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02 dez

Faculdade Três Marias (FTM-CN) Abre 1º Vestibularpara 2026.1 com Bolsas de Estudo de Até 100%

Faculdade Três Marias (FTM-CN) Abre 1º Vestibularpara 2026.1 com Bolsas de Estudo de Até 100%

CURRAIS NOVOS, RN – A Faculdade Três Marias Currais Novos (FTM-CN) lançou seu
primeiro edital de vestibular, o Edital 01/2025, para ingresso no primeiro semestre de
2026.1. O processo seletivo oferece vagas em quatro cursos de graduação e uma política
de bolsas de estudo de até 100% para os candidatos que alcançarem o melhor
desempenho.
As inscrições para o Vestibular Tradicional FTM-CN estão abertas e podem ser feitas online,
pelo site cn.tresmarias.edu.br, ou presencialmente na sede da faculdade. O prazo final
para se inscrever é 19 de dezembro de 2025.
Prova Exclusivamente Presencial e Bolsas por Mérito
O processo seletivo da FTM-CN será realizado exclusivamente de forma presencial. A
prova está marcada para o dia 20 de dezembro (sábado), das 13h30 às 16h30, na sede
da faculdade, localizada na Avenida Tungstênio, N° 69, em Currais Novos.
Bolsas de Estudo: A instituição destaca que o vestibular garante a chance de bolsas por
mérito acadêmico:
● Bolsa 100% (Integral): Concedida ao primeiro colocado geral, válida para o primeiro
semestre, com manutenção de 70% nos semestres seguintes, mediante pontuação
mínima de 900 pontos na prova.
● Bolsas de 58%: Concedidas aos dois primeiros colocados de cada curso que
alcançarem nota igual ou superior a 750 pontos, com validade até a conclusão do
curso.
Assim como em outras unidades, a FTM-CN também promove a Inscrição Solidária: os
candidatos devem contribuir com a doação de 2 kg de alimentos não perecíveis no ato da
prova.
Oferta de Cursos
A FTM-CN inicia suas atividades oferecendo vagas em cursos de grande demanda nas
áreas de Saúde e Humanas, com opções de turmas nos turnos Manhã e Noite.
Cursos de Graduação FTM-CN:
● Direito
● Enfermagem
● Psicologia
● Farmácia
Além da prova própria, os candidatos também têm a opção de utilizar a nota do ENEM (a
partir de 2020), desde que obtenham pontuação mínima de 400 pontos e não zerem a
redação. No entanto, o uso da nota do ENEM não permite a concorrência às bolsas de
estudo.
As mensalidades contam com descontos promocionais para os novos calouros, variando
conforme o curso e turno, e a matrícula é promocional.
Para mais detalhes, o edital completo (Edital 01/2025) e as informações sobre o processo
de matrícula podem ser consultados no site oficial: https://cn.tresmarias.edu.br/

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02 dez

Lei de Ezequiel reconhece Torcida Jovem do Potyguar Seridoense e emociona Currais Novos

Lei de Ezequiel reconhece Torcida Jovem do Potyguar Seridoense e emociona Currais Novos

A paixão que move as arquibancadas de Currais Novos e do Seridó ganhou, na última sexta-feira (29), um reconhecimento que vai além do futebol. A Torcida Jovem do Potyguar Seridoense, símbolo de união, identidade e pertencimento para Currais Novos, agora é oficialmente Utilidade Pública Estadual. A Lei 12.539 foi sancionada pela governadora Fátima Bezerra mas nasceu, das mãos e do coração, de quem conhece de perto o valor dessa história: o deputado curraisnovense Ezequiel Ferreira (PSDB).

Para muitos torcedores, o gesto tem o peso de um abraço coletivo. A torcida, que há anos sustenta bandeiras, organiza ações sociais, incentiva jovens e enche de vida o esporte local, sente-se, enfim, vista. E reconhecida.

Ao propor a lei, Ezequiel Ferreira destacou que a Torcida Jovem vai muito além do estádio. Ela é cultura, é solidariedade, é o orgulho que pulsa em cada rua de Currais Novos. “Esse reconhecimento é merecido. A torcida faz parte da alma da nossa cidade e merece todo o apoio para continuar seu trabalho”, afirmou o parlamentar.

