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Policial
21 jun

PRF prende homem por importunação sexual em ônibus interestadual na BR-304, em Mossoró/RN

PRF prende homem por importunação sexual em ônibus interestadual na BR-304, em Mossoró/RN

Na manhã deste sábado (21), a Polícia Rodoviária Federal prendeu um homem de 59 anos pelo crime de importunação sexual, durante fiscalização a um ônibus de linha interestadual na BR-304, em Mossoró/RN.

O veículo fazia a rota entre os estados de Pernambuco e Ceará. Após denúncia feita por uma passageira, os policiais identificaram o suspeito e o conduziram à Delegacia de Plantão de Mossoró/RN, onde foi lavrado o auto de prisão em flagrante.

Durante o registro da ocorrência, o autor admitiu o contato físico, mas tentou minimizar sua conduta — o que, ainda assim, configura crime grave previsto em lei.Após os trâmites legais, o homem foi encaminhado ao sistema prisional.

A conduta foi enquadrada no artigo 215-A do Código Penal, que trata do crime de importunação sexual:

> Art. 215-A – Praticar contra alguém e sem a sua anuência ato libidinoso com o objetivo de satisfazer a própria lascívia ou a de terceiro.

Pena: reclusão de 1 a 5 anos, se o ato não constituir crime mais grave.A PRF reafirma seu compromisso no enfrentamento à violência contra a mulher e orienta que toda vítima de importunação ou qualquer forma de assédio denuncie imediatamente.

O canal de emergência da PRF é o 191, disponível 24 horas por dia._Denunciar é um ato de coragem e proteção. A sua voz pode salvar outras vidas.

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Policial
21 jun

PRF prende mulher por adulteração veicular durante Operação Corpus Christi

PRF prende mulher por adulteração veicular durante Operação Corpus Christi

Durante fiscalizações da Operação Corpus Christi 2025, a Polícia Rodoviária Federal prendeu, na tarde desta sexta-feira (20), uma mulher de 36 anos por adulteração de sinal identificador de veículo automotor, crime previsto no artigo 311 do Código Penal Brasileiro.

A ação ocorreu na BR-405, em Apodi/RN. Os policiais abordaram uma motocicleta HONDA/CG 125 FAN KS e, após minuciosa verificação, constataram a adulteração nos sinais identificadores do veículo, como número do chassi e motor, o que configura crime de falsificação.

A condutora foi presa em flagrante e a ocorrência encaminhada à Delegacia Regional da Polícia Civil de Pau dos Ferros.

O crime de adulteração de sinal identificador de veículo automotor prevê pena de reclusão de 3 a 6 anos, além de multa.

A prática consiste em suprimir ou alterar números de identificação com o objetivo de mascarar a origem do veículo, o que dificulta a atuação policial e fomenta crimes como furto, roubo e receptação.

A PRF segue intensificando as fiscalizações nas rodovias federais durante o feriado prolongado, reforçando o combate ao crime e promovendo a segurança viária e pública em todo o estado.

fonte: PRF

Campo Forte
Brasil
21 jun

Distribuidoras de energia alertam sobre riscos de fogueiras e balões

Distribuidoras de energia alertam sobre riscos de fogueiras e balões

Com a chegada das festas juninas e julinas em todo o país, as distribuidoras de energia fazem um alerta à população: soltar balões é perigoso e ilegal, podendo provocar curto-circuitos, incêndios e até apagões, além de colocar vidas em risco.

A prática é considerada crime ambiental, com pena de detenção e multa, e é uma ameaça real à segurança das pessoas e da rede elétrica.

A Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), que representa 42 concessionárias responsáveis pelo atendimento a mais de 90 milhões de domicílios brasileiros, reforça que a prevenção começa com ações simples e conscientes da população.

Além dos balões, as fogueiras acesas próximas à rede elétrica também podem danificar os cabos e causar acidentes sérios, com risco de choques, incêndios e interrupções no fornecimento.

O local onde se instala as típicas bandeirinhas ou enfeites também dever ser escolhido com cautela. Postes ou fios de energia não podem ser usados para este fim.

