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16 jun

Neymar faz novo exame e segue sem treinar na seleção brasileira

Neymar faz novo exame e segue sem treinar na seleção brasileira

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) confirmou, por meio da assessoria de imprensa, que o atacante Neymar foi submetido, nesta última segunda-feira (15), a outro exame de controle. O procedimento faz parte do processo de recuperação do camisa 10, que trata uma lesão grau dois na panturrilha direita que o impossibilita de ir a campo – mesmo para treinar – desde a convocação para a Copa do Mundo, nos Estados Unidos, no México e no Canadá.

O atleta de 34 anos ficou novamente fora de um trabalho de campo da seleção brasileira no Columbia Park, centro de treinamento do New York Red Bulls, em Morristown. A presença do atacante no jogo de sexta-feira (19), às 21h30 (horário de Brasília), contra o Haiti, na Filadélfia, pela segunda rodada do Grupo C, é incerta e cada vez mais improvável, apesar da expectativa, reconhecida pelo técnico Carlo Ancelotti na última semana, de poder contar com o jogador.

Desde que se apresentou à seleção brasileira, no último dia 27 de maio, na Granja Comary, em Teresópolis (RJ), Neymar realizou apenas sessões de fisioterapia e atividades de fortalecimento e preparação física. Quando questionados sobre o estágio da recuperação do atacante, CBF e Ancelotti têm dito apenas que ele está “evoluindo bem”.

Ainda em Teresópolis, Neymar realizou um exame de ressonância magnética que confirmou a gravidade da lesão na panturrilha. No último dia 17, ou seja, dez dias antes de ele se apresentar na Granja Comary, o Santos informou que o atacante tinha somente um edema, por conta de uma “leve pancada” sofrida na derrota por 3 a 0 para o Coritiba, na Neo Química Arena, em São Paulo, pelo Campeonato Brasileiro.

Posteriormente, o clube paulista comunicou que Neymar estaria “apto a voltar às atividades” até 31 de maio. O médico da CBF, Rodrigo Lasmar, porém, informou que o camisa 10 ainda precisaria de um tempo de recuperação entre duas e três semanas. O prazo termina nesta quarta-feira (17).

O Brasil estreou na Copa do Mundo com um empate por 1 a 1 com Marrocos no sábado (13), em Nova Jersey. As duas seleções somam um ponto. Na ocasião, Neymar ficou no banco de reservas e apoiou os companheiros durante a partida.

A liderança do Grupo C é da Escócia, que, no mesmo dia, venceu o Haiti por 1 a 0 em Boston. Os europeus têm três pontos, enquanto os caribenhos permanecem zerados.

Agência Brasil

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16 jun

Enamed recebe inscrições para edição de 2026 até dia 29 de junho

Enamed recebe inscrições para edição de 2026 até dia 29 de junho

Os estudantes que concluem medicina em 2026 e graduandos do quarto ano do curso devem preencher a inscrição para o Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) 2026 a partir desta segunda-feira (15) até o dia 29 de junho.

Os participantes já foram habilitados e inscritos pelo coordenador do curso para avaliação no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) 2026. Agora, o aluno deverá entrar no Sistema Enamed, preencher o cadastro e indicar, entre outros dados, o município e a unidade da federação onde fará a prova no dia 13 de setembro.

No momento da inscrição, o participante que necessitar de atendimento especializado ou desejar ser tratado pelo nome social deverá fazer as solicitações ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), no mesmo período: de 15 a 29 de junho.

O tratamento pelo nome social, destinado à pessoa trans, será apresentado em todos os documentos e materiais administrativos do Enamed, caso o participante tenha o nome social cadastrado na Receita Federal.

Quem deve participar

Conforme o edital, o exame é obrigatório para estudantes concluintes dos cursos de graduação em medicina avaliados no Enade 2026, desde que habilitados e inscritos pelos coordenadores de curso. O exame teórico também será obrigatório para os estudantes do quarto ano de medicina inscritos pelas instituições de ensino.

Além disso, os médicos já graduados em anos anteriores interessados em usar os resultados do Enamed para acesso direto do Exame Nacional de Residência (Enare) 2026/2027 podem se inscrever voluntariamente.

Inscrições

Ao entrar no Sistema Enamed para preencher os dados da inscrição, o participante deverá informar o número do Cadastro de Pessoa Física (CPF), a data de nascimento, um endereço de e-mail válido, além de um número de telefone fixo ou celular para contato do Inep, se necessário.

Os dados pessoais informados devem ser iguais aos cadastrados na Receita Federal, para ter correspondência entre as informações.

Os concluintes de medicina que desejarem usar o resultado para concorrer ao Enare a fim de disputar uma vaga de residência médica devem indicar esta opção no Sistema Enamed. Em seguida, deverão continuar a sua inscrição no Sistema Enare, assim como os participantes do Enamed 2026 já graduados em anos anteriores.

