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05 abr

Trump sobe o tom e ameaça destruir pontes e usinas elétricas do Irã na terça

Trump sobe o tom e ameaça destruir pontes e usinas elétricas do Irã na terça

O presidente dos Estados UnidosDonald Trump, subiu neste domingo (5) o tom nas ameaças ao Irã caso o país persa não reabra o estreito de Ormuz para a passagem de navios até amanhã.

Trump promete destruir pontes e usinas elétricas iranianas a partir das 11h (de Brasília) de terça-feira (7) caso o estreito não seja reaberto.

“Terça-feira será o Dia das Usinas Elétricas e o Dia das Pontes, tudo junto, no Irã. Não haverá nada igual!!! Abram a p*** do estreito, seus malucos desgraçados, ou vocês vão viver no inferno — É SÓ ESPERAR! Louvado seja Alá. Presidente DONALD J. TRUMP”, escreveu o presidente em sua rede social, a Truth.

No sábado (4), Trump já havia dado um ultimato de 48 horas ao Irã para reabrir o estreito de Ormuz. O local é um corredor vital por onde passa cerca de um quinto do petróleo e do gás natural do mundo, e que tem estado amplamente fechado desde o início dos ataques dos EUA e de Israel ao Irã.

Ainda no sábado, o Irã afirmou que vai permitir a passagem pelo estreito de embarcações com bens essenciais e ajuda humanitária.

Os preços do petróleo subiram desde o início dos ataques, há mais de um mês. Na próxima semana, o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas deve votar uma resolução do Barein para proteger a navegação comercial dentro e ao redor do estreito de Ormuz.

R7

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05 abr

Câncer: INCA estima 781 mil novos casos por ano entre 2026 e 2028 no Brasil

Câncer: INCA estima 781 mil novos casos por ano entre 2026 e 2028 no Brasil

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

A publicação Estimativa 2026–2028: Incidência de Câncer no Brasil do Instituto Nacional de Câncer (INCA) aponta que o Brasil deve registrar 781 mil novos casos da doença por ano até 2028. A projeção cai para 518 mil casos anuais quando excluídos os tumores de pele não melanoma, de alta incidência, mas baixa letalidade. Os dados foram divulgados no Dia Mundial do Câncer, 4 de fevereiro, no edifício-sede do Instituto, no centro do Rio de Janeiro.

Conforme o INCA, as previsões confirmam que o câncer vem se consolidando como uma das principais causas de adoecimento e morte no Brasil. Os dados demonstram, ainda, que os casos de câncer se aproximam dos registros de doenças cardiovasculares e pode seguir como desafio central para o SUS nas próximas décadas.

O Instituto afirma que os números refletem o envelhecimento da população, desigualdades regionais e desafios que persistem em relação ao acesso à prevenção, diagnóstico precoce e tratamento adequado.

A Estimativa é elaborada e divulgada pela Coordenação de Prevenção e Vigilância (Conprev) do INCA a cada três anos. O objetivo é apoiar o planejamento e a vigilância em saúde no curto prazo. Na avaliação do INCA, os dados da pesquisa orientam o planejamento de políticas públicas e de ações a serem realizadas no âmbito do SUS.

Os dados focam nos tumores de maior magnitude epidemiológica e relevância na saúde pública.

Diagnósticos de câncer mais incidentes

Entre os homens, os cinco tipos de câncer mais incidentes são os de próstata, cólon e reto, pulmão, estômago e cavidade oral.

Confira a incidência entre os homens:

  • Próstata (30,5%)
  • Cólon e reto (10,3%)
  • Pulmão (7,3%)
  • Estômago (5,4%)
  • Cavidade oral (4,8%)

Já entre as mulheres, predominam os cânceres de mama, cólon e reto, colo do útero, pulmão e tireoide.

Confira a incidência entre as mulheres:

  • Mama (30,0%)
  • Cólon e reto (10,5%)
  • Colo do útero (7,4%)
  • Pulmão (6,4%)
  • Tireoide (5,1%)

Em ambos os sexos, o câncer de pele não melanoma permanece como o mais frequente. Os dados desse tipo de câncer são apresentados separadamente em função da alta incidência de casos e baixa letalidade.

Pela publicação, os cânceres com grande potencial de prevenção e detecção precoce são do colo do útero e o colorretal

Estimativas mostram também diferenças regionais em relação à incidência de diagnósticos. De acordo com o INCA, as diferenças observadas refletem desigualdades nos padrões de comportamento dos indivíduos, no acesso ao diagnóstico e ao tratamento.

