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07 jun

Fachin cria grupo de trabalho para revisar penduricalhos de juízes

Fachin cria grupo de trabalho para revisar penduricalhos de juízes

© Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Edson Fachin, decidiu criar um grupo de trabalho para revisar todos os penduricalhos pagos aos magistrados do país.

Penduricalho é o nome pelo qual ficou conhecido o pagamento de variados tipos de verbas indenizatórias, criadas pelos tribunais sob diferentes justificativas, mas sem previsão expressa em lei.  

De acordo com o plano de trabalho assinado por Fachin na noite de sexta-feira (5), o grupo vai “realizar estudos sobre propostas legislativas acerca da remuneração da magistratura e seus reflexos no aperfeiçoamento do sistema remuneratório do serviço público nacional”.

O grupo terá 180 dias para apresentar um relatório completo sobre a situação atual dos penduricalhos e apresentar uma minuta de projeto de lei para regulamentar o pagamento das verbas indenizatórias a juízas e juízes.

A iniciativa de Fachin ocorre depois de o CNJ ter aprovado, no fim de maio, a criação de um contracheque único para os magistrados. Isso significa que os tribunais ficam proibidos de abrir folhas de pagamentos extras para os pagamentos de verbas, além das folhas regulares por meio das quais são pagos os vencimentos normais.

A nova norma também obriga os tribunais a unificaram a nomenclatura das verbas indenizatórias legais que são pagas aos magistrados. A medida foi tomada após o CNJ tentar e não conseguir descobrir quantos nomes diferentes eram utilizados por todo o país, tamanha a diversidade da natureza dos pagamentos.

A discussão sobre os penduricalhos dos magistrados, que acarretam pagamentos muito acima do teto do funcionalismo público, tomou impulso em março, quando o Supremo referendou uma liminar do ministro Flávio Dino e suspendeu de imediato o pagamento de diversas verbas não previstas em lei.

Agência Brasil

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07 jun

Em virada relâmpago, seleção brasileira feminina vence Estados Unidos

Em virada relâmpago, seleção brasileira feminina vence Estados Unidos

 Paulo Pinto/Agência Brasil

O Brasil levou a melhor no primeiro de dois amistosos em casa diante da seleção mais tradicional e vitoriosa do futebol feminino. Neste sábado (6), as brasileiras derrotaram os Estados Unidos, tetracampeões mundiais e donos de cinco ouros olímpicos, por 2 a 1, de virada, na Neo Química Arena, em São Paulo.

Esta foi apenas a quinta vitória da equipe canarinho sobre as norte-americanas, em 44 jogos entre os países na história. Curiosamente, o segundo triunfo seguido. No último embate, em 8 de abril de 2025, as brasileiras ganharam por 2 a 1 no PayPal Park, em San José, alcançando o primeiro resultado positivo diante das rivais na casa delas.

Considerando o histórico de confrontos entre as seleções em solo brasileiro, o Brasil chegou a três triunfos em sete partidas, com dois empates e duas derrotas. Os times se reencontram nesta terça-feira (9), às 21h30 (horário de Brasília), na Arena Castelão, em Fortaleza.

O técnico Arthur Elias mandou o Brasil a campo com a goleira Lelê, as zagueiras Mariza, Isa Haas e Thais Ferreira; a lateral Isabela pelo lado direito e Taina Maranhão na ala esquerda; as volantes Angelina e Duda Sampaio e as atacantes Kerolin, Dudinha e Bia Zaneratto. A craque Marta, em transição após se recuperar de um edema na coxa esquerda, ficou no banco de reservas, mas sabendo que não iria entrar em campo.

O duelo começou eletrizante. Pressionando a saída de bola do Brasil, as norte-americanas saíram na frente com apenas um minuto de jogo. A meia Lily Yohannes desarmou Mariza na intermediária e a atacante Sophie Wilson aproveitou a sobra para se aproximar da área e chutar rasteiro, no canto direito de Lelê, que não chegou a tempo para efetuar a defesa.

