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03 jun

Major Garcia é nomeado comandante da 3ª CIPRV e passa a comandar o policiamento rodoviário estadual no Seridó

Major Garcia é nomeado comandante da 3ª CIPRV e passa a comandar o policiamento rodoviário estadual no Seridó

O Major Garcia, que atualmente exerce a função de comandante das companhias do 13º Batalhão de Polícia Militar (13º BPM), foi nomeado para assumir o comando da 3ª Companhia Independente de Polícia Rodoviária Estadual (3ª CIPRV), com sede no município de Caicó.

Com a nova designação, o oficial passará a ser o responsável pelo planejamento e coordenação das ações de fiscalização, patrulhamento e segurança nas rodovias estaduais que cortam toda a região do Seridó. A mudança integra a reorganização administrativa da Polícia Militar e reforça a importância estratégica do trabalho desenvolvido pela Polícia Rodoviária Estadual.

Reconhecido pela atuação operacional e pela experiência acumulada ao longo da carreira, Major Garcia assume a nova missão com o desafio de fortalecer as ações preventivas, ampliar a fiscalização de trânsito e intensificar o combate às irregularidades nas estradas da região.

A posse no novo cargo ocorrerá na segunda-feira(8), quando o oficial iniciará oficialmente os trabalhos à frente da 3ª CIPRV, unidade responsável pelo policiamento rodoviário estadual em diversos municípios seridoenses. A expectativa é de continuidade das ações voltadas à segurança viária e à preservação de vidas nas rodovias do Seridó.

Reporter Seridó

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03 jun

Brasil terá um mês para negociar com os EUA e tentar evitar a tarifa extra de 25%

Brasil terá um mês para negociar com os EUA e tentar evitar a tarifa extra de 25%

O governo brasileiro terá pouco mais de um mês para tentar convencer os Estados Unidos a desistirem da tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros. Especialistas ouvidos pelo R7 avaliam que ainda há espaço para negociação antes da decisão final, prevista para 15 de julho.

A gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva já manifestou indignação com a proposta americana e classificou a conclusão preliminar da investigação como injustificada.

Apesar disso, informou que continuará negociando com Washington para tentar evitar a adoção das novas barreiras comerciais. De todo modo, afirmou que poderá recorrer à Lei de Reciprocidade Econômica caso as tarifas sejam efetivamente implementadas.

O economista Rodrigo Provazzi acredita que a tarifa pode ser revertida, embora considere pouco provável uma retirada integral das medidas sem algum tipo de concessão por parte do Brasil.

Segundo Provazzi, o cenário mais provável envolve ajustes pontuais que permitam avanços nas negociações sem alterar a essência do sistema de pagamentos brasileiro.

Ele aponta três possibilidades: ajustes regulatórios limitados, concessões simbólicas que permitam aos Estados Unidos justificar um acordo ou, em um cenário menos provável, resistência total por parte do governo brasileiro, aumentando o risco de implementação integral da tarifa.

Consulta pública abre prazo para negociação

Na terça-feira (2), o governo do presidente Donald Trump propôs uma tarifa adicional de 25% sobre diversas importações brasileiras, após concluir que políticas adotadas pelo Brasil seriam prejudiciais ao comércio norte-americano.

O anúncio foi feito pela Representação Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), que classificou determinadas políticas brasileiras como “irracionais” e afirmou que elas sobrecarregam e restringem o comércio dos EUA.

Antes da aplicação definitiva das medidas, o governo norte-americano abriu uma consulta pública que servirá de base para a decisão final.

Pelo cronograma divulgado, o Brasil terá até 15 de julho para buscar uma solução negociada:

  • Até 22 de junho: prazo para pedidos de participação na audiência pública;
  • Até 1º de julho: envio de comentários escritos;
  • 6 de julho: realização da audiência pública;
  • 15 de julho: decisão final sobre a aplicação das tarifas.

A investigação norte-americana abrange temas como comércio digital, propriedade intelectual, questões ambientais e o sistema financeiro brasileiro.

