O meio-campista uruguaio Giorgian de Arrascaeta, do Flamengo, é um dos finalistas da edição 2025 do tradicional Prêmio Rei da América, concedido pelo jornal uruguaio El País. O camisa 10 do Rubro-Negro da Gávea tem como concorrentes o craque argentino Lionel Messi, do Inter Miami (Estados Unidos), e o atacante Adrián Martínez, do Racing (Argentina).
Arrascaeta pode ser considerado o grande favorito a ficar com o prêmio, após ser escolhido como craque do Campeonato Brasileiro e da Copa Libertadores. O uruguaio foi peça importante no Flamengo na atual temporada, colaborando com 25 gols e 20 assistências e ajudando a conquistar quatro competições: Campeonato Carioca, Supercopa do Brasil, Campeonato Brasileiro e Copa Libertadores.
O último jogador escolhido como Rei da América foi o atacante brasileiro Luiz Henrique, que ajudou o Botafogo a conquistar a Copa Libertadores e o Campeonato Brasileiro em 2024.
Outro representante do Flamengo indicado a um prêmio concedido pelo jornal El País é o técnico Filipe Luís. O comandante do Rubro-Negro concorre na categoria melhor treinador das américas com os argentinos Gustavo Costas, do Racing, e Gustavo Alfaro, da seleção do Paraguai.
O meio-campista uruguaio Giorgian de Arrascaeta, do Flamengo, é um dos finalistas da edição 2025 do tradicional Prêmio Rei da América, concedido pelo jornal uruguaio El País. O camisa 10 do Rubro-Negro da Gávea tem como concorrentes o craque argentino Lionel Messi, do Inter Miami (Estados Unidos), e o atacante Adrián Martínez, do Racing (Argentina).
Arrascaeta pode ser considerado o grande favorito a ficar com o prêmio, após ser escolhido como craque do Campeonato Brasileiro e da Copa Libertadores. O uruguaio foi peça importante no Flamengo na atual temporada, colaborando com 25 gols e 20 assistências e ajudando a conquistar quatro competições: Campeonato Carioca, Supercopa do Brasil, Campeonato Brasileiro e Copa Libertadores.
O último jogador escolhido como Rei da América foi o atacante brasileiro Luiz Henrique, que ajudou o Botafogo a conquistar a Copa Libertadores e o Campeonato Brasileiro em 2024.
Outro representante do Flamengo indicado a um prêmio concedido pelo jornal El País é o técnico Filipe Luís. O comandante do Rubro-Negro concorre na categoria melhor treinador das américas com os argentinos Gustavo Costas, do Racing, e Gustavo Alfaro, da seleção do Paraguai.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou na terça-feira (23) que o ano de 2026 começará sem custo extra na conta de energia para a população. Em janeiro, será aplicada a bandeira tarifária verde.
A agência reguladora destacou que apesar de o período chuvoso ter iniciado com chuvas abaixo da média histórica, em novembro e dezembro houve no país, de um modo geral, a manutenção do volume de chuvas e do nível dos reservatórios das usinas.
“Em janeiro de 2026 não será necessário despachar as usinas termelétricas na mesma quantidade do mês anterior, o que evita a cobrança de custos adicionais na conta de energia do consumidor”, explicou a Aneel.
Neste mês de dezembro já houve a redução na bandeira tarifária vermelha no patamar 1 para amarela.A medida reduziu em R$ 4,46 a cada 100 quilowatts-hora (KW/h) consumidos e passou a R$ 1,885.
De acordo com o Ministério de Minas e Energia, a adoção da bandeira verde reflete um cenário de segurança energética, no qual não há necessidade de acionamento intensivo de usinas termelétricas. Essas unidades, além de apresentarem custo de geração mais elevado, utilizam combustíveis fósseis e contribuem para a emissão de gases de efeito estufa.
“Apesar da crescente participação de fontes renováveis como solar e eólica na matriz energética brasileira, a geração hidrelétrica segue como base do sistema elétrico nacional. A capacidade de produção das usinas depende diretamente do volume de chuvas que incide sobre as principais bacias hidrográficas, fator que tem se mostrado”, lembra a pasta.
Custos extras
Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em cores, as bandeiras indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional (SIN) gerar a energia usada nas residências, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.
Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimo a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumido.
A seleção ideal da Copa do Brasil de 2025 divulgada pela CBF possui sete jogadores do campeão Corinthians. O time alvinegro ficou com a taça depois de bater o Vasco por 2 a 1 no último domingo, no Maracanã.
Os seguintes atletas corintianos aparecem na seleção do torneio mata-mata: Hugo Souza, Matheuzinho, Gustavo Henrique, André Ramalho, Breno Bidon, Memphis Depay e Yuri Alberto.
