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31 mar

Prêmio Educador Nota 10 cria nova categoria para gestor escolar

Prêmio Educador Nota 10 cria nova categoria para gestor escolar

© Tomaz Silva/Agência Brasil

Estão abertas as inscrições para o Prêmio Educador Nota 10, promovido pela organização sem fins lucrativos Instituto Somos. As candidaturas são gratuitas e podem ser apresentadas até 22 de maio no site oficial da premiação.

A novidade para a 28ª edição do concurso será a nova categoria Gestor Escolar, que destaca o papel de diretores e vice-diretores na construção de ambientes de aprendizagem mais eficazes, inclusivos e inovadores. 

Com o anúncio, além das práticas pedagógicas conduzidas por educadores nos eixos Inovação, Direitos Humanos e Sustentabilidade, o gestor será premiado pela liderança que conduziu avanços concretos nas escolas.

Para participar da nova categoria, diretores e vice-diretores devem inscrever projetos que evidenciem sua liderança pedagógica na organização e na melhoria da aprendizagem.

Serão premiados os três melhores projetos, e o indicado a primeiro lugar será eleito o Gestor do Ano.

Ao longo de 27 edições, o prêmio consolidou-se como uma vitrine de projetos educacionais e já reconheceu 288 educadores entre as mais de 90 mil inscrições recebidas. Mais de R$ 3 milhões foram distribuídos em prêmios.

Em cada categoria, os prêmios serão de R$ 25 mil para o primeiro colocado, de R$ 20 mil para o segundo, e de R$ 15 mil para o terceiro. 

Professores e Coordenadores

O prêmio segue reconhecendo professores e coordenadores com projetos pedagógicos alinhados aos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 das Nações Unidas.

Serão premiados os três melhores projetos em cada um dos três eixos temáticos: Direitos Humanos, Inovação e Tecnologia e Sustentabilidade. Entre os três primeiros colocados de cada eixo, será eleito o Educador do Ano.

Projetos

Poderão ser inscritos projetos desenvolvidos em 2025 por professores, coordenadores e diretores escolares ou pedagógicos, de escolas da Educação Infantil ao Ensino Médio, inclusive Educação de Jovens e Adultos (EJA).

A seleção acontecerá em etapas, com triagem inicial seguida pela avaliação de um Comitê Técnico Pedagógico e de Banca de Jurados, que definirá os vencedores.

Os finalistas serão anunciados no segundo semestre deste ano e serão reconhecidos em cerimônia programada para acontecer em São Paulo (SP). Na ocasião, também serão anunciados o Educador e o Gestor do Ano.

Agência Brasil

PAX
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31 mar

PGR recorre de decisão que acaba com aposentadoria compulsória de juiz

PGR recorre de decisão que acaba com aposentadoria compulsória de juiz

© Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

A Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou nesta última segunda-feira (30) recurso contra a decisão do ministro Flávio Dino que acabou com a aposentadoria compulsória como pena máxima aos magistrados condenados por faltas disciplinares graves, como venda de sentenças, assédio sexual e moral, entre outras. 

Após receber o recurso, que está em segredo de Justiça, o gabinete de Dino determinou a intimação das partes envolvidas no processo para se manifestarem no prazo de 15 dias. Em seguida, o recurso deverá ser julgado pelo Supremo.

No dia 16 de março, o ministro determinou o fim da aposentadoria compulsória e alegou que a reforma da previdência de 2019 deixou de prever o benefício previdenciário e estabelece a perda do cargo como punição mais grave. Além disso, Dino disse que a pena beneficia os magistrados condenados. 

Punições

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) foi criado em 2005 e é responsável pelo julgamento de faltas disciplinares cometidas por juízes e desembargadores. Em 20 anos, o órgão condenou 126 magistrados à aposentadoria compulsória, punição que permite que o condenado receba vencimentos.

O CNJ tem aplicado a Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman), norma que definiu que são penas disciplinares a advertência, censura, remoção compulsória, disponibilidade com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço e aposentadoria compulsória com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço, a punição mais grave. 

