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Brasil
26 nov

Mais 260 municípios em todo o País são selecionados para receber Arenas Brasil

Mais 260 municípios em todo o País são selecionados para receber Arenas Brasil

O Ministério do Esporte publicou nesta última terça-feira (25/11) a Portaria Mesp nº 106, que torna pública a seleção de 260 propostas de municípios para implantação das novas Arenas Brasil. A nova publicação no Diário Oficial da União (DOU) está no âmbito do Novo PAC Seleções e amplia o conjunto de equipamentos públicos autorizados para 500 unidades nas cinco regiões do País.

“Esse número de 260 municípios beneficiados de uma vez só é a primeira vez no Ministério do Esporte. Vai ter arena no norte, nordeste, no centro-oeste, no sul e no sudeste. As arenas chegam aos quatro cantos do nosso país”, comemora o ministro André Fufuca. “Tem lugar que nunca teve nem uma quadra simples e agora ganha uma estrutura completa para vários esportes”, complementa.

A seleção de 2025 recebeu 4.630 propostas de todo o país e 260 municípios foram habilitados para celebrar o Termo de Compromisso com o Ministério do Esporte. A iniciativa abrange 25 estados brasileiros.

Cada unidade seguirá o projeto padrão desenvolvido pela pasta, composto por campo de futebol soçaite com grama sintética, quadra de basquete 3m x 3m, pista de caminhada e parque infantil. O investimento estimado é de R$ 1,5 milhão por equipamento.

Com a publicação da Portaria, o Ministério intensifica o processo de celebração dos Termos de Compromisso ainda em 2025 para viabilizar o início das obras. A previsão do Ministério do Esporte é alcançar os 500 municípios com Arenas Brasil até o final de 2026.

Expansão nacional do Novo PAC Seleções

As Arenas Brasil integram o eixo de Infraestrutura Social e Inclusiva do Novo PAC , no Esporte. A política amplia a oferta de equipamentos esportivos públicos e fortalece o esporte como vetor de desenvolvimento social.

A primeira seleção, publicada em 2024, aprovou 240 propostas, com um investimento previsto de R$ 360 milhões. Cinco unidades dessa etapa já estão concluídas e as demais seguem em execução. Com as 260 novas unidades anunciadas, o total chega a 500 Arenas Brasil planejados para implementação em municípios de todos os portes.

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Notícia
26 nov

Com renda 70% maior, Brasil registra menor nível histórico de pobreza e desigualdade

Com renda 70% maior, Brasil registra menor nível histórico de pobreza e desigualdade

O Brasil alcançou em 2024 os melhores resultados de renda, desigualdade e pobreza de toda a série histórica de pesquisas domiciliares, iniciada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 1995. É o que revela um novo estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado nesta terça-feira, 25 de novembro.

Os autores da pesquisa, Pedro Herculano Souza e Marcos Dantas Hecksher, mostraram que, em 30 anos, houve grande progresso no país: a renda domiciliar per capita cresceu cerca de 70%, a desigualdade (medida pelo índice de Gini) caiu quase 18% e a extrema pobreza despencou de 25% para menos de 5% da população.

É importante notar que o avanço não foi constante. O maior crescimento aconteceu entre 2003 e 2014, e voltou a ganhar força entre 2021 e 2024. Neste último ano, todos os indicadores – renda, desigualdade e pobreza – atingiram os melhores patamares já registrados.

O Brasil enfrentou um período de crises entre 2014 e 2021, marcado por recessão, lenta recuperação e forte impacto da pandemia. Em 2021, a renda per capita (por pessoa) chegou ao nível mais baixo em uma década. Mas desde então o cenário mudou: entre 2021 e 2024, a renda média real cresceu mais de 25% – o maior avanço em três anos seguidos desde 1994. Houve, ao mesmo tempo, uma redução significativa da desigualdade.

“Os resultados mostram que é possível diminuir muito a pobreza e a desigualdade, mas que é preciso combinar diferentes formas para alcançar esses objetivos fundamentais do país”, explicou Hecksher.

TRABALHO E PROGRAMAS SOCIAIS — A melhora social entre 2021 e 2024 foi impulsionada por dois fatores:

  • O mercado de trabalho aquecido (mais empregos e salários).
  • A expansão das transferências assistenciais, por meio do fortalecimento de programas sociais.

Esses dois fatores contribuíram de forma equivalente (quase metade cada um) para a redução da desigualdade e da extrema pobreza.

Os autores destacaram que os programas de transferência de renda (como Bolsa Família e Benefício de Prestação Continuada) se tornaram mais efetivos na redução das desigualdades após 2020.

