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09 jul

Quartas de final da Copa começam nesta quinta com 6 seleções europeias

Quartas de final da Copa começam nesta quinta com 6 seleções europeias

A Copa do Mundo de futebol inicia a fase de quartas de final nesta quinta-feira (9) nos Estados Unidos, com oito seleções, a maioria delas europeia. Entre elas França e Inglaterra, que também chegaram às quartas de final nas última duas edições – Rússia 2018 e Catar 2022. Completando o rol de equipes do Velho Continente estão Bélgica, Espanha, Noruega e Suíça.

Assim como na Copa de 2002, em que o Brasil conquistou o pentacampeonato, apenas uma seleção sul-americana disputará vaga nas semifinais: a atual campeã Argentina. Por fim, Marrocos representará pela segunda vez consecutiva o futebol africano nas quartas.

O primeiro confronto terá de um lado a bicampeã França (1998 e 2018), vice na Copa do Catar, e do outro a seleção marroquina, que sonha com o título inédito. O Les Blues (Os Azuis), apelido da França, contam com Kylian Mbappé, vice-líder na artilharia da Copa, com sete gols, um a menos que o argentino Lione Messi. Já os Leões do Atlas podem entrar em campo sem a principal estrela, o meio-campista Ismael Saibari, artilheiro da equipe com três gols. Ele sentiu dores ao fim da partida contra o Canadá.

O jogo está programado para às 17h (horário de Brasília) desta quinta (9), no Estádio de Boston. O embate tem tudo para ser um dos mais emocionantes desta fase, pois será uma reedição das semifinais do último Mundial.  Na ocasião, os europeus levaram a melhor por 2 a 0, avançaram e chegaram à final contra a Argentina. Já equipe africana encerrou o Mundial em quarto lugar, o melhor desempenho do país em seis participações.

As duas seleções voltam a se enfrentar em Copa do Mundo após um hiato de 36 anos. Considerada uma das favoritas ao título, a Espanha sonha levantar a taça pela segunda vez – a primeira foi na Copa da África do Sul (2010). No elenco talentoso da Fúria estão os atacantes Lamine Yamal, de apenas 18 anos, e Oyarzabal,  que balançou a rede quatro vezes nesta edição.

De olho no título inédito, a seleção belga chega embalada nas quartas após golear os Estados Unidos (4 a 1) nas oitavas e cravar vitória de virada sobre o Senegal (3 a 2) nos acréscimos da prorrogação na segunda fase (eliminatória). A equipe conta com jogadores experientes como Romelu Lukaku e Thibaut Courtois, e mais novos como o atacante Jérémy Doku, de apenas 17 anos.

Fúria e Diabos Vermelhos entram em campo na sexta (10), às 16h, no SoFi Stadium, em Los Angeles.

Único duelo inédito em Mundiais colocará frente a frente a experiente Inglaterra, em sua 17ª participação em Copas, contra a Noruega, que chegou pela primeira vez na história a fase de quartas. De um lado estarão os Três Leões – apelido da seleção inglesa – que que sonham com o segundo título em Copas- o primeiro foi em 1966. Do outro, os Vikings – apelido da seleção Norueguesa – que voltaram ao Mundial em grande estilo,  após amargarem 28 anos de ausência. A Noruega competiu apenas em três edições (1938, 1994 e 1998) e chegou às oitavas em 1938 e 1998.

No retrospecto, ingleses e noruegueses já duelaram 12 vezes em outras competições, com sete vitórias para os britânicos, três empates, e dois triunfos dos Vikings. Em campo estarão dois dos melhores artilheiros do Mundial, o holandês Erling Haaland (sete gols) e britânico Harry Kane (seis).

O confronto será no sábado (11), às 18h, no Hard Rock Stadium, em Miami.

A atual campeã mundial Argentina chega às quartas de final após uma virada épica contra o Egito (3 a 2), comandada por Messi, artilheiro do mundial. O último encontro de argentinos e suíços em Copa foi na edição de 2014, no Brasil, quando os hermanos levaram a melhor por 1 a 0 na prorrogação. Tricampeões mundiais (1978, 1986 e 2022), os argentinos nunca perderam para os suíços na história: em sete confrontos, venceram cinco e empataram dois.

