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Concurso
02 mar

Concurso IBGE: veja quando saem os gabaritos das provas

Concurso IBGE: veja quando saem os gabaritos das provas

As provas do concurso IBGE com 9.580 vagas temporárias para agente e supervisor foram realizadas neste domingo, 1º de março. Com isso, a principal dúvida dos candidatos agora é sobre a data de divulgação dos gabaritos.

De acordo com o cronograma do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, os gabaritos oficiais preliminares serão divulgados na terça-feira, 3, no site da Fundação Getulio Vargas (FGV), banca organizadora da seleção.

Concurso IBGE: veja prazo de recursos contra os gabaritos

Os candidatos poderão entrar com recurso contra os gabaritos oficiais preliminares. O prazo ficará aberto nos dias 4 e 5 de março, pelo portal da FGV.

Será necessário ser claro, consistente e objetivo no pleito. Conforme o edital, recurso inconsistente, intempestivo ou apresentado em desacordo com as instruções será indeferido.

Depois da análise dos recursos, a banca organizadora poderá manter o gabarito, alterá-lo ou anular a questão.

Se houver anulação da questão, a pontuação correspondente será atribuída a todos os candidatos, independentemente de terem recorrido.

Saiba como foram as provas para agente e supervisor do IBGE

Mais de 400 mil candidatos do concurso IBGE foram convocados para as provas objetivas deste domingo. O número de faltosos ainda não foi informado.

As avaliações do cargo de agente foram realizadas no turno da manhã e para supervisor no período da tarde, em todo o país.

Ao todo, as provas para o IBGE contaram com 60 questões de múltipla escolha, com a seguinte divisão por disciplina:

Agente de Pesquisa e Mapeamento (APM)

  • Língua Portuguesa: 20 questões de peso 1;
  • Geografia: 15 questões de peso 1;
  • Raciocínio Lógico-Matemático: 15 questões de peso 1;
  • Noções de Informática: cinco questões de peso 1; e
  • Ética no Serviço Público: cinco questões de peso 1.

Supervisor de Coleta e Qualidade (SCQ)

  • Língua Portuguesa: 14 questões de peso 1;
  • Raciocínio Lógico-Matemático: oito questões de peso 1;
  • Ética no Serviço Público: cinco questões de peso 1;
  • Noções de Informática: cinco questões de peso 1;
  • Noções de Administração e Situações Gerenciais: 14 questões de peso 1; e
  • Geografia: 14 questões de peso 1.

ATENÇÃO: editorialmente, o Qconcursos Folha Dirigida utiliza o termo concurso público sempre que uma seleção é ou pode ser composta por provas objetivas.

Concurso IBGE: qual é a nota mínima para ser aprovado na prova?

A prova objetiva vale 60 pontos para os dois cargos do concurso.

Será considerado aprovado o candidato que obtiver, cumulativamente:

  • mínimo de 18 pontos no total do exame (30%); e
  • pelo menos, um ponto em cada disciplina.

O concorrente que não atender a esses requisitos será eliminado do processo seletivo.

A estimativa é que as primeiras convocações de aprovados ocorram ainda neste primeiro semestre.

Os dois cargos do concurso terão atuação nas pesquisas do IBGE. O supervisor tem o papel de gestão da equipe, enquanto o agente tem o trabalho técnico de coleta. 

IBGE: veja vagos, requisitos e salários de agente e supervisor

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística oferece, neste concurso, 9.580 vagas para os seguintes cargos:

  • agente de pesquisas e mapeamento (APM): 8.480 vagas; e
  • supervisor de coleta e qualidade (SQC): 1.100 vagas.

Ambos têm como requisito o ensino médio completo. Especificamente para supervisor, também é necessário ter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), no mínimo, na categoria ‘B’.

Os salários serão de R$2.676,24 para agente e R$3.379 para supervisor. Os contratados ainda terão direito ao vale-transporte e aos benefícios, como o auxílio-alimentação no valor de R$1.175 e o auxílio pré-escolar.

