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Mundo
19 jun

Míssil iraniano atinge principal hospital no sul de Israel e deixa dezenas de feridos

Míssil iraniano atinge principal hospital no sul de Israel e deixa dezenas de feridos

Um míssil iraniano atingiu o principal hospital no sul de Israel na manhã desta quinta-feira (19), ferindo pessoas e causando “danos extensos”, segundo a unidade médica. A mídia israelense exibiu imagens de janelas quebradas e fumaça preta intensa no local.

Outro míssil atingiu um edifício alto e vários outros prédios residenciais em pelo menos dois locais perto de Tel-Aviv.

Pelo menos 40 pessoas ficaram feridas nos ataques, de acordo com o serviço de resgate israelense.

Enquanto isso, Israel realizou ataques ao reator de água pesada de Arak, no Irã, em seu mais recente ataque ao programa nuclear do país, no sétimo dia de um conflito que começou com uma onda surpresa de ataques aéreos israelenses visando instalações militares, autoridades superiores e cientistas nucleares.

O Centro Médico Soroka, atingido pelo míssil, tem mais de mil leitos e fornece serviços para aproximadamente 1 milhão de moradores do sul de Israel.

Um comunicado do hospital informou que várias partes do centro médico foram danificadas e que o pronto-socorro estava atendendo a vários feridos leves. O hospital foi fechado para novos pacientes, exceto para casos com risco de morte.

O primeiro-ministro israelense Binyamin Netanyahu condenou o ataque e prometeu uma resposta, dizendo: “Exigiremos o preço total dos tiranos em Teerã.”

O Irã disparou centenas de mísseis e drones contra Israel, embora a maioria tenha sido abatida pelas defesas aéreas multiníveis de Israel, que detectam disparos e abatem mísseis que se dirigem a centros populacionais e infraestruturas críticas. Mas autoridades israelenses reconhecem que essa defesa é imperfeita.

Estadão Conteúdo

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Economia
19 jun

Israel x Irã: conflito deve impactar combustíveis no RN

Israel x Irã: conflito deve impactar combustíveis no RN

O acirramento dos ataques entre Israel e Irã iniciados na última sexta-feira (13) reacendeu o alerta global sobre a estabilidade do mercado internacional de petróleo. Com bombardeios mútuos a instalações estratégicas e ameaças de uma escalada militar, o temor de impactos econômicos voltou ao centro das atenções. No Brasil, embora especialistas considerem prematuro afirmar que haverá impacto imediato nos preços dos combustíveis, a instabilidade no Oriente Médio já começa a refletir em reajustes na cadeia de distribuição, com riscos maiores para o Nordeste e, especialmente, o Rio Grande do Norte.

Maxwell Flor, presidente do Sindpostos-RN, afirma que os primeiros impactos desse conflito já começaram a surgir. “Infelizmente, desde o sábado (14) a gente tem percebido aumentos por parte das distribuidoras para alguns revendedores. Como a Refinaria Clara Camarão praticamente importa 100% dos produtos que ela vende aqui de combustíveis, com exceção do querosene de aviação, que ela produz realmente aqui, é inevitável que, com essa escalada do barril de petróleo, esse preço também se reflita no nosso dia a dia”, afirma.


Maxwell ressalta, no entanto, que a decisão de um possível aumento é de cada revendedor, a depender do que for repassado pelas distribuidoras. “Quando o aumento é pequeno, a tendência é que a revenda absorva, mas quando o aumento é maior, fica complicado o revendedor absorver esse reajuste e ele acaba tendo que repassar”, explica, destacando que o dólar também é um fator a ser considerado no cálculo.


De acordo com Helder Cavalcanti, economista e conselheiro do Conselho Regional de Economia (Corecon-RN), a escalada prolongada preocupa o setor energético. “Há uma possibilidade desse conflito se reverter. Caso ele ganhe continuidade, a preocupação maior é em função do Irã ser integrante da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). Atualmente ele é o presidente dessa organização e tem uma produção cerca de 12% de todo o petróleo que é exportado no planeta”, alerta.


