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09 abr

Unicef mobiliza jovens de 16 e 17 anos a tirar título de eleitor

Unicef mobiliza jovens de 16 e 17 anos a tirar título de eleitor

© Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) lançou campanha para incentivar os adolescentes de 16 e 17 anos a tirar o título de eleitor.Quem tem 15 anos e vai completar 16 anos até o primeiro turno das eleições de 2026, que será realizado em 4 de outubro, também pode solicitar o documento.O Brasil tem 5,8 milhões de adolescentes entre 16 e 17 anos.

Até fevereiro, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) , quase 1,8 milhão de adolescentes haviam feito o cadastro eleitoral. Isso significa que só dois em cada dez adolescentes aptos estão registrados para votar.O voto nessa faixa etária é facultativo, e não é obrigatório.“Tirar o título é o primeiro passo para garantir que as demandas de adolescentes sejam consideradas nas eleições de outubro.

E ninguém melhor que os próprios adolescentes para mobilizar seus pares sobre a importância de participar do exercício democrático do país”, destaca a especialista em Desenvolvimento e Participação de Adolescente no Fundo, Gabriela Mora. Em parceria com o TSE, o fundo irá divulgar a iniciativa durante o mês de abril em redes sociais e meios de comunicação.O Unicef vai lançar ainda uma gincana digital que irá premiar grupos de adolescentes que conseguirem incentivar mais jovens a tirar o título de eleitor em suas regiões.

A gincana envolverá Núcleos de Cidadania do Adolescente (NUCAs), presentes em mais de 2.300 municípios e ligados ao fundo das Nações Unidas. Conforme dados do TSE (fevereiro de 2026), citados pelo Unicef, Rondônia, Tocantins e Piauí são os estados com o maior número de adolescentes aptos a votar em outubro, 40,4%, 39,2% e 36,7% do total, respectivamente.

Já Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro têm os menores percentuais. O prazo para tirar ou regularizar o título de eleitor termina em 6 de maio.O alistamento eleitoral e o voto são obrigatórios para brasileiras e brasileiros a partir dos 18 anos e facultativos para pessoas analfabetas, maiores de 70 anos e jovens de 16 e 17 anos. Estrangeiros e cidadãos em serviço militar obrigatório não podem se alistar.

Agência Brasil

PAX
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09 abr

Ocorrências policiais do 13º BPM nas últimas 24 horas

Ocorrências policiais do 13º BPM nas últimas 24 horas

A Polícia Militar do Rio Grande do Norte, por meio do 13º BPM, divulgou o balanço das ocorrências registradas entre os dias 08 e 09 de abril de 2026 na região do Seridó.

Na área da 1ª Companhia, em Currais Novos, foram contabilizadas 2 averiguações em chamadas para atendimento e 7 apoios a mulheres em situação de violência doméstica ou familiar, através de visitas.

Já na 2ª Companhia, o município de Acari não registrou ocorrências. Em Florânia, foram realizadas 7 visitas de apoio a mulheres em situação de violência doméstica ou familiar. Em São Vicente, também não houve registros.

Na área da 3ª Companhia, Lagoa Nova e Bodó não apresentaram ocorrências. Em Cerro Corá, foi registrada 1 averiguação em chamada para atendimento. Já em Tenente Laurentino Cruz, foram contabilizados 1 apoio a mulher em situação de violência doméstica ou familiar (visita) e 1 apoio a outros órgãos.

A Polícia Militar segue atuando de forma preventiva e ostensiva, reforçando o compromisso com a segurança da população em toda a região.

Polícia Militar – Servir e Proteger!

Lojão do Real
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09 abr

Master declarou pagamentos a Lewandowski, Temer e ex-ministros de Bolsonaro e Lula

Master declarou pagamentos a Lewandowski, Temer e ex-ministros de Bolsonaro e Lula

Reprodução/TV LIDE

Banco Master, controlado pelo banqueiro Daniel Vorcaro, atualmente preso, realizou diversos repasses milionários a escritórios e empresas associadas ao ex-presidente Michel Temer (MDB), à família do governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), ao ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) e ao presidente do União Brasil, Antonio Rueda.

Na lista de beneficiários, também estão ex-ministros dos governos Bolsonaro e Lula, como Guido MantegaFabio WajngartenHenrique Meirelles e Ricardo Lewandowski.

Informações obtidas pelo R7 apontam transferências expressivas, como R$ 10 milhões a um escritório de advocacia de Temer no ano passado. Também em 2025, dois escritórios de Rueda receberam pouco mais de R$ 2,1 milhões.

Os dados ainda mostram transferências de R$ 8,6 milhões ao ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles e de R$ 8 milhões à empresa Pollanis, ligada ao ex-ministro da Fazenda Guido Mantega. Leia mais abaixo o que dizem as defesas de cada um dos citados na reportagem.

