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17 out

Anvisa libera venda de novos lotes de detergentes e desinfetantes Ypê após identificar bactéria

Anvisa libera venda de novos lotes de detergentes e desinfetantes Ypê após identificar bactéria

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a comercialização, distribuição e o uso de determinados lotes de detergentes lava-louças e desinfetantes da marca Ypê, fabricados a partir de 1º de novembro de 2025. A decisão, oficializada pela Resolução-RE nº 4.096/2026 e publicada no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (16), representa uma revogação parcial das restrições aplicadas à fabricante Química Amparo Ltda., localizada em Amparo (SP).

A liberação foi concedida após a fabricante apresentar laudos microbiológicos com resultados satisfatórios referente aos produtos fabricados nos meses de novembro e dezembro de 2025. As fiscalizações haviam sido iniciadas após a identificação de falhas nos processos de fabricação e nos controles de qualidade, que indicavam risco de contaminação microbiológica.

Confira as linhas de produtos liberadas pela Anvisa

A autorização contempla seis linhas de detergentes lava-louças e duas de desinfetantes. Entre os itens liberados estão:

Detergente Lava-louças com enzimas ativas Ypê
Lava-louças Ypê (linha tradicional)
Lava-louças concentrado Ypê Green
Lava-louças Ypê toque suave
Desinfetante Pinho Ypê
Desinfetante Bak Ypê
Lotes antigos e lava-roupas continuam proibidos

Apesar da liberação parcial, a Anvisa manteve a suspensão para os produtos fabricados até 31 de outubro de 2025 cujas numerações de lote terminam com o número 1. A proibição também permanece em vigor para os lotes de lava-roupas das marcas Ypê e Tixan Ypê com final 1 fabricados até 31 de março de 2026.

Para os itens fabricados até outubro de 2025 que já se encontram no mercado, a agência determinou o cumprimento do plano de monitoramento sanitário. O consumidor deve atentar para a data de fabricação e a numeração do lote impressas na embalagem para garantir que o produto adquirido esteja apto para consumo.

Histórico das inspeções e fiscalização

O processo sanitário teve início em novembro de 2025, quando testes internos da própria Ypê identificaram a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em lotes específicos de lava-roupas, promovendo um recolhimento voluntário. Em abril de 2026, fiscalizações presenciais da vigilância sanitária apontaram 76 irregularidades no sistema de garantia de qualidade e na linha de produção da fábrica em Amparo (SP), resultando na suspensão ampliada em maio de 2026.

Em nota, a Química Amparo afirmou que a decisão da Anvisa está alinhada ao plano de trabalho apresentado, que prevê a liberação gradativa mediante laudos de laboratórios independentes. A empresa informou também que já submeteu análises referentes aos meses de maio e junho de 2025, que aguardam homologação formal pelo órgão regulador.

Com informações da Gazeta do Povo.

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17 out

Anvisa alerta que Ivermectina não tem eficácia comprovada contra o câncer

Anvisa alerta que Ivermectina não tem eficácia comprovada contra o câncer

Informações que associam a ivermectina à cura do câncer circulam nas redes sociais, muitas vezes acompanhadas de promessas de resultados sem respaldo científico e da venda de protocolos e materiais sobre tratamentos alternativos. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alerta que o medicamento não é aprovado para essa finalidade e não há comprovação científica de que seja capaz de curar a doença ou reduzir tumores em seres humanos.

A ivermectina é um antiparasitário indicado para o tratamento de determinadas infecções causadas por parasitas. Parte das alegações sobre seus possíveis efeitos contra o câncer se baseia em estudos realizados em laboratório, com células, ou em animais. Embora essas pesquisas possam contribuir para o desenvolvimento de novos medicamentos, seus resultados não comprovam, por si só, que uma substância seja eficaz e segura para tratar pacientes.

O que dizem os estudos científicos?

