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17 jun

Junho Vermelho afasta mitos sobre a doação de sangue

Junho Vermelho afasta mitos sobre a doação de sangue

 Foto: Magnus Nascimento

O medo de contrair doenças, a crença de que doar sangue enfraquece o organismo e a ideia de que a doação pode causar anemia ainda afastam milhares de pessoas dos hemocentros. Em meio às ações do Junho Vermelho, especialistas reforçam que essas informações são falsas e alertam para a importância da doação voluntária para manter os estoques abastecidos.

Embora a doação de sangue seja um procedimento amplamente realizado e cercado por protocolos de segurança, ainda há quem acredite que ela pode transmitir doenças ou causar prejuízos à saúde do doador. “Na realidade, a doação é um procedimento seguro, realizado com material totalmente descartável e sob rigoroso controle técnico”, disse Fábio Andrade, hematologista e professor de Medicina na Universidade Potiguar (UnP).

Além disso, antes da coleta, o voluntário passa por uma avaliação clínica para verificar se está apto a doar. “É comum encontrar pessoas que acreditam que a quantidade de sangue retirada é excessiva. O volume coletado representa uma pequena fração do sangue circulante e é rapidamente reposto pelo organismo saudável”, destaca o especialista.

O organismo possui uma grande capacidade de recuperação após a doação. O volume líquido retirado é reposto naturalmente em cerca de 24 horas, por meio da hidratação e dos mecanismos fisiológicos do corpo, conforme o médico.

Já os componentes celulares do sangue, como as hemácias, continuam sendo produzidos pela medula óssea e têm sua reposição intensificada nas semanas seguintes à doação. “Em pessoas saudáveis, a doação não causa prejuízo à saúde, motivo pelo qual existem intervalos seguros entre uma doação e outra. Por isso, além de ser um ato solidário, a doação de sangue é um procedimento seguro para quem doa e essencial para quem recebe”, revela Andrade.

Segundo ele, também são falsas as informações de que doar sangue engorda ou emagrece, causa anemia, enfraquece o organismo ou aumenta o risco de contrair doenças. O hematologista explica que nenhuma dessas afirmações tem respaldo científico.

A conscientização sobre a importância da doação é fundamental, já que o sangue não pode ser produzido em laboratório nem substituído por qualquer outro componente artificial. Por isso, a única forma de manter os estoques abastecidos é por meio da doação voluntária.

As bolsas coletadas são utilizadas diariamente em cirurgias, atendimentos de urgência e emergência, tratamentos oncológicos, doenças hematológicas e diversas outras condições que dependem de transfusões para garantir a recuperação e a sobrevivência dos pacientes.

Em junho, o objetivo do Hemonorte Dalton Cunha é ampliar em aproximadamente 30% o volume de doações e garantir níveis adequados nos estoques de sangue. Atualmente, os estoques dos tipos O negativo e O positivo estão em baixa.

Com o objetivo de reforçar os estoques de sangue durante o período junino, o Hemocentro Dalton Cunha (Hemonorte) lança nesta terça-feira (16) a campanha “Junho Vermelho – Nesse São João aqueça o seu coração, doe sangue”. A iniciativa também integra as ações alusivas ao Dia Mundial do Doador de Sangue, celebrado em 14 de junho.

Podem doar sangue pessoas que estejam em boas condições de saúde, tenham entre 16 e 69 anos de idade, pesem mais de 50 quilos e apresentem documento oficial com foto. Menores de 18 anos precisam de autorização do responsável legal.

De janeiro a maio de 2026, 25.753 pessoas se candidataram à doação de sangue no Rio Grande do Norte, das quais 21.539 foram consideradas aptas, segundo dados do Hemocentro. O número de doações registrou crescimento de 4,7% em comparação com o mesmo período de 2025.

Apesar do avanço, os hospitais e bancos de sangue ainda enfrentam a necessidade de ampliar o número de doadores, especialmente durante o período junino, quando a demanda por transfusões costuma aumentar em razão da maior ocorrência de acidentes e atendimentos de urgência.

Como parte das atividades do Junho Vermelho, a UnP está promovendo ações de conscientização voltadas à importância da doação de sangue. Ao longo do mês, a instituição realiza atividades educativas, debates e momentos de orientação com o objetivo de esclarecer dúvidas da população e incentivar a adesão de novos doadores.

A programação também aborda mitos e informações equivocadas que ainda afastam potenciais doadores, destacando a segurança do procedimento e seu impacto direto na preservação de vidas.

