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13 out

Incêndios no Amazonas crescem 271% e fumaça piora qualidade do ar em Manaus

Incêndios no Amazonas crescem 271% e fumaça piora qualidade do ar em Manaus

Fumaça encobre Manaus durante período de incêndios no Amazonas — Foto: Reprodução

O Amazonas registrou 1.380 focos de incêndio nos dez primeiros dias de outubro de 2026, aumento de 271% em comparação com o mesmo período do ano passado, quando foram contabilizados 372 registros. A fumaça encobriu cidades do estado e piorou a qualidade do ar em Manaus.

A capital amazonense apareceu entre as cidades com pior qualidade do ar do Brasil. A concentração de fumaça levou à suspensão de atividades em escolas municipais e universidades, além de aumentar a procura por atendimento médico devido a problemas respiratórios.

Governo vê indícios de ação criminosa

Após sobrevoar áreas afetadas, o ministro do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, afirmou que há indícios de queimadas criminosas. Segundo ele, a situação observada neste mês é mais grave que a registrada no mesmo período de 2025.

Os incêndios atingem áreas de vegetação e propriedades rurais. Equipes federais, estaduais e municipais atuam no combate às chamas e no monitoramento da fumaça. As causas de cada foco ainda precisam ser apuradas.

Autoridades de saúde orientam a população a evitar atividades físicas ao ar livre nos períodos de maior concentração de fumaça, manter portas e janelas fechadas quando possível e procurar atendimento em caso de falta de ar, tontura ou piora de sintomas respiratórios.

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13 out

Menina de 15 anos acorda dentro do caixão durante o próprio velório

Menina de 15 anos acorda dentro do caixão durante o próprio velório

© Reprodução- X

Adolescente foi considerada morta pela família após desmaiar a caminho do hospital, na Guatemala. Sem passar por avaliação médica, ela permaneceu cerca de oito horas em um caixão até que a mãe percebeu movimentos. Vídeos mostram a jovem se levantando durante a cerimônia

Uma adolescente de 15 anos surpreendeu familiares e amigos ao acordar dentro do próprio caixão durante seu velório, na Guatemala. O caso aconteceu no sábado (10), na comunidade de El Jocote, em Sacapulas, no departamento de Quiché, e ganhou repercussão depois que vídeos do momento começaram a circular nas redes sociais.

A jovem, identificada como Yuleidy Ixcotoyac, havia sido considerada morta pela própria família após perder a consciência enquanto era levada para um hospital. No entanto, ela não chegou a receber atendimento médico nem teve a morte constatada por um profissional de saúde.

Segundo relatos da família à emissora local TV Sac, Yuleidy permaneceu aproximadamente oito horas dentro do caixão antes de recuperar a consciência.

Pai acreditou que filha havia morrido a caminho do hospital

Em entrevista à TV Sac, Abraham Ixcotoyac, pai da adolescente, contou que a filha passou mal durante a madrugada e precisou ser levada de carro para uma unidade de saúde.

Durante o trajeto, a jovem perdeu a consciência. Ao perceber que ela aparentemente não respirava e não apresentava pulso, o homem acreditou que a filha havia morrido.

“Ela saiu inconsciente daqui de casa. Eu a estava levando para o hospital”, relatou.

O pai afirmou que, pouco antes de chegar ao município de San Pedro Jocopilas, decidiu interromper o trajeto e procurar uma funerária para conseguir um caixão.

“Ela não entrou no hospital”, confirmou.

A família, então, levou a adolescente de volta para casa e organizou o velório, reunindo parentes, amigos e vizinhos para a despedida.

Mãe percebeu que adolescente estava viva durante velório

A situação mudou quando Lesvia Ríos, mãe de Yuleidy, percebeu que a filha estava se movimentando dentro do caixão.

Segundo ela, mesmo durante a cerimônia, ainda tinha esperança de que a adolescente estivesse viva.

“Eu dizia que ela estava viva, não estava morta”, contou à emissora.

A mãe relatou que, ao se aproximar do caixão, percebeu movimentos e começou a chamar a atenção das pessoas presentes.

