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08 set

Governo Fátima acumula quase R$ 170 milhões em repasses atrasados para municípios, aponta Femurn

Governo Fátima acumula quase R$ 170 milhões em repasses atrasados para municípios, aponta Femurn

As prefeituras do Rio Grande do Norte lidam com um déficit financeiro acumulado de R$ 169,7 milhões em repasses não efetuados pelo Governo do Estado. O balanço foi divulgado pela Federação dos Municípios do RN (Femurn), que aponta pendências em verbas constitucionais obrigatórias de ICMS, Fundeb e royalties, sem previsão de quitação até o momento.

Entre as administrações locais mais afetadas está Mossoró, que acumula mais de R$ 11 milhões em créditos retenção. O montante devido ao município compreende cerca de R$ 3,3 milhões referentes ao ICMS, aproximadamente R$ 2,7 milhões do Fundeb e mais de R$ 5 milhões direcionados a recursos do trânsito.

A Femurn alerta que a retenção desses valores compromete severamente a capacidade de planejamento fiscal das cidades potiguares. A falta de repasses impacta diretamente a execução de políticas públicas essenciais, com reflexos diretos na manutenção dos serviços de mobilidade urbana e segurança viária nos municípios.

Com informações do Portal Potiguar

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08 set

Flamengo é indicado ao prêmio de melhor clube do ano na Bola de Ouro

Flamengo é indicado ao prêmio de melhor clube do ano na Bola de Ouro

Foto: Reprodução/Fifa

Atual campeão brasileiro e da Libertadores, o Flamengo foi indicado ao prêmio de melhor clube masculino do ano na premiação da Bola de Ouro 2026. Concorrem também o Arsenal, Bayern de Munique, Bodo/Glimt e Paris Saint-Germain.

A premiação considera, principalmente, o desempenho das equipes a partir da temporada europeia, que começou no segundo semestre de 2025. No ano passado, o time Rubro-Negro conquitou, além do Campeonato Brasileiro e da Libertadores, o Campeonato Carioca, a Supercopa do Brasil e também as novas competições instituidas pela Fifa dentro da Copa Intercontinental, que são o Derby das Américas e a Challanger Cup.

Os títulos reforçaram o desempenho do clube, que chegou à final do título mundial contra o PSG, e foi derrotado apenas nos pênaltis, por 2 a 1. O Flamengo é o único time de fora da Europa entre os indicados. Na Copa do Mundo de Clubes, os atletas treinados por Filipe Luís também tiveram bom desempenho, vencendo o Chelsea por 3 a 1 na fase de grupos.

Os demais indicados foram as equipes mais consistentes da temporada. O PSG conquistou o bicampeonato da Champions League e foi campeão da Ligue 1, o campeonato francês. Com extenso domínio no futebol allemão, o Bayern foi campeão da Bundesliga, perdendo apenas um jogo. Já o Arsenal, treinado por Mikel Arteta, conquistou a Premier League e foi finalista da Champions.

O Bodo/Glimt é a surpresa entre os candidatos. O clube norueguês chegou às oitavas de final da Liga dos Campeões e após vencer Manchester City, Atlético de Madrid na fase de liga e eliminar a Inter de Milão nos playoffs, com duas vitórias e 5 a 2 no placar agregado.

O vencedor da premiação será revelado no dia 26 de outubro, durante cerimõnia em Londres.

Tribuna do Norte

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Lojão do Real
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08 set

Economia e Trump em baixa pressionam republicanos a 2 meses das eleições

Economia e Trump em baixa pressionam republicanos a 2 meses das eleições

© Getty Images

“Vamos vencer as eleições de meio de mandato, e por muito”, afirmou o presidente Donald Trump nesta segunda-feira (7) em sua rede social, na qual atacou os democratas e disse que os adversários farão uma “última tentativa” de “arruinar os Estados Unidos”.

