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20 jul

Festa de Sant’Ana: City Tour histórico é realizado a partir desta terça-feira (21) em Currais Novos

Festa de Sant’Ana: City Tour histórico é realizado a partir desta terça-feira (21) em Currais Novos

Quem deseja conhecer mais sobre a história de Currais Novos terá uma oportunidade especial durante a programação da Festa de Sant’Ana. A Agência de Turismo Ecológico Veredas do Seridó, com o apoio da Escola do Legislativo José Bezerra Gomes promove, nos dias 21 e 22 de julho, um City Tour Histórico, Cultural e Religioso, iniciativa que busca aproximar moradores e visitantes do patrimônio material e da memória do município.

A atividade terá início às 17h30, com recepção dos participantes em frente à Matriz de Sant’Ana. O roteiro inclui visitas a alguns dos principais pontos históricos da cidade, como a própria igreja matriz, as praças Cristo Rei e Tomaz Salustino, os obeliscos, casarões históricos e a Exposição Fotográfica instalada na Escola do Legislativo.

A proposta é apresentar, de forma gratuita, aspectos da formação de Currais Novos, destacando elementos da religiosidade, da arquitetura e da cultura local que ajudam a contar a trajetória do povo seridoense. Além de proporcionar conhecimento sobre os espaços históricos, o passeio também pretende incentivar a valorização e a preservação do patrimônio cultural do município.

A programação integra as ações desenvolvidas durante a Festa de Sant’Ana, oferecendo aos participantes uma experiência que vai além das celebrações religiosas e festivas, permitindo um contato mais aprofundado com a história da cidade.

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20 jul

Espanha marca na prorrogação, vence Argentina e conquista sua segunda Copa do Mundo

Espanha marca na prorrogação, vence Argentina e conquista sua segunda Copa do Mundo

A maior Copa do Mundo de todos os tempos consagrou a Espanha e seu jogo coletivo. A seleção espanhola conquistou o Mundial da América do Norte neste domingo, 19, com vitória por 1 a 0 sobre a Argentina no MetLife Stadium, em East Rutherford. O atacante Ferran Torres balançou a rede na prorrogação depois do empate sem gols no tempo normal e foi o herói improvável do título que premiou o único time que jogou futebol nos arredores de Nova York.

Foi a segunda Copa do Mundo que conquista a seleção espanhola, premiada por seu paciente futebol de toque de bola. O título ficou com a equipe que mais quis jogar futebol e que só não ganhou nos 90 minutos por causa do desempenho notável do goleiro argentino Dibu Martínez, salvando a Argentina, que adotou postura extremamente defensiva e acovardada, como não havia tido no Mundial.

A Espanha voltou ao topo após 16 anos sem renunciar à sua identidade, mas reinventando-a. O toque de bola continuava ali, agora acompanhado por uma verticalidade quase cruel, por uma juventude que não conhecia o medo e por um talento capaz de acelerar o jogo sem perder a beleza, castigando o jogo pobre ofensivo dos argentinos.

É tão paciente e gosta de ter a bola esse time como a Espanha campeã do mundo de 2010, mas menos monótona e um pouco mais dinâmica e agressiva, comportamento que mostrou neste domingo diante de 80 mil torcedores, alguns deles ilustres, casos de Ronaldinho, Ronaldo, Xavi e Iniesta.

A taça é resultado do bem-sucedido projeto desenvolvido dentro da Real Federação Espanhola de Futebol (RFEF), com integração entre as categorias de base e a equipe principal, e que teve Luis de la Fuente como a mais importante figura.O técnico de trato afável ingressou na estrutura da RFEF em 2013, após ter comandado as categorias de base do Sevilla e a academia do Athletic Bilbao.

Passou pela seleção sub-19 e pela sub-21 e olímpica antes de chegar à equipe principal. Neste caminho, perdeu a final da Olimpíada de Tóquio para o Brasil, há cinco anos, mas ganhou a Eurocopa em 2024 e foi determinante no desenvolvimento de alguns dos mais importantes atletas da agora equipe campeã do mundo, como Fabián Ruiz, Dani Olmo, Mikel Oyarzabal, Unai Simón e Mikel Merino.

Sem tantos astros, os espanhóis derrubaram seleções estreladas: deram fim à jornada de Cristiano Ronaldo e Portugal nas oitavas, eliminaram a favorita França de Kylian Mbappé nas semifinais e agora impediram o sonho do bicampeonato da Argentina de Lionel Messi, este que encerra sua trajetória em Copas com um título e dois vices em seis participações.

