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15 jul

Aplicativo de mobilidade urbana chega a Currais Novos com motoristas da terra e campanha que vai sortear R$ 2 mil

Aplicativo de mobilidade urbana chega a Currais Novos com motoristas da terra e campanha que vai sortear R$ 2 mil

Currais Novos ganha uma nova opção de mobilidade urbana com o lançamento de um aplicativo criado para oferecer praticidade, segurança e valorização dos profissionais da cidade. Com o slogan voltado para a identidade regional, o serviço reúne motoristas da terra, gente da gente, aproximando ainda mais os passageiros de quem conhece a realidade local.

O aplicativo chega com um diferencial importante: os usuários poderão visualizar os motoristas disponíveis e, inclusive, optar por escolher quem realizará a corrida. Entre os profissionais cadastrados também há motoristas mulheres, oferecendo ainda mais opções e conforto aos passageiros.

Outro atrativo é o valor das viagens, com corridas de carro a partir de R$ 10,00, além de uma campanha promocional que vai premiar os clientes. A cada corrida realizada, o passageiro recebe um cupom para concorrer ao sorteio de R$ 2 mil em dinheiro, que será realizado em dezembro. Quanto mais utilizar o aplicativo, maiores serão as chances de ganhar. Por exemplo, quem fizer dez corridas em um dia receberá dez cupons.

Pensando na grande movimentação da Festa de Sant’Ana, incluindo a Feirinha, o Pavilhão e os diversos eventos da programação, o aplicativo surge como uma alternativa prática, segura e rápida para quem deseja se deslocar durante as festividades.
A plataforma já inicia as atividades com uma ampla equipe de motoristas cadastrados para atender a população, contando com cinco carros elétricos, além de veículos movidos a combustão, garantindo mais opções aos usuários.

E você, vai perder essa oportunidade? Faça seu cadastro e solicite já sua primeira corrida.
Mais informações: (84) 98604-4750.

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15 jul

OAB pede ao STF autorização para visita entre Flávio e Jair Bolsonaro

OAB pede ao STF autorização para visita entre Flávio e Jair Bolsonaro

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) solicitou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que seja garantido o direito de comunicação pessoal e reservada entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o ex-presidente Jair Bolsonaro.

O pedido foi enviado nesta terça-feira (14) e destaca que o contato deve ocorrer exclusivamente para fins profissionais, já que Flávio atua como advogado constituído do pai.

No documento, o presidente substituto da OAB Nacional, Délio Lins e Silva Júnior, e o procurador de Defesa das Prerrogativas, Alex Sarkis, afirmam que a entidade foi procurada pelo senador na condição de representante jurídico do ex-presidente.

Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar em Brasília. Flávio, que é pré-candidato à Presidência da República, tinha autorização para visitar o pai regularmente até a divulgação, nas redes sociais, de uma carta escrita pelo ex-presidente.

Após o episódio, Moraes determinou a suspensão das visitas por 90 dias. Segundo o ministro, a publicação teria descumprido a ordem que proíbe Jair Bolsonaro de utilizar redes sociais, direta ou indiretamente, além de representar desvio de finalidade do direito de visita.

A informação é do G1.

