Justiça Eleitoral intensifica campanha para uso da ‘colinha’ no dia da votação
Divulgação/TSE
A Justiça Eleitoral intensificou nos últimos dias a campanha para que o eleitor leve para a urna a famosa “colinha” para o dia da votação das eleições de 2026. O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) vêm reforçando a importância de o eleitor levar um papel com os números de seus candidatos para as urnas no dia 4 de outubro.
Neste ano, o eleitor vai dar seis votos diferentes. Estão em disputa os cargos de presidente, governador, deputado federal, deputado estadual e duas vagas para o Senado.
Ordem da votação:
- Deputado federal (quatro dígitos);
- Deputado estadual ou distrital (cinco dígitos);
- Senador (três dígitos);
- Governador (dois dígitos);
- Presidente da República (dois dígitos).
Reduzir filas
A campanha pela colinha de papel tem dois objetivos principais: contornar a proibição de celulares na cabine de votação e reduzir filas. Na última terça-feira (22), o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, disse em sessão da Corte que “a cola eleitoral ajuda as eleitoras e os eleitores a se lembrarem de suas escolhas, tornando o processo mais simples e ágil”.
E a colinha tem que ser física. Não adianta deixá-la anotada no celular, já que, na hora de votar, o eleitor vai precisar deixar o aparelho com os mesários da seção. A lei eleitoral proíbe a entrada de aparelhos fotográficos — incluindo os celulares — na cabine de votação, e a Justiça ampliou a restrição para este ano, incluindo relógios, óculos e outros equipamentos inteligentes.
O Tribunal Superior Eleitoral inclusive impulsionou uma peça publicitária feita para as redes sociais e alcançou milhões de visualizações nas mais diversas plataformas. A Corte investiu de R$ 30 mil a R$ 40 mil para impulsionar um vídeo de 30 segundos falando sobre a colinha no Instagram e no Facebook. As publicações já somam mais de 16 milhões de visualizações.
R7




