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22 jun

Prisão domiciliar de Bolsonaro vence nesta semana; veja quais são os próximos passos

Prisão domiciliar de Bolsonaro vence nesta semana; veja quais são os próximos passos

Ton Molina/STF

prazo de 90 dias estabelecido para a prisão domiciliar humanitária concedida ao ex-presidenteJair Bolsonaroacaba nesta semana. Autorizado em 24 de março pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, o benefício temporário expira no próximo dia 25.

Ao conceder a medida em março, o ministro limitou contatos políticos de Bolsonaro, restringindo as visitas a familiares, advogados e médicos. Moraes pode prorrogar a prisão domiciliar do ex-presidente para evitar articulação política antes das eleições.

Com o encerramento do prazo fixado, a PGR (Procuradoria-Geral da República) e a defesa do ex-presidente devem se manifestar antes da palavra final de Moraes.

O ministro poderá optar por alguns caminhos principais: a prorrogação do recolhimento domiciliar por igual período, a revogação da medida, mantendo apenas restrições mais brandas, ou o agravamento das sanções.

Moraes também deve exigir uma nova perícia médica oficial para embasar a decisão. A defesa de Bolsonaro já sinalizou que pedirá ao STF a prorrogação do prazo devido à persistência e agravamento de seus problemas de saúde.

Entretanto, a arma encontrada em blitz na semana passada também pode influenciar decisão de Moraes sobre o assunto.

Relatórios médicos semanais enviados ao Supremo apontam que, nos últimos dias, o ex-presidente sofreu uma piora considerável em crises de soluço crônico, necessitando de doses extras de medicamentos que atingiram o limite terapêutico de segurança.

Pena

O ex-presidente cumpre uma condenação de 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado e comando de organização criminosa.

Antes de receber o direito ao regime domiciliar temporário, ele estava preso no 19° Batalhão da Polícia Militar, ala conhecida como “Papudinha”, localizada dentro do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.

Acontecimentos

Nesses 90 dias, Bolsonaro operou o ombro direito no dia 1º de maio, no Hospital DF Star em Brasília. A cirurgia durou cerca de 5 horas e ocorreu sem complicações.

Em outro momento, pediu autorização para a entrada de técnicos responsáveis pela manutenção de um elevador em sua residência. Dias depois, pediu para receber a funcionária de um cartório e até um cabelereiro.

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22 jun

RN tem R$ 771 milhões em créditos previdenciários travados

RN tem R$ 771 milhões em créditos previdenciários travados

Foto: Magnus Nascimento

O Rio Grande do Norte tem potencial para receber R$ 771,8 milhões da União em créditos de Compensação Previdenciária (COMPREV). Os recursos, porém, seguem travados entre análises do INSS e da Dataprev e pendências documentais acumuladas ao longo de décadas. Segundo o IPERN, cerca de R$ 400 milhões podem ingressar nos cofres estaduais ainda em 2026. Parte dos créditos corre risco de prescrição.

Em nota técnica encaminhada às secretarias estaduais do Planejamento (Seplan) e da Fazenda (Sefaz) em maio deste ano, o instituto destacou que os recursos podem representar um reforço para as finanças estaduais.


Do total identificado, R$ 413,2 milhões correspondem a processos que aguardam análise da Dataprev e do INSS, ainda sem decisão final sobre a liberação dos valores. Outros R$ 358,6 milhões estão classificados em situação de exigência, ou seja, dependem da regularização de documentos e informações para avançar no processo e serem pagos.


Segundo o IPERN, os valores em exigência estão travados por diferentes pendências documentais. Entre elas, a necessidade de comprovar recolhimentos previdenciários realizados há décadas por meio de folhas de pagamento e outros documentos que atestem as contribuições ao INSS.

O órgão estima que cerca de R$ 400 milhões podem ser liberados ainda em 2026, dependendo da resolução das pendências e do andamento das análises no INSS e na Dataprev. “É uma estimativa, tem muita pendência ainda a ser resolvida. Uma das providências que a gente está sugerindo na nota técnica, por exemplo, é a gestão do governo junto ao INSS”, revela o presidente do IPERN, Nereu Linhares.