“Ela começou a se mexer, estava acordando e, de repente, levantou-se”, descreveu.

Imagens compartilhadas nas redes sociais mostram a adolescente sentada dentro do caixão, cercada por familiares. Algumas pessoas oferecem água à jovem, enquanto outras a ajudam a sair.

Adolescente relata o que sentiu antes de desmaiar

Após recuperar a consciência, Yuleidy conversou com a imprensa local e contou que havia sentido uma dor intensa no peito antes de perder os sentidos.

“Meu coração começou a doer terrivelmente, ficou pesado, e então eu simplesmente desmaiei”, relatou.

A adolescente também agradeceu à família e às pessoas que se mobilizaram durante o episódio.

“Não tenho como retribuir a Deus por tudo o que Ele fez na minha vida. Foi um milagre”, afirmou.

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13 out

União estável não formalizada: como provar e entrar no inventário

União estável não formalizada: como provar e entrar no inventário

Muitos casais vivem juntos por anos sem jamais formalizar a união em cartório. Com o falecimento de um dos companheiros, essa ausência de registro pode dificultar o acesso do sobrevivente à herança.

A formalização da união estável por escritura pública ou contrato é um importante instrumento de segurança jurídica.

A lei, entretanto, protege a família de fato: a união estável é a convivência pública, contínua e duradoura, estabelecida com o objetivo de constituir família, sem exigência de tempo mínimo ou de escritura.

Dessa forma, o elemento central não é a existência de um documento formal, mas a comprovação de que, na realidade, havia uma verdadeira entidade familiar.

06/10/2026 - A professora Suzana Borges Viegas de Lima, da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília (UnB). Foto: Suzana Borges/ Arquivo Pessoal

A professora Suzana Borges Viegas de Lima, da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília (UnB). Suzana Borges/ Arquivo Pessoal

A professora Suzana Borges Viegas de Lima, da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília (UnB), explica que, quando a relação não foi formalizada, o parceiro que sobreviveu poderá precisar comprovar a existência da união para ingressar no inventário e exercer os direitos patrimoniais, sucessórios e, eventualmente, previdenciários decorrentes da relação.

“Essa comprovação é normalmente construída a partir de um conjunto de elementos probatórios. Podem ser considerados, entre outros, comprovantes de residência comum, dependência financeira, inclusão como dependente em plano de saúde, contas e contratos conjuntos, aquisição compartilhada de bens, fotografias, registros de viagens, correspondências, mensagens, existência de filhos em comum e depoimentos testemunhais”, elenca a professora.

Para Suzana, a ausência de formalização não afasta, por si só, os direitos decorrentes da união estável.

“Ainda assim, a formalização da relação é medida recomendável, justamente porque reduz a insegurança jurídica e ajuda a prevenir conflitos sucessórios após o falecimento de um dos companheiros”.

A advogada Luisa Baldi, especialista em direito de família e sucessões, da Arechavala Advogados, associada ao Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM), explica que se todos os herdeiros concordarem, a união pode ser reconhecida no próprio inventário, judicial ou extrajudicial.

“Havendo resistência, o companheiro deve propor ação de reconhecimento de união estável post mortem em face dos herdeiros, perante a Vara de Família, e pode requerer ao juízo do inventário a reserva do seu quinhão até a decisão final, evitando que os bens sejam partilhados sem a sua participação”, afirma a advogada.

Luisa acrescenta que, reconhecida a união, o sobrevivente tem direito à meação dos bens adquiridos durante a convivência, salvo contrato em sentido diverso, e à herança nas mesmas condições do cônjuge, conforme decidido pelo Supremo Tribunal Federal, conforme o Tema 809 de repercussão geral.

“Importante destacar, porém, que não há fórmula única: a suficiência das provas, a via processual adequada e a extensão dos direitos do companheiro sobrevivente dependem da análise de cada caso.”, diz Luisa.