A publicação foi feita no Dia do Trabalho, feriado americano que tradicionalmente marca o início da reta final das campanhas eleitorais americanas. A pouco menos de dois meses da votação, democratas e republicanos entram na fase decisiva da disputa pelo controle do Congresso com o bolso do eleitor no centro da campanha e sob o peso da baixa popularidade de Trump.

Em meio à guerra no Irã, da qual o presidente não consegue se retirar e que causou disparada de preços, republicanos tentam preservar suas estreitas maiorias na Câmara e no Senado. Democratas, por sua vez, buscam transformar a insatisfação com a economia e com o governo em votos.

A aprovação de Trump caiu a 33%, menor patamar de seu segundo mandato, segundo levantamento Focaldata/Financial Times -mesmo número apontado pelo Instituto Ipsos em meados de agosto.

Esta semana será marcada ainda pela entrada direta de Trump na campanha republicana. Na quarta (9) e na quinta-feira (10), o partido realiza em Dallas sua primeira convenção voltada especificamente para uma eleição de meio de mandato. Apelidado de “Trump-a-palooza”, o evento terá discursos do presidente e do vice J. D. Vance e reunirá lideranças republicanas e candidatos de algumas das principais disputas pelo Congresso.

O custo de vida deve ocupar lugar central nessa disputa. Pesquisa Reuters/Ipsos realizada entre os dias 28 e 31 de agosto mostra que 47% dos eleitores registrados apontam o tema como o principal fator para decidir seu voto nas eleições de novembro. O levantamento também mostra que 71% dos americanos desaprovam a forma como Trump lida com o custo de vida, ante 22% que aprovam.

Questionado na semana passada sobre por que eleitores preocupados com os preços da gasolina e da energia não deveriam responsabilizar os republicanos, o vice-presidente atribuiu a origem da inflação às políticas do governo Joe Biden e disse que as medidas adotadas pela atual gestão precisam de tempo para produzir efeitos.

Vance citou cortes de impostos, investimentos em novas fábricas e redução dos preços de medicamentos entre as iniciativas da Casa Branca. “Como o problema de inflação dos EUA não foi criado em um dia, leva um pouco de tempo para reconstruir as bases da economia da classe média americana”, afirmou.

A centralidade da economia na preocupação entre americanos aparece em levantamento do Pew Research Center realizado em julho. Questionados, sem uma lista prévia de alternativas, sobre qual assunto mais gostariam de ouvir os candidatos ao Congresso de seus distritos discutirem, 29% dos eleitores registrados citaram questões econômicas -mais do que qualquer outro tema. Custo de vida e preços, mencionados por 15%, foram a resposta específica mais frequente.

Entre outros temas que também apareceram nas respostas, estiveram reformas no governo (9%), imigração (7%), saúde (5%), política externa (4%) e o próprio Trump (4%). Na mesma pesquisa do Pew, 42% dos eleitores registrados disseram enxergar seu voto para o Congresso como um voto contra o presidente, ante 22% que o consideravam um voto a favor dele. Outros 35% disseram que Trump não seria um fator relevante para sua escolha.

As 435 cadeiras da Câmara serão disputadas em novembro, mas a batalha pela maioria está concentrada em cerca de 50 distritos considerados competitivos. Os democratas precisam conquistar três cadeiras líquidas para assumir o controle da Casa, hoje nas mãos dos republicanos, e análises da imprensa americana mostram que esta é uma disputa mais fácil para a oposição.

Já no Senado, a matemática é mais difícil. Os democratas precisam obter quatro ganhos líquidos para assumir o controle da Casa, e apenas nove das 35 disputas deste ano são consideradas competitivas por analistas independentes, segundo levantamento da agência Reuters.

O mapa da disputa, porém, ampliou-se nos últimos meses, com estados inicialmente considerados mais seguros para os republicanos passando a receber maior atenção. Texas, Iowa, Alasca e Ohio estão entre as cadeiras republicanas agora no campo de batalha, ao lado de disputas já esperadas na Carolina do Norte e no Maine.