A duração dos contratos será de até um ano, podendo ser prorrogados desde que o prazo total não exceda a três anos, conforme indicado na Lei nº 8.745/1993.

Mais 39 mil vagas temporárias serão abertas pelo IBGE em 2026

O IBGE ainda tem autorização para abrir mais 39.108 vagas para recenseadores, agentes censitários e analistas censitários.

Nesse caso, a atuação será especificamente nos Censos Agropecuário, Florestal e Aquícola e da População em Situação de Rua.

As 39 mil chances irão englobar atividades desde o planejamento técnico até a coleta, supervisão e processamento das informações em todo o território nacional.

Veja a distribuição por cargos a a seguir:

  • analista censitário: 1.020 vagas;
  • recenseador: 27.330 vagas;
  • agente censitário supervisor: 4.143 vagas;
  • agente operacional regional: 1.286 vagas;
  • agente censitário regional: 1.286 vagas;
  • agente censitário administrativo: 1.432 vagas;
  • agente censitário de informática: 1.446 vagas; e
  • agente censitário de qualidade: 1.165 vagas.

Para recenseador é cobrado o nível fundamental completo. Já agente censitário e agente operacional têm como requisito o ensino médio.

O analista censitário, por sua vez, exige o nível superior dos candidatos. Ainda não há informações sobre os salários atuais e os locais de trabalho.

No momento, os preparativos estão na etapa de escolha da banca organizadora.

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Brasil
02 mar

Bancos iniciam devolução bilionária de valores esquecidos em contas e cobranças indevidas

Bancos iniciam devolução bilionária de valores esquecidos em contas e cobranças indevidas

Uma movimentação importante no setor bancário promete injetar bilhões de reais na economia brasileira nas próximas semanas. Diversas instituições financeiras, lideradas por grandes bancos como o Itaú, Bradesco e Santander, iniciaram um processo de devolução de valores após a identificação de cobranças indevidas em faturas de cartões de crédito e taxas de anuidade.

O erro, que afetou correntistas de todos os estados, ocorreu devido a falhas pontuais no processamento de sistemas que gerenciam seguros de proteção e taxas de relacionamento. Como os bancos operam com milhões de transações diárias, pequenos lançamentos equivocados acabaram se acumulando ao longo do tempo, gerando um montante expressivo que agora precisa ser devolvido ao consumidor.

A notícia chega como um alívio para o bolso do brasileiro, que muitas vezes não percebe cobranças de pequenos valores — como R$ 10 ou R$ 15 — que aparecem na fatura sob nomes genéricos. Somadas ao longo de meses ou anos, essas quantias podem representar centenas de reais que pertencem ao cliente por direito.

Diferente de outros processos de ressarcimento, grande parte dessas devoluções está sendo feita de forma proativa. Isso significa que o banco identifica o erro e realiza o estorno diretamente na conta ou na fatura seguinte do cliente, sem que ele precise abrir uma reclamação formal. No entanto, é fundamental estar atento ao extrato para garantir que o ajuste foi feito.

Como identificar o estorno no seu extrato

Para saber se você foi contemplado, o caminho mais rápido é acessar o aplicativo do seu banco. Procure no extrato detalhado por lançamentos com os termos “Estorno de Tarifa”, “Ajuste de Débito” ou “Crédito de Anuidade”. Geralmente, esses valores aparecem em cor diferente ou com o sinal de (-) antes do valor, indicando um saldo a seu favor.

Caso você tenha encerrado a conta recentemente, mas acredita que tem valores a receber, o Banco Central mantém o sistema de Valores a Receber (SVR) atualizado. Através do CPF, qualquer cidadão pode consultar se deixou dinheiro para trás em bancos, consórcios ou cooperativas de crédito.

O processo de consulta é gratuito e seguro. É importante reforçar que os bancos nunca pedem senhas ou códigos de confirmação por telefone ou WhatsApp para realizar esses depósitos. O dinheiro é creditado automaticamente na conta vinculada ao CPF do titular ou via chave Pix cadastrada.