COMO FOI A FINAL DA COPA DO MUNDO

A Espanha foi deixando seus rivais para trás na Copa com um ritmo cadenciado, paciência e segurança defensiva. No primeiro tempo, teve tudo isso, mas faltaram agressividade e finalizar melhor.

Rodri capitaneou uma Espanha que não sofreu, comandou as ações a partir do meio de campo e criou para ter vantagem. Não teve porque Yamal foi bloqueado na melhor finalização da etapa inicial, aos cinco minutos; Oyarzabal parou em Dibu Martínez e Cucurella arriscou chute cruzado para fora.

Em um jogo estudado, os espanhóis dominaram os argentinos, que sequer finalizaram, para fora ou em direção à meta, nos primeiros 45 minutos, algo raro em uma final de Copa. Messi, sempre rodeado por mais de um marcador, nada fez.

Lisandro Martínez foi determinante para manter o placar inalterado. O zagueiro argentino fez bem seu papel. Saiu da área para “caçar”, adiantando-se nos botes, e usou a falta para impedir contra-ataque do adversário, lance que lhe rendeu amarelo. No fim, o defensor saiu lesionado e foi substituído pelo veterano Otamendi.

Scaloni, em sua escalação inicial, havia sacado Paredes para dar lugar a Nico Gónzalez, responsável por impedir as subidas de Lamine Yamal. Até funcionou, mas ele mudou de ideia e trocou o atacante do Atlético de Madrid pelo meio-campista do Boca Juniors no intervalo, restaurando a formação que começara a partida anterior, das semifinais.

Com Madonna, Shakira, BTS e Justin Bieber, a Fifa imitou o que fazem a NFL e os grandes espetáculos americanos de entretenimento ao promover um show do intervalo no meio dos dois tempos.

Entre as muitas celebridades no gramado, os únicos ex-jogadores que apareceram na cerimônia foram Ronaldinho Gaúcho e Ronaldo, além de um vídeo de Pelé, retirado de um discurso que deu o Rei do Futebol em 1977. A cerimônia emulou um passado de glória da seleção brasileira que contrasta com os recentes fracassos das últimas gerações.

ESPANHA INSISTE E EMPURRA A ARGENTINA, QUE TERMINA SEM FINALIZAR

Embora os técnicos tenham alterado as equipes, o panorama seguiu o mesmo. Os primeiros minutos do segundo tempo foram a repetição do primeiro. Domínio espanhol, muito volume de jogo, mais de 500 passes trocados, mais de 10 finalizações e os argentinos acuados

Mas a seleção europeia não levava tanto perigo. Rondava a área, encontrava espaços e usava muito os lados do campo, sobretudo o direito, com Yamal. Faltavam efetividade e mais intensidade no jogo dos espanhóis, que, quando chegavam, paravam em Dibu.

Até os 35 minutos, foram quatro importantes intervenções do goleiro argentino, em dois cabeceios de Ferran Torres e Laporte e outros dois arremates de Dani Olmo e Pau Cubarsí. Quando não apareceu foi porque o time espanhol disparou para fora, com Ferran Torres e Rodri.

A Argentina, retraída, limitou-se a se defender e terminou os 90 minutos sem fazer Unai Simón trabalhar. Não produziu nada ofensivamente a equipe comandada por Lionel Scaloni e cometeu faltas em excesso, algumas violentas. Duas delas renderam amarelos e a consequente expulsão de Enzo Fernández no acréscimo do jogo.

Não fosse Dibu, a Argentina teria sido derrotada nos 90 minutos. O goleiro, que rejeitou passar por cirurgia na mão para poder jogar o Mundial, viu valer a pena o seu sacrífico. No acréscimo, apareceu mais duas vezes e voou no canto esquerdo para impedir o que seria um golaço de falta de Yamal.

Mais 30 minutos de pressão espanhola

Não foram 90 minutos de pressão espanhola. Foram mais de 100. Na prorrogação, o roteiro se repetiu, com a insistência dos europeus no ataque, lançando mão de todos os recursos que tinham diante de um rival fragilizado e com inferioridade numérica.

A rede balançou com Nico Williams no primeiro tempo da prorrogação, mas o árbitro esloveno Slavko Vincic enxergou falta em Otamendi antes de o atacante finalizar. Dibu seguiu defendendo o que podia, e a defesa albiceleste fazendo seu papel com competência.

