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26 jun

Após CNH do Brasil, exames práticos de direção crescem 23,5% e batem recorde em 2026

Após CNH do Brasil, exames práticos de direção crescem 23,5% e batem recorde em 2026

Nos primeiros cinco meses de 2026, o Brasil registrou um recorde em testes práticos de direção veicular. Foram realizados 2.280.021 exames, um aumento de 23,5% em comparação com o mesmo período de 2025, quando houve 1.845.694 avaliações.

O índice é o melhor já registrado na série histórica considerando os primeiros cinco meses do ano. Os dados revelam a capacidade técnica e operacional dos Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans) em realizar os exames práticos necessários para a conclusão do processo de habilitação, ao mesmo tempo em que houve a expansão do número de candidatos e de cursos realizados.

O recorde alcançado evidencia que a modernização promovida pelo Programa CNH do Brasil não eliminou controles e nem reduziu a importância da avaliação pública. Pelo contrário, ampliou o acesso ao processo de habilitação e exigiu maior capacidade de resposta dos órgãos estaduais responsáveis pela aplicação dos exames.

Mesmo diante do aumento da demanda, os órgãos estaduais ampliaram a capacidade de atendimento e evitaram filas na fase final do processo de habilitação.

O exame prático de direção é uma etapa essencial da formação de novos condutores. É nessa fase que o candidato à habilitação deve comprovar que está apto a conduzir um veículo com segurança.

Cursos práticos

Os dados dos Detrans também mostram um aumento na realização de cursos práticos de direção veicular. Entre janeiro e maio de 2026, foram registradas 2.343.393 instruções, um crescimento de 20% em relação ao ano anterior. O aumento simultâneo dos cursos e dos exames demonstra maior movimentação em toda a cadeia de formação.

O desempenho dos Detrans é fundamental para transformar o aumento do número de candidatos em novas habilitações. Entre janeiro e maio, o país emitiu 1.138.190 CNHs — o maior resultado da história para o período.

Os números mostram que os órgãos estaduais ampliaram a capacidade de atendimento, reduziram filas e aceleraram a conclusão dos processos de habilitação, contribuindo para ampliar o acesso à CNH em todo o País.

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26 jun

Reservatórios do RN estão com mais de 53% de sua capacidade de armazenamento

Reservatórios do RN estão com mais de 53% de sua capacidade de armazenamento

O Instituto de Gestão das Águas do Rio Grande do Norte (IGARN) divulgou na quarta-feira (24) o Relatório dos Volumes dos Principais Reservatórios do estado. Juntos, os mananciais monitorados acumulam 2.808.708.102 metros cúbicos de água, o equivalente a 53,04% da capacidade total de armazenamento, que é de 5.295.422.524 metros cúbicos.

Entre os maiores reservatórios do estado, a Barragem Engenheiro Armando Ribeiro Gonçalves, maior reserva hídrica superficial do Rio Grande do Norte, acumula 1.027.294.183 metros cúbicos, correspondentes a 43,29% de sua capacidade total, que é de 2.373.066.000 metros cúbicos.

A Barragem Oiticica, localizada em Jucurutu, segundo maior reservatório do estado, registra 560.823.966 metros cúbicos armazenados, o que representa 75,52% de sua capacidade total de 742.632.840 metros cúbicos.

Já a Barragem Santa Cruz do Apodi acumula 445.707.850 metros cúbicos de água, correspondentes a 74,32% de sua capacidade máxima, que é de 599.712.000 metros cúbicos.

O reservatório Umari, em Upanema, apresenta volume atual de 190.589.363 metros cúbicos, equivalente a 65,09% da sua capacidade total de 292.813.650 metros cúbicos.

Atualmente, três reservatórios monitorados pelo IGARN encontram-se com 100% da capacidade: Encanto, no município de Encanto; Lagoa de Pium, em Nísia Floresta; e Lagoa do Jiqui, em Parnamirim. Outros mananciais também apresentam volumes elevados, com destaque para Rodeador, em Umarizal (98,77%); Passagem, em Rodolfo Fernandes (98,60%); o açude público de Marcelino Vieira (98,44%), Riacho da Cruz II, no município de Riacho da Cruz (97,98%); Corredor, em Antônio Martins (97,63%); Lagoa de Boqueirão, em Touros (97,64%) e barragem Campo Grande, em São Paulo do Potengi (97,29%).

Por outro lado, 13 reservatórios permanecem em situação de alerta, com volumes inferiores a 10% da capacidade. Os menores percentuais observados são os da Barragem Passagem das Traíras, em São José do Seridó, com apenas 0,08% da capacidade; Itans, em Caicó, com 0,63%; Totoró, em Currais Novos, com 1,42%; Jesus Maria José, em Tenente Ananias, com 1,91%; Dourado, em Currais Novos, com 3,05%; Alecrim, em Santana do Matos, com 3,59%; e Mundo Novo, em Caicó, com 4,33%.

