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11 jan

Calendário de 2025 é igual ao de 1969? Entenda a coincidência e relembre 6 eventos históricos de 56 anos atrás

Calendário de 2025 é igual ao de 1969?
Calendário de 2025 é igual ao de 1969? — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Você sabia que o calendário de 2025 é idêntico ao de 1969? E não somente ao desse ano, mas também ao de 1997, por exemplo. A explicação para isso está no fato de que, de modo geral, os calendários se repetem a cada 28 anos.

Marcado por diversos eventos históricos, 1969 foi um ano de conquistas científicas, movimentos culturais e tensões políticas que refletiram as mudanças globais da época. No Brasil, em pleno regime militar, foi um período de intensificação do autoritarismo e da repressão, mas também de luta por transformação social. Veja abaixo 6 eventos históricos marcantes em 1969:

Em 20 de julho de 1969, os astronautas Neil Armstrong e Buzz Aldrin se tornaram os primeiros humanos a pisar na Lua, com Michael Collins no módulo de comando. Na ocasião, Armstrong proferiu a célebre frase: “Um pequeno passo para o homem, um grande salto para a humanidade.”

Em 1969 Brasil vivia um dos momentos mais assombrosos da repressão moldada pelo regime militar iniciado em 1964. Em meados daquele ano, o presidente Costa e Silva foi afastado, devido a problemas de saúde relacionados a um derrame. O poder foi assumido por uma junta militar formada por Aurélio de Lira Tavares, Augusto Rademaker e Márcio de Sousa e Melo, até a posse de Emílio Garrastazu Médici, marcando uma das fases mais repressivas da ditadura. Artur da Costa e Silva morreu em dezembro de 1969.

O projeto da Ponte Presidente Costa e Silva (Ponte Rio-Niterói) começou a ser estruturado em 1968, visando melhorar a integração entre o Rio de Janeiro e Niterói. As obras, no entanto, começaram efetivamente em janeiro de 1969, e foram concluídas em 1974.

O Jornal Nacional, da Rede Globo, foi ao ar pela primeira vez em 1º de setembro de 1969. Tornou-se o primeiro telejornal em rede nacional do Brasil e um marco na comunicação televisiva.

Realizado em agosto de 1969, o Woodstock Music & Art Fair reuniu mais de 400 mil pessoas nos Estados Unidos e se tornou um símbolo da contracultura e do movimento hippie.

Foi em 19 de novembro de 1969 que o rei Pelé marcou o milésimo gol de sua carreira. O marco aconteceu durante uma partida entre o Santos e o Vasco da Gama, válida pelo Torneio Roberto Gomes Pedrosa, embrião do Campeonato Brasileiro, no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro.

Conforme o compasso de 28 anos, o calendário do ano de 2053 seria idêntico ao de 2025. A “regrinha” não impede, porém, que calendários idênticos apareçam em intervalos menores, como acontece se compararmos 2017 e 2023, por exemplo, com diferença de apenas seis anos. Assim, nos próximos 28 anos, outros calendários podem ser iguais aos de 2025.

Um fato curioso é que essa repetição exata cada 28 anos pode ser quebrada por conta de uma regra especial sobre os anos bissextos. Normalmente, a cada 4 anos, há um ano bissexto (com 366 dias). No entanto, a cada 100 anos, o ano que, pela regra, seria bissexto, não é — a menos que seja múltiplo de 400. Isso significa que, por exemplo, o ano 1700 não foi bissexto, mas o ano 2000 foi. Por causa dessa regra, o calendário pode não se repetir exatamente a cada 28 anos em alguns casos.

Fonte: O Globo

Campo Forte
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11 jan

Governo Lula prepara reação em quatro frentes contra meta; veja quais

Lula. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
Assunto foi discutido em uma reunião do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o tema com alguns de seus principais ministros (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil)

O governo federal prepara uma reação em quatro frentes, incluindo resposta no Judiciário e novas proposições no Legislativo, contra a Meta – dona do Facebook, do Instagram, do Threads e do Whatsapp. A empresa decidiu acabar com a checagem de fatos de suas redes sociais nos Estados Unidos, mas a leitura dos líderes brasileiros é que esse movimento deverá chegar ao País. O assunto foi discutido em uma reunião do presidente Luiz Inácio Lula da Silva mais cedo sobre o tema com alguns de seus principais ministros.

A primeira resposta institucional sairá no Supremo Tribunal Federal (STF), que avalia um ponto do Marco Civil da Internet sobre as plataformas digitais e foi provocado pela Advocacia-Geral da União (AGU). Também haverá uma atuação ampla no Legislativo, com envio de dois novos textos para abordar tanto a taxação das big techs quanto a regulação concorrencial do setor, além da aposta no projeto sobre Inteligência Artificial, já aprovado no Senado. Os projetos sobre taxação e concorrência já eram discutidos na Fazenda, mas ganharam prioridade depois do movimento da Meta.

