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Currais Novos
23 fev

Ouro conquista o lugar da Sheelita na economia do RN

Ouro conquista o lugar da Sheelita na economia do RN

O salto nas exportações de ouro, que atingiram US$ 91,2 milhões, reconfigurou a balança comercial potiguar ao preencher uma lacuna deixada por setores que enfrentaram maior volatilidade. Enquanto a fruticultura, liderada pelo melão (US$ 178,7 milhões) e pela melancia (US$ 91,4 milhões), mantém sua força histórica, o ouro surge como um contraponto de alto valor agregado que independe de janelas sazonais de colheita.

Esse montante foi fundamental para que o Rio Grande do Norte registrasse um superávit comercial robusto em 2025, uma vez que o mineral passou a representar quase 10% de toda a pauta exportadora do estado, aproximando-se rapidamente do faturamento gerado pelas frutas cítricas e consolidando o setor extrativista como o segundo pilar mais dinâmico da economia local, atrás apenas dos combustíveis minerais.

Na disputa local, Currais Novos com a criação de 355 novas empresas no ano passado, ultrapassou, de passagem, por Caicó (291).

Expectativa é receita do Ouro potiguar dobrar já em 2026

A expectativa é a de que a produção de ouro possa dobrar em 2026, com a operação funcionando durante os 12 meses do ano. Além disso, há pesquisas em andamento para a extração de outros minerais valiosos, como terras raras e xelita (sheelita).

No ano passado o Rio Grande do Norte exportou para o Canadá US$ 91.3 milhões.

Esse fluxo contínuo de divisas não apenas estabiliza a economia regional contra flutuações cambiais, mas também sinaliza ao mercado internacional que o estado possui segurança jurídica e capacidade logística para sustentar projetos de mineração de larga escala, pavimentando o caminho para novos investimentos em minerais críticos.

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