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Concurso
18 dez

Concurso público PM RN: projeto básico revela cargos, etapas e mais detalhes do próximo edital

Concurso público PM RN: projeto básico revela cargos, etapas e mais detalhes do próximo edital

Com banca organizadora contratada, o novo concurso PM RN, com 146 vagas, está iminente. A reportagem do Qconcursos Folha Dirigida teve acesso ao projeto básico da seleção, que revela a lista de cargos, áreas, estrutura de provas e disciplinas. 

O projeto básico funciona como um espelho para o edital e reúne as principais informações do concurso. 

De acordo com o documento, 125 vagas serão para o Curso de Formação de Praças de Saúde 21 para o Curso de Formação de Praças Músicos

Veja a distribuição das oportunidades por área:

Quadro de Praças de Saúde (QPS)

  • Técnico de Radiologia: 16 vagas;
  • Técnico de Farmácia: 13 vagas;
  • Técnico de Enfermagem: 70 vagas;
  • Técnico de Laboratório de Análises Clínicas: 13 vagas; e
  • Técnico de Saúde Bucal: 13 vagas.

Quadro de Praças Músico (QPM)

  • Flauta transversal em Dó: 2 vagas;
  • Clarinetes em Si Bemol: 3 vagas;
  • Saxofone alto em Mi Bemol: 2 vagas;
  • Saxofone tenor em Si Bemol: 2 vagas;
  • Euphonium em Si Bemol: 1 vaga;
  • Trompete em Si Bemol: 3 vagas;
  • Trombone de vara tenor: 1 vaga;
  • Trompa em Fá/Si Bemol: 1 vaga;
  • Trombone baixo: 1 vaga;
  • Tuba Si Bemol/Dó: 2 vagas;
  • Bateria: 2 vagas; e
  • Percussão erudita (tímpano, caixa clara, glockenspiel): 1 vaga.

Para se candidatar ao posto de praça de saúde, será necessário ter o nível superior(bacharelado, licenciatura ou tecnólogo) e habilitação técnica na área exigida, acompanhada de registro no conselho profissional competente.

Já para praça músico os requisitos serão o nível superior (bacharelado, licenciatura ou tecnólogo) e a habilitação técnica no instrumento exigido. 

No último concurso PM RN, para as duas áreas, também foi exigida altura mínima de 1,60m (homens) e 1,55m (mulheres) e até 35 anos de idade. Os salários atuais não foram informados.

O concurso para a Polícia Militar do Rio Grande do Norte será composto por seis etapas:

  1. Exame Intelectual – classificatória e eliminatória
  2. Exame de Avaliação de Condicionamento Físico – eliminatória;
  3. Inspeção de Saúde – eliminatória;
  4. Exame de Avaliação Psicológica – eliminatória;
  5. Exame de Heteroidentificação (para candidatos negros) – eliminatória; e
  6. Investigação social – eliminatória.

O Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistencial Nacional (Idecan) foi contratado como o organizador do concurso e ficará responsável pela aplicação das etapas. 

O exame intelectual será composto por prova objetiva, a ser aplicada nas cidades de Natal, Mossoró, Pau dos Ferros, Caicó, Nova Cruz e João Câmara. 

Serão cobradas 60 questões sobre as seguintes disciplinas:

  • Raciocínio Lógico: 10 questões;
  • Conhecimentos Gerais: 10 questões;
  • Informática: 10 questões; e
  • Prova Específica da área: 30 questões. 

Para os candidatos a praças músicos haverá ainda um Exame de Habilitação Musical (EHM)

Essa etapa consistirá em uma prova prática em que o participante deverá trazer, obrigatoriamente, o instrumento musical com o qual pretende realizar o teste, exceto no caso de a opção ser bateria/percussão erudita. 

Nesse último caso, o candidato deverá trazer as suas próprias baquetas e/ou acessórios para a prova.

O concurso ainda terá exame da avaliação do condicionamento físico. Serão convocados os classificados até o número máximo de duas vezes a oferta de vagas.