Agência Brasil

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31 mar

Inadimplência cresce e 42% repetem dívidas

Inadimplência cresce e 42% repetem dívidas

Imagem: Joédson Alves/Reprodução Agência Brasil

Quatro em cada dez brasileiros inadimplentes em 2026 já estavam com o nome negativado há uma década. O dado faz parte de um levantamento inédito sobre os 10 anos do Mapa da Inadimplência, divulgado pela Serasa desde 2016, e revela um cenário persistente de dificuldades financeiras no país.

Ao longo dos últimos dez anos, o número de consumidores com contas em atraso cresceu 38,1%. Na fotografia mais recente, referente a fevereiro de 2026, o Brasil registra 81,7 milhões de pessoas inadimplentes. Ao todo, são mais de 332 milhões de dívidas, volume 43% maior do que o observado em 2016.

No mesmo período, a dívida média por consumidor também aumentou. Considerando valores corrigidos pela inflação, passou de R$ 5.880,02 para R$ 6.598,13, alta de 12,2%.

Segundo a especialista da Serasa em educação financeira, Aline Vieira, o avanço da inadimplência é resultado de fatores econômicos e comportamentais. Entre eles, estão os juros elevados, a pressão inflacionária e o uso do crédito como complemento de renda, muitas vezes sem planejamento.

O estudo também mostra mudanças no perfil dos inadimplentes. A participação de pessoas com mais de 60 anos cresceu ao longo da década, enquanto a de jovens entre 18 e 25 anos diminuiu. Já em relação ao gênero, as mulheres passaram a ser maioria entre os inadimplentes, representando atualmente 50,5% do total.

Outro dado que chama atenção é a reincidência: cerca de 34 milhões de brasileiros permanecem inadimplentes após dez anos. Para especialistas, o número reforça a necessidade de ampliar o acesso à educação financeira no país.

Nome limpo

Diante desse cenário, a Serasa promove o Feirão Limpa Nome, com descontos de até 99% e participação de mais de duas mil empresas. As negociações podem ser feitas até 1º de abril por consumidores de todo o país.

Fonte: Brasil 61

Lojão do Real
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31 mar

Bolsa Família: pagamentos começam nesta terça-feira (31)

Bolsa Família: pagamentos começam nesta terça-feira (31)

Foto: Divulgação/MDS

A CAIXA finaliza nesta terça-feira (31), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de março para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 0. 

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.

O benefício também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.

No aplicativo Bolsa Família é possível acompanhar as informações dos benefícios, além de receber atualizações e novidades sobre o programa.

Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.

O que é Bolsa Família

O Programa Bolsa Família é a transferência mensal de renda do maior programa social do Brasil, reconhecido por tirar milhões de famílias da fome. O modelo atual considera tamanho e características do núcleo familiar: lares com três ou mais pessoas tendem a receber valores maiores do que famílias unipessoais, reforçando a proteção social.

Pagamento do Bolsa Família: objetivos do programa

Além da renda, o Bolsa Família integra políticas públicas para ampliar acesso a saúde, educação e assistência social. O foco é promover dignidade e cidadania, articulando ações complementares (esporte, ciência, trabalho) para a superação da pobreza e a transformação social.

Quem tem direito ao pagamento do Bolsa Família

Para ter direito ao pagamento do Bolsa Família, a renda por pessoa da família deve ser de até R$ 218/mês.

Exemplo: 1 pessoa com salário mínimo (R$ 1.518) em família de 7 integrantes → renda per capita de R$ 216,85. Como está abaixo de R$ 218, a família é elegível ao benefício.

Como receber o pagamento do Bolsa Família (passo a passo)

  1. Inscrição no CadÚnico: mantenha dados corretos e atualizados.
  2. Onde se cadastrar: procure o CRAS ou postos municipais de assistência social.
  3. Documentos: CPF ou título de eleitor.
  4. Seleção mensal automatizada: estar no CadÚnico não garante entrada imediata. Todos os meses o programa identifica e inclui novas famílias que passam a receber o pagamento Bolsa Família.

Quando começa o pagamento Bolsa Família após o cadastro?

Mesmo inscrita no CadÚnico, a família só recebe quando for selecionada pelo sistema do programa. A inclusão é contínua e mensal, de forma automatizada, conforme os critérios de elegibilidade e a atualização cadastral.

