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26 ago

TRE-RN começa a treinar mesários nesta quinta-feira

TRE-RN começa a treinar mesários nesta quinta-feira

Mesários, que mantêm seções eleitorais, são essenciais à realização do pleito — José Aldenir

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) iniciará, nesta quinta-feira 27, o treinamento dos mesários que trabalharão nas eleições deste ano. A capacitação abordará os procedimentos de votação e as situações que poderão ocorrer nas seções eleitorais durante o pleito.

Em Natal, os primeiros convocados serão os mesários da 69ª Zona Eleitoral, que participarão das atividades entre 27 de agosto e 2 de setembro. Os treinamentos da 1ª e da 4ª Zonas Eleitorais serão realizados nos dias 14, 15, 16 e 17 de setembro.

A 2ª e a 3ª Zonas Eleitorais adotarão o ensino a distância. Nesse caso, o conteúdo estará disponível no aplicativo Mesários, com as orientações necessárias para o exercício da função.

Nos municípios do interior, as zonas eleitorais promoverão treinamentos presenciais entre 31 de agosto e 11 de setembro. Na capital, as atividades ocorrerão na sede do TRE-RN, localizada na Avenida Rui Barbosa, 165, no bairro Tirol.

Os mesários auxiliam no funcionamento das seções durante a votação. Podem exercer a função eleitores com mais de 18 anos que estejam em situação regular com a Justiça Eleitoral e não se enquadrem nos impedimentos previstos na legislação.

Cada mesário receberá auxílio-alimentação de R$ 65 por turno trabalhado. A função também assegura dois dias de folga para cada dia de trabalho e mais dois dias pela conclusão do treinamento. As horas poderão ser aproveitadas como atividades complementares em cursos universitários, de acordo com as regras de cada instituição.

Os interessados em atuar voluntariamente podem se cadastrar pelo aplicativo e-Título, pelo Canal do Mesário na página do TRE-RN ou diretamente no cartório eleitoral em que estão inscritos.

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Campo Forte
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26 ago

Banco do Brasil faz mutirão de financiamento de veículos utilizados para trabalho no RN

Banco do Brasil faz mutirão de financiamento de veículos utilizados para trabalho no RN

Ao todo, 31 agências do Banco do Brasil, espalhadas por 16 municípios potiguares, estarão no Mutirão Move BB Day — José Aldenir

O Banco do Brasil realizará, nos dias 26 e 27 de agosto, um mutirão para clientes do Rio Grande do Norte interessados em financiar veículos utilizados no trabalho e na geração de renda. Batizada de Move BB Day, a ação mobilizará 31 agências distribuídas por 16 municípios potiguares, com abertura uma hora antes do horário habitual.

Durante o atendimento, equipes do banco oferecerão orientação sobre as linhas disponíveis, simulação das parcelas, verificação dos documentos e análise das condições compatíveis com a renda de cada cliente. O objetivo é facilitar a renovação de veículos e apoiar profissionais que dependem de carros, motos ou outros meios de transporte para exercer suas atividades.

As unidades que não participarem da abertura antecipada também estarão aptas a prestar atendimento nos horários regulares. Segundo o BB, os clientes dessas localidades terão acesso às mesmas condições negociais oferecidas no mutirão. Agências situadas em municípios com feriado nas datas da ação permanecerão fechadas.

“Ao abrir espaço para uma análise individual e especializada, conseguimos aproximar as soluções de crédito das necessidades reais do cliente. No Rio Grande do Norte, o atendimento especializado vai unir clareza, escuta e conhecimento para apoiar a escolha adequada e acelerar cada projeto profissional”, afirma Cristiane Maria da Silva Albuquerque, superintendente do Banco do Brasil.

A ação ocorre após o início das contratações do Move Brasil Taxistas e Aplicativos pelo banco. A linha é voltada à compra de veículos novos por profissionais do transporte individual remunerado e integra uma política pública financiada com recursos operados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.

Linha financia até R$ 150 mil em veículos novos

No Banco do Brasil, o programa permite financiar até R$ 150 mil para a aquisição de veículos flex, elétricos ou híbridos. O prazo pode chegar a 72 meses, com carência de até seis meses. As taxas divulgadas pelo banco partem de 0,91% ao mês para mulheres e 0,99% para homens, mas as condições finais dependem da análise de crédito e do perfil do contratante.

