Notícia
14 jul

Taxa da Prova Nacional Docente (PND) deve ser paga nesta terça-feira

Taxa da Prova Nacional Docente (PND) deve ser paga nesta terça-feira

Termina nesta terça-feira (14) o prazo para o pagamento da inscrição para a Prova Nacional Docente (PND) 2026. O valor da taxa é R$ 85.

O pagamento da taxa de inscrição da PND deve ser feito por meio da Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança), gerada no Sistema PND.

A guia pode ser paga em qualquer banco, casa lotérica ou aplicativo bancário, por meio de Pix, cartão de débito em conta corrente ou poupança, cartão de crédito, débito em conta corrente ou em poupança.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, o Inep, alerta que “pagamentos realizados por outros meios ou após o prazo previsto em edital não serão aceitos.”

Atendimento especializado

O resultado das solicitações de atendimento especializado também será divulgado amanhã (14), com período para interposição de recursos entre os dias 14 e 16 de julho. O resultado final dos recursos será divulgado em 20 de julho.

A aplicação da prova ocorrerá no dia 20 de setembro. O resultado final está previsto para  o dia 15 de dezembro. Serão avaliadas 21 áreas de licenciatura.

A Prova Nacional Docente é composta por duas partes. A primeira traz 30 questões fechadas (objetivas) e uma questão aberta (discursiva) sobre a Formação Geral Docente. A questão discursiva vai “analisar aspectos como clareza, coerência, coesão, argumentação e domínio da norma-padrão da língua portuguesa”, informa o Inep.

A segunda parte traz é de componentes específicos e tem 50 questões de múltipla escolha voltadas para situações-problema e estudos de caso da área de formação do participante.

A PND tem como objetivo avaliar a formação de concluintes das licenciaturas, futuros professores. A prova também será usada em processos seletivos e concursos públicos realizados nas esferas federal, estadual e municipal, para ingresso na carreira docente da educação básica pública.

A aplicação da prova está prevista na Lei nº 15.344/2026, que Institui a Política Nacional de Indução à Docência na Educação Básica – Mais Professores para o Brasil.

Agência Brasil

Clique no banner

Lojão do Real
Notícia
14 jul

Fies: inscrições para edição do segundo semestre vão até 17 de julho

Fies: inscrições para edição do segundo semestre vão até 17 de julho

Estudantes interessados em participar do processo seletivo ao Fundo de Financiamento Estudantil do segundo semestre de 2026 tem até o dia 17 de julho para efetivar a inscrição. O candidato deve acessar o Portal Único de Acesso ao Ensino Superior

O Fies financia a graduação de estudantes matriculados em cursos presenciais não gratuitos em faculdades privadas avaliadas positivamente no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) do Ministério da Educação.

O programa beneficia prioritariamente estudantes que não tenham concluído o ensino superior e não tenham sido beneficiados pelo financiamento estudantil.

Vagas

Ao todo, o MEC oferece mais de 112 mil vagas para o Fies em 2026, considerando as oportunidades do primeiro e do segundo semestre, sendo 67.301 vagas no primeiro, e 44.867 no segundo.

Além das vagas do segundo semestre, o MEC ainda ofertará todas as vagas eventualmente não ocupadas até o limite do total definido para este ano.

Regras de carência

Uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) alterou regras de carência apresentadas anteriormente. Pela norma anterior, a carência abrangia tanto o principal quanto os juros da dívida e era vedada a capitalização desses juros.

Com a Resolução CMN nº 5.328, a carência passou a valer apenas para o principal, e os juros que não forem pagos nesse período podem ser incorporados ao saldo devedor.

A nova resolução manteve os prazos máximos de financiamento para beneficiários adimplentes do Fies – até 60 meses para pessoas físicas e até 96 meses para pessoas jurídicas.

Quem pode se inscrever

Os candidatos devem atender aos requisitos estabelecidos no novo edital:

  • ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir da edição de 2010;
  • ter obtido média igual ou maior que 450 pontos considerando as cinco provas;
  • não ter tirado nota zero na prova de redação;
  • ter renda bruta familiar mensal per capita de até três salários mínimos (R$ 4.863, em 2026).

Os candidatos que participaram do Enem na condição de “treineiro” não podem se inscrever no Fies.

Fies Social

O processo seletivo do Fies inclui a reserva de 50% das vagas para estudantes com renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo (R$ 810,50, em 2026) e com inscrição ativa no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico).

Os pré-selecionados para as vagas do Fies Social poderão solicitar a contratação do financiamento integral, cobrindo todos os encargos educacionais.

