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Saúde
17 dez

Idosa morre em UPA de Mossoró após espera por leito de UTI; Sesap admite falha de comunicação

Idosa morre em UPA de Mossoró após espera por leito de UTI; Sesap admite falha de comunicação

Uma idosa de 69 anos morreu após aguardar por horas por um leito de UTI na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Alto de São Manoel, em Mossoró, no Oeste potiguar. O caso ocorreu mesmo com a existência de vagas disponíveis em outras unidades da rede estadual.

Segundo o secretário de Estado da Saúde Pública (Sesap), Alexandre Motta, houve uma falha de comunicação entre a equipe de regulação do município e a equipe médica do hospital responsável pelo atendimento. De acordo com ele, o problema impediu que a paciente fosse recepcionada e transferida a tempo para uma unidade com leito de UTI disponível.

Ainda conforme o secretário, a falha comprometeu o fluxo de informações sobre a real situação da rede hospitalar. Diante do ocorrido, a Sesap informou que irá procurar a Secretaria Municipal de Saúde de Mossoró para revisar os mecanismos de comunicação e regulação de leitos, com o objetivo de evitar novos casos.

“A gente compreende que nenhuma dor, nenhuma família merece passar por isso. É preciso melhorar os fluxos, tanto do Estado quanto da regulação de Mossoró, para que essas informações não prejudiquem o atendimento”, declarou Alexandre Motta.

A Secretaria de Estado da Saúde Pública não informou em quais unidades os leitos estavam disponíveis nem detalhou o tempo total de espera da paciente antes do óbito.

AGORA RN

Campo Forte
Política
17 dez

Rogério defende Flávio Bolsonaro para 2026: “É o melhor candidato”

Rogério defende Flávio Bolsonaro para 2026: “É o melhor candidato”

O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado, afirmou que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) é, na atual conjuntura, o melhor nome para representar a direita nas eleições presidenciais de 2026. Em entrevista à CNN Brasil, Marinho disse que a definição foi fruto de um processo de amadurecimento político conduzido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e por lideranças do campo conservador, especialmente após o avanço das restrições judiciais impostas ao ex-chefe do Executivo.

“Na atual conjuntura, Flávio é o melhor candidato, dado o conjunto de valores e a necessidade de uma discussão onde tem que ficar muito claro quem nós somos e quem eles são, qual é a nossa visão de Estado, de País, de sociedade, em contraponto ao que aí está”, afirmou o senador.

Segundo Rogério Marinho, Bolsonaro permanece como principal liderança da direita brasileira, mesmo impedido de disputar eleições. Ele disse que o ex-presidente “despertou um espectro ideológico que sempre existiu na sociedade brasileira”, reunindo setores conservadores em torno de pautas como defesa da família, da vida, da liberdade de expressão e de um Estado menos burocrático.

“Tem um líder, que é o presidente Bolsonaro. E esse líder nos aponta um caminho para defender o seu legado, que é o senador Flávio Bolsonaro”, disse. Marinho acrescentou que Flávio reúne atributos políticos e geracionais para conduzir esse debate. “Ele é jovem, 44 anos, alguém que está literalmente querendo exercer essa função para defender esse patrimônio, esse legado, que é um legado de valores”.

O senador afirmou ainda que a escolha foi feita após consultas a parlamentares e lideranças da direita e destacou que Bolsonaro, mesmo com restrições de contato político, amadureceu a decisão. “Ele amadureceu bastante, ele pensou bastante e definiu a estratégia que nós vamos colocar em prática no ano eleitoral. E será a candidatura do senador Flávio Bolsonaro”.

PL da dosimetria
Na mesma entrevista, Rogério Marinho comentou a tramitação do chamado PL da Dosimetria, que trata da redução de penas para condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023. Segundo ele, o texto que avança no Congresso não representa o ideal defendido pela oposição, mas reflete o que foi possível construir diante da correlação de forças no Parlamento.

“Isso não é o projeto dos nossos sonhos, é o possível”, afirmou. Marinho explicou que, após mais de um ano de debates, a oposição não conseguiu avançar com uma proposta de anistia ampla. “Nós da oposição tentamos pautar a questão da anistia, mas a correlação de forças do Parlamento nos levou a um acordo”.

O senador enfatizou que o projeto prevê progressão de penas que poderá permitir a soltura de condenados com penas inferiores a 17 anos, desde que cumpridos os requisitos legais. “Esse acordo trata de progressão de penas que vão permitir que todos aqueles que foram apenados abaixo de 17 anos tenham a possibilidade de serem soltos após a promulgação da lei”. Isso acontecerá porque o projeto permite progressão de regime para quem já cumpriu 1/6 da pena.