A terceira frente inclui ações dos órgãos administrativos, como a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon). A última frente será um monitoramento maior de temas com repercussão nas eleições de 2026, que influenciarão o trabalho do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O governo espera reflexo do movimento da Meta nas eleições do próximo ano, quando a Corte eleitoral será presidida pelo ministro Nunes Marques, indicado por Jair Bolsonaro. Nunes Marques tende a ter uma postura mais permissiva do que a de Alexandre de Moraes, que comandou o tribunal durante a disputa de 2022.

Uma avaliação exposta por fontes ao Estadão/Broadcast é que o País não tem instrumentos legais para lidar com a situação e estaria exposto a uma explosão de fake news e discursos de ódio nas redes. Uma das preocupações é com o alinhamento político de donos de empresas de tecnologia como Mark Zuckerberg e Elon Musk ao futuro presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Essa aliança poderia ser encarada, de acordo com integrantes do governo ouvidos pela reportagem em condição de reserva, como um projeto de poder.

Lula e Trump são de campos políticos antagônicos. Ao anunciar as mudanças em sua empresa, o bilionário Mark Zuckerberg usou um discurso sobre censura parecido com o propagado pelo trumpismo e pelo bolsonarismo. Elon Musk, dono do X, antigo Twitter, fará parte do governo Trump e já disse, depois de xingado pela primeira-dama Janja Lula da Silva, que o grupo lulista perderá a próxima eleição no Brasil.

A reação do governo conta com um julgamento em andamento no STF, que avalia a constitucionalidade do artigo 19 do Marco Civil da Internet. Um interlocutor disse ao Estadão/Broadcast que está claro que o Supremo vai dizer o que é responsabilidade das plataformas e em quais casos elas terão obrigação ou não de atuar, inclusive para moderação de conteúdo. A isso se soma a ação da AGU, o que deve fazer com que a primeira resposta às plataformas no Brasil parta do Judiciário.

No Legislativo, o presidente Lula pediu para que integrantes do governo tratassem três projetos, levantados na reunião, como prioridade. Todos os temas já foram discutidos com parlamentares, mas só um está em tramitação – o de Inteligência Artificial, aprovado no Senado e em avaliação pela Câmara, em um texto que tem a anuência da Fazenda em sua maior parte. Há um projeto sobre regulamentação de big techs parado no Congresso por causa da oposição de setores da oposição. A principal diferença entre este texto e o que ganhará tração agora é o escopo: a proposta da Fazenda não mira em questões de conteúdo, apenas na regulação econômica.

Os outros dois projetos – sobre concorrência e taxação das plataformas – serão encaminhados no início do ano legislativo. No final de 2024, a prioridade foram as propostas de contenção de despesas e, agora, só o Orçamento tem mais peso do que esses temas. A avaliação é de que o debate para a tributação das big techs já está maduro e alinhado às discussões no âmbito da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) Já a revisão da lei de defesa da concorrência para a regulação econômica de big techs com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) como regulador concorrencial, apresentada pela Fazenda em outubro do ano passado, ganhará celeridade neste início de ano.

O objetivo do governo é de que essa regulação das redes não seja feita apenas a posteriori, mas seguindo o conceito “ex-ante”. Um interlocutor lembrou que esse é um modelo já adotado na Europa, em que há um tipo de obrigação maior para as empresas de tecnologia, que precisam fazer uma solicitação ao órgão concorrencial – que no Brasil será o Cade – antes de adotar qualquer tipo de medida, sob pena de que essa medida não gere efeito.

Os ministros Rui Costa (Casa Civil) e Jorge Messias (AGU) usaram palavras fortes depois da reunião. Messias disse que não se pode compactuar com “barbárie” nas redes. Rui Costa afirmou que Lula colocou a situação como um caso de soberania nacional, e disse que a regulamentação será uma das prioridades do governo. A AGU de Messias já enviou uma notificação extrajudicial à Meta requerendo informações sobre a checagem de fatos nas plataformas da empresa.

Estadão Conteudo

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11 jan

Golpistas usam nome da Receita para aplicar golpe da “taxa sobre Pix”; entenda

Exemplo divulgado pela Receita Federal da tentativa de golpe | Foto: Reprodução

Criminosos estão aproveitando a onda de desinformação relacionadas à fiscalização da Receita Federal sobre transações financeiras para enganar cidadãos e aplicar golpes. Os golpistas enviam mensagens, utilizando o nome da Receita Federal, comunicando a existência de uma suposta cobrança de taxas pela instituição sobre as transações via Pix em valores acima de R$ 5 mil. A audácia é tão grande que eles ainda dizem que, se não for feito o pagamento, o CPF do contribuinte será bloqueado.

