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22 jan

Bolsa Família: pagamentos começam nesta quinta-feira (22)

Bolsa Família: pagamentos começam nesta quinta-feira (22)

A CAIXA inicia nesta quinta-feira (22), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de janeiro para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 4. 

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.

O benefício também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.

No aplicativo Bolsa Família é possível acompanhar as informações dos benefícios, além de receber atualizações e novidades sobre o programa.

Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.  

O que é Bolsa Família

O Programa Bolsa Família é a transferência mensal de renda do maior programa social do Brasil, reconhecido por tirar milhões de famílias da fome. O modelo atual considera tamanho e características do núcleo familiar: lares com três ou mais pessoas tendem a receber valores maiores do que famílias unipessoais, reforçando a proteção social.

Pagamento do Bolsa Família: objetivos do programa

Além da renda, o Bolsa Família integra políticas públicas para ampliar acesso a saúde, educação e assistência social. O foco é promover dignidade e cidadania, articulando ações complementares (esporte, ciência, trabalho) para a superação da pobreza e a transformação social.

Quem tem direito ao pagamento do Bolsa Família

Para ter direito ao pagamento do Bolsa Família, a renda por pessoa da família deve ser de até R$ 218/mês.

Exemplo: 1 pessoa com salário mínimo (R$ 1.518) em família de 7 integrantes → renda per capita de R$ 216,85. Como está abaixo de R$ 218, a família é elegível ao benefício.

Como receber o pagamento do Bolsa Família (passo a passo)

  1. Inscrição no CadÚnico: mantenha dados corretos e atualizados.
  2. Onde se cadastrar: procure o CRAS ou postos municipais de assistência social.
  3. Documentos: CPF ou título de eleitor.
  4. Seleção mensal automatizada: estar no CadÚnico não garante entrada imediata. Todos os meses o programa identifica e inclui novas famílias que passam a receber o pagamento Bolsa Família.

Quando começa o pagamento Bolsa Família após o cadastro?

Mesmo inscrita no CadÚnico, a família só recebe quando for selecionada pelo sistema do programa. A inclusão é contínua e mensal, de forma automatizada, conforme os critérios de elegibilidade e a atualização cadastral.

Dicas para manter o pagamento do Bolsa Família em dia

  • Atualize o CadÚnico sempre que houver mudança (endereço, renda, composição familiar).
  • Acompanhe o calendário oficial de pagamento e as comunicações do município/CRAS.
  • Guarde seus comprovantes e verifique regularmente a situação do benefício nos canais oficiais.

Bolsa Família: perguntas rápidas (FAQ)

Preciso estar no CadÚnico? Sim, é obrigatório para concorrer ao pagamento do Bolsa Família.

O valor é igual para todos? Não. O modelo considera o tamanho e o perfil familiar, podendo variar.

Cadastro feito = pagamento imediato? Não. A seleção é mensal e automatizada; a família come

Fonte: Brasil 61

Campo Forte
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22 jan

Senadora Zenaide Maia participa da posse da nova diretoria e dos autodefensores da APAE de Parnamirim

Senadora Zenaide Maia participa da posse da nova diretoria e dos autodefensores da APAE de Parnamirim

Na tarde desta quarta-feira (21), a senadora Zenaide Maia participou da solenidade de posse da nova diretoria e dos autodefensores da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Parnamirim, realizada na Câmara Municipal do município. O evento reforçou o compromisso institucional com a inclusão, a defesa dos direitos das pessoas com deficiência e o fortalecimento das APAES no Rio Grande do Norte.
Durante seu pronunciamento, a senadora reafirmou seu apoio permanente às APAES e às políticas públicas voltadas às pessoas com deficiência. Reconhecida nacionalmente por sua atuação em defesa da inclusão, Zenaide destacou que seu mandato segue à disposição da causa “Como defensora intransigente das pessoas com deficiência, reafirmo que vocês, da APAE, podem continuar contando com o apoio desta senadora. A inclusão não é favor, é direito, e seguirei trabalhando para garantir respeito, dignidade e políticas públicas efetivas para todos”, afirmou.

A prefeita de Parnamirim, Nilda Cruz, agradeceu a presença da senadora e destacou a parceria constante da parlamentar com o município e com a APAE local. Em sua fala, ressaltou a importância das emendas destinadas à instituição “A senadora Zenaide Maia sempre esteve ao lado da causa da pessoa com deficiência. A emenda enviada para a APAE de Parnamirim é uma demonstração concreta desse compromisso, fortalecendo o atendimento e garantindo mais qualidade de vida para os apaianos e suas famílias”, declarou a prefeita.
A presidente da APAE de Parnamirim, Isabel Virgínia da Silva, celebrou a posse da nova diretoria e dos autodefensores, destacando o momento como um marco de fortalecimento institucional e de protagonismo das pessoas com deficiência na defesa de seus próprios direitos.
Também participou da solenidade a presidente da Federação das APAES do Rio Grande do Norte (Feapaes), Tatiana Benévola, que ressaltou a importância da união entre as APAES, o poder público e a sociedade civil para a construção de uma sociedade mais justa, inclusiva e acessível.
O evento contou ainda com a presença do Embaixador da Inclusão, Ivan Baron, além de parlamentares, secretários municipais, representantes da sociedade civil e membros da comunidade apaiana.