Apesar desse impacto, segundo o estudo, o efeito dinâmico das transferências diminuiu no biênio 2023–2024, refletindo o fim do ciclo recente de expansão. Ainda assim, o mercado de trabalho manteve forte influência sobre a melhora dos indicadores, respondendo pela maior parte da redução adicional da pobreza e da desigualdade nesse período.

NÍVEIS MÍNIMOS — Graças à combinação de crescimento da economia e queda da desigualdade, o país atingiu em 2024 os menores níveis de pobreza da série histórica. Apesar do avanço, 4,8% da população ainda vivia abaixo da linha de extrema pobreza (US$ 3 por dia), e 26,8% estava abaixo da linha de pobreza (de US$ 8,30 por dia).

MUDANÇA ESTRUTURAL — Os pesquisadores concluem que, após anos de retrocesso ou estagnação, o período recente marca uma mudança estrutural importante, com os indicadores sociais melhorando de forma rápida e simultânea.

Agência Gov.BR

Potiguar
Política
26 nov

Novo pedido de cassação contra Brisa Bracchi será lido na sessão desta quarta

Novo pedido de cassação contra Brisa Bracchi será lido na sessão desta quarta

Um novo pedido de cassação contra a vereadora Brisa Bracchi (PT) já tem previsão de leitura para a sessão plenária desta quarta-feira (26), na Câmara Municipal de Natal. A nova solicitação também foi feita pelo vereador Matheus Faustino (União Brasil) – o mesmo autor do pedido que levou ao processo arquivado nesta terça-feira (25) por esgotamento do prazo.

Na nova denúncia, Faustino apresenta elementos adicionais, incluindo a cobrança de ingressos em eventos realizados com recursos de emendas da vereadora. Segundo ele, os novos fatos tornam o pedido “ainda mais robusto” em relação à denúncia anterior.

“A justiça deu as diretrizes que a Câmara deve seguir em um processo de cassação. Cientes delas, agora a Casa tem a possibilidade de conduzir todo o trâmite sem margem para novas interpretações do TJRN. Por isso resolvi protocolar um pedido, ainda mais robusto, com novos objetos. Brisa não pode ficar impune de usos tão errados de suas emendas. A Câmara precisa passar essa mensagem moralizadora do uso dos recursos públicos”, comentou o parlamentar.

Nesta terça, o presidente da Casa, Eriko Jácome, acompanhado de membros da Mesa Diretora e da Procuradoria, detalhou o entendimento jurídico que embasou o arquivamento do processo de julgamento da vereadora Brisa Bracchi, durante coletiva de imprensa. Pouco depois, o novo pedido de cassação foi oficialmente protocolado, com previsão de leitura já na próxima sessão plenária.

O processo de cassação da vereadora Brisa Bracchi (PT) foi oficialmente arquivado pela Câmara Municipal de Natal após entendimento técnico da Procuradoria-Geral da Casa, divulgado em coletiva nesta terça-feira (25). A análise se baseou no Decreto-Lei 201/1967 — legislação federal que rege cassações de prefeitos e vereadores — e concluiu que o prazo máximo de 90 dias se esgotou sem que o caso fosse levado a julgamento.

Embora a decisão encerre o procedimento aberto em agosto, o arquivamento não impede que uma nova denúncia seja apresentada, inclusive pelos mesmos fatos, caso haja nova representação. Nesse cenário, o processo teria que começar do zero. O procurador-geral da Casa, Gustavo Sousa, reforçou que a Procuradoria seguiu a mesma linha técnica adotada desde o início do processo, fundamentada na jurisprudência que considera o decreto federal superior ao regimento interno da Câmara, no tocante às regras de cassação.

“Nós sempre trilhamos esse caminho porque adotamos o entendimento jurisprudencial de que o decreto se sobrepõe, por questões técnicas, ao regimento interno. O opinamento técnico da Procuradoria foi no sentido de que o prazo se encerraria nos 90 dias. E como não houve o julgamento, o processo será arquivado sem prejuízo de uma nova denúncia, até sobre os mesmos fatos, conforme também prevê o decreto legislativo 201-67”, explicou.

Sousa destacou ainda que a escolha pela norma federal foi deliberada para evitar riscos de nulidade. “A Procuradoria sempre adotou uma linha técnica de condução deste processo. Nós somos tecnicamente equidistante, nós não temos posicionamento sobre lados A ou B. A nossa função é eminentemente técnica e como tal nós adotamos um procedimento. Não poderíamos agir de forma diferente do nosso entendimento técnico”.

Com isso, o prazo máximo para conclusão do processo (90 dias) se encerrou no último dia 20, sem deliberação em plenário. O procurador reafirmou que não houve julgamento, apenas instrução, o que permite que a matéria seja reapresentada futuramente.

