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15 jul

Setor de supermercados debate desafios no RN

Setor de supermercados debate desafios no RN

Supermercadistas do Rio Grande do Norte se reuniram em Natal nesta terça-feira (14) para debater os desafios e as novidades do setor varejista. A 4ª edição do ABRAS em Ação nas Estaduais, promovida pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras) em parceria com a Associação de Supermercados do RN (Assurn), trouxe para a capital potiguar debates que vêm sendo realizados em âmbito nacional, como a mudança na jornada de trabalho e a reforma tributária. Cerca de 400 supermercadistas, gestores, profissionais do varejo alimentar, indústrias e fornecedores devem participar em dois dias de evento. A programação inclui discussões sobre temas como tendências do setor; mudanças no comportamento do consumidor; inovação e inteligência de mercado; desafios dos supermercados; e impactos das discussões sobre jornada de trabalho no setor. O evento continua na quarta-feira (15), com uma rodada de negócios. Para Gilvan Mikelyson, presidente da Assurn, o objetivo da Abras é sair do eixo da sua sede, São Paulo-Brasília, e espalhar os conhecimentos do setor. “Hoje é um dia de troca, para fazer conexões entre fornecedores e os lojistas, mas também para trazer bastante conhecimento para lideranças que participam da nossa comunidade supermercadista”, diz. Na sequência, a Assurn promove uma rodada de negócios, visando conectar distribuidores e indústrias locais aos supermercados, com oportunidades de negociação especiais. Na visão de Gilvan Mikelyson, “as dificuldades do setor no Rio Grande do Norte não são diferentes das realidades e dificuldades a nível nacional”. Marcio Milan, vice-presidente da Abras, explica que o ABRAS em Ação é realizado anualmente no RN. “Estamos trazendo temas que melhoram a operação da loja, temas que mostram a mudança do consumidor e temas relacionados à inteligência artificial, à tecnologia e temas atuais que a Abras está discutindo em Brasília”, afirma. Um desses temas é a lei que autoriza a instalação de farmácias e drogarias dentro de supermercados no Brasil, aprovada recentemente. Para Marcio Milan, a discussão sobre o fim da escala 6×1 e o advento da jornada 5×2 é um assunto de impacto no setor. “Nos preocupa bastante a forma que ele está sendo discutido no Congresso Nacional. É uma discussão técnica que precisa existir e precisa ser discutida fora do ambiente político. Nossa proposta é que, se tiver alguma alteração, que seja feita em um período que as empresas possam se adaptar”, afirma. Marina Leiros, gerente-administrativa da Rede Mais, participou do evento e destacou essa discussão. “Todo o setor está tentando entender como vai fazer isso [o fim da escala 6×1] funcionar nas lojas sem que traga prejuízo para o cliente, sem que traga prejuízo financeiro para a empresa, e que a gente consiga atender o trabalhador”, afirma. Ela diz que o momento é de estudo, à medida que a proposta avança. “O mais importante é que o impacto não vá para o preço do alimento, nem seja um impacto negativo para a geração de emprego e para a manutenção e sobrevivência das empresas, principalmente as menores”, frisa Marina Leiros. Eider Medeiros, CEO da Megamais Atacarejo, em Alto do Rodrigues (RN), destaca que o evento traz inovações nacionais e até internacionais para supermercadistas do RN, inclusive do interior do estado. “O cliente do interior é o cliente que tem a mesma informação de São Paulo e da capital. Nós do interior estamos buscando essa inovação”, diz. Segundo ele, setores específicos, como pet e alimentos saudáveis, estão sendo absorvidos pelo interior.

Tribuna do Norte

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Lojão do Real
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15 jul

Jogador do Trem-AP é preso em Natal por dívida de pensão alimentícia após partida contra o América

Jogador do Trem-AP é preso em Natal por dívida de pensão alimentícia após partida contra o América

O jogador Eduardo Felipe da Silva Santos, do Trem-AP, foi preso nesta terça-feira (14), em Natal, por uma dívida de R$ 16.584,16 referente ao pagamento de pensão alimentícia. O atleta havia atuado na noite anterior na derrota da equipe por 2 a 1 para o América-RN, pela Série D do Campeonato Brasileiro.

A prisão foi realizada pela Polícia Civil do Rio Grande do Norte em um hotel localizado na Avenida das Conchas, em Ponta Negra, Zona Sul da capital. A ordem judicial determina o cumprimento de 60 dias de prisão.

A ação de cobrança foi movida por uma ex-esposa do jogador, no município de Blumenau (SC). Segundo a diretoria do Trem-AP, o clube efetuou o pagamento do valor da dívida e aguarda a emissão do alvará de soltura.

Após a prisão, o atleta foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.