Dorival Júnior foi considerado o melhor técnico da competição. O treinador igualou Luiz Felipe Scolari como o maior vencedor da Copa do Brasil, com quatro troféus.
Vice-campeão do torneio, o Vasco teve dois jogadores no time ideal da CBF: Nuno Moreira e Rayan. O Cruzeiro, eliminado pelo Corinthians nas semifinais, fecha a equipe também com dois atletas: Kaiki e Kaio Jorge.
O Corinthians ganhou a Copa do Brasil pela quarta vez na história. O time de Parque São Jorge foi campeão em 1995, 2002, 2009 e 2025. O clube embolsou cerca de R$ 97 milhões em premiações nesta edição da competição nacional.
Veja a seleção:
Goleiro – Hugo Souza Lateral-direito – Matheuzinho Zagueiros – Gustavo Henrique e André Ramalho Lateral-esquerdo – Kaiki Meio-campistas – Breno Bidon, Nuno Moreira e Memphis Depay Atacantes – Rayan, Yuri Alberto e Kaio Jorge
Entre janeiro e novembro de 2025, a fruticultura potiguar respondeu por US$ 153,9 milhões em exportações para a União Europeia (UE), com destaque para melões, melancias, mamões, mangas e bananas. Esse desempenho representa cerca de 73,7% de toda a pauta exportadora do Rio Grande do Norte destinada ao bloco europeu, dado que reforça o papel estratégico do agronegócio estadual na geração de divisas e emprego. Os números são da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do RN (Sedec), que aponta a UE como protagonista nas relações com o estado, cuja corrente de comércio com os países europeus ultrapassou US$ 275 milhões, com superávit de US$ 140,3 milhões a favor do RN.
Além da fruticultura, a pauta exportadora do estado para a União Europeia também inclui produtos como outros óleos combustíveis (US$ 33,9 milhões), querosene de aviação (US$ 5,2 milhões), minérios de tungstênio e concentrados (US$ 3,2 milhões) e granito (US$ 1,1 milhão). Segundo a Sedec, os dados refletem uma base produtiva diversificada e com potencial de ampliação de valor agregado.
O secretário Guilherme Saldanha, de Agricultura, Pecuária e Pesca do RN (Sape), destacou que o estado é atualmente o maior exportador de frutas do Brasil, com recordes frequentes de vendas. Segundo ele, a expectativa é de que o agro potiguar feche o ano com um volume próximo aos US$ 200 milhões em exportações. Já o pescado deve bater os US$ 300 milhões, conforme estimativas do secretário. “Tudo isso tem uma importância na geração de emprego e renda. Temos conseguido tornar o RN favorável a investimentos e a prova disso é a produção cada vez maior em áreas como o Distrito Baixo-Açu”, pontuou Saldanha.
Para Fábio Queiroga, presidente do Comitê Executivo de Fruticultura do RN (Coex), os números relativos ao envio de frutas ao continente europeu têm a ver com os esforços para manter a qualidade dos produtos. Ele também citou o bom momento da safra potiguar como um dos fatores para os resultados.
Fábio Queiroga: volume de frutas para UE é realmente expressivo | Foto: Magnus Nascimento
“Passamos pela pandemia, que provocou um travamento do nosso crescimento por limitações de logística marítima, em especial, mas estamos em plena safra, com um volume de fruta realmente expressivo para a comunidade europeia”, afirmou Queiroga, ao mencionar que as relações com o mercado americano, afetadas pelo tarifaço aplicado pelo governo de Donald Trump, também influenciam no cenário. “Esperamos fechar o ano com chave de ouro, nos preparando para um 2026 ainda mais promissor”, acrescentou Fábio Queiroga.
José Álvares Vieira, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do RN (Faern), analisa que o desempenho da fruticultura em 2025 reafirma o setor como a âncora estratégica do comércio exterior potiguar. “Mas é preciso lembrar que o balanço anual ainda não está concluído e a atividade é regida por uma forte sazonalidade, com volumes que dependem crucialmente do desempenho da safra neste último trimestre. A percepção da Federação é de que o setor opera hoje em seu limite operacional e financeiro”, falou Vieira.
Segundo ele, este ano o produtor tem enfrentado uma combinação severa de pressões, como a elevação dos custos de produção, exigências fitossanitárias europeias e gargalos logísticos em portos e estradas. “São urgentes políticas públicas que garantam segurança jurídica, infraestrutura eficiente e ampliação do acesso ao crédito para garantir que o RN mantenha competitividade diante de um mercado global cada vez mais rigoroso”, afirmou o presidente da Faern.