O exame terá diferentes exercícios para homens e mulheres. Veja:

MASCULINO

1ª JORNADA

  • Flexão e extensão de cotovelo apoiado na barra fixa: cinco repetições;
  • Teste de SHUTTLE RUN corrida de ir e vir no tempo máximo de 11.7 segundos; e
  • Flexão Abdominal tipo remador com no mínimo 36 repetições ininterruptas em 60 segundos.

2ª JORNADA:

  • Salto em distância horizontal na distância mínima de 1,80m; e
  • Corrida de 2.400 metros no tempo máximo de 12min00s.

FEMININO

1ª JORNADA:

  • Contração isométrica na barra fixa no tempo mínimo de 10 segundos;
  • Teste de SHUTTLE RUN corrida de ir e vir no tempo máximo de 12,5 segundos; e
  • Flexão Abdominal tipo remado com no mínimo 26 repetições ininterruptas em até 60 segundos.

2ª JORNADA:

  • Salto em distância horizontal: Distância de 1,50m; e
  • Corrida de 2.000 metros no Tempo máximo de 12min00.
Lojão do Real
Rio Grande do Norte
18 dez

Detran/RN celebra um ano da transferência de veículos seminovos por meio digital

Detran/RN celebra um ano da transferência de veículos seminovos por meio digital

O processo de transferência eletrônica de veículos seminovos no estado do Rio Grande do Norte completa seu primeiro ano de funcionamento nesta última quarta-feira (17). A nova ferramenta, desenvolvida pelo Departamento Estadual de Trânsito do RN (Detran/RN), possibilitou que a transferência veicular seja feita de maneira digital quando envolve transação comercial entre pessoas físicas.

O serviço digital de transferência de veículos seminovos no RN é realizado por meio do Portal de Serviços do Detran/RN (https://portal.detran.rn.gov.br/) e soma-se ao registro de veículos zero-quilômetro, já em vigor desde dezembro de 2023. Para utilizar o serviço, é importante que o cidadão fique atento a alguns pré-requisitos. O veículo deve estar registrado no Detran/RN, sem débitos vencidos, com vistoria válida, podendo ser realizada em qualquer unidade do Detran ou empresa credenciada, e com a Autorização para Transferência de Propriedade do Veículo eletrônica (ATPV-e) devidamente preenchida e assinada pelo comprador e pelo vendedor por meio da Carteira Digital de Trânsito (CDT).

A abertura do processo é feita exclusivamente pelo comprador, que deve acessar o Portal de Serviços do Detran/RN com a senha do Gov.br. Após o login, o usuário deve acessar a aba “Veículo” e selecionar a opção “Transferência de propriedade eletrônica”, iniciando o procedimento on-line.

Durante o preenchimento, o sistema solicitará informações iniciais, conferência de endereço, confirmação dos dados do comprador e do veículo, além da seleção dos serviços desejados. Em seguida, será necessário anexar os documentos obrigatórios em formato PDF, como: ATPV-e registrada via CDT; Vistoria com resultado “apto”; Documento oficial de identificação do comprador; Comprovante de residência atualizado (últimos 90 dias). Após o envio dos documentos, o usuário deve finalizar o processo e imprimir o comprovante de abertura.

A transferência só é concluída após a quitação de todos os débitos vinculados ao veículo. O Detran/RN informa que pagamentos realizados via PIX ou Banco do Brasil têm baixa em até 15 minutos, enquanto pagamentos feitos em outros bancos podem levar até 24 horas para compensação. Com a confirmação dos pagamentos e a auditoria final do Detran/RN, o cidadão poderá acessar novamente o Portal, ir até a opção “Meus Veículos”, selecionar o veículo transferido e salvar o CRLV-e e o código de segurança atualizado, lembrando que ficará disponível apenas por 24h após a emissão, devendo o novo proprietário anotá-lo.

Dados contabilizados pela Subcoordenadoria de Informática do Detran/RN apontam que neste ano de 2025 foram efetivadas um total de 256.073 transferências de veículos seminovos no Rio Grande do Norte. O número compreende transferências digital e presencial.

