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Rio Grande do Norte
22 dez

Governo promove sete novos coronéis na Polícia Militar do RN

Governo promove sete novos coronéis na Polícia Militar do RN

O Governo do Rio Grande do Norte promoveu sete oficiais ao posto de coronel da Polícia Militar. A medida foi oficializada pela governadora Fátima Bezerra por meio de publicação no Diário Oficial do Estado (DOE) desta segunda-feira, 22.

Foram promovidos os seguintes oficiais:

  • Cel. Cirne
  • Cel. Georgia
  • Cel. Helena
  • Cel. Sylmara
  • Cel. Cabral
  • Cel. Keila
  • Cel. R. Costa

As promoções seguem os critérios legais previstos na legislação militar estadual, considerando tempo de serviço, mérito e disponibilidade de vagas. A ascensão ao posto de coronel representa o mais alto grau da carreira na Polícia Militar e reforça o comando e a gestão estratégica da corporação.

Com o ato, o Governo do Estado reforça o quadro de oficiais superiores da PMRN, reconhecendo a trajetória profissional dos promovidos e contribuindo para o fortalecimento da segurança pública no Rio Grande do Norte.

O Governo do Rio Grande do Norte promoveu sete oficiais ao posto de coronel da Polícia Militar. A medida foi oficializada pela governadora Fátima Bezerra por meio de publicação no Diário Oficial do Estado (DOE) desta segunda-feira, 22.Foram promovidos os seguintes oficiais:Cel. CirneCel. GeorgiaCel. HelenaCel. SylmaraCel. CabralCel. KeilaCel. R. CostaAs promoções seguem os critérios legais previstos na legislação militar estadual, considerando tempo de serviço, mérito e disponibilidade de vagas. A ascensão ao posto de coronel representa o mais alto grau da carreira na Polícia Militar e reforça o comando e a gestão estratégica da corporação.Com o ato, o Governo do Estado reforça o quadro de oficiais superiores da PMRN, reconhecendo a trajetória profissional dos promovidos e contribuindo para o fortalecimento da segurança pública no Rio Grande do Norte.

Jair Sampaio

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Notícia
22 dez

Trecho Norte do Rodoanel é inaugurado em São Paulo

Trecho Norte do Rodoanel é inaugurado em São Paulo

Foi inaugurado nesta segunda-feira (22) a primeira parte do trecho norte do Rodoanel Mário Covas, na região metropolitana de São Paulo. O trecho será liberado para circulação nesta terça-feira (23).

O trecho liga as rodovias Presidente Dutra e Fernão Dias, com três faixas de rolamento em cada pista, quatro túneis, pontes e viadutos.

A obra tem o objetivo de melhorar o fluxo viário, reduzir congestionamentos e o desvio dos veículos pesados das marginais, contribuindo para a melhoria da qualidade do ar e a redução do tempo de viagem. A expectativa é de que cerca de 40 mil veículos utilizem diariamente o novo trecho, mais da metade deles caminhões e carretas.

Há também quatro passagens subterrâneas de fauna com monitoramento, para evitar os atropelamentos dos animais silvestres.

O investimento total foi de aproximadamente R$ 3,4 bilhões, sendo R$ 1,35 bilhão aportado pelo estado de São Paulo, via financiamento do BNDES, e R$ 2 bilhões pela concessionária Via SP Serra, do Grupo Via Appia, que executa as obras.

“Um terço desta obra é financiamento do BNDES, porque o presidente [Lula] não olha quem é o governador, ele olha o Estado, a população e fala: ‘Vamos trabalhar’”, afirmou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante na cerimônia de entrega.

Ao todo, o trecho Norte terá 44 km de extensão, passando por São Paulo, Guarulhos e Arujá. Os 20 km restantes, que seguirão até a Avenida Raimundo Pereira de Magalhães, na capital, têm entrega prevista para o segundo semestre de 2026.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, destacou a importância da obra. “Amanhã [terça-feira, 23], este trecho vai estar aberto e muitos vão usar essa ligação. O Rodoanel começa a ser concluído quase 30 anos depois de sua concepção. Serão 10 mil caminhões a menos na marginal. Isso significa mais tempo do motorista em casa com a família, menos tempo no trânsito. Não é brincadeira. Essa obra parecia impossível, mas estamos mostrando que não é, entregando o trecho 1 seis meses antes do prazo”, disse.

O trecho contará com uma base do Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU) , equipada com estacionamento, banheiros, água potável e área de descanso; centro de controle de operações no quilômetro e um posto da Polícia Militar Rodoviária.