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22 jan

Meu INSS: Dataprev aponta sobrecarga e sistema segue instável pelo terceiro dia

Meu INSS: Dataprev aponta sobrecarga e sistema segue instável pelo terceiro dia

As plataformas digitais do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) apresentaram instabilidades pelo terceiro dia consecutivo. Beneficiários relataram, nas redes sociais, dificuldades para acessar o site e o aplicativo Meu INSS nesta quarta-feira (21).

Segundo dados do Downdetector, o pico de notificações ocorreu entre 9h e 10h da manhã. Do total de registros, 46% dos usuários apontaram falhas no aplicativo, 33% no site e 24% especificamente no processo de login.

A Dataprev, empresa responsável pelo suporte tecnológico do INSS, confirmou, em nota, que a instabilidade registrada no Meu INSS foi provocada por um “aumento atípico no volume de acessos, com impacto no tempo de resposta do sistema”.

Em média, a plataforma recebe cerca de 3,5 milhões de consultas por dia. Nos últimos dias, porém, os números dispararam: na segunda-feira (19), foram 10,6 milhões de acessos, alta de 202,9%; na terça-feira (20), 10,8 milhões, crescimento de 208,6%; e até as 13h desta quarta-feira, já haviam sido contabilizados 5,9 milhões de acessos, um aumento de 68,6%.

Desde o início da instabilidade, a empresa afirma acompanhar o caso com prioridade. Entre as medidas adotadas estão a redistribuição do tráfego, que permitiu a emissão de mais de 864 mil extratos de benefícios na segunda-feira e mais de 1 milhão na terça. Até o início da tarde desta quarta, mais de 310 mil usuários conseguiram realizar o serviço.

A estatal atribui a alta demanda a três fatores:

  • maior procura pela consulta da margem disponível para empréstimo consignado, após o reajuste do salário mínimo;
  • aumento no fluxo de desbloqueio de empréstimos, com a virada da folha de pagamento;
  • divulgação de uma indisponibilidade programada dos sistemas, prevista para os dias 28, 29 e 30 de janeiro.

Atualização programada

O INSS anunciou que os serviços digitais (site, aplicativo e Central 135) e presenciais ficarão indisponíveis entre os dias 27 e 31 de janeiro, a partir das 19h, para modernização tecnológica da Dataprev.

Meu INSS

O Meu INSS é a plataforma oficial para acesso a serviços da Previdência Social, o login é realizado pela conta Gov.br. Pelo aplicativo e site, os beneficiários conseguem:

  • consultar extratos de pagamento de benefícios;
  • acompanhar pedidos de aposentadoria;
  • calcular tempo de contribuição; 
  • emitir declarações para Imposto de Renda;
  • agendar perícia médica; e
  • atualizar dados cadastrais. 

Fonte: Brasil 61

Lojão do Real
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22 jan

CFEM: 94% dos municípios brasileiros receberam recursos da CFEM em 2025

CFEM: 94% dos municípios brasileiros receberam recursos da CFEM em 2025

Os recursos da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM) em 2025 beneficiaram 5.234 municípios brasileiros, o que representa 94% das cidades. Os repasses, conforme a Agência Nacional de Mineração (ANM), totalizaram R$ 7,91 bilhões, sendo o segundo maior valor da série histórica. Em relação a 2024, o desempenho foi de 6,3%. 

Dos quase R$ 8 bilhões arrecadados, a ANM repassou R$ 7,09 bilhões a estados, municípios e outros entes beneficiários. Desse total, R$ 1,17 bilhão foi destinado aos estados e R$ 5,92 bilhões foram para os municípios – incluindo produtores, afetados pela atividade mineral e limítrofes. 

Em nota, a ANM informou que o avanço da receita não está atrelado apenas ao minério de ferro, historicamente responsável pela maior parcela dos royalties. Apesar de ser a principal fonte de arrecadação, a sua participação caiu de 75% em 2024 para 69% em 2025.

O relatório de repasses da CFEM a estados e municípios em 2025 pode ser acessado aqui.

Conforme a Agência, a alta registrada pela CFEM em 2025 foi impulsionada pela diversificação mineral – com outras commodities ampliando a contribuição. Por exemplo, o cobre – que passou de 5,5% para 7,8%, e o ouro, de 4,8% para 7,5%. A alta foi puxada, ainda, por avanços na governança e fiscalização da ANM, conforme afirmou, em nota, o diretor-geral da Agência, Mauro Sousa.

“A arrecadação recorde da CFEM em 2025 é resultado direto do esforço institucional da ANM, da diversificação da atividade mineral e do uso inteligente de dados para garantir mais eficiência, transparência e justiça fiscal na distribuição dos royalties”, diz em um trecho da nota.

