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11 ago

Acari inaugura novo prédio da Biblioteca Maria Jesus Bezerra e reforça compromisso com a educação e a cultura

Acari inaugura novo prédio da Biblioteca Maria Jesus Bezerra e reforça compromisso com a educação e a cultura

A Prefeitura de Acari inaugurou, nesta terça-feira, o novo prédio da Biblioteca Maria Jesus Bezerra, marcando um momento histórico para a educação e a cultura do município. O novo espaço foi planejado para oferecer mais conforto, acessibilidade e qualidade no atendimento à população, tornando-se um importante ambiente de incentivo à leitura, ao conhecimento e à preservação da história local.

A entrega da biblioteca representa mais um investimento da gestão municipal na valorização da educação e da cultura, fortalecendo o acesso da comunidade a um espaço moderno, acolhedor e preparado para receber crianças, jovens, estudantes, pesquisadores e toda a população.

Mais do que uma nova estrutura física, a Biblioteca Maria Jesus Bezerra passa a ser um ambiente de aprendizado, descobertas e formação de novos leitores. O espaço contribuirá para estimular o hábito da leitura desde a infância, incentivar o desenvolvimento educacional e preservar a memória e a identidade cultural do povo acariense.

A inauguração reuniu autoridades municipais, servidores, educadores, estudantes e membros da comunidade, que celebraram a entrega de um equipamento público que representa um importante avanço para o município.

Com mais esta conquista, a Prefeitura de Acari reafirma seu compromisso em investir na educação, ampliar o acesso ao conhecimento e promover ações que contribuam para o desenvolvimento das futuras gerações.

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11 ago

Plenário da Câmara de Currais Novos aceita denúncia contra vereador e sorteia Comissão Especial que vai atuar no caso

Plenário da Câmara de Currais Novos aceita denúncia contra vereador e sorteia Comissão Especial que vai atuar no caso

Foto: Allan Matson/Comunicação CMCN

Os vereadores de Currais Novos aceitaram, de forma unânime, a denúncia de suposta importunação sexual contra o vereador Lucieldo da Silva (PSDB). A votação foi realizada na 1ª Sessão Ordinária do mês de agosto, realizada na manhã desta terça-feira (11) no Plenário Vereador Antônio Othon Filho.

O aceite ocorreu com 11 votos favoráveis. A votação ocorreu de forma nominal, sendo conduzida por ordem alfabética pela mesa-diretora da Casa Legislativa. Não votaram o vereador João Gustavo Guimarães, presidente da Câmara Municipal, e o vereador Lucieldo Silva, por ser o denunciado no procedimento ético-disciplinar.

Com o recebimento da denúncia, é criado uma Comissão Especial que vai apurar os fatos que foram atribuídos ao vereador pela denunciante. Foram definidos, por sorteio público realizado durante a sessão, os membros desta comissão: Sebastião Cabral (presidente); Mattson (relator); e Ycleyber Trajano (membro).

Como será o trâmite

Seguindo o regimento interno, a denúncia foi lida em plenário pelo 1º Secretário, vereador Professor Jaire. De acordo com o texto, o caso ocorreu no último dia 30 de junho, e a denúncia sendo protocolada no último dia 16 de julho. A votação em plenário ocorreu, portanto, na primeira sessão ordinária realizada após o recebimento da denúncia, na abertura dos trabalhos legislativos no mês de agosto.

O presidente da Comissão Especial deve iniciar os trabalhos em até cinco dias e notificar o vereador denunciado, entregando cópia da denúncia e dos documentos que a acompanham. O vereador Lucieldo Silva terá prazo de 10 dias para apresentar defesa prévia por escrito, indicar as provas que pretende produzir e apresentar até 10 testemunhas.

Depois da defesa, a Comissão Especial terá cinco dias para apresentar um primeiro parecer, indicando se entende pelo prosseguimento ou pelo arquivamento da denúncia. Se recomendar o arquivamento, a decisão ainda será submetida ao Plenário.

Se a Comissão entender que o processo deve continuar, começa a fase de instrução, com depoimentos, testemunhas, diligências e demais atos considerados necessários. O vereador denunciado deve ser comunicado dos atos com antecedência mínima de 72 horas e pode acompanhar as diligências e audiências, além de formular perguntas às testemunhas e apresentar requerimentos em defesa de seus interesses.

Concluída essa etapa, o denunciado terá mais cinco dias para apresentar suas razões por escrito. Em seguida, a Comissão Especial elaborará o parecer final, concluindo pela procedência ou improcedência da acusação, e solicitará ao presidente da Câmara a convocação de uma sessão especial para julgamento.

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11 ago

Polícia | Polícia Militar registra ocorrências em municípios da área do 13º BPM

O 13º Batalhão de Polícia Militar (13º BPM) divulgou o balanço das ocorrências registradas entre os dias 10 e 11 de agosto de 2026, na área de atuação da unidade.

Em Currais Novos, sede da 1ª Companhia, foram registradas cinco ocorrências, sendo duas averiguações, uma ocorrência de violência contra a mulher envolvendo ameaça, uma lesão corporal e um atrito verbal.