Desde 2019, pesquisas sobre a ivermectina e outros medicamentos antiparasitários passaram a investigar possíveis efeitos contra células tumorais. No entanto, os resultados obtidos em experimentos laboratoriais ou em animais precisam ser confirmados por estudos clínicos em seres humanos, capazes de avaliar a segurança, a eficácia e os possíveis efeitos adversos.

Até o momento, não há evidências clínicas robustas que comprovem que a ivermectina cure o câncer. A existência de pesquisas iniciais não significa que o medicamento esteja aprovado ou recomendado para essa finalidade.

Quais são os riscos de usar ivermectina contra o câncer?

Um dos principais riscos é substituir ou adiar tratamentos com eficácia comprovada por alternativas sem evidências científicas suficientes. Essa decisão pode comprometer o controle da doença e reduzir as possibilidades de tratamento.

O uso do medicamento sem acompanhamento médico também pode provocar efeitos adversos e interações com outras substâncias utilizadas durante o tratamento oncológico.

Por isso, pacientes com câncer não devem interromper, substituir ou modificar o tratamento prescrito pela equipe médica por conta própria. A orientação é buscar informações em fontes confiáveis e conversar com profissionais de saúde antes de tomar decisões sobre o tratamento.

98fm

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17 out

Eleições 2026: mais de 300 mil eleitores pediram voto em trânsito para o 2º turno

Eleições 2026: mais de 300 mil eleitores pediram voto em trânsito para o 2º turno

Aurimar Silva/TRE-SP

Segundo dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), 314 mil eleitores solicitaram voto em trânsito para o segundo turno das eleições. Votação acontece no último domingo deste mês, dia 25 de outubro.

O voto em trânsito permite que eleitores participem do pleito mesmo que estejam fora de seu domicílio eleitoral. Neste segundo turno, mais de 158 milhões de brasileiros estão aptos a votar para presidente. Em seis estados — Acre, Amazonas, Distrito Federal, Rio Grande do Norte, Espírito Santo e Tocantins — haverá também votação para governador.

Só pode votar para governador o eleitor que pediu o voto em trânsito para uma outra região dentro do mesmo estado. Se o eleitor destes seis estados estiver em outra unidade da federação no dia da eleição, só poderá votar para presidente.

Do total de 314.519 eleitores, São Paulo lidera o ranking de eleitores que pediram o voto em trânsito, com mais de 52 mil pessoas. Na Bahia, foram 30.841 solicitações; em Minas Gerais, 29.593; e, no Rio de Janeiro, 24.736.

O prazo para o eleitor pedir o voto em trânsito terminou no dia 20 de agosto, para primeiro e segundo turno. Quem não solicitou e estará fora de seu domicílio eleitoral no dia 25 de outubro terá que justificar a ausência.

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Lojão do Real
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17 out

Convocação de mesários no 1º turno das eleições vale para votação de 25 de outubro

Convocação de mesários no 1º turno das eleições vale para votação de 25 de outubro

Divulgação/TRE-SP

O segundo turno das eleições de 2026 está chegando. No próximo domingo (25), os eleitores vão novamente às urnas. Em São Paulo, a votação será apenas para escolher o presidente e vice-presidente da República, pois Tarcísio de Freitas foi reeleito governador no primeiro turno.

No estado, mais de 415 mil mesários estarão à frente das seções eleitorais para orientar os mais de 34,1 milhões de votantes.

Aqueles que foram nomeados pelo TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo) para trabalhar no primeiro turno devem ficar atentos: a convocação também é válida automaticamente para o segundo turno, conforme informado na carta de convocação enviada aos colaboradores.

Assim, o mesário deverá comparecer no mesmo local, horário e seção eleitoral em que atuou no primeiro turno. Caso algum colaborador fique impossibilitado de comparecer no dia 25 de outubro, deve comunicar imediatamente à sua zona eleitoral para que seja providenciada a devida substituição.

Além dos mesários, mais de 50 mil colaboradores atuarão no apoio logístico durante o pleito em São Paulo, auxiliando na organização dos locais de votação e no funcionamento das atividades eleitorais.