A seleção suíça mira uma classificação inédita às semifinais da Copa. Depois de 72 anos, a equipe europeia volta a disputar a fase de quartas, fato que só ocorreu em três oportunidade (1934, 1938 e 1954). A defesa bem armada é a principal estratégia da Suíça, conhecida pelo apelido de Ferrolho Suíço.

O último duelo das quartas ocorrerá no sábado (11), às 22h, no Kansas City Stadium.  

Fonte: Agência Brasil

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09 jul

Styvenson segue na liderança para o Senado na soma do 1º e 2º voto

Styvenson segue na liderança para o Senado na soma do 1º e 2º voto

Foto: Reprodução

Considerando a metodologia que consolida o potencial de votos para as duas vagas em disputa, Styvenson Valentim permanece na liderança isolada, com 23,48% das intenções de voto. Em segundo lugar está Zenaide Maia, com 13,27%.

A disputa pela segunda vaga ao Senado está aberta entre os outros concorrentes. Coronel Hélio surge em terceiro, com 9,15%, seguido por Rafael Motta, que registra 8,14%. Samanda Alves soma 5,26%, enquanto Sandro Pimentel (PSOL) alcança 1%.


Também aparecem Luciana Lima (PSTU), com 0,44%, Rosália Fernandes (PSTU), com 0,26%, e Godeiro Linhares (DC), sem pontuação.

Os dados mostram ainda que 25,03% dos entrevistados permanecem indecisos na consolidação dos dois votos para o Senado, enquanto 13,94% afirmam não escolher nenhum dos candidatos apresentados.

TN/Consult mostra Styvenson como preferido no 1º voto para o Senado

O senador Styvenson Valentim (Podemos) aparece na liderança da disputa pelas duas vagas ao Senado Federal pelo Rio Grande do Norte nas eleições de 2026, segundo a pesquisa TRIBUNA DO NORTE/Instituto Consult. No cenário estimulado para o primeiro voto, o parlamentar soma 38,71% das preferências, abrindo ampla vantagem sobre a senadora Zenaide Maia (PSD), que registra 13,29%.

Na sequência aparecem o ex-deputado federal Rafael Motta (PDT), com 7,94%, a vereadora Samanda Alves (PT), com 5,12%, e o Coronel Hélio (PL), que alcança 4,71%. Os demais nomes citados apresentam índices inferiores a 1%.


O levantamento também aponta um percentual 18,41% de indefinidos, que disseram não saber em quem votar, enquanto 10,47% afirmaram que não escolheriam nenhum dos nomes apresentados.

TN/Consult mostra Coronel Hélio na frente pelo segundo voto

Nesse cenário o quadro está mais equilibrado, o Coronel Hélio aparece à frente, com 13,59%, seguido de perto por Zenaide Maia, com 13,24%. Rafael Motta registra 8,35%, enquanto Styvenson Valentim soma 8,24%. Samanda Alves alcança 5,41%.

O percentual de indecisos cresce na segunda escolha, chegando a 31,65%, além de 17,41% que afirmam não votar em nenhum dos candidatos apresentados.

Tribuna do Norte

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09 jul

Cadu lidera rejeição na disputa pelo Governo do RN, aponta TN/Consult

Cadu lidera rejeição na disputa pelo Governo do RN, aponta TN/Consult

| Foto: Reprodução

Pesquisa TRIBUNA DO NORTE/Instituto Consult sobre intenções de votos para governador do Rio Grande do Norte nas eleições de 2026, também sondou os eleitores sobre a rejeição de votos dos pré-candidatos.
A pesquisa estimulada mostra que 21,47% dos eleitores “não votaria de maneira alguma” no candidato do PT, Cadu Xavier.

Em segundo lugar aparece o ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias (PL), com 16,94% e em terceiro, Allyson Bezerra (União), com 8,94%..


Os índices de rejeição dos pré-candidatos Robério Paulino (PSOL) e Dario Barbosa (PSTU), chegam, respectivamente, a 4,53% e 3,88%.

Já 8,76% eleitores responderam “nenhum” e 33,18% não souberam dizer. Outros 10,0% disseram que rejeitam todos os pré-candidatos citados na sondagem de intenções de votos.