Para o coordenador de Comércio Internacional da BMJ Consultores, Vito Villar, a abertura de uma consulta pública pelo governo norte-americano cria uma nova oportunidade para o diálogo diplomático.

Na avaliação dele, as pressões recentes dos Estados Unidos sobre o Brasil vão além da questão dos meios de pagamento e estão relacionadas a interesses estratégicos, como o acesso a minerais críticos brasileiros.

“Isso aumenta [as opções de diálogo], pois não era, de início, esperado que o USTR abrisse uma nova consulta pública para coleta de comentários, o que abre ao governo brasileiro uma nova janela negociadora”, afirma.

Empresas podem se manifestar

Além das negociações conduzidas pelo governo brasileiro, empresas e entidades privadas podem participar da consulta pública aberta pelos Estados Unidos.

Segundo Gabriel Loschiavo, sócio da Intrust Associates, empresas brasileiras podem apresentar manifestações formais, embora o processo seja complexo e tenha chances limitadas de sucesso.

“A participação é possível, mas a execução é complexa e as probabilidades de sucesso são baixas”, afirma.

R7

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03 jun

Anvisa define preço máximo de caneta emagrecedora brasileira

Anvisa define preço máximo de caneta emagrecedora brasileira

Foto: Pavel Danilyuk/Pexels

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) definiu o preço máximo para a caneta emagrecedora brasileira.

Em maio, informou a CNN, a agência já havia dado o aval para a fabricação nacional do medicamento de semaglutida sintética da fabricante EMS após o fim da patente do Ozempic, derrubada em 20 de março.

O pedido foi feito em 2023. O Ozivy faz parte dos chamados medicamentos do tipo GLP-1 e é feito à base de semaglutida, princípio ativo dos medicamentos Ozempic. Essa categoria é indicada para o tratamento da diabetes tipo 2 e é popularmente conhecida como “canetas emagrecedoras”.

O teto fixado é de R$ 803,44 para as embalagens com uma caneta na dosagem de 1,34 mg/ml.

Mesmo com o teto, é a EMS quem vai definir o preço final para venda. Na última semana, o vice-presidente da farmacêutica, Marcus Sanchez, afirmou que a empresa quer a precificação em 30% inferior à das principais opções disponíveis.

Caso a venda seja de duas unidades, o valor vai a R$1.606,88. No parecer, a agência diz ter usado como base para o cálculo os preços dos medicamentos Extensior e Ozempic, que têm a mesma “indicação terapêutica e posologia aprovadas em bula que o medicamento objeto do pleito”.

Os valores não incluem a alíquota de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), que varia conforme cada estado brasileiro.

BG

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03 jun

Papa nomeia primeira mulher para liderar comunicações do Vaticano

Papa nomeia primeira mulher para liderar comunicações do Vaticano

O papa Leão XIV nomeou, nessa terça-feira (2), uma executiva do conglomerado de mídia católica Eternal Word Television Network (EWTN), dos Estados Unidos (EUA), como a nova chefe do Departamento de Comunicações do Vaticano. É primeira nomeação de uma mulher para o cargo sênior da Igreja.

Maria Montserrat Alvarado, da Cidade do México, liderará o Dicastério para as Comunicações do Vaticano, uma operação em expansão que supervisiona o portal de notícias do Vaticano, a estação de rádio, o jornal e o escritório de imprensa, entre outras entidades.

Alvarado, presidente e diretora de operações da EWTN News desde 2023, substituirá Paolo Ruffini, que ocupa o cargo desde 2018 e está se aposentando. Ela iniciará suas funções em novembro, informou o Vaticano em comunicado.

A EWTN foi lançada por uma freira chamada Madre Angélica em 1981, mas se tornou um conglomerado de mídia global com quase uma dúzia de estações de TV, uma divisão de publicação de livros, um jornal e uma afiliada de rádio.

A emissora geralmente atrai os católicos conservadores dos EUA. O presidente Donald Trump apareceu na rede várias vezes e um de seus principais apresentadores é colaborador da Fox News.