Para esclarecer eventuais dúvidas, basta acessar o site do TRE-SP e verificar a situação da convocação. Na sequência, clicar na seção “Serviços eleitorais”, aba “Mesário” e selecionar a opção “Área do(a) colaborador(a) da Justiça Eleitoral”. Ao optar pelo item “Não sei se sou mesário e gostaria de me informar”, o eleitor deve fornecer o nome completo e o número do título de eleitor.

A verificação também se encontra disponível na página de Autoatendimento Eleitoral, do TSE, na aba “Mesária/Mesário”, espaço em que podem ser confirmados o local de atuação, atualizados os dados de contato e conferidas as datas dos treinamentos.

Cadastro para auxílio-alimentação

Os cidadãos convocados para auxiliar as eleições de 2026 receberão o auxílio-alimentação no valor de R$ 65 por turno. O pagamento é efetuado exclusivamente via Pix, utilizando a chave referente ao CPF do colaborador. Não é preciso alterar dados se o CPF já estiver cadastrado como chave Pix na instituição financeira.

Já os colaboradores que ainda não realizaram esse cadastro devem regularizar a chave até a próxima segunda (19) para receber o valor do 2º turno, no entanto, a orientação do Tribunal é que o procedimento seja realizado o mais breve possível.

Benefícios e declaração de trabalho

Além do auxílio-alimentação, quem atua nas eleições tem direito a dois dias de folga para cada dia trabalhado ou de treinamento. Os convocados também têm preferência em caso de empate em concursos públicos, desde que previsto no edital.

Para comprovar o serviço à Justiça Eleitoral, é emitida a DTE (Declaração de Trabalhos Eleitorais), documento que garante os benefícios sem qualquer impacto no salário.

R7

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17 out

Datafolha: Flávio Bolsonaro lidera no Sul, Sudeste e interior; Lula tem vantagem no Nordeste e nas regiões metropolitanas

Datafolha: Flávio Bolsonaro lidera no Sul, Sudeste e interior; Lula tem vantagem no Nordeste e nas regiões metropolitanas

Fotos: Lula Marques/Agência Brasil e Fernando Frazão/Agência Brasil

A disputa pela Presidência da República apresenta diferenças importantes entre as regiões do Brasil e entre os eleitores que vivem no interior e nas regiões metropolitanas. Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (15) mostra que Flávio Bolsonaro (PL) lidera no Sul, Sudeste e no conjunto formado pelo Centro-Oeste e Norte. Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem vantagem no Nordeste.

O levantamento também aponta uma divisão entre os eleitores das grandes cidades e do interior. Nas regiões metropolitanas, Lula aparece com 54% dos votos válidos, contra 46% de Flávio Bolsonaro. No interior, o resultado se inverte: o candidato do PL tem 54%, enquanto o presidente registra 46%.

A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos em cada um desses dois grupos. Dessa forma, as vantagens dos candidatos estão fora da margem de erro. 

Lula lidera no Nordeste. Flávio tem vantagem nas demais regiões

O Nordeste é a região em que Lula apresenta sua maior vantagem. O presidente tem 66% dos votos válidos, contra 34% de Flávio Bolsonaro, uma diferença de 32 pontos percentuais.

No Sul, o cenário é favorável ao candidato do PL, que registra 62% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 38%.

Flávio também lidera no Sudeste, com 56% dos votos válidos, contra 44% do presidente. No agrupamento das regiões Centro-Oeste e Norte, o senador tem 58%, diante de 42% do petista.

A margem de erro é de quatro pontos percentuais no Nordeste, três no Sudeste e cinco no Sul e no agrupamento Centro-Oeste/Norte. As diferenças registradas colocam os candidatos à frente de seus adversários fora da margem de erro em todos esses recortes regionais. 