A análise considerou fatores socioeconômicos, ambientais, comportamentais e ao acesso desigual aos serviços de saúde.

Confira o recorte regional de indecência:

  • Câncer do colo do útero está entre os mais incidentes no Norte e Nordeste;
  • Câncer de estômago tem maior incidência entre os homens no Norte e Nordeste;
  • Tumores associados ao tabagismo (pulmão e cavidade oral) são mais frequentes no Sul e Sudeste.

Em nota, o chefe da Divisão de Vigilância e Análise de Situação da Conprev, Luís Felipe Martins, destacou que  as estimativas publicadas em diferentes edições não devem ser comparadas diretamente entre si. A justificativa é de que as informações não se destinam à construção de séries históricas de incidência, já que as fontes de informação, como os Registros de Câncer de Base Populacional (RCBP) e o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), vêm apresentando avanços em cobertura, qualidade dos dados e redução de sub-registros. 

Dicas de prevenção e diagnóstico precoce

O INCA orienta que a população tome algumas inciativas para a prevenção contra o câncer, com chance de aumentar as possibilidades de cura e redução da mortalidade. Por exemplo, a vacinação contra o HPV – que previne câncer do colo do útero.

O controle do tabagismo também é indicado como como uma das medidas mais eficazes de prevenção de diferentes tipos de câncer, além de evitar o consumo de álcool.

Fonte: Brasil 61

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05 abr

Mais de 80% dos estados aderem à proposta do governo federal para ‘auxílio-diesel’

Mais de 80% dos estados aderem à proposta do governo federal para ‘auxílio-diesel’

Foto: Andre Borges/Agência Brasília

Vinte e dois dos 27 estados brasileiros sinalizaram concordar com a proposta do governo federal de criar um subsídio para a importação de diesel. A posição foi anunciada pelo Ministério da Fazenda, em nota conjunta com o Comitê dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz).

  1. Acre (AC);
  2. Alagoas (AL);
  3. Amazonas (AM);
  4. Bahia (BA);
  5. Ceará (CE);
  6. Distrito Federal (DF);
  7. Espírito Santo (ES);
  8. Maranhão (MA);
  9. Mato Grosso (MT);
  10. Mato Grosso do Sul (MS);
  11. Minas Gerais (MG);
  12. Paraíba (PB);
  13. Paraná (PR);
  14. Pernambuco (PE);
  15. Piauí (PI);
  16. Rio Grande do Norte (RN);
  17. Rio Grande do Sul (RS);
  18. Roraima (RR);
  19. Santa Catarina (SC);
  20. São Paulo (SP);
  21. Sergipe (SE); e
  22. Tocantins (TO).

Inicialmente, o governo do DF havia rejeitado o convite, mas voltou atrás nesta quarta-feira (1º). Amapá, Goiás, Pará e Rio de Janeiro esperam a publicação da medida provisória para decidir se vão aderir à iniciativa. Já o governo de Rondônia manifestou posição contrária em nota, na qual afirma que “é muito duvidoso que esta ação se reflita na redução do preço do diesel na bomba.”

O novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que o texto detalhando a política sai ainda esta semana. A intenção é implementar um auxílio de até R$ 1,20 por litro de diesel durante dois meses para empresas importadoras. Metade desse valor será paga pela União e os outros R$ 0,60 serão divididos proporcionalmente pelos governos estaduais participantes, de acordo com o volume do combustível consumido.

O impacto nos cofres dos estados seria de cerca de R$ 1,5 bilhão. A compensação será feita por meio da retenção de parte do Fundo de Participação dos Estados (FPE) de cada unidade da federação.

Estratégias

A nova estratégia substitui a proposta inicial de zerar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nos estados e se soma à isenção federal do PIS/Cofins e à subvenção de R$ 0,32 por litro já concedida pela União.

Esses movimentos surgem como providência do governo federal para conter a alta dos preços dos combustíveis no mercado internacional, influenciada principalmente pela guerra no Oriente Médio. Atualmente, cerca de 30% do diesel consumido no Brasil é importado. Assim, as medidas também buscam mitigar o impacto inflacionário, conter a elevação do custo do frete, o risco de desabastecimento e trazer maior estabilidade ao mercado no curto prazo.

Fonte: Brasil 61

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04 abr

Chocolate e outros alimentos típicos podem causar intoxicação e até risco de morte em pets

Chocolate e outros alimentos típicos podem causar intoxicação e até risco de morte em pets

Com a Páscoa cada vez mais próxima, vale lembrar que o que é tradição na mesa pode virar perigo para os animais de estimação. Em meio aos ovos de chocolate e os pratos típicos, um pequeno descuido pode causar até risco de vida para cães e gatos. Além do doce tradicional, outros alimentos, como uvas, passas, comidas com adoçantes artificiais e gordurosas, também devem ser evitados. 

