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18 ago

Em Natal, mulher condenada por matar adolescente é presa após nove anos

Em Natal, mulher condenada por matar adolescente é presa após nove anos

Uma mulher condenada pelo assassinato de Maria Raquel Silva de Almeida, de 15 anos, foi presa nesta segunda-feira 17. A captura foi realizada pela Polícia Federal em Natal, nove anos depois do crime. Contra ela havia mandado expedido pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Natal. A condenação também inclui uma tentativa de homicídio contra a mãe da adolescente.

O crime ocorreu na noite de 18 de fevereiro de 2017, durante a festa carnavalesca Nazaré Folia. O evento era realizado no bairro Nossa Senhora de Nazaré, na Zona Oeste da capital potiguar. Segundo a Polícia Civil, Maria Raquel envolveu-se em uma briga e foi atacada por duas jovens. A adolescente recebeu uma facada na barriga e não resistiu ao ferimento.

A mãe da vítima tentou intervir durante a agressão contra a filha. Ela também foi atacada e sofreu uma pancada na cabeça.

A mulher presa pela PF tinha 19 anos quando o crime ocorreu.

As investigações levaram a Justiça a expedir um mandado de prisão ainda em 2017.

A suspeita foi localizada pela Polícia Militar de Pernambuco em março daquele ano.

A prisão ocorreu no Alto Sertão pernambucano, cerca de um mês depois do homicídio.

Segundo a polícia, um soldado reconheceu a jovem após vê-la em uma reportagem sobre o caso. Ela foi então detida em cumprimento à ordem judicial expedida durante a investigação.

A Polícia Federal não divulgou a identidade da condenada nem o local exato da prisão desta segunda-feira, 17. O órgão também não informou a pena aplicada ou a data em que ocorreu o julgamento. Não foi esclarecido há quanto tempo a mulher estava na condição de condenada. Após a captura, ela ficou à disposição da Justiça para o cumprimento da sentença.

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18 ago

PMRN veta candidatos em operações e uso de policiais, viaturas e quartéis em campanhas eleitorais

PMRN veta candidatos em operações e uso de policiais, viaturas e quartéis em campanhas eleitorais

Candidatos em operações policiais, gravações dentro de quartéis e uso de policiais, viaturas, fardamentos, armas ou equipamentos em campanhas estão proibidos no Rio Grande do Norte. A PMRN endureceu as regras para as eleições de 2026 e estabeleceu 13 condutas que podem resultar em responsabilização administrativa, civil e penal.

A Portaria Normativa nº 142/CG/PMRN também veta o uso de perfis oficiais, símbolos, bancos de dados e canais internos da corporação para promover ou atacar candidatos. Policiais não poderão fazer manifestações político-partidárias durante o serviço nem conceder tratamento privilegiado a candidatos em ocorrências.

As regras atingem ainda a divulgação das próprias ações da PM. Operações policiais não poderão ser transformadas em material de propaganda eleitoral, e candidatos estão impedidos de realizar gravações em quartéis ou durante essas ações. Comandantes, diretores e chefes terão de fiscalizar o cumprimento da portaria e poderão ser responsabilizados caso se omitam diante de irregularidades conhecidas.

A medida foi publicada após o Ministério Público do RN abrir procedimento para acompanhar a neutralidade política das forças de segurança. A apuração começou depois que vereadores pré-candidatos apareceram em operações policiais divulgadas nas redes sociais, em episódios registrados em Natal e Mossoró.

BG

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18 ago

Número de registro de candidaturas cai 41,8% no RN em comparação com 2022

Número de registro de candidaturas cai 41,8% no RN em comparação com 2022

TSE – Tribunal Superior Eleitoral
Urna eletrônica

O Rio Grande do Norte chega às eleições de 2026 com uma redução expressiva no número de pedidos de registro de candidatura em comparação com o pleito de 2022. Segundo os dados da Justiça Eleitoral, foram 324 pedidos registrados neste ano, contra 557 pedidos apresentados há quatro anos

O prazo para partidos políticos, federações e coligações apresentarem os pedidos de registro terminou às 19h deste sábado (15), conforme previsto no Calendário Eleitoral de 2026. O prazo abrangeu as candidaturas para presidente e vice-presidente da República, governador e vice-governador, senador e suplentes, deputado federal e deputado estadual ou distrital.

O registro formaliza perante a Justiça Eleitoral as candidaturas escolhidas durante as convenções partidárias, realizadas entre 20 de julho e 5 de agosto. Depois do registro, a Justiça Eleitoral analisa a documentação apresentada, as condições de elegibilidade e o cumprimento dos requisitos previstos na legislação.

Em 2022, dos 557 pedidos protocolados no estado, 511 foram considerados aptos e 46, inaptos. A distinção é importante porque nem todo pedido apresentado resulta em uma candidatura apta a disputar a eleição.

Deputado estadual concentra a maior queda

A disputa por vagas na Assembleia Legislativa apresenta a maior redução entre os principais cargos.

Em 2022, foram registrados 320 pedidos de candidatura para deputado estadual. Em 2026, são 153. A diferença é de 167 pedidos, uma queda de 52,2%.

Na prática, o número de pedidos para disputar uma vaga na Assembleia caiu para menos da metade do registrado quatro anos atrás.

A redução também é expressiva na disputa pela Câmara dos Deputados. O número de pedidos de candidatura a deputado federal passou de 187, em 2022, para 111, em 2026. São 76 pedidos a menos, uma redução de 40,6%.

Somados, os pedidos para deputado estadual e deputado federal passaram de 507 em 2022 para 264 em 2026. A diferença é de 243 pedidos, uma queda de aproximadamente 48%.