BG

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Lojão do Real
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15 jul

EUA decidem nesta quarta (15) sobre novas tarifas ao Brasil

EUA decidem nesta quarta (15) sobre novas tarifas ao Brasil

Os Estados Unidos têm até esta quarta-feira (15) para decidir sobre a aplicação da taxa de 25% sobre os produtos brasileiros. O prazo termina uma semana após a audiência pública sobre o tema, realizada em Washington.

nova tarifa foi proposta em junho pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), que acusou o Brasil de promover práticas desleais e prejudiciais ao comércio norte-americano. Ao todo, o órgão citou seis pontos principais de questionamento na investigação:

  • Comércio digital e serviços de pagamento: alega que decisões da Justiça brasileira contra plataformas norte-americanas de redes sociais restringem atividades dessas empresas e afetam a liberdade de operação no país. Também critica políticas que, segundo o governo, favorecem concorrentes locais em serviços de pagamento eletrônico, como o Pix.
  • Tarifas preferenciais: afirma que acordos comerciais do Brasil com México e Índia concedem vantagens tarifárias a produtos desses países em setores considerados estratégicos.
  • Combate à corrupção: sustenta que o Brasil não adota medidas suficientes para prevenir e combater casos de suborno e corrupção.
  • Propriedade intelectual: aponta falhas no combate à pirataria e à falsificação de produtos, além de demora na análise de pedidos de patentes, especialmente no setor biofarmacêutico.
  • Mercado de etanol: afirma que o Brasil deixou de oferecer tratamento tarifário equivalente ao etanol americano desde 2017, o que teria reduzido o acesso do produto dos Estados Unidos ao mercado brasileiro.
  • Desmatamento ilegal: reconhece que o Brasil possui legislação para combater o desmatamento ilegal, mas afirma que a aplicação das normas não tem sido suficientemente eficaz para conter o problema.

A avaliação foi feita com base na Seção 301 da Lei de Comércio, de 1974. O trecho permite ao governo norte-americano investigar e retaliar, com sobretaxas e sanções, países cujas práticas comerciais sejam consideradas injustas, discriminatórias ou prejudiciais aos interesses dos Estados Unidos.

A medida representa uma nova tentativa do governo Trump de impor tarifas adicionais após a Suprema Corte invalidar, em fevereiro, a base jurídica usada nas sobretaxas anunciadas no ano passado. Segundo os ministros, a gestão abusou da Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA) de 1977 ao usá-la como base para impor a maior parte das cobranças.

Taxa adicional
O USTR também trabalha com a possibilidade de taxas adicionais de 12,5% para 60 países por falhas no combate ao trabalho forçado, incluindo o Brasil. A pasta ressalta que tal prática cria concorrência desleal e impõe restrições ao comércio norte-americano, conforme a legislação federal.

Caso as duas investigações tenham conclusões desfavoráveis ao Brasil, o resultado pode servir de base para a aplicação das novas tarifas, que, somadas, chegam a 37,5% sobre produtos brasileiros.

Brasil negocia
O governo brasileiro vem negociando com os Estados Unidos para evitar que haja a imposição das sobretaxas. Na última semana, a gestão apresentou um pacote de medidas que pretende adotar para contemplar os seis temas apontados pelo USTR, visando demonstrar que as políticas investigadas não configuram práticas desleais ou discriminam empresas norte-americanas.

Nos bastidores, no entanto, interlocutores afirmam que a decisão final sobre o tarifaço pode ser influenciada por setores do governo norte-americano que priorizam objetivos políticos. A expectativa do Palácio do Planalto é de que a tarifa seja confirmada em 15 de julho, com eventual retomada das negociações em um segundo momento – que pode, inclusive, ser posterior às eleições de outubro.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou ainda que o governo não descarta aplicar a lei de reciprocidade caso o tarifaço se concretize. “Acho provável que a gente, uma vez consultado o presidente Lula, retome o processo de reciprocidade. Mas nós temos que fazer tudo isso dentro de um cenário de avaliação com calma”, disse.

sbt

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15 jul

Falta de controle financeiro em tempo real atinge 12,6 milhões de empresas no Brasil

Falta de controle financeiro em tempo real atinge 12,6 milhões de empresas no Brasil

Foto: Freepik

Quase dois terços das empresas brasileiras enfrentam dificuldades para controlar as finanças em tempo real. O problema afeta 63% dos negócios — o equivalente a 12,6 milhões de pequenas e médias empresas —, segundo a 2ª edição do Panorama da Gestão de Despesas Corporativas, levantamento realizado pela Conta Simples em parceria com a Visa.

O estudo mostra que, embora o dinheiro entre e saia diariamente do caixa de 45% das empresas, a falta de visibilidade e previsibilidade sobre as finanças continua sendo um desafio. Em relação a 2024, o percentual de empresas sem acompanhamento financeiro em tempo real aumentou oito pontos percentuais, passando de 55% para 63% ao fim de 2025. 