© Divulgação/Governo de São Paulo
Agência Brasil

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Brasil
22 dez

Gleise culpa Selic pela dívida pública e não as despesas do governo

Gleise culpa Selic pela dívida pública e não as despesas do governo

A ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, culpou nesta segunda-feira (22) a taxa básica de juros, a Selic, como a maior responsável pelo aumento da dívida pública do país e não as despesas do governo. Atualmente a Selic está em 15% ao ano, maior patamar desde 2006, quando foi fixada em 15,25% ao ano.

Em uma rede social, a ministra disse que o elevado patamar da Selic “suga” os recursos do Orçamento para investimento e compromete “a prestação de serviços públicos, os programas sociais e os investimentos do governo para o desenvolvimento do país”.

A ministra fez críticas às notícias, sem citar fontes, que apontam um crescimento de 5% acima da inflação na despesa do governo como responsáveis pelo aumento da dívida e que ignoram que os juros estão 10% mais altos do que a inflação.

“Esses juros estratosféricos, que encarecem o crédito e limitam o crescimento, é que fazem crescer a dívida pública. Ao sugar recursos do Orçamento, os juros da dívida também comprometem a prestação de serviços públicos, os programas sociais e os investimentos do governo para o desenvolvimento do país”, escreveu.

Na sexta-feira (19), o Congresso Nacional aprovou o Projeto de Lei Orçamentária (Ploa) de 2026, que prevê despesas totais de R$ 6,5 trilhões. Desse total, R$ 6,3 trilhões são direcionados aos orçamentos fiscal e da seguridade social, sendo que 28% será destinado exclusivamente para o pagamento de juros da dívida pública, o que equivale a R$ 1,82 trilhão.

As críticas da ministra vêm ainda na esteira da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de manter, pela quarta vez seguida, a taxa básica de juros em 15% ao ano.

Nesta segunda-feira, o boletim Focus do Banco Central (BC) atualizou as previsões para os principais indicadores econômicos. A estimativa dos analistas de mercado é que a taxa básica de juros cairá para 12,25% ao ano até o final de 2026. Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 9,75% ao ano, respectivamente.

Em relação à inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, o Focus diminuiu de 4,36% para 4,33% a projeção da inflação para este ano.

É a sexta semana seguida que a previsão para a inflação deste ano foi reduzida, alcançando o intervalo da meta para a variação de preços que deve ser perseguida pelo BC.

Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.

Para 2026, a projeção da inflação também caiu de 4,1% para 4,06%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 3,8% e 3,5%, respectivamente. 

A pesquisa, divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), traz a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Em novembro, a inflação oficial fechou o mês em 0,18%, resultado que faz o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumular 4,46% em 12 meses, segundo os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Apesar do recuo nas expectativas de inflação, o BC manteve, durante reunião do Copom no dia 10, a taxa Selic em 15%.

decisão era esperada pelo mercado financeiro. Em comunicado, o Copom não deu pistas de quando deve começar a cortar os juros. Assim como na última reunião, repetiu que o cenário atual está marcado por grande incerteza, que exige cautela na política monetária, e que a estratégia do BC é manter a Selic por bastante tempo.

“O comitê avalia que a estratégia em curso, de manutenção do nível corrente da taxa de juros por período bastante prolongado, é adequada para assegurar a convergência da inflação à meta. O comitê enfatiza que seguirá vigilante, que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados e que, como usual, não hesitará em retomar o ciclo de ajuste caso julgue apropriado”, destacou o comunicado.

A Selic é o principal instrumento do BC para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). 

Em novembro, o IPCA ficou em 0,18%, o menor nível para o mês desde 2018. Com o resultado, o indicador acumula alta de 4,46% em 12 meses, voltando a ficar dentro do teto da meta contínua de inflação.

Pelo novo sistema de meta contínua, em vigor desde janeiro, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%.

No modelo de meta contínua, a meta passa a ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em dezembro de 2025, a inflação desde janeiro do mesmo ano é comparada com a meta e o intervalo de tolerância.

© Antonio Cruz/ Agência Brasil

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Brasil
22 dez

Moraes concede prisão domiciliar humanitária a Augusto Heleno

Moraes concede prisão domiciliar humanitária a Augusto Heleno

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu nesta segunda-feira (22) prisão domiciliar humanitária ao general Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Heleno deverá usar tornozeleira eletrônica e entregar os passaportes. Além isso, o militar está proibido de usar telefone celular e acessar as redes sociais. 