Tribuna do Norte

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17 jun

Motos estão em 41% das mortes no trânsito no Estado

Motos estão em 41% das mortes no trânsito no Estado

Foto: Magnus Nascimento

Os acidentes com moto responderam por 41% dos casos de morte registrados no Rio Grande do Norte de janeiro a maio de 2026. Do total de 231 registros, 95 envolveram motocicletas, um aumento de 7,9% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados são da Secretaria de Segurança Pública do Estado (Sesed/RN) e consideram os números de óbitos no trânsito ou em decorrência dele.

A professora Luciana Conceição de Lima, do Departamento de Demografia e Ciências Atuariais (DPCAA) da UFRN, representa a universidade no Projeto Vida no Trânsito e aponta que o cenário do Rio Grande do Norte acompanha uma tendência nacional. Dentro desse contexto, os acidentes envolvendo motocicletas se destacam não apenas em relação ao número de óbitos, mas também de feridos.

A docente explica que o problema pode ser explicado por uma série de fatores, incluindo comportamentos de risco assumidos pelos condutores, como excesso de velocidade, ultrapassagens indevidas e uso de celular ao dirigir. Aliado a isso, os problemas de infraestrutura nas vias e a uberização têm contribuído para o aumento dos acidentes com motociclistas.

“É importante considerar também no contexto das motocicletas a dependência das motocicletas como meio de transporte e trabalho, a precarização do trabalho dos motociclistas profissionais, especialmente entregadores, submetidos a longas jornadas, pressão por produtividade e maior exposição ao trânsito”, destaca.

De acordo com Luciana Conceição de Lima, além da necessidade de revisão dos direitos dos motociclistas profissionais, outras lacunas permanecem nas políticas públicas voltadas à redução de acidentes e mortes no trânsito. É o caso da oferta de meios de transporte público mais eficientes para reduzir a demanda por motocicletas, a melhora na infraestrutura das vias e a descentralização de ações preventivas de educação para o trânsito e fiscalização.

Os dados da Sesed/RN apontam que, do total de 231 registros de óbitos contabilizados de janeiro a maio deste ano, a maior parte foi registrada nos municípios de Mossoró (26), Natal (20) e Parnamirim (15). No recorte por local de acidente, as rodovias estaduais lideram os casos, com 73, seguidas pelas rodovias federais (66) e pelas avenidas principais (33).

Em resposta à reportagem da TRIBUNA DO NORTE, o Departamento Estadual de Trânsito do Rio Grande do Norte (Detran/RN) disse que realiza ações de conscientização regularmente para tornar o trânsito mais seguro. Aliado a isso, especialmente para os motociclistas, o órgão tem aberto capacitações na Escola Pública de Trânsito.

Já na emissão da CNH (categoria A – moto), o Detran/RN reforça que segue os critérios e exigências estabelecidos pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), tornando aptos apenas candidatos que demonstrem capacidade de conduzir a motocicleta durante a avaliação prática. “Em relação à parte operacional, mantém sinalização viária adequada e constantemente revitalizada, bem como possui monitoramento eletrônico de velocidade nas vias estaduais que atravessam o município de Natal”, completa.

Tribuna do Norte

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17 jun

Novo marco do transporte público amplia fontes de custeio para aliviar pressão sobre tarifas

Novo marco do transporte público amplia fontes de custeio para aliviar pressão sobre tarifas

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, com vetos, a Lei nº 15.432/2026 que institui o marco legal do transporte público coletivo urbano no país. A nova legislação representa uma mudança estrutural no modelo de financiamento do setor, ao reduzir a dependência quase exclusiva da tarifa paga pelos usuários.

A partir de agora, a norma autoriza a adoção de novas fontes de custeio para subsidiar o sistema, como receitas de publicidade, exploração comercial de espaços e recursos da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide-Combustíveis). Esse tributo incide sobre a importação e a comercialização de petróleo e derivados, gás natural e etanol

A lei também prevê a concessão de gratuidades no transporte coletivo para grupos específicos, como idosos e estudantes.

Licitação obrigatória 

O marco estabelece que a prestação dos serviços de transporte público coletivo deverá ocorrer, obrigatoriamente, por meio de licitação. Ainda assim, os entes federativos poderão contratar serviços complementares, como transporte sob demanda, conforme regulamentação local.

O texto ainda proíbe formas consideradas precárias de delegação do serviço, como contratos de programa, convênios, termos de parceria ou autorizações para empresas não estatais.  

