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28 maio

Neymar tem lesão confirmada e pode perder estreia do Brasil na Copa

Neymar tem lesão confirmada e pode perder estreia do Brasil na Copa

DOHA, QATAR – DECEMBER 05: Neymar of Brazil celebrates following the FIFA World Cup Qatar 2022 Round of 16 match between Brazil and South Korea at Stadium 974 on December 05, 2022 in Doha, Qatar. (Photo by Alex Livesey – Danehouse/Getty Images)


O atacante Neymar será baixa nos amistosos preparatórios da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo. O jogador também corre risco de ficar de fora da estreia no Mundial contra Marrocos. Ele foi diagnosticado com uma lesão grau dois na panturrilha e deve ficar de fora entre duas a três semanas.

A informação foi repassada pelo médico da CBF, Rodrigo Lasmar, antes da coletiva de imprensa do volante Casemiro e do goleiro Weverton nesta quinta-feira (28). “Ele fez todos os exames médicos e exames complementares e terminamos com uma ressonância magnética que identificou uma lesão grau dois na panturrilha, não apenas um edema”, disse.

“O atleta segue em tratamento e a nossa expectativa é de que num prazo de duas a três semanas ele esteja liberado. Claro, conosco ele está em tratamento intensivo e temos condição de avaliar dia a dia essa evolução, mas a expectativa a princípio é essa”, detalhou o médico.

Neymar se apresentou à Seleção na Granja Comary, em Teresópolis, no Rio de Janeiro, nesta quarta-feira (27). Inicialmente, a CBF foi informada pelo Santos que o jogador tinha apenas um edema na panturrilha, mas após exames realizados na Granja, foi constatada a lesão no local.

Com a lesão confirmada, o atacante do Santos será baixa na equipe do técnico Carlo Ancelotti nos amistosos preparatórios contra Paraná, no dia 31 de maio, e Egito, no dia 6 de junho. Ele também corre risco de ficar de fora da estreia do Brasil na Copa contra Marrocos no dia 13 de junho.

Tribuna do Norte

Lojão do Real
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28 maio

CDL Currais Novos anuncia saída da organização da Feirinha de Sant’Ana 2026

CDL Currais Novos anuncia saída da organização da Feirinha de Sant’Ana 2026

A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Currais Novos divulgou uma nota oficial informando que não participará como membro organizador da tradicional Feirinha de Sant’Ana 2026. A decisão, segundo a entidade, ocorre diante de “novas demandas e direcionamentos institucionais”, com foco maior em ações voltadas aos associados e ao fortalecimento do comércio local.

Na nota, a CDL destaca que, ao longo de quase 30 anos, teve a honra de contribuir com a construção e fortalecimento da Feirinha de Sant’Ana, considerada um dos eventos mais importantes da cultura e da tradição de Currais Novos.

A entidade também agradeceu à Paróquia de Sant’Ana, à Prefeitura Municipal, aos parceiros, empresários e colaboradores que fizeram parte dessa trajetória de cooperação durante décadas.
Outro ponto ressaltado foi o reconhecimento ao pároco de Sant’Ana, Padre Edson Medeiros, que, segundo a CDL, foi previamente informado sobre a decisão em reunião presencial.

Apesar da saída da organização da Feirinha, a CDL reafirmou apoio institucional à Festa de Sant’Ana e desejou sucesso à edição 2026 do evento, destacando a importância da celebração como símbolo de reencontro, tradição e valorização cultural do povo currais-novense.


Confira a nota na íntegra:
“A Câmara de Dirigentes Lojistas de Currais Novos informa que, diante de novas demandas e direcionamentos institucionais, com foco cada vez maior em ações voltadas ao associado e ao fortalecimento do comércio local, não participará como membro organizadora da Feirinha de Sant’Ana 2026.
Ao longo de quase 30 anos, a CDL teve a honra de contribuir com a construção e o fortalecimento deste importante evento, que faz parte da tradição, da cultura e da história de Currais Novos.
A entidade agradece à Paróquia de Sant’Ana, à Prefeitura Municipal, aos parceiros, aos empresários, aos colaboradores e a todos que participaram dessa trajetória de cooperação ao longo dos anos.
Saudamos de forma especial o Pároco de Sant’Ana, Pe. Edson Medeiros, o qual foi previamente informado em reunião presencial e recebeu respeitosamente essa decisão.