Ricardo Lewandowski, ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) e ex-chefe do Ministério da Justiça e Segurança Pública no governo Lula, também figura na lista. Seu escritório foi contemplado com R$ 5,93 milhões entre 2023 e 2025.

Empresas pertencentes ao grupo da família Massa, do apresentador Ratinho — pai do governador paranaense — somaram R$ 24 milhões em repasses entre 2022 e 2025. Desse total, R$ 21 milhões foram direcionados à Massa Intermediação.

No período, o comunicador atuava como garoto-propaganda do cartão consignado CredCesta, vinculado ao Banco Master. Já a Gralha Azul Empreendimentos e Participações, igualmente ligada à família de Ratinho Jr., recebeu R$ 3 milhões em 2022.

A empresa WF Comunicação Estratégica LTDA, que pertence a Fabio Wajngarten, recebeu R$ 3,8 milhões no ano passado.

Ainda de acordo com as informações, a empresa A&M Consultoria Ltda, de ACM Neto, recebeu ao menos R$ 1,8 milhão do Master em 2025.

O que dizem as defesas

Grupo Massa (Ratinho Jr.)

O Grupo Massa possui mais de 30 anos de atuação em diversos setores econômicos. Ao longo desse período, construiu uma trajetória pautada por práticas amplamente reconhecidas pelo mercado com rendimentos declarados à Receita Federal, incluindo campanhas publicitárias e parcerias com diversas marcas e empresas. Sua atuação não se confunde com a conduta de terceiros com os quais manteve relações contratuais. No caso dos contratos citados, esclarecemos que o governador Ratinho Jr. não faz parte do quadro societário das empresas Massa Intermediação e Gralha Azul.

Guido Mantega

Prestei consultoria econômica financeira para o Banco Master em 2024 e parte de 2025, mediante contrato formal e emissão de notas fiscais, encerrado em agosto de 2025. Quando firmei o contrato, não tinha conhecimento de nenhuma irregularidade eventualmente cometida por essa instituição financeira.

Fabio Wajngarten

Fui apresentado ao Daniel no primeiro semestre de 2025 por meio dos advogados dele, passando a integrar a equipe de defesa dele, da qual faço parte até o presente momento. O contrato tem cláusulas de confidencialidade, razão pela qual não pode ser publicizado. Além disso, não sou sequer mais politicamente exposto, já que saí de qualquer cargo público há mais de 5 anos.

Ricardo Lewandowski

Conforme amplamente divulgado, o ministro Ricardo Lewandowski, depois de deixar o Supremo Tribunal Federal (STF), em abril de 2023, retornou às atividades de advocacia. Além de vários outros clientes, prestava serviços de consultoria jurídica ao Banco Master.

Ao ser convidado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para assumir o Ministério da Justiça e Segurança Pública, em janeiro de 2024, Lewandowski retirou-se de seu escritório de advocacia e suspendeu o seu registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), como determina a legislação vigente.

Henrique Meirelles

Mantive um contrato de serviços de consultoria sobre macroeconomia e mercado financeiro com o Banco Master, em caráter opinativo, entre março de 2024 e julho de 2025.

ACM Neto

No final do ano de 2022, quando não mais exercia qualquer cargo público, constituí a empresa A&M Consultoria LTDA. A partir de então, prestei serviços a alguns clientes, dentre eles o Banco Master e a REAG. Isto sempre ocorreu com contratos formais, com o devido recolhimento de impostos e trabalhos de consultoria efetivamente executados, notadamente relacionados à análise da agenda político-econômica nacional, e materializados em diversas reuniões com o corpo técnico e jurídico dos contratantes.

Importante destacar que, no período do contrato, não existia nada que desabonasse as empresas citadas, sendo ambas atuantes em segmento empresarial rigidamente regulado. Os serviços por mim prestados não envolveram qualquer tipo de irregularidade e não têm correlação com os temas que se noticia estarem sob investigação.

Os honorários recebidos, os rendimentos declarados e os dividendos distribuídos são inteiramente compatíveis e congruentes, uma vez que, no mesmo período, foram prestados serviços de consultoria também a outros clientes. Vale frisar que, tão logo cessou a prestação dos serviços, os contratos e pagamentos foram finalizados.

Estou totalmente seguro em relação a estes fatos, haja vista não existir nada de errado. De todo modo, não posso deixar de registrar o estranhamento que causa o vazamento seletivo e fragmentado de um documento que condensa informações protegidas por sigilo bancário e fiscal, ao qual não tive acesso e estou tendo notícia da existência pela imprensa, razão pela qual sequer posso fazer algum juízo acerca da conformidade e legalidade desse documento.