O reconhecimento como Utilidade Pública abre portas para que a torcida amplie suas iniciativas culturais e comunitárias, fortaleça projetos e busque novas parcerias. Mas, para os integrantes, o maior legado é o sentimento de valorização e a certeza de que a sua história importa.

A lei entrou em vigor na data da publicação, mas seus efeitos emocionais chegaram antes: um misto de gratidão, alegria e renovação da força que move o Potyguar e todo o Seridó.

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02 dez

Sindicatos de Peritos do RN Rebatem Declarações da Defesa no Caso Zaira

Sindicatos de Peritos do RN Rebatem Declarações da Defesa no Caso Zaira

Os sindicatos que representam os peritos oficiais do Rio Grande do Norte divulgaram uma nota de repúdio contra declarações feitas pela defesa no Caso Zaira Cruz. Segundo a categoria, as falas colocam em dúvida, de forma injusta e sem respaldo técnico, o trabalho dos profissionais responsáveis pelos laudos oficiais.

A defesa teria afirmado que “o principal erro é pericial”, além de sugerir que a suposta inexperiência dos peritos comprometeu o resultado das análises. Para os sindicatos, essas declarações são genéricas, não apresentam contraprovas técnicas e desrespeitam a perícia oficial e seus servidores.

Na nota, as entidades reforçam que os peritos do RN são devidamente habilitados, seguem protocolos rigorosos e desempenham papel fundamental para a verdade real e para a Justiça. Por isso, desqualificar laudos sem fundamento técnico atinge a credibilidade da instituição e expõe injustamente toda a categoria.

Os sindicatos também criticam a generalização sobre “problemas estruturais”, afirmando que a perícia do RN, mesmo diante de limitações, mantém excelência reconhecida nacionalmente. Para eles, a tentativa de desacreditar o trabalho científico com retórica fragiliza a confiança da sociedade.

A nota reitera apoio aos profissionais citados pela defesa e rejeita qualquer tentativa de estigmatização ou difamação coletiva. As entidades reforçam que a prova pericial é essencial para garantir a verdade, proteger vítimas e assegurar a dignidade da Justiça.

Por fim, os sindicatos se colocam à disposição para debate técnico e reafirmam seu compromisso com seriedade, rigor científico, ética e imparcialidade. A nota é assinada por Matheus Carlos Barbosa Leal de Sousa Fé e Adelma Timotio Silva Cabral Pinheiro.

Sidney

Campo Forte
Currais Novos
02 dez

Prefeito Lucas anuncia parceria da Prefeitura com o Potyguar para a disputa da primeira divisão do estadual

Prefeito Lucas anuncia parceria da Prefeitura com o Potyguar para a disputa da primeira divisão do estadual

Em vídeo publicado nas suas redes sociais na manhã desta terça-feira, o prefeito Lucas Galvão confirmou que a Prefeitura de Currais Novos será parceira do Potyguar, o Leão do Seridó, na temporada 2026. O clube, que recentemente conquistou o acesso e retornou à elite do futebol potiguar, enfrenta dificuldades financeiras para viabilizar sua participação na primeira divisão, que começa agora em janeiro.

O prefeito destacou que o município já contribui com a cessão do Estádio Coronel José Bezerra, patrimônio de Currais Novos e casa oficial do Leão do Seridó. Além disso, afirmou que a gestão irá garantir apoio extra para que o clube tenha condições reais de competir na elite do futebol estadual.

Durante o pronunciamento, Lucas também convocou o comércio local e a população de Currais Novos para se unirem em apoio ao Potyguar. Ele ressaltou a importância de fortalecer o único representante do Seridó na primeira divisão do Campeonato Potiguar, reforçando o papel do clube como símbolo esportivo e cultural da cidade.

Com a parceria anunciada, a cidade se mobiliza para garantir que o Leão do Seridó esteja preparado para a disputa do Campeonato Estadual 2026.

PAX
Brasil
02 dez

Aposta online e jogo de azar custam R$ 38,8 bi ao país, mostra estudo

Aposta online e jogo de azar custam R$ 38,8 bi ao país, mostra estudo

Jogos de azar e apostas online, popularizadas pelas chamadas bets, provocam perdas econômicas e sociais ao país estimadas em R$ 38,8 bilhões anualmente. Esse valor é o somatório de danos à sociedade, como suicídios, desemprego, gastos com saúde e afastamento do trabalho.