As brasileiras não se intimidaram e se lançaram ao ataque. Aos seis minutos, Bia Zaneratto avançou pela direita, encarou a marcação e tentou a batida cruzada. O chute não saiu forte e sobrou com Dudinha, que finalizou de primeira, quase da marca do pênalti, mas por cima da meta adversária.

Não demorou para o empate sair. Aos dez minutos, Isabela cruzou pela direita e Taina Maranhão, de cabeça, escorou no contrapé da goleira Mandy McGlynn, para deixar tudo igual. Três minutos depois, Bia Zaneratto virou o placar. Ela arrancou desde o círculo central, entrou na área e rolou para Dudinha, que retribuiu a gentileza. A Imperatriz teve tempo de dominar e mandar para as redes.

Apesar de não terem saído mais gols no primeiro tempo, as equipes mantiveram a postura ofensiva. O Brasil conseguiu ocupar o campo de ataque por mais tempo e dar bastante trabalho à marcação adversária. As norte-americanas, com dificuldades, assustaram aos 44 minutos, quando Wilson ficou frente a frente com Lelê, dentro da área, mas parou duas vezes na goleira do Corinthians.

Na volta do intervalo, os Estados Unidos adotaram uma posição mais agressiva, dificultando a saída de bola do Brasil. Aos 12 minutos, a pressão norte-americana quase surtiu efeito, com um bate-rebate que terminou em chute rasteiro da lateral Avery Patterson que Isa Haas conseguiu antecipar e desviar para escanteio com a ponta do pé.

Para dar sangue novo à equipe brasileira, Arthur trocou, inicialmente, Angelina e Taina Maranhão por Yaya e Ludmila, respectivamente. Depois, promoveu quatro alterações, com Lorena, Rafaelle, Aline Gomes e Gio Garbelini nos lugares de Lelê (que deixou o campo com dores), Thais Ferreira, Kerolin e Bia Zaneratto.

O Brasil conseguiu equilibrar as ações e teve alguns contra-ataques, mas não teve êxito. Aos 45, Gio Garbelini teve grande chance, cara a cara com McGlynn, mas o chute por cobertura saiu fraco e a goleira conseguiu a defesa.

Nos acréscimos, a meia Jaedyn Shaw, após outro bate-rebate, desperdiçou a oportunidade do empate quase na pequena área, chutando por cima da meta. Apito final e festa dos mais de 31 mil torcedores presentes na Neo Química Arena.

Agência Brasil

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07 jun

Cadu e Álvaro empatam na rejeição para o Governo do RN, e Allyson tem o menor índice, mostra Exatus

Cadu e Álvaro empatam na rejeição para o Governo do RN, e Allyson tem o menor índice, mostra Exatus

Nova pesquisa do Instituto Exatus, contratada pelo Grupo Agora RN, mostra que o ex-secretário estadual da Fazenda Cadu Xavier (PT) e o ex-prefeito de Natal Álvaro Dias (PL) aparecem tecnicamente empatados na liderança da rejeição para o Governo do Rio Grande do Norte.

Cadu registra 20,68% de rejeição, enquanto Álvaro soma 20,46%. A diferença entre os dois é de apenas 0,22 ponto percentual, muito inferior à margem de erro da pesquisa, de 2,53 pontos percentuais.

Já o ex-prefeito de Mossoró Allyson Bezerra (União) mantém o menor índice entre os principais pré-candidatos ao governo, com 7,26%.

Também aparecem no levantamento Robério Paulino (Psol), com 4,19%, e Dário Barbosa (PSTU), com 4,96%. Entre os entrevistados, 26,75% afirmaram não rejeitar nenhum dos candidatos apresentados. Outros 7,94% disseram rejeitar todos os nomes, enquanto 7,76% não souberam ou preferiram não responder.

Na comparação com a pesquisa anterior da Exatus, divulgada em abril, Cadu Xavier foi o único dos três principais pré-candidatos a reduzir sua rejeição. O petista caiu de 23,37% para 20,68%, recuo de 2,69 pontos percentuais, embora continue numericamente na liderança do indicador.