Marinho afirmou acreditar que há votos suficientes para aprovação do texto no Senado, tanto na Comissão de Constituição e Justiça quanto no plenário. Ele ressaltou, no entanto, a necessidade de ajustes para evitar que o projeto beneficie condenados por outros crimes.

“A preocupação é que, a partir de sexta-feira, várias pessoas vieram a público dizer que o projeto poderia beneficiar outros aspectos que não aqueles do 8 de janeiro. Então, nós estamos tratando justamente de corrigir isso através de uma emenda de redação”, explicou.

O senador também criticou o que classificou como desproporcionalidade das penas aplicadas pelo Judiciário. “Não é razoável que alguém que pinta uma estátua de batom receba 14 anos. Não é razoável que essas pessoas sejam julgadas diretamente no Supremo Tribunal Federal sem a possibilidade de recorrer a uma instância subsequente”, afirmou.

Segundo ele, o próprio Jair Bolsonaro orientou sua base a apoiar o projeto, mesmo sem benefício direto para si. “O próprio Bolsonaro nos orienta, através do seu filho Flávio, que nós façamos um gesto para que essas pessoas sejam libertadas”, disse.

Lei Magnitsky e Alexandre de Moraes
Rogério Marinho também comentou a retirada das sanções impostas ao ministro Alexandre de Moraes com base na Lei Magnitsky, pelos Estados Unidos. Para o senador, a decisão levanta questionamentos sobre possíveis negociações diplomáticas entre os governos.

“A primeira coisa que a gente precisa saber é o seguinte: o que é que foi negociado? Nós somos um país, nós não somos aqui um botequim”, afirmou.

Marinho disse que a aplicação da Lei Magnitsky é uma medida grave e que sua revogação precisa ser explicada. “Quando o governo americano sanciona alguém com esta lei, que é uma lei séria, severa, que praticamente retira civilmente o cidadão do convívio da sociedade, é importante a gente saber que tipo de negociação entrou para que haja esse recuo.”

Ele voltou a criticar decisões do Judiciário brasileiro e afirmou que há, em sua avaliação, violações à liberdade de expressão e aos direitos individuais. “Nós estamos vivendo o Brasil num momento em que a gente tem que discutir as instituições e qual é a seriedade das nossas instituições, porque não basta ser, precisa aparecer”.

Para o senador, o debate sobre as sanções internacionais se insere em um contexto mais amplo de questionamento institucional. “Há um desequilíbrio na democracia brasileira”, declarou.

Ao final, Marinho afirmou que a resposta para esse cenário deve ocorrer no campo político. “O próximo ano é o ano da eleição e eu acho que é o momento de essa resposta se dar no campo adequado, que é o campo político”, concluiu, reiterando o apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República.

AGORA RN

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Rio Grande do Norte
17 dez

ALRN lança 11ª edição da Revista da Assembleia com foco na interiorização

ALRN lança 11ª edição da Revista da Assembleia com foco na interiorização

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte lançou, nesta última terça-feira (16), a 11ª edição da Revista da Assembleia. O informativo anual, consolidado como documento de prestação de contas do Legislativo potiguar, chega aos leitores em formato impresso e digital, disponível através do portal oficial (www.al.rn.leg.br).

A publicação deste ano tem como fio condutor a interiorização das ações legislativas. As matérias detalham como a Casa rompeu os muros da capital em 2025 para levar serviços de saúde, cidadania e tecnologia aos municípios do interior, através de programas como o ‘Em Ação’ e o ‘Assembleia e Você’, a expansão da ProMulher e a cessão do sistema Legis Vídeos para câmaras municipais. Legis Vídeos que venceu o Prêmio Assembleia Cidadã da Unale, na categoria Gestão, fazendo o Legislativo Potiguar ser pentacampeão. 

Outro grande destaque da edição é a educação. A revista narra o “furo” do projeto Integra Enem, da Escola da Assembleia, que antecipou e trabalhou com os alunos o tema exato da redação do exame deste ano (“Envelhecimento da população”), preparando mais de 2.500 estudantes da rede pública.

Para o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB), a revista reflete a identidade de uma gestão voltada para as pessoas. “Esta edição é um documento histórico de uma Casa que decidiu estar presente na vida do cidadão. Nas páginas desta revista, o leitor não verá apenas números, mas histórias reais de transformação: do jovem que foi preparado para o Enem à mulher acolhida no interior. É a transparência aplicada na prática, prestando contas de um mandato coletivo que trabalha incansavelmente pelo desenvolvimento do Rio Grande do Norte”, avalia o presidente.