O levantamento aponta ainda que 29 reservatórios estão com volumes entre 70% e 99,9% da capacidade, 10 entre 50% e 70%, cinco entre 30% e 50%, nove entre 10% e 30% e 13 abaixo de 10%. Os dados integram o monitoramento contínuo realizado pelo IGARN para acompanhar a situação hídrica do estado e subsidiar a gestão dos recursos hídricos potiguares.

Veja o relatório completo clicando aqui. 

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26 jun

Papa Leão XIV envia 100 mil euros de ajuda à Venezuela após terremotos

Papa Leão XIV envia 100 mil euros de ajuda à Venezuela após terremotos

papa Leão XiV, por meio da Esmolaria Apostólica, destinou 100 mil euros (cerca de R$ 591 mil) à Venezuela após o país ser atingido por dois fortes terremotos na noite desta quarta-feira (24). A informação foi divulgada pelo Vaticano.

A medida é a primeira ajuda emergencial do Vaticano destinada às vítimas dos terremotos, que deixaram ao menos 188 mortos e mais de 1,5 mil pessoas feridas.

Segundo o Vatican News, o valor foi definido após conversas com o núncio na Venezuela, Dom Alberto Ortega Martín, e com o Arcebispo de Caracas, Dom Raúl Biord Castillo,

“No entanto, será dada atenção constante às necessidades do povo venezuelano, que serão atendidas nos próximos dias, conforme orientação da Igreja local”, informou a mídia oficial do Vaticano.

Terremotos deixam ao menos 188 mortos

Os terremotos de magnitude de 7,5 e 7,2 que atingiram a Venezuela na noite desta quarta-feira (24) deixaram ao menos 188 mortos e mais de 1,5 mil feridos, segundo a presidente interina do país, Delcy Rodríguez, que declarou estado de emergência.

O epicentro do tremor foi detectado a cerca de 300 quilômetros a leste da capital, Caracas, no município de Montalbán, no estado de Carabobo, na região central da Venezuela. O terremoto teve uma profundidade de 13,2 quilômetros, por isso foi classificado como um sismo superficial, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).

USGS estimou ainda que os terremotos poderão deixar um saldo potencial de 10 mil a 100 mil mortes, segundo a avaliação preliminar de seu sistema PAGER, que também prevê grandes perdas econômicas.

As equipes de resgate correm contra o tempo para salvar vítimas que ainda estariam nos prédios que desabaram.

Brasil coloca equipes de saúde à disposição de Caracas

ministro da Saúde do Brasil, Alexandre Padilha, afirmou nesta quinta-feira (25) que está em contato com autoridades da Venezuela para enviar ajuda com insumos e equipes de saúde para o país vizinho, afetado por dois fortes terremotos na noite desta quarta-feira (24).

Em publicação na plataforma X, antigo Twitter, Alexandre Padilha informou que manteve contato com o Ministério da Saúde da Venezuela para definir o envio de ajuda ao país.

“Desde ontem pela noite, seguindo as diretrizes do presidente Lula, fizemos contato com a OPAS (Organização Pan-americana de Saúde) e Ministério da Saúde do nosso país vizinho, colocando-nos à disposição para qualquer ação humanitária”, disse o ministro.

A assessoria do ministério completou que ainda não houve pedido oficial de ajuda da Venezuela.

“A OPAS na Venezuela está trabalhando com as autoridades de saúde, enquanto o Centro de Operações de Emergência em Washington apoia a resposta e coordena com a ONU e parceiros para atender às necessidades urgentes”, comentou Barbosa.

Até o momento, dados oficiais registram 188 mortos e mais de 1,5 mil feridos. Porém, projeções do Serviço Geológico dos EUA (USGS) apontam para probabilidade de dezenas de milhares de vítimas, com perda econômica de 1 a 7% do Produto Interno Bruto (PIB).

O terremoto levou chefes de Estado de todo o mundo a se solidarizar com a Venezuela, prometendo o envio de ajuda ao país sul-americano.

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26 jun

Arrecadação federal bate recorde de R$ 266,8 bilhões

Arrecadação federal bate recorde de R$ 266,8 bilhões

Foto: JOSÉ CRUZ/AGÊNCIA BRASIL

A arrecadação federal atingiu R$ 266,8 bilhões em maio de 2026, o maior resultado para o mês desde o início da série histórica da Receita Federal, em 1995. O desempenho foi impulsionado principalmente pelo aumento das receitas ligadas ao petróleo, pela atividade econômica e por mudanças na tributação adotadas nos últimos anos.

