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31 jul

Polícia Militar recupera materiais furtados da AABB e conduz adolescente suspeito em Currais Novos

Polícia Militar recupera materiais furtados da AABB e conduz adolescente suspeito em Currais Novos

Policiais da 1ª Companhia do 13º Batalhão de Polícia Militar recuperaram, na noite desta quinta-feira (30), todo o material furtado de um escritório e do almoxarifado da Associação Atlética Banco do Brasil (AABB), em Currais Novos, na região do Seridó potiguar.

De acordo com informações da Polícia Militar, durante as diligências realizadas após o registro do furto, os militares localizaram os objetos escondidos em uma área de mata. Todo o material foi recuperado e encaminhado para os procedimentos legais.

Um adolescente foi conduzido pelos policiais sob suspeita de participação no crime. A ocorrência foi apresentada no plantão da 11ª Delegacia Regional de Polícia (11ª DRP) de Currais Novos, onde o caso foi registrado e o menor apresentado à autoridade policial para as providências cabíveis.

A Polícia Civil dará continuidade às investigações para esclarecer todos os detalhes do furto e apurar se houve participação de outras pessoas na ação criminosa.

Repórter Seridó

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31 jul

Mendonça autoriza PF a investigar Lulinha sob suspeita de tráfico de influência

Mendonça autoriza PF a investigar Lulinha sob suspeita de tráfico de influência

O ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), autorizou a Polícia Federal a abrir um inquérito para investigar suspeitas envolvendo o empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Lula (PT).

Como revelou a Folha, a solicitação da PF feita na última sexta-feira (24) foi distribuída nesta quarta-feira (29) a Mendonça. Os investigadores querem apurar os crimes de corrupção e tráfico de influência nas tentativas de obter autorização para a comercialização de cannabis medicinal no Ministério da Saúde

A suspeita é a de que o tráfico de influência para estas negociações tenha sido exercido junto à pasta e ao gabinete da Presidência, de acordo com informações da PF.

A defesa de Lulinha negou irregularidades e sugeriu haver interesse político por trás do inquérito. Lula afirmou que seu filho não terá privilégios e precisará provar inocência.

Lulinha tem atuação no ramo em parceria com a empresária Roberta Luchsinger, sua amiga, e o lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS. O pedido de abertura de inquérito também cita contatos entre os alvos e servidores, inclusive do gabinete de Lula.

Segundo os investigadores, uma das linhas é de que Lulinha teria atuado com Roberta no mercado de canabidiol a favor da empresa World Cannabis, ligada ao Careca do INSS.

A defesa de Lulinha afirmou que não irá comentar concretamente um inquérito do qual não teve nenhum conhecimento, mas disse ser necessário entender qual é a justificativa para a competência do STF no caso.

Acrescentou ainda que uma nova investigação alheia à Operação Sem Desconto “demonstraria que falharam em encontrar o que injustificadamente buscavam, que é alguma ligação entre Fábio Luís e as fraudes do INSS”, e que “Fábio nunca teve relação nenhuma com esse escândalo”.

O advogado criminal Guilherme Suguimori Santos, que atua na defesa de Lulinha, levantou suspeitas sobre a legalidade e interesse político. “Se queriam achar algo e não acharam, não podem criar uma nova teoria para começar tudo de novo, esticando essa história até as eleições”, disse. “Investigação não é exercício de tentativa e erro. Isso configura o que chamamos de pescaria probatória, que é ilegal e escancararia o interesse político por trás dessa movimentação peculiar.”

Em entrevista ao podcast Inteligência Ltda, Lula disse ver “barbaridades faladas” contra seu filho e que ele “jura para mim todo dia” ser inocente, mas não terá privilégios.

“Se meu filho for acusado de qualquer coisa, ele será tratado como filho de qualquer pessoa, como eu, será tratado. Não haverá nenhum privilégio. Eu jamais pedirei para um delegado, um juiz, não fazer as coisas corretas”, disse.

“Se ele estiver certo, ele vai ter ajuda minha, se fizer coisa errada, ele sabe o que eu passei. Não vão usar meu cargo para proteger [Lulinha]. Ele vai ter que provar que ele é inocente como eu provei, vai ter que provar. E se for culpado, vai ter que pagar o que todo mundo paga quando erra”, completou Lula.