Motoristas de aplicativo precisam comprovar cadastro ativo na plataforma há pelo menos 12 meses e a realização mínima de 100 corridas no período. Para taxistas, são exigidos licença válida, registro profissional e regularidade fiscal. Cooperativas de taxistas também estão entre os públicos autorizados a contratar.

A linha procura ampliar o acesso a modelos mais novos, com menor consumo de combustível, menos gastos de manutenção e recursos adicionais de segurança. A substituição de veículos antigos pode reduzir os custos operacionais dos profissionais, mas a contratação exige avaliação do impacto das parcelas sobre a renda mensal.

Além dos juros, o interessado deve considerar seguro, documentação, manutenção, depreciação e despesas com combustível ou recarga. A aprovação não é automática: o Banco do Brasil analisará a capacidade de pagamento, o histórico do cliente e a documentação profissional antes da liberação.

O programa foi criado pela Medida Provisória nº 1.359/2026 e regulamentado por normas do Conselho Monetário Nacional e do governo federal. A legislação também impede a cobrança de tarifa de cadastro nas operações enquadradas na linha.

A relação das cidades e agências participantes do Move BB Day pode ser consultada no endereço bb.com.br/movebbday. Informações sobre os veículos financiáveis e as regras gerais também estão disponíveis nos portais do Banco do Brasil e do BNDES.

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26 ago

Médico currais-novense ex- BBB 26 revela diagnóstico de depressão: “Sou médico e não estou imune a nenhuma doença”

Médico currais-novense ex- BBB 26 revela diagnóstico de depressão: “Sou médico e não estou imune a nenhuma doença”

O currais-novense Marcelo Alves, ex-participante do BBB 26, usou as redes sociais nesta segunda-feira (24), e abriu o coração sobre sua saúde mental. O médico revelou que foi diagnosticado com quadro de depressão. Ele disse estar bem após ter obtido ajuda, mas aproveitou o vídeo para conscientizar a população sobre a importância dos cuidados com a saúde mental.

“Eu sou médico e não estou imune a nenhuma doença. Eu sabia reconhecer os sintomas de depressão nos meus pacientes, mas demorei para aceitar que eles estavam acontecendo comigo também. E talvez essa tenha sido uma das coisas mais difíceis da minha vida: entender que conhecer uma doença não torna ninguém imune a ela”, confessou.

O ex-BBB disse que demorou para assumir que precisava de ajuda, mas, desde que começou a ter acompanhamento, tem sentido melhoras.

“Eu tentava explicar tudo de outra forma: o cansaço, a falta de energia, a vontade de me isolar ou até mesmo um sorriso em meio a eventos em que eu mostrava estar feliz, mas que, por dentro, eu estava acabado”, contou Marcelo.

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26 ago

Bancos ganham mais liberdade para renegociar dívidas rurais

Bancos ganham mais liberdade para renegociar dívidas rurais

Os produtores rurais terão mais opções para renegociar dívidas. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou uma resolução (n° 5.334/2026) que flexibiliza o uso de recursos obrigatórios por bancos e cooperativas de crédito para quitar ou reduzir débitos rurais contratados originalmente com outras fontes de financiamento.

Pelas regras, as instituições financeiras são obrigadas a destinar 31,5% dos recursos captados por meio de depósitos à vista — como o dinheiro mantido em contas correntes, por exemplo, — ao crédito rural

No entanto, antes da decisão do CMN, esses recursos só podiam ser utilizados para renegociar operações contratadas originalmente com a mesma fonte de recursos.  Dessa forma, a regra restringia o número de dívidas que cada instituição financeira poderia renegociar

Com a mudança, os recursos obrigatórios poderão ser utilizados para liquidar ou amortizar operações contratadas originalmente com outras fontes. A exceção são as operações vinculadas aos fundos constitucionais

A flexibilização contribui para a implementação da Medida Provisória nº 1.376/2026, publicada em 15 de julho, que criou mecanismos para a renegociação de dívidas rurais. Porém, na prática, as regras anteriores dificultavam a operacionalização das renegociações pelas instituições financeiras. A resolução do CMN busca, portanto, ampliar as possibilidades de uso dos recursos e destravar o processo. 