A transferência veicular eletrônica representa um avanço importante na modernização dos serviços do Detran/RN, reduzindo filas, deslocamentos desnecessários e tempo de espera, além de garantir maior transparência e controle ao processo.

Campo Forte
Seridó
18 dez

Documentários de grupo da UFRN registram agricultoras do Seridó

Documentários de grupo da UFRN registram agricultoras do Seridó

Dois documentários desenvolvidos no âmbito do projeto de extensão “Transição Agroecológica e Economia Solidária no Seridó Potiguar”, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), registram o trabalho de agricultoras da região do Seridó. A iniciativa é do Grupo de Pesquisa e Extensão Territórios do Semiárido (SEMIAR), vinculado ao Departamento de Geografia do Centro de Ensino Superior do Seridó (CERES/UFRN).

As produções foram gravadas em outubro de 2024 e finalizadas em novembro de 2025. As equipes visitaram 10 comunidades rurais nos municípios de Lagoa Nova e Bodó, onde registraram atividades produtivas e colheram depoimentos de 22 agricultoras. O trabalho foi financiado com recursos públicos da Pró-Reitoria de Extensão da UFRN (PROEX) e executado pelo SEMIAR em parceria com a Cáritas Diocesana de Caicó.

Segundo o coordenador do grupo, professor Leandro Cavalcante, os documentários têm como objetivos dar visibilidade ao trabalho das mulheres agricultoras, divulgar práticas de transição agroecológica e de economia solidária, contribuir para a formação de grupos de mulheres, fortalecer a extensão universitária em parceria com organizações da sociedade civil e estimular reflexões sobre o bem-viver no Semiárido.

O primeiro documentário, “A agroecologia na minha vida mudou tudo”, aborda a relação das agricultoras com a agroecologia e o trabalho no campo. O vídeo registra experiências desenvolvidas na Serra de Santana, no interior do Rio Grande do Norte, relacionadas à produção agroecológica, à comercialização solidária e ao consumo de alimentos produzidos localmente.

O segundo documentário, “A gente tá sempre pegada uma na mão das outras”, trata da organização coletiva das mulheres agricultoras. A produção apresenta a atuação de grupos assessorados pela Cáritas Diocesana de Caicó nos municípios de Lagoa Nova e Bodó. Atualmente, são 10 grupos formados por cerca de 180 mulheres, que desenvolvem atividades ligadas à agroecologia e à economia solidária.

O lançamento dos dois documentários ocorreu no dia 16 de dezembro, no Centro Pastoral Dom Wagner, em Caicó.

Saiba Mais

Lojão do Real
Currais Novos
18 dez

MPRN e Conselho Tutelar de Currais Novos discutem termo de integração operacional

MPRN e Conselho Tutelar de Currais Novos discutem termo de integração operacional

O Ministério Público do Rio Grande do Norte, através da Promotoria de Currais Novos, e o Conselho Tutelar da cidade realizaram na terça-feira (16) uma reunião para discutir a formalização de um Termo de Integração Operacional (TIO) entre os orgãos. O documento é o primeiro do tipo no estado e organiza o fluxo de trabalho entre as instituições para garantir os direitos de crianças e adolescentes.

O TIO foi articulado entre os órgãos com o apoio do Centro de Apoio Operacional às Promotorias da Infância e Juventude (Caop IJ). As discussões tiveram início durante a XI edição do MPRN Perto de Você realizada em Currais Novos no mês de novembro deste ano.

O acordo define diretrizes claras sobre como o Conselho Tutelar deve encaminhar notícias de infrações administrativas ou penais ao Ministério Público. Além disso, o texto estabelece padrões de referenciamento e contrarreferenciamento para o acompanhamento dos casos na rede de proteção. A integração foca no amadurecimento das demandas antes do envio ao Poder Judiciário. Com isso, as autoridades esperam maior agilidade e resolutividade no atendimento às famílias em situação de vulnerabilidade.

As diretrizes orientam os conselheiros a adotarem um olhar abrangente sobre o contexto familiar durante as denúncias de violação. O termo detalha ainda as medidas de proteção aplicadas e as constatações que devem ser feitas em contatos com a rede.