Michel Temer

Desde que deixei a vida pública, reassumi meu escritório de advocacia. Entre os clientes que atendi estava o Banco Master. Como já declarei publicamente, não é segredo para ninguém, meu escritório foi contratado nesse caso para uma atividade jurídica de mediação. O valor recebido pelo contrato foi de R$ 7,5 milhões.

Antonio Rueda

Não confirmamos informações baseadas em dados fiscais supostamente vazados de forma ilícita. Declarações de imposto de renda são sigilosas por lei. Todos os serviços prestados pelos escritórios são legais, contratados regularmente e com plena conformidade tributária.

Os serviços jurídicos prestados ao conglomerado Master tiveram caráter estritamente técnico, com atuação relevante e devidamente documentada: dezenas de pareceres, centenas de reuniões, mais de 1.000 audiências, cerca de 20 mil manifestações nos autos e aproximadamente 400 acordos realizados ao longo do período. Trata-se de atividade profissional legítima, regular e plenamente compatível com o exercício da advocacia no país, sem qualquer interferência da atuação pública de Antonio Rueda em relações privadas de natureza jurídica.

R7

Lojão do Real
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09 abr

Nem Lula, nem Bolsonaro: o ‘partido dos órfãos’ é quem detém a chave para as eleições

Nem Lula, nem Bolsonaro: o ‘partido dos órfãos’ é quem detém a chave para as eleições

Tomaz Silva/Agência Brasil – Arquivo

Um terço do eleitorado brasileiro se declara sem preferência por qualquer partido político. É o que mostra a pesquisa Ipsos-Ipec realizada entre 5 e 9 de março de 2026, que ouviu 2.000 pessoas em 131 municípios do país e revelou um cenário dividido entre os dois principais polos políticos e um grupo crescente de eleitores “órfãos” de lado.

Segundo o levantamento, o PT lidera a preferência partidária, com 27% das menções, seguido pelo PL, com 19%. No entanto, o maior grupo é formado justamente pelos que afirmam não ter simpatia por nenhum partido: 32%. Outros 7% não souberam ou preferiram não responder.

O dado, na avaliação de cientistas políticos ouvidos pelo R7, revela menos uma simples crise de representação e mais uma transformação profunda na forma como o brasileiro se relaciona com a política.

Para Lucas Fernandes, cientista político e coordenador de Análise Política da BMJ Consultores Associados, o fenômeno está ligado à fragilidade histórica das siglas no país.

“Esse dado aponta a fragilidade histórica que a gente tem dos partidos políticos no Brasil. Tirando PT e PL, que hoje ainda são vistos como legendas com alguma coesão ideológica, boa parte das demais siglas não consegue transmitir ao eleitor uma identidade programática clara”, afirma.

Segundo ele, o eleitor brasileiro tem se distanciado das legendas e se aproximado cada vez mais de lideranças individuais.

“Há um personalismo muito forte. As pessoas votam em candidatos independentemente da filiação partidária. Muitas vezes, elas não conseguem perceber diferenças concretas entre várias legendas, especialmente as de centro”, explica.

Polarização

A pesquisa também mostra que a rejeição partidária segue a mesma lógica da polarização. O PT é o partido com maior resistência, com 37% dos brasileiros afirmando que não votariam na legenda “de jeito nenhum”. O PL aparece em seguida, com 19% de rejeição.

Para Deividi Lira, analista político e especialista em marketing político, o quadro atual é resultado da polarização e do esvaziamento das demais siglas.

“É, ao mesmo tempo, polarização e esvaziamento partidário. O eleitorado hoje se organiza em três blocos: um alinhado ao PT, outro ao PL e um terceiro, bastante expressivo, sem identificação partidária”, diz.

Na avaliação dele, a disputa deixou de ser estruturada por partidos enquanto instituições e passou a girar em torno de lideranças e campos políticos de lados diferentes.

“Não se trata de um fortalecimento clássico do sistema partidário, mas de uma polarização personalista, coexistindo com uma crise de representação das siglas”, afirma.

Voto decisivo de 2026

Na prática, esse eleitor sem identificação partidária pode se tornar o grupo mais disputado na corrida presidencial deste ano.

“Por não possuir vínculos partidários consolidados, ele é mais suscetível a variáveis conjunturais, como desempenho do governo, cenário econômico, narrativas de campanha e credibilidade dos líderes políticos do momento”, afirma Lira.

Na visão dele, esse cenário funciona especialmente em disputas polarizadas. “Esse grupo reforça a tendência de campanhas cada vez mais orientadas por persuasão e narrativa, e menos por fidelidade partidária”, acrescenta.

Lucas Fernandes concorda e destaca que, justamente por não estar plenamente inserido na polarização, esse eleitorado pode definir o resultado de 2026.