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15 jul

Setor de supermercados debate desafios no RN

Setor de supermercados debate desafios no RN

Supermercadistas do Rio Grande do Norte se reuniram em Natal nesta terça-feira (14) para debater os desafios e as novidades do setor varejista. A 4ª edição do ABRAS em Ação nas Estaduais, promovida pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras) em parceria com a Associação de Supermercados do RN (Assurn), trouxe para a capital potiguar debates que vêm sendo realizados em âmbito nacional, como a mudança na jornada de trabalho e a reforma tributária. Cerca de 400 supermercadistas, gestores, profissionais do varejo alimentar, indústrias e fornecedores devem participar em dois dias de evento. A programação inclui discussões sobre temas como tendências do setor; mudanças no comportamento do consumidor; inovação e inteligência de mercado; desafios dos supermercados; e impactos das discussões sobre jornada de trabalho no setor. O evento continua na quarta-feira (15), com uma rodada de negócios. Para Gilvan Mikelyson, presidente da Assurn, o objetivo da Abras é sair do eixo da sua sede, São Paulo-Brasília, e espalhar os conhecimentos do setor. “Hoje é um dia de troca, para fazer conexões entre fornecedores e os lojistas, mas também para trazer bastante conhecimento para lideranças que participam da nossa comunidade supermercadista”, diz. Na sequência, a Assurn promove uma rodada de negócios, visando conectar distribuidores e indústrias locais aos supermercados, com oportunidades de negociação especiais. Na visão de Gilvan Mikelyson, “as dificuldades do setor no Rio Grande do Norte não são diferentes das realidades e dificuldades a nível nacional”. Marcio Milan, vice-presidente da Abras, explica que o ABRAS em Ação é realizado anualmente no RN. “Estamos trazendo temas que melhoram a operação da loja, temas que mostram a mudança do consumidor e temas relacionados à inteligência artificial, à tecnologia e temas atuais que a Abras está discutindo em Brasília”, afirma. Um desses temas é a lei que autoriza a instalação de farmácias e drogarias dentro de supermercados no Brasil, aprovada recentemente. Para Marcio Milan, a discussão sobre o fim da escala 6×1 e o advento da jornada 5×2 é um assunto de impacto no setor. “Nos preocupa bastante a forma que ele está sendo discutido no Congresso Nacional. É uma discussão técnica que precisa existir e precisa ser discutida fora do ambiente político. Nossa proposta é que, se tiver alguma alteração, que seja feita em um período que as empresas possam se adaptar”, afirma. Marina Leiros, gerente-administrativa da Rede Mais, participou do evento e destacou essa discussão. “Todo o setor está tentando entender como vai fazer isso [o fim da escala 6×1] funcionar nas lojas sem que traga prejuízo para o cliente, sem que traga prejuízo financeiro para a empresa, e que a gente consiga atender o trabalhador”, afirma. Ela diz que o momento é de estudo, à medida que a proposta avança. “O mais importante é que o impacto não vá para o preço do alimento, nem seja um impacto negativo para a geração de emprego e para a manutenção e sobrevivência das empresas, principalmente as menores”, frisa Marina Leiros. Eider Medeiros, CEO da Megamais Atacarejo, em Alto do Rodrigues (RN), destaca que o evento traz inovações nacionais e até internacionais para supermercadistas do RN, inclusive do interior do estado. “O cliente do interior é o cliente que tem a mesma informação de São Paulo e da capital. Nós do interior estamos buscando essa inovação”, diz. Segundo ele, setores específicos, como pet e alimentos saudáveis, estão sendo absorvidos pelo interior.

Tribuna do Norte

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15 jul

Jogador do Trem-AP é preso em Natal por dívida de pensão alimentícia após partida contra o América

Jogador do Trem-AP é preso em Natal por dívida de pensão alimentícia após partida contra o América

O jogador Eduardo Felipe da Silva Santos, do Trem-AP, foi preso nesta terça-feira (14), em Natal, por uma dívida de R$ 16.584,16 referente ao pagamento de pensão alimentícia. O atleta havia atuado na noite anterior na derrota da equipe por 2 a 1 para o América-RN, pela Série D do Campeonato Brasileiro.

A prisão foi realizada pela Polícia Civil do Rio Grande do Norte em um hotel localizado na Avenida das Conchas, em Ponta Negra, Zona Sul da capital. A ordem judicial determina o cumprimento de 60 dias de prisão.

A ação de cobrança foi movida por uma ex-esposa do jogador, no município de Blumenau (SC). Segundo a diretoria do Trem-AP, o clube efetuou o pagamento do valor da dívida e aguarda a emissão do alvará de soltura.

Após a prisão, o atleta foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.

