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02 maio

57% da Geração Z brasileira apoiam a proibição das redes sociais para menores de 16 anos

57% da Geração Z brasileira apoiam a proibição das redes sociais para menores de 16 anos

Na sequência da proibição do uso de redes sociais, pioneira na Austrália, por menores de 16 anos, e com mais de duas dezenas de países em todo o mundo propondo restrições semelhantes, uma nova pesquisa global do Family First (Família Primeiro, em tradução livre), uma iniciativa da Fundação Varkey, mostra que 61% dos pais brasileiros apoiam tais medidas. No entanto, suas opiniões contrastam com as de seus filhos, com apenas 31% dos jovens de 9 a 18 anos apoiando a proibição. Surpreendentemente, a maioria dos entrevistados da Geração Z em todo o mundo (51%) apoia a interdição das redes sociais para menores de 16 anos – que é particularmente notável, considerando que eles são a primeira geração a ter crescido com as redes sociais desde a infância. No Brasil, o apoio entre a Geração Z sobe para 57%.

As conclusões provêm do primeiro estudo intergeracional global sobre os laços familiares, que entrevistou crianças, pais, a Geração Z e avós, com os resultados completos que serão publicados em junho pelo Family First.   O estudo apresentará o primeiro Family Bonding Index (Índice de Laços Familiares, em tradução livre) do mundo, que atribui uma pontuação aos países com base na força dos relacionamentos familiares. Os resultados iniciais, divulgados hoje, destacam as diferenças entre as gerações em relação à proibição do uso de redes sociais por menores de 16 anos em seus respectivos países. 

O Family First é um movimento global lançado pela Fundação Varkey para fortalecer os laços intergeracionais entre crianças, pais e avós, com o objetivo de construir comunidades mais fortes entre as gerações. Lançado por Sunny Varkey, fundador da GEMS Education, o movimento reflete um compromisso de longa data com a promoção de valores familiares sólidos e o incentivo a um maior apoio entre crianças e familiares, contribuindo para uma vida mais saudável e duradoura. A iniciativa está enraizada na crença de que a educação vai muito além do desempenho acadêmico – ela molda valores e desenvolve não apenas os alunos, mas também futuros pais, líderes e sociedades mais fortes.

Entre os países pesquisados, o apoio é maior na Malásia (77%), na Índia (75%) e na França (74%). O Japão registra o menor nível de apoio, com 38%, seguido pela Nigéria (39%) e pelos EUA (51%).

Os dados revelam uma divisão entre pais e filhos em todo o mundo. No Brasil, há uma diferença de 30 pontos entre crianças e seus pais no que diz respeito ao apoio à proibição das redes sociais para menores de 16 anos. A Austrália apresenta a maior diferença geracional globalmente (34 pontos), seguida pela Suécia (33 pontos) e pelo Canadá (32 pontos). 

Globalmente, apenas 37% das crianças apoiam a proibição do uso de redes sociais por menores de 16 anos. O apoio entre os jovens é maior na Malásia (62%), na Índia (62%) e na China (50%). Já as menores aceitações estão no Japão (20%), na Argentina e na Suécia (ambos com 26%). 

A pesquisa também revelou que 57% da Geração Z no Brasil apoia a proibição do uso de redes sociais por menores de 16 anos. Em comparação, esse índice é de 51% em nível global. O apoio à proibição é mais alto na Índia (73%), nos Emirados Árabes Unidos (67%) e na Malásia (65%), e mais baixo no Japão (28%), no Reino Unido e no Canadá (ambos com 40%).

“Esta pesquisa destaca uma tensão crescente que muitas famílias estão enfrentando na era digital. Pais em todo o mundo estão cada vez mais preocupados com o impacto que as redes sociais podem estar causando em seus filhos. Nosso objetivo com o Family First não é simplesmente debater proibições, mas iniciar uma conversa mais ampla sobre como a tecnologia está moldando as relações familiares e os valores com os quais os jovens crescem. Se queremos famílias mais fortes no futuro, precisamos ajudar as crianças a desenvolverem relações saudáveis com a tecnologia hoje”, destaca Sunny Varkey, fundador da Family First e da Fundação Varkey

A Family First contratou a agência de pesquisa We Are Family (Nós Somos Família, em tradução livre) para realizar o estudo. A We Are Family entrevistou 6.002 pais, 6.011 de seus filhos com idades entre nove e 18 anos, 3.000 avós de crianças com idades entre nove e 18 anos e 3.000 participantes da Geração Z em janeiro e fevereiro de 2026. Os países incluídos na pesquisa são Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, França, Índia, Japão, Quênia, Malásia, Nigéria, Suécia, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido e Estados Unidos.