Segundo Nereu Linhares, RN bateu recorde em recuperação de créditos em 2025| Foto: Magnus Nascimento


A compensação previdenciária funciona como um acerto de contas entre os sistemas de aposentadoria. Se um servidor contribuiu para o INSS e se aposentou pelo Estado, o INSS repassa parte dos recursos ao Estado para ajudar a custear o benefício pago ao aposentado.


De acordo com a legislação que rege a compensação previdenciária, aplica-se o prazo prescricional de cinco anos após o registro de aposentadoria aos valores que não forem pagos ou reclamados no período devido.

O presidente do Ipern, Nereu Linhares, afirma que parte desse valor pode ser perdida por prescrição, já que, em alguns casos, o instituto precisa localizar arquivos históricos ou complementar informações que não foram devidamente publicadas ou preservadas ao longo do tempo.


“Aqueles casos específicos em que não foi encontrada a documentação, em arquivo, por exemplo, óbvio que vai prescrever”, disse o gestor.


Segundo o IPERN, parte das pendências envolve documentos das décadas de 1980 e 1990, o que aumenta o risco de perda de parte dos créditos previdenciários.


De acordo com o presidente do instituto, alguns registros foram extraviados ou descartados ao longo dos anos, dificultando a comprovação das contribuições exigida atualmente pelo sistema de compensação previdenciária. “Muitos arquivos do Estado foram queimados nos anos 90. Muita gente achava que aquela documentação era lixo, que não servia para nada, e a gente tem muita falta hoje disso”, afirmou Nereu Linhares.


O gestor acrescenta ainda que as exigências se tornaram mais rigorosas após a edição de uma portaria federal em 2020, que passou a exigir a chamada “prova inequívoca” das contribuições previdenciárias.


Com isso, o Estado precisa buscar folhas de pagamento antigas e outros documentos para demonstrar que os recolhimentos foram efetivamente realizados e repassados ao INSS.


O órgão também cita a dependência de outros entes, como o Tribunal de Contas do Estado (TCE) e secretarias administrativas, para validação de registros e documentos, o que adiciona etapas ao fluxo de análise.


O presidente do IPERN também atribui parte da demora à limitação do quadro de servidores públicos responsáveis pela análise e recuperação dos documentos necessários à compensação previdenciária. “A gente sabe as limitações que tem o Estado de servidores. O contingente de servidores é muito reduzido em todos os órgãos”, afirmou Nereu Linhares.


Em relação aos processos que aguardam análise, o IPERN denuncia a capacidade operacional do sistema nacional de compensação previdenciária. Segundo o instituto, o INSS e a Dataprev recebem pedidos dos regimes próprios de previdência em todo o país, o que resulta em uma grande demanda de análise.


Ele destaca que os processos não estão parados, mas seguem o fluxo regular de tramitação e são analisados conforme a capacidade dos sistemas federais responsáveis pela compensação.


Segundo Linhares, o trabalho para recuperar os créditos previdenciários faz parte de uma força-tarefa permanente envolvendo o IPERN e outros órgãos do Estado. “Essa nota técnica que a gente fez foi para reforçar, para lembrar que existem recursos importantes a serem recuperados e que é preciso manter esse esforço conjunto”, afirmou.

RN recebeu R$ 115 milhões do INSS em 2025

Segundo dados do IPERN, o Rio Grande do Norte recebeu R$ 115 milhões em compensação financeira em 2025, o maior volume arrecadado pelo Estado nos últimos anos. O valor inclui todos os recursos que são repassados pelo INSS para ressarcir o Estado, incluindo Compensação Tributária e Previdenciária.


Apesar do resultado recorde, Nereu Linhares afirma que o valor não foi suficiente para cobrir sequer um mês do déficit financeiro do regime previdenciário estadual. “O valor recebido do INSS em um ano não deu para cobrir sequer o déficit financeiro de um mês da gente. Nesse ano, a gente fechou com um déficit financeiro de 147 milhões de reais”, disse.


A arrecadação proveniente da compensação financeira totalizou R$ 549,9 milhões entre 2018 e 2025, de acordo com dados do instituto.


O maior volume anual da série foi registrado em 2025, quando ingressaram R$ 115 milhões, o equivalente a 20,9% de todo o montante arrecadado no período analisado.


O menor valor foi registrado em 2020, quando a arrecadação somou R$ 35,7 milhões. Segundo o IPERN, naquele período houve aumento das exigências documentais para validação dos processos, o que impactou o ritmo de liberação dos recursos.