De acordo com a pesquisa, o modelo tradicional de fechamento mensal perdeu espaço em um cenário marcado por pagamentos instantâneos. Atualmente, 86% das empresas utilizam o Pix e 71% adotam cartões corporativos

Para o CEO e cofundador da Conta Simples, Rodrigo Tognini, a digitalização transformou a dinâmica da gestão financeira, mas exige mecanismos mais sofisticados de controle

“A velocidade não justifica a perda de governança. Hoje, a maturidade financeira é definida pela capacidade de orquestrar e gerenciar transações em larga escala, independentemente de quão descentralizadas elas sejam”, afirma.

Controle ainda ocorre com atraso

A pesquisa também revela que 60% das empresas não acompanham nem aprovam despesas em tempo real, alta de cinco pontos percentuais em relação a 2024. 

Na avaliação do estudo, a digitalização resolveu o problema do “como pagar”, mas ampliou o desafio do “como acompanhar”. Quando o controle é feito apenas no fechamento do mês, o retrato financeiro já chega defasado, aumentando o risco de decisões baseadas em informações desatualizadas

Segundo a vice-presidente da Visa, Marcela Pinori, a expansão dos meios de pagamento digitais elevou o nível de governança exigido das empresas

A tecnologia precisa funcionar como ferramenta de antecipação, não apenas digitalizar a transação, mas estruturar o fluxo e conectar pagamentos a regras claras de acompanhamento e controle para apoiar decisões estratégicas de crescimento”, afirma.

Tognini ressalta que o impacto da falta de controle vai além da rotina operacional. “A empresa passa a reagir em vez de decidir. Visibilidade devolve tempo e gestão, fatores que potencializam o crescimento com estabilidade”, diz o executivo da Conta Simples.

Cartões corporativos ainda são pouco estruturados 

O levantamento também aponta que o avanço dos meios digitais ainda convive com fragilidades na gestão das despesas. Embora o uso de cartões corporativos tenha crescido, 58% das empresas concentram as operações em apenas um ou dois cartões. Além disso, 51% não estabelecem limites de gastos por área ou finalidade, o que reduz a previsibilidade e enfraquece a governança financeira

Segundo Tognini, a fragmentação das despesas entre diferentes bancos e meios de pagamento dificulta a consolidação das informações e mantém processos excessivamente dependentes de planilhas

“No tempo real, esse modelo simplesmente não se sustenta. É impossível manter processos manuais atualizados diariamente em um cenário de operação cada vez mais dinâmica”, ressalta. 

Para Marcela Pinori, os cartões virtuais surgem como alternativa para aprimorar o controle financeiro. Emitidos instantaneamente para diferentes áreas, equipes ou projetos, eles permitem acompanhar os gastos com maior precisão e transparência

“Não basta digitalizar a transação. É preciso estruturar o fluxo. Empresas que conectam pagamento, limites e leitura contínua reduzem fricção e ganham previsibilidade operacional”, enfatiza a vice-presidente da Visa.

Crédito ganha função estratégica

O estudo mostra ainda um papel estratégico do crédito dentro das empresas. Atualmente, 37% dos negócios já associam o uso de crédito a investimentos planejados, indicando que a gestão financeira deixa de cumprir apenas funções operacionais para apoiar decisões de crescimento

Para Tognini, o diferencial competitivo está na integração entre meios de pagamento e mecanismos de governança. “Transformar o fluxo financeiro em leitura contínua permite antecipação. Quem enxerga antes decide melhor — e isso se traduz em vantagem operacional”, conclui.

Fonte: Brasil 61

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Campo Forte
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15 jul

Anvisa aprova registro de nova vacina contra a influenza para pessoas a partir dos 6 meses de idade

Anvisa aprova registro de nova vacina contra a influenza para pessoas a partir dos 6 meses de idade

Foto: Magnific/Reprodução MD Mais

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) registrou a vacina Fluprevli, destinada à imunização ativa contra a influenza em pessoas a partir dos 6 meses de idade. A decisão foi publicada na segunda-feira (13) e autoriza o uso do imunizante trivalente (fragmentado e inativado), que protege contra os subtipos influenza A e B.

Segundo a Anvisa, estudos clínicos apontaram elevadas taxas de soroproteção e soroconversão, indicadores da resposta do organismo à vacinação. Os resultados também mostraram eficácia de até 73% na prevenção da influenza em adultos e de até 65% em crianças.

A influenza é uma infecção viral que afeta o sistema respiratório e representa um importante desafio para a saúde pública. A doença pode provocar surtos sazonais, hospitalizações e mortes, principalmente entre crianças pequenas, idosos, gestantes e pessoas com comorbidades.

O registro da vacina foi oficializado por meio da Resolução RE nº 2.743/2026, publicada no Diário Oficial da União (DOU).

Fonte: Brasil 61

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