O Potyguar Seridoense Sub-20 volta a campo neste domingo (24), às 15h00, no Estádio JL, em Natal-RN, para sua 4ª partida no Campeonato Estadual Sub-20. O adversário será o Univap, de Apodi.
Com 7 pontos conquistados (duas vitórias e um empate), o Tricolor ocupa a 4ª colocação na tabela e segue firme na briga por uma vaga na próxima fase.
O Potyguar Seridoense Sub-20 volta a campo neste domingo (24), às 15h00, no Estádio JL, em Natal-RN, para sua 4ª partida no Campeonato Estadual Sub-20. O adversário será o Univap, de Apodi.
Com 7 pontos conquistados (duas vitórias e um empate), o Tricolor ocupa a 4ª colocação na tabela e segue firme na briga por uma vaga na próxima fase.
A diretoria do Potyguar Seridoense se reuniu neste sábado (23) em Currais Novos para tratar das definições finais sobre o comando técnico e a formação do elenco para a temporada 2025.
Os dirigentes Daniel Morais e Renato Abner já conversaram com alguns nomes cotados para assumir o Tricolor, e a escolha deve ser anunciada nas próximas horas. A única certeza até o momento é que o novo treinador será um nome experiente e de fora da casa, não sendo uma opção “caseira”.
O elenco para a próxima temporada contará com alguns atletas oriundos do Sub-20, que atualmente disputa o Estadual da categoria, além de jogadores locais — tanto da Terra da Xelita quanto de outras regiões — que se destacaram no Campeonato Municipal.
A expectativa é de que os primeiros nomes sejam anunciados em breve no Instagram oficial do Potyguar.
O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) informa que, após decisão judicial, emitiu nesta última quinta-feira (21), ordem de retomada do Programa Nacional de Controle de Velocidade (PNCV). Os ofícios já estão sendo expedidos para as empresas e a reativação dos equipamentos instalados em rodovias federais de todo o país, sob administração desta autarquia, acontecerá de forma imediata.
Reiteramos a importância do Programa Nacional de Controle de Velocidade (PNCV) para a redução de sinistros de trânsito provocados pelo excesso de velocidade, sendo atualmente um dos instrumentos da política nacional de segurança viária, voltado à preservação de vidas e à redução de riscos nos trechos da malha rodoviária sob a administração desta autarquia.
O Instituto de Pesquisas Cananéia (IPeC) registrou 739 pinguins-de-magalhães (Spheniscus magellanicus) encontrados mortos em Cananéia, Iguape e Ilha Comprida, cidades do litoral sul de São Paulo, entre os dias 15 e 21 deste mês.
Os animais estavam em estágio avançado de decomposição, o que, segundo o instituto, dificulta identificar a causa das mortes.
“Entre as hipóteses para esses encalhes com base nas necropsias de animais frescos ou no quadro clínico dos animais vivos, podemos citar os efeitos da migração por longas distâncias, dificuldade em encontrar alimento, parasitoses, quadros infecciosos e a interação com a pesca”, afirmou o instituto à Agência Brasil.
De acordo com os especialistas, a espécie não está em risco por conta de eventos como este. Estima-se que haja de 2 a 3 milhões destes animais na natureza, em grandes colônias, principalmente na Argentina. Enfrentam, porém, risco por conta de pressões antrópicas e climáticas em seu habitat.
O IPeC realiza salvamentos, reabilitação e outras atividades de conservação da fauna marinha, como organização civil responsável pelo Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos. A instituição também faz a destinação correta de animais marinhos mortos, como pinguins, focas e baleias, que chegam às praias da região.
O “tarifaço” promovido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra parceiros comerciais é uma política ineficaz até mesmo para os americanos, de acordo com o professor e economista da Universidade de Harvard Dani Rodrik. Segundo ele, as sucessivas taxações sobre produtos que chegam aos Estados Unidos, uma das principais políticas externas de Trump, não servem para incentivar a economia americana, tampouco para garantir melhores empregos para os próprios americanos.
“Há uma boa chance de que, no final das contas, isso seja autodestrutivo”, diz Dani Rodrik.
Rodrik é ganhador de inúmeros prêmios e, atualmente, é codiretor do Programa Reimagining the Economy, na Kennedy School, e da rede Economics for Inclusive Prosperity. Entre 2021 e 2023, foi presidente da Associação Econômica Internacional, na qual ajudou a fundar a iniciativa Mulheres na Liderança em Economia.