Produzida pela equipe da Diretoria de Comunicação Institucional, a revista aposta em uma linguagem visual moderna e textos jornalísticos aprofundados para registrar o cotidiano parlamentar, as premiações nacionais de gestão (como o pentacampeonato na Unale) e a produção legislativa. 

A diretora de Comunicação da ALRN, Marília Rocha, destaca a relevância da publicação como ferramenta de aproximação com a sociedade. “A Revista da Assembleia traduz o volume intenso de trabalho da Casa em um material acessível, atraente e informativo. Ela cumpre o papel duplo de servir como fonte de consulta para a história política do estado e como um canal direto de prestação de contas, mostrando à sociedade, de forma transparente, como o Legislativo transforma recursos e ideias em benefícios para a população”, destaca Marília.

A publicação contempla ainda as ações de responsabilidade ambiental do Plano de Logística Sustentável (PLS) e a preservação da história política na nova sede do Memorial do Legislativo. A revista também dedica espaço à transparência e à produção legislativa, detalhando os resultados das Comissões Temáticas, os bastidores da segunda temporada do PodLegislar, os debates e as homenagens prestadas em sessões solenes a personalidades que constroem a identidade potiguar. 

Ao documentar os avanços administrativos, os projetos sociais e a produção legislativa, a publicação cumpre o papel estratégico de aproximar o cidadão do Parlamento, permitindo que a sociedade acompanhe, fiscalize e compreenda o impacto real das ações legislativas no desenvolvimento do estado.

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Política
17 dez

Quaest: Lula vence Flávio Bolsonaro por 46% a 36% em cenário de 2º turno para 2026

Quaest: Lula vence Flávio Bolsonaro por 46% a 36% em cenário de 2º turno para 2026

presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 46% das intenções de voto contra 36% do senador Flávio Bolsonaro (PL) em um cenário de segundo turno das eleições presidenciais de 2026, segundo pesquisa Quaest divulgada na terça-feira (16).

Em relação ao levantamento anterior, realizado em agosto, Lula oscilou dois pontos percentuais para baixo, enquanto Flávio Bolsonaro subiu quatro. O senador foi anunciado como candidato do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), no último dia 5 de dezembro.

Esta é a primeira pesquisa eleitoral divulgada sem o nome de Jair Bolsonaro, após o ex-presidente apontar o filho como seu representante na disputa presidencial.

A pesquisa ouviu 2.004 eleitores em 120 municípios de todas as regiões do país, entre os dias 11 e 14 de dezembro de 2025. As entrevistas foram realizadas de forma presencial. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

Lula vence em todos os cenários

Além de Flávio Bolsonaro, Lula também aparece à frente de outros possíveis adversários em simulações de segundo turno:

  • Tarcísio de Freitas (Republicanos): 45% x 35%
  • Ratinho Júnior (PSD): 45% x 35%
  • Ronaldo Caiado (União Brasil): 44% x 33%
  • Romeu Zema (Novo): 45% x 33%

Segundo o levantamento, 54% dos entrevistados avaliam que Jair Bolsonaro errou ao indicar Flávio Bolsonaro como candidato à Presidência da República.

SBT

Lojão do Real
Política
17 dez

Pesquisa TCM aponta Odon Jr entre os 10 mais citados para Deputado Federal no RN

Pesquisa TCM aponta Odon Jr entre os 10 mais citados para Deputado Federal no RN

A pesquisa da TCM/TSDois coloca o ex-prefeito de Currais Novos, Odon Júnior, entre os dez nomes mais citados para Deputado Federal no Rio Grande do Norte, ocupando o 9º lugar, empatado com Nina Souza. O levantamento foi realizado em todas as regiões do Estado, com 1.870 entrevistas.

O resultado reforça o desempenho de Odon em pesquisas recentes. Em Currais Novos, a Pesquisa Sensatus apontou Odon em primeiro lugar, com 44% das intenções de voto na estimulada. Já em Lagoa Nova, levantamento do Instituto Item Pesquisas também colocou Odon na liderança para Deputado Federal.

Em Caicó, pesquisa da TCM registrou citações ao nome de Odon tanto para Deputado Federal quanto para Deputado Estadual, ampliando sua projeção regional.

O crescimento de Odon Jr no Estado está ligado ao reconhecimento de sua gestão como prefeito de Currais Novos, marcada por alta aprovação, gestão premiada e com grandes entregas e pela eleição de seu sucessor, Lucas Galvão, que mantém ótima avaliação administrativa.

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