O porta-voz do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro, major Fábio Contreiras, destaca que os balões são responsáveis por inúmeros incêndios nos centros urbanos e nas florestas, causando perdas materiais, destruindo a vegetação.“Os balões também representam um grande perigo para a aviação.

O risco de colisão ou de sucção pelas turbinas das aeronaves é real. Nessa situação, a chance de um acidente aéreo é muito alta”, disse Contreiras.Segundo o presidente da Abradee, Marcos Madureira, esse período marcado por celebrações tradicionais também é momento de atenção e reflexão sobre algumas práticas que colocam em risco pessoas e a rede elétrica.

“Comportamentos de risco, como soltar balões ou montar fogueiras perto dos postes, podem trazer consequências graves e até irreversíveis”, destaca Madureira.

A população pode acessar mais dicas e informações sobre como se proteger e evitar acidentes com a rede elétrica em site da Abradee.

Agência Brasil

Lojão do Real
Mundo
21 jun

Israel ataca 5ª instalação nuclear do Irã e agência alerta para riscos

Israel ataca 5ª instalação nuclear do Irã e agência alerta para riscos

A Força Aérea de Israel atacou importante instalação nuclear do Irã na província de Isfahan na madrugada deste sábado (21).

É a quinta unidade nuclear atingida por Israel desde o início do conflito, que entrou no nono dia com cerca de 430 mortos do lado iraniano e 25 do lado israelense, segundo fontes oficiais.

Ataques a instalações nucleares são considerados ilegais pelo direito internacional, mas Israel diz que busca eliminar as capacidades nucleares do Irã.

Em nota, o diretor-geral Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Mariano Grossi, disse que não havia material nuclear no local e que, portanto, não haverá consequências radiológicas.

A agência é ligada à Organização das Nações Unidas (ONU).“A oficina — que fabricou as máquinas usadas para enriquecer urânio — estava anteriormente sob monitoramento e verificação da AIEA, incluindo câmeras da agência instaladas. Conhecemos bem esta instalação”, comentou Grossi.

Apesar de descartar risco de vazamento de material radioativo no último ataque, Rafael Grossi alertou que os sistemáticos ataques a instalações nucleares iranianas causaram “forte degradação da segurança nuclear do país”.

“Embora até agora não tenham causado liberação radiológica que afete o público, há o perigo de que isso possa ocorrer”, concluiu o diretor da AIEA.

Israel já atacou instalações nucleares em Arak, Isfahan, Karaj, Natanz e Teerã.A Resolução 487 do Conselho das Nações Unidas considera que qualquer ataque militar a instalações nucleares é um ataque a todo regime de salvaguardas da AIEA e ao Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares

A agência diz que ataques a instalações nucleares “nunca devem ocorrer”.“Intensificamos o ataque à instalação nuclear em Isfahan e no oeste do Irã. Esses ataques cumulativos representam um duro golpe para a capacidade de produção nuclear do regime iraniano”, disse o porta-voz do Exército de Israel, Effie Defrin.

Bushehr

Uma das principais preocupações da AIEA é a Central Nuclear de Bushehr, que, se for atacada, pode liberar grande quantidade de radioatividade para o ambiente. Além disso, caso as únicas duas linhas de transmissão de energia elétrica dessa central sejam desativadas, o núcleo do reator poderia derreter, o que resultaria em uma alta liberação de radioatividade.

“Na pior das hipóteses, ambos os cenários exigiriam ações de proteção, como evacuações e abrigos para a população ou a necessidade de tomar iodo estável, com alcance que poderia abranger distâncias de algumas a centenas de quilômetros”, explicou o diretor-geral da AIEA.

Natanz

Os ataques ao local de enriquecimento de Urânio em Natanz destruíram a infraestrutura elétrica da instalação. Apesar da radioatividade fora do prédio permanecer normal, há contaminação radiológica e química dentro das instalações.

“A radiação, composta principalmente por partículas alfa, representa um perigo significativo se inalada ou ingerida. Esse risco pode ser gerenciado de forma eficaz com medidas de proteção adequadas, como o uso de dispositivos respiratórios.