Álvaro Dias apresentou o maior crescimento no período, passando de 16,93% para 20,46%, alta de 3,53 pontos percentuais. Já Allyson Bezerra oscilou de 7,62% para 7,26%, permanecendo estável e com a menor rejeição entre os nomes mais competitivos da disputa.

Rejeição para o Governo
Cadu Xavier (PT): 20,68%
Álvaro Dias (PL): 20,46%
Allyson Bezerra (União Brasil): 7,26%
Dário Barbosa (PSTU): 4,96%
Robério Paulino (PSOL): 4,19%
Não rejeita nenhum: 26,75%
Rejeita todos: 7,94%
Sem opinião/Não respondeu: 7,76%

Metodologia
A pesquisa Exatus/Agora RN ouviu 1.500 eleitores em todas as regiões do Rio Grande do Norte entre os dias 26 e 29 de maio de 2026. A margem de erro é de 2,53 pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de nível de confiança. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número RN-01045/2026.

agora rn

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06 jun

RN lidera reciclagem de lixo eletrônico no Nordeste com coleta de 25 toneladas

RN lidera reciclagem de lixo eletrônico no Nordeste com coleta de 25 toneladas

O Rio Grande do Norte está consolidado como o principal polo de impacto e destinação correta de componentes tecnológicos na região Nordeste durante a Semana do Meio Ambiente. Por meio de três iniciativas coordenadas pelo braço socioambiental da Entidade Administradora da Faixa (EAF), o estado retirou de circulação 25.176 quilos de lixo eletrônico, o equivalente a mais de 25 toneladas.

Os projetos TecnoSustentável RN, Circuito Potiguar e Educando para o Amanhã mobilizaram uma rede de 18.513 estudantes em 46 escolas públicas, além de conscientizar mais de 18 mil moradores sobre a importância da economia circular e do descarte sustentável.

A capilaridade das ações em território potiguar garantiu o treinamento especializado de 40 agentes da coleta seletiva e a diplomação de 30 jovens em cursos técnicos de recondicionamento de computadores. Os indicadores obtidos no estado integram o balanço consolidado de dez iniciativas da EAF no Nordeste que, ao todo, recolheram 38 toneladas de resíduos e evitaram a emissão de 70 toneladas de dióxido de carbono (CO₂) na atmosfera.

Segundo a CEO da EAF, Gina Marques, os números refletem o cumprimento de uma agenda ambiental rigorosa. “Reforçamos nosso compromisso com o meio ambiente e de incentivo à inovação que gera resultado na ponta. Os projetos conectam municípios e organizações, promovem economia circular e fortalecem comunidades por meio do compartilhamento de conhecimento, deixando um legado de sustentabilidade para as futuras gerações”, afirma a executiva.

Um dos grandes diferenciais da operação no Rio Grande do Norte foi a articulação entre gestão ambiental e capacitação técnica. Através de uma parceria estratégica com o Senai, o projeto TecnoSustentável RN, que recebeu o maior aporte do edital, no valor de R$ 400 mil, promoveu a formação de lideranças no Oeste Potiguar.

A iniciativa permitiu que mais de 50 computadores fossem integralmente recuperados e preparados para um novo ciclo de uso em escolas e cooperativas da região. Paralelamente, o projeto Circuito Potiguar estruturou bases de descarte em Mossoró e Assú, implementando ecopontos e entregando kits de ferramentas e equipamentos de proteção individual para catadores locais.

As ações alcançaram sete municípios potiguares, com destaque para o TecnoSustentável, que coletou 20,9 toneladas, e o Circuito Potiguar, com 4,2 toneladas. Já o projeto Educando para o Amanhã focou na reciclagem e educação ambiental em cidades como Caraúbas, Governador Dix-Sept Rosado, Felipe Guerra e Janduís.

Esses resultados mostram como a expansão da infraestrutura de telecomunicações e a liberação da faixa do 5G no país ocorrem em total alinhamento estratégico com indicadores de sustentabilidade (ESG), promovendo a inclusão digital e a preservação ambiental de forma simultânea e integrada.