BG

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15 jul

EUA decidem nesta quarta (15) sobre novas tarifas ao Brasil

EUA decidem nesta quarta (15) sobre novas tarifas ao Brasil

Os Estados Unidos têm até esta quarta-feira (15) para decidir sobre a aplicação da taxa de 25% sobre os produtos brasileiros. O prazo termina uma semana após a audiência pública sobre o tema, realizada em Washington.

A nova tarifa foi proposta em junho pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), que acusou o Brasil de promover práticas desleais e prejudiciais ao comércio norte-americano. Ao todo, o órgão citou seis pontos principais de questionamento na investigação:

  • Comércio digital e serviços de pagamento: alega que decisões da Justiça brasileira contra plataformas norte-americanas de redes sociais restringem atividades dessas empresas e afetam a liberdade de operação no país. Também critica políticas que, segundo o governo, favorecem concorrentes locais em serviços de pagamento eletrônico, como o Pix.
  • Tarifas preferenciais: afirma que acordos comerciais do Brasil com México e Índia concedem vantagens tarifárias a produtos desses países em setores considerados estratégicos.
  • Combate à corrupção: sustenta que o Brasil não adota medidas suficientes para prevenir e combater casos de suborno e corrupção.
  • Propriedade intelectual: aponta falhas no combate à pirataria e à falsificação de produtos, além de demora na análise de pedidos de patentes, especialmente no setor biofarmacêutico.
  • Mercado de etanol: afirma que o Brasil deixou de oferecer tratamento tarifário equivalente ao etanol americano desde 2017, o que teria reduzido o acesso do produto dos Estados Unidos ao mercado brasileiro.
  • Desmatamento ilegal: reconhece que o Brasil possui legislação para combater o desmatamento ilegal, mas afirma que a aplicação das normas não tem sido suficientemente eficaz para conter o problema.

A avaliação foi feita com base na Seção 301 da Lei de Comércio, de 1974. O trecho permite ao governo norte-americano investigar e retaliar, com sobretaxas e sanções, países cujas práticas comerciais sejam consideradas injustas, discriminatórias ou prejudiciais aos interesses dos Estados Unidos.

A medida representa uma nova tentativa do governo Trump de impor tarifas adicionais após a Suprema Corte invalidar, em fevereiro, a base jurídica usada nas sobretaxas anunciadas no ano passado. Segundo os ministros, a gestão abusou da Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA) de 1977 ao usá-la como base para impor a maior parte das cobranças.

Taxa adicional
O USTR também trabalha com a possibilidade de taxas adicionais de 12,5% para 60 países por falhas no combate ao trabalho forçado, incluindo o Brasil. A pasta ressalta que tal prática cria concorrência desleal e impõe restrições ao comércio norte-americano, conforme a legislação federal.

Caso as duas investigações tenham conclusões desfavoráveis ao Brasil, o resultado pode servir de base para a aplicação das novas tarifas, que, somadas, chegam a 37,5% sobre produtos brasileiros.

Brasil negocia
O governo brasileiro vem negociando com os Estados Unidos para evitar que haja a imposição das sobretaxas. Na última semana, a gestão apresentou um pacote de medidas que pretende adotar para contemplar os seis temas apontados pelo USTR, visando demonstrar que as políticas investigadas não configuram práticas desleais ou discriminam empresas norte-americanas.

Nos bastidores, no entanto, interlocutores afirmam que a decisão final sobre o tarifaço pode ser influenciada por setores do governo norte-americano que priorizam objetivos políticos. A expectativa do Palácio do Planalto é de que a tarifa seja confirmada em 15 de julho, com eventual retomada das negociações em um segundo momento – que pode, inclusive, ser posterior às eleições de outubro.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou ainda que o governo não descarta aplicar a lei de reciprocidade caso o tarifaço se concretize. “Acho provável que a gente, uma vez consultado o presidente Lula, retome o processo de reciprocidade. Mas nós temos que fazer tudo isso dentro de um cenário de avaliação com calma”, disse.

sbt

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