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02 maio

Uso prolongado do celular pode sobrecarregar o pescoço e levar a dores crônicas

Uso prolongado do celular pode sobrecarregar o pescoço e levar a dores crônicas

A população brasileira é marcada pelo uso constante do smartphone, seja para o trabalho, comunicação ou entretenimento. Os dados mais recentes da PNAD Contínua TIC 2024 do IBGE mostram um avanço recorde no uso de celulares no Brasil. Em 2024, 88,9% da população com 10 anos ou mais possuía celular para uso pessoal. No entanto, esse hábito cultural tem impactado a saúde da coluna. O tempo prolongado de tela, associado à má postura, está provocando uma escalada nos casos de cervicalgia, como são chamadas as dores no pescoço, em faixas etárias cada vez mais jovens.

De acordo com Marcos Ferreira Junior, ortopedista especialista em cirurgia de coluna do Hospital Orizonti, a flexão do pescoço ao usar o celular é a principal responsável. “Nosso pescoço está preparado para suportar o peso da cabeça, que é de cerca de cinco quilos, em média. Quando o indivíduo inclina a cabeça em 60 graus para olhar o celular, a carga suportada pelo pescoço pode chegar a 30 kg. Essa sobrecarga exige um esforço enorme de toda a musculatura para estabilizar a cabeça, gerando dores no pescoço, ombros e costas”, explica o médico.

A longo prazo, essa sobrecarga pode causar a retificação da lordose cervical, quando o pescoço fica mais reto e rígido, acelerar a degeneração dos discos e articulações e, em pessoas com predisposição, precipitar o surgimento de hérnias de disco. Em casos extremos, a má postura contínua pode levar ao aumento da cifose, causando inclusive alterações estéticas.

Os primeiros sinais de que há um excesso de uso e sobrecarga são a dor e a sensação de rigidez, a dificuldade de movimentar ou esticar o pescoço. No entanto, o médico alerta que alguns sintomas indicam a necessidade de buscar ajuda especializada de forma mais imediata, como a dor constante que dure mais de uma semana ininterrupta ou dores muito fortes que não apresentam melhora com analgésicos comuns. Dores que se espalham para os membros superiores, como ombros e braços, e a presença de dormência, formigamento ou perda de força nas mãos e nos braços também servem de alerta para ir ao pronto atendimento.

Para evitar o surgimento ou o agravamento das dores, o especialista lista mudanças de hábitos essenciais:

Atenção à postura: Ao usar o smartphone, levante os braços e mantenha o aparelho na altura dos olhos, evitando dobrar o pescoço para baixo.
Pausas regulares: Limite o tempo de uso contínuo. Faça pausas de 30 a 60 minutos. Durante o intervalo, faça movimentos de “sim e não” com a cabeça e estique a musculatura (flexão e extensão do pescoço).
Ergonomia no Home Office: Utilize cadeiras que permitam apoiar bem as costas e a cabeça. O uso de apoio para os braços é fundamental para não sobrecarregar a musculatura e ajudar a manter o celular na altura correta.
Atividade física: Pratique exercícios físicos regularmente, com foco no alongamento e fortalecimento da musculatura da coluna e região cervical.
O ortopedista do Hospital Orizonti ressalta que o tratamento cirúrgico é uma rara exceção, indicado apenas para casos de compressão neurológica grave. Na maioria dos pacientes, o problema é resolvido com reabilitação física, por meio de fortalecimento, alongamento e prevenção.

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02 maio

Cinco presos fogem da Penitenciária Estadual de Alcaçuz após danificarem cela

Cinco presos fogem da Penitenciária Estadual de Alcaçuz após danificarem cela

A Secretaria da Administração Penitenciária do Rio Grande do Norte (Seap) informou, neste sábado (2), a fuga de cinco detentos da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, localizada em Nísia Floresta, na região metropolitana de Natal. A ocorrência foi registrada durante o período de chuvas intensas que atingem o estado.

