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22 jan

Carreta fica atravessada em ladeira e prejudica trânsito na BR-226 entre Currais Novos e São Vicente

Carreta fica atravessada em ladeira e prejudica trânsito na BR-226 entre Currais Novos e São Vicente


Na manhã desta quinta-feira (22), uma carreta enfrentou dificuldades para subir um trecho de ladeira na BR-226, rodovia que liga os municípios de Currais Novos e São Vicente, no Seridó potiguar.

O veículo não conseguiu concluir a subida e acabou ficando atravessado na pista, provocando transtornos ao tráfego no local.
Com a obstrução parcial da via, os condutores precisaram utilizar o acostamento para seguir viagem.

O fluxo de veículos ficou lento, exigindo atenção redobrada dos motoristas que trafegavam pelo trecho.

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22 jan

Setor de autoescolas registra demissões após mudanças na CNH

Setor de autoescolas registra demissões após mudanças na CNH

O setor de autoescolas no Rio Grande do Norte lida com demissões e baixa demanda após as mudanças nas regras para obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), que entraram em vigor em 9 de dezembro do ano passado. Representantes do setor afirmam temer pela formação dos futuros condutores e estimam um impacto de cerca de 70% em demissões.

Para o presidente do Sindicato dos Centros de Formação de Condutores do Rio Grande do Norte (SindCFC-RN), Eduardo Domingo, “o setor de autoescolas acabou” após as mudanças. Na visão dele, as mudanças provocaram uma profunda crise, que prejudicou tanto os centros de formação como os futuros condutores.

Algumas das principais mudanças foram retirar a obrigatoriedade de passar por autoescola para fazer a prova de direção; eliminar a exigência de 20 horas-aula práticas, que passou a ser de 2 horas; e retirar a obrigação de aulas teóricas. Além disso, as aulas podem ser realizadas com um instrutor autônomo credenciado pelo Detran.

Eduardo Domingo afirma que a redução no número de aulas práticas desestimulou a procura por autoescolas, além de elas não serem mais obrigatórias. “Quem vai procurar autoescola para fazer duas aulas? A tendência é que algumas autoescolas fechem. As demissões já devem atingir cerca de 70% da categoria em atividade”, diz.

Pedro Ronaldo, diretor de uma autoescola em Parnamirim, conta que planeja mudar de ramo após o impacto das mudanças. Ele resume que, com as medidas, houve “demissão em massa e má formação de condutores”.

A CFC Aliança, gerida por ele, se tornou um exemplo: desde que as novas regras passaram a vigorar, o número de funcionários caiu de 68 para 13. O diretor atua no ramo há 26 anos. A queda na demanda é estimada em torno de 80%.

Para se adaptar às mudanças, Ronaldo diz que o setor está estudando como agir. A concorrência com instrutores autônomos é citada por ele como um desafio. “É impossível você concorrer com um instrutor autônomo. O critério de validação da aula prática é vergonhoso”, afirma.

Renildo Duarte, diretor de uma autoescola em Candelária, conta que o quadro de profissionais no centro de formação foi reduzido em cerca de 80%. “No modelo que fica, não dá para a gente manter essa estrutura. Porque, se eu dava 20 aulas por R$ 1.200, vamos dizer assim, não tem como manter a estrutura dando duas aulas por R$ 200”, diz.

O diretor do CFC Via Certa, em Natal, pontua que o principal impacto é econômico. “A mudança vai trazer impacto financeiro e social. Quando se fala em impacto financeiro, é devido ao número de aulas ter caído, e isso diminui a nossa receita. E o efeito é demissões, contas atrasadas, outras escolas fechando, muita gente ficando no prejuízo”, diz Duarte.

Ainda segundo ele, o impacto social é a queda de qualidade na formação de condutores. “Ninguém aprende a dirigir com duas aulas práticas”, avalia. Ele acredita que o número de reprovações nos exames vai aumentar. “Um pai, uma mãe, um irmão, algumas pessoas que vão ser autorizadas a ensinar seus filhos a dirigir, não são capacitadas.”

Duarte, que atua há 21 anos no setor, pondera que há mudanças positivas, como a possibilidade de usar carro automático nas provas e tempo extra em provas para condutores do transtorno do espectro autista e com déficit de atenção.

Foto: Adriano Abreu

Tribuna do Norte

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22 jan

Esposa de Moraes aparece como advogada do Banco Master em caso remetido ao STF

Esposa de Moraes aparece como advogada do Banco Master em caso remetido ao STF

A advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, consta como representante do Banco Master em um processo encaminhado ao Supremo pela 5ª Vara Criminal de São Paulo. A decisão envolve uma investigação por insider trading contra o empresário Nelson Tanure, em operações ligadas à construtora Gafisa.

Embora o Banco Master não seja alvo direto da apuração, a instituição aparece como parte interessada porque o inquérito analisa se fundos ligados ao banco tiveram participação em operações suspeitas no mercado financeiro. Além de Viviane, os dois filhos dela com o ministro, Giuliana e Alexandre, também figuram como advogados no acompanhamento do caso.

Com o envio do processo ao STF, a ação passou a tramitar no gabinete do ministro Dias Toffoli, responsável pela relatoria. Procurado pela reportagem, Alexandre de Moraes não se manifestou sobre a atuação de familiares no processo.

O Banco Master teve liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central em novembro do ano passado. O controlador da instituição, Daniel Vorcaro, e outros dirigentes são investigados por supostas fraudes, com foco principal na tentativa de venda do banco ao BRB, além de outras operações financeiras consideradas suspeitas.

