refis prefeitura
Educação
17 fev

Pé-de-Meia Licenciaturas: cadastro para participar começa hoje

Pé-de-Meia Licenciaturas: cadastro para participar começa hoje

O Ministério da Educação (MEC) inicia nesta terça-feira (17) o período de cadastramento de currículo e pré-inscrição de interessados em participar do Pé-de-Meia Licenciaturas 2026.

Em nota, a pasta informou que estudantes elegíveis devem se cadastrar exclusivamente pela Plataforma Freire, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Nesta edição, serão concedidas até 12 mil bolsas, conforme critérios adicionais de ocupação de vagas estabelecidos em edital. O MEC disponibiliza um tutorial que orienta sobre a etapa necessária para fazer parte do programa.

Quem pode participar

São elegíveis candidatos que obtiveram nota igual ou superior a 650 no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e que foram aprovados em cursos de licenciatura, na modalidade presencial, por meio de um dos seguintes programas:

  • Sistema de Seleção Unificada (Sisu);
  • Programa Universidade para Todos (Prouni);
  • Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

A iniciativa concede bolsa mensal no valor de R$ 1.050, dos quais R$ 700 podem ser sacados imediatamente.

Os outros R$ 350 serão destinados a uma poupança, cujo saque está condicionado ao ingresso do bolsista como professor em uma rede pública de ensino, em até cinco anos após o término da licenciatura.  

Clique no banner

Campo Forte
Brasil
16 fev

Tese da AGU obriga autor de feminicídio a ressarcir pensão do INSS

Tese da AGU obriga autor de feminicídio a ressarcir pensão do INSS

Ações para responsabilizar financeiramente condenados por feminicídio por despesas com pensões por morte concedidas pelo INSS estão na mira da Advocacia-Geral da União (AGU).

Os processos com essa finalidade ajuizados pelo órgão federal cresceram oito vezes nos últimos três anos: passaram de 12, em 2023, para 54 em 2024 e, no ano passado, chegaram a 100. São as chamadas ações regressivas por feminicídio.

Caso de Marília

No início deste mês, por exemplo, a 2ª Vara Federal de Marília, em São Paulo, condenou um homem a ressarcir o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) pelos valores pagos com a pensão por morte em favor da dependente da ex-companheira, falecida em decorrência de crime qualificado como feminicídio praticado por ele.

A filha do casal tinha apenas dois anos de idade na época. O homem foi condenado pelo Tribunal do Júri à pena de 26 anos de reclusão.

Em razão do óbito, o INSS concedeu pensão à criança a partir de setembro de 2021, no valor mensal de R$ 1.518, com estimativa de manutenção até março de 2040. Com a ação regressiva, o homem terá de ressarcir a União pelos valores pagos e os futuros, assumindo o ônus financeiro da concessão do benefício, por ter sido o causador real do dano.

Desenvolvida pela AGU, a tese quer alcançar todos os benefícios previdenciários que forem pagos em decorrência de um feminicídio.

Em parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o objetivo é cruzar dados nacionais de condenações com as informações do INSS, como explica Adriana Venturini, procuradora-geral Federal da AGU.

“A ideia é que agora a gente consiga fazer parcerias com todas as 27 unidades da federação através do CNJ. E, com o cruzamento dos dados, a gente possibilite que nenhum pagamento previdenciário decorrente de violência doméstica fique sem uma resposta da AGU no sentido de cobrar do agressor o ressarcimento. Porque não deve ficar a responsabilidade para a sociedade”.

A iniciativa busca ainda evitar que o próprio réu figure como beneficiário da pensão por morte, ressalta a representante da AGU.

“Assim que há condenação por feminicídio, o INSS é comunicado e ele evita que o pagamento seja feito se for em benefício do próprio réu. Se for em benefício do filho menor, o pagamento da pensão acontece automaticamente, porque ele não pode ser revitimizado, mas a gente cobra do causador da morte”.

Atualmente, a experiência está presente em 13 unidades da federação. Somente no ano passado, os processos cobraram 113 pensões por morte, com expectativa de recuperação de R$ 25 milhões aos cofres públicos.

Para Adriana Venturini, essa política não se restringe ao ressarcimento financeiro aos cofres públicos, mas dialoga com iniciativas consolidadas de combate à violência de gênero.

“A ideia é que tenha um impacto preventivo e pedagógico, pensando na perspectiva da cultura de responsabilização integral”.

A AGU prepara o ajuizamento de dezenas de novas ações regressivas por feminicídio para o próximo mês, quando é celebrado o Dia Internacional da Mulher.

© José Cruz/Agência Brasil.

Clique no banner

Campo Forte
Policial
16 fev

PRF prende homem por importunação sexual em mossoró

PRF prende homem por importunação sexual em mossoró


A Polícia Rodoviária Federal prendeu em flagrante, na tarde desta segunda-feira (16), um homem de 28 anos pelo crime de importunação sexual, no município de Mossoró.
A ocorrência foi registrada por volta das 13h20, no km 50 da BR-304. O suspeito era passageiro de um ônibus Mbenz/Mpolo Paradiso, de cor azul, que fazia a linha regular entre Fortaleza e Salvador.
De acordo com a PRF, a prisão aconteceu após a denúncia de uma passageira. Ela relatou que o homem visualizava vídeos de conteúdo sexual e realizava gestos simulando masturbação enquanto a encarava. A materialidade do crime foi confirmada por meio de gravações feitas pela própria vítima em seu aparelho celular.
Diante dos fatos, o suspeito foi detido e encaminhado, junto com a ocorrência, para a Delegacia de Plantão da Polícia Civil em Mossoró, onde foram adotados os procedimentos cabíveis.