Os dados apontam uma recuperação gradual da arrecadação a partir de 2021, com crescimento mais expressivo em 2024 e 2025.

Demora revela dificuldades fiscais

Para o economista e especialista em Desenvolvimento Econômico, Thales Penha, a demora na recuperação desses recursos evidencia as dificuldades fiscais enfrentadas pelo Estado.


Segundo ele, o atraso nos repasses está relacionado ao cenário de restrição orçamentária que há anos afeta as contas públicas do Rio Grande do Norte. “É como um cobertor curto. Para manter determinadas obrigações em dia, outras acabam sendo postergadas”, afirmou.


De acordo com o especialista, a compensação previdenciária representa uma obrigação financeira vinculada ao regime próprio de previdência dos servidores públicos. Os recursos funcionam como uma contrapartida patronal destinada ao fundo que custeia aposentadorias e pensões.


Na avaliação de Penha, a demora na recuperação desses valores reflete um problema estrutural das finanças estaduais, marcado pela dificuldade de equilibrar despesas obrigatórias e compromissos de longo prazo. “Para manter salários em dia, acabam sendo adiadas outras obrigações, seja com fornecedores, seja com repasses para fundos. É um problema grave que o Rio Grande do Norte enfrenta há pelo menos duas décadas”, destacou.


O especialista alerta, ainda, que a eventual perda desses créditos por prescrição pode agravar o déficit previdenciário do Estado.


Em sua avaliação, a não recuperação dos valores amplia a necessidade de aportes do Tesouro Estadual para cobrir despesas do regime próprio de previdência, reduzindo a capacidade financeira do governo em outras frentes. “Vai aumentar ainda mais a necessidade de transferência de recursos para o regime próprio”, destacou.


Penha explica que o fundo previdenciário do Estado já opera há anos em situação deficitária, exigindo complementações frequentes do orçamento estadual para garantir o pagamento de aposentadorias e pensões.


Caso parte dos créditos deixe de ser recuperada, o governo terá de direcionar ainda mais recursos do orçamento ordinário para compensar essa insuficiência. “O Estado precisa retirar dinheiro que poderia ser utilizado em despesas correntes e transferi-lo para cobrir o déficit previdenciário. A perda desses créditos amplia essa pressão sobre as contas públicas”, afirmou.

Ananda Miranda
Repórter

Tribuna do Norte

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22 jun

Fátima Bernardes é confirmada entre os palestrantes da ExpoEduc 2026

Fátima Bernardes é confirmada entre os palestrantes da ExpoEduc 2026

Foto: Divulgação

A jornalista e apresentadora Fátima Bernardes é a mais nova palestrante confirmada da ExpoEduc 2026, maior congresso de educação do Norte-Nordeste. Reconhecida nacionalmente por sua trajetória de credibilidade, profissionalismo e capacidade de se reinventar ao longo das décadas, ela apresentará a palestra “Nada É Para Sempre”, no espaço Sala de Gestores.

Na apresentação, Fátima convida o público a refletir sobre uma questão essencial para os tempos atuais: a capacidade de mudar, se adaptar e construir novos caminhos diante das transformações pessoais e profissionais.

A partir de experiências de sua própria trajetória, ela compartilhará aprendizados sobre coragem, tomada de decisões e a busca pela realização de sonhos.

Com sensibilidade e autenticidade, a jornalista abordará os desafios enfrentados ao longo da carreira, mostrando como a disposição para sair da zona de conforto pode abrir portas para novas oportunidades e conquistas.

Foto: Divulgação

A palestra também trará reflexões sobre propósito, resiliência e protagonismo, temas cada vez mais presentes no universo educacional e no desenvolvimento de lideranças. A proposta é inspirar educadores, gestores, estudantes e profissionais de diferentes áreas a enxergarem as mudanças não como obstáculos, mas como possibilidades de crescimento.

Para o CEO da ExpoEduc, Crislan Viana, a participação de Fátima Bernardes reforça o compromisso do evento possibilitar discussões capazes de provocar reflexões relevantes para os participantes do evento.

“Fátima Bernardes construiu uma trajetória admirável baseada em competência, credibilidade e capacidade de adaptação. Sua história dialoga diretamente com os desafios que profissionais da educação e líderes enfrentam atualmente. Será uma oportunidade única para o público ouvir alguém que soube transformar mudanças em novas possibilidades”, destaca.