Brasília (DF), 08/10/2026 - União estável sem registro. Foto: Arte/Agência Brasil

 Foto: Arte/Agência Brasil

Quem fica viúvo pode continuar morando no imóvel da família?

A professora da UnB destaca que, em regra, sim. O ordenamento jurídico brasileiro assegura ao cônjuge sobrevivente o denominado Direito Real de Habitação, previsto no Código Civil, proteção que também é garantida pela jurisprudência ao companheiro sobrevivente.

“Esse direito permite que a pessoa permaneça residindo no imóvel que servia de moradia à família, ainda que, com a abertura da sucessão, o bem passe a integrar o acervo hereditário e haja outros herdeiros com direitos sobre ele”, diz Suzana.

Segundo ela, a finalidade é proteger a moradia do cônjuge ou companheiro sobrevivente, evitando que, além da perda decorrente da morte, a pessoa tenha de deixar imediatamente a residência da família.

“Por essa razão, enquanto subsistir o Direito Real de Habitação, não se admite, em regra, a cobrança de aluguel pelo uso do imóvel, tampouco a exigência de sua desocupação pelos demais herdeiros”, explica a professora.

Ela destaca que o Direito Real de Habitação não se confunde com a propriedade. O sobrevivente não se torna proprietário exclusivo do imóvel. “O que lhe é assegurado é o direito de nele permanecer residindo, ainda que a titularidade patrimonial do bem seja compartilhada com os sucessores”.

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Suzana acrescenta que tradicionalmente, a jurisprudência atribuiu a esse direito caráter gratuito e vitalício. Mais recentemente, contudo, passou-se a admitir, em hipóteses excepcionais, uma análise mais cuidadosa das circunstâncias concretas do caso.

“Essa flexibilização jurisprudencial decorre da necessidade de compatibilizar o Direito Real de Habitação com a sua própria finalidade social. Nesse contexto, podem adquirir relevância elementos como a capacidade financeira do sobrevivente, a existência de outros imóveis ou patrimônio suficiente para lhe assegurar moradia digna, bem como a condição econômica e pessoal dos demais herdeiros”, pondera Suzana.

“Não se trata, evidentemente, de afirmar que a existência de renda ou patrimônio seja suficiente, por si só, para afastar o direito. A mitigação permanece excepcional e exige uma ponderação entre os interesses juridicamente protegidos, especialmente o direito à moradia, a proteção da família, a função social da propriedade e os direitos patrimoniais dos herdeiros”, acrescenta a professora da UnB.

De acordo com Suzana, a evolução jurisprudencial demonstra que o Direito Real de Habitação continua a representar importante mecanismo de proteção do cônjuge ou companheiro sobrevivente, mas sua aplicação não deve ser inteiramente dissociada das circunstâncias concretas de cada núcleo familiar.

06/10/2026 - Advogada Luisa Baldi, da Arechavala Advogados, especialista em Direito de Família e Sucessões . Foto: Luisa Baldi/ Arquivo Pessoal

 Advogada Luisa Baldi, da Arechavala Advogados, especialista em Direito de Família e Sucessões. Luisa Baldi/ Arquivo Pessoal

A advogada Luisa Baldi pondera que é comum que, após o falecimento, herdeiros, especialmente filhos de outro relacionamento, pressionem pela venda do imóvel em que o casal residia ou passem a cobrar aluguel do sobrevivente. A lei, porém, assegura ao cônjuge sobrevivente, qualquer que seja o regime de bens, o direito real de habitação sobre o imóvel destinado à residência da família, proteção que a jurisprudência estende ao companheiro em união estável.

“Trata-se de direito gratuito e vitalício, que decorre diretamente da lei e independe de registro. O sobrevivente pode permanecer no imóvel sem pagar aluguel aos herdeiros, ainda que não seja proprietário, e esse direito não prejudica a meação ou a parte da herança que eventualmente lhe caiba. Ele prevalece inclusive diante dos demais herdeiros e de eventuais compradores do imóvel”, afirma Luisa.