Desejamos pleno sucesso à Feirinha de Sant’Ana 2026, certos de que o evento continuará sendo um grande símbolo de reencontro, tradição e valorização da nossa cultura. Ressaltamos, ainda, o apoio institucional a toda a Festa de Sant’Ana.”

assembleia-adolescencia-full
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28 maio

Fim da Escala 6×1: Veja como votou cada deputado do RN

Fim da Escala 6×1: Veja como votou cada deputado do RN

A Câmara dos Deputados aprovou, em dois turnos, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6×1. A matéria recebeu ampla maioria dos votos no plenário e agora avança no Congresso Nacional.

Na primeira votação, a proposta foi aprovada por 472 deputados, enquanto 22 parlamentares votaram contra. Já no segundo turno, o texto obteve 461 votos favoráveis e 19 contrários.

A bancada do Rio Grande do Norte votou de forma unânime a favor da PEC entre os deputados presentes na sessão.

Confira como votou cada parlamentar potiguar:

• Benes Leocádio — favorável
• Carla Dickson — favorável
• Fernando Mineiro — favorável
• General Girão — favorável
• João Maia — favorável
• Natália Bonavides — favorável
• Robinson Faria — favorável
• Sargento Gonçalves — favorável

96fm

Campo Forte
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28 maio

Governo do Estado anuncia novo contingenciamento de R$ 500 milhões

Governo do Estado anuncia novo contingenciamento de R$ 500 milhões

Virgínia Ferreira, secretária estadual do Planejamento, do Orçamento e Gestão| Foto: Acervo TN

O governo estadual publica novo decreto de contingenciamento de despesa dos Poderes e órgãos autônomos nesta sexta-feira (29), com estimativa de R$ 500 milhões decorrente de frustração de receitas no segundo bimestre (março-abril) de 2026.


A informação é do secretário adjunto da Secretária Estadual do Planejamento, do Orçamento e Gestão secretária estadual do do Planejamento, do Orçamento e Gestão (Seplan), José Dionísio Gomes da Silva, que disse que esse contingenciamento de recursos é natural na administração pública, vez que o Orçamento Geral do Estado (OGE) de 2026 foi elaborado com base em informaçõe econômicas até agosto de 2025.

“Não se pode gastar orçamento, tem de gastar dinheiro”, disse José Dionísio Gomes.


Em abril, o governo Fátima Bezerra (PT) publicou o decreto de nº 35.429, datado do dia 7 daquele mês, informando que a frustração de receitas entre janeiro e março foi de R$ de R$ 306.070.857,42.
Já no somatório dos quatro meses do ano, a frustração de receita orçamentária chega a mais de R$ 800 milhões.


Em abril, a Procuradoria Geral da Justiça (PGJ) chegou a questionar o Executivo sobre a proporcionalidade dos recursos contingenciados entre os Poderes, motivo pelo qual a aréa econômica do governo do Estado republicou o decreto 35.429 em 17 de abril.

De acordo com o então decreto, o maior volume de recursos contingenciados foi do Executivo – R$ 270.033.945,70, enquanto o contingenciamento dos outros Poderes (Legislativo e Judiciário) e órgãos autônomos – Tribunal de Contas do Estado (TCE), Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) e Defensoria Pública do Estado (DPE), foi de R$ 36.036.911,72.


“Nós tivemos uma reunião e os valores foram ajustados”, confirmou a secretária estadual do do Planejamento, do Orçamento e Gestão, economista Maria Virgínia Ferreira.


Diretrizes

Conforme o artigo 64 da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LdO), “Se verificado, ao final de cada bimestre, que a receita acumulada do Tesouro Estadual foi inferior à prevista para o mesmo período”, os Poderes Executivo, Legislativo, inclusive o Tribunal de Contas, e Judiciário, bem como o Ministério Público e a Defensoria Pública, “realizarão, por ato próprio e nos montantes necessários, limitação de empenho e movimentação financeira”, de conformidade com o disposto nos art. 8º e art. 9º da Lei Complementar Federal nº 101, de 2000.