Sala de Gestores

A palestra de Fátima Bernardes vai acontecer no espaço Sala de Gestores, da Expoeduc. O ambiente é exclusivo para diretores, coordenadores e mantenedores de escolas públicas e privadas.

A proposta é oferecer uma programação direcionada para quem está à frente das decisões estratégicas das instituições de ensino. Mais do que discutir práticas pedagógicas, o ambiente foi pensado para abordar temas ligados à gestão, liderança, processos internos, matrículas, comercial, vendas e planejamento, áreas que têm ganhado protagonismo no cenário educacional.

As escolas estão inseridas em um contexto de profundas transformações. Quem lidera essas instituições precisa estar atento não apenas às questões pedagógicas, mas também a aspectos como posicionamento, relacionamento, gestão de pessoas e crescimento institucional. Nosso objetivo é oferecer um espaço que contribua diretamente para esse desenvolvimento”, destaca o diretor da Expoeduc, Bruno Félix.

A ExpoEduc 2026 acontece em Natal, de 23 a 25 de julho, no Centro de Convenções, e reunirá especialistas, educadores, gestores, estudantes e profissionais de diversas áreas em uma programação voltada para inovação, conhecimento e transformação social. Para mais informações, acesse expoeduc.com.br e @expoeduc.

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22 jun

Neymar treina com bola e pode voltar em jogo contra a Escócia

Neymar treina com bola e pode voltar em jogo contra a Escócia

Neymar treina com bola e está cada vez mais próximo de retornar aos gramados pela Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026. No sábado (20), a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou imagens do atacante realizando atividades físicas e trabalhos com bola durante a recuperação da lesão na panturrilha direita.

O camisa 10 participou de exercícios na academia e, posteriormente, treinou no campo ao lado do lateral-esquerdo Alex Sandro, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. A evolução do jogador aumenta a expectativa da comissão técnica para contar com ele na próxima partida do Mundial.

O técnico Carlo Ancelotti acompanha de perto a recuperação do craque. No entanto, a comissão técnica mantém cautela para evitar qualquer risco de agravamento da lesão. Por isso, Neymar segue um cronograma específico, com atividades divididas em dois períodos ao longo do dia.

Neymar treina com bola e anima comissão técnica

A recuperação do atacante tem avançado gradualmente. Além disso, Neymar já havia participado de trabalhos com bola nos últimos dias, demonstrando evolução física e técnica. Conforme o planejamento da equipe médica, o jogador realiza treinamentos no gramado e complementa a preparação com exercícios específicos na academia.

Na última quinta-feira, por exemplo, o atleta participou do aquecimento com o restante do elenco e conversou com Carlo Ancelotti durante as atividades. Desde então, os sinais positivos reforçam a possibilidade de retorno em breve.

Enquanto isso, a Seleção Brasileira segue focada na fase de grupos da Copa do Mundo. Na sexta-feira (19), o Brasil venceu o Haiti por 3 a 0 e assumiu a liderança do Grupo C com quatro pontos.

Brasil se prepara para enfrentar a Escócia

Agora, a equipe brasileira concentra suas atenções no confronto contra a Escócia, marcado para a próxima quarta-feira (24), às 19h, horário de Brasília, em Miami. A partida encerra a participação do Brasil na fase de grupos.

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22 jun

IBGE solicita novo concurso com 900 vagas para cargos efetivos

IBGE solicita novo concurso com 900 vagas para cargos efetivos

novo concurso do IBGE está gerando grande expectativa entre candidatos de todo o país. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) confirmou o envio de um novo pedido ao Ministério da Gestão e da Inovação dos Serviços Públicos para a realização de certame destinado ao provimento de cargos efetivos.

Com 900 vagas solicitadas, a proposta promete movimentar o cenário de concursos e trazer oportunidades com salários acima da média e benefícios.

Descubra detalhes sobre cargos, salários, requisitos e como se preparar para essa seleção tão aguardada.

Panorama do pedido do novo concurso do IBGE

O pedido oficial do IBGE para a abertura de concurso seguiu para análise do governo federal após tramitação interna iniciada em abril de 2026.