A advogada ressalta que o direito é de moradia: o beneficiário pode residir no imóvel com sua família, mas não pode alugá-lo nem emprestá-lo (art. 1.414 do Código Civil), e, em regra, responde pelas despesas ordinárias, como condomínio e IPTU.

“Diante de cobranças de aluguel ou pedidos de desocupação, a recomendação é buscar orientação jurídica antes de firmar qualquer acordo, pois cada situação familiar e patrimonial exige análise individualizada”, completa Luisa.

Agência Brasil

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13 out

Papa Leão XIV será internado nesta terça para operação de retirada de nódulo no pulmão

Papa Leão XIV será internado nesta terça para operação de retirada de nódulo no pulmão

Papa Leão XIV faz benção dominical na Praça de São Pedro no Vaticano — Foto: Gregorio Borgia/AP

O papa Leão XIV será internado nesta terça-feira (13) para uma operação para retirar um nódulo no pulmão.

➡️ No domingo (11), o pontífice do 71 anos anunciou, no fim da tradicional bênção na Praça de São Pedro, que médicos detectaram um nódulo em seu pulmão “em estágio inicial” e recomendaram a cirurgia.️

➡️ Um nódulo pulmonar é uma massa densa encontrada no pulmão. A maioria dos nódulos detectados em exames, sem estar associados a sintomas, costuma ser benigna. A operação também poderá funcionar como uma biópsia.

A cirurgia exigirá uma semana de recuperação no hospital, e o Vaticano cancelou nesta segunda-feira (12) todas as audiências do papa até o dia 20 de outubro.

Nesta segunda, à véspera de sua internação, a rotina do papa seguiu normalmente.

O pontífice presidiu uma audiência com integrantes de uma instituição beneficente sediada em Roma, o Circolo San Pietro, e recebeu uma doação do grupo. Ele falou com voz forte e clara, elogiando o trabalho e o sacrifício dos integrantes. Ao final, foi recebido com uma calorosa salva de palmas.

À tarde, esperava-se que ele voltasse a participar de uma conferência de uma semana, convocada por ele, sobre o trabalho pastoral com as famílias. Mas, à noite, os dois organizadores da conferência divulgaram um comunicado informando que, diante da ausência de Leão XIV, mudariam os planos e adiariam a publicação da declaração final do encontro até depois de sua recuperação.

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Ao anunciar a cirurgia, o pontífice afirmou que o nódulo foi detectado em estágio inicial e que seu crescimento está “bem controlado”. Ainda assim, afirmou o papa, médicos recomendaram a cirurgia para a remoção.

“Queridos amigos, durante alguns exames médicos recentes, os médicos encontraram um nódulo localizado em meu pulmão. Ele foi detectado em um estágio muito inicial e está bem localizado. Os médicos consideram a cirurgia adequada. Seguindo a orientação deles, decidi, portanto, submeter-me a uma operação para removê-lo. A cirurgia já está agendada para os próximos dias. Agradeço pela proximidade espiritual de vocês e confio-me às suas orações”, disse Leão XIV aos fiéis.

O porta-voz do papa não informou se o pontífice seguirá com a sua agenda depois do repouso pós-operação.

Leão XIV tem uma viagem de duas semanas, no início de novembro, para a América Latina, a primeira que fará ao continente. Pela previsão, ele visitará Uruguai, Argentina e Peru, país em que viveu por mais de 20 anos.

No Angelus, a oração de domingo na qual o pontífice fez o anúncio, ele fez referência à viagem, mantendo intenções de realizá-la.

O pontífice costuma se exercitar durante a semana, segundo o Vaticano. Ele faz natação e joga tênis, e não há registro de que seja fumante ou de que tenha tido problemas de saúde recentemente.

De origem norte-americana, Robert Prevost foi eleito papa em maio de 2025, substituindo o papa Francisco, que morreu em abril do ano passado após uma série de problemas de saúde.