Desde quando foi iniciado o confronto, as ações vêm se intensificando a cada dia, em especial após ataques aéreos de Israel ao território iraniano que resultaram na morte de líderes do alto escalão militar. Em retaliação, o Irã disparou mísseis balísticos contra cidades israelenses. As ações armadas recrudesceram nos dias seguintes, atingindo instalações estratégicas de energia e combustíveis em ambos os países.


Helder reforça que o Brasil, embora produtor e exportador, ainda depende do petróleo refinado e do transporte rodoviário. “Podemos ganhar na venda para o mercado externo, mas temos um problema que é a nossa demanda interna. Vai acontecer realmente a elevação dos preços, mas é tudo ainda dependente desse conflito ganhar as proporções de continuidade efetiva”, considera. Em especial, nas regiões Norte e Nordeste, o valor também se diferencia pela distância para transporte do combustível, o que aponta para a necessidade de investimentos em portos, aeroportos e ferrovias para o escoamento.


No mercado potiguar, ainda não há relato de desabastecimento, segundo o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do RN (Sindipostos-RN). Os estoques locais vêm sendo atendidos pelas bases de distribuição de Cabedelo (PB), Suape (PE) e pela própria refinaria Clara Camarão, localizada no RN.

Procon monitora possíveis práticas abusivas

Enquanto o setor acompanha o movimento internacional, os consumidores potiguares ainda colhem os efeitos de uma recente redução nos preços. A pesquisa divulgada pelo Procon Natal no último dia 11 de junho revelou queda nos valores praticados em postos da capital. A gasolina comum, por exemplo, apresentou queda média de 5,35%, com o litro sendo vendido a R$ 5,92, contra R$ 6,26 em maio. O diesel comum teve queda de 4,67%, passando de R$ 6,24 para R$ 5,95.


De acordo com Dina Pérez, diretora geral do Procon, o órgão está monitorando permanentemente os preços de combustíveis da cidade, inclusive no cenário de instabilidade internacional. “Acompanhamos o mercado local para identificar possíveis práticas abusivas que impactem o consumidor. A nossa última pesquisa apontou uma redução nos preços, reflexo do próprio movimento de mercado. Até o momento, não há sinal concreto de alta generalizada, mas seguimos monitorando, porque o cenário é dinâmico e pode mudar”, relata.


O Procon considera abuso nos preços quando há aumento sem justificativa plausível, desvinculado de reajustes nas distribuidoras, nas refinarias ou de impactos efetivos no custo. A alta precisa ter lastro econômico. Caso o consumidor identifique práticas suspeitas de preços acima da média, ele deve entrar em contato pelo (84) 3232-6189, [email protected], ou em atendimento presencial na sede localizada na Rua Ulisses Caldas, 181, Cidade Alta. Para embasar a denúncia, ele deve estar munido do nome do posto, endereço, data e, se possível, foto do preço na bomba.

Tribuna do Norte

PAX
Policial
19 jun

Blogueiro é executado dentro de casa em São José de Mipibu na madrugada desta quinta-feira (19)

Blogueiro é executado dentro de casa em São José de Mipibu na madrugada desta quinta-feira (19)

Um crime com características de execução chocou os moradores de São José de Mipibu, na Grande Natal, durante a madrugada desta quinta-feira (19). O blogueiro Alexandre, responsável pelo perfil “De Olho em São José de Mipibu”, foi morto a tiros dentro da própria residência. Alexandre também era professor da rede municipal de ensino.

De acordo com as primeiras informações, quatro homens fortemente armados invadiram o imóvel e realizaram os disparos que tiraram a vida do comunicador. A motivação do assassinato ainda é desconhecida.

A Polícia Militar esteve no local e realizou o isolamento da área até a chegada das equipes do Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP) e da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que deve iniciar as investigações.

