Na manhã desta quinta-feira (8), uma guarnição da Rádio Patrulha da Polícia Militar realizava patrulhamento de rotina quando efetuou a apreensão de uma motocicleta com o sistema de escapamento adulterado. A ação ocorreu após os militares identificarem o ruído excessivo emitido pelo veículo.
A alteração no escapamento é uma infração grave de trânsito e uma das principais causas de poluição sonora urbana combatidas pelo comando do TC Mycael.
Durante a abordagem, a equipe da Rádio Patrulha constatou a irregularidade, que fere o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e perturba o sossego público.
Na manhã desta quinta-feira (8), uma guarnição da Rádio Patrulha da Polícia Militar realizava patrulhamento de rotina quando efetuou a apreensão de uma motocicleta com o sistema de escapamento adulterado. A ação ocorreu após os militares identificarem o ruído excessivo emitido pelo veículo.
A alteração no escapamento é uma infração grave de trânsito e uma das principais causas de poluição sonora urbana combatidas pelo comando do TC Mycael.
Durante a abordagem, a equipe da Rádio Patrulha constatou a irregularidade, que fere o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e perturba o sossego público.
Na manhã desta quinta-feira (08/01), a Polícia Militar, através da guarnição da Rádio Patrulha, recuperou uma motocicleta que havia sido furtada durante a madrugada em frente ao hospital.
O veículo foi localizado durante patrulhamento ostensivo, após a equipe processar informações sobre o possível paradeiro do suspeito. A abordagem técnica resultou na recuperação do bem, que foi encaminhado à Delegacia para os procedimentos legais.
O êxito desta operação reforça a eficácia das diretrizes operacionais e o compromisso do Comando do 13º BPM, sob a liderança do Tenente-Coronel Mycael.
A visão estratégica e o foco na agilidade do policiamento preventivo têm garantido resultados imediatos no combate à criminalidade e na proteção ao patrimônio do cidadão.
Foi identificado como Fabiano, bastante conhecido no município de Currais Novos e natural de São Vicente, o corpo encontrado na manhã desta quinta-feira na zona rural de Acari, mais precisamente no Sítio Riacho da Serra, região Seridó do Rio Grande do Norte. Segundo relatos de familiares e conhecidos, Fabiano estava desaparecido desde a última segunda-feira, dia 04, o que gerou preocupação entre moradores da região. No momento em que foi localizado, o corpo não portava documentos pessoais. Com ele, havia apenas um chaveiro contendo a inscrição: “Fabiano – Currais Novos – Tem problema mental”, o que inicialmente auxiliou nas primeiras linhas de investigação e posteriormente contribuiu para a confirmação da identidade. O Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP) foi acionado, realizou os procedimentos periciais no local e fez a remoção do corpo para a sede do órgão, onde foram realizados exames complementares. As causas da morte ainda serão investigadas, e o caso segue sob apuração das autoridades competentes, que aguardam os laudos oficiais para esclarecer as circunstâncias do ocorrido.
Controlar todas as rotas marítimas para dificultar o comércio da China está por trás da intenção dos Estados Unidos (EUA) de invadir e anexar a Groenlândia, segundo avaliam especialistas em relações internacionais e geopolítica consultados pela Agência Brasil.
O Oceano Ártico liga Ásia, Europa e América do Norte e, com as mudanças climáticas, espera-se que o derretimento das calotas polares reduza o preço de frete nessa região nas próximas décadas.
Em documento publicado em 2018, a China se classificou como um país “quase-ártico” e tem atuado em cooperação com a Rússia para aumentar sua presença no menor dos oceanos do planeta.
O major-general português Agostinho Costa, especialista em assuntos de segurança e geopolítica, explicou que os EUA já controlam praticamente todas as rotas comerciais e oceanos, mas que têm uma presença reduzida no Ártico.
“[A anexação da Groenlândia] é uma política de controle de rotas marítimas com o objetivo de bloquear a China. Os EUA controlam o Pacífico e o Atlântico, agora falta controlar o Ártico. Eles vivem mal com a ideia de, em um oceano tão importante como é o Ártico, ter uma presença residual”, explica o militar, ex-vice-presidente da Associação EuroDefese-Portugal.
Major-general português Agostinho Costa, especialista em segurança e geopolítica e ex-vice-presidente da Associação EuroDefese-Portugal – Foto: Pekka Kallioniemi/X
Observações de satélite da Nasa (agência espacial dos EUA) apontam que o gelo marinho está caindo 13% por década e o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), ligada à Organização das Nações Unidas (ONU), avalia que o Ártico pode ficar sem gelo entre 2050 e 2070.
“Com o aquecimento global, a rota do Ártico diminui o tempo de navegação entre a China e a Europa”, lembra o general português Agostinho Costa, acrescentando que 80% do comércio global se faz pelos mares.