Proteção do consumidor e cuidados com o orçamento

Esse episódio serve como um alerta para a importância da educação financeira. Revisar o extrato bancário uma vez por semana deve ser um hábito de rotina. Muitas vezes pagamos por serviços que nunca contratamos, como seguros residenciais “embutidos” em pacotes de cartão de crédito.

Com a devolução desses valores, o consumidor tem a oportunidade de organizar suas contas ou criar uma reserva de emergência. Em 2026, com o aumento da digitalização dos bancos, a transparência se tornou a principal exigência do mercado, e as instituições que falham na cobrança correta de taxas enfrentam multas pesadas dos órgãos reguladores.

Mantenha seu cadastro sempre atualizado no aplicativo do banco para receber as notificações de movimentação. Estar bem informado sobre seus direitos é a melhor maneira de garantir que cada centavo do seu suor seja respeitado e que sua saúde financeira permaneça em dia.

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Lojão do Real
Brasil
02 mar

Dívida pública e despesas dos estados ainda preocupam em 2026, aponta IFI

Dívida pública e despesas dos estados ainda preocupam em 2026, aponta IFI

A edição de fevereiro do Relatório de Acompanhamento Fiscal (RAF), divulgada pela Instituição Fiscal Independente (IFI), revela que 2026 deverá ser um ano de foco no cumprimento da meta de déficit primário zero, sem expectativa de grandes turbulências ou de medidas radicais na política econômica brasileira

Apesar disso, o documento aponta preocupações com a dívida pública e as despesas dos estados. Segundo a IFI, para interromper o crescimento da dívida e promover uma reconfiguração estrutural dos gastos públicos — com maior espaço para investimentos em infraestrutura, ciência e tecnologia — o país precisaria gerar um superávit primário superior a 2% do Produto Interno Bruto (PIB). Essa agenda, no entanto, deve ficar para 2027, já que dificilmente reformas estruturais profundas ocorrem em ano eleitoral.

Já no campo monetário, a projeção é de inflação alinhada ao centro da meta, fechando o ano em 3,9%. O cenário externo é considerado confortável, sustentado pelo regime de câmbio flutuante, pelo elevado volume de reservas internacionais e pelo desempenho positivo da balança comercial.

Resultado dos estados

Outro ponto de atenção destacado no relatório é o resultado primário dos estados e do Distrito Federal. Em 2025, o superávit registrado foi de apenas 0,04% do PIB — praticamente nulo — refletindo o crescimento real das despesas acima do das receitas.

Embora o maior peso do ajuste esteja no governo federal, a IFI ressalta que estados e municípios desempenham papel relevante no equilíbrio das contas públicas. O diretor da instituição, Alexandre Andrade, chama atenção para o avanço das despesas com pessoal e para seus potenciais efeitos sobre a saúde financeira de entes federados.

“[O aumento da despesa de pessoal] acende um sinal de alerta, porque se trata de despesas obrigatórias de caráter continuado. Caso ocorra alguma reversão no cenário que afete a arrecadação desses entes, os estados podem ter problemas. Os investimentos tendem a ser uma das variáveis a sofrer ajustes. Então pode haver um risco de interrupção dessas obras.”

Imposto de Importação

O relatório também aborda a elevação do Imposto de Importação sobre diversos bens de capital, informática e telecomunicações, medida incorporada ao Orçamento de 2026. A estimativa é que o aumento das alíquotas gere arrecadação adicional entre R$ 14 bilhões e R$ 20 bilhões, contribuindo para o cumprimento da meta fiscal.

“[O objetivo é] equilibrar um pouco a balança comercial desses bens e também conseguir fontes de arrecadação. O aumento dessas alíquotas vai representar uma arrecadação importante de cerca de R$ 14 bilhões a R$ 15 bilhões — uma fonte de arrecadação muito importante para o governo neste ano”, ressalta Andrade.

A proposta, no entanto, é alvo de controvérsia quanto à eficácia e aos possíveis impactos sobre investimentos e competitividade. Por isso, a IFI defende que o tema seja amplamente debatido entre governo, Congresso Nacional e setores produtivos antes de sua consolidação definitiva.

