão Social e senha; Por meio de biometria cadastrada, quando disponível. No caso do Pasep, o servidor que não tiver conta no Banco do Brasil pode retirar o valor diretamente nas agências, mediante apresentação de documento oficial com foto.

Consulta e prazos

A consulta ao benefício pode ser feita pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital, pelo portal Gov.br ou pelo telefone 158, do Ministério do Trabalho e Emprego.

O calendário é unificado e segue escalonamento pelo mês de nascimento (PIS) ou pelo número de inscrição (Pasep), com depósitos realizados no dia 15 de cada mês — ou no primeiro dia útil subsequente — até 15 de agosto de 2026.

O prazo final para saque é o último dia útil de dezembro de 2026. Após essa data, os valores retornam aos cofres públicos, mas ainda podem ser requeridos administrativamente pelo trabalhador em até cinco anos.

Para o Rio Grande do Norte, a expectativa é que o abono salarial represente injeção relevante de recursos na economia local ao longo do ano, especialmente em municípios com maior concentração de empregos formais e renda até dois salários mínimos.

Foto: Freepik

Agora RN

Lojão do Real
Brasil
24 fev

Energia elétrica deve subir acima da inflação em 2026 e pressionar IPCA

Energia elétrica deve subir acima da inflação em 2026 e pressionar IPCA

Após figurar como principal vetor da inflação no ano passado, a energia elétrica deve voltar a pressionar o bolso do consumidor em 2026. Projeções de consultorias e bancos indicam que a tarifa residencial poderá encerrar o ano com alta entre 5,1% e 7,95%, acima da inflação oficial esperada para o período, em um cenário marcado por risco hidrológico, possível retorno do El Niño e crescimento dos subsídios embutidos na conta de luz.

Na estimativa da consultoria PSR, a tarifa residencial deve subir 7,95% em 2026, cerca de quatro pontos percentuais acima do IPCA projetado em 3,95%, conforme o mais recente boletim Focus. O cálculo considera os reajustes anuais das distribuidoras, encargos, tributos e a incidência de bandeiras tarifárias.

Segundo o diretor-presidente da PSR, Luiz Augusto Barroso, o cenário hidrológico e a demanda serão determinantes. “Os fatores que atuam para elevar a conta de luz são o custo de acionamento das térmicas, o risco hidrológico pago em contratos com hidrelétricas e o acionamento de bandeiras tarifárias. Todos tendem a se agravar em cenário hidrológico desfavorável e forte demanda, por exemplo, devido ao aumento da temperatura”, afirma.

Atualmente, vigora a bandeira verde, sem cobrança adicional. Em 2025, no entanto, o sistema operou entre junho e novembro sob bandeiras vermelhas, nos patamares 1 e 2 — esta última com o maior acréscimo tarifário. A transição do fenômeno La Niña para o El Niño ao longo do ano pode alterar novamente as condições climáticas, com potencial de reduzir as chuvas no Norte e Nordeste.

O economista-chefe do Banco BMG, Flávio Serrano, projeta alta de 5,1% na tarifa, o equivalente a 1,15 ponto percentual acima da inflação prevista. Ele ressalva, porém, que o quadro pode se deteriorar. “Nossa projeção considera bandeira amarela em dezembro. Se o ano terminar sob bandeira vermelha patamar 2, a energia pode fechar com alta próxima de 12%”, diz.

Na última reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), o colegiado destacou que as chuvas no início do ano ficaram acima da média, contribuindo para elevar os níveis dos reservatórios. Dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) indicam que o subsistema Sudeste/Centro-Oeste atingiu 54,8% de armazenamento, enquanto o Sul estava em 45%, o Nordeste em 64,8% e o Norte em 63,8%, patamar considerado satisfatório no Sistema Interligado Nacional (SIN).

O Ministério de Minas e Energia informou que o ONS seguirá monitorando a evolução do período chuvoso, com atenção especial à bacia do Rio Paraná e à Região Sul, buscando recuperar os níveis de armazenamento e reduzir a inflexibilidade hidráulica do sistema.

Especialistas ponderam, contudo, que o início do período seco pode exigir maior acionamento de usinas termelétricas, de custo mais elevado, o que tende a pressionar as bandeiras tarifárias e, consequentemente, a inflação.

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Gráfico deixa claro a escalada do preço da energia no País. Fonte: Aneel

Subsídios crescentes

Outro fator estrutural de alta é a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), fundo que concentra os subsídios do setor elétrico e é financiado majoritariamente pelos consumidores via tarifa. Para 2026, estão previstos R$ 47,8 bilhões em subsídios — alta de 17,7% em relação ao montante estimado para 2025.