Foto: Reprodução

Com informações de Sem Mordaça RN

PAX
Brasil
19 jun

Lula não vai à Marcha para Jesus pela 3ª vez consecutiva

Lula não vai à Marcha para Jesus pela 3ª vez consecutiva

Pelo terceiro ano consecutivo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não participará da Marcha para Jesus em São Paulo. O evento, marcado para esta quinta-feira, 19, feriado de Corpus Christi, tem expectativa de reunir 2 milhões de fiéis nas ruas do centro da capital.

De acordo com os organizadores, o convite foi feito novamente ao chefe do Executivo, que, mais uma vez, recusou a participação. “O presidente não informou o motivo pelo qual não comparecerá ao evento”, diz trecho da apuração.

Segundo interlocutores do governo, Lula será representado pelo ministro da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias. Evangélico, Messias também esteve presente nas edições anteriores como representante do presidente, conforme apuração do Estado de S.Paulo.

Em 2023, no primeiro ano do atual mandato, o ministro foi vaiado ao citar o nome de Lula perante o público presente. No ano seguinte, o apóstolo Estevam Hernandes, organizador do evento, pediu “dias melhores” para o Brasil, enquanto abraçava Messias diante da multidão.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o prefeito da capital, Ricardo Nunes (MDB), confirmaram presença no evento. As participações foram anunciadas por meio das respectivas assessorias, depois de convite feito por Estevam Hernandes, líder da Igreja Evangélica Pentecostal Renascer em Cristo.

A ausência do presidente Lula ocorre em meio à tentativa do governo federal de melhorar a imagem junto ao eleitorado evangélico, que tem expressado resistência ao atual governo e representam mais de um quarto da população brasileira.

Foto: Ton Molina/Foto Arena/Estadão Conteúdo

Revista Oeste

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Brasil
19 jun

Google diz a Moraes que não tem dados sobre a ‘minuta do golpe’; provedor de buscas afirma que não hospeda conteúdo

Google diz a Moraes que não tem dados sobre a ‘minuta do golpe’; provedor de buscas afirma que não hospeda conteúdo

O Google informou nesta quarta-feira (18) ao Supremo Tribunal Federal (STF) que não tem condições de cumprir a decisão do ministro Alexandre de Moraes que determinou o envio de dados sobre quem publicou uma cópia da minuta do golpe em um domínio público na internet.

De acordo com o escritório de advocacia que representa a plataforma no Brasil, o provedor de buscas não possui os dados, que, segundo a empresa, são de responsabilidade das páginas que teriam divulgado a minuta.

“A Google informa a impossibilidade de processamento da ordem de fornecimento de dados que lhe foi direcionada, sem prejuízo de que informações e dados referentes a publicações em sites de terceiros sejam requeridas diretamente a seus administradores”, disse a empresa.

Segundo a plataforma, o buscador não é responsável pela hospedagem de páginas de terceiros. 

Além disso, o Google afirmou que Moraes não indicou a URL de conteúdo hospedado ou vinculado com os serviços da empresa.

“De forma específica, a busca do Google é uma ferramenta gratuita que apenas organiza informações, conteúdos já disponíveis na internet, de modo a torná-las mais acessíveis aos seus usuários”, completou a empresa.

O envio de dados foi solicitado pelo ministro após pedido da defesa de Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal. Ele é um dos réus do núcleo 1 da trama golpista.

Em 2023, uma cópia da minuta foi encontrada na casa de Torres durante busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF). Segundo as investigações, o documento seria de conhecimento do ex-presidente Jair Bolsonaro e serviria para a decretação de medidas de estado de defesa para tentar reverter o resultado das eleições de 2022 e impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Após receber as informações, os advogados pretendem solicitar uma perícia para demonstrar que a minuta encontrada na casa do ex-ministro não tem relação com o documento apresentado pelo ex-presidente aos ex-comandantes da Forças Armadas.

Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Imagem ilustrativa

Agência Brasil

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