Limite

O CMN ampliou a liberdade dos bancos para utilizar recursos obrigatórios na renegociação de dívidas rurais, mas estabeleceu um limite para evitar que o dinheiro destinado ao setor seja concentrado no refinanciamento de débitos antigos

Os agentes financeiros poderão comprometer até 40% da exigibilidade do ano-safra com essas operações, preservando a maior parte dos recursos para novos financiamentos rurais

Segundo o CMN, as taxas de juros das operações de renegociação ficarão entre 5% e 12% ao ano, de acordo com a situação e o nível de perdas comprovado pelo produtor rural. 

Mais instituições

A medida também pode ampliar o número de instituições financeiras aptas a participar da renegociação de dívidas rurais. 

Em 14 de agosto, o Ministério da Fazenda distribuiu R$ 25,8 bilhões em limites de equalização entre dez instituições financeiras. Esse mecanismo permite ao governo compensar os bancos pela diferença entre o custo de captação dos recursos e os juros cobrados em determinadas operações

Com a nova regra, instituições que não receberam limites de equalização nessa distribuição também poderão participar das renegociações por meio dos recursos obrigatórios.

A mudança também beneficia bancos que receberam um limite de equalização inferior à demanda de seus clientes. Essas instituições poderão utilizar até 40% das exigibilidades dos recursos obrigatórios para complementar os valores disponíveis para as renegociações

Na prática, a medida amplia a capacidade das instituições financeiras de atender produtores que precisam reorganizar suas dívidas, ao mesmo tempo em que preserva parte dos recursos destinados ao financiamento de novas operações de crédito rural.

Fonte: Brasil 61

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26 ago

Municípios têm menos de 10 dias para aderir ao parcelamento especial da EC 136

Municípios têm menos de 10 dias para aderir ao parcelamento especial da EC 136

Os municípios têm até 31 de agosto para aderir ao parcelamento especial de dívidas previdenciárias previsto na Emenda Constitucional (EC) 136/2025. A modalidade permite renegociar débitos com o Regime Geral de Previdência Social (RGPS) e com os Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS) em até 300 meses.

A medida teve origem na PEC 66/2023 e alcança dívidas previdenciárias municipais vencidas até 31 de agosto de 2025. Além do prazo ampliado para pagamento, foram estabelecidas condições específicas para juros e descontos, especialmente nos débitos relacionados ao RGPS.

Nesse caso, a medida permite descontos de até 40% nas multas, 80% nos juros, 40% nos encargos e 25% nos honorários. As parcelas podem ser retidas diretamente do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Outra mudança está na atualização da dívida. Em substituição à taxa Selic, o parcelamento passa a considerar o IPCA acrescido de 4% ao ano. Municípios que anteciparem parte dos débitos poderão obter taxas menores, que variam conforme o percentual antecipado. Para aqueles que anteciparem 20% da dívida no prazo de 18 meses, a previsão é de aplicação apenas da correção monetária.

Como fazer a adesão

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) orienta os gestores a formalizarem o pedido de adesão de acordo com o regime e a situação das dívidas.

Para débitos com o RPPS, o município também precisa aderir ao Programa de Regularidade Previdenciária dos Regimes Próprios de Previdência Social, o Pró-Regularidade RPPS. As normas e procedimentos estão disponíveis no portal do Ministério da Previdência Social.

No caso de dívidas com o RGPS, os gestores devem observar onde os débitos estão administrados. Os procedimentos podem ser realizados pelos serviços digitais da Receita Federal ou, quando a dívida estiver sob responsabilidade da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), pelo Portal Regularize.

Há ainda um prazo diferente para outro tipo de débito: municípios interessados no parcelamento especial de dívidas junto à Secretaria do Tesouro Nacional têm até 9 de setembro para aderir. A modalidade foi regulamentada pelo Decreto 13.080, de 23 de julho de 2026.

A CNM recomenda que os gestores verifiquem a situação das dívidas e os procedimentos aplicáveis antes do encerramento dos prazos. As orientações sobre o parcelamento também estão disponíveis no comunicado da Confederação Nacional de Municípios.

Fonte: Brasil 61

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