Embora o presidente da Câmara, Eriko Jácome (PP), afirme que a Casa apenas seguiu as orientações jurídicas disponíveis à época, ele citou um “equívoco” no encaminhamento do processo. Ainda assim, rechaçou qualquer dano institucional, negando que a imagem da Câmara tenha sido “manchada” e reforçou que o episódio, segundo ele, não compromete a credibilidade do Legislativo municipal.

“A Câmara trabalhou de forma correta, houve esse equívoco que a procuradoria entendeu de uma forma que poderia correr o prazo em 90 dias, contendo o prazo de 24 horas, e o judiciário entendeu de outra forma”, disse. Segundo Jácome, o episódio mobilizou a população a acompanhar os trabalhos da Casa. “A população ficou mais ativa, acesa, participou mais do processo, que isso não impede ela participar de próximos processos ou de novos projetos de lei”.

O presidente da Câmara afirmou também que o clima político permanece dentro da normalidade institucional. Ele disse que a Casa atuou seguindo os entendimentos jurídicos e respeitando todas as decisões judiciais proferidas ao longo do processo — que foi marcado por duas suspensões na última semana. “O clima continua, eu acredito, da mesma forma, sempre existiu a oposição e a situação, e sempre a casa teve grandes debates”, afirmou.

O vereador disse que o processo de Brisa pode desencadear pedidos semelhantes, mas que a Câmara trabalha para se respaldar juridicamente. “A gente já vem recebendo pedidos de cassação antes da gente encerrar esse processo, mas a gente não pode receber isso perante o processo que a gente está passando, só após o encerramento”, comentou.

Comissão de Ética

O vereador Daniel Valença (PT), integrante da Comissão de Ética da Câmara, afirmou que o processo também está extinto no âmbito da comissão, já que não houve nenhum ato formal prorrogando ou suspendendo o trâmite. “Os dois processos estão arquivados e eu sou da Comissão de Ética e em nenhum momento houve nenhuma suspensão da Comissão de Ética. Na verdade, o conjunto do processo foi feito de maneira irregular”.

Ele detalhou que, em casos graves, a comissão pode instaurar uma comissão de processamento, o que não ocorreu desta vez porque o procedimento seguiu rota própria, a partir da denúncia formal no plenário. “Agora vamos aguardar, quando me convocarem formalmente para alguma reunião. Por enquanto, não fui convocado para nada, inclusive nem para essa reunião de agora”, disse.

Tribuna do Norte

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Rio Grande do Norte
26 nov

Deputados alertam para rombo bilionário no governo Fátima

Deputados alertam para rombo bilionário no governo Fátima

A cerca de 120 dias de deixar o comando do Executivo para disputar o Senado em 2026, a governadora Fátima Bezerra (PT) deve entregar ao sucessor um passivo bilionário nas contas do Rio Grande do Norte — cenário que já é comentado, inclusive, nos corredores da Assembleia Legislativa. Segundo o relator da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026, deputado estadual Tomba Farias (PL), o Estado acumula aproximadamente R$ 6,3 bilhões em dívidas com fornecedores, outros R$ 6 bilhões em precatórios e um déficit mensal de R$ 170 milhões na Previdência.

Preocupado com o quadro de desequilíbrio fiscal, o parlamentar relatou pessoalmente ao vice-governador Walter Alves (MDB) o impacto que essa situação poderá ter caso ele assuma o governo em abril de 2026.

Em sessão ocorrida no dia 12, Tomba Farias informou do encontro que teve com Walter Alves e das dificuldades que ele terá pela frente, pois só a folha de pessoal chegou a mais de R$ 968 milhões – fora os impactos proporcionados por promoções na carreira e contratações de servidores concursados, sendo um de R$ 48 milhões, outro de R$ 78 milhões, e mais R$ 342 milhões em fevereiro, elevando o pagamento salarial do funcionalismo a cerca de R$ 1,3 bilhão por mês.

“Avisamos ao vice-governador da dificuldade e que se preparasse para que viabilizasse essas coisas, porque com os aumentos dessa folha, vai ficar um pouco difícil”, antecipava Farias, relator de um projeto de LOA que já estima em R$ 1,55 bilhão o deficit orçamentário em 2026. Tomba Farias leva em conta que a estimativa de receita do governo para 2026 é de R$ 25,67 bilhões, enquanto as despesas chegam a R$ 27,22 bilhões.

O deputado Luiz Eduardo (SDD) tem lembrado que o Governo defendeu na Casa que o aumento de 18% para 20% na alíquota modal do ICMS seria a solução econômica do Estado. “O que estamos vendo é o atraso do pagamento dos aposentados e falta de pagamento com os fornecedores, o Estado só acumula dívidas e falta de compromisso com o povo do Rio Grande do Norte”, afirma o parlamentar.

Segundo Luiz Eduardo, em meio a esse caos, o secretário Carlos Eduardo Xavier (Fazenda), afirmou em entrevista que o governo só vai pagar o 13º salários dos pensionistas em janeiro de 2026.