G1

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13 out

Pastor mata ex-esposa a facadas na frente dos filhos durante aniversário

Pastor mata ex-esposa a facadas na frente dos filhos durante aniversário

Jeane Cristina Mattes, de 43 anos, foi assassinada durante a comemoração dos 15 anos do filho mais velho, em Americana, no interior de São Paulo. O ex-marido, que já havia sido preso por violência doméstica, foi detido em flagrante. A vítima tinha uma medida protetiva contra ele

Um pastor de 40 anos foi preso em flagrante após matar a ex-esposa a facadas durante a festa de aniversário do filho mais velho do casal, que completava 15 anos. O crime aconteceu no domingo (11), em Americana, no interior de São Paulo, e foi presenciado pelos dois filhos da vítima, de 15 e 8 anos.

A mulher, identificada como Jeane Cristina Mattes, de 43 anos, foi atingida por sete golpes de faca, quatro deles na região do peito. Ela chegou a ser socorrida e encaminhada ao Hospital Municipal de Americana, mas não resistiu aos ferimentos.

O suspeito é Jonatã de Jesus Batista, que se apresentava nas redes sociais como pastor itinerante. Segundo a Polícia Militar, ele e a ex-companheira discutiram durante a comemoração, realizada na casa dos pais dele, na Rua Nereu Seleghini.

Jeane havia ido ao local para participar do aniversário do filho adolescente. Além das crianças, familiares do suspeito, incluindo seus pais e uma irmã, estavam presentes.

Pastor teria matado ex-esposa por ciúmes

De acordo com as investigações, a discussão teria sido motivada por ciúmes. Em depoimento, Jonatã afirmou que a ex-esposa havia iniciado um novo relacionamento.

Durante o desentendimento, ele pegou uma faca e atacou Jeane. Os filhos do casal presenciaram o crime, segundo relatos de pessoas próximas à família.

Após o ataque, familiares e moradores conseguiram imobilizar o suspeito até a chegada da Polícia Militar. Ele foi amarrado e precisou ser retirado rapidamente do local pelos agentes, diante de uma tentativa de linchamento.

A faca apontada como instrumento do crime foi apreendida e encaminhada para perícia.

Aos policiais, Jonatã também afirmou ter consumido bebidas alcoólicas e drogas entre a noite de sábado (10) e a manhã de domingo.

Vítima tinha medida protetiva contra o ex-marido

Jeane Cristina já havia denunciado Jonatã por violência doméstica e possuía uma medida protetiva de urgência contra ele.

Segundo informações divulgadas pelo Metrópoles, o suspeito havia sido preso em julho por agredir a então companheira, com quem manteve um relacionamento de aproximadamente 16 anos.

Ele permaneceu detido por cerca de dois meses e foi colocado em liberdade em setembro. Após o episódio de violência, a Justiça concedeu uma medida protetiva à vítima.

Apesar da restrição judicial, Jeane compareceu à residência dos ex-sogros para participar da comemoração do aniversário do filho.

O caso foi registrado como feminicídio. A Polícia Civil investiga as circunstâncias do assassinato.

Pastor publicava mensagens religiosas nas redes sociais

Jonatã de Jesus Batista se apresentava como pastor itinerante e mantinha perfis nas redes sociais nos quais compartilhava vídeos de cultos e reflexões religiosas.

Nove dias antes do crime, ele publicou uma mensagem afirmando que os religiosos eram mais perigosos que os demônios, segundo o Metrópoles.

Após a repercussão do assassinato, a Igreja Manjedoura de Cristo informou que Jonatã não fazia parte da instituição desde 2 de março de 2024.

“Desde essa data, ele não integra o corpo pastoral, o quadro de membros ou qualquer atividade da Manjedoura”, esclareceu a igreja.

A instituição também afirmou estar à disposição das autoridades e reforçou seu compromisso com a proteção da vida e a dignidade das pessoas.

Suspeito foi preso em flagrante por feminicídio

Jonatã foi autuado em flagrante por feminicídio. A delegada responsável pelo caso solicitou à Justiça a conversão da prisão em preventiva.

O assassinato de Jeane Cristina Mattes ocorreu menos de dois meses depois de o suspeito deixar a prisão por um episódio anterior de violência doméstica contra a mesma vítima.

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