Tribuna do Norte

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09 jul

Pesquisa TN/Consult aponta disputa em dois turnos pelo Governo do RN

Pesquisa TN/Consult aponta disputa em dois turnos pelo Governo do RN

Foto: Reprodução

O cenário político-eleitoral da mais recente sondagem de intenções de votos TRIBUNA DO NORTE/Instituto Consult indica que as eleições para governador do Rio Grande do Norte serão decididas em dois turnos. De acordo com a pesquisa estimulada, o ex-prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União) é o pré-candidato preferido dos eleitores, com 34,59%, mas não alcançaria o percentual mínimo de 50% mais 1 voto para vencer o pleito no primeiro turno, caso a eleição fosse hoje, pois é ultrapassado no somatório dos outros pré-candidatos ao cargo, que chegam a 41,18%.


A pesquisa do Instituto Consult, que ouviu 1.700 eleitores entre os dias 3 e 5 deste mês, aponta o ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias (PL) na segunda colocação, com 29,0%, enquanto o candidado do PT, o ex-secretário estadual da Fazenda, Cadu Xavier, que tem apoio da governadora do Estado, Fátima Bezerra (PT), aparece com apenas 11,24%.


Os outros dois pré-candidatos de partidos de esquerda ao governo estadual, Dario Barbosa (PSTU) e Roberio Paulino (PSOL), têm somente 0,47% das intenções de votos dos 2,66 milhões de eleitores do Rio Grande do Norte.


A pesquisa Consult ainda mostra que 14,94% do eleitorado responderam “não saber dizer” em quem votam, outros 9,24% afirmaram não votar em “nenhum” e 0,06% votaria em “outro” candidato.

Empate


Pesquisa TRIBUNA DO NORTE/ Instituto Consult feita entre 15 e 18 de março indicava um empate técnico nas duas primeiras colocações na disputa para governo do Estado.

Na época, praticamente dois meses depois de ter anunciado sua pré-candidatura ao governo estadual ao pleito de 4 de outubro, o ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias, que estava de saída do Republicanos para o Partido Liberal (PL), aparecia na liderança, com 31,18% das intenções de votos, seguido pelo prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), com 29,24.

Mais atrás apareciam o candidato do Partido dos Trabalhadores (PT), o secretário estadual da Fazenda, Carlos Eduardo Xavier, o Cadú, com 6,35% e Robério Paulino, do PSOL, 1,65%. O número de indecisos (17,65%) e eleitores que não escolheriam nenhum dos nomes (13,94%).

Metodologia


Na ocasião, a pesquisa foi realizada com 1.700 eleitores em 55 municípios do Rio Grande do Norte. O levantamento tem margem de erro de 2,37 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. A pesquisa tem o registro de número: RN-03877/2026 e BR-03533/2026.

Espontânea


A pesquisa TN/Consult realizada na primeira semana deste mês de julho, mostra na sondagem não estimulada, aquela em que não se aponta nomes de pré-candidatos ao governo, que a maioria dos eleitores (68,71%) estão indecisos e que 4,71% não votaria em ninguém para governador.


Nesse caso, Allyson Bezerra aparece com 12,59%, seguido de perto por Álvaro Dias, com 9,12% e mais atrás, Cadu Xavier, 4,47%.


Também são citados na pesquisa espontânea o senador Styvenson Valentim (Podemos), 0,18% e a governadora Fátima Bezerra, que está a menos de seis meses do fim do segundo mandato, com 0,12%, mesmo percentual de votos que teria um candidato apoiado por ela,

Margem de Erro


O erro amostral máximo da pesquisa TN/Consult feita entre 3 e 5 de julho é de 2.37% e confiabilidade de 95%.
A pesquisa tem o seguinte registro na Justiça Eleitoral: Registro: BR – 01626/2026 / RN – 06648/2026.
A Pesquisa foi realizada no Rio Grande do Norte RN, abrangendo 12 áreas geográficas, representada por 63 municípios.