O valor representa alta real (acima da inflação) de 10,69% em relação a maio de 2025, já descontada a inflação. No acumulado de janeiro a maio, a União arrecadou R$ 1,32 trilhão, também recorde para o período. A alta na arrecadação registrou crescimento real de 6,42% nos cinco primeiros meses do ano.

As receitas provenientes da exploração de petróleo e gás somaram R$ 50,6 bilhões no acumulado do ano, enquanto o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) arrecadou R$ 41,8 bilhões. Em maio, a arrecadação com o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) alcançou R$ 36,7 bilhões.

Segundo a Receita Federal, a valorização do petróleo no mercado internacional teve impacto direto sobre as contas públicas. A alta dos preços da commodity, associada ao cenário de tensão no Oriente Médio, elevou receitas com royalties, exploração e tributação sobre exportações.

Somente em maio, o imposto de exportação sobre petróleo arrecadou R$ 1,05 bilhão. As receitas não administradas pela Receita, que incluem royalties e compensações financeiras pela exploração de recursos naturais, cresceram R$ 4,1 bilhões.

A arrecadação relacionada à extração de petróleo e gás natural chegou a R$ 50,6 bilhões nos cinco primeiros meses do ano, contra R$ 13,2 bilhões no mesmo período de 2025.

Além do setor de petróleo, a Receita destacou o desempenho de outros tributos. O resultado foi influenciado pelo aumento da contribuição previdenciária, do Programa de Integração Social (PIS) da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), do IOF, do IRPJ e da CSLL.

Em maio, IRPJ e CSLL somaram R$ 36,7 bilhões, com crescimento real de 33,11% em relação ao mesmo mês do ano passado. Segundo o órgão, cerca de R$ 7 bilhões desse montante vieram de recolhimentos considerados atípicos, relacionados a mudanças na legislação.

O IOF também teve avanço expressivo, alcançando R$ 8,1 bilhões no mês, alta real de 31,11% em relação a maio do ano passado. Em 2026, a arrecadação do imposto soma R$ 41,8 bilhões, alta real de 38,77% na comparação com os cinco primeiros meses de 2025.

A arrecadação também reflete medidas adotadas pelo governo nos últimos anos, como alterações na tributação de fundos exclusivos, offshores (empresas de investimento no exterior), redução de incentivos fiscais estaduais, combustíveis, encomendas internacionais, folha de pagamentos, apostas eletrônicas e juros sobre capital próprio.

Apesar dessas medidas, a Receita afirma que o resultado está relacionado principalmente ao crescimento econômico e ao desempenho dos setores produtivos.

O aumento das receitas ocorre em meio ao esforço do governo para cumprir a meta fiscal de 2026, que prevê superávit primário de cerca de R$ 34,3 bilhões, equivalente a 0,25% do PIB.

Pelas regras do arcabouço fiscal, há uma margem de tolerância que permite o cumprimento da meta com resultado entre zero e um superávit de aproximadamente R$ 68,6 bilhões.

A legislação também permite que o governo retire determinadas despesas do cálculo oficial, incluindo valores destinados ao pagamento de precatórios.

Tribuna do Norte

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26 jun

RN perde R$ 230 milhões em recursos para a educação por falhas no Censo Escolar

RN perde R$ 230 milhões em recursos para a educação por falhas no Censo Escolar

Foto: Magnus Nascimento

O Rio Grande do Norte registra um prejuízo de R$ 230,52 milhões de 2024 a 2026 com perdas de recursos federais voltados a áreas essenciais da educação, incluindo alimentação, transporte e manutenção das escolas. O problema foi motivado por falhas operacionais e pela ausência de uma ferramenta para o cadastramento dos estudantes no EducaCenso. Apenas neste ano, o Estado deixou de ser contemplado com R$ 44,8 milhões por problemas na inclusão de 4,48 mil estudantes no Censo Escolar 2025.

As informações constam em processo administrativo em curso para a contratação de uma empresa que tentará resolver esses gargalos, cuja documentação foi obtida pela reportagem da TRIBUNA DO NORTE. No documento, o Grupo de Processamento de Dados (GPD) da Secretaria de Educação do Rio Grande do Norte (Seec/RN) solicita à titular da pasta, a secretária Maria do Socorro da Silva Batista, que a plataforma ZAORI Astrea seja contratada para resolver as inconsistências na declaração de dados ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP).

De acordo com o documento, os R$ 44,84 milhões que deveriam ter sido destinados neste ano contemplam repasses do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), salário-educação, Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar (PNATE). Aliado a isso, o GPD esclarece que as falhas já tinham afetado a complementação do Valor Aluno Ano Resultado (VAAR) nos exercícios de 2024, 2025 e 2026, por descumprimento da condicionalidade de 80% de participação no Saeb.