Tribuna do Norte

Campo Forte
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06 jun

Exatus aponta Allyson na frente e vitória no 1º turno para o Governo

Exatus aponta Allyson na frente e vitória no 1º turno para o Governo

Nova pesquisa do Instituto Exatus mostra que Allyson Bezerra (União) consolidou a liderança na disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte e venceria a eleição no primeiro turno se a votação fosse hoje. No cenário estimulado, o ex-prefeito de Mossoró aparece com 41,01% das intenções de voto, à frente do ex-prefeito de Natal Álvaro Dias (PL), que registra 22,75%, e do ex-secretário estadual da Fazenda Cadu Xavier (PT), que soma 12,61%.
A pesquisa foi realizada entre os dias 26 e 29 de maio, com 1.500 eleitores em todas as regiões do Estado. A margem de erro é de 2,53 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento tem registro na Justiça Eleitoral sob o número RN-01045/2026.
No cenário estimulado para o Governo, além de Allyson, Álvaro e Cadu, aparecem Dário Barbosa (PSTU), com 0,90%, e Robério Paulino (Psol), com 0,85%. Outros 11,52% afirmaram não votar em nenhum dos nomes apresentados, enquanto 10,36% disseram não saber em quem votar.
A possibilidade de vitória no primeiro turno aparece quando são considerados apenas os votos válidos, cálculo que exclui brancos, nulos e indecisos. Pela regra eleitoral, uma disputa para governador é definida na primeira etapa quando um candidato supera 50% dos votos válidos. Na pesquisa Exatus, os votos atribuídos aos candidatos somam 78,12%. Dentro desse universo, Allyson chega a aproximadamente 52,5%, índice suficiente para vencer sem necessidade de segundo turno.
A vantagem de Allyson também cresceu em relação ao levantamento anterior da Exatus. Em abril, ele aparecia com 37,29%. Agora, chegou a 41,01%, alta de 3,72 pontos percentuais. No mesmo período, Álvaro Dias caiu de 24,91% para 22,75%, enquanto Cadu Xavier subiu de 10,74% para 12,61%. A distância entre Allyson e Álvaro passou de 12,38 para 18,26 pontos percentuais.
No cenário espontâneo, quando os entrevistados citam livremente o nome em quem pretendem votar, Allyson também lidera. Ele aparece com 23,13% das menções. Álvaro Dias tem 13,21%, e Cadu Xavier registra 7,46%. Em seguida aparecem Fátima Bezerra (PT), com 0,67%; opção do PT, com 0,61%; Rogério Marinho (PL), com 0,38%; Styvenson Valentim, com 0,38%; Dário Barbosa, com 0,10%; Flávio de Berói, com 0,06%; e Rafael Motta, com 0,05%. O percentual de indecisos é de 48%, enquanto 5,96% declararam voto em nenhum, branco ou nulo.
A rejeição para o Governo tem Cadu Xavier na liderança, com 20,68%. Álvaro Dias aparece praticamente empatado, com 20,46%. Allyson Bezerra tem 7,26%, o menor índice entre os três principais nomes da disputa. Dário Barbosa registra 4,96%, e Robério Paulino, 4,19%. Outros 26,75% disseram não rejeitar nenhum dos nomes apresentados, 7,94% afirmaram rejeitar todos, e 7,76% não souberam ou não responderam.