Para tornar a fraude mais convincente, as mensagens utilizam o nome, as cores e os símbolos oficiais da Receita Federal. E para o golpe ficar ainda mais autêntico, os golpistas ainda enviam uma guia de pagamento anexada de R$ 845,20. No gov.br/receitafederal, página da Receita, tem um exemplo da mensagem enviada pelos criminosos.

A Receita alerta então que: não existe tributação sobre Pix e nunca vai existir, até porque a Constituição não autoriza imposto sobre movimentação financeira.

E por isso não cobra e jamais vai cobrar impostos sobre transações feitas via Pix. A instituição explica que está acontecendo apenas uma atualização no sistema de acompanhamento financeiro para incluir novos meios de pagamento na declaração prestada por instituições financeiras e de pagamento.

Então as recomendações de sempre para não cair em golpe: desconfie de mensagens suspeitas, não abra links desconhecidos; não abra arquivos anexos; verifique a autenticidade.

No caso da Receita Federal, o Portal e-CAC (Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte) e o site oficial são os únicos canais seguros de comunicação.

Agência Brasil

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11 jan

Alerta de chuvas intensas é emitido para 90 cidades do RN; confira lista

O alerta é válido até esta sábado (11). Foto: kwangmoop/Freepik

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta amarelo (que indica perigo potencial) para chuvas intensas em 90 cidades do Rio Grande do Norte nesta sexta-feira (10). O informe foi emitido às 10h10 e é válido até às 10h deste sábado (11).

Para estas cidades, o instituto prevê chuvas entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, com ventos intensos entre 40 e 60 km/h. O risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas é baixo. Assu, Pau dos Ferros, Venha-ver e Mossoró estão entre as cidades listadas.

Como orientações, o Inmet aconselha que, em caso de rajadas de vento, não se abrigue debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. A população também deve evitar usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada.

Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).

Confira a lista com as cidades sob alerta abaixo:

  1. Acari
  2. Açu
  3. Afonso Bezerra
  4. Água Nova
  5. Alexandria
  6. Almino Afonso
  7. Alto do Rodrigues
  8. Angicos
  9. Antônio Martins
  10. Apodi
  11. Areia Branca
  12. Augusto Severo
  13. Baraúna
  14. Caicó
  15. Caraúbas
  16. Carnaubais
  17. Coronel João Pessoa
  18. Cruzeta
  19. Currais Novos
  20. Doutor Severiano
  21. Encanto
  22. Equador
  23. Felipe Guerra
  24. Fernando Pedroza
  25. Florânia
  26. Francisco Dantas
  27. Frutuoso Gomes
  28. Galinhos
  29. Governador Dix-Sept Rosado
  30. Grossos
  31. Guamaré
  32. Ipanguaçu
  33. Ipueira
  34. Itajá
  35. Itaú
  36. Janduís
  37. Jardim de Piranhas
  38. Jardim do Seridó
  39. João Dias
  40. José da Penha
  41. Jucurutu
  42. Lagoa Nova
  43. Lucrécia
  44. Luís Gomes
  45. Macau
  46. Major Sales
  47. Marcelino Vieira
  48. Martins
  49. Messias Targino
  50. Mossoró
  51. Olho d’Água do Borges
  52. Ouro Branco
  53. Paraná
  54. Paraú
  55. Parelhas
  56. Patu
  57. Pau dos Ferros
  58. Pedro Avelino
  59. Pendências
  60. Pilões
  61. Portalegre
  62. Porto do Mangue
  63. Rafael Fernandes
  64. Rafael Godeiro
  65. Riacho da Cruz
  66. Riacho de Santana
  67. Rodolfo Fernandes
  68. Santana do Matos
  69. Santana do Seridó
  70. São Fernando
  71. São Francisco do Oeste
  72. São João do Sabugi
  73. São José do Seridó
  74. São Miguel
  75. São Rafael
  76. São Vicente
  77. Serra do Mel
  78. Serra Negra do Norte
  79. Serrinha dos Pintos
  80. Severiano Melo
  81. Taboleiro Grande
  82. Tenente Ananias
  83. Tenente Laurentino Cruz
  84. Tibau
  85. Timbaúba dos Batistas
  86. Triunfo Potiguar
  87. Umarizal
  88. Upanema
  89. Venha-Ver
  90. Viçosa
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11 jan

Governadores do Centro-Oeste, Sul e Sudeste pedem revogação de decreto presidencial e defendem autonomia; ato divide posições pelo Brasil

Foto:  Antônio Cruz/ Agência Brasil
Foto: Antônio Cruz/ Agência Brasil

O decreto presidencial que limita a ação policial das forças de segurança, publicado no fim de dezembro, reacendeu embate entre estados do Centro-Oeste, Sul e Sudeste e governo federal na área, além de dividir governadores pelo Brasil. No texto, diretrizes para o uso de armas de fogo e instrumentos não letais, condutas de abordagens, buscas domiciliares e atuação dos policiais penais nas unidades prisionais. 