Clique no banner

Policial
16 fev

OCORRÊNCIAS POLICIAIS – 13º BPM Período: 15 para 16 de fevereiro de 2026 Área de Atuação do 13º BPM – Seridó/RN

OCORRÊNCIAS POLICIAIS – 13º BPM Período: 15 para 16 de fevereiro de 2026 Área de Atuação do 13º BPM – Seridó/RN


O 13º Batalhão de Polícia Militar divulgou o relatório das ocorrências registradas entre os dias 15 e 16 de fevereiro de 2026 nas cidades sob sua responsabilidade.
1ª CPM – Sede
Em Currais Novos, foram contabilizadas nove ocorrências, sendo:
02 averiguações em chamadas para atendimento;
03 casos de perturbação do sossego alheio;
01 mediação de conflito;
01 caso de maus-tratos a animais;
01 furto;
01 ocorrência por resistência.
2ª CPM
Nos municípios de Acari, Florânia e São Vicente não foram registradas ocorrências no período informado.
3ª CPM
Na área da 3ª Companhia, os registros foram:
Lagoa Nova: 01 lesão corporal;
Cerro Corá: 01 perturbação do trabalho ou do sossego alheio e 01 vias de fato;
Tenente Laurentino Cruz: 01 lesão corporal;
Bodó: sem alterações.
A Polícia Militar reforça que segue atuando de forma preventiva e ostensiva em toda a região, garantindo a manutenção da ordem pública e a segurança da população.
Polícia Militar – Servir e Proteger!

Clique no banner

Saúde
16 fev

Superfungo: Secretaria de Saúde publica orientações de prevenção após confirmar primeiro caso de Candida auris no RN

Superfungo: Secretaria de Saúde publica orientações de prevenção após confirmar primeiro caso de Candida auris no RN

A Secretaria de Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap) divulgou uma nota técnica com orientações para prevenção e controle de novos casos do “superfungo” Candida auris nas unidades de saúde do Rio Grande do Norte.

O estado confirmou, em janeiro, o primeiro caso do fungo e, desde então, realiza o monitoramento da situação em parceria com o Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Segundo a pasta, testes recentes identificaram a presença do fungo no leito e na cadeira utilizados pelo paciente, que está internado no Hospital da Polícia Militar, em Natal.

Segundo a secretaria, o paciente segue internado para tratar outra condição clínica e não apresenta sintomas relacionados à contaminação pelo fungo.

O que é o Candida auris

O Candida auris é um fungo resistente a antifúngicos e associado a surtos em serviços de saúde. Ele é considerado uma ameaça à segurança do paciente.

O fungo tem capacidade de persistir no ambiente hospitalar, colonizar pele e superfícies e se disseminar por por contato, principalmente em ambientes com pacientes críticos e uso de dispositivos invasivos.

Apesar disso, a Sesap destaca que a presença do fungo em um paciente não inviabiliza a assistência, a internação ou a transferência, desde que sejam adotadas medidas rigorosas de prevenção e controle de infecções.

A nota ressalta que não há indicação de isolamento respiratório, suspensão de serviços, fechamento de unidades ou qualquer outra medida excepcional.

Internação e transferências

Entre as orientações, a Sesap determina que pacientes suspeitos ou confirmados devem permanecer sob precauções padrão e de contato durante toda a internação, independentemente do local onde o fungo foi isolado.

A prioridade é acomodação em quarto privativo. Caso não seja possível, deve ser feita a chamada “coorte”, com pacientes portadores do mesmo microrganismo.

A assistência deve seguir normalmente, sem restrição de procedimentos diagnósticos ou terapêuticos considerados necessários.

Em relação às transferências inter-hospitalares, a nota afirma que elas são permitidas e seguras, desde que haja indicação clínica, comunicação prévia obrigatória entre os serviços e manutenção das precauções durante todo o processo, inclusive no transporte sanitário.

O documento reforça que a presença da Candida auris não pode ser usada como justificativa para negativa de vaga, suspensão de regulação ou recusa de atendimento.

Investigação e rastreio

A confirmação de caso deve desencadear investigação epidemiológica imediata, coordenada pela Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) da unidade de saúde, com articulação com a Vigilância Epidemiológica.

A investigação deve incluir identificação do período de internação, setores ocupados pelo paciente, procedimentos realizados, especialmente com uso de dispositivos invasivos, além de mapeamento de movimentações na unidade.

Também é previsto o rastreio de pessoas que tiveram contato com a pessoa infectada, como pacientes que compartilharam quarto ou leito, estiveram no mesmo setor, especialmente em UTI, ou utilizaram equipamentos compartilhados.

No caso de alta hospitalar ou transferência para unidades não hospitalares, o rastreio deve ser articulado com a Vigilância Epidemiológica municipal, para garantir a continuidade da vigilância e prevenir disseminação em outros serviços, como instituições de longa permanência.

A nota técnica detalha ainda como deve ser feita a coleta de amostras para vigilância e diagnóstico.

A secretaria reforçou que o enfrentamento da Candida auris deve ser técnico, proporcional ao risco e livre de estigmatização, sem necessidade de medidas excepcionais ou interrupção dos fluxos assistenciais.

Foto: Shawn Lockhart

G1

Clique no banner

Lojão do Real
WhatsApp