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09 jul

RN tem pior índice do País no esclarecimento de homicídios

RN tem pior índice do País no esclarecimento de homicídios

Foto: José Aldenir

O Rio Grande do Norte registra o menor índice de esclarecimento de homicídios do Brasil. Apenas 9% dos homicídios dolosos resultaram em denúncia apresentada pelo Ministério Público entre 2020 e 2023, segundo o estudo “Diagnóstico sobre a Investigação de Homicídios no Brasil”, divulgado nesta quarta-feira 8 pelo Instituto Sou da Paz. O levantamento analisou os fatores associados às taxas de esclarecimento de homicídios nos estados brasileiros e, pela primeira vez, buscou identificar por que algumas unidades da federação conseguem resultados superiores aos de outras.

O caso do Rio Grande do Norte chama atenção porque, mesmo apresentando uma taxa de homicídios inferior à de diversos estados das regiões Norte e Nordeste, registra o menor percentual de esclarecimento do País, cenário que pode indicar fragilidades na estrutura investigativa local.

O estudo considera esclarecido o homicídio doloso que resulta em denúncia criminal oferecida pelo Ministério Público até o final do ano seguinte ao crime. O indicador mede a responsabilização inicial no sistema de Justiça e não inclui etapas posteriores, como julgamento ou condenação. Os percentuais divulgados correspondem à média registrada entre 2020 e 2023.

Na outra ponta do levantamento aparece Goiás, com média de 86% de esclarecimento dos homicídios. No entanto, o Instituto Sou da Paz ressalta que o Estado disponibilizou dados para apenas um dos quatro anos analisados. Por isso, a pesquisa aponta o Distrito Federal como a principal referência nacional, por reunir elevado percentual de esclarecimento, de 81%, e maior regularidade no envio das informações ao longo da série histórica.

Na sequência aparecem Minas Gerais (75%), Paraná (72%), Mato Grosso do Sul (71%), Rondônia (67%) e Santa Catarina (65%). Entre os estados com os menores índices estão Rio Grande do Norte (9%), Bahia (14%), Piauí (23%), Rio de Janeiro (23%) e Ceará (27%). Alagoas, Rio Grande do Sul e Tocantins não disponibilizaram dados suficientes para integrar a série histórica analisada.

O estudo também destaca o caso de São Paulo. Embora o Estado tenha registrado a menor taxa de homicídios do País em 2023, com 7,8 mortes por 100 mil habitantes, apresentou média de esclarecimento de 40% entre 2020 e 2023 e vem registrando queda no indicador. Depois de atingir 47% em 2021, o índice caiu para 40% em 2022 e chegou a 31% em 2023, o menor percentual da série histórica analisada pelo Instituto Sou da Paz.

Segundo a pesquisa, São Paulo apresenta desempenho inferior ao esperado para seu contexto criminal, demonstrando que a redução da taxa de homicídios não se traduz, necessariamente, em maior capacidade de investigação.

O levantamento também concluiu que não existe relação direta entre o número de policiais ou de peritos por habitante e as taxas de esclarecimento. Em contrapartida, identificou que estados que transformaram a investigação de homicídios em prioridade permanente, estabeleceram metas, monitoraram indicadores, fortaleceram a perícia e adotaram gestão por resultados apresentaram avanços consistentes.

Entre os exemplos citados está Mato Grosso, que elevou sua taxa anual de esclarecimento de homicídios de 33% para 71% entre 2020 e 2023. Rondônia passou de 50% para 92% no mesmo período. A Paraíba ampliou o índice de 32% para 46%, enquanto Sergipe avançou de 46% em 2022 para 64% em 2023.

Delegada-geral diz que índice chega a 50%

A delegada-geral da Polícia Civil do Rio Grande do Norte, Ana Cláudia Saraiva, contestou os dados do estudo do Instituto Sou da Paz que coloca o RN na última posição do País em esclarecimento de homicídios. Segundo ela, o levantamento utilizou informações referentes a 2020 e 2021 e não reflete os indicadores oficiais atualmente adotados pela Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed).

“É preciso esclarecer que esse estudo toma como base dados de 2020 e 2021. O próprio Instituto, com relação a 2022 e 2023, não utilizou esses dados, eles foram rejeitados. O índice de elucidação de homicídios no nosso Estado, hoje, chega a quase 50%”, afirmou.