O cientista político Ali Ramos, autor de estudos sobre a Ásia, destacou que o derretimento das calotas polares na Rota do Norte deve baratear o frete marítimo entre os continentes em mais de um terço.
“A Rússia tem mais que o dobro de bases da Otan [Organização do Tratado do Atlântico Norte] no Ártico e a China recentemente emitiu um documento se considerando um país do entorno do Ártico, provavelmente em colaboração com os russos. O Trump precisa do Canadá e da Groenlândia para dissuasão, bases, mísseis e etc”, comentou.
Cientista político com estudos sobre Ásia e o mundo islâmico Ali Ramos – Foto: Ali Ramos/Arquivo Pessoal
“Grandes mudanças geopolíticas estão impulsionando a necessidade desta nova abordagem estratégica para o Ártico, incluindo a invasão em grande escala da Ucrânia pela Rússia, a adesão da Finlândia e da Suécia à Aliança da Otan, a crescente colaboração entre a República Popular da China (RPC) e a Rússia e os impactos acelerados das mudanças climáticas”, diz o documento.
A Rússia tem 54% do litoral do Ártico e essa posição privilegiada dá à Moscou condições favoráveis para definir as rotas marítimas.
“Se a Rota Marítima do Norte se tornar um elo vital no transporte marítimo global, o controle quase total da Rússia sobre a rota lhe daria uma alavanca econômica e diplomática para expandir sua influência regional”, avalia Lee Mottola, especialista em Conflito, Segurança e Desenvolvimento em artigo publicado no Instituto do Ártico.
O analista afirma ainda que a China deseja usar o Ártico para driblar o controle que os EUA impõem em pontos de estrangulamento geopolítico da navegação global, como os estreitos de Malaca e o de Gibraltar.
“A continuidade da cooperação sino-russa em fatores econômicos e estratégicos é uma razão importante para que a Otan redobre seus esforços e atenção no Norte”, acrescenta Mottola.
Ameaça
Com apenas 56 mil habitantes, a Groenlândia é um território semiautônomo do Reino da Dinamarca. Desde que assumiu seu segundo mandato, o presidente dos EUA, Donald Trump, tem ameaçado invadir e anexar a região, medida que é criticada pelos próprios aliados europeus.
“Precisamos da Groenlândia para nossa segurança nacional. Se você olhar para Groenlândia, olhar para cima e para baixo da costa, tem navios russos e chineses por todas as partes”, alertou o chefe da Casa Branca um dia após bombardear e invadir a Venezuela.
O major-general português Agostinho Costa destaca que o governo Trump tem adotado medidas semelhantes à de séculos passados.
“A primeira coisa que Trump fez quando assumiu o poder foi falar que queria o Canal do Panamá, que queria o Canadá como 51º estado dos EUA e que quer a Groenlândia. É uma estratégia que nos faz voltar ao século 15 ou 16, da pirataria, do controle dos mares”, concluiu.
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, afirmou nesta quinta-feira (8) que crimes cometidos contra o Estado Democrático de Direito são “imprescritíveis e impassíveis de indulto, graça ou anistia, sobretudo quando envolvem grupos civis e militares armados”.
Ao participar de ato oficial, no Palácio do Planalto, que marca os 3 anos dos ataques perpetrados por manifestantes apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro às sedes dos Três Poderes, em Brasília, o ministro alertou ainda que é preciso manter a vigilância em relação a atos que ameacem a democracia.
“Embora entre nós, as próprias instituições republicanas tenham, a muito custo, conseguido debelar a intentona, é preciso ter sempre em mente a célebre advertência de Thomas Jefferson: ‘O preço da liberdade é a eterna vigilância’”, disse.
“A solenidade hoje [quinta-feira], que vem sendo repetida todos os anos, tem justamente esse propósito, de recordar a todos que é preciso permanecer unidos e vigilantes em defesa da nossa liberdade, a duras penas resgatada”, completou Lewandowski.
Durante o ato, o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, defendeu que aqueles que cometeram crimes devem sofrer punições com rigor. “Se, perdendo as eleições, tentaram um golpe de Estado, imagine o que não teriam feito se tivessem vencido as eleições”, afirmou.
Ao citar o ex-governador de São Paulo Mário Covas, Alckmin declarou que “homens e mulheres públicos podem ser um pouco mais à direita, um pouco mais à esquerda, um pouco mais altos, um pouco mais baixos, um pouco mais fortes, um pouco mais fracos. O que diferencia é quem tem apreço pela democracia e quem não o tem”.
“Três anos depois do fatídico 8 de janeiro, esse encontro mostra a pujança das instituições brasileiras. Os Três Poderes reagiram de maneira uníssona ao 8 de janeiro. O Poder Executivo, o Legislativo e o Judiciário. Boas instituições fazem a diferença. As pessoas passam. As instituições ficam. E as boas instituições ajudam o país para que ele possa avançar”, afirmou Alckmin.