Isso não significa que os democratas tenham caminho livre para conquistar o Senado. O partido também precisa defender cadeiras, sobretudo em Michigan, onde a disputa está acirrada entre Abdul El-Sayed e o republicano Mike Rogers. Uma derrota em um estado atualmente controlado pelos democratas aumentaria o número de cadeiras republicanas que o partido precisaria conquistar para chegar à maioria.

No Texas, a entrada da corrida no mapa competitivo é uma das principais surpresas deste ciclo. O republicano Ken Paxton enfrenta o democrata James Talarico em um estado que não elege um senador democrata desde 1988.

O resultado de novembro determinará o espaço político de Trump nos dois últimos anos de seu mandato, hoje sustentado por maiorias republicanas nas duas Casas do Congresso. Historicamente, porém, as eleições de meio de mandato costumam impor perdas ao partido do presidente: desde 1938, isso ocorreu na Câmara em 20 das 22 eleições realizadas.

A tendência torna a disputa pela Câmara especialmente relevante neste ano, já que a estreita maioria republicana pode ser alterada com a mudança de poucas cadeiras. Uma eventual vitória democrata daria ao partido o comando das comissões da Casa, com poder para abrir investigações, convocar integrantes do governo, além de dificultar a aprovação de partes da agenda legislativa de Trump.

WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS)

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08 set

Já pensando na próxima folga? Veja quais são os próximos feriados do 2º semestre

Já pensando na próxima folga? Veja quais são os próximos feriados do 2º semestre

Para quem vive a correria da rotina, a folga no meio da semana ou o descanso prolongado junto ao sábado e domingo dá um fôlego extra. Depois do Dia da Independência nesta última segunda-feira, 7, o segundo semestre de 2026 ainda tem mais cinco feriados para recarregar as energias.

O primeiro deles é o feriado de 12 de outubro, o dia de Nossa Senhora Aparecida, data que também é celebrado o Dia das Crianças. Em seguida, 2 de novembro, Dia de Finados, que também cai numa segunda-feira e abre espaço para outro descanso prolongado.

Já em 15 de novembro, domingo, é celebrada a Proclamação da República – feriado que, por cair em dia já de folga, não altera a rotina de trabalho da maioria.

A sequência de feriadões continua em 20 de novembro, quando se comemora o Dia Nacional de Zumbi e Consciência Negra. E o ano se encerra com o Natal, em 25 de dezembro, sexta-feira.

Veja abaixo todos os feriados do ano.

Próximos feriados de 2026

Nossa Senhora Aparecida 12 de outubro (segunda-feira)

Finados 2 de novembro (segunda-feira)

Proclamação da República 15 de novembro (domingo)

Dia Nacional de Zumbi e Consciência Negra 20 de novembro (sexta-feira)

Natal 25 de dezembro (sexta-feira)

Pontos facultativos

Dia do Servidor Público 28 de outubro (quarta-feira)

Véspera de Natal 24 de dezembro (quinta-feira) após às 13h

Véspera de Ano Novo 31 de dezembro (quinta-feira) após às 13h

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08 set

Senadores admitem chance de impeachment no STF e veem Alcolumbre à espera das eleições

Senadores admitem chance de impeachment no STF e veem Alcolumbre à espera das eleições

© Reuters

Com a escalada da crise envolvendo o STF (Supremo Tribunal Federal), aliados do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), avaliam que ele vai esperar o resultado das eleições para decidir sobre o impeachment de ministros.

Uma pessoa próxima a Alcolumbre afirma que ele não vai ceder à pressão do bolsonarismo pela destituição de integrantes da corte antes de saber quem será o próximo presidente da República e os 54 novos senadores. Só a partir disso decidirá se abre um processo de impeachment e contra quem.