*Com informações da Agência Senado

Fonte: Brasil 61

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Brasil
02 mar

Pé-de-meia: pagamento para estudantes nascidos em maio e junho inicia nesta segunda-feira (02)

Pé-de-meia: pagamento para estudantes nascidos em maio e junho inicia nesta segunda-feira (02)

A CAIXA paga nesta segunda-feira, 02 de março, parcela de R$ 1000 aos estudantes do 3º ano do Ensino Médio aprovados em 2025, nascidos nos meses de maio e junho. Também serão pagos os R$ 200 aos estudantes concluintes que realizaram os dois dias de prova do Enem.

Os valores serão creditados em conta Poupança CAIXA Tem e podem ser movimentados pelo App CAIXA Tem.  

O estudante pode fazer transferências, PIX e pagar contas, direto no aplicativo do celular.

Além disso, o aluno pode movimentar os valores com o cartão do programa, fazendo compras e pagamentos. 

Estudantes do 1ª e 2º ano do Ensino Médio aprovados em 2025 também recebem o crédito da parcela de R$ 1000 em conta e o valor permanece bloqueado até a conclusão do Ensino Médio.    

O Programa Pé-de-Meia apoia a permanência e a conclusão escolar dos estudantes da rede pública matriculados no Ensino Médio Regular e Ensino Médio da Educação de Jovens e Adultos. 

Para mais informações sobre os pagamentos do Pé-de-Meia, acesse: www.caixa.gov.br

O que é o Pé-de-Meia

O Pé-de-Meia é um programa de incentivo financeiro-educacional do Governo Federal para estudantes do ensino médio público inscritos no CadÚnico. Ele funciona como uma poupança para manter a frequência e estimular a conclusão do ensino médio, reduzindo desigualdades e promovendo inclusão e mobilidade social.

Quem tem direito ao pagamento

  • Estudantes matriculados no ensino médio público e beneficiários do CadÚnico.
  • Vale para ensino regular e para EJA (Educação de Jovens e Adultos), com regras de pagamento específicas.

Como funciona o pagamento do Pé-de-Meia

  • O MEC usa dados enviados pelas redes de ensino (federal, estadual, distrital ou municipal) para identificar quem cumpre os requisitos de matrícula e frequência.
  • Com as informações validadas, o MEC autoriza as folhas de pagamento e envia à Caixa Econômica Federal, que abre as contas e realiza os pagamentos.

Valores do pagamento (ensino regular)

  • R$ 200/mês de incentivo pela frequência (saque a qualquer momento).
  • R$ 1.000 ao final de cada ano concluído (fica bloqueado e só pode ser sacado após a formatura no ensino médio).
  • Bônus de R$ 200 pela participação no ENEM.
  • Total potencial ao longo do curso: até R$ 9.200 por aluno, somando parcelas mensais, depósitos anuais e o adicional do ENEM.

Valores do pagamento (EJA)

  • R$ 200 por comprovação de matrícula (saque imediato).
  • R$ 225 por frequência (saque imediato).
  • Mantêm-se os depósitos anuais de R$ 1.000 ao concluir cada etapa do ensino médio, com saque após a formatura.

Calendário e processamento do pagamento

  • As folhas de pagamento são geradas pelo MEC com base na matrícula e frequência informadas pelas redes de ensino.
  • A Caixa processa e efetiva o pagamento nas contas abertas para os beneficiários.
  • O estudante acompanha no app “Jornada do Estudante” quando o pagamento for liberado.

Como consultar e sacar o pagamento do Pé-de-Meia

  • Consulta: pelo aplicativo Jornada do Estudante (informações de elegibilidade, parcelas e status).
  • Saque: valores mensais (R$ 200 no regular; R$ 200 + R$ 225 no EJA) podem ser sacados a qualquer momento.
  • Depósitos anuais (R$ 1.000) ficam retidos e só podem ser sacados após a conclusão do ensino médio.