Logo nos primeiros dias a publicação gerou reações. Um dos primeiros a se manifestar foi o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil) que disse que o decreto traz apenas “chantagem e falta de inovação”. Ele criticou as diretrizes do decreto, que estabelece que os estados que não cumprirem as regras poderão deixar de receber os Fundos Penitenciário e de Segurança Pública. 

Também contrário ao decreto, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MBD), em entrevista ao portal Metrópoles, disse que trata-se de “mais uma interferência do governo federal na autonomia dos estados e do DF, ferindo a Constituição”.

Veja mais:
Segurança pública: governadores defendem autonomia para legislar sobre matéria penal

No Sul e no Sudeste, os governadores formalizaram a crítica com uma nota conjunta pedindo a revogação do documento. Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), Cláudio Castro (PL-RJ), Romeu Zema (Novo-MG) e Ratinho Júnior (PSD-PR) alegam que a medida “beneficia a ação de facções e pune homens e mulheres que diariamente arriscam suas vidas em prol da sociedade”.

Divisão

Enquanto os governadores do Centro-Oeste, Sudeste e Sul do país reagiram contra o documento, no Nordeste a reação foi oposta. A manifestação também veio em forma de nota, assinada por nove governadores nordestinos, por meio do Consórcio Nordeste, e defende o documento alegando que ele “não altera a autonomia dos estados”.

“Ao contrário, ele reafirma a centralidade da prudência, do equilíbrio e do bom senso no exercício da atividade policial. Além disso, sublinha a necessidade de constante modernização das técnicas de atuação, promovendo mais segurança, tanto para os profissionais quanto para a sociedade, sempre com a preservação da vida como prioridade absoluta.”

A nota foi assinada por Fátima Bezerra (RN), Paulo Dantas (AL), Jerônimo Rodrigues (BA), Elmano de Freitas (CE), Carlos Brandão (MA), Rafael Fonteles (PI), Raquel Lyra (PE), João Azevedo (PB) e Fábio Mitidieri (SE). 

O cientista político Eduardo Grin, explica o embate em torno do documento por conta da politização que ganhou.

“Os principais governadores do Sul e do Sudeste têm posições políticas completamente opostas às do governo federal e o tema da segurança pública é muito importante, pois é uma das duas atribuições constitucionais que garante autonomia de atuação dos estados. Essa é a maneira que o governo federal vem adotando de, lentamente, começar a produzir alguma coordenação nacional maior, como tem na saúde com o Sistema Único de Saúde.”

O especialista destaca que o tema da segurança pública é muito visível eleitoralmente. 

“Quando esse problema vem à tona ele foi politizado, pois os governadores do Sul e do Sudeste, que saem à frente na disputa presidencial de 2026, não querem perder autonomia constitucional. Eles entendem que todo e qualquer movimento que o governo federal venha a fazer tem por finalidade reduzir — e até retirar – essa autonomia dos estados na segurança pública.” 

O que diz o Ministério da Justiça 

Também por meio de nota, o Ministério da Justiça rebateu as críticas dos governadores do Sul e do Sudeste, dizendo que “o texto foi construído a partir de um amplo debate entre o governo federal, representantes dos entes federados, dos órgãos de segurança pública e da sociedade civil.”

E que além das forças de segurança dos estados, também fizeram parte do grupo de trabalho para a elaboração do decreto organizações não governamentais em defesa da paz. 

A nota ainda esclarece que “o objetivo do Ministério da Justiça e Segurança Pública foi o de construir um texto de consenso sobre o uso de instrumentos de menor potencial ofensivo (IMPO) pelos agentes de segurança pública em todo o país.”

Uso progressivo da força policial: o que muda com o novo decreto

A ideia central do decreto consiste em fazer com que o policial “use a força de forma progressiva, priorizando o diálogo, sem qualquer discriminação contra o cidadão brasileiro”, defendeu o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski.

O documento prevê que será necessário planejamento nas operações para “prevenir ou minimizar o uso da força e para mitigar a gravidade de qualquer dano direto ou indireto que possa ser causado a quaisquer pessoas”.

Entre as diretrizes previstas pelo decreto, a que o uso da arma de fogo só poderá ser feito por profissionais da segurança pública federal como último recurso. O documento também prevê que armas de fogo não deverão ser usadas contra pessoa desarmada que esteja em fuga e veículo que desrespeite o bloqueio policial.

Além disso, o uso de força só poderá ser empregado quando outros recursos não forem suficientes e o nível de força utilizado seja compatível com a ameaça da situação. Também define que o uso inadequado deve levar à responsabilização do policial.

Fonte: Brasil 61

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