Na área da 2ª Companhia, o município de Acari registrou uma ocorrência de apoio a outros órgãos, envolvendo o Conselho Tutelar. Já os municípios de Florânia, São Vicente e Tenente Laurentino Cruz não registraram ocorrências no período informado.

Na área da 3ª Companhia, houve o registro de uma averiguação em Lagoa Nova. Os municípios de Bodó e Cerro Corá não apresentaram ocorrências no período.

Balanço

Currais Novos: 05 ocorrências
Acari: 01 ocorrência
Lagoa Nova: 01 ocorrência
Florânia: Sem alterações
São Vicente: Sem alterações
Tenente Laurentino Cruz: Sem alterações
Bodó: Sem alterações
Cerro Corá: Sem alterações

A Polícia Militar segue atuando no patrulhamento e atendimento às ocorrências em toda a área de abrangência do 13º BPM.

Polícia Militar — Servir e Proteger!

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11 ago

MP Eleitoral pede ‘neutralidade’ das forças de segurança

MP Eleitoral pede ‘neutralidade’ das forças de segurança

Foto: José Aldenir

O Ministério Público Eleitoral (MP Eleitoral) recomendou que as forças de segurança estaduais e federais que atuarão nas eleições de 2026 no Rio Grande do Norte mantenham absoluta neutralidade política. A medida tem caráter preventivo e busca impedir que operações, agentes ou equipamentos públicos sejam utilizados para promover candidatos e partidos.

O documento reforça que policiais e outros agentes não devem permitir a participação de candidatos ou representantes políticos em operações e diligências com finalidade eleitoral. Também proíbe o uso de viaturas, fardamentos, equipamentos e da imagem institucional das corporações em benefício de candidaturas ou legendas.

As instituições deverão divulgar as regras entre seus integrantes, intensificar a fiscalização por meio das corregedorias e registrar contatos institucionais mantidos com candidatos ou representantes partidários durante o período eleitoral.

A recomendação foi encaminhada à Polícia Federal, à Polícia Rodoviária Federal, à Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed), à Polícia Militar, à Polícia Civil e ao Corpo de Bombeiros Militar. Também foram notificados os comandos das forças federais e de cooperação que atuarão no Estado durante a campanha e nos dias de votação.

A orientação amplia o alerta feito em 3 de junho pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN). Na ocasião, a 19ª Promotoria de Justiça de Natal recomendou que as forças estaduais e a Guarda Municipal da capital impedissem a participação de políticos, pré-candidatos e candidatos em operações, mesmo como figurantes. A iniciativa foi motivada pela identificação de ações policiais divulgadas por vereadores nas redes sociais para promoção política.

A recomendação anterior também proibiu agentes de prestar segurança privada a candidatos e partidos, inclusive durante folgas, férias ou licenças. Além disso, determinou o registro de contatos informais entre gestores das corporações e representantes políticos sobre o emprego das forças de segurança nas eleições.

Segundo o procurador regional eleitoral Fernando Rocha, a atuação das corporações deve respeitar os princípios constitucionais da legalidade, impessoalidade e neutralidade. “As forças policiais são instituições de Estado e não de governo, devendo manter absoluta neutralidade político-ideológica, não podendo o aparato repressor servir para proteger ou promover determinado grupo ou perseguir outros”, afirmou.

O Ministério Público Eleitoral reúne integrantes do Ministério Público Federal (MPF) e dos Ministérios Públicos estaduais. No Rio Grande do Norte, a Procuradoria Regional Eleitoral atua perante o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RN) e coordena os trabalhos eleitorais no Estado, enquanto promotores do MPRN exercem suas funções perante os juízes e as zonas eleitorais dos municípios.

Agora RN

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11 ago

MP obriga partidos a criar regras contra candidatos ligados a facções

MP obriga partidos a criar regras contra candidatos ligados a facções

Fachada do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), em Brasília – Foto: Luiz Roberto/Divulgação/TSE

De última hora e sob pressão do Ministério Público, partidos começaram em junho a criação de filtros para evitar que pessoas ligadas ao crime organizado, como facções e milícias, se candidatem nas eleições deste ano.

Apesar de adotarem regras, representantes de algumas siglas têm dito sob reserva que a cobrança é inócua e tenta terceirizar funções que deveriam ser dos próprios órgãos de fiscalização.

As medidas incluem análise de documentação apresentada por quem deseja se candidatar e a cobrança de assinatura de um termo em que o pré-candidato diz não ter vínculo com grupos criminosos.

No fim de junho, o MPE (Ministério Público Eleitoral) elaborou uma recomendação que cobra dos partidos providências para prevenir uma maior infiltração do crime organizado na política, sob risco de a Justiça Eleitoral ser acionada por “dolo e desídia deliberada”.

Entre as medidas elencadas pelo MPE estão, por exemplo, a implantação de providências para que os partidos conheçam o histórico criminal do filiado e a criação de comissões de sindicância ética.

A recomendação pegou os partidos de surpresa, e as direções tiveram que se mobilizar para atender ao menos parcialmente a proposta da Procuradoria.