Tarifa e remuneração

Outro ponto da lei é o fim da relação direta entre a tarifa paga pelo usuário e a remuneração das empresas operadoras. Caso as receitas alternativas previstas em contrato superem o valor necessário para remunerar o operador, o excedente deverá ser revertido em melhorias no serviço

Os contratos também poderão prever metas de redução de custos operacionais com base em ganhos de produtividade. Mas o retorno financeiro adicional das empresas ficará condicionado à manutenção dos padrões de qualidade e desempenho estabelecidos.

Vetos

Entre os vetos ao texto aprovado pelo Congresso, foram excluídos dispositivos do Projeto de Lei 3.278/2021 que obrigavam estados e municípios a custear integralmente gratuidades e descontos tarifários com recursos próprios, além de regras que vinculavam subsídios públicos à remuneração das operadoras.

Segundo justificativa da Presidência da República, essas exigências poderiam gerar despesas sem previsão orçamentária e comprometer benefícios já concedidos à população.

Contudo, o governo ressaltou que os vetos não impedem a concessão de subsídios para financiar gratuidades e descontos tarifários. O que foi retirado foi a obrigatoriedade e o prazo para adequação, considerados potencialmente desestabilizadores para o modelo atual adotado por diversos entes federativos.

Também foram vetados dispositivos que tratavam das competências dos entes federativos, como:

  • a obrigatoriedade de isenção de pedágio para ônibus em rodovias estaduais e municipais;
  • a previsão de subsídios federais para tarifas locais

A justificativa foi preservar a autonomia de estados e municípios, evitar novas despesas obrigatórias para a União e garantir segurança jurídica.

Outros vetos se aplicam a:

  • criação de novas estruturas administrativas;
  • regras de indenização a concessionárias;
  • vinculação obrigatória de 60% dos recursos da Cide-Combustíveis para áreas urbanas. 

Segundo o governo, as medidas buscam evitar aumento de gastos permanentes, reduzir riscos fiscais e preservar a flexibilidade orçamentária.

Fonte: Brasil 61

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17 jun

Bolsa Família: pagamentos começam nesta quarta-feira (17) para beneficiários com NIS terminado em 1

Bolsa Família: pagamentos começam nesta quarta-feira (17) para beneficiários com NIS terminado em 1

Foto: Divulgação/MDS

A CAIXA inicia nesta quarta-feira (17), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de junho para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 1. 

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.

O benefício também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.

Chegou o novo aplicativo do Bolsa Família, mais completo e fácil de usar! Acompanhe a data do seu pagamento, consulte seus benefícios e fique por dentro de todas as novidades do programa.

Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.  

O que é Bolsa Família

O Programa Bolsa Família é a transferência mensal de renda do maior programa social do Brasil, reconhecido por tirar milhões de famílias da fome. O modelo atual considera tamanho e características do núcleo familiar: lares com três ou mais pessoas tendem a receber valores maiores do que famílias unipessoais, reforçando a proteção social.

Pagamento do Bolsa Família: objetivos do programa

Além da renda, o Bolsa Família integra políticas públicas para ampliar acesso a saúde, educação e assistência social. O foco é promover dignidade e cidadania, articulando ações complementares (esporte, ciência, trabalho) para a superação da pobreza e a transformação social.

Quem tem direito ao pagamento do Bolsa Família

Para ter direito ao pagamento do Bolsa Família, a renda por pessoa da família deve ser de até R$ 218/mês.

Exemplo: 1 pessoa com salário mínimo (R$ 1.518) em família de 7 integrantes → renda per capita de R$ 216,85. Como está abaixo de R$ 218, a família é elegível ao benefício.

Como receber o pagamento do Bolsa Família (passo a passo)

  1. Inscrição no CadÚnico: mantenha dados corretos e atualizados.
  2. Onde se cadastrar: procure o CRAS ou postos municipais de assistência social.
  3. Documentos: CPF ou título de eleitor.
  4. Seleção mensal automatizada: estar no CadÚnico não garante entrada imediata. Todos os meses o programa identifica e inclui novas famílias que passam a receber o pagamento Bolsa Família.

Quando começa o pagamento Bolsa Família após o cadastro?

Mesmo inscrita no CadÚnico, a família só recebe quando for selecionada pelo sistema do programa. A inclusão é contínua e mensal, de forma automatizada, conforme os critérios de elegibilidade e a atualização cadastral.

Dicas para manter o pagamento do Bolsa Família em dia

  • Atualize o CadÚnico sempre que houver mudança (endereço, renda, composição familiar).
  • Acompanhe o calendário oficial de pagamento e as comunicações do município/CRAS.
  • Guarde seus comprovantes e verifique regularmente a situação do benefício nos canais oficiais.