Senado
A pesquisa também mediu a disputa pelas duas vagas do Rio Grande do Norte no Senado Federal. No cenário estimulado, considerando a soma da primeira e da segunda opção, Styvenson Valentim (Podemos) lidera com 45,72%. A senadora Zenaide Maia (PSD) aparece em segundo lugar, com 34,15%. Na sequência estão Rafael Motta (PDT), com 20,25%; Coronel Hélio (PL), com 17,58%; e Samanda Alves (PT), com 12,89%.
Mais atrás aparecem Flávio Rocha (Novo), com 5,75%; Sandro Pimentel (Psol), com 2,02%; Rosália Fernandes (PSTU), com 1,94%; e Luciana Lima (PSTU), com 0,65%. No mesmo cenário, 30,01% afirmaram não votar em nenhum dos nomes apresentados, enquanto 29,04% disseram não saber.
Na comparação com abril, Styvenson segue em primeiro lugar, mas oscilou de 48,6% para 45,72%. Zenaide avançou de 33,8% para 34,15%. Rafael Motta subiu de 18,7% para 20,25%. Coronel Hélio passou de 15,3% para 17,58%, e Samanda Alves variou de 12,6% para 12,89%.
No cenário espontâneo para o Senado, Styvenson também lidera, com 22,39%. Zenaide Maia vem em seguida, com 10,37%. Samanda Alves aparece com 2,82%; Coronel Hélio, com 1,98%; Rafael Motta, com 1,92%; e uma referência genérica a candidato do PT soma 1,05%. Também foram citados Rogério Marinho, com 0,45%; Fátima Bezerra, com 0,23%; Flávio Rocha, com 0,16%; Garibaldi Alves Filho, com 0,09%; e nomes como Carlos Eduardo, Robinson Faria, Thabatta Pimenta e Cristiane Dantas, todos com percentuais residuais.
A rejeição para o Senado é liderada por Samanda Alves, com 12,94%. Coronel Hélio aparece em seguida, com 9,71%. Styvenson Valentim tem 7%, Zenaide Maia registra 5,33%, Sandro Pimentel soma 3,92%, Rosália Fernandes aparece com 2,57%, Rafael Motta tem 2,55%, Luciana Lima registra 2,11%, e Flávio Rocha tem 1,41%. Entre os entrevistados, 32,05% disseram não rejeitar nenhum dos nomes, 8,82% afirmaram rejeitar todos, e 11,6% não souberam responder.

Presidência
Na disputa para a Presidência da República no Rio Grande do Norte, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece à frente no cenário estimulado. Ele tem 52,75% das intenções de voto no Estado. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece em segundo lugar, com 30,24%.
Também foram testados Renan Santos (Missão), com 1,01%; Romeu Zema (Novo), com 0,91%; Ronaldo Caiado (PSD), com 0,80%; Augusto Cury (Avante), com 0,71%; Joaquim Barbosa (DC), com 0,34%; Cabo Daciolo (Mobiliza), com 0,20%; Aldo Rebelo (DC), com 0,11%; e Samara Martins (UP), com 0,05%. Outros 9,13% afirmaram não votar em nenhum dos nomes apresentados, e 3,74% não souberam responder.
Em relação ao levantamento anterior, Lula ampliou a vantagem sobre Flávio Bolsonaro no RN. O presidente passou de 46,51% em abril para 52,75% em maio, crescimento de 6,24 pontos percentuais. Flávio recuou de 33,33% para 30,24%, queda de 3,09 pontos. Com isso, a distância entre os dois subiu de 13,18 para 22,51 pontos percentuais.
No cenário espontâneo, Lula também lidera. Ele aparece com 47,61% , contra 26,23% de Flávio. Renan tem 0,78%, Zema aparece com 0,70%, Caiado registra 0,55%, Augusto Cury soma 0,27%, Aldo Rebelo tem 0,07%, Marina Silva aparece com 0,06%, Ciro Gomes tem 0,05%, e Joaquim Barbosa registra 0,04%. Outros 16,23% não souberam responder, enquanto 7,3% declararam voto em nenhum, branco ou nulo.
Na rejeição presidencial no RN, Flávio lidera com 40,61%. Lula aparece com 32,18%. Os demais nomes têm índices menores: Caiado, 0,86%; Daciolo, 0,67%; Joaquim Barbosa, 0,42%; Renan Santos, 0,36%; Aldo Rebelo, 0,31%; Romeu Zema, 0,31%; Augusto Cury, 0,28%; e Samara Martins, 0,26%. Outros 12,47% afirmaram não rejeitar nenhum dos nomes, 6,55% disseram rejeitar todos, e 4,31% não souberam responder.
O relatório da Exatus considera um universo de 2.649.282 eleitores aptos no Rio Grande do Norte. A amostra foi distribuída de forma proporcional por probabilidade proporcional ao tamanho, com controle de qualidade por reaplicação de questionários em 15% das entrevistas por equipe de supervisão. l

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