Em condição de anonimato, o presidente de um dos partidos com mais assentos na Câmara demonstrou à Folha irritação com a cobrança do órgão, especialmente pela ameaça de punição para quem não se adequar às normas. Segundo a avaliação da equipe jurídica desse partido, os dirigentes não poderão ser sancionados por isso.

Um dos pontos mais questionados é o que manda os partidos fazerem uma análise patrimonial de pré-candidatos, “visando identificar indícios de financiamento por fontes ilícitas”.

Sob reserva, esse mesmo dirigente argumentou que as legendas não têm condições de “investigar” a vida pregressa dos pré-candidatos e poderiam acabar sendo alvo de processo de quem eventualmente for barrado com esse argumento.

As lideranças partidárias entendem que, além da dificuldade de comprovar ilegalidades, informações sobre patrimônio podem ser protegidas pela lei. “Os partidos não têm os meios de investigação das polícias e do Ministério Público”, disse o presidente do Mobiliza (antigo PMN), Carlos Massarollo.

Já o presidente do PCO, Rui Pimenta, afirmou, em artigo publicado no jornal Diário da Causa Operária (vinculado ao partido), que a recomendação “é praticamente uma ordem”. “Partido tem que cumprir a lei eleitoral. Ter que ir lá e desconfiar que o cidadão está envolvido com uma facção para tirá-lo da eleição não faz sentido”, escreveu.

As orientações do MPE foram enviadas aos procuradores regionais eleitorais, que as repassam aos diretórios estaduais dos partidos. O órgão cobrou que as cúpulas partidárias informem quais medidas e protocolos de segurança serão aplicadas a partir do pleito deste ano.

Antes do documento, apenas um dos oito partidos com mais assentos na Câmara dos Deputados, o MDB, havia oficializado uma norma complementar específica, válida para 2026, para coibir a filiação de membros de organizações criminosas.

A reportagem procurou por email e por mensagem, nos casos em que foi possível localizar a assessoria de imprensa ou líderes partidários, as 30 legendas registradas no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para questionar quais ações contra a infiltração de milícias e facções foram tomadas pelos partidos.

O PT, do presidente Lula, não retomou à tentativa de contato. O PL nacional, do senador Flávio Bolsonaro (RJ), também não respondeu, mas o diretório do Distrito Federal aprovou uma resolução sobre o tema.

No DF, o partido criou uma comissão de integridade e ética partidária, na qual torna obrigatória a informação ao partido do patrimônio, de certidões criminais e uma declaração de idoneidade e ausência de vínculo com organizações criminosas.

Outros partidos que aprovaram resolução, de forma nacional, é o Republicanos. Uma das medidas elaboradas pela equipe jurídica do partido, coordenada pela advogada Ezikelly Barros, prevê a assinatura de uma declaração de “ausência de vínculo com organização paramilitar ou grupo criminoso de natureza congênere”. O diretório do União Brasil no DF também aprovou uma resolução.

O Cidadania afirmou ao MPE que os documentos sobre o histórico social e patrimonial dos candidatos são enviados à Justiça Eleitoral no momento de registro das candidaturas e que a análise é feita pelos próprios TREs e pelo TSE.

O partido mencionou ainda que tem comissões de ética para analisar o comportamento de filiados, mas pontuou que o STF (Supremo Tribunal Federal) proíbe a expulsão sumária de associados, e que a legenda não pode fazer nenhum juízo de culpa antes do trânsito em julgado de uma sentença criminal.

Partes das executivas nacionais dos partidos disseram que ainda não tomaram conhecimento da recomendação, como é o caso de PSDB, PDT, PSB e Novo. Mas, em geral, as siglas defenderam que já possuem mecanismos para impedir a infiltração do crime organizado.

O Podemos declarou que irá cumprir qualquer determinação do MPE dentro do prazo.

“O PSDB orientou seus diretórios a adotarem as providências cabíveis, observados os limites legais de atuação dos partidos políticos e com base em informações de acesso público”, disse o partido comandado pelo deputado federal Aécio Neves (MG).

A legenda do presidenciável Romeu Zema (Novo-MG) disse que os seus pré-candidatos já passam por um processo de verificação de antecedentes, feito por uma empresa especializada com base em dados públicos.

O Missão, partido do pré-candidato ao Planalto Renan Santos, disse que já encaminhou resposta às Procuradorias Regionais Eleitorais detalhando procedimentos adotados, como atuação de conselhos de ética e previsão de expulsão imediata de filiados que “apresentem fundadas suspeitas ou investigação”.

O PSTU informou que já respondeu à Procuradoria, que atende as exigências e que “os pré-candidatos são pessoas conhecidas pela direção partidária, com histórico de atuação sindical e popular construído ao longo de anos —o que já funciona como uma primeira barreira”.

O PV afirmou que cumpre as regras propostas pelo Ministério Público. O UP disse que as suas práticas partidárias protegem a legenda desse tipo de infiltração. O PC do B disse que os órgãos de direção partidária têm mecanismos para prevenir situações como essas.

Folha de São Paulo

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