Estes estudantes pré-selecionados com renda familiar de até meio salário mínimo por pessoa, inscritos nas vagas do Fies Social, estão dispensados de comprovar a renda familiar diretamente na instituição privada de ensino superior.

Mesmo assim, deverão comparecer à Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) da respectiva faculdade privada para validar as demais informações prestadas no momento da inscrição.

Cronograma 

  1. inscrições: de 14 a 17 de julho;
  2. resultado: 30 de julho;
  3. complementação das inscrições: de 31 de julho a 4 de agosto;
  4. lista de espera: de 7 a 24 de setembro.

© Antonio Cruz/ Agência Brasil

Clique no banner

Campo Forte
Notícia
14 jul

ECA completa 36 anos entre avanços e desafios para proteger crianças

ECA completa 36 anos entre avanços e desafios para proteger crianças

© Colégio Cruzeiro/Divulgação

O Brasil comemorou nesta segunda-feira (13) os 36 anos da Lei 8.069, que instituiu o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A data abre a semana dedicada à legislação e estimula debates sobre políticas públicas voltadas às crianças e aos adolescentes.

O ECA foi uma das primeiras leis aprovadas após a Constituição de 1988 e consolidou o princípio da prioridade absoluta à proteção de crianças e adolescentes. Em situações específicas previstas na legislação, algumas medidas podem se estender até os 21 anos.

“Por causa do ECA, a gente consegue enxergar crianças e adolescentes como sujeitos de direitos”, resume a assistente social Andressa Ferreira Cândido, que trabalha na Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania do Paraná, onde promove clubes de leitura junto a adolescentes que estão internados no sistema socioeducativo do estado.

Segundo a especialista, há motivos para comemorar os 36 anos do ECA. Desde sua criação, o país reduziu a mortalidade infantil, universalizou o acesso ao ensino fundamental, aperfeiçoou as regras de adoção e estruturou uma rede nacional de conselhos tutelares eleitos pela população.

Conquistas e lacunas

Está incompleta, no entanto, a travessia para que crianças e adolescentes tenham garantidos e respeitados todos os seus direitos, pondera Maurício Cunha, presidente executivo do ChildFund Brasil, ONG com sede nos Estados Unidos e que tem como missão apoiar crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social.

“Houve grandes avanços, mas quando a gente olha para os desafios, a gente vê que eles também cresceram muito”, lamenta o presidente do ChildFund Brasil.

“Andamos menos que deveríamos. Por exemplo, o tema do orçamento da criança adolescente: não temos o monitoramento do orçamento da criança. Não conseguimos mensurar o quanto que a gente consegue que está sendo investido de fato na criança e no adolescente, porque isso está espalhado em diversas rubricas, na saúde, na assistência social e na educação”, assinala Cunha que é especialista em política pública e defende a ampliação da oferta de creches. “Um terço das crianças ainda não tem acesso a creche.”

Retrocessos e riscos digitais

Para o presidente do ChildFund Brasil, além de faltar alguns passos na efetivação de direitos previstos no ECA, há retrocessos e novos riscos graves como à exposição à violência, ao abuso sexual e ao bullying.

“Tem um tema que eu afirmo que a gente regrediu. É o tema das violências, seja a violência física, psicológica ou sexual. Digo que houve regressão porque houve nesse período o advento da internet. Você tem centenas de milhares de criminosos navegando na rede, criando redes de pedofilia, acessando sites, trocando imagens, se passando por criança.”

Para Maurício Cunha, “o ECA digital, recentemente instituído, aponta caminhos para a melhoria. Ele traz um potencial grande de melhora ao responsabilizar as big techs. Ao impor mecanismos, por exemplo, de verificação de idade. Então, é um avanço significativo.”

Em sua percepção, “o ECA Digital precisa ser melhor regulamentado. Por exemplo, a gente ainda não sabe como vão funcionar esses mecanismos de verificação de idade.”

Maioridade penal

Além dos desafios do mundo virtual, o país ainda enfrenta problemas históricos, como o envolvimento de adolescentes em atos infracionais e a consequente internação no sistema socioeducativo. “O sistema é muito oneroso. Um menino parar nessa condição, chegar a essa condição, é a falência da sociedade”, lamenta.

“Mais importante seria trabalhar com políticas públicas eficazes, com o fortalecimento das capacidades protetivas familiares, e a prevenção para que um menino não precise chegar a qualquer forma de encarceramento.”