Bolsa Família: perguntas rápidas (FAQ)

Preciso estar no CadÚnico? Sim, é obrigatório para concorrer ao pagamento do Bolsa Família.

O valor é igual para todos? Não. O modelo considera o tamanho e o perfil familiar, podendo variar.

Cadastro feito = pagamento imediato? Não. A seleção é mensal e automatizada; a família começa a receber quando é incluída.

Onde tirar dúvidas? Procure o CRAS do seu município ou os canais oficiais do programa.

Fonte: Brasil 61

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16 jun

Projeto de lei sobre possível mudança de nome da Escola Municipal Presidente Castelo Branco segue em discussão na Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final

Projeto de lei sobre possível mudança de nome da Escola Municipal Presidente Castelo Branco segue em discussão na Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final

A tramitação do Projeto de Lei nº 040/2026, que propõe a mudança do nome da Escola Municipal Presidente Castelo Branco para Escola Municipal Professor Simão, ganhou um novo capítulo nesta terça-feira (16) na Câmara Municipal de Currais Novos. A matéria, de autoria do vereador Lucieldo Silva, teve sua análise retomada pela Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final após decisão unânime dos parlamentares presentes em plenário. O encaminhamento ocorreu durante uma sessão considerada decisiva para o futuro da proposta.

Inicialmente, a expectativa era pela votação dos pareceres das comissões, etapa que definiria se o projeto seguiria tramitando ou seria arquivado. No entanto, o presidente da Câmara, João Gustavo Guimarães, apresentou uma proposta para que o texto retornasse à Comissão de Legislação em razão da sanção da Lei Municipal nº 4.125, publicada pelo Executivo no último dia 10 de junho. A nova legislação estabelece regras para a denominação e alteração de nomes de ruas, prédios públicos e demais logradouros municipais.

Segundo João Gustavo, a adequação do projeto à nova legislação é necessária para garantir a legalidade do processo. “A gente não entrou aqui na questão do mérito do projeto, da mudança, e sim na parte realmente constitucional desse projeto de lei”, afirmou. O presidente destacou que a nova norma torna obrigatória a realização de consulta pública em casos de alteração de nomes de equipamentos públicos, além da necessidade de pareceres técnicos dos órgãos diretamente envolvidos. “O mais importante disso é ter o debate, ouvir ambas as partes e que a gente possa chegar realmente a um denominador comum”, acrescentou.

Relator da Comissão de Legislação, o vereador Mattson Ranier explicou que a sanção da nova lei criou um cenário diferente daquele existente quando os pareceres foram elaborados. De acordo com ele, a medida busca oferecer segurança jurídica à tramitação. “O que a gente está fazendo aqui, primeiro, é tentar dar segurança jurídica a esse processo, porque evita lá na frente conflito jurídico que é possível se a gente continuar da forma como estava”, disse. O parlamentar informou que a comissão terá um prazo regimental de 15 dias para reavaliar o projeto, período em que pretende ouvir representantes da escola, entidades da sociedade civil e demais envolvidos na discussão.

Autor da proposta, o vereador Lucieldo Silva afirmou que a decisão do plenário reforça o caráter democrático do debate. Durante a sessão, professores, integrantes da direção escolar, representantes sindicais e cidadãos favoráveis e contrários à mudança acompanharam as discussões. “Nunca me recuei do debate, da discussão, porque isso se chama democracia”, declarou. Embora mantenha a defesa da substituição da homenagem a Castelo Branco pelo nome do professor Simão, Lucieldo afirmou que a nova etapa será marcada por mais diálogo com a comunidade escolar e com a população.

Integrante da Comissão de Legislação e vice-presidente da Câmara, o vereador Sargento Ezequiel avaliou que o retorno da matéria à comissão permitirá uma análise mais ampla do tema. Ele lembrou que já havia se posicionado contrário ao projeto em sua tramitação inicial, citando posicionamentos do Conselho Escolar e uma consulta realizada na própria instituição de ensino. Para o parlamentar, a nova legislação oferece instrumentos para aprofundar o debate. “Hoje nós estamos dando um passo para que, nos próximos projetos que venham tratar de troca de nome de ruas ou instituições, isso seja feito com mais responsabilidade”, afirmou.

Com a decisão tomada pelo plenário, o Projeto de Lei nº 040/2026 volta à fase de análise na Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final. Nos próximos dias, deverão ser realizadas diligências para adequação do texto à Lei nº 4.125, incluindo consultas formais à comunidade escolar e a obtenção de pareceres técnicos. Somente após essa nova etapa a matéria retornará ao plenário para dar continuidade à sua tramitação.

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