O cálculo é do estudo inédito A saúde dos brasileiros em jogo, divulgado nesta terça-feira (2), que analisa efeitos da expansão das apostas online no Brasil.

Acesse aqui para ver a íntegra da pesquisa.

Para ter uma noção do tamanho da perda, o valor de R$ 38,8 bilhões projetado pela pesquisa representaria expansão de 26% no orçamento do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida do ano passado, ou 23% a mais no Bolsa Família de 2024.

O estudo é uma parceria de organizações sem fins lucrativos dedicadas à saúde pública: o Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (Ieps) e a Umane, e da Frente Parlamentar Mista para Promoção da Saúde Mental (FPSM), que reúne quase 200 parlamentares no Congresso Nacional. 

Perdas

Os pesquisadores citam que o Brasil teve 17,7 milhões de apostadores em apenas seis meses. Eles também se baseiam em levantamento da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) para estimar em cerca de 12,8 milhões o número de pessoas em situação de risco com relação a apostas.

Os autores se inspiraram em estudo britânico sobre efeito dos jogos para projetar o tamanho nas perdas diretas e indiretas para o Brasil e chegaram aos seguintes números:

– R$ 17 bilhões por mortes adicionais por suicídio

– R$ 10,4 bilhões por perda de qualidade de vida com depressão

– R$ 3 bilhões em tratamentos médicos para depressão

– R$ 2,1 bilhões com seguro-desemprego

– R$ 4,7 bilhões encarceramento por atividade criminal

– R$ 1,3 bilhão diz respeito à perda de moradia

Desse total, 78,8% (R$ 30,6 bilhões) estão associados a custos ligados à saúde.

“Estudos internacionais recentes demonstram a associação entre o transtorno do jogo e o agravamento de quadros de ansiedade, depressão e risco de suicídio”, assinala o documento, que utilizou estimativas de valor monetário para medir as perdas de qualidade e duração de vida.

Os pesquisadores afirmam que o crescimento acelerado do setor de apostas online, favorecido pela tecnologia, falta de regulação, ampla exposição midiática e pela ausência de políticas públicas estruturadas, “já apresenta impactos significativos sobre o endividamento das famílias, o aumento dos casos de transtorno do jogo e o agravamento de quadros de sofrimento mental”.

Retorno insuficiente

De acordo com o Banco Central (BC), os brasileiros destinaram cerca de R$ 240 bilhões às bets em 2024 e os beneficiários do Bolsa Família gastaram R$ 3 bilhões em bets, por meio de  Pix, em agosto de 2024. 

As bets foram legalizadas no Brasil em 2018, regulamentadas apenas em 2023 e só passaram a pagar volume maior de impostos a partir de 2025. Até setembro deste ano, a arrecadação com a atividade chegou a R$ 6,8 bilhões, diz o relatório. No mês seguinte, o acumulado passou para perto de R$ 8 bilhões.

“O contraste entre a arrecadação – ainda que consideremos a projeção anual de R$ 12 bilhões – e o custo anual estimado de R$ 38,8 bilhões revela uma conta que não fecha do ponto de vista do interesse público”, ressalta o texto.

Atualmente as bets são tributadas em 12% sobre a receita bruta. No Senado tramita o Projeto de Lei 5473/2025, que propõe até duplicar a alíquota para 24%. Além disso, os apostadores pagam 15% de Imposto de Renda sobre o prêmio recebido.

Os autores do estudo criticam que, de todo o valor arrecadado com as bets, apenas 1% é direcionado aos cofres do Ministério da Saúde. Até agosto, o montante efetivamente repassado somava R$ 33 milhões.

Eles lembram que essa receita não tem vinculação orçamentária específica com o financiamento de ações no âmbito da Rede de Atenção Psicossocial (Raps), ambiente do Sistema Único de Saúde (SUS) que oferece cuidado em saúde mental.