Segundo a pasta, os custodiados estavam na área de triagem do Pavilhão 1 e conseguiram fugir após danificarem a cela. As forças de segurança foram acionadas imediatamente e realizam diligências para localizar e recapturar os foragidos.

Os presos que escaparam foram identificados como Carlos Soares Alves da Silva, Jefferson Cleyton Lima da Silva, Maycon Dias Mora, Pedro Gabriel da Silva e Rodrigo da Silva Nascimento.

De acordo com a Secretaria da Administração Penitenciária do Rio Grande do Norte, as circunstâncias da fuga estão sendo apuradas. A última ocorrência semelhante na unidade havia sido registrada em julho de 2021.

A Secretaria orienta que qualquer informação sobre o paradeiro dos fugitivos pode ser repassada de forma anônima às autoridades por meio do telefone 190.

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02 maio

13º BPM registra ocorrências em currais novos e região nas últimas 24 horas

13º BPM registra ocorrências em currais novos e região nas últimas 24 horas

O 13º Batalhão de Polícia Militar (13º BPM) divulgou o balanço das ocorrências registradas entre os dias 01 e 02 de maio de 2026 na sua área de atuação, que compreende municípios do Seridó.

Na área da 1ª Companhia (Currais Novos), foram contabilizadas diversas ocorrências, com destaque para:

  • 01 caso de ameaça;
  • 01 apoio ao SAMU;
  • 06 atendimentos de apoio a mulheres em situação de violência doméstica, realizados via WhatsApp;
  • 03 registros de perturbação do sossego;
  • 01 caso de violência doméstica;
  • Apoios também prestados ao Corpo de Bombeiros e outros órgãos.

Na 2ª Companhia, em Acari, foi registrada 01 ocorrência de crime ambiental, envolvendo pesca proibida. Já em Florânia, houve 01 averiguação de chamada para atendimento. O município de São Vicente não registrou ocorrências.

Pela 3ª Companhia, em Lagoa Nova, foi registrado 01 atendimento de apoio a mulher em situação de violência doméstica via WhatsApp. As cidades de Bodó, Cerro Corá e Tenente Laurentino Cruz não tiveram registros no período.

O balanço reforça a atuação constante da Polícia Militar na prevenção e atendimento às demandas da população, com destaque para ações voltadas à proteção de vítimas de violência doméstica.

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02 maio

Imposto de Renda 2026: prazo para entregar a declaração termina no fim deste mês

Imposto de Renda 2026: prazo para entregar a declaração termina no fim deste mês

Bruno Peres/Agência Brasil 

Mais da metade dos contribuintes ainda não entregou a declaração do Imposto de Renda 2026 (Imposto de Renda da Pessoa Física). Falta menos de um mês para o fim do prazo de entrega, que começou em 23 de março.

A declaração deve ser enviada até as 23h59 do dia 29 de maio. Quem não cumprir o prazo deverá pagar multa de R$ 165,74 a 20% do imposto devido.

Até esta sexta-feira (1º), 18,1 milhões haviam entregado o documento, o que representa 41% do total previsto de 44 milhões.

Para entrar no 1º lote de restituição

Aqueles que entregarem a declaração até o dia 10 de maio poderão entrar no primeiro lote de restituição, marcado para o dia 29 de maio.

A Receita Federal recomenda aos contribuintes que querem receber logo o valor que enviem o documento até a data, mesmo para aqueles que não se encontram na lista de prioridades legais.

Pagamento de imposto

No dia 10 de maio, também vence o prazo de envio da declaração para quem tem imposto a recolher e pretende optar pelo pagamento por meio de débito automático na primeira cota, ou na cota única.

Como declarar

Neste ano, estão obrigadas a declarar as pessoas físicas que receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584,00, assim como aquelas que obtiveram receita bruta da atividade rural acima de R$ 177.920,00.

Estão isentas da declaração as pessoas que receberam até dois salários-mínimos mensais durante 2025, salvo se se enquadrarem em outro critério de obrigatoriedade (veja os critérios abaixo).

A entrega pode ser feita pelo programa da Receita Federal (PGD), pelo sistema online no e-Cac ou pelo aplicativo da Receita, no Meu Imposto de Renda.

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