A emissora criticava ocasionalmente o falecido papa Francisco, que se queixava de a rede “falar mal” dele.

Agência Brasil

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03 jun

Enem 2026 terá atendimento especializado para TOC, ansiedade e TDAH

Enem 2026 terá atendimento especializado para TOC, ansiedade e TDAH

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) incluiu no edital do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2026 novas condições para solicitações de atendimento especializado durante as provas. É o caso de situações relacionadas a fibromialgia e também a transtornos mentais. Entre elas, crise de ansiedade, Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) e Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH).

Com a ampliação das situações previstas na edição deste ano, uma pessoa diagnosticada, por exemplo, com histórico de transtorno de ansiedade, poderá contar com um acompanhante para lhe dar suporte nos dias de aplicação das provas.

O atendimento especializado deverá ser solicitado pelo interessado no momento da inscrição, exclusivamente na Página do Participante do exame.

O prazo de inscrições se encerrará nesta sexta-feira (5).

Outras condições

Como nas edições anteriores do Enem, também podem solicitar o atendimento especializado os candidatos nas seguintes condições: baixa visão, cegueira, deficiência física, deficiência auditiva, surdez, deficiência intelectual, dislexia, Transtorno do Espectro Autista (TEA), diabetes, além de gestante, lactante, idoso, estudante em classe hospitalar e outras condições específicas.

Aprovação da solicitação

A solicitação do candidato precisa ser confirmada pela equipe do Inep para o candidato ter garantido seu atendimento especializado.

Para a análise do pedido, todas as solicitações devem ser comprovadas por documentação adequada, como laudo médico, além de outras previstas no edital do Enem 2026.

O participante que tiver solicitação aprovada poderá ser acompanhado, por exemplo, por um cão-guia/cão de apoio emocional, usar material próprio e outros recursos de acessibilidade, como aparelho auditivo ou implante coclear, máquina de escrever em Braille, caneta de ponta grossa, óculos especiais, lupa, tábuas de apoio, bolsa de colostomia, medidor de glicose, bomba de insulina, entre outros.

Todos os recursos serão vistoriados pelo chefe de sala de aplicação das provas.

Sala reservada

No caso de lactantes, nos dois dias de realização do exame, em 8 e 15 de novembro, o acompanhante adulto ficará em uma sala reservada para ser o responsável pela guarda da criança em fase de amamentação ou para ser acionado em caso de intercorrências com a participante.

Da mesma forma, o candidato diagnosticado com transtornos mentais poderá contar com um acompanhante, que também aguardará nesta sala reservada, monitorada por fiscais, para casos de necessidade de apoio ou estabilização do participante.

O espaço reservado nos dias de provas poderá também acolher profissionais ou parentes do participante que precisem de apoio e auxílio para ir ao banheiro e se alimentar durante as provas.

O acompanhante não terá acesso à sala de provas e todos serão submetidos a revista eletrônica por meio do uso do detector de metais.

Acessibilidade no Enem

Em 2025, o Inep autorizou o uso de cerca de 165 mil recursos de acessibilidade durante as provas do Enem para pouco mais de 116 mil participantes que solicitaram atendimento especializado.

De 2022 a 2025, o quantitativo de pessoas com atendimento especializado no Enem aumentou 191%: passou de 30.856 para 89.770.

Enem

O Exame Nacional do Ensino Médio avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica e é considerado a principal forma de entrada na educação superior no Brasil, por meio de programas federais como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (Prouni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

As instituições de ensino públicas e privadas usam os resultados das provas para selecionar os estudantes.

 Desde a edição de 2025, o Enem também voltou a certificar a conclusão dessa etapa de ensino para os candidatos com 18 anos de idade completos e que também alcancem a pontuação mínima em cada área do conhecimento nas provas e na redação.

Os resultados individuais do exame também podem ser aproveitados em processos seletivos de instituições portuguesas que tenham convênio com o Inep. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal.

© Tomaz Silva/Agência Brasil

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