Com informações da CNN

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil/Antonio Augusto/STF

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22 jan

Crise do Banco Master amplia desgaste de Toffoli e leva STF a discutir blindagem institucional

Crise do Banco Master amplia desgaste de Toffoli e leva STF a discutir blindagem institucional

Os desdobramentos do caso Banco Master passaram a gerar um foco de tensão dentro do Supremo Tribunal Federal (STF), com o ministro Dias Toffoli no centro das críticas. A condução das investigações sobre supostas fraudes bilionárias envolvendo a instituição financeira de Daniel Vorcaro tem provocado incômodo não só na Polícia Federal e no Banco Central, mas também entre integrantes da própria Corte, preocupados com o impacto institucional do episódio.

Decisões tomadas por Toffoli, como a imposição de sigilo ao processo, intervenções diretas na dinâmica da investigação e embates com órgãos de controle, vêm sendo questionadas por juristas. O desgaste aumentou após revelações sobre vínculos indiretos entre familiares do ministro e negócios relacionados a fundos ligados ao Master, incluindo a participação desses fundos em um resort no Paraná frequentado por Toffoli, ainda que ele não figure formalmente como sócio do empreendimento.

O caso também passou a ter reflexos políticos. Parlamentares da oposição articulam uma CPMI para apurar o escândalo, com o STF inevitavelmente no radar. Nos bastidores, contudo, avalia-se que a Procuradoria-Geral da República dificilmente pedirá o afastamento do ministro, tanto por ausência de elementos formais no processo quanto pelo risco de criar uma crise aberta entre a PGR e o Supremo.

Diante do cenário, ministros discutem alternativas para reduzir o desgaste da Corte, como a eventual redistribuição do caso ou o avanço de um código de conduta para integrantes de tribunais superiores. A avaliação predominante, porém, é que Toffoli não deve se declarar impedido e que o processo seguirá no STF, com a aposta de que, com o tempo, a pressão política e pública sobre o episódio diminua.

Com informações do O Globo

Foto: Rosinei Coutinho/STF

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22 jan

Programa Melhor em Casa leva atendimento especializado ao domicílio de pacientes do SUS

Programa Melhor em Casa leva atendimento especializado ao domicílio de pacientes do SUS

Receber atendimento de saúde no próprio lar é uma realidade para milhares de brasileiros atendidos pelo Programa Melhor em Casa, iniciativa do Ministério da Saúde que leva cuidado especializado diretamente à casa dos pacientes pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O programa é voltado a pessoas que necessitam de acompanhamento regular e interprofissional, mas que podem ser assistidas fora do ambiente hospitalar, com segurança, qualidade e humanização.

Integrado à Secretaria de Atenção Especializada à Saúde (SAES) , o Melhor em Casa organiza o Serviço de Atenção Domiciliar (SAD) em articulação com a Atenção Primária, hospitais, serviços de urgência e outros pontos da Rede de Atenção à Saúde (RAS) . A proposta é garantir integralidade do cuidado, reduzir internações prolongadas, evitar internações desnecessárias e aproximar o SUS da vida cotidiana das famílias.

Atendimento no lugar certo, com mais conforto e vínculo

O programa atende pessoas com doenças crônicas-agudizadas, em reabilitação, em cuidados paliativos ou com limitações temporárias ou permanentes de locomoção. Ao possibilitar o cuidado em casa, o Melhor em Casa contribui para a liberação de leitos hospitalares, diminui o risco de infecções associadas à internação e oferece mais conforto ao paciente, que permanece em um ambiente familiar, próximo de seus vínculos afetivos.

O cuidado é realizado por equipes multiprofissionais, compostas por médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas, assistentes sociais, fonoaudiólogos e outros profissionais, conforme a necessidade de cada paciente. O atendimento inclui visitas domiciliares regulares por equipes multiprofissionais, reabilitação intensiva, monitoramento clínico, orientações aos familiares e cuidadores e a construção de um plano de cuidados individualizado.

A inclusão no programa ocorre a partir da indicação de profissionais da rede do SUS, como unidades básicas de saúde, hospitais ou serviços de urgência, que avaliam se o paciente possui condições clínicas e estruturais para receber o cuidado domiciliar com segurança.

Atenção domiciliar como estratégia do SUS

Nos últimos anos, a atenção domiciliar tem se consolidado como uma estratégia fundamental para responder aos desafios do sistema de saúde, como o envelhecimento da população, o aumento das doenças crônicas e a necessidade de modelos de cuidado mais integrados e centrados na pessoa.

Nesse contexto, o Programa Melhor em Casa vem sendo fortalecido em todo o país, com apoio técnico e financeiro do Ministério da Saúde aos estados e municípios para a implantação e qualificação das equipes. A iniciativa amplia o acesso à atenção especializada e reforça a organização da rede assistencial no território.

“Levar a atenção especializada para dentro da casa das pessoas é uma forma concreta de tornar o SUS mais próximo, humano e resolutivo. O Programa Melhor em Casa fortalece a integralidade do cuidado, valoriza o papel da família e contribui para uma rede de atenção mais integrada e eficiente, além de potencializar o cuidado em nível especializado no domicílio ”, afirma o assessor técnico da Coordenação-Geral de Atenção Domiciliar (CGADOM/DAHUD/SAES), Tarcísio Nema de Aquino.

Cuidado que transforma a vida das pessoas

Mais do que uma alternativa à internação hospitalar, o Melhor em Casa representa uma mudança no modelo de atenção à saúde, ao reconhecer o domicílio como um espaço legítimo de cuidado. A iniciativa promove autonomia, acolhimento e corresponsabilização, fortalecendo o papel dos usuários e de seus cuidadores no processo de cuidado.

Ao investir na atenção domiciliar, o Ministério da Saúde reafirma o compromisso com um SUS público, universal e humanizado, capaz de se adaptar às necessidades da população e oferecer respostas mais próximas, eficientes e qualificadas.

Saiba mais sobre o Programa Melhor em Casa

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