A defesa de Roberta afirmou não ter qualquer tipo de informação sobre a instauração de um novo inquérito policial e que os fatos relatados na investigação sobre repasses do INSS e sobre eventual malversação de verbas públicas já foram objeto de investigações em andamento.

Também afirmou que não haveria razão para a instauração de um novo inquérito policial e que “não faz o menor sentido reabrir uma investigação envolvendo o filho do presidente da República, que já havia sido finalizada, às vésperas do início de um processo eleitoral, a não ser para poder explorar isso politicamente”.

A defesa de Antonio Carlos Camilo Antunes afirmou não ter conhecimento sobre o pedido e não se manifestou. O Ministério da Saúde afirmou que não tem nem nunca teve contrato com a World Cannabis ou com acionistas citados.

“Dessa maneira, nunca fez nenhum repasse de recursos públicos a eles”, disse.
Nos últimos meses, os citados vêm negando irregularidades em sua atuação no ramo da cannabis medicinal.

Os advogados de Lulinha afirmaram anteriormente que o filho do presidente não participou de negociações, não investiu trabalho ou valores “e tampouco recebeu convite para associação, participação ou compra de cotas” no projeto comercial da World Cannabis.

Em março, a defesa de Lulinha admitiu que ele teve despesas pagas pelo Careca do INSS em uma viagem para Portugal em 2024.

Roberta Luchsinger disse que prestou uma consultoria para o Careca do INSS na área de canabidiol e que apresentou o lobista a Lulinha em um “contexto social”. Disse ainda que seu contrato não previa a comercialização de nenhuma substância.

Um dos objetivos da atuação dos empresários era a viabilização de um contrato no Ministério da Saúde para a compra de medicamentos à base de cannabis, mas o negócio não foi fechado.

O Careca do INSS está preso desde setembro de 2025. Em depoimento à CPI do INSS no ano passado, ele disse ser um empresário cuja prosperidade é “fruto de trabalho honesto e dedicado” e que não possui “patrimônio oriundo de roubo ou de qualquer prática ilícita”.

O documento enviado pela PF ao Supremo afirma que teriam sido identificados pagamentos do lobista para a RL Consultoria, de Roberta Luchsinger. A investigação tentará esclarecer se houve repasses para agentes públicos.

Os investigadores pedem à corte a autorização do compartilhamento de provas colhidas na Operação Sem Desconto, que mira uma quadrilha responsável por desvios no INSS e que tem Careca como um dos alvos.

O pedido de investigação foi remetido ao STF na última sexta, durante o recesso do Judiciário. O caso foi enviado para a presidência do Supremo pela avaliação de que os fatos não seriam relacionados à Operação Sem Desconto, que envolve fraudes no INSS e que está sob relatoria de Mendonça.

O caso foi analisado por Alexandre de Moraes, que substituía Edson Fachin na presidência da corte em regime de plantão e que pediu um parecer da PGR (Procuradoria-Geral da República).

O órgão afirmou que as quebras de sigilo apresentadas pelos investigadores “revelaram a prática de crime” sem relação com a Operação Sem Desconto, opinando pelo sorteio de um novo relator para o caso. O sorteado foi André Mendonça.

No fim do ano passado, Lula chegou a afirmar que o filho deveria ser investigado se houvesse envolvimento dele em irregularidades.

“Ninguém ficará livre. Se tiver filho meu metido nisso será investigado. Se tiver o [ministro da Fazenda Fernando] Haddad, vai ser investigado, o [ministro-chefe da Casa Civil] Rui Costa com essa seriedade, vai ser investigado”, afirmou.

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31 jul

Pix e educação devem ser áreas mais beneficiadas por desbloqueio do Orçamento

Pix e educação devem ser áreas mais beneficiadas por desbloqueio do Orçamento

© Getty

O governo Lula vai concentrar a recomposição do Orçamento de 2026 em áreas consideradas prioritárias, como o Pix, atendendo integralmente a um pedido do Banco Central, após o desbloqueio de R$ 5,7 bilhões em despesas discricionárias promovido na última semana.

A educação será outra área que terá recursos recompostos, porém ainda não está claro qual será o valor desbloqueado.

A estratégia da equipe econômica é devolver recursos de forma seletiva, e não proporcional aos cortes sofridos por cada órgão, segundo relatos de integrantes do governo ouvidos pela Folha de S.Paulo.