O deputado José Dias (PL) também fala que “qualquer pessoa que estude o mínimo da nossa história econômica e financeira, da administração, sabe disto, não há competência do governo, a falta de competência está patente”.

Para José Dias, a governadora do Estado “é dominada por uma burocracia que está encastelada em liderança do PT, está na Casa Civil, está na tributação, que tem o candidato a Governador (Cadu Xavier), que é um negócio absurdo, ou seja, a partir de um secretário, porque a esquerda não tem candidato, querem construir um cidadão que, tecnicamente, é capaz de exercer sua função de arrecadador, mas não tem nenhuma repercussão política”.

Contingenciamento

A Assembleia Legislativa já sentiu os efeitos do desequilíbrio das contas públicas, tanto que às vésperas do “feriadão”, no dia 18 deste mês, publicou a portaria 27/2025 no “Diário Oficial” da Casa, informando o bloqueio provisório de dotações orçamentárias no valor de R$ 2.863.000,00.

O presidente da Casa, deputado estadual Ezequiel Ferreira (PSDB), deixou a portaria assinada, antes de passar a presidência, interinamente, para a deputada estadual Eudiane Macedo (PV) e viajar no feriado prolongado. A portaria explica que a medida de contingenciamento e contenção de despesas do Poder Legislativo, visa “o equilíbrio fiscal com os impactos financeiros da queda de arrecadação, no exercício 2025”, com impacto inclusive nos custos financeiros da Fundação Djalma Marinho. “As medidas adotadas poderão ser reavaliadas conforme a evolução do cenário fiscal do Estado”, diz a portaria.

Auditoria oficiosa

A crise fiscal do Estado já passa por uma avaliação do vice-governador Walter Alves, que há pelo menos um mês começou a receber informações dos próprios auxiliares de primeiro escalão do governo Fátima Bezerra, que têm ido à Vice-governadoria, situada na sede do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-RN), na avenida Salgado Filho, expor os dados financeiros de cada pasta ou órgão do governo.

Walter Alver vale-se até de ex-auxiliares da área econômica do governo Garibaldi Filho (1995/1998 e 1999/2002) para fazer uma avaliação sobre a situação econômica do Estado até março, quando espera a conclusão de todo o levantamento feito por pessoas de sua confiança.

Nos bastidores políticos, já fala-se que Walter Alves abriria mão do governo para disputar cadeira para a Assembleia Legislativa, onde iniciou carreira na vida pública, o que deve ser tema de conversa com o presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, em Brasília, onde o vice-governador se encontra. Na capital do país, Alves deve passar pelos gabinetes do presidente Lula, pedindo apoio para o caso de vir assumir o governo estadual.

Foto: Magnus Nascimento

Tribuna do Norte

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Futebol
26 nov

Fifa divulga potes para sorteio dos grupos da Copa de 2026

Fifa divulga potes para sorteio dos grupos da Copa de 2026

A Fifa divulgou nesta terça-feira (25) a divisão dos potes para o sorteio dos grupos da primeira fase da Copa do Mundo de 2026, que será realizado no dia 5 de dezembro em Washington (Estados Unidos). A seleção brasileira está no pote 1, junto dos outros cabeças de chave da competição.

“Os procedimentos do sorteio final estabelecem que os países-sede – Canadá, México e Estados Unidos – serão alocados no pote 1. As outras 39 seleções classificadas serão distribuídas nos quatro potes de 12 equipes cada, de acordo com o Ranking Mundial Masculino da Fifa publicado no dia 19 de novembro de 2025. Por fim, as duas vagas referentes ao torneio de repescagem da Copa do Mundo de 2026, assim como as quatro vagas da repescagem europeia, serão alocadas no pote 4”, informou a Fifa por meio de um comunicado oficial.

Divisão dos potes

Pote 1: Canadá; México; EUA; Espanha; Argentina; França; Inglaterra; Brasil; Portugal; Holanda; Bélgica; Alemanha

Pote 2: Croácia; Marrocos; Colômbia; Uruguai; Suíça; Japão; Senegal; RI do Irã; República da Coreia; Equador; Áustria; Austrália

Pote 3: Noruega; Panamá; Egito; Argélia; Escócia; Paraguai; Tunísia; Costa do Marfim; Uzbequistão; Catar; Arábia Saudita; África do Sul

Pote 4: Jordânia; Cabo Verde; Gana; Curaçau; Haiti; Nova Zelândia; vagas A, B, C e D da repescagem europeia; vagas 1 e 2 do Torneio Classificatório da FIFA

Sorteio

A Fifa sorteará os grupos da Copa do Mundo de 2026 no dia 5 de dezembro, a partir das 14h (horário de Brasília).

Agência Brasil

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