A principal preocupação dentro da instalação é a toxicidade química”, disse o diretor-geral da AIEA.

Teerã e Arak

As instalações em construção em Arak atingidas nesta semana ainda não estavam em operação e não continham material nuclear.

Com isso, nenhuma consequência radiológica é esperada.A AIEA descartou vazamentos radioativos no Centro de Pesquisa de Teerã, também atacado por Israel.

“Não houve impacto radiológico, interno ou externo”, afirmou Grossi. O diretor-geral da organização, porém, alertou para os graves riscos caso Israel ataque o Reator de Pesquisa Nuclear de Teerã. “Poderia ter consequências graves, potencialmente para grandes áreas da cidade de Teerã e seus habitantes.

Nesse caso, medidas de proteção precisariam ser tomadas.”Guerra Israel x IrãAcusando o Irã de estar próximo de desenvolver uma arma nuclear, Israel lançou um ataque surpresa contra o país no último dia 13 de junho expandindo a guerra no Oriente Médio.

O Irã afirma que seu programa nuclear é apenas para fins pacíficos e que estava no meio de uma negociação com os Estados Unidos (EUA) para estabelecer acordos que garantissem o cumprimento do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, o qual Irã é signatário.

No entanto, a AIEA vinha acusando o Irã de não cumprir com todas suas obrigações, apesar de reconhecer que não tem provas de que o país estaria construindo uma bomba atômica.

O Irã acusa a Agência de agir “politicamente motivada” e dirigida pelas potências ocidentais, como EUA, França e Grã-Bretanha, que tem apoiado Israel na guerra contra Teerã.

Em março, o setor de Inteligência dos Estados Unidos afirmou que Irã não estava construindo armas nucleares, informação que agora é questionada pelo próprio presidente dos EUA, Donald Trump, que analise se irá entrar na guerra diretamente ao lado de Israel.

Apesar de Israel não aceitar que o Irã tenha armas nucleares, diversas fontes ao longo da história indicaram que o país mantém um amplo programa nuclear secreto desde a década de 1950. Tal projeto teria desenvolvido pelo menos 90 ogivas atômicas.

© Forças de Defesa de Israel/Divulgação

Agência Brasil

PAX
Brasil
21 jun

Quatro em cada 10 brasileiros já foram alvo de fraudes pela internet

Quatro em cada 10 brasileiros já foram alvo de fraudes pela internet

Um levantamento feito para o relatório semestral Global de Tendências de Fraude Omnichannel da TransUnion mostrou que 40% dos brasileiros já foram alvo de fraudes por e-mail, internet, telefone ou mensagens de texto e 10% dos pesquisados disseram ter caído nos golpes.

As perdas atingiram uma média de R$ 6.311.Os dados mostram ainda que 53% dos entrevistados globalmente foram alvo de esquemas fraudulentos por canais como e-mail, internet, telefone e mensagens de texto entre agosto e dezembro de 2024.

E ao menos 47% dos entrevistados disseram não reconhecer que foram alvos desses golpes.Segundo o levantamento, o golpe mais relatado é o vishing, quando os criminosos realizam ligações telefônicas simulando representar empresas legítimas, como operadoras de celular, planos de saúde ou instituições financeiras, para induzir a vítima a fornecer dados confidenciais, como senhas bancárias, números de cartão de crédito, CPF, entre outras informações pessoais.

Pelo menos 29% dos entrevistados (13.387 adultos em 18 países e regiões) relataram prejuízos financeiros em decorrência de golpes no último ano, com uma perda média de US$ 1.747, o que equivale a R$ 10.683, na cotação do dia da pesquisa.

A Geração Z, os nascidos entre 1997 e 2010, foi a que mais relatou perdas (38%), enquanto os Baby Boomers,os nascidos entre 1946 e 1964, foram os que menos relataram (11%) perdas.

“A evolução das fraudes exige que as empresas estejam sempre um passo à frente, inclusive ajudando a conscientizar sobre golpes como o vishing.