Para a assistente social Andressa Ferreira Cândido a “internação” no sistema socioeducativo, sob a responsabilidade do Estado, “tem estrutura de privação de liberdade, que é muito semelhante ao sistema penitenciário.”

Cândido estranha quem defenda a prisão de adolescente e a redução da maioridade penal. Segundo ela, o risco é de serem recrutados por facções criminosas. “Indo para o sistema prisional comum, esse adolescente de 16, 17 anos, ele vai estar em contato com pessoas mais velhas, que vão utilizá-los. Eles vão acabar sendo aviãozinho dentro das penitenciárias.”


Agência Brasil

Clique no banner

Campo Forte
Notícia
14 jul

RN tem 17% das barragens prioritárias para gestão da segurança

RN tem 17% das barragens prioritárias para gestão da segurança

O Rio Grande do Norte concentra 36 das 213 barragens prioritárias para gestão da segurança identificadas no Relatório de Segurança de Barragens (RSB) 2026, divulgado pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA). Isso significa que cerca de 17% de todas as estruturas indicadas como prioritárias pelos órgãos fiscalizadores no país estão no estado, sob fiscalização do Instituto de Gestão das Águas do Estado do Rio Grande do Norte (IGARN).

A informação da ANA retifica a porcentagem publicada no último domingo (12) por esta TRIBUNA DO NORTE. Na publicação, o RN aparece com 42% do total de barragens consideradas prioritárias para gestão da segurança. Contudo, a reportagem incluiu indevidamente barragens que, apesar de listadas pelo IGARN como prioritárias, não se encaixavam nos critérios definidos pela Agência.


A indicação como barragens que demandam acompanhamento prioritário para gestão da segurança pelos órgãos fiscalizadores é feita com base em critérios técnicos relacionados ao Dano Potencial Associado (DPA), à Categoria de Risco (CRI) e às informações prestadas pelos fiscalizadores. A inclusão de uma estrutura nessa relação não significa que ela apresente risco iminente de rompimento, mas indica a necessidade de monitoramento e de adoção de medidas preventivas para fortalecer sua gestão de segurança.

Entre as barragens potiguares que atendem ao critério padronizado definido pela estão Novo Angicos, Riacho das Caraúbas, Caraúbas, Lucrécia, Tabatinga, Açude do Bebo, Marcelino Vieira, Brejo e Beldroega, além de outras estruturas distribuídas por municípios como Jardim de Piranhas, Jardim do Seridó, José da Penha, Mossoró, Luís Gomes, Macaíba, Parelhas, Açu e Alexandria. Essa relação de barragens indica que o IGARN tem acompanhado a situação das barragens no Estado, o que permitiu a identificação daquelas prioritárias para a gestão da segurança.


O relatório também destaca o avanço institucional do Rio Grande do Norte na implementação da Política Nacional de Segurança de Barragens. Em 2025, o IGARN publicou a Portaria nº 66/2025, que estabelece critérios gerais para classificação das barragens quanto ao Dano Potencial Associado (DPA), ao volume dos reservatórios e à Categoria de Risco (CRI), em conformidade com a legislação federal e com a Resolução CNRH nº 241/2024.


36 – é o total de barragens prioritárias para gestão da segurança no RN, segundo a ANA. TRIBUNA incluiu indevidamente estruturas que não atendem aos critérios da Agência.

Clique no banner

Notícia
14 jul

Governo deve aumentar etanol na gasolina para 32%; veja quais carros podem sentir os efeitos

Governo deve aumentar etanol na gasolina para 32%; veja quais carros podem sentir os efeitos

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) deve anunciar nesta terça-feira (14) o aumento da mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina, que passará de 30% para 32%.

A proposta vem sendo debatida pelo governo federal nos últimos meses, mas especialistas alertam que a mudança pode aumentar o risco de desgaste em motores mais antigos ou em veículos que não foram projetados para operar com uma concentração maior de etanol.

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) também defendeu a realização de novos estudos antes da adoção da medida. Segundo engenheiros, veículos importados e modelos mais antigos podem apresentar maior sensibilidade à nova composição, principalmente por conta da compatibilidade de materiais utilizados no sistema de combustível.

Embora o etanol anidro passe por um processo de desidratação, ele possui capacidade de absorver umidade do ambiente. Essa característica pode favorecer a presença de água no sistema de combustível, aumentando o risco de corrosão em componentes metálicos e comprometendo o funcionamento de motores que não foram desenvolvidos para esse tipo de mistura.

G1

Clique no banner

Campo Forte
WhatsApp