Entenda o risco

A veterinária Vanessa Barreto explica que o risco aumenta porque os pets ficam mais propensos a ingerir itens proibidos durante a Páscoa. “Muitos tutores oferecem pequenos pedaços ou deixam ao alcance dos animais sem perceber o perigo. Mesmo em pequenas quantidades, essas substâncias já causam intoxicações importantes.”

Segundo ela, a prevenção vem em primeiro lugar. “O ideal é não deixar esses alimentos expostos e orientar toda a família, especialmente crianças e visitas, a não oferecer comida ao pet. A conscientização é essencial para evitar acidentes”, reforça.

Dicas fundamentais

A veterinária compartilha algumas dicas que podem ajudar a evitar que os pets sejam intoxicados.

– Redobre a supervisão: mantenha alimentos e embalagens fora do alcance, especialmente em momentos com visitas.

– Não compartilhe comida: mesmo pequenas quantidades podem causar intoxicação.

– Mantenha a rotina alimentar: evite mudanças na dieta durante o feriado.

– Aposte em alternativas seguras: ofereça petiscos próprios para ou chocolates específicos sem teobromina.

– Invista em estímulos positivos: brinquedos e enriquecimento ambiental ajudam a incluir o pet na celebração.

– Fique atento aos sinais: vômito, diarreia, tremores ou apatia exigem atenção imediata.

Vanessa acrescenta que, ao perceber qualquer alteração no comportamento do cão ou gato, os donos devem buscar atendimento veterinário imediatamente.

“A Páscoa pode ser um momento de celebração para toda a família, desde que os cuidados sejam redobrados e a segurança dos animais venha em primeiro lugar”, afirma a especialista da Dog Life.

Com informações do Metrópoles.

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04 abr

MPF recomenda ao Exército que amplie vagas para mulheres na Força

MPF recomenda ao Exército que amplie vagas para mulheres na Força

MPF (Ministério Público Federal) enviou uma recomendação ao Exército para que, no prazo de 90 dias, apresente um plano de ação com o objetivo de ampliar a quantidade de vagas destinadas a mulheres na EsPECEx (Escola Preparatória de Cadetes do Exército).

A medida visa corrigir desigualdades identificadas em editais recentes e garantir maior equilíbrio e proporcionalidade na distribuição das vagas nos próximos cinco anos.

A ação é resultado de um inquérito civil conduzido pela Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão do Rio de Janeiro, que investigou possíveis práticas discriminatórias de gênero nos últimos concursos.

No certame do ano passado, por exemplo, das 440 vagas disponíveis, apenas 40 foram destinadas a mulheres, o que corresponde a menos de 10% do total.

De acordo com o procurador regional dos Direitos do Cidadão adjunto, Julio Araujo, que assina a recomendação, o Exército havia informado que a reserva de vagas para mulheres seria uma política afirmativa a ser implementada de forma gradual.

No entanto, a instituição afirmou posteriormente que não possuía um planejamento para ampliar a oferta de vagas femininas nos cursos de formação de Oficiais das Armas, do Quadro de Material Bélico ou do Serviço de Intendência.

O documento ressalta que a limitação do acesso com base unicamente no gênero contraria a Constituição Federal, que assegura a igualdade entre homens e mulheres e veda discriminação nos critérios de admissão por motivo de sexo.

O MPF também destaca que o Brasil é signatário de tratados internacionais que garantem o direito à igualdade de oportunidades no emprego e no acesso ao serviço público.

A fundamentação jurídica da recomendação inclui decisões recentes do STF (Supremo Tribunal Federal). A Corte considerou inconstitucional qualquer norma que impeça candidatas de concorrerem ao total das vagas ofertadas em concursos de instituições militares, reafirmando os princípios da isonomia e da dignidade da pessoa humana.

Além disso, o MPF lembrou que uma lei de 2012 já estabelecia que a inclusão de mulheres na linha militar bélica deveria ser viabilizada até cinco anos após sua publicação.

Apesar disso, o órgão considera que ainda existem barreiras arbitrárias que dificultam o acesso das mulheres às funções públicas, violando tanto os objetivos do concurso quanto os direitos fundamentais das candidatas.

O MPF tomou essa medida após o Exército recusar a assinatura de um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) para resolver a questão de forma conciliatória.

CNN entrou em contato com o Exército, mas até o momento não obteve posicionamento sobre o assunto.

CNN

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