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11 out

Inmet alerta para baixa umidade e ventos costeiros no RN; veja cidades atingidas

Foto: Divulgação/Inmet

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alertas de baixa umidade e ventos costeiros para cidades principalmente do Alto Oeste e de parte do litoral do Rio Grande do Norte. Os alertas são válidos até sábado e domingo, respectivamente.

Ventos Costeiros

Validade: até 18h do domingo (13)
Riscos: O aviso é da cor amarela, de perigo potencial, o nível mais baixo na escala de gravidade do órgão. Segundo o Inmet, nesse tipo de aviso há “intensificação dos ventos nas regiões litorâneas, movimentando dunas de areia sobre construções na orla”.
Instruções: Contatar a Defesa Civil (telefone: 199), em caso de necessidade.

Veja cidades atingidas:

Areia Branca
Baraúna
Caiçara do Norte
Carnaubais
Ceará-Mirim
Extremoz
Galinhos
Grossos
Guamaré
Macaíba
Macau
Maxaranguape
Mossoró
Natal
Nísia Floresta
Parazinho
Parnamirim
Pedra Grande
Porto do Mangue
Pureza
Rio do Fogo
São Bento do Norte
São Gonçalo do Amarante
São José de Mipibu
São Miguel do Gostoso
Serra do Mel
Tibau
Touros
Baixa umidade

 

Validade: até 23h de sábado (12). Há um outro alerta, com essas e mais oito cidades – detalhadas no fim – que termina às 22h da sexta. Nas demais 48 cidades, o alerta vale na sexta e também no sábado até 23h.
Riscos: Alerta da cor amarela, de perigo potencial, o mais baixo no grau de severidade do órgão. Segundo o Inmet, nesse tipo de alerta, a umidade relativa do ar varia entre 30% e 20%. Há baixo risco de incêndios florestais e à saúde.
Instruções: Beber bastante líquido; evitar desgaste físico nas horas mais secas e exposição ao sol nas horas mais quentes do dia.
Veja cidades atingidas:

Água Nova
Alexandria
Almino Afonso
Antônio Martins
Apodi
Caicó
Caraúbas
Coronel João Pessoa
Doutor Severiano
Encanto
Francisco Dantas
Frutuoso Gomes
Ipueira
Itaú
Janduís
Jardim de Piranhas
João Dias
José da Penha
Lucrécia
Luís Gomes
Major Sales
Marcelino Vieira
Martins
Messias Targino
Olho d’Água do Borges
Paraná
Patu
Pau dos Ferros
Pilões
Portalegre
Rafael Fernandes
Rafael Godeiro
Riacho da Cruz
Riacho de Santana
Rodolfo Fernandes
São Fernando
São Francisco do Oeste
São João do Sabugi
São Miguel
Serra Negra do Norte
Serrinha dos Pintos
Severiano Melo
Taboleiro Grande
Tenente Ananias
Timbaúba dos Batistas
Umarizal
Venha-Ver
Viçosa

*As cidades de Campo Grande, Equador, Felipe Guerra, Jardim do Seridó, Jucurutu, Ouro Branco, Santana do Seridó e São José do Seridó estão em um alerta do mesmo tipo, mas com validade até 22h desta sexta-feira (11).

g1-RN

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Geral
09 out

Milton, Helene, Irma, José: entenda como e por que furacões são ‘batizados’ com nomes de pessoas

 

Movimentação do furacão Milton — Foto: NOAA

Enquanto a Flórida se prepara para ser atingida por Milton, o segundo grande furacão em duas semanas, uma sensação de catástrofe iminente se espalha à medida que as pessoas corriam para proteger suas casas com tábuas ou fugir para abrigos. Com ventos de 230 km/h e a ameaça de ressacas de 4,5 metros, o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos, classificou Milton como uma tempestade “extremamente perigosa”.

Escolhidos antecipadamente, os nomes, no entanto, chamam a atenção e são definidos com base em avaliações sobre sua trajetória e de maneira a facilitar a memorização e comunicação. Segundo a Organização Meteorológica Mundial (OMM), o uso de um nome curto reduz o risco de erro e ajuda a reforçar o impacto das advertências, além de facilitar a preparação das populações.

As propostas de nomes são feitas por organismos regionais e avaliadas pela OMM, que pode intervir para evitar controvérsias. Um exemplo disso foi em 2015, quando o nome “Isis” foi retirado da lista de futuros furacões no Pacífico-Norte devido à associação com o grupo extremista Estado Islâmico.

Nos Estados Unidos, o Centro Nacional de Furacões utiliza seis listas de nomes para o Caribe, Golfo do México e Atlântico Norte, em ordem alfabética. Letras como Q e U, que têm poucos nomes disponíveis, são puladas. Essas listas são recicladas a cada seis anos, mas se um furacão causa grandes danos e muitas vítimas, seu nome é retirado permanentemente. Por exemplo, o nome “Katrina” não será reutilizado.

Em 2017, os furacões começaram com “Arlene”, seguidos de “Bret”, “Cindy”, “Don”, e “Irma” ocupou a nona posição. Após “Jose”, vinham “Katia”, “Lee” e “Maria”. Os nomes são em inglês, espanhol e francês, refletindo os países potencialmente afetados na região.

“É muito mais fácil de memorizar do que uma cifra ou um termo técnico”, explica a Organização Meteorológica Mundial (OMM). “Um nome facilita o trabalho da imprensa, reforça o impacto das advertências e ajuda na preparação das populações”, segundo a OMM, órgão da ONU.

As propostas de nomes são feitas por organismos regionais. A OMM, que dispõe de correspondentes em cada região, se pronuncia a respeito e intervém para evitar possíveis polêmicas.

Após enfraquecer de uma categoria 5 máxima durante a noite, espera-se que Milton atinja a costa da Flórida na noite de quarta-feira e permaneça intenso enquanto atravessa o estado.

No sudeste dos Estados Unidos, trabalhadores de emergência continuam lutando para fornecer ajuda após Helene, que matou pelo menos 230 pessoas em vários estados. Ela atingiu a costa da Flórida em 26 de setembro como um grande furacão de categoria 4, causando inundações massivas em áreas remotas no interior de estados mais ao norte, incluindo Carolina do Norte e Tennessee.

Helene foi o desastre natural mais mortal a atingir o território continental dos EUA desde o furacão Katrina, em 2005, com o número de mortos ainda aumentando.

Fonte: O Globo

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