Seria um castigo se a Espanha não marcasse sequer um gol na decisão em que apenas ela atacou e se aproximou do gol. Não foi porque, depois de 105 minutos, a seleção europeia pôs o pé na forma e deixou eufóricos os espanhóis nas arquibancadas.

O herói do título que premiou o único time a jogar foi Ferran Torres, que entrara na etapa final. O atacante estava no lugar e no momento certos quando viu Nico Williams ajeitar de cabeça para ele acertar chute com violência no meio do gol e correr para celebrar. Os argentinos, claro, decidiram atacar depois do gol sofrido. Na pressão, sem organização, criaram três chances e não fizeram. Não havia tempo para buscar o empate. A taça mudou de dono e voltou para a Espanha após 16 anos.

FICHA TÉCNICA

ESPANHA 1 x 0 ARGENTINA

ESPANHA – Unai Simón; Pedro Porro, Cubarsí, Laporte (Eric García) e Cucurella; Rodri (Zubimendi), Fabián Ruiz (Pedri) e Dani Olmo (Mikel Merino); Lamine Yamal, Oyarzabal (Ferran Torres) e Álex Baena (Nico Williams). Técnico: Luis de la Fuente

ARGENTINA – Dibu Martínez; Montiel (Molina), Romero (Medina), Lisandro Martínez (Otamendi) e Tagliafico; De Paul (Simeone), Enzo Fernández, Mac Allister e Nico González (Paredes); Messi e Julián Álvarez (Senesi). Técnico: Lionel Scaloni.

GOL – Ferran Torres, a um minuto do segundo tempo da prorrogação

CARTÕES AMARELOS – Lisandro Martínez, Romero, Scaloni, Mac Allister.

CARTÃO VERMELHO – Enzo Fernández.

ÁRBITRO – Slavko Vincic (Eslovênia).

PÚBLICO – 80.663 torcedores.

LOCAL – MetLife Stadium, em East Rutherford, Estados Unidos.

Tribuna do Norte

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20 jul

Senado aprova aumento de penas para crimes contra professores e médicos

Senado aprova aumento de penas para crimes contra professores e médicos

O Plenário do Senado aprovou na quarta-feira, 15, o projeto de lei que aumenta as penas para os crimes praticados contra profissionais da saúde ou da educação no exercício de suas funções. Como o projeto (PL 2.672/2025) teve origem na Câmara dos Deputados e foi alterado no Senado, o texto voltará à Câmara para nova análise.

Para endurecer essas punições, a proposta altera o Código Penal. O texto amplia penas para crimes como lesão corporal, ameaça, incitação ao crime, desacato, homicídio e outros delitos. Em alguns casos, a pena pode ser aumentada em até dois terços ou dobrada.

O autor do projeto é o ex-deputado federal Goulart. No Senado, a iniciativa recebeu parecer favorável do relator da matéria, senador Dr. Hiran (PP-RR). Ao defender a medida, o senador apontou o alto número de casos de violência contra médicos, enfermeiros e professores no país.

Hiran disse que as emendas acatadas por ele tinham o objetivo adequar o conjunto das penas da proposta à legislação atual.

Segundo o relator, condições inadequadas de trabalho podem contribuir para os episódios de violência.

— Os profissionais de saúde que trabalham nas UPAs [Unidades de Pronto Atendimento], assim como nossos professores, vêm sendo submetidos a muitos tipos de agressão. Muitas vezes esses profissionais são os anteparos de todo um sistema que é falho nessa atenção; eles acabam recebendo todo o peso da agonia das pessoas — argumentou o senador.

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20 jul

Inscrições para o concurso com vagas para policial penal e especialista em assistência penitenciária estão abertas até 27 de julho

Inscrições para o concurso com vagas para policial penal e especialista em assistência penitenciária estão abertas até 27 de julho

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio da Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (SEAP) e da Secretaria de Estado da Administração (SEAD), divulgou um concurso público para o preenchimento de vagas em funções de nível superior. 

Segundo o edital, as oportunidades são para os cargos de:

  • Policial Penal (140 vagas AC, 20 vagas PCD, 40 vagas Étnico-Racial, mais cadastro de reserva)
  • Especialista em Assistência Penitenciária Assistente Social (14 vagas AC, 2 vagas PCD, 4 vagas Étnico-Racial, mais cadastro de reserva)
  • Especialista em Assistência Penitenciária – Médico Psiquiatra (4 vagas AC, 1 vaga PCD, 1 vaga Étnico-Racial, mais cadastro de reserva)
  • Especialista em Assistência Penitenciária –  Psicólogo (14 vagas AC, 2 vagas PCD, 4 vagas Étnico-Racial, mais cadastro de reserva)
  • Especialista em Assistência Penitenciária – Terapeuta Ocupacional (10 vagas AC, 1 vaga PCD, 3 vagas Étnico-Racial, mais cadastro de reserva)

A jornada de trabalho varia de 20 a 40 horas semanais para especialistas em assistência penitenciária, com remuneração de R$ 3.500,00 a R$ 4.081,49. Para policial penal, a jornada é de 160 horas mensais, com remuneração de R$ 5.681,78.