Redução de danos

A diretora de Relações Institucionais do Ieps, Rebeca Freitas, acredita que sem uma regulação firme, fiscalização rigorosa e responsabilidade das operadoras, aumentam os riscos de endividamento, adoecimento e impactos sobre a saúde mental, especialmente entre grupos mais vulneráveis.

Ela constata que as bets já fazem parte da vida de milhões de brasileiros, por isso a questão central sobre o tema deve ser em torno de garantir proteção à população.

No entanto, completa a diretora, o cenário atual mostra o oposto.

“A prática está sendo incentivada por um lobby comercial poderoso, ainda que às custas da saúde do povo brasileiro”, disse à Agência Brasil.

CPI das Bets

Os danos causados pelas bets chegaram a ser tema de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) no Senado. A CPI investigou o impacto das apostas online no orçamento das famílias, supostas ligações com crime organizado e atuação de influenciadores que divulgam essas apostas.

No entanto, os parlamentares rejeitaram o relatório final, que pedia o indiciamento de 16 pessoas. Foi a primeira vez, nos últimos dez anos, que uma CPI do Senado teve o relatório rejeitado.

Sem impacto positivo

No campo econômico, o estudo considera que a atividade das bets é “irrisória” em termos de geração de empregos e renda para o trabalhador. Com base em dados oficiais do Ministério do Trabalho, o levantamento aponta que o setor representava 1.144 empregos formais.

Em termos de renda, os pesquisadores estimam que, de cada R$ 291 de receita obtida pelas empresas, apenas R$ 1 se transforma em salário formal.

“Enquanto cada trabalhador formal no setor gera cerca de R$ 3 milhões mensais em receitas para as empresas, ele próprio recebe uma fração mínima (0,34%) desse valor”, citam.

A pesquisa alerta também para a alta informalidade: 84% dos trabalhadores do setor não contribuíram para a previdência em 2024, enquanto a média da economia brasileira era de 36%, segundo Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Modelo britânico

O dossiê A saúde dos brasileiros em jogo apresenta medidas existentes no Reino Unido voltadas à prevenção, ao tratamento e à regulação do setor de apostas:

– Autoexclusão: permite ao usuário bloquear o próprio acesso a todos os sites licenciados no Reino Unido por até cinco anos.

– Restrição à publicidade: permitida, mas altamente regulada. Anúncios não podem sugerir que o jogo é uma solução para problemas financeiros, ser direcionados a menores de idade ou usar influenciadores ou celebridades que tenham apelo junto ao público jovem.

– Destinação da arrecadação para o tratamento de saúde das pessoas afetadas: vale para 50% do que as bets pagam de imposto.

Sugestões para o Brasil

A diretora de Relações Institucionais do Ieps, Rebeca Freitas, assinala que “uma vez que a proibição ainda não está em pauta”, o instituto sugere cinco caminhos para mitigar os danos das apostas no Brasil:

– Aumentar a parcela da taxação das apostas online destinada à saúde;

– Formar profissionais de saúde no tema para realizar o acolhimento no SUS;

– Proibir propagandas e realizar campanhas nacionais de conscientização;

– Restringir o acesso, principalmente de pessoas com perfil de risco e/ou menores de idade;

– Implementar regras duras para as empresas de apostas, que visem retorno financeiro ao país, inibam a corrupção e possibilitem políticas públicas de monitoramento.

“Se o Estado entende que a legalização é um caminho sem volta, ele precisa mitigar os danos causados pelas empresas de apostas e assegurar mecanismos sólidos de redução de danos”, afirma Rebeca.

Bets contra aumento de imposto

O Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR), entidade fundada em 2023, representa cerca de 75% do mercado brasileiro e reúne as principais empresas de apostas do país.

No perfil de LinkedIn da instituição, há a reprodução de um conteúdo em que a entidade se manifesta contrária ao aumento de tributação. Para o IBJR, “isso pode acabar fortalecendo o mercado clandestino”.

“A oferta legal limitada, impulsionada pela tributação excessiva, fragiliza o setor. Esse desequilíbrio aumenta o risco de operadores licenciados migrarem para o ambiente ilegal, comprometendo tanto a competitividade do mercado regulado, quanto a arrecadação governamental prevista”, registra.

De acordo com o IBJR, mais de 51% das apostas no âmbito virtual no Brasil operam na clandestinidade.

Campo Forte
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