Países Baixos lideram ranking de parceiros
De acordo com a Sedec, os Países Baixos lideram o ranking de parceiros comerciais do RN dentro do bloco, com US$ 127,2 milhões em importações de produtos potiguares, seguidos por Espanha (US$ 53,0 milhões), Portugal (US$ 15,8 milhões), Itália (US$ 4,8 milhões) e Alemanha (US$ 3,1 milhões). Juntos, esses cinco países concentraram aproximadamente 97,2% do total exportado pelo estado à União Europeia no período analisado.
No sentido inverso, as importações provenientes da União Europeia demonstram, segundo a pasta, a relevância do bloco como fornecedor de bens estratégicos para o Rio Grande do Norte. Espanha (US$ 17,3 milhões), Alemanha (US$ 14,9 milhões) e Países Baixos (US$ 11,8 milhões) lideraram as vendas ao estado, com destaque para itens como as gasolinas (exceto para aviação), com US$ 11,2 milhões. Em seguida, figuram as caixas de papel ou cartão (US$ 5,0 milhões), os redutores, multiplicadores e caixas de transmissão (US$ 3,7 milhões) e as máquinas e aparelhos para encher caixas ou sacos com pó ou grãos (US$ 3,2 milhões).
Também se sobressaem as outras máquinas de moldar borracha ou plástico (US$ 2,5 milhões), o azeite de oliva extra virgem (US$ 2,1 milhões) e as partes de outros motores, geradores e grupos eletrogeradores (US$ 2,0 milhões), compondo o conjunto dos principais itens importados pelo estado a partir do bloco europeu. O desempenho observado ao longo de 2025, conforme a Sedec, indica perspectivas positivas para a manutenção e ampliação das trocas comerciais entre o RN e a União Europeia, sustentadas pela regularidade das exportações, pela consolidação de mercados já atendidos e pela crescente demanda daquele continente por alimentos, energia e matérias-primas de origem confiável.
“Nesse contexto, o fortalecimento da base produtiva, o ganho de eficiência logística e a agregação de valor aos produtos potiguares tendem a ampliar a participação do estado no comércio internacional, independentemente da formalização de novos instrumentos institucionais. Os resultados reforçam a importância de políticas públicas voltadas à promoção comercial, à inteligência de mercado e ao apoio aos setores exportadores, contribuindo para a continuidade do resultado positivo e para o desenvolvimento sustentável da economia potiguar no cenário global”, disse a Sedec.
A primeira semana do verão brasileiro e as celebrações de natal serão marcadas por um calor extremo que coloca o país em alerta. Meteorologistas apontam que o Brasil pode registrar algumas das temperaturas mais altas do planeta neste período, com os termômetros superando facilmente os 35°C e podendo ultrapassar a marca dos 40°C em diversas localidades.
Um ponto de atenção destacado pelos especialistas é o aumento das temperaturas mínimas. As madrugadas e manhãs devem permanecer abafadas, o que reduz o alívio térmico noturno e aumenta o desconforto e o desgaste físico.
Áreas atingidas
A onda de calor impacta de forma severa pelo menos oito estados, com destaque para o Centro-Sul e partes do Nordeste.
Sudeste e Sul: São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina sentem o maior impacto. Em São Paulo, a capital pode bater o recorde histórico de calor para o mês de dezembro, com previsões chegando a 35°C ou mais. No litoral do Paraná, a situação é ainda mais crítica, com estimativas de temperaturas de até 43°C na véspera de natal, tornando a região uma das mais quentes do mundo no dia 24.
Nordeste: No interior de estados como Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará, o calor segue intenso, com sensações térmicas que devem ultrapassar os 40°C.
Centro-Oeste: Mato Grosso do Sul e o sul de Goiás também estão na rota da massa de ar quente, com temperaturas máximas pelo menos 5°C acima da média histórica.
O que explica esse cenário de calor escaldante é uma combinação de fatores meteorológicos complexos. Entre eles, é possível destacar o bloqueio atmosféricoque se estabeleceu sobre o Centro-Sul — um sistema de alta pressão que funciona como uma barreira que impede o avanço de frentes frias. Isso faz com que a massa de ar quente fique estagnada sobre essas regiões por vários dias seguidos.
No Nordeste e Brasil Central, a atuação de um Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN) contribui para a escassez de nuvens e chuva em seu centro. Com menos nebulosidade, a radiação solar incide diretamente sobre a superfície, elevando drasticamente as temperaturas.
Outro fator é a configuração das chuvas. Enquanto o centro-leste “ferve”, a umidade fica restrita ao extremo-norte e ao Rio Grande do Sul, dificultando a formação de sistemas de chuva organizados que poderiam refrescar o restante do país.