“Parte substancial deste déficit originou-se de falhas na base do Censo Escolar, visto que diversos estudantes que realizaram a prova não foram contabilizados como presentes por não constarem na base oficial do Educacenso. Apenas a título de dimensão, a bonificação da complementação VAAR projetada para uma rede do porte da estadual atinge um teto histórico de R$ 36 milhões a R$ 44 milhões em 2026”, aponta o Grupo no documento.

As perdas de complementação do VAAR pelo Estado são estimadas em R$ 27 milhões em 2024, R$ 29 milhões em 2025 e R$ 40 milhões em 2026. Somadas às perdas por omissão de alunos no Censo, estimadas em R$ 134,52 milhões no mesmo período, o prejuízo alcança R$ 230,52 milhões.

A diretora de comunicação do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Estado (Sinte/RN), Fátima Cardoso, esclarece que tem acompanhado o processo para recuperação das perdas do Estado desde o ano passado. “Estamos discutindo essa pauta em audiências e conversas com a Secretaria de Educação. Temos pedido que seja buscado um novo programa e formato para não termos mais perdas de recursos. Se a gente não procurar uma resolução, vamos continuar tendo prejuízos danosos para a educação”, destaca.

Segundo a diretora de comunicação, os problemas cadastrais acontecem por falhas tanto no sistema utilizado pela Secretaria de Educação do Estado quanto pela falta de ferramentas adequadas para levantamento de dados nas escolas públicas. “É preciso aperfeiçoar em nível local e na rede como um todo. Se isso não for feito, vamos continuar tendo problema. Então a nossa discussão passa por esses dois eixos”, destaca.

Fátima Cardoso aponta que os principais impactos são na assistência aos estudantes por meio de programas educacionais, além do compromisso no pagamento dos salários dos professores e manutenção das escolas. Estas duas últimas demandas, observa, ainda apresentam uma forte dependência do Fundeb.

Embora o Sinte/RN ainda não tenha informações sobre quando a contratação da Zaori Data LTDA deve ser efetivada, a diretora de comunicação aponta que a entidade considera a medida como uma alternativa para resolver as inconsistências nos dados dos estudantes.

“Nós defendemos a contratação da empresa para evitar esses problemas nos dados que prejudicam o próprio Estado. A gente tem que ter um sistema atualizado e potente que não gere problemas como tivemos em 2025, com mais de quatro mil alunos não cadastrados. Isso revela que o nosso sistema precisa ser mudado”, destaca.

A reportagem da TRIBUNA DO NORTE questionou o Ministério da Educação sobre a possibilidade de o Rio Grande do Norte reaver os recursos perdidos, as possibilidades de recomposição e se a pasta tem informações sobre o mesmo problema de inconsistência envolvendo outros estados. Até o fechamento desta edição, não obtivemos retorno. O espaço segue aberto.

Estado propõe inexigibilidade de licitação

No processo administrativo, a Seec/RN propõe a contratação da solução da Zaori Data LTDA, a plataforma Zaori Astrea, por um período inicial de 60 meses. A pasta sustenta, ainda, que a contratação seja feita por inexigibilidade de licitação, formato adotado quando a empresa é a única capaz de atender a uma determinada demanda, dispensando competição com outras empresas.

Na justificativa, a Seec aponta que o sistema da empresa executa o processamento e cruzamento do arquivo XLSX do Educacenso em cascata de três níveis (Código INEP, CPF normalizado e algoritmo de similaridade textual de nomes com limiar mínimo de 90%), assegurando pareamento adequado e eliminando subcontagens. Aliado a isso, a plataforma possibilita a correção de distorções cadastrais antes do fechamento das janelas do INEP e pode garantir que a participação do Estado no Saeb seja computada corretamente pelo MEC.

“A robustez da plataforma Zaori Astrea, associada ao seu caráter inovador e à inviabilidade técnica de fragmentação de sua infraestrutura unificada de segurança, possibilidade de controle de acesso federado (Gov.br) e conformidade nativa com a LGPD, qualificam o software como ferramenta estratégica indispensável para o reequilíbrio fiscal, governança orçamentária e eficiência pedagógica da educação pública do Estado do Rio Grande do Norte”, aponta o documento.

A reportagem da TRIBUNA DO NORTE contatou a empresa Zaori Data LTDA, sediada em Natal, para confirmar em qual ponto está a contratação da plataforma e obter maiores detalhes sobre a solução. Até o fechamento desta edição, não obtivemos retorno.

Foto: Magnus Nascimento

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