O documento também prevê a realização de reuniões de rede com periodicidade mínima mensal. Esses espaços intersetoriais servem para a elaboração de planos de atuação conjunta focados em famílias em situação de violência. Profissionais de saúde, educação e assistência social devem participar ativamente dessas discussões coletivas. O objetivo principal é articular ações que evitem o afastamento desnecessário da criança do convívio familiar natural.

Da sua parte, o MPRN se compromete a conferir prioridade absoluta às demandas encaminhadas formalmente pelo Conselho Tutelar.

O órgão ministerial informará o conselho sobre as providências adotadas, respeitando o sigilo necessário em cada situação.

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Rio Grande do Norte
18 dez

RN lidera no Nordeste com menor alta no custo da construção civil

RN lidera no Nordeste com menor alta no custo da construção civil

O Rio Grande do Norte é o estado do Nordeste com a menor variação anual acumulada no custo médio por metro quadrado da construção civil. Até novembro deste ano, o percentual foi de 3,71%, dado inferior à média regional e nacional, de 5,31% e 5,09%, respectivamente. Já o valor médio em reais ficou em R$ 1,7 mil no mês de referência. Os dados são do Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi), levantados pelo IBGE.

Os estados com os três maiores percentuais acumulados no Nordeste foram Ceará (7,41%), Alagoas (6,75%) e Paraíba (6,35%). No recorte regional (5,31%), a região figura com o terceiro maior percentual médio acumulado, ficando atrás somente do Centro-Oeste (5,85%) e do Sul (5,62%).

Considerando apenas a variação do custo médio em novembro, a região teve o segundo menor crescimento, com 0,16%, superior ao do Centro-Oeste (0,14%). Já o Rio Grande do Norte apresentou o terceiro menor crescimento, com 0,03%, ficando atrás de Alagoas (0,01%) e Pernambuco (0,02%).

O vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon/RN), Francisco Ramos, explica que o percentual do Rio Grande do Norte ainda não corresponde à realidade. Isso porque a variação do custo da mão de obra no Estado é ajustada em outubro, mas o sindicato e as entidades representativas dos trabalhadores ainda estão em fase final de negociação. Sendo assim, essa demora acabou influenciando nos dados. A expectativa, de acordo com o vice-presidente, é que o reajuste já esteja definido em janeiro.

Com a definição, ele aponta que o percentual deve se aproximar da média nacional em janeiro de 2026. “Em novembro do ano passado aconteceu a mesma situação. O reajuste da mão de obra ainda não tinha sido definido e não entrou na coleta de valores. Então, se o IBGE está coletando qual é o preço da mão de obra no Rio Grande do Norte no mês de novembro, ainda consta o mesmo preço de janeiro de 2025”, completa Francisco.

A mudança no custo da mão de obra, explica o vice-presidente, também vai interferir no custo médio de R$ 1,7 mil por metro quadrado. Apesar disso, ele esclarece que os custos mantiveram competitividade ao longo do ano, com variações baixas na comparação com outros estados da região Nordeste.

Ele observa, por outro lado, que a relação oferta-demanda é o que tem gerado aumento no custo do aluguel em Natal. “Os alugueis em Natal têm se elevado acima da inflação pela falta de imóveis para alocação. Isso porque há uma demanda maior do que a oferta. Quando essa variação de custos ultrapassa a inflação, não é interessante para o mercado da construção civil, porque usualmente a variação das recuperações salariais é feita através do índice da inflação”, explica.

Para 2026, o vice-presidente do Sinduscon/RN esclarece que a variação do custo de construção deve ser um pouco maior do que o Índice de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA).

Construção Civil
Dados do Sinapi relativos à região Nordeste do Brasil

Variação percentual no ano do custo médio por metro quadrado
RN – 3,71
Paraíba – 6,35
Pernambuco – 4,50
Alagoas – 6,75
Sergipe – 4,76
Bahia – 4,64
Maranhão – 5,09
Piauí – 4,14
Ceará – 7,41

 Foto: Adriano Abreu

Tribuna do Norte

Lojão do Real
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