As inscrições poderão ser feitas das 10h do dia 22 de junho de 2026 às 23h59 do dia 27 de julho de 2026, observado o horário oficial de Brasília/DF, exclusivamente pelo site www.avalia.org.br. A taxa de inscrição é de R$ 130,00.

A seleção para policial penal será composta por prova objetiva, teste de aptidão física, avaliação psicológica, exame toxicológico, investigação social e curso de formação. Para especialistas em assistência penitenciária haverá prova objetiva, avaliação psicológica, exame toxicológico e investigação social. 

Cumprimentoda lei

O prazo de validade do concurso será de dois anos, sob o regime estatutário, contados a partir da homologação, podendo ser prorrogado uma vez por igual período.

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20 jul

Michelle Bolsonaro descarta ser vice de Romeu Zema

Michelle Bolsonaro descarta ser vice de Romeu Zema

A Michelle Bolsonaro descartou, no sábado (18), a possibilidade de integrar uma chapa presidencial como candidata a vice de Romeu Zema (Novo-MG). Em publicação nas redes sociais, a ex-primeira-dama afirmou que não existe qualquer chance de compor a pré-candidatura do governador mineiro à Presidência da República. Além disso, ela ressaltou que ainda não definiu sequer se disputará uma vaga no Senado nas eleições de 2026.

A manifestação ocorreu poucas horas depois de Zema citar Michelle como uma das possíveis opções para ocupar a vice-presidência em uma eventual chapa do Novo. Entretanto, a ex-primeira-dama rejeitou publicamente essa hipótese e destacou que sua situação política ainda não está definida.

Michelle Bolsonaro nega possibilidade de aliança

Em sua publicação, Michelle Bolsonaro foi direta ao comentar a especulação sobre uma possível composição com Romeu Zema.

“Não há nenhuma possibilidade de isso acontecer. Primeiro, eu não defini se serei candidata nem ao Senado. Portanto, essa proposta não pode sequer ser cogitada”, escreveu.

Michelle argumentou que permanece filiada ao Partido Liberal (PL), fator que inviabilizaria uma aliança desse tipo. Segundo ela, a legenda não pode participar de coligações distintas com duas candidaturas à Presidência da República.

Dessa forma, a ex-primeira-dama afastou qualquer possibilidade de integrar uma chapa liderada pelo governador mineiro neste momento.

Declaração de Zema motivou resposta

Mais cedo, durante o 10º Encontro Nacional do Novo, realizado em São Paulo, Romeu Zema foi questionado sobre possíveis nomes para compor sua chapa presidencial.

Na ocasião, o governador afirmou que Michelle Bolsonaro poderia ser uma alternativa para a vaga de vice-presidente.

“É uma possibilidade, sim, como outras também são. Nome ficha limpa é sempre um nome muito bom”, declarou Zema ao comentar a formação de uma eventual chapa para a disputa presidencial.

Entretanto, a resposta de Michelle encerrou rapidamente as especulações sobre uma possível parceria política entre os dois.

Ex-primeira-dama cita cenário interno do PL

Ao justificar sua posição, Michelle Bolsonaro também mencionou a situação interna do Partido Liberal. Segundo ela, o PL já possui uma pré-candidatura ao Palácio do Planalto, o que impediria a existência de duas chapas majoritárias vinculadas à legenda em coligações diferentes.

Embora não tenha citado nomes diretamente, a declaração faz referência à pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), apontado como um dos nomes do partido para a sucessão presidencial.

Michelle e Flávio vivem um período de distanciamento político. Nos últimos meses, divergências nas articulações internas do PL provocaram um desgaste entre ambos. A crise ganhou repercussão após Michelle divulgar um vídeo afirmando que teria sido humilhada pelo senador.

Posteriormente, ela deixou a presidência do PL Mulheres, enquanto Flávio Bolsonaro declarou publicamente que não mantinha mais relação com a ex-primeira-dama.

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