“São eleitores que podem até preferir um lado ou outro, mas não estão completamente identificados com esses dois espectros predominantes. É aí que está a chave da próxima eleição”, avalia.

Para os analistas, o crescimento do grupo “sem partido” também evidencia um problema estrutural do sistema político brasileiro.

Lucas Fernandes lembra que, embora a Constituição exija filiação partidária para a disputa de cargos eletivos, muitos partidos têm funcionado mais como instrumentos de acesso ao poder do que como representantes de projetos políticos bem definidos.

“Com estruturas vazias, o eleitor se distancia e cai cada vez mais na armadilha do personalismo. […] A oportunidade para 2026 está justamente em dialogar com esse eleitor órfão, que hoje não se sente representado por nenhuma sigla”, conclui.

R7

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09 abr

Lula sanciona lei que regulamenta a profissão de doula

Lula sanciona lei que regulamenta a profissão de doula

© Fotorech/Pixabay

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta última quarta-feira (8) o projeto de lei que regulamenta o exercício da profissão de doula, que é a profissional que oferece apoio físico, emocional e informacional à gestante, especialmente durante o parto normal.

O texto foi aprovado no mês passado pela Câmara dos Deputados, depois de ter passado pelo Senado. 

A norma federal lista várias atribuições da doula antes, durante e após o período do parto. Na gravidez, a profissional poderá facilitar o acesso da gestante a informações sobre gestação, parto e pós-parto baseadas em evidências científicas atualizadas, além de incentivá-la a buscar uma unidade de saúde para o acompanhamento pré-natal.

De acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o texto atende uma antiga reivindicação das mulheres no país e vai ajudar no enfrentamento contra a violência obstetrícia e reduzir o que chamou de “indústria de cesarianas” no Brasil. O ministro disse que não houve vetos ao texto.

“Os estudos que mostram que se se a doula acompanhou o pré-natal, se a doula acompanhou o parto, a violência foi menor. O índice de cesárea foi menor. O sofrimento foi menor e a gratidão das mulheres no momento tão importante da geração da vida foi melhor”, destacou o ministro durante cerimônia de sanção no Palácio do Planalto.

Ao celebrar a sanção da lei, o presidente Lula lembrou que um outro projeto, ainda em tramitação no Congresso Nacional, deverá regulamentar a profissão de parteira tradicional, compondo assim um corpo de funções para humanizar o atendimento às gestantes do país.

Pelo texto sancionado, a presença da doula, de livre escolha da gestante, não exclui a presença de acompanhante, já garantida pela legislação. Essa garantia de presença abrange a rede pública e a rede privada durante todo o período de trabalho de parto e pós-parto imediato, em todos os tipos de parto, inclusive em casos de intercorrências e situações de abortamento.

Requisitos

Para o exercício da profissão, a nova lei exige diplomas de ensino médio e de curso de qualificação profissional específica em doulagem que, se expedidos por instituições estrangeiras, deverão ser revalidados no Brasil.

A lei também permite a continuidade de atuação aos que, na data de publicação, exerciam, comprovadamente, a atividade há mais de três anos.

Também a partir da vigência, os cursos deverão ter carga horária mínima de 120 horas.

Atribuições

A doula poderá, durante o parto, orientar e apoiar a gestante em relação à escolha das posições mais confortáveis a serem adotadas durante o processo; auxiliar a gestante a utilizar técnicas de respiração e vocalização para obter maior tranquilidade; e utilizar recursos não farmacológicos para conforto e alívio da dor da parturiente, como massagens, banhos mornos e compressas mornas.

No pós-parto, a doula poderá orientar e prestar apoio aos cuidados com o recém-nascido e ao processo de amamentação.

“É o tratamento diferenciado, é o saber conversar, é o saber tratar, é o saber acolher e o acolhimento muda a vida das pessoas, do ponto de vista emocional e afeta diretamente esse tratamento humano, esse tratamento da vida, que é ter realmente um filho com dignidade”, disse a senadora Eliziane Gama (PT-MA), relatora do projeto no Senado.

Por outro lado, a nova lei proíbe às doulas utilizar ou manusear equipamentos médico-assistenciais, realizar procedimentos médicos, fisioterápicos ou de enfermagem, administrar medicamentos e interferir nos procedimentos técnicos dos profissionais de saúde.

Para a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, a nova lei beneficia não apenas a gestante, mas toda a família, e assegura uma proteção mais integral às mulheres em um momento tão delicado que é a gravidez.

“Porque a gente entra na sala de parto apavorada, não sabe o que vai acontecer, e quer que seja rápido, e a doula vai acalmando a gente, a doula vai conversando, vai dialogando. É uma lei que, de fato, humaniza, de fato enfrenta a violência obstétrica”, afirmou.

*Com informações da Agência Câmara de Notícias.

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