Na última sexta-feira (24), o Executivo publicou um novo decreto de programação orçamentária reduzindo o volume de despesas bloqueadas. A medida foi possível após a melhora das projeções de despesas obrigatórias apresentadas no relatório bimestral de avaliação de receitas e despesas e abriu espaço para aliviar parte das restrições que vinham atingindo ministérios, universidades, agências reguladoras e outros órgãos federais.

O desbloqueio ocorrerá às vésperas da campanha eleitoral e permitirá ao governo executar mais gastos. Não há nenhuma vedação na legislação em relação à liberação de recursos no âmbito do Orçamento, desde que a legislação fiscal esteja sendo cumprida, mas naturalmente há uma pressão de setores do governo pela execução de políticas públicas.

Apesar do alívio, a equipe econômica ainda trabalha com um volume relevante de despesas bloqueadas, de R$ 17,9 bilhões, para garantir o cumprimento dos limites previstos pelo arcabouço fiscal. O Banco Central deve ser contemplado com R$ 75 milhões, montante considerado fundamental para o investimento na segurança do Pix. O detalhamento deve ser divulgado nesta quinta-feira (30) pelo Ministério do Planejamento e Orçamento.

A autoridade monetária sofreu um corte de R$ 92,4 milhões no segundo bimestre deste ano. Integrantes da equipe econômica dizem que, além do desbloqueio que será realizado para o órgão, houve também um crédito suplementar de R$ 45 milhões para recompor o orçamento da autarquia.

Conforme mostrou a Folha de S.Paulo, cortes no orçamento do BC têm adiado projetos de atualização tecnológica e inovações no sistema de pagamentos instantâneos por onde passam cerca de R$ 3 trilhões em transações por mês, alvo de críticas dos Estados Unidos e foco no âmbito da disputa diplomática entre o governo Donald Trump e o Brasil.

Do total bloqueado, R$ 18,7 bilhões recaem sobre despesas discricionárias do Executivo e R$ 5 bilhões sobre emendas parlamentares. Os maiores bloqueios atingem os ministérios da Defesa (R$ 4,4 bilhões), das Cidades (R$ 3,3 bilhões), da Educação (R$ 1,6 bilhão), dos Transportes (R$ 1,5 bilhão), da Fazenda (R$ 1,4 bilhão) e da Saúde (R$ 1 bilhão).

O bloqueio de recursos no Orçamento é obrigatório quando as despesas totais ultrapassam os limites estabelecidos no arcabouço fiscal. Como os gastos obrigatórios costumam subir além do estimado, o governo precisa congelar as despesas discricionárias para cumprir a legislação fiscal.

A orientação é direcionar os recursos liberados para despesas cuja interrupção possa provocar maior impacto na prestação de serviços públicos. Entre as prioridades estão ações da área de educação, incluindo bolsas de pesquisa e outras despesas consideradas essenciais para o funcionamento das instituições de ensino e pesquisa.

Segundo integrantes da equipe econômica, a lógica da recomposição será diferente da adotada na distribuição dos bloqueios. Enquanto os cortes precisaram seguir critérios fiscais e atingiram diversos órgãos da administração pública, a devolução dos recursos buscará preservar políticas públicas consideradas estratégicas.

Na prática, isso significa que órgãos que sofreram reduções semelhantes poderão receber recomposições em proporções diferentes, conforme a avaliação do governo sobre a urgência e a relevância de cada despesa.

A definição das prioridades também procura reduzir o risco de paralisação de serviços e evitar novos desgastes para o governo após sucessivos alertas de universidades, institutos de pesquisa, agências reguladoras e do próprio Banco Central sobre dificuldades para manter contratos, investimentos e atividades consideradas essenciais até o fim do ano.

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31 jul

Para 47% dos brasileiros, jogadores têm mais culpa do que Ancelotti na eliminação da seleção

Para 47% dos brasileiros, jogadores têm mais culpa do que Ancelotti na eliminação da seleção

© Getty

A queda da seleção nas oitavas de final da Copa do Mundo, na visão da população brasileira, respingou mais nos jogadores do que no treinador Carlo Ancelotti ou nos dirigentes da CBF (Confederação Brasileira de Futebol). É o que mostra Pesquisa Datafolha realizada pouco após o término da competição na América do Norte.

Os atletas foram apontados por 47% dos entrevistados como os principais responsáveis pela eliminação. A comissão técnica foi mencionada como grande culpada por 22%, e outros 18% apontaram o dedo para os cartolas.