De acordo com a delegada, esse percentual corresponde às cidades e regiões atendidas por Delegacias Especializadas em Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPPs). Nas localidades onde ainda não há unidades especializadas, ela informou que o índice de elucidação é de 35%.

“Esses índices que nós estamos divulgando aqui de elucidação de homicídios nas cidades e nas regiões onde nós, através de uma política de Estado, implantamos delegacias de homicídios, então o índice de elucidação é de quase 50%. E, nas demais cidades, onde não há DHPP, o índice é de 35%”, disse.

Ana Cláudia afirmou que os dados utilizados pelo Instituto Sou da Paz diferem dos indicadores oficiais da Segurança Pública. Segundo ela, o sistema de monitoramento atualmente utilizado passou a ser adotado em 2024 e é auditado por órgãos de controle.

“Esse índice de quase 50% de elucidação da DHPP é um índice seguro, auditável e fiscalizado pela Secretaria de Segurança Pública, pela Secretaria Nacional de Segurança Pública e pelo próprio Ministério Público. Esse dado que nós, Polícia Civil, estamos repassando da elucidação da Polícia Civil do RN de quase 50% é um índice que pode ser comprovado, inclusive, através do CPF de todas as vítimas cujo crime foi elucidado.”

A delegada acrescentou que o levantamento do Instituto Sou da Paz utiliza uma metodologia diferente da adotada pela Polícia Civil. “O estudo leva em consideração dados que não são das Secretarias de Segurança Pública. Esses dados dizem respeito às denúncias e a informações coletadas de 2020 e 2021 junto ao Poder Judiciário. Não são dados oficiais, que só são possíveis hoje na Segurança Pública através desse indicador que nós publicamos em 2024.”

Segundo a delegada-geral, a estratégia da Polícia Civil é ampliar o número de DHPPs no RN para aumentar a capacidade de investigação dos homicídios. Ela afirmou que, quando a atual gestão assumiu a instituição, em 2019, o índice de elucidação era de 15%.

“Em 2019, o índice de elucidação era de 15%. Hoje, após a implantação das DHPPs, que são as Delegacias de Homicídios, no cinturão da Região Metropolitana de Natal, ampliação das delegacias de homicídio em Mossoró e implantação de núcleos que nós estamos fazendo nas regionais do Estado, esse índice subiu. Ele era 15% em 2019, hoje chega a quase 50% de elucidação.”

Ela afirmou que a meta da Polícia Civil é expandir a estrutura especializada para outras regiões do Rio Grande do Norte. “A meta é ampliarmos as delegacias de homicídios no maior número de cidades possíveis, interiorizando cada vez mais, porque assim nós teremos uma política de Estado cada vez mais eficiente no combate, na redução de homicídios e no nível de elucidação.”

Questionada sobre uma possível contestação oficial ao estudo divulgado pelo Instituto Sou da Paz, Ana Cláudia disse acreditar que futuras pesquisas, utilizando os indicadores oficiais da Segurança Pública, deverão refletir os resultados apresentados pela Polícia Civil.

“Acredito que novas pesquisas com dados atualizados e com base nos indicadores do Sistema de Segurança Pública, fiscalizado e auditado pelo Ministério Público, mostrarão exatamente que os números da Segurança Pública são mais favoráveis. Oficialmente, de forma comprovada e auditável, nós podemos comprovar o que afirmamos: o índice de elucidação onde tem DHPP é de quase 50%.”,

Confira o ranking

  • Goiás 86%;
  • Distrito Federal 81%;
  • Minas Gerais 75%;
  • Paraná 72%;
  • Mato Grosso do Sul 71%;
  • Rondônia 67%;
  • Santa Catarina 65%;
  • Mato Grosso 57%;
  • Sergipe 55%;
  • Espírito Santo 48%;
  • Acre 47%;
  • Maranhão 41%;
  • Amazonas 41%;
  • São Paulo 40%;
  • Paraíba 39%;
  • Roraima 39%;
  • Pernambuco 33%;
  • Amapá 30%;
  • Pará 29%;
  • Ceará 27%;
  • Rio de Janeiro 23%;
  • Piauí 23%;
  • Bahia 14%;
  • Rio Grande do Norte 9%.

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