O Inep avisa que será aceita apenas uma inscrição por número de CPF e que, depois de finalizada, a inscrição não poderá ser cancelada.

Enare 2026/2027

Os estudantes do quarto ano do curso de medicina que participarem do Enamed não podem se inscrever no Enare ou usar esse resultado para processos seletivos de programas de residência médica de acesso direto.

Já o participante concluinte do Enamed 2026 que desejar adotar os resultados para participação no Exame Nacional de Residência 2026/2027 deverá cumprir as regras e pagar a taxa de inscrição do Enare, que também está com inscrições abertas a partir desta segunda-feira (15), gerenciadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) neste ano.

Reaproveitamento de nota

Nesta edição do Enamed, pela primeira vez, os concluintes do curso de graduação em medicina e os graduados que pretendem concorrer a uma vaga no Enare em 2026, que possuem resultado válido no Enamed 2025, poderão escolher entre usar a nota já obtida para participar do Enare ou realizar o Enamed 2026 para tentar obter uma nova nota melhor.

A escolha pela nota deve ser feita no momento da inscrição no Enamed 2026.

Mesmo aqueles candidatos que optarem por reaproveitar a nota anterior e não quiserem participar da prova do Enamed 2026 deverão realizar a inscrição no exame para indicar a opção escolhida.

Em caso de reaproveitamento de resultado anterior do Enamed e também de realização da edição de 2026, para fins de classificação, o sistema do Enare vai puxar de forma automática a maior nota na escala de proficiência da Teoria de Resposta ao Item (TRI).

Isto quer dizer que, se o candidato for melhor em 2026, vale a nova; se a nota de 2025 tiver sido maior, será mantida para a classificação.

© Fernando Frazão/Agência Brasil

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16 jun

Quase metade das crianças do mundo está exposta a riscos climáticos

Quase metade das crianças do mundo está exposta a riscos climáticos

Quase metade das crianças e adolescentes do mundo, o equivalente a 1,1 bilhão de indivíduos, está exposta a pelo menos três riscos climáticos, que ameaçam a sua saúde, educação e sobrevivência.

As conclusões estão no Relatório de Risco Climático das Crianças 2026, do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) lançado nesta última segunda-feira (15).

Segundo o estudo, quase todas as crianças no mundo enfrentam pelo menos um risco climático, enquanto mais de 4 milhões podem sofrer até seis ameaças diferentes.

“No Brasil, 16 milhões estão expostos a três ou mais riscos climáticos, como ondas de calor ou secas – o equivalente a 3 a cada 10 meninos e meninas brasileiras. Olhando para dois ou mais riscos, são mais de 30 milhões de crianças e adolescentes (6 a cada 10) que convivem cotidianamente com essas ameaças”, alerta o relatório.

O estudo usa os dados mais recentes disponíveis para mapear a exposição das crianças e adolescentes às oito ameaças climáticas mais frequentes em todo o mundo: enchentes costeiras, secas, calor extremo, queimadas, ondas de calor, enchentes de rios, tempestades de areia e poeira e tempestades tropicais.

Pela primeira vez, o relatório mostra exatamente onde e com que intensidade múltiplas ameaças climáticas afetam crianças e os serviços públicos essenciais dos quais elas dependem, além de indicar como governos podem adotar ações concretas para responder a esse cenário.

De acordo com diretora executiva do Unicef, Catherine Russell, a vida das crianças segue sendo profundamente abalada por ondas de calor, incêndios florestais, secas e enchentes.

Seca, calor extremo e ondas de calor são a combinação mais comum de riscos climáticos, com mais de 296 milhões de crianças e adolescentes vivendo em áreas expostas a essas três condições. A segunda combinação mais comum — seca, calor extremo e tempestades tropicais — atinge mais de 115 milhões de crianças em todo o mundo.

Segundo o Unicef, na região do Sahel, na África, uma das mais afetadas, mais de 4 milhões de crianças enfrentam a tripla ameaça de ondas de calor, calor extremo e tempestades de areia e poeira. 

Já em países da Ásia, como Bangladesh, Mianmar e Paquistão, as crianças estão expostas a mais ameaças climáticas e com maior intensidade do que em qualquer outro lugar do mundo.

Países de alta renda também enfrentam impactos climáticos. Na Itália, por exemplo, mais de 6 milhões de crianças e adolescentes estão expostas a ondas de calor prolongadas e a secas.