O levantamento foi feito nos dias 22 e 23 de julho. Foram ouvidas 2.004 pessoas de 16 anos ou mais em 139 municípios das cinco regiões do Brasil. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%.

A pesquisa demonstrou, como não era difícil prever, uma decepção com a participação do Brasil no Mundial. O time caiu nas oitavas pela primeira vez desde 1990, e desta feita diante de um adversário de diminuta tradição no futebol, a Noruega.

A campanha foi considerada muito abaixo da expectativa por 36% e um pouco abaixo por 24%. Houve 5% que apontaram um resultado um pouco acima do imaginado e 3% que responderam “muito acima” -estes, aparentemente, esperavam quase nada.

Havia motivos para pessimismo, de fato. A seleção viveu um caminho acidentado para a Copa, com troca forçada no comando da CBF. Saiu o presidente Ednaldo Rodrigues, afastado judicialmente, e entrou o então desconhecido Samir Xaud, ungido pelo poderoso grupo ligado ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes.

Xaud foi eleito em um domingo, 25 de maio de 2025, sem adversários, e apresentou no dia seguinte o novo técnico Ancelotti, que havia acertado seu contrato com Ednaldo. Era um estrangeiro, ainda sem conhecimento profundo do futebol brasileiro, com um ano para buscar uma reviravolta até o Mundial. Não deu.

Antes dele, desde a edição de 2022 do torneio, haviam passado pelo comando da equipe o interino Ramon Menezes, o inicialmente interino Fernando Diniz e o breve Dorival Júnior. Todos com resultados péssimos.

O cenário pode ajudar a explicar por que o trabalho de Carletto foi considerado ruim ou péssimo por apenas 32% dos entrevistados, mesmo com a eliminação precoce. O número é menor do que o de Tite pós-2022 (38%) e no pós-2018 (37%). Em 2014, depois da catástrofe do 7 a 1, Luiz Felipe Scolari registrou 49%. Em 2010, após queda nas quartas contra a Holanda, Dunga teve 36%.

A avaliação do trabalho de Ancelotti, é verdade, piorou após o Mundial. Do levantamento de abril para cá, ele foi de 12% a 32% em ruim/péssimo. O ótimo/bom caiu de 28% para 22%.

Ainda assim, não há uma visão geral de que o trabalho deva ser interrompido. O italiano chegou à Copa de 2026 já de contrato renovado até a de 2030, e 51% concordam com isso. São contra a permanência dele 37%.

“O que vamos fazer é continuar trabalhando, tentar melhorar e buscar novas ideias. O mesmo que fizemos neste ano. Acho que o trabalho foi bom. O futebol é assim. Às vezes, você tem que administrar a tristeza de uma derrota. Estou acostumado a isso. Vamos administrar esta derrota com um novo impulso ao trabalho”, disse o técnico após a queda em East Rutherford.

Ele se reuniu com sua comissão e com os dirigentes da CBF, no Rio de Janeiro, nesta semana, e confirmou que a era Neymar acabou, prometendo uma significativa renovação. Agora, tem quatro anos para melhorar sua avaliação e também o número que mais importa aos torcedores, o de estrelas na camisa amarela.

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31 jul

Mega-Sena acumula e próximo prêmio está estimado em R$ 100 milhões

Mega-Sena acumula e próximo prêmio está estimado em R$ 100 milhões

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Nenhum apostador acertou as seis dezenas do Concurso 3.039 da Mega-Sena, realizado nesta quinta-feira (30). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 100 milhões para o próximo sorteio, que será realizado no sábado (1º).

As dezenas sorteadas foram: 30 – 35 – 38 – 39 – 46 – 50.

– 2.549 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 1.716,31 cada.

Apostas

Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) de sábado (1º), em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa ou pela internet, no site ou aplicativo do banco.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

Nenhum apostador acertou as seis dezenas do Concurso 3.039 da Mega-Sena, realizado nesta quinta-feira (30). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 100 milhões para o próximo sorteio, que será realizado no sábado (1º).

As dezenas sorteadas foram: 30 – 35 – 38 – 39 – 46 – 50.

– 41 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 64.733,96 cada;

– 2.549 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 1.716,31 cada.

Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) de sábado (1º), em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa ou pela internet, no site ou aplicativo do banco.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

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