Nesta semana, o economista participou do seminário Globalização, Desenvolvimento e Democracia, realizado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Open Society Foundations, na sede do BNDES, no Rio de Janeiro.
Dani Rodrik fez duras críticas à política adotada por Trump. Segundo ele, os objetivos alegados pelo presidente, como a reconstrução da indústria americana e o fortalecimento da classe média, não serão alcançados com tarifas de importação.
“O problema com a América de Trump não é o nacionalismo econômico, é que Trump não está adotando políticas que sejam nacionalistas o suficiente. Na verdade, não apenas não está claro de quem é o interesse, mas posso dizer que não está servindo ao interesse econômico americano” afirma.
Dani Rodrik explica que, ao taxar os produtos, pode-se até aumentar a arrecadação ou mesmo o lucro das empresas americanas, mas isso não necessariamente será revertido em empregos de qualidade e bem remunerados aos americanos ─ o que poderia fazer com que a qualidade de vida da população, sobretudo da classe média, melhorasse.
“As tarifas apenas aumentam a lucratividade de certos segmentos da manufatura. Agora, quando algumas empresas se tornam mais lucrativas, elas necessariamente inovam mais? Elas necessariamente investem mais? Elas investem mais em seus trabalhadores? Elas necessariamente contratam mais trabalhadores? Elas tentam ser mais competitivas? Todas essas coisas boas não estão diretamente ligadas ao fato de que, agora, elas estão ganhando mais dinheiro, porque você também pode reverter os lucros maiores aos gerentes ou acionistas”, diz.
Para ele, as tarifas, quando adotadas pelos países, devem ser medidas temporárias e devem ser associadas a ações internas que estimulem a economia.
“As tarifas são um expediente temporário, um escudo temporário, mas não são o principal instrumento pelo qual você atinge esses objetivos, porque, para isso, não são muito eficazes”, diz. “Os impostos podem ter um papel a desempenhar, mas o papel que desempenham seria, na melhor das hipóteses, um complemento, sempre que você tiver uma estratégia doméstica ─ seja para proteger certos setores ou políticas sociais, seja para promover a inovação por meio de políticas industriais ou por meio de mais empregos e bons empregos”, acrescenta.
O economista cita a China como um exemplo de modelo de crescimento. “A China tem seguido políticas que promovem seus próprios interesses econômicos nacionais acima de tudo. Mas, como resultado, essas políticas foram, em sua maioria, bem planejadas em termos de crescimento econômico”, defende.
Investimentos no Brasil
Trump também foi criticado pelo presidente do Conselho da Open Society, Alex Soros, que também participou do seminário. A Open Society é uma rede internacional de filantropia fundada por George Soros, pai de Alex.
Soros comentou o fechamento da Usaid, a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional, que era a principal agência de ajuda externa do governo dos EUA. Segundo ele, as ações humanitárias sofreram “muitos dos cortes mais dolorosos. Agora se sabe que pessoas morreram ao redor do mundo por conta dos cortes da Usaid”, diz.
“Falando como um americano, isso não é um interesse americano”, disse Alex Soros.
O presidente do Conselho da Open Society, Alex Soros, durante abertura do seminário Globalização, Desenvolvimento e Democracia Tânia Rêgo/Agência Brasil
Na quarta-feira (20), no dia do evento, a Open Society Foudations anunciou que apoiará iniciativas na América Latina voltadas para populações historicamente marginalizadas, com foco especial em povos indígenas, comunidades afrodescendentes e mulheres. A estratégia terá Brasil, Colômbia e México como foco principal.
A intenção é apoiar, com um plano de investimento com duração de oito anos, organizações da sociedade civil e parcerias com governos para criar conjuntamente políticas públicas que atendam de forma direta às necessidades dessas populações, promovendo acesso a serviços, saúde, meio ambiente saudável, empregos de qualidade e segurança.
Para a diretora Socioambiental do BNDES, Tereza Campello, esses cortes feitos por Trump impactam principalmente os países pobres.
“Nós não temos como enfrentar as desigualdades no mundo de forma isolada, muito menos os países em desenvolvimento e países pobres”, diz. “Eu acho que é muito importante que a gente tenha uma reação dos atores comprometidos com a democracia, que não se fechem no olhar somente da agenda econômica e comercial, mas que passem a olhar o que está em risco de fato”, defende.