É importante destacar que, assim como em outros golpes de engenharia social, o objetivo final dos fraudadores é obter informações ou acessos privilegiados para cometer fraudes financeiras”, explicou o gerente de Soluções de Prevenção à Fraude da TransUnion Brasil, Wallace Massola.

O estudo também revelou que houve o aumento de 11% nas transações financeiras suspeitas de tentativa de fraude digital em 2024, na comparação com 2023. Entre os tipos de fraude digital com crescimento mais acelerado a invasão de conta foi o mais relatado, com aumento de 20% ante o ano anterior.

Segundo Massola, com os modelos de prevenção a fraudes transacionais se tornando cada vez mais eficazes após anos de aprimoramento, os fraudadores têm mudado seu foco para processos de invasão de contas.

“Esse tipo de fraude representa um desafio crescente para as empresas. Para enfrentar essa ameaça, é essencial investir em tecnologias avançadas de monitoramento e autenticação, além de considerar soluções robustas de avaliação de risco de dispositivos e behaviour analytics”, disse.

O índice de fraude digital do Brasil foi de 5,4% em 2024, acima da média global, ficando ao lado de países como Canadá, Colômbia, República Dominicana, Hong Kong, Índia e Filipinas.

A taxa média de tentativas suspeitas de fraude em transações realizadas por consumidores dentro do Brasil foi de 6,1% em 2024, a sexta mais alta entre os quase 20 mercados analisados.

De acordo com o documento, 59% dos consumidores entrevistados afirmaram que trocariam de empresa em busca de uma experiência digital melhor, incluindo segurança de dados.

Para 77% dos entrevistados, ter confiança de que seus dados pessoais não serão comprometidos é um fator muito importante na hora de escolher com quem fazer negócios ou comprar online.

O relatório aponta ainda que 34% dos entrevistados no mercado global realizaram mais da metade de suas transações pela internet (mesmo percentual de 2023).

Outros 62% afirmaram que preocupações com fraudes são o principal motivo para não voltarem a usar um site. Quase metade (48%) relatou ter abandonado um carrinho de compras online por suspeita de fraude ou preocupações com segurança.

No caso de aplicações para obter produtos financeiros ou de seguros feitas online, a maioria (51%) das pessoas disse ter desistido por razões que envolvem tanto segurança quanto experiência na jornada de compra, com 46% desistindo após excesso de informações solicitadas, 41% por não confiarem na segurança dos dados pessoais e 38% por acharem o processo frustrante. No Brasil, 40% das pessoas disseram que não confiaram na segurança dos dados ou consideraram excessivo o volume de informações exigidas e, por isso, deixaram de comprar ou contratar um serviço online.

“Proteger os dados dos consumidores é inegociável. Com o aumento dos riscos em todos os canais, o investimento em prevenção à fraude é estratégico e se torna um dos grandes diferenciais competitivos. Tanto para reduzir atritos desnecessários com o consumidor quanto para evitar impactos reputacionais para as organizações”, ressaltou o vice-presidente de Soluções da TransUnion Brasil, Claudio Pasqualin.Segundo a pesquisa, ambientes de comunidades, como sites de relacionamento e fóruns virtuais, registraram a maior taxa global de tentativas suspeitas de fraude digital em 2024, com quase 12%, o que significa um aumento de 9% no volume em relação a 2023.

Em seguida, aparecem os jogos eletrônicos (11%), jogos online como apostas e pôquer (8%) e o varejo (8%), completando o ranking dos segmentos mais afetados.

No Brasil, as comunidades também foram o segmento com a maior taxa de suspeita de fraude digital, com 15,2%.Massola explicou que os fraudadores aproveitam a confiança inerente às plataformas de interação social, como aplicativos de relacionamento, para enganar os usuários, criando perfis falsos e construindo um relacionamento aparentemente genuíno, manipulando emocionalmente as vítimas.

“Uma vez conquistada a confiança, os criminosos solicitam informações confidenciais ou dinheiro, alegando emergências ou situações pessoais difíceis. Esse método de exploração não apenas compromete dados privilegiados, mas também pode resultar em perdas financeiras significativas para aqueles que acreditam estar seguros nas comunidades online”, alerta Massola.

© Freepick

Agência Brasil

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