A CDE financia descontos concedidos a consumidores de baixa renda, produtores rurais e irrigantes, entre outros. Embora tenha função social e de política pública, o crescimento do fundo vem sendo apontado como um dos principais vetores de encarecimento estrutural da energia.

Levantamento da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel) mostra que, nos últimos 15 anos, a conta de luz acumulou alta de 177%, frente a uma inflação de 122% no período.

Em 2025, a energia elétrica residencial subiu 12,31%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, sendo o item de maior impacto individual no IPCA, que fechou o ano em 4,26%. O aumento só não foi maior devido à aplicação de R$ 2,2 bilhões em descontos viabilizados por bônus da Usina Hidrelétrica de Itaipu.

O custo do megawatt-hora atingiu R$ 786,76, o maior valor desde 2011, conforme dados da Agência Nacional de Energia Elétrica.

Para Serrano, o impacto vai além da inflação corrente. “O aumento dos preços de energia impacta negativamente os custos de produção e eleva o custo de vida das famílias”, afirma.

Excesso de oferta e cortes de renováveis

O avanço das tarifas ocorre em um contexto paradoxal: o Brasil hoje dispõe de capacidade instalada superior à demanda. O descompasso tem levado o ONS a determinar cortes na geração de usinas eólicas e solares para evitar sobrecargas no sistema.

Segundo cálculos da consultoria Volt Robotics, cerca de 20% da energia solar e eólica potencialmente disponível foi descartada em 2025, gerando perdas estimadas em R$ 6,5 bilhões aos empreendimentos.

Para Barroso, além de fatores climáticos e de mercado — como maior oferta renovável e menor demanda — o governo dispõe de instrumentos para mitigar a pressão tarifária. Entre eles está a utilização de receitas provenientes da renovação antecipada de concessões de geração, que podem ser destinadas à redução da CDE e, por consequência, das tarifas.

Ainda assim, o cenário-base traçado por consultorias e bancos aponta que a energia elétrica deve permanecer como um dos principais focos de atenção para a inflação e para o orçamento das famílias em 2026.

Agora RN

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Brasil
24 fev

Confiança do Consumidor volta a cair após quatro meses de alta, mostra FGV IBRE

Confiança do Consumidor volta a cair após quatro meses de alta, mostra FGV IBRE

Divulgado nesta segunda-feira (23) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) do FGV IBRE caiu 1,8 ponto em janeiro, alcançando 87,3 pontos, menor nível desde outubro de 2025, quando atingiu os 87 pontos. Em médias móveis trimestrais, o avanço foi de 0,1 ponto, para 88,4 pontos.

Segundo a economista do FGV IBRE Anna Carolina Gouveia, a confiança do consumidor recua em um movimento de reversão das expectativas para os próximos meses, após quatro meses seguidos de avanços. Ela destaca que o resultado se dissemina entre três das quatro faixas de renda, concentrado nas famílias que recebem remunerações menores.

A pesquisa mostrou que a queda do ICC de janeiro foi influenciada, principalmente, pelas expectativas para os próximos meses. O Índice de Expectativas (IE) recuou 2,5 pontos, para 91,3 pontos, menor nível desde outubro de 2025, quando foi de 90,5 pontos. Da mesma forma, o Índice de Situação Atual (ISA) teve sua segunda queda consecutiva e recuou 0,8 ponto no mês, atingindo 82,6 pontos.

“O indicador que reflete a percepção sobre o momento atual [ISA] recua pelo segundo mês consecutivo, influenciado pela piora da percepção sobre a situação financeira atual. Embora existam fatores favoráveis ao consumo, como emprego, renda e o alívio dos preços, os condicionantes negativos — juros altos e endividamento elevado — parecem voltar a dominar o cenário no mês, reduzindo a confiança e aumentando o pessimismo para o futuro”, explica a economista Anna Carolina Gouveia.

Entre os fatores do Índice de Expectativas (IE), o indicador de situação econômica local futura recuou 5,8 pontos, para 102,2 pontos, e no mesmo sentido, o indicador de situação financeira futura da família recuou 4,6 pontos, para 87,8 pontos. Apenas o indicador de compras previstas de bens duráveis avançou no mês, em 3,4 pontos, para 85,5 pontos, maior nível desde agosto de 2025, quando foi de 86,6 pontos.

Já entre os fatores que compõem o ISA, o indicador de situação econômica local atual avançou 1,4 ponto, para 95,5 pontos, enquanto o indicador de situação financeira atual da família recuou, em 2,9 pontos, para 70,1 pontos.

Confira aqui os resultados completos da sondagem.

Com informações do FGV IBRE.

Fonte: Brasil 61

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