A Agência disponibiliza um painel em que é possível acessar o valor por mês, estado, município e substância, além do valor específico dos municípios vizinhos.

O valor recorde registrado em 2025 fica atrás apenas de 2021, quando os royalties somaram cerca de R$ 10,3 bilhões. Naquele ano, os montantes foram impulsionados pelo pico internacional dos preços das commodities minerais. 

Em 2025, o número de titulares arrecadadores cresceu 1,4% (de 7.974 para 8.086); os processos minerários com recolhimento aumentaram 1,6% (de 13.480 para 13.691) e os municípios produtores arrecadadores subiram 1,2% (de 2.806 para 2.841).

Regulamentação
A ANM reforçou, em nota, que o desempenho arrecadatório compõe um processo amplo que envolve o fortalecimento institucional da ANM, por exemplo, com uma parceria com o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro).

A medida permitiu a implementação da Plataforma de Gestão de Recursos Minerais e da Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (DIEF-CFEM) – ferramentas utilizadas integrar bases de dados, qualificar o monitoramento arrecadatório e aprimorar a governança fiscal da CFEM, segundo a Agência.

Em relação aos regulatórios, houve avanço em agendas estratégicas como Tomada de Subsídios nº 1/2025, que discute critérios de distribuição da CFEM aos municípios afetados, e a Consulta Pública nº 3/2025, que trata do preço corrente, valor de referência e inclusão de novas espécies minerais.

O que é a CFEM
A Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM) foi instituída pela Constituição Federal de 1988 como uma contrapartida financeira paga pelas empresas mineradoras aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios pela exploração econômica dos recursos minerais em seus territórios. 

A ANM frisou, em nota, que a legislação determina  que a CFEM não pode ser usada para pagar dívidas ou salários do quadro permanente de pessoal. Além disso, a aplicação dos repasses deve integrar a prestação de contas anual pelos beneficiários.


Fonte: Brasil 61

Lojão do Real
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22 jan

Portaria especifica regras para execução de emendas parlamentares por parte dos municípios

Portaria especifica regras para execução de emendas parlamentares por parte dos municípios

Os gestores públicos municipais devem estar atentos às regras sobre a execução de emendas parlamentares previstas na Portaria Conjunta MPO/MGI/SRI-PR nº 2/2026, publicada no Diário Oficial da União (DOU).

A relevância da norma para as prefeituras se deve à necessidade de compreender o regramento das indicações na execução das emendas individuais, de bancada estadual e de comissão do Congresso Nacional. O intuito da medida é orientar os entes locais a promover maior transparência e rastreabilidade no processo de execução.

Diante disso, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) recomenda que prefeitos e parlamentares considerem as reais necessidades das cidades, a fim de que os recursos sejam aplicados de forma mais eficiente.

De acordo com a entidade, o texto também contém direcionamentos para resolver impedimentos técnicos, seguindo dispositivos estabelecidos na Constituição Federal, na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

“O texto traz detalhes em relação à indicação de beneficiário, alteração e priorização de beneficiários, prazos comuns, impedimentos de ordem técnica, bem como sobre como pode ser feita a execução das emendas”, destaca a CNM.

Outra atenção exigida refere-se aos prazos. Os gestores também devem observar as regras de indicação de beneficiários, bem como a resolução de impedimentos técnicos, sobretudo quanto aos seguintes pontos:

  • Procedimentos: a norma especifica como as emendas parlamentares devem ser operacionalizadas, o que proporciona maior previsibilidade aos entes locais;
  • Impedimentos técnicos: o texto apresenta mecanismos que visam superar entraves técnicos, considerando o que prevê a Constituição, a LDO e a LOA;
  • Transferências especiais: os gestores precisam ficar atentos às emendas individuais na modalidade de transferências especiais, que possuem regramento próprio e exigem atenção quanto à correta execução e prestação de contas.

O que é emenda parlamentar?

Conforme informações da Controladoria-Geral da União, emenda parlamentar é compreendida como um instrumento que o Congresso Nacional pode utilizar na fase de apreciação legislativa para influenciar o processo de elaboração do orçamento anual.

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Por meio desses mecanismos, os parlamentares podem incluir, suprimir ou alterar determinados itens do projeto de lei orçamentária enviado pelo Poder Executivo.

Com isso, é possível que os congressistas opinem sobre a alocação de recursos públicos em função de compromissos políticos assumidos durante seu mandato, tanto junto aos estados e municípios quanto a instituições.

Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026

Recentemente, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026, cuja redação foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU). A norma estabelece as despesas públicas e apresenta a estimativa de receitas para 2026.

O texto aprovado prevê cerca de R$ 61 bilhões em emendas parlamentares. Desse montante, aproximadamente R$ 37,8 bilhões serão destinados a emendas impositivas (de pagamento obrigatório).

As emendas individuais somam R$ 26,6 bilhões, enquanto as emendas de bancada estadual, destinadas às bancadas estaduais, totalizam R$ 11,2 bilhões. Já as emendas de comissão, que não têm execução obrigatória, chegam a R$ 12,1 bilhões.

Fonte: Brasil 61

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