No cenário atual, a chance de um pedido de afastamento de um ministro do STF prosperar no Senado passou a ser tratada como algo possível até por parlamentares que antes costumavam rechaçar essa possibilidade.

O cálculo de Alcolumbre envolve sua campanha pela presidência do Senado no ano que vem -que ocorre tradicionalmente no primeiro dia de funcionamento do Congresso Nacional, em fevereiro.

Alcolumbre, dizem aliados, sabe que o impeachment do ministro Alexandre de Moraes é a única moeda de troca capaz de atrair o apoio de senadores bolsonaristas para ser reeleito. Por isso, precisa entender exatamente qual será o peso do grupo no Senado após as eleições.

O presidente do Senado é amigo de Moraes e sempre se colocou contra contra a possibilidade de afastá-lo do cargo. Políticos próximos a Alcolumbre dizem que a posição dele continua exatamente igual. Parte do grupo reconhece, porém, que, a depender do perfil de senadores que emergir das urnas, será difícil impedir a abertura de um processo.

O impeachment de Moraes se tornou uma das principais investidas de aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) após a condenação por tentativa de golpe.

Políticos de diferentes posições afirmam que o ministro André Mendonça deu ainda mais fôlego à campanha de candidatos ao Senado que prometem avançar contra o Supremo ao revelar, na terça-feira (1º), detalhes sobre a relação de Moraes com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.

Como mostrou a colunista Mônica Bergamo, Alcolumbre também discutiu com pessoas de confiança a possibilidade de abrir um impeachment contra Mendonça, de quem é desafeto. Um interlocutor do senador afirma que o ministro atropelou o rito formal ao pedir uma investigação contra Moraes na semana passada.

De acordo com outra pessoa do entorno do senador do Amapá, parte dos argumentos na mesa para o impeachment de Mendonça está no relatório sem assinatura citado por Moraes para a investigação do colega por abuso de autoridade.

Até mesmo senadores da base governista que também costumavam rechaçar o afastamento de ministros do STF hoje admitem que essa possibilidade se tornou real -seja no caso de Moraes, de Mendonça ou de outro magistrado.

Um líder partidário diz, sob reserva, que o escândalo pode desencadear uma reforma no Judiciário a partir do ano que vem, até com o impeachment de mais de um ministro.

Parlamentares também lembram diferentes propostas aventadas nos últimos anos, como a criação de um mandato fixo, em substituição à aposentadoria compulsória aos 75 anos, e o aumento da idade mínima para indicação, que hoje é de 35 anos.

“A minha opinião é que a gente deve dar um tempo para que, diante de todos esses escândalos, o próprio Supremo dê uma posição. Acho que, se não der, o Senado ficará na obrigação de fazer alguma coisa”, diz o senador Cid Gomes (PSB-CE).

Moraes conversou pessoalmente com Alcolumbre na quarta-feira (2) -um dia depois do relatório em que vieram a público mensagens enviadas a ele por Vorcaro. A informação foi revelada pelo jornal O Globo e confirmada pela Folha.

Poucas horas após o encontro, o presidente do Senado reagiu à cobrança pela abertura do impeachment do ministro, citando o pedido de R$ 130 milhões feito ao ex-banqueiro pelo candidato à Presidência do PL, senador Flávio Bolsonaro (RJ), para um filme sobre o pai.

“Apenas um comentário, no momento adequado eu vou falar. Todo mundo esqueceu que pediram R$ 130 milhões para a mesma pessoa para fazer um filme. E agora o culpado sou eu e o ministro Alexandre de Moraes”, afirmou.

Na terça-feira passada, ao ser questionado sobre o impeachment de Moraes, o senador respondeu que não é normal haver 109 pedidos e que a pressão feita pela oposição acontece “há muito tempo”.

“A minha percepção é que tem 109 pedidos, isso não é normal. [São] 109 solicitações no Congresso, [a respeito] dos dez ministros do Supremo, de pedido de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal.”

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS)

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