 Além das oito ameaças climáticas mais frequentes, o relatório analisa a exposição das crianças à poluição do ar e à malária, dois riscos muito sensíveis às mudanças climáticas. Os dados mostram que a poluição do ar afeta quase todas as crianças no mundo, enquanto 1 bilhão de meninos e meninas estão expostos à malária, aumentando uma camada extra de risco a quem já enfrenta múltiplas ameaças climáticas.

 No Brasil, o cenário é similar, com quase todas as crianças e adolescentes (95%, ou 47 milhões) expostas à poluição do ar. Já outras 5,6 milhões (ou 11% da população infantil do país) estão expostas à malária.

 “Sem esforços urgentes para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, as ameaças climáticas vão se tornar mais frequentes e mais intensas, pressionando ainda mais os orçamentos públicos, os sistemas governamentais e comprometendo o bem-estar das crianças,”, alerta o relatório.

Para proteger os direitos das crianças e enfrentar a crise climática, o Unicef recomenda:

  • Reduzir as emissões e adotar ações ambiciosas para cumprir compromissos internacionais, incluindo a eliminação gradual dos combustíveis fósseis e uma transição justa para energias renováveis;
  • Proteger as crianças e os adolescentes por meio de adaptação climática inclusiva;
  • Redução de riscos de desastres e respostas de perdas e danos que tornem os serviços públicos essenciais resilientes;
  • Garantir que as políticas fundamentais para as crianças sejam incluídas nos planos nacionais de adaptação e nas estratégias setoriais, na governança do risco de desastres, e nos planos de preparação e resposta;
  • Criar escolas seguras e verdes e unidades de saúde resilientes ao clima;
  • Garantir a segurança alimentar das crianças;
  • Tornar os sistemas de alerta precoce eficazes para as crianças e acessíveis aos serviços dos quais dependem;
  • Fortalecer a eficiência dos serviços de água e saneamento, bem como dos sistemas de proteção social responsivos a emergências;
  • Empoderar crianças e jovens para participar de forma significativa na ação climática por meio do investimento em educação e habilidades climáticas;
  • Fortalecimento da capacidade de tomadores de decisão e especialistas de respeitar os direitos das crianças de serem ouvidas, de se expressarem e de participarem nas decisões que afetam suas vidas.

“Esse estudo pode ajudar governos e tomadores de decisão a planejar melhor e investir de forma mais eficaz em serviços resilientes”, disse Catherine Russell.

© Fernando Frazão/Agência Brasil

Campo Forte
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16 jun

Seu celular realmente escuta tudo o que você fala? A ciência responde

Seu celular realmente escuta tudo o que você fala? A ciência responde

(Imagem: Fala Ciência via Gemini)

Você comenta com um amigo sobre comprar uma bicicleta. Horas depois, abre uma rede social e encontra anúncios exatamente sobre bicicletas. A situação parece tão específica que surge uma pergunta inevitável: será que o celular estava ouvindo a conversa?

Essa sensação é compartilhada por milhões de pessoas ao redor do mundo. Para muitos, a explicação parece simples: o microfone do smartphone estaria captando tudo o que é dito. No entanto, quando analisamos o assunto sob a perspectiva da ciência de dados e da tecnologia digital, a resposta se torna mais interessante e complexa.

Na maioria dos casos, o fenômeno não está relacionado à escuta constante das conversas, mas à enorme quantidade de informações comportamentais que os dispositivos coletam diariamente.

Seu comportamento digital fala mais do que sua voz

Cada clique, pesquisa, curtida e tempo gasto observando determinado conteúdo gera dados. Essas informações são utilizadas por algoritmos de publicidade para criar perfis extremamente detalhados dos usuários. Com base nesses padrões, os sistemas conseguem estimar interesses, hábitos de consumo e até possíveis compras futuras.

Por exemplo, mesmo sem pesquisar diretamente sobre bicicletas, você pode ter visitado sites relacionados a esportes, acompanhado perfis de ciclistas ou interagido com conteúdos semelhantes. A combinação desses sinais permite que os algoritmos façam previsões surpreendentemente precisas.

Por que os anúncios parecem ler sua mente?

O cérebro humano é muito eficiente em identificar coincidências. Quando um anúncio corresponde exatamente a um assunto discutido recentemente, tendemos a notar imediatamente essa relação. Por outro lado, ignoramos centenas de anúncios irrelevantes exibidos ao longo do dia.

Esse fenômeno psicológico ajuda a criar a impressão de que o dispositivo está ouvindo tudo. Além disso, os sistemas modernos utilizam modelos preditivos capazes de identificar comportamentos semelhantes entre milhões de usuários. Em muitos casos, o algoritmo consegue prever interesses antes mesmo de a pessoa realizar uma busca específica.

Quando o microfone realmente entra em ação

Isso não significa que aplicativos nunca utilizem o microfone. Diversos programas possuem recursos de processamento de linguagem, como assistentes virtuais, gravação de áudio e comandos por voz. Para funcionar, esses aplicativos precisam de autorização do usuário.