Flávio tem 59% entre eleitores não alinhados

Entre os brasileiros que não se identificam como petistas nem como bolsonaristas, Flávio Bolsonaro aparece com 59% dos votos válidos, contra 41% de Lula.

A diferença é de 18 pontos percentuais. Como a margem de erro nesse grupo é de cinco pontos para mais ou para menos, o candidato do PL lidera fora do empate técnico.

Na pesquisa anterior, divulgada em 8 de outubro, Flávio tinha 58% nesse segmento, enquanto Lula registrava 42%. Os números indicam uma oscilação de um ponto percentual para cada candidato.

Entre os eleitores que se identificam como bolsonaristas, Flávio concentra 98% dos votos válidos. Já entre os petistas, Lula reúne 93%. 

Lula lidera entre mulheres. Flávio tem vantagem entre homens

O levantamento também mostra diferenças nas preferências de voto de homens e mulheres.

Entre as mulheres, Lula tem 55% dos votos válidos, contra 45% de Flávio Bolsonaro. Entre os homens, o candidato do PL aparece com 56%, enquanto o presidente registra 44%.

Na divisão por cor ou raça, Lula lidera entre os eleitores que se declaram pretos, com 60%, contra 40% de Flávio. Entre os brancos, o senador tem 59%, diante de 41% do presidente.

Já entre os eleitores pardos, a disputa está empatada numericamente, com 50% para cada candidato. 

Lula tem vantagem entre os mais pobres. Flávio lidera nas faixas de renda mais altas

Segundo o Datafolha, Lula apresenta maior força entre os brasileiros que recebem até dois salários mínimos por mês, com 58% dos votos válidos, enquanto Flávio Bolsonaro tem vantagem entre aqueles com rendimentos mais elevados, com renda de mais de dois a cinco salários mínimos (58%) e na faixa acima de cinco salários mínimos, com 63%.

Escolaridade também divide preferência dos eleitores

O nível de escolaridade é outro fator que diferencia o desempenho dos candidatos no segundo turno.

Lula tem vantagem entre os brasileiros que estudaram até o ensino fundamental, com 61%. Já Flávio Bolsonaro apresenta melhor desempenho entre os eleitores com ensino médio (55%) e superior (56%).

Flávio lidera entre eleitores de 35 a 44 anos. Lula lidera na faixa de 60 anos ou mais

Na divisão por idade, Flávio Bolsonaro apresenta sua maior vantagem entre os eleitores de 35 a 44 anos. Nesse grupo, o senador tem 59% dos votos válidos, contra 41% de Lula.

Entre os jovens de 16 a 24 anos, Lula aparece numericamente à frente, com 54%, contra 46% de Flávio. A diferença, porém, está dentro da margem de erro de seis pontos percentuais.

Na faixa de 25 a 34 anos, Flávio registra 53%, contra 47% do presidente. Entre os eleitores de 45 a 59 anos, o placar é de 51% para o senador e 49% para Lula. Na faixa de 60 anos ou mais, o presidente aparece com 54%, contra 46% de Flávio Bolsonaro. 

Apenas na faixa de 35 a 44 anos a diferença entre os candidatos está fora da margem de erro. 

Disputa nacional segue em empate técnico

Apesar das diferenças entre regiões e grupos de eleitores, o cenário nacional continua equilibrado.

Considerando apenas os votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos, Flávio Bolsonaro tem 51% das intenções de voto, contra 49% de Lula. A diferença de dois pontos percentuais configura empate técnico, já que a margem de erro nacional é de dois pontos para mais ou para menos.

Sobre a pesquisa

O Datafolha ouviu 2.520 eleitores com 16 anos ou mais, em 153 municípios brasileiros, nos dias 13 e 14 de outubro. Desse total, 2.330 entrevistados indicaram voto em um dos dois candidatos e compõem a base utilizada para calcular os votos válidos.

A pesquisa foi encomendada pela Folha de S.Paulo e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00466/2026. A margem de erro para o conjunto da amostra é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. 

Fonte: Brasil 61

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