Governo e vice mantêm o mesmo número

A disputa pelo Governo do Estado apresenta estabilidade em relação ao pleito anterior.

Tanto em 2022 quanto em 2026, foram registrados nove pedidos de candidatura ao Governo do Rio Grande do Norte. O mesmo ocorre com a Vice-governadoria. O estado teve nove pedidos em 2022 e nove em 2026.

Senado registra aumento

Na disputa pelo Senado, o movimento é diferente.

Em 2022, foram registrados 10 pedidos de candidatura. Em 2026, são 14, um aumento de quatro registros, equivalente a 40%.

Também houve crescimento nos pedidos relacionados às suplências. Tanto os registros para primeiro suplente quanto para segundo suplente passaram de 11 para 14, alta de 27,3% em cada categoria.

O Senado é, portanto, uma das exceções ao cenário geral de queda no número de pedidos de candidatura no estado.

Análise dos pedidos

Agora, com o encerramento do prazo para os registros, a Justiça Eleitoral inicia a análise dos pedidos. A partir dessa etapa, serão verificadas a documentação, as condições de elegibilidade e o atendimento aos requisitos legais de cada candidatura.

98FM

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18 ago

Atriz Laura Cardoso morre aos 98 anos

Atriz Laura Cardoso morre aos 98 anos

A atriz Laura Cardoso, referência da dramaturgia brasileira, morreu aos 98 anos. A informação foi divulgada na madrugada desta terça-feira (18), por meio de um publicação nas redes sociais da própria artista.

“Nossa grande estrela se despediu de nós. Laura Cardoso estará para sempre em nossos corações”, escreveu o perfil da atriz no Instagram.

“Obrigada por tudo, nossa amada e eterna Laura Cardoso”, concluiu o post em homenagem a atriz.

Apesar de ter se aposentado de grandes produções desde 2020, Laura esteve recentemente no curta-metragem “Dona Rosinha”, de 2025, em que viveu a protagonista de mesmo nome.

Em mais de 80 anos de carreira, Laura Cardoso acumulou cinco prêmios Grande Otelo e mais de 100 títulos, entre eles “Fera Radical”, “Mulheres de Areia”, “A Viagem” e “Chocolate com Pimenta”.

O funeral da atriz será realizado nesta terça-feira (18) na Funeral Home, no bairro da Bela Vista, em São Paulo, das 8h às 14h.

CNN

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18 ago

TSE discute regras para uso de IA e deepfakes nas eleições de 2026

TSE discute regras para uso de IA e deepfakes nas eleições de 2026

Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reúne seus ministros nesta terça-feira (18) para discutir as regras relacionadas ao uso de inteligência artificial (IA) e deepfakes nas eleições de 2026. A reunião está prevista para as 18h, antes da sessão plenária, no gabinete do presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques.

De acordo com informações da CNN Brasil, a tendência é que os ministros reforcem a proibição de deepfakes no processo eleitoral e busquem estabelecer um entendimento comum sobre quais situações se enquadram na restrição.

O encontro havia sido inicialmente marcado para a última quinta-feira (13), mas acabou sendo remarcado. O tema é considerado uma das prioridades da gestão de Nunes Marques, que assumiu a presidência do TSE em março e já apontava o avanço da inteligência artificial como um dos principais desafios para as eleições deste ano.

Decisão pode impactar ação contra Flávio Bolsonaro

A definição de um entendimento mais uniforme sobre o uso de IA pode abrir caminho para que o TSE analise uma ação apresentada pelo PT contra a campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República.

O processo questiona um vídeo exibido durante a convenção que oficializou a candidatura de Flávio. Na gravação, uma reprodução digital do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) aparece manifestando apoio ao filho.

TSE não proibiu totalmente o uso de inteligência artificial

Apesar das restrições aos deepfakes, as regras aprovadas pelo TSE para as eleições de 2026 não proíbem completamente o uso de inteligência artificial na propaganda eleitoral.

A principal exigência é a transparência. Conteúdos produzidos ou modificados de forma significativa por IA devem informar de maneira clara e acessível que foram gerados ou manipulados artificialmente, além de indicar a tecnologia utilizada.

A regra se aplica a textos, imagens, vídeos e áudios, incluindo materiais que tenham imagens ou sons criados, substituídos, removidos, combinados ou sobrepostos por meio de ferramentas de inteligência artificial.

A identificação do conteúdo, entretanto, não garante que a propaganda esteja automaticamente dentro das normas. O material também precisa respeitar outras regras eleitorais, especialmente aquelas relacionadas à divulgação de informações falsas ou gravemente descontextualizadas capazes de comprometer a integridade das eleições.

Nesse contexto, o uso de deepfakes para beneficiar ou prejudicar candidatos também é proibido. É justamente a aplicação dessa regra que os ministros pretendem esclarecer com maior precisão.

Restrição aumenta na reta final das eleições

O TSE também estabeleceu uma regra específica para o período mais próximo da votação. Entre 72 horas antes e 24 horas depois do encerramento das eleições, ficam proibidas a publicação, republicação e o impulsionamento pago de novos conteúdos sintéticos que utilizem imagem, voz ou manifestação de candidatos ou de pessoas públicas.

Durante esse período, a restrição vale mesmo quando o conteúdo estiver devidamente identificado como produzido ou alterado por inteligência artificial.

Segundo as regras da Justiça Eleitoral, a medida busca reduzir o risco de manipulações e conteúdos de última hora em um período considerado especialmente sensível para o processo eleitoral.

CNN Brasil

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