Condenado a 21 anos de prisão na ação penal da trama golpista, Heleno está preso desde 25 de novembro, quando iniciou o cumprimento da pena em regime fechado. Ele está custodiado em uma sala do Comando Militar do Planalto (CMP), em Brasília.

Moraes atendeu ao pedido de prisão domiciliar feito defesa do general. Segundo a defesa, Heleno tem 78 anos e graves problemas de saúde. 

Ao conceder a prisão domiciliar, o ministro citou o resultado do laudo médico oficial elaborado por peritos da Polícia Federal.

Segundo os médicos, Heleno apresenta “quadro demencial” em estado inicial, e a manutenção no regime fechado por piorar a saúde do general.

“Em instituição de custódia, acarreta inexoravelmente o declínio cognitivo progressivo e irreversível, que tende a ter sua evolução acelerada e agravada em ambiente carcerário, com o periciado em isolamento relativo e ausentes os estímulos protetivos e retardantes, em especial, o convívio familiar e a autonomia assistida”, concluiu o laudo.

Por fim, Moraes ainda determinou Heleno deverá comunicar ao STF deslocamentos para realização de consultas médicas. A restrição não vale para situações de emergência.

“O condenado deverá requerer previamente autorização para deslocamentos por questões de saúde, com exceção de situações de urgência e emergência, as quais deverão ser justificadas, no prazo de 48 horas, após o respectivo ato médico”, completou.

Se as medidas cautelares forem descumpridas, o ministro afirmou que o general vai voltar para o regime fechado.

© José Cruz/Agência Brasil

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Notícia
22 dez

Mais de 141 mil ainda não sacaram abono salarial; veja como consultar

Mais de 141 mil ainda não sacaram abono salarial; veja como consultar

Um total de 141.628 trabalhadores ainda não sacaram o abono salarial PIS/Pasep, divulgou nesta segunda-feira (22) o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Os valores disponíveis chegam a R$ 145,7 milhões e podem ser retirados até a próxima segunda-feira, 29 de dezembro, prazo final do calendário de pagamentos.

No calendário de 2025, 26.537.809 trabalhadores tinham direito ao benefício. Desses, 26.396.181 (99,47%) já receberam, totalizando mais de R$ 30,7 bilhões pagos.

O benefício é referente ao ano-base de 2023 e também inclui revisões de pagamentos dos cinco anos anteriores. Quem perder o prazo terá de aguardar convocação especial do MTE para ter acesso ao benefício.

Quem tem direito ao Abono Salarial

Podem receber o Abono os trabalhadores que atendem aos seguintes critérios:

  • Estar cadastrado no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos;
  • Ter recebido até dois salários mínimos de remuneração média mensal no período trabalhado;
  • Ter exercido atividade remunerada por no mínimo 30 dias, consecutivos ou não, no ano-base;
  • Ter os dados corretamente informados pelo empregador no eSocial.

Como consultar

A consulta ao Abono Salarial pode ser feita a partir do dia 5 de cada mês pelos seguintes canais:

  • Carteira de Trabalho Digital (aplicativo ou site);
  • Portal Gov.br.

Trabalhadores que entraram com recurso administrativo recebem o pagamento no dia 15 de cada mês, ou no primeiro dia útil seguinte.

Onde sacar o benefício

O pagamento do Abono Salarial é feito pela Caixa Econômica Federal ou pelo Banco do Brasil, conforme o tipo de vínculo do trabalhador.

Na Caixa, o valor é pago prioritariamente por:

  • Crédito em conta corrente ou poupança;
  • Conta digital pelo aplicativo Caixa Tem.

Quem não tem conta pode sacar em agências, lotéricas, terminais de autoatendimento, correspondente bancário Caixa Aqui e outros canais.

No Banco do Brasil, o pagamento ocorre por:

  • Crédito em conta bancária;
  • Transferência via Pix ou TED;
  • Saque presencial em agências, no caso de não correntistas.

Calendário

O calendário de pagamento do Abono Salarial 2025 começou em 17 de fevereiro e segue até 29 de dezembro, com datas definidas conforme o mês de nascimento do trabalhador.

Para 2026, o Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) já aprovou a liberação de R$ 33,5 bilhões para o pagamento do benefício a 26,9 milhões de trabalhadores, com início previsto para 15 de fevereiro.

Canais de atendimento

Em caso de dúvidas, o trabalhador pode buscar informações:

  • Pelo telefone 158 (Alô Trabalho);
  • Nas Superintendências Regionais do Trabalho;
  • Pelo serviço Facilita Brasil.

© José Cruz/Agência Brasil/Arquivo

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