A TRIBUNA DO NORTE também teve acesso a documento, em que se aponta uma cifra contingenciada de R$ 642,66 milhões em abril, mas o secretário adjunto da Seplan, José Dionísio informou que esse valor trata-se de “um bloqueio gerencial, nada a ver com a frustração das receitas”.


José Dionísio explicou, ainda, que se faz isso “para controlar os valores da execução orçamentária”, de maneira que o bloqueio das emendas parlamentares, por exemplo, conforme aparece no mesmo documento, “é porque a liberação ocorre à medida que a obra ou serviço está sendo executado, conforme autorização do deputado, daí aparecer como bloqueio.”, exemplificou.

Tribuna do Norte

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28 maio

Fim da escala 6×1 pode gerar custo adicional de R$ 3 bilhões por ano e eliminar 7.800 empregos no RN, aponta Fecomércio

Fim da escala 6×1 pode gerar custo adicional de R$ 3 bilhões por ano e eliminar 7.800 empregos no RN, aponta Fecomércio

Foto: Heilysmar Lima

A proposta de extinção da escala 6×1 e de redução da jornada máxima semanal de 44 para 40 horas poderá provocar impactos significativos na economia do Rio Grande do Norte, especialmente nos setores de comércio e serviços, responsáveis ​​pela maior parte da geração de empregos no estado, de acordo com a Fecomércio RN.

Estimativas do Instituto Fecomércio RN (IFC) e da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) apontam que a medida pode representar um custo adicional de R$ 3 bilhões anuais para as empresas potiguares, além da possível eliminação de 7.800 postos de trabalho formais no curto e médio prazo. O estudo também projetou aumento de preços de até 13%, com reflexos diretos sobre o custo de vida da população.

O tema também foi objeto de levantamento realizado pelo IFC, que reuniu 1.305 trabalhadores formais, nos maiores municípios do Rio Grande do Norte. A pesquisa mostrou que, embora exista apoio inicial à proposta, 91,3% dos desenvolvidos têm conhecimento médio ou baixo sobre suas implicações concretas.

Segundo o estudo, mais de 89% dos entrevistados já ouviram falar da proposta, mas apenas 8,7% dizem compreender suas consequências práticas. A pesquisa revela ainda que os próprios trabalhadores identificam riscos importantes associados à mudança, como aumento da rotatividade de mão de obra (71,1%) e da informalidade (65%), acúmulo de funções (63,5%) e redução dos postos formais de trabalho (60,2%).

Outro dado relevante é que o apoio à medida cai de 75% para 55,6% quando os entrevistados são informados sobre as consequências reais da proposta. A redução salarial (44,8%) e o aumento do desemprego (37,8%) aparecem entre os gatilhos para retirada do apoio à medida por parte dos próprios trabalhadores.

O levantamento do Instituto Fecomércio RN também aponta um paradoxo: os trabalhadores de menor renda, que concentram maior apoio inicial à mudança, são justamente os mais vulneráveis ​​aos impactos negativos decorrentes do aumento de custos para as empresas e da provável retração do mercado formal – os primeiros a serem demitidos ou a migrar para a informalidade num cenário de ajuste de custos trabalhistas.

No âmbito nacional, os impactos projetados pela CNC chegam a R$ 357,4 bilhões em custos adicionais anuais para os setores de comércio e serviços, além da estimativa de perda de até 631 mil empregos formais em todo o Brasil.

Para o presidente do Sistema Fecomércio RN, Marcelo Queiroz, o debate sobre uma proposta precisa considerar os efeitos concretos sobre a economia, os empregos e a renda da população. Segundo ele, a Federação reafirma seu compromisso com a construção de soluções equilibradas, que conciliem avanços nas relações de trabalho com a sustentabilidade das empresas e a preservação do emprego formal.

“O comércio de bens, serviços e turismo é extremamente heterogêneo, envolvendo desde micro e pequenas empresas até grandes redes, além de atividades com forte sazonalidade, como o turismo e a hospitalidade. Uma legislação impositiva e uniforme pode gerar efeitos adversos, como fechamento de estabelecimentos, demissões e aumento de preços ao consumidor, conforme nossos estudos projetam. Qualquer mudança neste sentido deve ocorrer por meio da negociação coletiva, respeitando a diversidade, as especificidades regionais e as diferentes realidades econômicas do setor”, afirma Queiroz.

Portal da Tropical

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