Perguntas rápidas sobre o pagamento Pé-de-Meia

  • Preciso comprovar frequência? Sim. A liberação do pagamento depende da matrícula e da frequência informadas pela rede de ensino.
  • Posso sacar tudo? Não. As parcelas mensais podem ser sacadas; os R$ 1.000 anuais ficam disponíveis apenas após a formatura.
  • O ENEM é obrigatório para receber o bônus? Para o adicional de R$ 200, é necessário participar do ENEM.
  • Onde vejo se caiu o pagamento? No app Jornada do Estudante.
  • Quem resolve erros no pagamento? A rede de ensino precisa corrigir dados de matrícula/frequência; a Caixa executa o pagamento após o envio correto das folhas pelo MEC.

Fonte: Brasil 61

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Política
02 mar

Semana no Congresso começa com indefinição no plenário e protagonismo de comissões

Semana no Congresso começa com indefinição no plenário e protagonismo de comissões

O fim da escala 6×1 ainda ocupa a maior parte do debate na Câmara dos Deputados. O presidente da casa, Hugo Motta (Republicanos-PB) já anunciou que pretende levar à votação no plenário a proposta que for aprovada pela comissão especial em maio, após análise de conformidade legal pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o que ainda não tem data para acontecer.

Na Comissão de Relações Exteriores (CRE) do Senado, deve ser apresentado e votado o relatório da senadora Tereza Cristina (PP-MS) sobre o acordo entre Mercosul e União Europeia, nesta quarta-feira (4). Na quarta passada (25), os deputados aprovaram a parte comercial do tratado de maneira provisória, ou seja, as cláusulas comerciais passam a valer com outros países do bloco europeu cujos parlamentos também aprovarem a proposta. 

Plenário

Em ambas as casas legislativas, não foram divulgadas as pautas de votação das sessões plenárias desta semana. Na Câmara, o Brasil 61 apurou que a reunião de líderes, normalmente realizada nas tardes de quinta-feira, definiu que haverá sessões na terça (3) e quinta (5), mas ainda sem acordo quanto às propostas a serem analisadas.

Já no Senado, a expectativa é que os temas das sessões desta semana sejam definidos ainda nesta segunda-feira (2).

Comissões

Com os plenários indefinidos, as comissões ganham protagonismo. Nesta segunda, a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito sobre as fraudes no INSS segue seu curso, com o depoimento do presidente da Empresa de Processamento de Dados da Previdência Social (Dataprev), Rodrigo Ortiz D’Avila Assumpção, para explicar indícios de falhas no órgão que teriam favorecido o esquema. Também deve depor Aline Barbara Cabral, ex-secretária de Antônio Carlos Camilo Antunes – o “Careca do INSS”, suspeito de ser um dos principais operadores do golpe. 

O grupo ainda aguarda definição sobre as movimentações bancárias de Fábio Luís da Silva, filho do presidente Lula. Parlamentares governistas acusam o presidente da comissão, o senador Carlos VIana (Podemos-MG), de ignorar votos contrários para aprovar o requerimento de quebra de sigilo. Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Congresso, analisa as reclamações e deve tomar uma decisão esta semana.

Na terça-feira (3), governadores dos estados do Sudeste são esperados para discutirem o novo modelo de distribuição ao Fundo de Participação dos Municípios. A PEC nº 231 de 2019 é analisada em comissão especial na Câmara e tem relatoria do deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), autor do requerimento para a audiência.

Ainda na terça, a comissão mista da Medida Provisória 1.323/2025 ouve representantes de pescadores. A proposta do governo aumenta as exigências para concessão do seguro defeso, como obrigatoriedade de inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), cadastro biométrico e comprovação de residência em município abrangido pelo benefício.

Autoridades, especialistas em segurança pública e integrantes de movimentos de mulheres debatem a violência de gênero e a aplicabilidade da Lei do Feminicídio. A audiência pública está marcada para às 15h de quarta-feira (4).

Fonte: Brasil 61

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