O processo aguarda resposta do Ministério da Gestão, responsável por autorizar futuras seleções no âmbito federal. A expectativa é de que um novo edital possa ser publicado assim que houver um parecer positivo.

O cenário destaca-se pela alta concorrência e pelo interesse de profissionais de diferentes áreas, já que o IBGE é reconhecido por sua estabilidade e plano de carreira.

Vale lembrar que o último concurso para cargos efetivos realizado pelo órgão foi em 2024, no âmbito do Concurso Nacional Unificado.

Distribuição das vagas solicitadas

O novo pedido do IBGE contempla 900 vagas efetivas. Do total, 300 postos destinam-se a candidatos de nível médio e 600 a profissionais de nível superior, conforme lista detalhada abaixo:

  • Técnico de informações geográficas e estatísticas (ensino médio): 300 vagas – salário inicial de R$ 3.752,92
  • Analista de planejamento, gestão e infraestrutura em informação de geografia e estatística (nível superior): 290 vagas – salário inicial de R$ 8.558,13
  • Tecnologista em informação de geografia e estatística (nível superior): 290 vagas – salário inicial de R$ 8.558,13
  • Pesquisador em informação de geografia e estatística (nível superior): 20 vagas – salário inicial de R$ 8.558,13

Além das remunerações, todos os cargos oferecem auxílio-alimentação de R$ 1.192. A composição dos salários atrai tanto recém-formados quanto profissionais já estabelecidos no mercado, evidenciando a competitividade do certame.

Requisitos e perfil dos cargos do concurso do IBGE

Para as oportunidades de ensino médio, é necessário possuir certificado de conclusão do curso para pleitear uma das vagas de técnico.

Já para os cargos de nível superior, o diploma de graduação torna-se obrigatório, sendo que algumas vagas podem requerer formação específica relacionada ao setor de atuação, como estatística, geografia, engenharia e áreas correlatas.

Recenseadores do IBGE visitando residência durante trabalho de campo.
IBGE solicitou novo concurso com 900 vagas para cargos de níveis médio e superior, com salários de até R$ 8.558,13.
Imagem: Notícias Concursos

O trabalho no IBGE envolve atividades ligadas à coleta, análise e produção de informações estatísticas e geográficas do Brasil.

Profissionais atuam em funções importantes para subsidiar políticas públicas e o desenvolvimento do país. Por isso, a seleção visa identificar candidatos com perfil analítico, organização e facilidade para trabalhar em equipe e com dados.

Como foi o último concurso do IBGE para efetivos

Em 2024, o IBGE integrou o Concurso Nacional Unificado, oferecendo 895 vagas efetivas distribuídas em vários blocos temáticos e áreas de atuação.

O processo contou com a Fundação Cesgranrio na organização e contemplou oportunidades para técnicos e para cargos de nível superior, como analistas, tecnologistas e pesquisadores.

A diversidade de especialidades trouxe ainda mais abrangência ao certame, acolhendo profissionais de tecnologia, exatas, humanas, sociais, geográficas e ambientais.

As provas foram divididas entre manhã e tarde para candidatos de ambos os níveis, incluindo testes objetivos, redações e questões discursivas de conhecimentos específicos.

Estrutura das provas

  • Ensino médio: prova objetiva (20 questões + redação) pela manhã e prova objetiva (40 questões) à tarde.
  • Nível superior: prova objetiva de conhecimentos gerais (20 questões) + discursiva pela manhã e prova objetiva de conhecimentos específicos (50 questões) à tarde.

A avaliação buscou identificar tanto competências gerais quanto conhecimentos técnicos, de acordo com o perfil de cada cargo. A divisão por blocos temáticos facilitou a organização das especialidades e forneceu mais clareza quanto às atribuições esperadas de cada função.

Etapas e expectativas para o próximo edital

Após o envio do pedido para o novo concurso do IBGE, a próxima etapa consiste na análise do Ministério da Gestão, que emitirá parecer sobre a autorização. Sendo autorizado, o Instituto deverá definir a banca organizadora, as datas para publicação do edital e o cronograma completo da seleção.

Os candidatos já podem aproveitar o período de espera para revisar conteúdos, acompanhar notícias oficiais e buscar experiências de quem participou do concurso de 2024, que serve como referência em organização e transparência. Considerando o histórico de provas abrangentes, a preparação antecipada pode fazer diferença no desempenho.

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