Dicas para manter o pagamento do Bolsa Família em dia

  • Atualize o CadÚnico sempre que houver mudança (endereço, renda, composição familiar).
  • Acompanhe o calendário oficial de pagamento e as comunicações do município/CRAS.
  • Guarde seus comprovantes e verifique regularmente a situação do benefício nos canais oficiais.

Bolsa Família: perguntas rápidas (FAQ)

Preciso estar no CadÚnico? Sim, é obrigatório para concorrer ao pagamento do Bolsa Família.

O valor é igual para todos? Não. O modelo considera o tamanho e o perfil familiar, podendo variar.

Cadastro feito = pagamento imediato? Não. A seleção é mensal e automatizada; a família come

Fonte: Brasil 61

PAX
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31 mar

Mutirão de renegociação de dívida com bancos termina nesta terça; veja como fazer

Mutirão de renegociação de dívida com bancos termina nesta terça; veja como fazer

Joédson Alves/Agência Brasil

O consumidor tem até esta terça-feira (31) para renegociar dívidas com bancos e instituições financeiras com condições especiais, no Mutirão Nacional de Negociação de Dívidas e Orientação Financeira.

Podem ser negociadas dívidas no cartão de crédito, cheque especial, crédito consignado e demais modalidades de crédito em atraso.

A renegociação é feita por meio de alongamento de prazos, redução de taxas, alteração nas condições de pagamento ou, ainda, a migração para outras modalidades de crédito mais baratas.

Cada instituição define as regras e condições a serem ofertadas ao consumidor. Em 2025, foram 2,6 bilhões de contratos negociados.

“O mutirão de negociação de dívidas auxilia o consumidor, contribui para a diminuição da inadimplência no país e fortalece a economia ao permitir que mais pessoas retornem ao mercado de consumo de forma sustentável”, afirma Amaury Oliva, diretor executivo de Cidadania Financeira da Febraban.

“Essa iniciativa também estimula a cultura do diálogo e da transparência entre instituições financeiras e clientes, criando um ambiente mais saudável para negociações e prevenindo o superendividamento.”

Dívidas que envolvem bens dados em garantia, como veículos, motocicletas e imóveis, além de financiamentos relacionados a esses bens e dívidas prescritas, não são incluídas no mutirão.

O evento é realizado pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos) e bancos associados, em parceria com o Banco Central, a Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor), a Associação Brasileira de Procons e o Colegiado Nacional dos Procons Estaduais.

O que pode ser negociado

  • cartão de crédito
  • cheque especial
  • crédito consignado
  • demais modalidades de crédito contraídas de bancos e instituições financeiras

Como negociar

  • Na página do mutirão na internet, dá para consultar a relação de bancos participantes.
  • Já as dívidas podem ser consultadas no Registrato, sistema do Banco Central por meio do qual é possível acessar, entre outros, o Relatório de Empréstimos e Financiamentos (SCR), que contém a relação de dívidas perante as instituições financeiras.
  • As negociações podem ser feitas diretamente com a instituição credora em seus canais oficiais, ou pelo portal consumidor.gov.br, com a conta prata ou ouro.

Para saber se tem dívidas e com quem

  • É possível consultar o Registrato, do Banco Central, para verificar dívidas e informações financeiras.
  • O sistema mostra contas com instituições financeiras e relatório sobre empréstimos e financiamentos, com saldo devedor, modalidade e status. O acesso é pelohttps://www.bcb.gov.br/meubc/registrato

Passo a passo

  • Com as informações sobre as dívidas, cadastre-se no site consumidor.gov.br
  • Digite o nome da empresa e veja se ela está cadastrada
  • Clique no botão Registrar reclamação e responda às perguntas
  • Selecione a área de serviços financeiros
  • No campo problema, selecione renegociação/parcelamento de dívida
  • Descreva o valor a ser renegociado e seu pedido à empresa
  • Adicione anexos, documentos e comprovantes, caso ache necessário
  • Confirme o preenchimento da reclamação
  • Em seguida, é preciso aguardar a resposta

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