Por esse motivo, os sistemas operacionais modernos exibem indicadores visuais sempre que o microfone está ativo. Entre as permissões que aplicativos podem solicitar estão:

  • Acesso ao microfone.
  • Localização.
  • Câmera.
  • Lista de contatos.
  • Histórico de atividade.

Essas permissões ajudam a determinar quais informações cada aplicativo pode acessar.

O verdadeiro combustível dos anúncios personalizados

Na prática, o que alimenta a publicidade digital são principalmente os chamados dados comportamentais. Eles incluem informações como:

  • Sites visitados.
  • Histórico de pesquisas.
  • Tempo gasto em conteúdos específicos.
  • Localização aproximada.
  • Interações em redes sociais.

Quando combinados, esses dados criam um retrato extremamente detalhado dos interesses de cada usuário. É justamente essa capacidade analítica que faz muitos anúncios parecerem assustadoramente precisos.

O desafio da privacidade na era digital

A discussão mais importante talvez não seja se o celular escuta conversas o tempo todo, mas sim quanto as plataformas conseguem aprender sobre nós através dos nossos hábitos digitais.

A cada dia, algoritmos se tornam mais sofisticados na interpretação de comportamentos online. Isso gera benefícios, como recomendações mais relevantes, mas também levanta questões importantes sobre privacidade digital e uso de dados pessoais.

No fim das contas, seu smartphone provavelmente sabe muito sobre você mesmo sem precisar ouvir cada palavra que diz. A combinação entre inteligência artificial, coleta de dados comportamentais e modelos preditivos é tão poderosa que, às vezes, parece quase mágica. Na realidade, trata-se de ciência de dados trabalhando silenciosamente nos bastidores da vida digital moderna.

R7

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16 jun

MP sobre piso mínimo do frete deve ser analisada pelo plenário da Câmara nesta terça-feira

MP sobre piso mínimo do frete deve ser analisada pelo plenário da Câmara nesta terça-feira

A MP (medida provisória) que trata sobre o cumprimento do piso mínimo do frete no transporte rodoviário de cargas será votada em comissão mista do Congresso Nacional nesta terça-feira (16).

A medida editada pelo governo federal estabelece regras mais rigorosas de controle e a obrigatoriedade de cadastramento das operações de transporte e a geração do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT).

Entre as regras, estão penalidades para transportadores que não respeitarem o piso mínimo de frete, calculado de acordo com o tipo de carga, características do caminhão e distância.

Uma das mudanças do relatório apresentado nessa segunda (15) pelo deputado Zé Trovão (PL-SC), em relação ao texto original, é a substituição da multa fixa de até R$ 10 milhões para quem descumprir a tabela de preços mínimos da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) por um montante equivalente ao dobro da diferença entre o valor pago e o piso regulamentado.

O relator prometeu enviar o texto ao plenário assim que aprovado, para que a análise ocorra no mesmo dia.

Com validade de 60 dias desde a publicação no Diário Oficial da União, e prorrogação por mais 60 dias, a Câmara e o Senado precisam aprovar a MP até 16 de julho para que ela não perca seus efeitos.

A MP foi uma resposta a uma das principais demandas dos caminhoneiros no início do ano, que chegaram a prometer uma paralisação se não houvesse uma proposta. Agora, a ameaça volta a pairar, caso o prazo termine sem votação e a medida pare de valer.

O presidente da CNTA (Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos), Wallace Landim, conhecido como Chorão, espera que o texto seja aprovado ainda nesta semana.

“Estamos com expectativa e, se tiver o consenso de todos, pode ser aprovado nesta semana. A MP traz segurança e protege a categoria. Esperamos sensibilidade do presidente da Casa [Hugo Motta]”, disse Chorão.

Anistia

O relatório da MP também concede anistia aos participantes dos bloqueios de rodovias em 2022. Contra o resultado das eleições presidenciais, que elegeram Luiz Inácio Lula da Silva na disputa contra Jair Bolsonaro, os caminhoneiros fizeram uma série de protestos ao redor do país.

Conforme o texto do deputado Zé Trovão, transportadores de cargas, pessoas físicas e jurídicas, e motoristas condenados ou penalizados civil ou administrativamente pelos atos devem ser perdoados.

A anistia se aplica às multas aplicadas por decisões judiciais ou administrativas; sanções civis e administrativas; processos judiciais e administrativos em curso, os quais deverão ser extintos; e às condenações já transitadas em julgado.

Segundo o deputado, muitos caminhoneiros ficaram retidos nas vias apenas porque tiveram seus veículos bloqueados por outros manifestantes.

R7

Lojão do Real
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